Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

    Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

    A declaração do ex-produtor de Hollywood foi feita diretamente ao juiz Curtis Farber, durante audiência no tribunal de Manhattan

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein pediu nesta quinta-feira (8) que a Justiça de Nova York reconsidere sua condenação por crimes sexuais, ao mesmo tempo em que afirmou nunca ter agredido sexualmente nenhuma mulher. A declaração foi feita diretamente ao juiz Curtis Farber, durante audiência no tribunal de Manhattan.

    “Eu sei que fui infiel. Eu sei que agi de forma errada. Mas eu nunca agredi ninguém”, disse Weinstein no tribunal. Segundo ele, a permanência no complexo prisional de Rikers Island representa uma “marcha para a morte”.

    As declarações ocorreram após Farber negar um pedido da defesa para anular a condenação por ato sexual criminoso em primeiro grau envolvendo Miriam Haley, ex-assistente do programa Project Runway. O advogado de Weinstein, Arthur Aidala, havia apresentado à Justiça declarações pós-julgamento de um jurado que alegou ter sido coagido por outros integrantes do júri a votar pela condenação.

    Weinstein, de 73 anos, foi levado ao tribunal em uma cadeira de rodas, como vem ocorrendo há cerca de um ano. No depoimento, reclamou do “isolamento” no sistema prisional e afirmou que seu “estado mental está em colapso”. O ex-magnata do cinema está detido em Rikers Island desde abril de 2024, depois que sua condenação anterior em Nova York, de 2020, foi anulada por uma instância superior.

    Em junho, um júri formado por 12 pessoas considerou Weinstein culpado de uma acusação de ato sexual criminoso contra Haley. Ele foi absolvido em outra acusação, apresentada pela ex-modelo Kaja Sokola. Já a terceira denúncia, de estupro contra a aspirante a atriz Jessica Mann, terminou em anulação do julgamento, após o presidente do júri se recusar a continuar as deliberações alegando ter sofrido ameaças de outros jurados.

    Além do processo em Nova York, Weinstein ainda enfrenta uma condenação na Califórnia, onde recebeu pena de 16 anos de prisão por crimes sexuais. Ele ainda não começou a cumprir essa sentença.

    Harvey Weinstein diz que prisão é como estar numa marcha para a morte

  • Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

    Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

    Internautas comparam refrão a ‘Somebody’s Watching Me’; produtor e pesquisador diz que caso seria de interpolação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lançada no fim do ano passado, a música “Jetski”, do DJ e produtor Pedro Sampaio, em parceria com a cantora Melody e o MC Meno K, virou alvo de debate nas redes sociais após ouvintes apontarem semelhanças com “Somebody’s Watching Me”, sucesso dos anos 1980 do cantor Rockwell.

    A semelhança notada pelos ouvintes aparece em um ponto específico da estrutura musical do DJ. Para o produtor e pesquisador Felipe Vassão, a semelhança não está no beat, na harmonia ou no timbre, mas na melodia do refrão. “Tanto a sequência de notas quanto a divisão rítmica são muito parecidas”, afirma.

    A coincidência, no entanto, não é suficiente para caracterizar automaticamente um plágio. Vassão lembra que a criação musical opera dentro de um sistema limitado. “Ninguém cria nada do zero.”

    A música trabalha com apenas 12 notas, e algumas combinações soam mais agradáveis, por isso acabam se repetindo em inúmeras músicas, explica o produtor. Em gêneros populares, essa repetição é ainda mais comum. “Estilos musicais desenvolvem clichês. Muitos pagodes têm harmonias semelhantes, muito blues é baseado no mesmo vocabulário musical. As semelhanças são inevitáveis.”

    Para o especialista, o critério central para definir plágio não é apenas a semelhança sonora, mas a intenção. “O mais importante é a intenção de copiar. Quando alguém usa deliberadamente uma ideia alheia e não combina o jogo, aí entramos no terreno pantanoso do plágio”, afirma.

