Categoria: ESPORTES

  • Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

    Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O ministro dos Esportes do Irã, Ahmad Donyamali, afirmou nesta quarta-feira (11) que a seleção de seu país não irá participar da Copa do Mundo de 2026 por causa da morte do aiatolá Ali Khamenei após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

    “Considerando que esse regime corrupto (dos Estados Unidos) assassinou nosso líder, sob nenhuma circunstância podemos participar da Copa do Mundo”, disse o ministro à televisão estatal.

    Na quarta-feira (11), o presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu que receberia sem obstáculos a seleção do Irã na Copa do Mundo de 2026, que acontece nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
    O Irã tinha jogos previstos em Los Angeles e Seattle, contra Bélgica, Nova Zelândia e Egito.

    “Durante nossa conversa, o presidente Trump reiterou que a seleção iraniana é bem-vinda, sem dúvida, para disputar o torneio nos Estados Unidos”, escreveu Infantino em publicação nas redes sociais.

    “Todos nós precisamos, mais do que nunca, de um evento como a Copa do Mundo da Fifa para unir as pessoas, e agradeço sinceramente ao presidente dos Estados Unidos por seu apoio, porque demonstra mais uma vez que o futebol une o mundo”, insistiu Infantino.

    O presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj, também já havia colocado em xeque a participação de seu país na Copa, após o asilo concedido pela Austrália a cinco jogadoras da seleção feminina.

    “O presidente dos Estados Unidos escreveu dois tuítes para pedir que fosse concedido asilo político às nossas jogadoras (…), e que se a Austrália não fizesse isso, ele faria. Ele provocou 160 mártires ao matar nossas meninas em Minab e agora sequestra nossas meninas. Como ser otimista nessas condições em relação à Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, declarou Taj na emissora de televisão estatal, aludindo a um suposto bombardeio contra uma escola em Minab no início da guerra, pelo qual o Irã responsabiliza Israel e os Estados Unidos.

    “Se a Copa do Mundo acontecer nessas condições, quem em sã consciência enviaria sua seleção nacional a um lugar assim?”, afirmou.

    Cinco atletas, incluindo a capitã Zahra Ghanbari, receberam visto humanitário após se recusarem a cantar o hino iraniano antes de uma partida. O gesto foi interpretado como ato de rebeldia no país, onde as jogadoras passaram a ser alvo de críticas e ameaças

    Notícias ao Minuto | 13:30 – 10/03/2026

    Irã não vai disputar Copa do Mundo, anuncia ministro dos Esportes

  • Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”

    Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”

    O ex-jogador belga Eden Hazard saiu em defesa de Vinícius Júnior após o atacante brasileiro denunciar um insulto racista durante a partida entre SL Benfica e Real Madrid pela UEFA Champions League. Em entrevista à emissora belga RTBF, Hazard afirmou que o brasileiro tem lidado com uma pressão excessiva fora de campo.

    Segundo o ex-atacante, muitas vezes o foco deixa de ser o desempenho do jogador dentro das quatro linhas e passa a ser tudo o que acontece ao redor dele.

    “Ele é alguém que ama o futebol e que só quer jogar e se divertir. Hoje se fala muito mais do que ele enfrenta ou do que acontece ao redor dele do que do jogador extraordinário que é”, disse Hazard.

    O belga também destacou o peso emocional que situações como essas podem trazer para o atleta. Para ele, lidar constantemente com episódios de racismo e críticas pode ser desgastante.

    “Antes mesmo de entrar em campo ele já tem muitas coisas na cabeça. Não deve ser fácil jogar pensando apenas no futebol. Às vezes penso: ‘coitado do garoto’. Ele sabe que vai ter que lidar com isso e que quase nada acontece em termos de punição”, afirmou.

    Hazard chegou a dizer que não ficaria surpreso se o brasileiro decidisse encerrar a carreira mais cedo caso o cenário não mude.

    “Eu não me surpreenderia se, aos 30 anos, ele dissesse que vai parar de jogar. Porque muitas vezes parece que nada muda”, completou.

    O ex-jogador também aconselhou o atacante a continuar jogando com alegria, mas com cautela.

    “Como amigo eu diria: joga do jeito que você gosta, divirta-se e faça os verdadeiros fãs de futebol felizes. Mas tenha cuidado, porque as pessoas estão sempre observando”, declarou.

    Hazard ainda comparou a situação de Vinícius com a do ex-craque brasileiro Ronaldinho Gaúcho.

    “Ronaldinho também dançava em campo e eu não me lembro de toda essa polêmica. Convivi com o Vinícius por quatro anos e percebi rapidamente que ele é muito forte, mental e fisicamente. Jogar no maior clube do mundo e fazer o que ele faz não é para qualquer um”, afirmou.

