Categoria: ESPORTES

  • Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

    Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

    (UOL/FOLHAPRESS) – Em noite de reencontros e muitas vaias aos que trocaram de lado, o Flamengo venceu o Cruzeiro por 2 a 0 -com bonitos gols de Pedro e Carrascal- e se aproximou do bloco de cima da tabela do Campeonato Brasileiro. O jogo no Maracanã também marcou o duelo entre os campeões carioca e mineiro.

    O Maracanã viveu uma noite de reencontros, mas estes momentos estiveram longe de serem amorosos. A torcida do Flamengo presenciou, pela primeira vez, o meia Gerson e o técnico Tite enfrentando o ex-time após a saída do clube. 

    Além da dupla, estavam em campo também o zagueiro Fabrício Bruno, outro ex-flamenguista. Gerson, de longe, foi o mas perseguido, com vaias a cada toque na bola, além de alguns xingamentos.

    Já a torcida do Cruzeiro, presente em bom número no setor de visitantes, vivenciou a mesma experiência, só que com o técnico Leonardo Jardim, que enfrentava a equipe mineira pela primeira vez após a saída do clube celeste. Os cruzeirenses levaram notas falsas com o rosto do treinador e também xingaram bastante o português, que havia prometido treinar somente o time de Belo Horizonte no Brasil.

    Outro que passou por maus bocados foi Marcão, pai e empresário de Gerson. Ele estava no setor “Maracanã Mais” e foi identificado no intervalo, sendo bastante hostilizado a ponto de ser retirado do local pela Polícia Militar por questões de segurança.

    No segundo tempo ainda entrou outro “ex”, o goleiro Matheus Cunha, ex-Flamengo, que substituiu Cássio, lesionado. O arqueiro, porém, foi poupado pelos flamenguistas.

    VAR CANCELA CARTÃO VERMELHO

    Aos 30 do primeiro tempo, o meia Matheus Henrique chegou a receber um cartão vermelho após perder a bola para Cebolinha, cair sobre ela e o árbitro Flávio Rodrigues de Souza aponta mão proposital. O VAR, porém, solicitou revisão e, após checagem, o lance foi anulado.

    O JOGO

    Flamengo e Cruzeiro entraram em campo com equipes modificadas em relação às finais dos Estaduais. O time carioca por opção técnica de Leonardo Jardim. A equipe visitante por conta dos desfalques de Kaio Jorge, Romero e William, lesionados.

    O time da casa começou de forma avassaladora. Com apenas quatro primeiro minutos, Pedro abriu o placar e, praticamente na saída de bola, Arrascaeta quase ampliou. O Cruzeiro passou a respirar a partir dos 15 e, aos poucos, foi equilibrando a partida e criando chances, mas quando levou perigo, o goleiro Rossi trabalhou bem.

    O segundo tempo iniciou de maneira parecida com o primeiro. O Flamengo pressionando, o Cruzeiro disperso, mas logo equilibrando as ações. Na etapa final, porém, ocorreram menos chances claras.

    Vieram as substituições de Leonardo Jardim e Tite, e o jogo mudou de dinâmica. Nos minutos finais, a equipe de fora foi para o abafa e quase empatou, mas num contra-ataque mortal, nos acréscimos, o Flamengo ampliou para fechar o caixão com um golaço de cobertura feito por Carrascal.

    FLAMENGO
    Rossi, Emerson Royal (Varela), Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho e Arrascaeta (Luiz Araújo); Lucas Paquetá (Carrascal), Everton Cebolinha (Samuel Lino) e Pedro (Wallace Yan). Técnico: Leonardo Jardim.

    CRUZEIRO
    Cássio (Matheus Cunha), Fagner (Japa), Fabrício Bruno, Villalba e Kaiki; Matheus Henrique, Lucas Silva e Christian; Gerson (Wanderson), Matheus Pereira e Neyser (Chico da Costa). Técnico: Tite.

    Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza (SP)
    Auxiliares: Alex Ang Ribeiro (SP) e Luiz Alberto Andrini Nogueira (SP)
    VAR: Caio Max Augusto Vieira (GO)
    Cartões amarelos: Léo Pereira (FLA); Fagner (CRU)
    Gols: Pedro, aos 4 minutos do primeiro tempo (FLA); Carrascal, aos 52 minutos do segundo tempo (FLA)

    Primeiras atividades do treinador no CT da Barra Funda incluíram reunião com elenco, análise tática em vídeo e preparação para o jogo contra a Chapecoense, além de boa recepção de dirigentes e jogadores à proposta de jogo mais ofensiva

    Folhapress | 09:00 – 12/03/2026

    Flamengo vence Cruzeiro em noite de reencontros e vaias a ‘vira-casacas’

  • São Paulo se anima com início de Roger Machado

    São Paulo se anima com início de Roger Machado

    (UOL/FOLHAPRESS) – Os dois primeiros dias de Roger Machado no comando técnico do São Paulo agradaram bastante nos bastidores do clube.