    No caso de “Jetski”, Vassão avalia que o enquadramento técnico mais adequado seria o de interpolação, que ocorre quando um elemento da composição -como a melodia- é reutilizado como base para uma nova ideia.

    “Aqui estamos falando apenas da composição, da sequência de notas.”
    Segundo ele, a prática não é incomum no pop brasileiro, inclusive na obra da própria Melody. “‘Assalto Perigoso’ é baseada em ‘Positions’, da Ariana Grande, e todos os autores da música original estão nos créditos. Houve negociação, portanto, não é plágio”, diz.

    Quanto aos possíveis desdobramentos do caso, Vassão avalia que a via judicial é pouco provável. “O mais comum é a editora da música original procurar a gravadora e a editora de ‘Jetski’ para negociar uma coautoria para o Rockwell”, afirma.

    Até agora, o artista e os detentores dos direitors de “Somebody’s Watching Me” não se pronunciaram sobre o debate que surgiu na internet. Procurada pela reportagem, a equipe de Pedro Sampaio não respondeu. A gravadora Sony Music diz que não tem nada a declarar.

    “Somebody’s Watching Me”

    “Jetski”

    Entenda o debate de suposto plágio em 'Jetski', música de Pedro Sampaio e Melody

  • Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

    Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

    Na seção de agenda de shows da cantora colombiana, havia a indicação de que ela cantaria na praia de Copacabana, no próximo dia 9 de maio

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ao longo da última quarta-feira (7), se espalharam pelas redes sociais os rumores de que a cantora Shakira será a atração do próximo show gratuito na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Nos últimos dois anos, o espaço recebeu apresentações de Madonna e Lady Gaga.

    A especulação começou com uma informação, que depois foi apagada, no perfil de Shakira no serviço de streaming Deezer. Dentro da seção de agenda de shows da cantora colombiana, havia a indicação de que ela cantaria na praia de Copacabana, no próximo dia 9 de maio.

    A informação foi puxada automaticamente de outra plataforma, a Songkick, que reúne datas de shows de artistas ao redor do mundo. Pouco tempo depois, as publicações sobre o show de Shakira no evento Todo Mundo no Rio foram excluídas das duas plataformas.

    Em contato com a reportagem, a assessoria de imprensa do evento afirmou que não comenta sobre especulações ou sobre possíveis negociações em andamento. Já a equipe de Shakira disse à Folha que estava em recesso e não sabia nada sobre um show dela em Copacabana.

    Quem colocou mais lenha na fogueira foi o prefeito do Rio, Eduardo Paes, do Partido Social Democrático. No dia anterior, ele havia publicado uma série de nomes entre os cotados para se apresentar na praia de maneira gratuita -entre eles os de U2, Beyoncé, Rihanna, Britney Spears e Paul McCartney, além de Shakira.

    Depois da especulação relacionada à colombiana vir à tona, o político voltou à rede social para inflamar os fãs. “Será? Eu não sei de nada!”, ele escreveu na postagem, que contou com um trecho do vídeo de “Hips Don’t Lie”, um dos sucessos de Shakira.

    Apesar do burburinho, o show Todo Mundo no Rio ainda não divulgou oficialmente quem vai se apresentar em sua edição deste ano.

    Entenda rumores que apontam show de Shakira na praia de Copacabana

  • Relembre os ex-BBBs que participaram de mais de uma edição do programa

    Relembre os ex-BBBs que participaram de mais de uma edição do programa

    Repescagem aconteceu pela primeira vez em 2010, com Joseane e Marcelo Dourado; sete veteranos retornaram para o BBB 13, o maior número até agora em uma única edição

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Big Brother Brasil 26 irá trazer de volta ex-participantes de outras edições do reality em um novo grupo, os Veteranos. A ação, porém, não é novidade, visto que a Globo usou esse recurso em duas ocasiões diferentes, resultando na volta de nove ex-BBBs para a casa mais vigiada do Brasil.