    O que aconteceu no jogo
    O episódio ocorreu no dia 17 de fevereiro, no Estádio da Luz, em Lisboa, durante a partida entre Benfica e Real Madrid pelos playoffs da Liga dos Campeões.

    O Real Madrid venceu por 1 a 0, com gol justamente de Vinícius Júnior. Durante o jogo, o brasileiro relatou ao árbitro francês François Letexier que havia sido chamado de “mono” por Gianluca Prestianni, termo racista usado em espanhol para se referir a pessoas negras.

    A partida chegou a ser interrompida após a denúncia. Prestianni recebeu cartão amarelo e, posteriormente, a UEFA abriu uma investigação para apurar o caso.

    Como medida preventiva, o jogador argentino foi suspenso enquanto o processo segue em análise pela entidade que organiza o futebol europeu.

    Treinador do Benfica diz que argentino não jogará mais com ele se confirmada a agressão; jogador é acusado de ato de racismo contra Vini Jr na Champions League

    Folhapress | 13:15 – 02/03/2026

    Vinícius Jr. preocupa Hazard: “Não surpreenderia se acabasse aos 30 anos”

  • Desgastado, Vitor Roque vira dúvida no Palmeiras antes de convocação

    Desgastado, Vitor Roque vira dúvida no Palmeiras antes de convocação

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Palmeiras comemorou o título paulista no último fim de semana, mas as competições seguem, e, na quinta-feira, o time enfrenta o Vasco pelo Brasileiro.

    O herói da conquista, Vitor Roque, está fisicamente desgastado e chegou a ser dúvida na final após tratar lesões sofridas no jogo contra o São Paulo; por isso, pode ser poupado.

    Porém, ele tem chance de ser chamado pelo técnico Carlo Ancelotti para os jogos contra a França e a Croácia no fim do mês, e a convocação será na segunda-feira, deixando o jogador com apenas duas partidas para mostrar que merece estar na lista para o último teste antes da Copa.

    Nesta terça-feira, o atacante não participou do treino com o grupo no Allianz Parque, e permaneceu na Academia de Futebol para realizar trabalho regenerativo. Se não jogar contra o Vasco, terá apenas o confronto com o Mirassol no domingo para chamar atenção de Ancelotti.

    O atacante foi convocado em novembro de 2025, e entrou no segundo tempo do empate por 1 a 1 contra a Tunísia.

    Para o jogo contra o Vasco, lanterna da competição, o líder Palmeiras deve poupar outros jogadores, como Maurício e Andreas Pereira, por desgaste físico.

    O duelo será na quinta-feira, às 19h30, em São Januário.

    Fala do português sobre estabilidade no Palmeiras ocorre seis dias após demissão de Filipe Luís no Flamengo; presidente do alviverde já havia criticado a forma como cariocas conduziram troca de técnico

    Folhapress | 17:24 – 09/03/2026

    Desgastado, Vitor Roque vira dúvida no Palmeiras antes de convocação

  • Eliminação do Botafogo é o preço de crise no gol e erros da gestão Textor

    Eliminação do Botafogo é o preço de crise no gol e erros da gestão Textor

    (UOL/FOLHAPRESS) – A eliminação do Botafogo diante do Barcelona-EQU, antes mesmo da fase de grupos da Libertadores, é a consequência de problemas que passam pela parte técnica, mas também escracham os problemas administrativos da SAF comandada por John Textor.

    A realidade para o time que só saiu do transfer ban em 6 de fevereiro foi lidar com um atraso no mercado de transferências a ponto de não contar com reforços importantes para o ano e não ter um goleiro em que a torcida confia.

    Cristian Medina, o principal nome, e outros jogadores contratados recentemente, como Edenílson e Ferraresi, até estavam no Nilton Santos na noite do jogo de volta do último mata-mata antes da fase de grupos da Libertadores. Mas sem uniforme porque não foram inscritos a tempo para a competição.

    A perspectiva para 2026 continua preocupante porque há, então, a frustração pela eliminação de uma competição que renderia mais dinheiro aos cofres alvinegros -em um contexto de contenção de despesas. Os reforços são mais modestos do que na época em que o time campeão de 2024 foi formado.

    E tem outro elemento com resultados imediatos: nenhum dos contratados até agora é um goleiro. Até hoje, o Botafogo sente falta de John.

    QUEM FICA NO GOL?

    A falha de Léo Linck no jogo de ida e o fato de Neto nem estar sendo relacionado resumem o problema na posição.

    Isso já tinha custado as quartas de final do Carioca, contra o Flamengo, e agora volta a atormentar os alvinegros na meta mais cobiçada do semestre.