    PRIMEIRO ATO

    A reportagem apurou que a primeira iniciativa do novo treinador foi reunir comissão técnica e elenco no auditório do CT da Barra Funda para uma apresentação.

    Na sequência, ele iniciou um trabalho tático com o auxílio de vídeos, já voltado à preparação para o jogo desta quinta-feira, contra a Chapecoense.

    ALINHAMENTO COM A DIRETORIA

    A reportagem ouviu de fontes com acesso ao dia a dia do clube que dirigentes e jogadores gostaram da exposição tática de Roger e satisfeitos com a proposta de um estilo de jogo mais agressivo, com foco na posse de bola.

    Uma pessoa próxima à presidência afirmou que a diretoria de futebol, liderada por Rui Costa e Rafinha, está “muito confiante” e “assumiu a responsabilidade” pela contratação, avalizada pelo presidente Harry Massis Júnior.

    O lobby pela chegada do treinador foi protagonizado pela dupla, que também consultou Muricy Ramalho. O ex-coordenador técnico já havia sugerido a contratação de Roger a Julio Casares em 2021, após a demissão de Fernando Diniz.

    Em sua coletiva de apresentação, na terça-feira, o comandante gaúcho admitiu que precisará “conquistar” a torcida são-paulina -mas demonstrou confiança.
    Não há outra forma. Trabalho, né? Eu sei que eu tenho que conquistar a confiança do torcedor, eu sei, né, mas nunca foi diferente. E eu tenho certeza que ele vai me abraçarRoger Machado, em sua primeira entrevista

    O primeiro de teste de Roger Machado será logo mais, às 20h (de Brasília), no Canindé, pela 5ª rodada do Brasileirão. O Tricolor é vice-líder do campeonato, empatado em pontos com o Palmeiras.

    O Palmeiras está invicto há 14 partidas contra o Vasco, todas pelo Brasileirão. São 10 vitórias e quatro empates desde a última derrota, em 2015. Esta é a maior invencibilidade da história do confronto

    Estadao Conteudo | 07:20 – 12/03/2026

    São Paulo se anima com início de Roger Machado

  • Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

    Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

    BODØ, NORUEGA (FOLHAPRESS) – Começa pelo nome, Bodø/Glimt, que o resto da Europa chama de Bodo sem muita cerimônia. Para quem não quiser se arriscar na pronúncia de uma das nove vogais norueguesas, basta fazer como os locais: use apenas Glimt. Com um irresistível “jogo livre”, camisas amarelas, grama artificial e um tempo inclemente a seu favor, o Glimt, no norte da Noruega, faz história nesta semana ao disputar as oitavas da Champions, o maior interclubes do planeta.

    O fato é inédito, adjetivo que se repete na história recente do clube com frequência incomum. Antes do Sporting, adversário desta quarta-feira (11), o Glimt eliminou a Inter de Milão, com um 3 a 1 em casa, que alguém até tentou imputar ao frio, ao gramado sintético etc, e um 2 a 1 fora, em que só restou a bola como explicação. Se alguém ainda apontava para uma zebra polar no primeiro jogo, na volta, no San Siro, não houve argumentos.

    Semanas antes, as primeiras vitórias do time na Champions, sobre Manchester City (3 a 1) e Atlético de Madrid (2 a 1), colocaram a pequena Bodø no mapa do futebol europeu. Trajetória surpreendente para um time que, há menos de dez anos, amargava a segunda divisão de um país que não frequenta as listas de potências do futebol.

    “O Monaco foi o único clube que não sofreu gol em Bodø nesta temporada. Nós ganhamos de 1 a 0 na fase de grupos. Eles têm uma lógica esportiva, o mesmo treinador há muitos anos e basicamente trabalhando o mesmo grupo de jogadores há muito tempo”, diz Thiago Scuro, CEO da equipe do principado.

    Ex-Red Bull Bragantino, Scuro vê o Glimt como “um resultado esportivo que vem sendo construído há pelo menos três anos”. “Não é de agora, de forma alguma. Tem mérito, tem trabalho. É uma equipe muito organizada, com jogadores muito talentosos.”