    A primeira vez que o programa trouxe a proposta da repescagem foi para marcar os dez anos de BBB. Na época, a casa foi dividida em cinco tribos: “Sarados”, “Cabeças”, “Belos”, “Ligados” e “Coloridos”. Cada um desses grupos foi apadrinhado por um ex-BBB.

    Joseane Oliveira, do BBB 3, ficou com os “Belos”, Marcelo Dourado, do BBB 4, apadrinhou os “Sarados”, Rafael Valente, do BBB 6, representou os “Cabeças”, Fani Pacheco, do BBB 7, ficou com os “Coloridos” e Natália Casassola, do BBB 8, amadrinhou os “Ligados”.

    Logo na primeira noite, as tribos se enfrentaram em uma prova de resistência. O grupo vencedor daria o direito da repescagem para seu padrinho ou madrinha. Os “Belos” garantiram o lugar de Joseane Oliveira que, por sua vez, pôde escolher outro veterano para integrar o elenco com ela. A morena optou por Marcelo Dourado, que acabou ganhando o programa.

    Três anos depois, o BBB 13 foi além e, das 17 pessoas que passaram pela casa, sete eram ex-participantes. Entre os escolhidos estavam os vencedores Kleber Bambam, do BBB 1, e Dhomini, do BBB 3. Além deles, Fani Pacheco e Natália Casassola que tiveram a chance de retorno em 2010, finalmente puderam voltar à casa. Outros escolhidos para compor o grupo de ex-BBBs foram Anamara Barreira e Eliéser Ambrósio, ambos do BBB 10.

    Na primeira semana de programa, Bambam protagonizou uma briga com Aline Blindada e decidiu deixar a competição. Com a desistência, a produção do reality escalou outro veterano para entrar em seu lugar. O escolhido foi o goiano Yuri Fernandes, que havia participado no ano anterior.

    Diferente de 2010, quando um veterano levou o prêmio máximo, em 2013 todos os ex-participantes foram eliminados antes do fim do programa. Anamara era querida pelos espectadores, chegando a ser beneficiada com o quarto secreto. A baiana, porém, passou a se levar a sério demais e perdeu o favoritismo. A melhor campanha foi a de Natália, que foi tirada da casa a dois dias da final.

    Relembre os ex-BBBs que participaram de mais de uma edição do programa

  • Astrid Fontenelle relata ter sofrido assédio durante gravação

    Astrid Fontenelle relata ter sofrido assédio durante gravação

    Apresentadora contou que ficou chocada e sem reação após homem ‘passar a mão’ nela; artista relembra episódios de machismo na TV e alerta sobre proteção entre mulheres

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Astrid Fontenelle relatou ter sofrido assédio em um aeroporto durante as gravações do programa Partidas e Chegadas, exibido pelo GNT. Segundo a apresentadora, o episódio a deixou sem reação.

    Após o ocorrido, Astrid contou que ficou chocada e não teve reação no momento. “A gente passa por muita coisa. Outro dia um cara passou a mão em mim no aeroporto. Fiquei sem ação! Eu, que sou uma mulher de 64 anos, que tem essa pauta presente na vida, que tem 12 anos de Saia Justa falando sobre isso”, afirmou.

    A apresentadora, que fala há décadas sobre esses assuntos, disse que o episódio escancarou como situações de assédio ainda atravessam o cotidiano feminino. “Não reagi e fiquei brava comigo depois. Muita coisa ainda passa. Melhorou muito, mas a gente tem que seguir atenta e protetora uma das outras”, disse.

    Na conversa, Astrid também relembrou episódios de machismo vividos ao longo da carreira, muitos deles naturalizados à época. Segundo ela, só mais tarde passou a compreender a gravidade de certas situações. “Sou de um tempo em que a gente nem sabia o que era machismo. A gente era atropelada”, afirmou.