    Na véspera do jogo, John Textor disse que esperava que o Botafogo “desse uma surra” no Barcelona e que os jogadores não estavam preocupados com a disputa na Justiça envolvendo o controle da Eagle.

    Só que a briga lá é justamente o que traz à tona a falta de recursos cá. Textor perdeu o controle do antigo caixa único, que fazia transitar dinheiro (e dívidas) entre Botafogo e Lyon.

    Mesmo alegando que o clube francês tem uma bolada milionária a repassar ao Botafogo, a grana não aparece, o que estrangula ainda mais a situação financeira alvinegra.

    Foi daí que apareceu o transfer ban, cuja origem é a dívida por Thiago Almada, e o aumento de preocupação com outros compromissos não pagos.

    O QUE DEU ERRADO NO JOGO DECISIVO

    Inclusive, Almada e o time de 2024 se tornam um capítulo mais distante para o Botafogo. E o jogo contra o Barcelona também aponta isso. Aquele time intenso, criativo e avassalador ficou na lembrança.

    Taticamente, a equipe não tem opções ofensivas, o que tornou o time estéril, mesmo com mais tempo de posse de bola. A solução ao longo da maior parte do tempo foi cruzar bola na área.

    No começo do jogo, essa alternativa parecia impensável, já que Martín Anselmi insistiu na formação com três defensores e Matheus Martins -um ponta- como homem mais avançado. Aos 35 minutos, ele já mudou o esquema, mas isso não fez o time ser eficiente na frente.

    “Eu acho que a gente toma o gol muito rápido ali no começo do jogo. E ali eles abaixam o bloco, os espaços ficam menores. Ele estava com um linha de cinco e todo mundo marcando ali, então os espaços ficam bem menores. E a partir do momento que a gente toma o gol, o jogo muda. Acabou ficando melhor para eles, e isso dificultou bastante a gente, e a gente não conseguiu criar chances claras de gol, acho que é isso, e que faltou para a gente criar mais chances, saber ter paciência de conseguir chegar a cara a cara com o goleiro, fazer jogada e acho que faltou isso para a gente”, avaliou o lateral-direito Vitinho.

    A realidade agora aponta uma Sul-Americana que é decepcionante, mas pinta como uma nova oportunidade de título. A curto prazo, já há também o clássico de sábado, pelo Brasileirão, contra o Flamengo.

    Após conquistarem os títulos estaduais, Flamengo e Cruzeiro se enfrentam no Maracanã pela quinta rodada do Brasileirão. As duas equipes tentam embalar na competição após início irregular e chegam pressionadas por melhores resultados na tabela.

    Estadao Conteudo | 08:40 – 11/03/2026

    Eliminação do Botafogo é o preço de crise no gol e erros da gestão Textor

  • Flamengo e Cruzeiro fazem ‘duelo de campeões’ para melhorar posições no Brasileirão

    Flamengo e Cruzeiro fazem ‘duelo de campeões’ para melhorar posições no Brasileirão

    Com os títulos estaduais conquistados no último fim de semana, Flamengo e Cruzeiro se enfrentam nesta quarta-feira (11), às 21h30, no Maracanã, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar da conquista recente, as duas equipes buscam melhorar a campanha na competição nacional.

    O Flamengo chega embalado após conquistar o Campeonato Carioca. A equipe superou o Fluminense nos pênaltis, depois de um empate sem gols no tempo normal, e garantiu o sétimo tricampeonato estadual da história do clube. O título também ajudou a amenizar a pressão sobre o técnico Leonardo Jardim, que assumiu o comando recentemente após a saída de Filipe Luís.

    Mesmo com a conquista, a campanha no Brasileirão ainda preocupa a torcida rubro-negra. O time soma apenas quatro pontos e ocupa a 11ª colocação na tabela.

    O Cruzeiro também chega motivado após levantar a taça do Campeonato Mineiro, interrompendo a sequência de títulos do rival Atlético-MG, que buscava um heptacampeonato. A conquista reforçou a permanência de Tite no comando da equipe após um início de temporada marcado por críticas e resultados irregulares.

    No Campeonato Brasileiro, porém, a situação do clube mineiro é delicada. A equipe tem apenas dois pontos e ocupa a 19ª colocação, sendo vice-lanterna, à frente apenas do Vasco.

    O confronto também marca reencontros importantes. Leonardo Jardim volta a enfrentar o Cruzeiro pouco tempo depois de deixar o clube mineiro para assumir o Flamengo. Já Tite e o meia Gerson reencontram a torcida rubro-negra.

