Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

    Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

    Acompanhado de uma banda espartana -Fábio Sá (baixo), Limma (teclados) e Vitor Cabral (bateria)- Gal cantou 20 canções que deram uma geral em sua carreira. Sob direção de Marcus Preto, o show trouxe clássicos do início da discografia da cantora e também músicas que ela havia lançado em seus últimos LPs.

    ANDRÉ BARCINSKI
    CBS NEWS – A cantora Gal Costa morreu em 9 de novembro de 2022, aos 77 anos. Pouco menos de dois meses antes, em 17 de setembro do mesmo ano, ela subiu ao palco do festival Coala, realizado no Memorial da América Latina, em São Paulo, para um show que seria o seu derradeiro.

    Acompanhado de uma banda espartana -Fábio Sá (baixo), Limma (teclados) e Vitor Cabral (bateria)- Gal cantou 20 canções que deram uma geral em sua carreira. Sob direção de Marcus Preto, o show trouxe clássicos do início da discografia da cantora e também músicas que ela havia lançado em seus últimos LPs.

    A gravação desse show sai agora no LP “As Várias Pontas de Uma Estrela”, lançado pela Biscoito Fino. O áudio já está nas plataformas e o show pode ser visto na íntegra até 20 de outubro no canal da Biscoito Fino no Youtube.

    “As Várias Pontas de Uma Estrela” é um disco que, se não traz a voz de Gal em toda sua força e beleza, vale pela emoção de ouvi-la cantando num palco pela última vez e pela devoção da plateia. O público do Coala era majoritariamente mais jovem do que as plateias que acompanhavam os shows de Gal em teatros e casas de show, e é bonito ver e ouvir a reação entusiasmada a canções lançadas quando muitos ali nem haviam nascido.

    O show começa com uma versão pesada e animada de “Fé Cega, Faca Amolada”, de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, e de cara fica evidente que a voz de Gal não tem a potência e clareza de outras épocas. Mas isso não parece importar para o público, que canta animadamente toda a letra.

    A banda emenda o bluesão “Hotel das Estrelas”, de Jards Macalé e Duda Machado, e “Divino, Maravilhoso” (Gil e Caetano), com o público cantando junto, a primeira de seis canções assinadas por Caetano Veloso, incluindo originais e versões, que Gal cantaria no show.

    Gal canta “Dom de Iludir”, de Caetano, e a diferença da interpretação da cantora aqui e na versão original, gravada no álbum “Minha Voz” (1982) e que trazia uma interpretação sublime, com aquela voz sexy e sussurrada, é imensa. Claro que, em 2022, Gal estava cantando num show grande para uma plateia numerosa, não num clubinho enfumaçado, mas a diferença impressiona.

    Depois de saudar gerações mais novas de compositores nacionais com “Quando Você Olha Pra Ela”, de Mallu Magalhães, e “Palavras no Corpo”, parceria de Silva com Omar Salomão, filho do poeta Waly Salomão (1943-2003) produtor de um show histórico da cantora em 1971, “Fatal”, que renderia o disco ao vivo “Fa-Tal – Gal a Todo Vapor”, a cantora emenda uma sequência matadora de hits como “Nada Mais”, versão de Ronaldo Bastos para “Lately”, de Stevie Wonder, “Paula e Bebeto” (Milton Nascimento e Caetano Veloso), uma versão mais sacolejante do clássico da bossa nova “Desafinado” (Tom Jobim e Newton Mendonça), “A História de Lilly Braun”, de Chico e Edu Lobo, e “Açaí” (Djavan), com o refrão cantado em coro pela plateia.

    O bloco seguinte do show trouxe canções que Gal gravou na segunda metade dos anos 1980, período em que assinou contrato com a RCA e deu uma guinada comercial na carreira, que fez subir as vendagens dos álbuns, mas foram recebidas com frieza pela crítica: o bolerão “Lua de Mel” (Lulu Santos) e “Sorte” (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos), grande hit de FM.

    Chega a hora dos “feats”, verdadeira praga de festivais modernos, e Gal chama dois cantores e compositores da geração 1990 (os dois nascidos, por coincidência, no mesmo ano, 1991): Rubel e Tim Bernardes.