    Um desses episódios, segundo a apresentadora, foi determinante para essa virada de percepção. Durante a gravação do programa Imprensa na TV, em uma redação formada majoritariamente por homens, Astrid foi chamada de “burra” por um diretor, ao vivo, pelo ponto eletrônico.

    Na ocasião, ela decidiu não interromper o trabalho. Tirou o fone do ouvido, concluiu a entrevista e, ao final, devolveu o equipamento ao chefe. “Ali eu percebi o ambiente tóxico em que a gente trabalhava. Até então, eu não tinha percebido”, contou.

    Astrid Fontenelle relata ter sofrido assédio durante gravação

  • Carro de Alcione é roubado no Rio de Janeiro

    Carro de Alcione é roubado no Rio de Janeiro

    Equipe da artista diz que apenas motorista foi rendido, mas ele passa bem após susto; caso é investigado e carro ainda não foi encontrado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O carro da cantora Alcione, 78, foi roubado no Rio de Janeiro nesta quarta-feira (07). Cantora não estava no veículo. Segundo a assessoria de imprensa, Alcione está em Angra dos Reis viajando com a família e parte da sua equipe.

    Motorista não sofreu ferimentos. “Levaram apenas o carro, e ele obviamente levou um grande susto”, disse a assessoria de Alcione.

    O carro é um BYD Song. Segundo a Record Rio, o veículo foi roubado perto do Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio.

    A Polícia Civil do Rio de Janeiro foi procurada para mais informações sobre o caso. Este texto será atualizado quando houver resposta.

    Carro de Alcione é roubado no Rio de Janeiro

  • Vanessa Lopes relata assédio em Fernando de Noronha

    Vanessa Lopes relata assédio em Fernando de Noronha

    Em uma série de vídeos publicados no Instagram, ela relatou que teve o momento interrompido por comentários de um homem em um barco próximo -e pelo riso de pessoas que presenciaram a cena

    (CBS NEWS) – Um passeio que deveria ser de descanso terminou em indignação para Vanessa Lopes. A influenciadora usou as redes sociais na terça-feira (6) para denunciar um episódio de assédio vivido durante um passeio de bicicleta aquática em Fernando de Noronha (PE).

    Em uma série de vídeos publicados no Instagram, ela relatou que teve o momento interrompido por comentários de um homem em um barco próximo -e pelo riso de pessoas que presenciaram a cena.

    Visivelmente abalada, Vanessa contou que estava no meio do mar quando percebeu o comportamento do homem. “Acabei de ser assediada em um passeio de bicicleta aquática no meio do mar”, afirmou. Segundo ela, o comentário veio acompanhado de olhares insistentes para o corpo dela. “Eu estava sozinha olhando os golfinhos, e um cara começou a olhar para a minha bunda e rir”, relatou.

    A influenciadora explicou que não estava isolada nem em uma situação vulnerável. Seu namorado, Lucas Mamede, estava a poucos metros à frente, acompanhado da melhor amiga dela. Além disso, havia dois guias conduzindo o passeio e várias famílias ao redor. Para Vanessa, isso reforça a gravidade do episódio. “Não existe hora e não existe local para esse tipo de coisa acontecer”, disse.

    De acordo com o relato, ao cumprimentar o homem por educação, ela ouviu a frase: “Tem lugar aí na garupa para eu sentar?”. O comentário, segundo Vanessa, foi feito enquanto ele a encarava e ria. O que mais a incomodou, porém, foi a reação de quem estava ao redor. “Ele estava acompanhado de duas mulheres e um outro homem, e ninguém repreendeu. As pessoas riram junto”, afirmou.

    A ex-BBB disse que ficou constrangida e decidiu chamar o namorado para se aproximar. “Fiquei com muita vergonha dele rindo da minha cara, olhando para a minha bunda e falando que ia subir na minha ‘garupa’”, contou. Mesmo após ser confrontado, o homem teria debochado da situação. “‘Dia ocupado, maior correria’… Mas tem tempo de assediar uma mulher no meio do mar”, disparou Vanessa.