    Para o duelo, o Flamengo pode ter mudanças em relação ao time que iniciou a final do Carioca. Lucas Paquetá e Everton Cebolinha devem ganhar vagas entre os titulares nos lugares de Carrascal e Samuel Lino, que foram vaiados pela torcida na última partida.

    Leonardo Jardim comentou a pressão por resultados no clube. “Quem trabalha no Flamengo tem que jogar para ganhar. Com certeza quem perde desvaloriza e quem ganha valoriza. Ganhar o Campeonato Carioca é sempre fundamental. Temos um percurso ainda pela frente e vamos trabalhar ainda mais para organizar uma equipe competente”, afirmou.

    O volante Saúl Ñiguez, que se recupera de cirurgia no calcanhar direito, e o atacante Bruno Henrique, em tratamento de uma pubalgia, seguem fora da equipe.

    No Cruzeiro, a principal novidade deve ser a entrada de Matheus Henrique no lugar de Lucas Romero, que sofreu fratura na costela no clássico contra o Atlético-MG. Walace também aparece como opção para o meio-campo.

    Tite tende a repetir a base da equipe que conquistou o título mineiro. O treinador ganhou respaldo após o triunfo sobre o rival estadual, que ajudou a reduzir a pressão sobre o seu trabalho.

    O empresário Pedro Lourenço, dono da SAF do Cruzeiro, reforçou o apoio ao técnico. “Nós sempre tivemos convicção com o Tite. Ele é o nosso técnico e não pensamos em troca. Aguentamos a pressão e a demissão nunca passou pela nossa cabeça. Espero que ele fique até o final do ano e conquiste mais títulos”, declarou.

    O Cruzeiro também terá desfalques. Os atacantes Bruno Rodrigues, Marquinhos e Sinisterra seguem no departamento médico.

    Clubes que lideram o ranking de faturamento se enfrentam mais uma vez em mata-mata da Champions; duelo reúne modelos distintos de jogo e simboliza a concentração de riqueza que vem redefinindo o futebol

    Folhapress | 21:48 – 10/03/2026

     
     
     

    Flamengo e Cruzeiro fazem ‘duelo de campeões’ para melhorar posições no Brasileirão

  • Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

    Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

    A disputa política no Barcelona ganhou novos capítulos às vésperas da eleição presidencial do clube, marcada para o próximo domingo. O clima nos bastidores ficou ainda mais tenso após declarações do ex-treinador Xavi Hernández, que acusou o atual presidente, Joan Laporta, de ter impedido o retorno de Lionel Messi ao clube em 2023.

    Em entrevista ao jornal espanhol La Vanguardia, Xavi afirmou que o argentino não voltou ao Barcelona após deixar o Paris Saint-Germain porque Laporta teria bloqueado a negociação. Segundo o ex-técnico, a justificativa de que a contratação não ocorreu por causa das regras financeiras da La Liga ou por exigências salariais de Messi não corresponde à realidade.

    De acordo com Xavi, o próprio presidente do clube teria deixado claro que não queria a volta do craque. Ele afirmou que Laporta disse diretamente que, caso Messi retornasse, isso poderia provocar um conflito interno de poder dentro do clube.

    O ex-jogador também contou que chegou a conversar com Jorge Messi, pai e empresário do atacante, tentando entender por que as negociações não avançaram.

    A polêmica ganhou ainda mais repercussão depois que o ex-diretor esportivo do Barcelona, Mateu Alemany, reforçou a versão apresentada por Xavi. Em entrevista à emissora espanhola Movistar, Alemany afirmou que havia a percepção dentro do clube de que a La Liga permitiria a inscrição de Messi.

    Diante das declarações, o presidente da La Liga, Javier Tebas, decidiu se manifestar publicamente e negou que a liga espanhola tenha autorizado qualquer operação para o retorno do argentino.

    Segundo Tebas, o Barcelona não tinha condições financeiras para registrar Messi naquele momento e sequer teria apresentado um pedido formal à entidade. Ele afirmou ainda que, pelas regras do controle financeiro da liga, a contratação seria inviável, independentemente do valor do contrato.

    O dirigente também comparou a situação com o caso do português João Félix, que foi emprestado pelo Atlético de Madrid ao Barcelona na temporada 2023/24. Na época, para viabilizar a transferência, o jogador teria reduzido temporariamente seu salário.

    Inicialmente, foi divulgado que João Félix receberia cerca de 400 mil euros por ano, o que permitiu sua inscrição no campeonato. Posteriormente, surgiram informações de que o valor poderia chegar a cerca de 4 milhões de euros, dependendo de bônus e desempenho, o que levantou suspeitas de que o acordo teria sido estruturado para contornar as regras de fair play financeiro.