    O primeiro faz duetos com Gal em duas músicas lindas de Caetano Veloso, “Como 2 e 2” e “Tigresa”, em interpretações corretas, mas sem o sex-appeal libidinoso que Gal imprimiu especialmente à segunda, gravada originalmente em 1977. Já Bernardes canta “Negro Amor”, versão de Caetano e Péricles Cavalcanti para “It’s All Over Now, Baby Blue”, de Bob Dylan, e “Vapor Barato” (Jards Macalé e Waly Salomão). Rubel volta para cantar, junto a Gal e Tim Bernardes, “Baby”, de Caetano Veloso.

    O encerramento do show traz dois imensos hits gravados por Gal nos anos 1980: “Um Dia de Domingo”, baladão soul de Michael Sullivan e Paulo Massadas, que Gal gravou com Tim Maia, e “Brasil”, de Cazuza, Nilo Romero e George Israel. “Daqui a 15 dias a gente escolhe nosso presidente, vamos votar com sabedoria”, diz Gal, referindo-se à eleição presidencial de 2022 (no vídeo do show, disponível no Youtube, Gal aparece fazendo com a mão o “L” de Lula).

    Quando se apresentou no festival Coala, Gal Costa estava em meio a uma extensa agenda de shows. Ela se apresentaria no festival Primavera Sound, em São Paulo, e tinha uma excursão marcada para a Europa. Mas um infarto não permitiu, e “As Várias Pontas de Uma Estrela” fica como o último registro de uma das cantoras mais importantes da música brasileira.

    As Várias Pontas de Uma Estrela
    Autoria: Gal Costa
    Gravadora: Biscoito Fino
    Onde ouvir: Nas plataformas digitais
    Avaliação: Bom

    Gal Costa ressurge em disco que revisita os grandes momentos de sua carreira

  • Ex-A Praça é Nossa amputa pé após infecção por diabetes: 'Medo'

    Ex-A Praça é Nossa amputa pé após infecção por diabetes: 'Medo'

    Segundo ele, o procedimento foi necessário para salvar sua vida, já que o quadro evoluía rapidamente e havia risco de a infecção se espalhar pelo corpo.

    O comediante David Castilho passou por uma cirurgia de amputação de um dos pés após o agravamento de uma infecção severa. Segundo ele, o procedimento foi necessário para salvar sua vida, já que o quadro evoluía rapidamente e havia risco de a infecção se espalhar pelo corpo.

    “Amputei o pé porque a infecção estava muito agressiva, correndo o risco de subir pela perna e chegar ao organismo, colocando minha vida em perigo. Foi um grande susto, mas, no fim das contas, fiquei bem. Saí do hospital grato por estar vivo e pronto para recomeçar”, afirmou o humorista em vídeo publicado nos stories do Instagram, demonstrando otimismo diante da nova fase.

    De acordo com informações divulgadas pela equipe de Castilho nas redes sociais, a infecção começou de forma aparentemente simples, com um ferimento causado por um sapato apertado. O machucado evoluiu para uma bolha e depois para uma ferida, que acabou se tornando uma infecção grave — situação agravada pelo fato de o artista ser diabético.

    “Mesmo com tratamento e antibióticos, a infecção avançou, e o David precisou amputar o pé direito”, informou a equipe do comediante, que já participou de programas como “A Praça é Nossa” e “The Noite”, ambos do SBT.

    O ferimento inicial teria ocorrido em 15 de setembro, durante um dia de trabalho. Por conta da evolução rápida do quadro, o humorista foi hospitalizado e submetido à amputação para impedir que a infecção se espalhasse.

    Para ajudar nas despesas médicas e no período de recuperação, foi criada uma vaquinha virtual em apoio ao artista. A equipe destacou que, por ser trabalhador autônomo, o comediante está temporariamente sem renda.

    “Se você já deu risada com ele, emocionou-se com suas palestras ou simplesmente quer espalhar o bem, participe dessa vaquinha”, diz a publicação.

    David Castilho segue em recuperação e tem recebido mensagens de apoio de fãs e colegas de profissão nas redes sociais.