    No desabafo, a influenciadora também criticou um argumento recorrente usado para relativizar o assédio. “A minha vida inteira eu ouvi gente dizendo: ‘É por causa do lugar que você está’. Não é o ambiente. O homem não precisa de desculpa para acabar com o dia de uma mulher ou com o passeio dela”, afirmou.

    Vanessa ressaltou que o episódio reforça como o assédio pode acontecer em qualquer contexto. “O nosso passeio era muito tranquilo. A gente achou que ia encontrar golfinhos, mas encontrou um assediador. Preferia ter ficado só com o golfinho”, ironizou.

    Ela também criticou a expectativa de que mulheres ajam com paciência ou gentileza diante do assédio. “Não vou ser gentil, não vou ser legal”, completou.

    Vanessa Lopes relata assédio em Fernando de Noronha

  • Causa da morte de James Ransone, ator de The Wire, é revelada

    Causa da morte de James Ransone, ator de The Wire, é revelada

    Certidão de óbito aponta suicídio; artista morreu aos 46 anos em Los Angeles, e a viúva prestou homenagem nas redes sociais dias após a confirmação oficial

    Menos de um mês após a morte de James Ransone, foi divulgada a causa do falecimento do ator conhecido pelo papel na série The Wire. Ransone morreu em 19 de dezembro, em Los Angeles, aos 46 anos.

    De acordo com a certidão de óbito datada de 29 de dezembro e obtida pela revista People, a morte foi classificada como suicídio. O Instituto Médico Legal do Condado de Los Angeles já havia indicado, inicialmente, que se tratava de um aparente suicídio.

    Dias depois, a viúva do ator, Jamie McPhee, se manifestou publicamente pela primeira vez. Em uma publicação emocionante no Instagram, ela homenageou o marido e falou sobre a relação do casal. “Eu te disse que já te amei mil vezes antes e sei que vou te amar de novo. Obrigada pelos melhores presentes da minha vida: você, Jack e Violet”, escreveu, em referência aos dois filhos.

    James Ransone foi encontrado morto em sua casa, em Los Angeles. Na época, as autoridades informaram que não havia indícios de crime nem participação de terceiros.

    O ator iniciou a carreira no início dos anos 2000 e participou de séries como Ed e Third Watch. Seu papel mais marcante foi o de Ziggy Sobotka, em The Wire, produção da HBO exibida a partir de 2003.

     

     

    Causa da morte de James Ransone, ator de The Wire, é revelada

  • 'Quero seguir como atriz', diz Paula Fernandes sobre participação em novela

    'Quero seguir como atriz', diz Paula Fernandes sobre participação em novela

    Paula Fernandes, inicialmente convidada para uma participação pontual, decidiu seguir carreira como atriz após interpretar Maria Cecília. Surpresa e honrada com o papel, ela afirma estar se dedicando intensamente apesar das inseguranças e desafios, destacando seu esforço, responsabilidade e prazer em atuar

    (CBS NEWS) – Era para ser um trabalho pontual com participações em flashbacks, mas interpretar Maria Cecilia, a avó da protagonista Agrado (Isadora Cruz) mudou o pensamento de Paula Fernandes. 

    A cantora pretende seguir como atriz.

    “O bichinho da interpretação me mordeu. Fiz coisas menores na atuação e essa é a primeira vez que faço um personagem mais completo. Nao sei como vou conciliar, mas eu quero viver isso. Quero seguir como atriz”.

    Paula conta ter ficado surpresa com o convite do diretor Carlos Araújo. “Ele me falou que a Maria Cecília tinha sido idealizada para a Paula Fernandes interpretar. Uau! Fiquei honrada e a personagem tem uma força, uma potência que não poderia recusar. Estou fazendo de tudo para conciliar a minha agenda com as gravações e eles também. Claro que fiquei insegura, mas estou entregando tudo”.