    Com a eleição presidencial do clube se aproximando, as trocas de acusações envolvendo Messi, Laporta e dirigentes da liga aumentaram ainda mais a tensão nos bastidores do Barcelona.
     
     

    Ex-treinador do Barcelona afirma que a diretoria não disse a verdade sobre sua demissão e revela que Lionel Messi chegou a negociar retorno ao clube. Segundo Xavi, a decisão de impedir a volta do argentino partiu diretamente do presidente Joan Laporta.

    Notícias ao Minuto | 05:45 – 09/03/2026

     

    Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

  • Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

    LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) – As redes sociais dos torcedores de Real Madrid e Manchester City lamentaram o sorteio das oitavas de final da Champions League. Os demais fãs de futebol celebraram. Pela sexta vez em sete anos, os dois clubes mais ricos do futebol atual irão se enfrentar num mata-mata do torneio de clubes mais importante do mundo, naquele que vem sendo considerado o “clássico dos clássicos” a nível planetário. A partida de ida, em Madri, será nesta quarta-feira (11), às 17h (de Brasília).

    No ranking da consultoria Deloitte, que mede o faturamento das maiores potências clubísticas, Real e City alternaram-se no primeiro lugar entre 2021 e 2024. Em 2025, o City caiu para o sexto lugar, depois de uma eliminação precoce na Champions justamente contra o time espanhol.

    Pelo segundo ano consecutivo, o clube de Madri ultrapassou um bilhão de euros em faturamento (cerca de R$ 6 bilhões), o triplo do Flamengo, a agremiação mais rica do Brasil. O Real Madrid é o maior vencedor da Champions League, com 15 títulos conquistados. Seis dessas vitórias se deram nos últimos 12 anos.

    O Manchester City, por sua vez, estabeleceu-se como força dominante no mais rico e importante campeonato nacional do mundo, a Premier League. Foram seis títulos nas últimas oito edições. Na temporada atual, o City disputa o troféu ponto a ponto com o Arsenal. Neste momento está atrás na tabela, mas tem um jogo a menos, e o confronto direto entre ambos será na casa do City.

    A partida desta quarta opõe filosofias futebolísticas distintas. O City é comandado por um técnico autoral, o espanhol Pep Guardiola, há dez anos no clube, que coreografa milimetricamente as jogadas de ataque e de defesa. O Real Madrid aposta na improvisação e no talento individual de craques como Vinicius Junior e Mbappé -que é dúvida para o jogo, alternando técnicos que atuam como gestores de egos. A aposta da vez é Álvaro Arbeloa, ex-comandante das categorias de base do clube.

    O confronto entre Real e City representa também uma passagem de bastão na economia do esporte. O Real é o pioneiro dos clubes multiculturais e globalizados dos tempos atuais. Sob a presidência de Santiago Bernabéu, nos anos 1950, o time trouxe astros internacionais como o húngaro Ferenc Puskas, o argentino Alfredo Di Stefano e o brasileiro Didi. Bernabéu foi também um dos criadores do torneio continental que deu origem à Champions.

    Meio século mais tarde, o Manchester City inaugurou uma nova era na trilha do futebol globalizado. Adquirido em 2008 por um fundo dos Emirados Árabes Unidos, o clube -que era uma potência média no futebol inglês- se tornou uma máquina de títulos e uma franquia internacional. Clubes como o New York City, o Girona, da Espanha, e o Bahia, do Brasil fazem parte do grupo City. A estratégia é globalizar a marca ao mesmo tempo que os satélites revelam talentos para a nave-mãe.

    Real e City são também as mais perfeitas traduções do fenômeno identificado por Simon Kuper e Stefan Szymanski no livro “Soccernomics”. Baseados em evidências, os dois autores, especialistas em economia do esporte, mostram como a capacidade de gerar receitas astronômicas e pagar salários altíssimos aos jogadores vem gerando desequilíbrio no futebol mundial.

    Já há alguns anos o ranking da Deloitte vem consolidando um “top 10” que representa a hiperelite do futebol. Seis dos clubes de maior faturamento no mundo são ingleses, o que consolida a Premier League como o campeonato nacional mais interessante do mundo -e dá a exata dimensão da façanha do City, hegemônico numa disputa hipercompetitiva.

    Real Madrid e Barcelona também aparecem todos os anos no “top 10”, o que transformou a La Liga num campeonato restrito a duas superpotências.

    Completam o “top 10” o Bayern de Munique e o Paris Saint-Germain. A disparidade entre esses dois clubes e todos os outros em seus respectivos países acabou com a graça dos campeonatos alemão e francês. O Bayern venceu 12 das 13 últimas edições da Bundesliga, enquanto o PSG se sagrou campeão em oito das últimas dez disputas da Ligue 1.