    Ex-A Praça é Nossa amputa pé após infecção por diabetes: 'Medo'

  • Léo Pereira vence processo e Tainá Militão é condenada a pagar R$ 200 mil

    Léo Pereira vence processo e Tainá Militão é condenada a pagar R$ 200 mil

    Tainá, que atualmente é casada com o jogador Éder Militão, do Real Madrid, foi condenada a pagar cerca de R$ 200 mil em honorários advocatícios, além das custas processuais. A decisão afirma que o pagamento de R$ 2 milhões, referente às pensões, foi feito um dia após a definição judicial do valor, o que descaracteriza qualquer atraso.

    A Justiça do Rio de Janeiro decidiu a favor do zagueiro Léo Pereira, do Flamengo, em um processo movido pela ex-esposa, Tainá Castro Militão, que o acusava de atrasar o pagamento de pensões. A decisão é da 2ª Vara de Família da Barra da Tijuca, e, segundo o jornal Extra, o juiz Fábio Marques Brandão concluiu que não houve atraso no pagamento de valores devidos à ex-companheira.

    Tainá, que atualmente é casada com o jogador Éder Militão, do Real Madrid, foi condenada a pagar cerca de R$ 200 mil em honorários advocatícios, além das custas processuais. A decisão afirma que o pagamento de R$ 2 milhões, referente às pensões, foi feito um dia após a definição judicial do valor, o que descaracteriza qualquer atraso.

    “No caso, não é possível acreditar que a autora não teria conhecimento do pagamento neste intervalo de mais de dez meses entre a data do adimplemento total e a da intimação do réu”, afirmou o magistrado na sentença. Assim, o juiz determinou que Léo Pereira não deve mais nenhum valor à ex-esposa.

    Além da disputa sobre as pensões, o ex-casal também travou outra batalha judicial em torno de uma mansão na Zona Oeste do Rio, onde Tainá morava com os filhos do casal, Matteo, de 4 anos, e Helena, de 5. O imóvel, avaliado em cerca de R$ 4 milhões, ficou com a influenciadora, conforme determinação judicial.

    Léo havia proposto pagar o valor de forma parcelada, mas o pedido foi rejeitado pelo juiz, que determinou a quitação integral com juros. Após o pagamento, Tainá decidiu vender a casa.

    O caso também chamou atenção por envolver outros nomes conhecidos. Além de ser ex-mulher de Léo Pereira, Tainá é atualmente casada com Éder Militão, que foi anteriormente casado com Karoline Lima. Militão e Karoline são pais de Cecília, de 3 anos, enquanto Léo e Tainá têm dois filhos em comum.

    Com a decisão, Léo Pereira saiu vitorioso da disputa judicial e não tem mais pendências financeiras com a ex-esposa.

    Léo Pereira vence processo e Tainá Militão é condenada a pagar R$ 200 mil

  • Ana Castela e Zé Felipe fazem participação especial em show de Leonardo

    Ana Castela e Zé Felipe fazem participação especial em show de Leonardo

    Os cantores apareceram em show de Leonardo no Exporandi. Ele era a atração da noite de ontem do evento.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ana Castela, 21, e Zé Felipe, 27, fizeram uma participação especial no show de Leonardo, 62, em Sarandi (PR) na noite deste sábado (18).

    Os cantores apareceram em show de Leonardo no Exporandi. Ele era a atração da noite de ontem do evento.

    O trio cantou “Evidências”. Em um vídeo publicado nas redes sociais da prefeitura de Sarandi, Zé Felipe aparece abraçado com pai e Ana Castela cantando o hit.

    Fãs enalteceram participação especial. Nos comentários, vários seguidores se mostraram animados com a parceria. “Maravilhoso. Nunca mais vou ver isso”, comentou uma. “Que trio maravilhoso! Não imaginava que precisava ver esses três cantando até ver”, comentou outra.