    Fora do cenário europeu, a história começa ainda antes, em 2018, quando o Glimt superou o rebaixamento e uma crise que, a despeito do sucesso recente, ainda habita a memória dos torcedores em Bodø. “Passamos por altos e baixos, principalmente baixos. Foram anos difíceis nas divisões inferiores. Agora estamos na Champions. É surreal”, descreve Robin Gundersen, que junto com o irmão gêmeo, Rudi, toca uma galeria de arte na cidade.

    Paisagens marítimas e nórdicas abriram espaço, nos últimos meses, para visões sobre o estádio Aspmyra, retratado em cores vivas e com os “elementos naturais” da cidade _além das montanhas e da neve, aviões e helicópteros, integrantes da peculiar paisagem urbana de Bodø. “Não é mais sorte. Somos uma boa equipe e não nos concentramos nos resultados. Nosso foco é progredir e melhorar a cada jogo”, diz Robin, que se autointitula um ultra do Glimt.

    Apesar do termo, não há notícia de violência em Bodø. O sucesso da equipe na Champions atrai visitantes, mas o estádio é tão pequeno (8.270 lugares) que os vários hotéis da cidade dão conta do recado. “É improvável que tanta gente decidisse vir a Bodø não fosse pelo futebol. E isso é muito bom. As pessoas estão animadas porque agora há um destino novo e completamente diferente [no calendário da Champions]”, afirma Anke Lange, responsável pelo escritório de informações turísticas da cidade.

    Sim, Bodø (pronuncia-se “bodá”), 53.600 habitantes, é pequena, diferente, mas dentro de uma realidade de padrão norueguês. Ônibus e carros elétricos cortam o centro da cidade a despeito de breves caminhadas darem conta da maioria dos deslocamentos. Capital cultural da Europa em 2024, tem bibliotecas modernas, galerias, museus e a principal universidade da região.

    “Não é mais apenas escala para Lofoten”, diz Anke, sobre o principal destino turístico da região, uma ilha conectada a Bodø por um eficiente serviço de balsas. Como prova da potencialidade da cidade além do futebol, ela saca o celular para mostrar uma foto da aurora boreal tirada do porto da cidade, a despeito da iluminação. “E eu nem sei tirar foto.”

    Glimt, que quer dizer faísca ou brilho em noruguês, foi chamado de “relâmpago do norte” pelo jornalista Luís Aguilar, em um artigo publicado no periódico português A Bola. Era um alerta para os torcedores do Sporting sobre o tamanho da tarefa do time neste mata-mata. “As equipas pequenas costumam proteger-se. O Bodø ataca.”

    “Os jogadores do Glimt nunca dão chutão. O time enfrenta os adversários como se fossem iguais”, diz Thiago Monteiro, ex-atleta do clube e hoje treinador das categorias de base. Dono de uma carreira improvável, que começou na MLS americana e terminou no clube nórdico então na segunda divisão, o “paulistano da Mooca” que mistura frases em inglês e português ressalta o trabalho de Kjetil Knutsen, o técnico do time principal.

    “Demorou uns anos para ele colocar o sistema em prática, para os jogadores entenderem o sistema em que eles atuam agora. Demorou para crescer.”

    Espécie de palavrão no futebol brasileiro, continuidade foi a chave para o sucesso do Glimt até aqui. Knutsen entrou como assistente em 2017, com o time rebaixado no campeonato nacional, mas em 2018 já estava de volta à elite. Sob seu comando, o Glimt alcançou quatro títulos e dois vice-campeonatos em seis temporadas a partir de 2020. “Ele não parou de treinar o time nem na pandemia”, conta Monteiro.

    O sucesso na Noruega credenciou a equipe aos torneios europeus. A Champions é o último estágio dessa jornada baseada em um “jogo livre”, como o próprio Knudsen descreveu nesta terça-feira (10). À reportagem o técnico afirma não haver um cronograma para o sucesso total do time, um título europeu. A pergunta era se o Glimt, pelo demonstrado na temporada, estava atrás ou à frente da programação.

    “Acho que não temos esse tipo de cronograma. Acho que estamos vivendo o presente e trabalhando duro com os jogadores, desenvolvendo eles e o time. Não estamos pensando nisso. Mas, se olharmos para o panorama geral, acho que estamos sim um pouco à frente do cronograma” – Bodø e a Champions agradecem.

    Conheça Bodø e o Glimt, o improvável time norueguês que brilha na Champions

  • Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Se o Irã desistir de disputar a Copa do Mundo, na esteira dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao país do Oriente Médio, não será o primeiro caso na história do torneio.

    Seja por questões logísticas, por questões políticas ou por conflitos armados, a Copa convive com ausências desde sua primeira edição, em 1930, no Uruguai.