    Nesse cenário hiperconcentrado, a Champions se tornou o único lugar onde todos os grandes se encontram. Neste ano, nove dos “top 10” estão na fase de mata-mata, o que gera a expectativa de vários confrontos diretos. O vencedor do “clássico dos clássicos” entre Real Madrid e Manchester City emergirá como um favorito natural na disputa. Nada, no entanto, está garantido. Outros gigantes estão à espreita no caminho até a final prevista para o dia 30 de maio em Budapeste.

    CONFRONTOS ENTRE REAL E CITY EM MATA-MATAS NA CHAMPIONS

    2019-20 – Oitavas de final
    Real Madrid 1×2 Manchester City
    Manchester City 2×1 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2021-2022 – Semifinal
    Manchester City 4×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    Real Madrid classificado

    2022-2023 – Semifinal
    Real Madrid 1×1 Manchester City
    Manchester City 4×0 Real Madrid
    Manchester City classificado

    2023-2024 – Quartas de final
    Real Madrid 3×3 Manchester City
    Manchester City 1×1 Real Madrid
    Real Madrid classificado na decisão por pênaltis

    2024-2025 – Playoff eliminatório
    Manchester City 2×3 Real Madrid
    Real Madrid 3×1 Manchester City
    *Real Madrid classificado

    Duelo entre Real e City na Champions opõe gigantes do futebol e da economia global

  • Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

    Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

    PARIS, FRANÇA (FOLHAPRESS) – Décimo-nono colocado da quinta divisão inglesa na temporada 2019-20, em meros seis anos o Wrexham tornou-se pretendente a uma vaga na bilionária Premier League. Os cínicos poderiam retrucar que esse conto de fadas seria impossível sem os milhões dos dois atores hollywoodianos que compraram o modesto clube do País de Gales. Mas a euforia autêntica da torcida local vem comovendo fãs do mundo inteiro, com a ajuda das redes sociais e das plataformas de streaming.

    “Teve gente que entrou em clubes de futebol, gastou muito dinheiro e não teve o sucesso que o Wrexham teve”, comenta o repórter Will Unwin, do jornal londrino “The Guardian”, que tem acompanhado a ascensão do Wrexham ao longo dos anos.

    Wrexham é uma cidade de 45 mil habitantes no norte do País de Gales, sede de um clube profissional considerado o terceiro mais antigo do mundo: foi fundado em 1864, apenas um ano após a criação do futebol “association”. É um dos cinco times galeses que optam pelas ligas inglesas, em vez da Cymru Premier (“Cymru” é o nome de Gales na língua galesa).

    O Wrexham nunca passou da segunda divisão inglesa, da qual caiu em 1982, iniciando um declínio inexorável. Tudo mudou em 2020, quando o ator americano Rob McElhenney (da série “It’s Always Sunny in Philadelphia”, do canal FX) assistiu ao documentário “Sunderland até Morrer”, no Netflix, sobre a luta do rebaixado clube inglês para retornar à Premier League.

    Fascinado, McElhenney decidiu procurar um time para produzir um fenômeno parecido. Juntou-se ao colega canadense Ryan Reynolds (“Deadpool”) e comprou o Wrexham no final de 2020, por meros 2 milhões de libras (cerca de R$ 18 milhões em valor corrigido pela inflação).

    O investimento deu frutos, tanto na tela quanto nos campos. A série “Bem-Vindos ao Wrexham”, lançada pelo canal FX em 2022, ganhou inúmeros prêmios, enquanto o time subiu de divisão três anos seguidos entre 2023 e 2025.

    A dez rodadas do final da Championship (a segunda divisão) deste ano, o Wrexham ocupa o sexto lugar. Terceiro, quarto, quinto e sexto colocados disputam um mata-mata por uma vaga na Premier League.

    À frente do Wrexham, McElhenney e Reynolds têm se comportado, pelo menos por enquanto, de forma diferente da de outros milionários donos de clubes de futebol. Comparecem a muitos jogos, às vezes levando consigo celebridades. Contrataram executivos que entendem do assunto, mas mantiveram no clube funcionários antigos. “Ainda há muito das raízes. Eles só modernizaram onde era preciso modernizar”, analisa Will Unwin.

    A sustentabilidade do clube ainda é duvidosa, mas os dois atores têm procurado investir com comedimento. “É um bom elenco, mas não de Premier League”, explica Unwin. O site especializado Transfermarkt estima o plantel atual em R$ 400 milhões. Será preciso gastar mais: hoje o último colocado da Premier League, o Wolverhampton, vale quatro vezes mais.