    Há especulação de que Zé Felipe e Ana Castela estejam juntos. Há vários dias, os dois têm compartilhado fotos em clima de romance. Porém, o que para muitos fãs seria indicativo de namoro, há quem especule ser apenas marketing para divulgar a parceria musical deles, “Sua Boca Mente”. Durante uma gravação para o programa Domingo Legal (SBT), eles afirmaram que estão se conhecendo melhor, mas não indicaram se relação é um namoro.

    Nesta semana, Zé Felipe e Ana Castela apareceram com anéis parecidos. Os dois apareceram juntos em uma selfie no espelho após um treino. “Vai voltar a treinar sim”, escreveu a boiadeira na legenda da publicação. Na foto, os dois são vistos usando anéis semelhantes no dedo anelar.

    Ana Castela e Zé Felipe fazem participação especial em show de Leonardo

  • 'Dei um grito! Que final foi esse?', diz Carolina Dieckmmann

    'Dei um grito! Que final foi esse?', diz Carolina Dieckmmann

    Carolina contou que mesmo sabendo a gravação de Marco Aurélio (Alexandre Nero) como assassino de Odete Roitman, ficou surpresa com a escolha. Não sabia mesmo. Se o Nero sabia, ele me enganou. A gente apostava em todo mundo, menos no Marco Aurélio”.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Mal terminou a exibição do último capitulo “Vale Tudo”, Carolina Dieckmmann deixou o encontro da direção e do elenco em uma boate no Rio. “Dei um grito. Que final foi esse, gente?”, brincou a atriz.

    Carolina contou que mesmo sabendo a gravação de Marco Aurélio (Alexandre Nero) como assassino de Odete Roitman, ficou surpresa com a escolha. Não sabia mesmo. Se o Nero sabia, ele me enganou. A gente apostava em todo mundo, menos no Marco Aurélio”.

    Carolina disse que ficou ainda mais surpresa com não-morte de Odete. “Isso foi meio que um recado. As pessoas não queriam que ela morresse. Uma vilã horrível. Claro que temos levar em conta o carisma, a entrega da Debora Bloch, mas as pessoas torcerem por uma mãe perversa, uma mulher sem o menor pudor é estranho… Enfim. É novela”.

    Na saída do encontro, Carolina esbarrou com Luciano Huck e Angélica. “Assistimos em casa, mas viemos dar um abraço na Manuela Dias. Um novelão. Foi um trabalho incrível”, comentou o apresentador”.

    Quem também chegou no final da exibição do ultimo capítulo de “Vale Tudo” foi Wagner Moura. “Não acompanhei a novela. Só vim dar um beijo na Manuela Dias que é minha amiga. Odete não morreu, né? Que coisa. Acabei de saber.”

    'Dei um grito! Que final foi esse?', diz Carolina Dieckmmann

  • Festa de 'Vale Tudo' tem climão com autora e elenco minimizando críticas

    Festa de 'Vale Tudo' tem climão com autora e elenco minimizando críticas

    Antônio Pitanga, que interpretou Salvador, o pai de Raquel Acioly, foi o primeiro a chegar, um pouco antes das 20h. Apressado para entrar no espaço reservado ao elenco, no segundo andar da casa, ele só respondeu sobre as críticas à novela.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O elenco de “Vale Tudo” bem que tentou esconder a reunião da direção e dos atores para assistirem ao último capítulo da novela em um bar no Jardim Botânico, a poucos metros da sede da Globo.

    Antônio Pitanga, que interpretou Salvador, o pai de Raquel Acioly, foi o primeiro a chegar, um pouco antes das 20h. Apressado para entrar no espaço reservado ao elenco, no segundo andar da casa, ele só respondeu sobre as críticas à novela.

    “Cada um tem direito de ter a sua opinião. O Brasil é muito grande”, minimizou.

    Manuela Dias chegou logo em seguida. Pegou uma reta e não parou para os jornalistas nem para os fotógrafos.

    Malu Galli chegou e, brincando, apontou o assassino de Odete Roitman. “Foi o Jorge Ben Jor. Encontrei ele no elevador. Brincadeira. Juro que não sei. É o segredo mais bem guardado dos últimos tempos”, contou a intérprete de Celina, que avisou: “Vou mudar de visual. Quero trazer uma nova energia.”