    Autor de “O livro de ouro das Copas”, o jornalista Lycio Vellozo Ribas lembra que, durante as primeiras edições do Mundial, muitas seleções, em especial as europeias, abdicaram de participar pelas longas viagens que à época duravam algumas semanas, quando as sedes eram na América do Sul.

    “O primeiro caso envolvendo questões geopolíticas que impediram uma seleção de participar do torneio foi em 1938, quando a Áustria, que já tinha vaga confirmada na competição a ser realizada na França, foi anexada pela Alemanha nazista”, afirmou Ribas.

    Na ocasião, alguns jogadores austríacos se juntaram à seleção germânica, e a vaga reservada ao combinado austríaco não foi preenchida, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio sua adversária na estreia, avançando diretamente para a fase seguinte.

    Ribas acrescentou que, mais recentemente, o último caso foi o da Rússia, que foi impedida de participar das Eliminatórias europeias e, portanto, da Copa no Qatar, pela invasão do exército de Vladimir Putin à Ucrânia.

    O autor do livro afirmou que, diferentemente de outras edições que foram realizadas sem substitutos para vagas em aberto, desta vez a Fifa certamente irá preencher o lugar que eventualmente seja aberto pela ausência iraniana.

    Ele disse acreditar que uma opção mais viável seria o Iraque, que está na repescagem intercontinental, herdar a vaga, com os Emirados Árabes Unidos, eliminados pela seleção iraquiana no play-off asiático, assumindo seu lugar na disputa por duas vagas restantes no Mundial.

    Relembre as principais desistências em Copas do Mundo

    1930
    A primeira edição da Copa do Mundo foi a única em que as seleções participantes foram convidadas, sem Eliminatórias preliminares.

    Representante da África, a seleção do Egito tinha a participação confirmada no torneio realizado no Uruguai, mas não conseguiu comparecer por problemas logísticos, após uma tempestade impedir que a delegação embarcasse. A competição acabou sendo realizada com 13 seleções.

    1934
    Campeão da edição inaugural, o Uruguai boicotou a segunda edição, na Itália, como forma de retaliação pela Azurra, além de uma série de outras seleções europeias, ter se recusado a viajar à América do Sul para participar da disputa quatro anos antes. Foram 16 seleções na disputa, com Brasil e Argentina como os dois representantes sul-americanos.

    1938
    Argentina e Uruguai decidiram não participar da Copa na França como forma de protesto, pela opção da Fifa de organizar o torneio pela segunda vez consecutiva na Europa, sem respeitar o acordo de rodízio continental.

    Classificada para a Copa, a Áustria foi invadida e anexada pela Alemanha, com alguns jogadores austríacos se juntando à seleção germânica. Não houve escolha por substituto, com 15 seleções na disputa e a Suécia, a princípio adversária da Áustria, avançando diretamente para a próxima fase.

    1950
    A Copa disputada no Brasil foi marcada por uma série de desistências, com apenas 13 seleções na disputa.

    A Índia deixou de vir por falta de verba e pela opção de priorizar a participação nos Jogos Olímpicos de 1952, em Helsinque, na Finlândia, enquanto a França desistiu ao alegar que teria de percorrer distâncias muito longas durante o torneio em território brasileiro.

    A Turquia também citou razões financeiras para declinar da participação. Já a Escócia não disputou após ter terminado na vice-liderança nas classificatórias britânicas -a federação escocesa havia estabelecido que participaria apenas se tivesse terminado com o primeiro lugar, que ficou com a Inglaterra.

    1958
    Durante as Eliminatórias para a Copa da Suécia, Egito, Sudão, Turquia e Indonésia se recusaram a enfrentar Israel pela vaga destinada à Ásia/África. País de Gales, segundo em seu grupo nas Eliminatórias europeias, atrás da Tchecoslováquia, acabou sendo escolhido como o adversário, vencendo a seleção israelense e carimbando sua vaga no Mundial.

    1966
    A edição da Copa na Inglaterra foi marcada pela ausência de equipes africanas na disputa. As 15 seleções do continente se recusaram a disputar as Eliminatórias, como forma de protesto por terem de participar de uma repescagem com seleções da Ásia e da Oceania por uma vaga no torneio. Na edição seguinte, em 1970, a África passou a ter uma vaga exclusiva.

    1974
    As Eliminatórias da Copa na Alemanha Ocidental tiveram disputas entre seleções sul-americanas e europeias, entre elas o confronto entre Chile e União Soviética.

    As duas seleções jogaram a primeira partida em Moscou e ficaram em um empate sem gols. A União Soviética se recusou a jogar a partida da volta, que seria disputada no Estádio Nacional de Santiago, alegando que o local era um centro de detenção de presos políticos da ditadura de Augusto Pinochet.