    O Wrexham tornou-se o orgulho do norte do País de Gales – mas só do norte, conta Unwin: há uma forte rivalidade com os sulistas Swansea, também da segunda divisão inglesa, e Cardiff City, atualmente na terceira. Antes do sucesso, em Wrexham torcia-se mais pelos times das vizinhas Liverpool e Manchester.

    Na semana passada, o Wrexham foi notícia no mundo inteiro ao enfrentar o Chelsea, vencedor da Copa do Mundo de Clubes da Fifa no ano passado, pelas oitavas de final da FA Cup, a Copa da Inglaterra. Jogando em seu modesto estádio (10 mil lugares), o Racecourse Ground, o time galês só foi eliminado na prorrogação, por 4 a 2.

    No dia do jogo, em entrevista à ESPN, Ryan Reynolds negou um boato de que seu próximo projeto seja comprar o Santa Cruz, do Recife. “Prefiro fazer uma coisa só bem feita do que 50 malfeitas”, esclareceu.

    Mesmo que não suba este ano, o Wrexham dará continuidade a seu projeto. Em julho, fará uma excursão aos EUA, que inclui um amistoso em Nova York contra um gigante do futebol inglês, o Liverpool, algo impensável apenas sete anos atrás.

    Wrexham vive conto de fadas hollywoodiano e sonha com a Premier League

  • Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Parte significativa do planejamento esportivo e financeiro do Botafogo para a temporada depende do jogo desta terça-feira (10), contra o Barcelona de Guayaquil, no Nilton Santos. Se passar após o empate no jogo de ida, o Alvinegro joga a Libertadores. Se perder, terá de se contentar com a Sul-Americana.

    Mas John Textor, dono da SAF alvinegra, diz que não vai ao estádio pensando em dinheiro.

    Em conversa com jornalistas na festa do Carioca, a primeira pergunta foi sobre o impacto que o duelo desta noite pode ter para o cenário financeiro da equipe.

    “Ninguém pensa sobre futebol desse jeito. Eu sou um cara do futebol, eu amo futebol. Eu vim para o Rio para me divertir, para construir um time campeão. Conseguimos. E agora temos que fazer outro. Eu não vou para o jogo pensando: ‘Espero que vendamos mais ingressos’. Eu espero que a gente dê uma surra neles amanhã (nesta terça-feira (10)). É nisso que estou pensando”, disse o dirigente.

    Mas o cotidiano do Botafogo nos últimos tempos tem sido turbulento, não só pelos desafios de reformulação do time, mudança de técnico para a temporada atual e os problemas financeiros.

    Há um contexto de disputa societária entre Textor e investidores da Eagle que movimenta a Justiça dentro e fora do Brasil. O dono da SAF, no entanto, alega que há um grau de civilidade na disputa.

    “Eu não estou lutando com a Ares. Estou tentando comprar a parte deles. Eles estão considerando comprar a minha parte. É uma negociação amigável. Perece uma guerra civil na imprensa. Mas eu falo com eles, tenho amigos que trabalham na Ares. É muito dinheiro, muitos interesses e muitas negociações.

    O que se vê parece uma guerra civil porque advogados gostam de falar besteira, assessores de imprensa gostam de falar besteira. Mas tenho uma relação muito direta e cordial com a Ares. Temos diferenças de opinião. Eu quero comprar a parte deles, eles estão tentando comprar a minha parte na França”, acrescentou, incluindo na discussão o cenário no Lyon, do qual foi afastado.

    O que os jogadores acham da briga?

    “Os jogadores não dão a mínima para isso. Eles vão lá, jogam futebol. Todo mundo me pergunta sobre o momento. O momento é de jogadores que têm que jogar e treinador que tem que treinar. E donos que têm que trabalhar suas coisas fora de campo”, completou.

    O Botafogo fez movimentos recentes no mercado, com as chegadas de Medina, Edenilson e Ferraresi. Derrubar o transfer ban por causa da dívida com o Atlanta por Thiago Almada foi crucial. Textor contou que tem aberto a porta para as indicações que recebe dos dirigentes alvinegros.

    “Temos um dos melhores departamentos de scout do Brasil, talvez da América do Sul. Eu confio no Alessandro Brito, no Léo Coelho (diretor de futebol). Não estou dizendo ‘não’ aos jogadores que eles trazem para mim. Estou dizendo ‘sim’ sempre que posso. Temos que ser racionais, temos muitos jogadores, temos um elenco saudável”, afirmou.

    O norte-americano ainda considera que tem jogadores bons o suficiente para fazer uma boa temporada em 2026, mas também no futuro.