    Alexandre Nero disse ter ficado satisfeito com a cena icônica da banana de Marco Aurélio e rechaçou a teoria de que os vilões se darem bem em uma produção seria um recado social. “De jeito nenhum. É uma brincadeira, mas isso não existe.”

    Nero também falou sobre a critica à novela. “Normal. Acontece sempre. Sinceramente, acho que criticas refletiram o sucesso da novela”, disse o ator. Carolina Dieckmmann fez coro. “Foram muitas, né? Mas só critica quem assiste. Acho que a novela foi muito bem. Eu dou nota 10”

    Festa de 'Vale Tudo' tem climão com autora e elenco minimizando críticas

  • Odete Roitman sobrevive a tiro de Marco Aurélio e deixa o Brasil na nova 'Vale Tudo'

    Odete Roitman sobrevive a tiro de Marco Aurélio e deixa o Brasil na nova 'Vale Tudo'

    Os principais suspeitos da nova versão eram Celina, irmã de Odete, interpretada por Malu Galli; Heleninha Roitman, filha da bilionária morta personagem de Paolla Oliveira; Maria de Fátima, vivida por Bella Campos; Marco Aurélio, papel de Alexandre Nero; e César, marido de Odete, vivido por Cauã Reymond. Todos estiveram no quarto de Odete, no Copacabana Palace, pouco antes do assassinato acontecer.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Odete Roitman sobreviveu após sofrer um tiro de Marco Aurélio no remake de “Vale Tudo”. O mistério foi solucionado na noite desta sexta-feira (17), quando o último capítulo da versão escrita por Manuela Dias foi ao ar pela Globo e mostrou que a personagem deixou o Brasil e voltou para Europa. Sua suposta morte aconteceu em 6 de outubro, e nos dias antes da revelação surgiram várias teorias sobre o possível assassino.

    Os principais suspeitos da nova versão eram Celina, irmã de Odete, interpretada por Malu Galli; Heleninha Roitman, filha da bilionária morta personagem de Paolla Oliveira; Maria de Fátima, vivida por Bella Campos; Marco Aurélio, papel de Alexandre Nero; e César, marido de Odete, vivido por Cauã Reymond. Todos estiveram no quarto de Odete, no Copacabana Palace, pouco antes do assassinato acontecer.

    Quem eram os suspeitos
    Responsável por criar os sobrinhos, Celina dependia de Odete para manter seus altos custos de vida, mas a relação entre as duas foi abalada com a descoberta de que Leonardo, filho de Odete que apenas ela sabia estar vivo, não morrera. Outro motivo que poderia ter levado ela ao assassinato era o fato de que, no dia da morte, ela pensava que Heleninha tinha se matado depois de sofrer com as mentiras da mãe.

    Heleninha, por sua vez, passou a vida toda sofrendo pela suposta morte de Leonardo em um acidente de carro pelo qual acreditava ter sido sua culpa. Na realidade, a responsável pelo ocorrido tinha sido a própria Odete, segredo que veio à tona pouco antes de a bilionária ser assassinada.

    Já Maria de Fátima, acolhida por Odete durante o seu relacionamento com Afonso, outro filho da bilionária, foi expulsa da família após seu caso com César vir à tona. Após descobrir que Leonardo estava vivo, ela tentou chantagear Odete, mas foi colocada na mira de um assassino de aluguel.

    Marco Aurélio, por sua vez, viveu atritos com Odete durante toda a novela, e a bilionária tentou matá-lo duas vezes. Finalmente, o gigolô César estava previsto, no testamento da personagem, como herdeiro de 50% da empresa dela, a TCA. Além disso, ele temia se tornar uma das futuras vítimas de Odete diante.

    Na “Vale Tudo” original, de Gilberto Braga, a assassina de Odete Roitman foi Leila, mulher de Marco Aurélio, que disparou contra a bilionária por acidente. Assim como na nova versão, a revelação só aconteceu ao final da novela.