    Questionada sobre a maior dificuldade, Paula é direta. “Ah, gente, eu tenho responsabilidade pra caramba, né? Eu não sou uma atriz formada, e longe de mim, eu nunca almejei isso, longe de mim dizer que eu sou a foda. Eu sou muito esforçada e, tudo que eu faço, eu faço com muito amor e dedicação. As dificuldades vão sendo superadas, sabe? O prazer tem me impusionado”, conclui.

    'Quero seguir como atriz', diz Paula Fernandes sobre participação em novela

  • Causa da morte de Pat Finn, de Friends e Seinfeld, é divulgada

    Causa da morte de Pat Finn, de Friends e Seinfeld, é divulgada

    Certidão de óbito revela que o ator, conhecido também por participações em Friends e Seinfeld, morreu aos 60 anos em decorrência de um câncer de bexiga. Ele enfrentava a doença havia anos e faleceu em casa, em Los Angeles

    Mais de duas semanas após sua morte, foi oficialmente divulgada a causa do falecimento do ator Pat Finn, conhecido pelo trabalho em The Middle e por participações em séries populares como Friends e Seinfeld. Ele morreu em 22 de dezembro do ano passado, aos 60 anos, em Los Angeles.

    Segundo a certidão de óbito obtida pela revista People, Pat Finn morreu em decorrência de um câncer de bexiga. O documento aponta que o ator convivia com a doença havia anos, não houve realização de autópsia e a morte ocorreu em sua residência.

    O câncer de bexiga tem origem, na maioria dos casos, nas células que revestem internamente o órgão, conhecidas como urotélio. Aproximadamente 75% dos diagnósticos iniciais identificam tumores restritos às camadas mais superficiais da bexiga, o que costuma permitir maior sobrevida em comparação com quadros mais avançados.

    A morte do ator foi confirmada ainda em dezembro por meio de um comunicado enviado por um representante à revista People. Na ocasião, foi destacado que Pat Finn era conhecido pela gentileza e pelo bom humor, e que estava cercado por familiares e amigos próximos no momento da despedida.

    A família também divulgou uma nota emocionante, lembrando que o ator enfrentou a doença nos últimos anos com coragem e bom humor. Casado havia 35 anos com Donna, Pat deixou três filhos, Cassidy, Caitlin e Ryan. Na mensagem, os familiares afirmaram que o legado dele seguirá vivo por meio da família e das muitas pessoas impactadas ao longo de sua trajetória.

    Dias depois, a filha Cassidy prestou uma homenagem nas redes sociais. Em uma publicação no Instagram, ela descreveu o pai como uma inspiração e destacou a generosidade que marcou a vida dele. Segundo Cassidy, Pat ensinou valores como empatia, positividade, escuta e gentileza, qualidades que, segundo ela, eram reconhecidas por todos ao redor.

    “Não conheci ninguém que tivesse algo negativo a dizer sobre o meu pai. Sou imensamente grata por poder chamá-lo de pai”, escreveu, encerrando a mensagem com uma declaração de amor e saudade.
     

     
     
     

     
     
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    A carreira de Pat Finn

    Pat Finn era mais conhecido por interpretar Bill Norwood na sitcom da ABC “The Middle”, entre 2011 e 2018. Também participou de outros projetos de sucesso dos anos 90, como “Seinfeld”, onde interpretou Joe Mayo, e “Friends”, quando deu vida a Dr. Roger, o namorado de Monica (papel de Courteney Cox).

    Entre os vários trabalhos que desempenhou ao longo dos anos, a People destaca ainda o seu papel principal em “The George Wendt Show”, como Dan Coleman, em 1995, assim como a participação em “Murphy Brown”, como Phil Jr., entre 1995 e 1997.

    Causa da morte de Pat Finn, de Friends e Seinfeld, é divulgada