    “Eu vou ao treino e vejo talento. Temos veteranos, mas também um dos melhores projetos de sub-20 do Brasil no momento. Podemos espalhar jogadores entre Copinha e Carioca e eles ainda são bons. Temos muito talento. Precisamos reunir isso e ganhar jogos”, comentou Textor.

    Nas últimas semanas, a SAF do Botafogo teve a saída de figuras até então importantes na administração, como Thairo Arruda, ex-CEO, e o ex-vice-presidente executivo, Jonas Marmello. Sem se referir especificamente a algum deles, Textor soltou:

    “Muitas pessoas foram demitidas, mas dizem que pediram demissão. Espero que elas se deem muito bem na vida”.

    Diante das perguntas do UOL sobre o cenário administrativo, Textor encerrou a conversa pedindo mais perguntas sobre futebol. Como elas não vieram, despediu-se dos jornalistas.

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

  • Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    O esquiador Cristian Ribera garantiu a medalha de prata nesta terça-feira (10) na Paralimpíada de Inverno de Milão-Cortina (Itália) e tornou-se o primeiro brasileiro a subir ao pódio na história do megaevento esportivo. Atual campeão mundial, o atleta de 23 anos dominou boa parte da prova de sprint do esqui cross-country, classe sitting (para atletas com deficiência nos membros inferiores), mas na reta final foi ultrapassado pelo chinês Liu Zixu (2min29s9). O brasileiro (2min29s6) cruzou a linha de chegada em segundo lugar, com apenas sete décimos de diferença para o asiático. O bronze ficou com o cazaque Yerbol Khamitov (2min29s90).  

    “Quero só agradecer meu time. A gente sempre trabalhou muito duro. Minha família estava torcendo, fiz isso por eles. Queria o ouro, foi por muito pouco, mérito do chinês. Foi o sprint final do maior evento. Todo mundo chega muito forte. Os esquis estavam bons. […] Foi muito acirrado. Enfim, sou campeão mundial, do Globo de Cristal e agora é a prata. Estou muito feliz, mais um sonho realizado. Agora a meta é o ouro”, projetou o rondoniense, radicado em Jundiaí (SP), em entrevista ao canal SporTV.


    Ribera ainda tem chances de subir ao pódio novamente no Tesero Cross-Country Stadium, nas Dolomitas. Nesta quarta-feira (11) ele competirá na prova de 10 quilômetros do esqui-cross country. Ele também está inscrito na prova de revezamento misto no sábado (14), e na disputa dos 20 km no domingo (15), último dia dos Jogos.  

    Antes do pódio inédito conquistado hoje, o melhor resultado do Brasil fora a sexta posição obtida pelo próprio Cristian Ribera, aos 15 anos, na edição dos Jogos de Inverno de PyeongChang (Coreia do Sul), em 2018. Na edição seguinte, em Pequim 2022, o rondoniense terminou em oitavo lugar.

    Quem também foi destaque nesta terça (10) foi a paranaense Aline Rocha, que encerrou em quinto lugar a prova feminina do esqui cross-country da classe sitting. É o melhor resultado de uma mulher brasileira na Paralimpíada de Inverno. Nascida em Pinhão (PR), a esquiadora de 35 anos concluiu a disputa como tempo de 3min21s00.

    “É uma emoção imensa. Estou muito feliz de chegar pela primeira vez na final da prova de sprint. […] Eu espero que os resultados que estamos conquistando aqui incentive mais mulheres a conhecer o esporte. O esqui é incrível. […] Eu consegui fazer uma ótima classificatória, uma ótima semifinal. Na final, faltou um pouquinho de braço, mas foi um ótimo resultado. Ainda tem mais”, comemorou Aline, em depoimento ao SporTV.

    A campeã da prova de sprint foi a norte-americana Oksana Masters (3min07s1), seguida pela sul-coreana Yunji Kim (3min10s1) e a chinesa Shiyu Wang (3min17s9), com prata e bronze, respectivamente.

    Programação dos brasileiros nos Jogos de Milão-Cortina

    Quarta (11) 
    5h45 – Esqui cross-country – 10km Interval Start Classic – Finais sentado/em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    Sexta (13)
    6h  Biatlo – Sprint Pursuit (Qualificação)
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    8h30 – Biatlo – Sprint Pursuit (Final )
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    Sábado (14)
    6h – Esqui cross-country – Finais – Revezamento misto
    4 x 2.5 km

    6h e 7h55 – Snowboard – Banked Slalom – Finais
    Andre Arenhart Barbieri e Vitória Machado

    Domingo (15)
    5h00e 6h20 – Esqui cross-country – 20km Interval Start Free – Finais sentado e em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    16h30
    Cerimônia de Encerramento

     


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