    Odete Roitman sobrevive a tiro de Marco Aurélio e deixa o Brasil na nova 'Vale Tudo'

  • Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

    Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

    Segundo o portal Notícias da TV, o presidente da Globo, Paulo Marinho, entrou em contato por telefone com Cláudio Giordani, CEO da Band, na terça-feira (14), para um pedido formal de desculpas. A decisão foi tomada após forte repercussão negativa dentro da própria cúpula global, que ficou incomodada com o tom das piadas feitas no evento.

    A TV Globo pediu desculpas à Band após os comentários considerados depreciativos feitos durante o Upfront 2026, evento realizado na última segunda-feira (13), quando foram apresentadas as novidades da programação da emissora para o próximo ano.

    Segundo o portal Notícias da TV, o presidente da Globo, Paulo Marinho, entrou em contato por telefone com Cláudio Giordani, CEO da Band, na terça-feira (14), para um pedido formal de desculpas. A decisão foi tomada após forte repercussão negativa dentro da própria cúpula global, que ficou incomodada com o tom das piadas feitas no evento.

    Fontes próximas à direção da Globo afirmaram que a família Marinho mantém uma relação histórica de cordialidade com os Saad, proprietários da Band, e que o episódio foi considerado um deslize que não representa a postura da empresa.

    Em nota divulgada logo após as críticas, a Globo declarou que “comparar não significa desmerecer o trabalho de outros players e profissionais”, tentando minimizar o impacto das declarações.

    Entenda o caso
    Durante o Upfront, a Band e a HBO Max foram alvo de provocações por parte de representantes da Globo. O jornalista William Bonner, âncora do Jornal Nacional, ironizou o fato de a Fórmula 1 voltar à emissora em 2025, após anos sendo exibida pela Band.
    “No ano que vem, a Fórmula 1 está na Globo. E vocês sabem o que é Fórmula 1 ainda, né? Porque saiu da Globo… Fórmula 1 é um esporte interessante”, disse Bonner, em tom sarcástico.

    A chef Renata Vanzetto, ao lado de Ana Maria Braga, também fez comentários provocativos ao anunciar a nova temporada do reality culinário “Chef de Alto Nível”. “Para vocês terem uma noção, um episódio nosso deu mais audiência do que todas as temporadas do MasterChef juntas”, afirmou, em referência ao programa de sucesso da Band.

    As falas geraram reação negativa do público e de profissionais do setor, o que levou a Globo a agir rapidamente para tentar contornar a crise e preservar a boa relação entre as emissoras.

    Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

  • Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

    Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

    Celebridades que se assumiram publicamente após os 40 anos

    Assumir-se como membro da comunidade LGBTQ+ pode ser uma jornada difícil para alguns, e se assumir publicamente quando se é uma celebridade pode ser ainda mais difícil. Para alguns desses astros e estrelas que se assumiram depois dos 40 anos de idade (ou muito perto disso), foi o medo de perder o emprego, os fãs ou a família que os impediu. Para outros, no entanto, foi simplesmente o medo de não encontrarem sua pessoa ou seu lugar na comunidade LGBTQ+ até um pouco mais tarde na vida.

    Seja qual for o motivo, esses rostos famosos mostraram que não há limite de idade para se assumir e agora estão abraçando suas novas identidades públicas com orgulho. Clique para descobrir quem são.

    Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

  • Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"

    Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"

    Virginia Giuffre lançou um livro de memórias póstumas – ela morreu em abril – onde relata a época da sua vida em que trabalhou para Jeffrey Epstein e o dia em que conheceu o príncipe André, com que diz ter tido relações sexuais em três ocasiões diferentes.

    Virginia Giuffre, alegada vítima do príncipe Andrew, lançou um livro de memórias póstumo intitulado Nobody’s Girl (A Menina de Ninguém, em tradução livre), no qual acusa o filho da rainha Elizabeth II de ser “arrogante” e relata ter tido relações sexuais com ele em três ocasiões diferentes.

    Na quinta-feira, o jornal The Guardian publicou um trecho do livro, em que Giuffre recorda o encontro com o príncipe Andrew no dia 10 de março de 2001, na casa de Ghislaine Maxwell — parceira de Jeffrey Epstein, em Londres. Na época, ela tinha 17 anos.