    Relembre seleções que deixaram de participar da Copa

  • Martin Anselmi se mantém no Botafogo apesar da eliminação na Libertadores

    Martin Anselmi se mantém no Botafogo apesar da eliminação na Libertadores

    O Botafogo foi surpreendido pelo Barcelona de Guayaquil na 3ª fase da Taça Libertadores, sendo eliminado da competição. Ainda assim, e apesar da contestação, Martin Anselmi está seguro na equipe carioca. 

    O ex-treinador do FC Porto continua  merecendo a confiança da direção do Botafogo, que não planeja demitir o argentino, de acordo com o Globoesporte. 

    A direção do clube considera que o trabalho desenvolvido por Martin Anselmi tem sido positivo, tendo em consideração o contexto da equipe desde que chegou ao comando técnico. 

    Anselmi comanda o Botafogo desde janeiro e teve que lidar com um time com poucas opções, atravessando algumas dificuldades no processo de contratação de jogadores.

    Contudo, o argentino não se escapa das críticas, tal como aconteceu no último encontro contra o Barcelona de Guayaquil. No final da partida, os torcedores ecoaram gritos de protesto e revolta como “equipe sem vergonha”. 

    Percurso difícil e com mais derrotas do que vitórias

    Martin Anselmi já comandou o Botafogo em 15 jogos, entre a Taça Libertadores, o Brasileirão e o campeonato carioca. Dessas partidas, o técnico venceu seis deles, tendo empatado dois e perdido sete jogos.

    Vale destacar que já foi eliminado do Carioca e apenas venceu uma de três jornadas do campeonato brasileirão. 

    Contudo, se espera que a equipe apresente melhorias com alguns novos jogadores no time principal, como é o caso de Cristian Medina, Junior Santos e Ferraresi.

    No começo do seu trajeto no clube, Martin Anselmi começou da melhor forma com três vitórias seguidas, mas seguiram-se momentos de desespero. 

    Após o começo vitorioso, o Botafogo atravessou um sequência de seis derrotas seguidas, entre jogos do Brasileirão e Carioca. Porém, o duelo contra o Boavista-RJ colocou um ponto final na série de terror com uma vitória por 2-1. 

    Seguiu-se mais um triunfo e dois empates, até a uma nova vitória diante do Bangu antes da derrota na Libertadores.

    Herói do título paulista, Vitor Roque pode ser poupado pelo Palmeiras contra o Vasco por desgaste físico. O atacante também vive expectativa de nova convocação para a seleção brasileira, comandada por Carlo Ancelotti, que divulgará a lista para amistosos no início da próxima semana.

    Folhapress | 10:45 – 11/03/2026

    Martin Anselmi se mantém no Botafogo apesar da eliminação na Libertadores

  • Laura Raupp cai na Austrália e adia sonho de chegar à elite mundial

    Laura Raupp cai na Austrália e adia sonho de chegar à elite mundial

    (UOL/FOLHAPRESS) – A brasileira Laura Raupp se despediu nesta quarta-feira da etapa de Newcastle, na Austrália, última parada da temporada do Challenger Series da WSL, e viu adiado o sonho de garantir uma vaga na elite do surfe mundial.

    Atual campeã brasileira e sul-americana, Laura chegou ao evento com chances reais de classificação para o Circuito Mundial, mas acabou eliminada logo no Round de 32.

    A catarinense terminou em terceiro lugar na segunda bateria da fase, somando 9,40 pontos, atrás da australiana Ziggy Aloha Mackenzie, que venceu com 9,93, e da israelense Anat Lelior, que avançou em segundo com 9,74. A australiana Charli Hately foi a quarta colocada.

    A eliminação foi ainda mais dolorosa porque Lelior era justamente uma das rivais diretas na disputa pelas vagas na elite.

    MELHOR TEMPORADA

    Laura, de 19 anos, viveu em 2025 o melhor momento de sua carreira. Além dos títulos brasileiro e sul-americano, ela chegou à última etapa do Challenger Series dentro do grupo de surfistas que ainda brigavam por uma vaga no Circuito Mundial.

    No feminino, sete atletas garantem acesso à elite na próxima temporada.
    A queda precoce em Newcastle, porém, acaba com as chances da brasileira de entrar no CT nesta temporada.

    TEMPORADA DE AFIRMAÇÃO

    Mesmo com a eliminação na Austrália, Laura encerra a temporada consolidando-se como um dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.

    A jovem surfista já vinha acumulando bons resultados no circuito internacional e mostrou consistência ao longo da temporada, tendo seu melhor resultado um terceiro lugar na etapa de Ballito, na África do Sul.

    O desempenho reforça o potencial da catarinense para seguir na disputa por uma vaga na elite mundial nos próximos anos.

    Brasileiro fez um jogo bastante parelho contra Sinner, cinco anos mais velho e vencedor de quatro títulos de Grand Slam, com os dois sets definidos apenas no ‘tie-break’

    Folhapress | 15:12 – 11/03/2026

    Laura Raupp cai na Austrália e adia sonho de chegar à elite mundial

  • João Fonseca luta, mas cai diante de Sinner nas oitavas em Indian Wells

    João Fonseca luta, mas cai diante de Sinner nas oitavas em Indian Wells

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No maior desafio de sua carreira, João Fonseca, 19, foi derrotado pelo italiano Jannik Sinner, ex-líder do ranking e atual número 2 do mundo, nas oitavas de final do Masters 1000 de Indian Wells, no início da madrugada desta quarta-feira (11), no horário de Brasília.

    O brasileiro fez um jogo bastante parelho contra Sinner, cinco anos mais velho e vencedor de quatro títulos de Grand Slam, com os dois sets definidos apenas no ‘tie-break’. Nos games desempate, o italiano se valeu da maior experiência para pressionar João em pontos importantes e fechar com parciais de 8/6 e 7/4, em 2h01 de partida.

    O primeiro encontro entre Sinner e Fonseca esteve à altura das expectativas, com uma atuação que provocou a ovação constante do massivo público brasileiro e pode representar uma virada de chave para o jovem tenista carioca na temporada.

    No final da partida, João foi aplaudido pela torcida e bastante elogiado pelo adversário.

    “João tem um talento incrível, é muito potente dos dois lados. Estava sacando muito bem. Talvez tenha cedido um pouco no final do segundo set, mas estou muito feliz por ter passado”, disse Sinner.

    “Posso jogar contra eles. Posso fazer alguns grandes jogos. Mas sempre há pequenas coisas que você precisa trabalhar todos os dias”, afirmou Fonseca.

    “Esses pequenos detalhes são muito importantes. É claro que ainda preciso de muita experiência, mas o nível está lá. Há muito a melhorar, mas estou feliz pela forma que joguei, porque senti que o nível estava muito próximo”, acrescentou o brasileiro, que deve ganhar algumas posições no ranking, a depender do desempenho dos adversários no restante semana, já que havia caído na segunda rodada na edição de 2025 de Indian Wells.

    DUELOS EQUILIBRADOS MARCAM ‘TIE-BREAKS’

    Mesmo enfrentando o italiano em um tenso primeiro set, Fonseca não conseguiu aproveitar sua única oportunidade de quebra, e Sinner desperdiçou duas.

    Alguns erros incomuns de Sinner ajudaram o brasileiro a abrir uma vantagem de 6 a 3 no primeiro tiebreak, mas o italiano respondeu, negando um set point com um ace para iniciar uma virada de cinco pontos consecutivos com os quais fechou a primeira parcial.

    No segundo, Sinner parecia encaminhado para uma vitória tranquila com 4 a 2 de vantagem, mas Fonseca não pensava em se render. Quebrou o serviço de Sinner no nono game e manteve o 5 a 5 ao chegar ao segundo tiebreak.

    Um ace deu a Fonseca uma vantagem de 4 a 3 no desempate, mas Sinner voltou a mostrar sua categoria e se impôs com quatro pontos seguidos, para selar a vitória com uma magistral devolução de saque de direita.

    “Senti que a chave estava em tentar ser o mais agressivo possível”, disse Sinner, que busca seu primeiro título no Masters 1000, no deserto da Califórnia.
    O italiano vai enfrentar o americano Learner Tien nas quartas de final, após vitória deste contra o espanhol Alejandro Davidovich Fokina por 2 a 1 (parciais de 4/6, 6/1 e 7/6). A próxima fase começa nesta quinta-feira (12), com horários ainda não definidos.

    “Sinto que ele (Learner) é um jogador muito, muito consistente. João e Lerner são definitivamente o futuro do nosso esporte também. Então fico muito feliz por me colocar novamente nessas posições”, afirmou Sinner.

    Foi a melhor campanha de João Fonseca na temporada de 2026, com vitórias sobre o russo Karen Khachanov, 16º do ranking, e o norte-americano Tommy Paul, 24º do mundo.

    Antes da campanha nos Estados Unidos, o brasileiro começou o ano enfrentado problemas físicos nas costas que já vinham desde o fim do ano passado, tendo de desistir da participação em torneios na Austrália.