    Segundo o relato, o dia começou quando foi acordada por Maxwell: “Seria um dia muito especial, disse ela. Assim como a Cinderela, eu conheceria meu príncipe encantado”.

    Mais tarde, quando o príncipe chegou, teria sido desafiado a adivinhar a idade de Virginia.

    “O duque de York, que tinha 41 anos, acertou: 17. ‘Minhas filhas são só um pouquinho mais novas que você’, disse ele, justificando sua precisão. Como de costume, Maxwell fez uma piada: ‘Acho que vamos ter que trocá-la em breve’”, escreveu Giuffre.

    Virginia contou ainda que, assim como Epstein, chamava o príncipe Andrew de “Andy” e que, naquela primeira noite, tirou uma foto com ele.

    “Minha mãe nunca me perdoaria se eu conhecesse alguém tão famoso quanto o príncipe Andrew e não tirasse uma foto”, disse. Ela acrescenta que pegou uma câmera descartável Kodak FunSaver no quarto, e foi Epstein quem fez o registro.

    “Lembro-me do príncipe colocando o braço em volta da minha cintura, enquanto Maxwell sorria ao nosso lado. Epstein tirou a foto”, relata.

    Depois, seguiram para um jantar e, em seguida, para a boate Tramp. Virginia descreve Andrew como um “dançarino desajeitado” e que “suava muito”.

    “No caminho de volta, Maxwell me disse: ‘Quando chegarmos em casa, você fará por ele o que fez por Jeffrey’.”

    E continua: “Ele foi muito amigável, mas ainda assim arrogante — como se acreditasse que fazer sexo comigo fosse um direito de nascença.”

    A terceira vez em que se envolveu sexualmente com Andrew teria sido em uma “orgia”, onde Jeffrey Epstein também estava presente, assim como oito garotas menores de 18 anos.

    “Não se deixem enganar por aqueles do círculo de Epstein que dizem não saber o que ele estava fazendo. Epstein não apenas não escondia o que acontecia, como também parecia sentir prazer em fazer as pessoas assistirem”, escreve.

    Virginia também revelou que começou a tomar calmantes para lidar com o trabalho, chegando a ingerir “oito comprimidos de Xanax por dia”.

    Após deixar de trabalhar para Jeffrey Epstein, mudou-se para a Austrália, onde viveu com o marido e os três filhos. No entanto, em abril de 2025, aos 41 anos, cometeu suicídio.

    Vale lembrar que o príncipe Andrew sempre negou conhecer Virginia — embora exista a famosa foto dos dois juntos, que ele afirma ser falsa.

    Príncipe Andrew renuncia a todos os seus títulos reais

    Nesta sexta-feira, o Daily Mail noticiou que o rei Charles III estaria considerando retirar o irmão da Ordem da Jarreteira.

    Cerca de uma hora depois, foi divulgado que o príncipe Andrew havia renunciado a todos os títulos reais que lhe foram atribuídos, incluindo o de duque de York.

    “Após conversa com o rei e com minha família, tanto imediata quanto ampliada, concluímos que as acusações constantes contra mim desviam a atenção do trabalho de Sua Majestade e da família real. Decidi, como sempre, priorizar meu dever para com minha família e meu país. Mantenho a decisão tomada há cinco anos de me afastar da vida pública”, disse em comunicado citado pela BBC.

    Ele acrescentou: “Com a concordância de Sua Majestade, sentimos que devo agora dar um novo passo. Portanto, não usarei mais meu título nem as honras que me foram conferidas. Como já disse anteriormente, nego veementemente as acusações contra mim.”

    Andrew já havia deixado de fazer parte do núcleo ativo da realeza britânica e anteriormente perdera o título de Sua Alteza Real.

    É importante lembrar que o príncipe Andrew enfrentou intenso escrutínio após se tornarem públicas suas ligações com Jeffrey Epstein.

    Em entrevista ao programa BBC Newsnight, o irmão do rei Charles III afirmou que rompeu os laços com Epstein depois de terem sido fotografados juntos em Nova York, em dezembro de 2010. No entanto, e-mails enviados meses depois indicaram que o contato teria continuado.

    Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"