    Ele acabou eliminado ainda na primeira rodada no Australian Open, primeiro Grand Slam do ano, e no ATP 250 de Buenos Aires, onde havia sido campeão em 2025. Na sequência, no ATP 500 do Rio de Janeiro, caiu na segunda rodada.

    Seu próximo compromisso é no Masters 1000 de Miami, também em quadra dura, que começa no domingo (15). No ano passado, ele avançou até a terceira rodada, quando foi eliminado pelo australiano Alex de Minaur.

    PRAZO DE UM A DOIS ANOS PARA ALCANÇAR SUA MELHOR VERSÃO, PREVÊ MELIGENI

    “Quando o João faz esse tipo de jogo contra os melhores do mundo e tem chances como ele teve, isso te dá uma confiança de que você está nesse nível”, afirmou à reportagem Fernando Meligeni, ex-top 25 com vitórias ao longo da carreira contra nomes como Pete Sampras, Yevgeny Kafelnikov, Patrick Rafter, Carlos Moya e Marcelo Ríos.

    Semifinalista de Roland Garros em 1999, Meligeni acrescentou que João ainda tem de passar por um processo natural de amadurecimento dentro do circuito. Ele estima entre um e dois ano o prazo para que o brasileiro esteja próximo ao seu potencial máximo.

    “Agora, também pode ser que ele chegue e ganhe um Grand Slam esse ano? Ok, pode ser, ele ultrapassou barreiras muito rápido, como o Guga [Kuerten] fez em 1997. Ninguém esperava. Como são caras muito bons, conseguem antecipar etapas”, afirmou.

    Segundo Meligeni, João evoluiu muito em poucos meses o saque, e pode evoluir ainda mais na movimentação, na variação e na devolução do saque. “Esse pode evoluir não quer dizer que já não é bom hoje. É ótimo em tudo que faz. Mas se o sonho é ser top 10, ou top 5, todo dia é preciso evoluir, porque o circuito é dinâmico e só evolui.”

    João Fonseca luta, mas cai diante de Sinner nas oitavas em Indian Wells

  • Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro

    Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro

    Nesta terça-feira (10), a Justiça do Rio de Janeiro passou a considerar o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza como foragido por não ter se apresentado após o mandado de prisão expedido contra ele por descumprimento das regras da liberdade condicional.

    Segundo a decisão da Vara de Execuções Penais, ele se ausentou do estado do Rio de Janeiro sem autorização da Justiça e, por isso, perdeu o benefício.

    Bruno viajou para o Acre no dia 15 de fevereiro. O jogador chegou a defender a equipe Vasco, do Acre, em partida pela Copa do Brasil, no dia 19. A equipe foi eliminada nos pênaltis. 

    “No que concerne ao descumprimento das condições do Livramento Condicional, de fato, as condutas do apenado devem ser encaradas como descaso no cumprimento do benefício que lhe foi concedido”, destacou o juiz Rafael Estrela Nóbrega na decisão.

    Para o juiz, Bruno não poderia alegar desconhecimento das condições do benefício. Agora, o atleta deve voltar para a prisão no regime semiaberto.

    Condenado

    Em 2013, Bruno foi condenado pela assassinato de Eliza Samudio, sua ex-namorada. A sentença foi de 23 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação do cadáver de Eliza, que desapareceu em junho de 2010.

    A modelo era mãe do filho do goleiro e foi assassinada em Minas Gerais, mas seu corpo nunca foi encontrado.O atleta obteve progressão para o regime semiaberto em 2019 e, desde janeiro de 2023, está em liberdade condicional.

    Com informações da Agência Brasil

    Agostina mudou completamente de posição nesta terça-feira (10). Após um longe período sem se pronunciar, ela voltou a público para expressar arrependimento. Anteriormente, ela afirmava que não sabia que o gesto era crime no Brasil e negava intenção discriminatória

    Folhapress | 12:15 – 11/03/2026

    Goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro

  • Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

    Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou nesta quarta-feira (11) que a seleção de seu país não irá participar da Copa do Mundo de 2026 por causa da morte do aiatolá Ali Khamenei após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

    “Considerando que esse regime corrupto (dos Estados Unidos) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância podemos participar da Copa do Mundo”, disse o ministro à televisão estatal.

    Na quarta-feira (11), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu que receberia sem obstáculos a seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026, que acontece nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
    O Irã tinha jogos previstos em Los Angeles e Seattle, contra Bélgica, Nova Zelândia e Egito.

    “Durante nossa conversa, o presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda, sem dúvida, para disputar o torneio nos Estados Unidos”, escreveu Infantino em publicação nas redes sociais.

    “Todos nós precisamos, mais do que nunca, de um evento como a Copa do Mundo da Fifa para unir as pessoas, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos por seu apoio, porque demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo”, insistiu Infantino.

    O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, também já havia colocado em xeque a participação de seu país na Copa, após o asilo concedido pela Austrália a cinco jogadoras da seleção feminina.

    “O presidente dos Estados Unidos escreveu dois tuítes para pedir que fosse concedido asilo político às nossas jogadoras (…), e que se a Austrália não fizesse isso, ele faria. Ele provocou 160 mártires ao matar nossas meninas em Minab e agora sequestra nossas meninas. Como ser otimista nessas condições em relação à Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, declarou Taj na emissora de televisão estatal, aludindo a um suposto bombardeio contra uma escola em Minab no início da guerra, pelo qual o Irã responsabiliza Israel e os Estados Unidos.

    “Se a Copa do Mundo acontecer nessas condições, quem em sã consciência enviaria sua seleção nacional a um lugar assim?”, afirmou.

    Cinco atletas, incluindo a capitã Zahra Ghanbari, receberam visto humanitário após se recusarem a cantar o hino iraniano antes de uma partida. O gesto foi interpretado como ato de rebeldia no país, onde as jogadoras passaram a ser alvo de críticas e ameaças

    Notícias ao Minuto | 13:30 – 10/03/2026

    Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

  • Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”

    Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”

    O ex-jogador belga Eden Hazard saiu em defesa de Vinícius Júnior após o atacante brasileiro denunciar um insulto racista durante a partida entre SL Benfica e Real Madrid pela UEFA Champions League. Em entrevista à emissora belga RTBF, Hazard afirmou que o brasileiro tem lidado com uma pressão excessiva fora de campo.

    Segundo o ex-atacante, muitas vezes o foco deixa de ser o desempenho do jogador dentro das quatro linhas e passa a ser tudo o que acontece ao redor dele.

    “Ele é alguém que ama o futebol e que só quer jogar e se divertir. Hoje se fala muito mais do que ele enfrenta ou do que acontece ao redor dele do que do jogador extraordinário que é”, disse Hazard.

    O belga também destacou o peso emocional que situações como essas podem trazer para o atleta. Para ele, lidar constantemente com episódios de racismo e críticas pode ser desgastante.

    “Antes mesmo de entrar em campo ele já tem muitas coisas na cabeça. Não deve ser fácil jogar pensando apenas no futebol. Às vezes penso: ‘coitado do garoto’. Ele sabe que vai ter que lidar com isso e que quase nada acontece em termos de punição”, afirmou.

    Hazard chegou a dizer que não ficaria surpreso se o brasileiro decidisse encerrar a carreira mais cedo caso o cenário não mude.

    “Eu não me surpreenderia se, aos 30 anos, ele dissesse que vai parar de jogar. Porque muitas vezes parece que nada muda”, completou.

    O ex-jogador também aconselhou o atacante a continuar jogando com alegria, mas com cautela.

    “Como amigo eu diria: joga do jeito que você gosta, divirta-se e faça os verdadeiros fãs de futebol felizes. Mas tenha cuidado, porque as pessoas estão sempre observando”, declarou.

    Hazard ainda comparou a situação de Vinícius com a do ex-craque brasileiro Ronaldinho Gaúcho.

    “Ronaldinho também dançava em campo e eu não me lembro de toda essa polêmica. Convivi com o Vinícius por quatro anos e percebi rapidamente que ele é muito forte, mental e fisicamente. Jogar no maior clube do mundo e fazer o que ele faz não é para qualquer um”, afirmou.

    O que aconteceu no jogo
    O episódio ocorreu no dia 17 de fevereiro, no Estádio da Luz, em Lisboa, durante a partida entre Benfica e Real Madrid pelos playoffs da Liga dos Campeões.

    O Real Madrid venceu por 1 a 0, com gol justamente de Vinícius Júnior. Durante o jogo, o brasileiro relatou ao árbitro francês François Letexier que havia sido chamado de “mono” por Gianluca Prestianni, termo racista usado em espanhol para se referir a pessoas negras.

    A partida chegou a ser interrompida após a denúncia. Prestianni recebeu cartão amarelo e, posteriormente, a UEFA abriu uma investigação para apurar o caso.

    Como medida preventiva, o jogador argentino foi suspenso enquanto o processo segue em análise pela entidade que organiza o futebol europeu.

    Treinador do Benfica diz que argentino não jogará mais com ele se confirmada a agressão; jogador é acusado de ato de racismo contra Vini Jr na Champions League

    Folhapress | 13:15 – 02/03/2026

    Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”