Categoria: MUNDO

  • EUA alertam para ataques contra portos civis do Irã no Estreito de Hormuz

    EUA alertam para ataques contra portos civis do Irã no Estreito de Hormuz

    EUA alertaram civis iranianos para que se mantenham afastados dos portos ao longo do Estreito de Ormuz; Trump prometeu que, “em breve”, a rota marítima voltará a ser segura para as empresas petrolíferas

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Comando Central dos Estados Unidos para o Oriente Médio emitiu alerta na manhã de hoje para a possibilidade de ataques norte-americanos contra portos civis do Irã no Estreito do Hormuz. A região se tornou um ponto crucial da guerra desde que a República Islâmica bloqueou a circulação de navios petrolíferos na semana passada.

    EUA alertaram civis iranianos para que se mantenham afastados dos portos ao longo do Estreito de Ormuz. No comunicado, o governo norte-americano alegou que esses estão sendo usados por Teerã para fins militares e, por esse motivo, serão atacados.

    Ações do Irã ameaçam a circulação de navios na rota, alegou o governo do presidente Donald Trump. “O regime iraniano está usando portos civis ao longo do Estreito de Ormuz para conduzir operações militares que ameaçam o transporte marítimo internacional”, afirmou Washington.

    EUA afirmam que “essas ações perigosas colocam em risco a vida de pessoas inocentes”. “O Comando Central insta os civis no Irã a evitarem imediatamente todos os portos onde as forças navais iranianas operam. Os estivadores iranianos, o pessoal administrativo e as tripulações de navios comerciais devem manter-se afastados dos navios da Marinha iraniana e do equipamento militar”.

    Trump prometeu que, “em breve”, a rota marítima voltará a ser segura para as empresas petrolíferas. “Acho que vocês vão ver uma grande segurança e vai ser muito, muito em breve”, falou ao ser questionados por jornalistas na Casa Branca.

    Ontem, os Estados Unidos informaram ter destruído 16 navios minadores que poderiam ter sido usados para bloquear o estreito. Essa região é uma rota marítima vital para as exportações de petróleo e gás do Golfo.

    BLOQUEIO DO ESTREITO DE HORMUZ

    Irã tem bloqueando o estreito de Hormuz por onde passa boa parte da produção mundial de petróleo, além de atacar infraestruturas energéticas no Golfo. Um ataque de drone iraniano provocou, ontem, o fechamento da refinaria de Ruwais, nos Emirados Árabes Unidos, uma das maiores do mundo.

    Diante da alta dos preços do petróleo, Donald Trump ameaçou o Irã com “consequências militares sem precedentes”. O republicano advertiu que, caso o país destruísse o estreito de Hormuz, por onde normalmente transita 20% da produção mundial de petróleo e gás natural liquefeito, os EUA vão revidar com até “20 vezes mais força”.

    O Irã, no entanto, não deu sinais de recuo. Durante a noite de ontem, a Guarda Revolucionária reivindicou a onda de ataques “mais violenta e mais pesada desde o início da guerra” em toda a região.

    Pelo menos quatro navios foram atacados na área do Estreito de Hormuz nas últimas 24 horas. Entre as embarcações atacadas estão um porta-contêineres britânico e um graneleiro com bandeira da Tailândia também foi atacado. As outras duas embarcações alvos dos iranianos não foram identificadas até o momento.

    Gigantes do transporte marítimo de contêineres suspenderam as operações na região. Os navios foram redirecionados para ao redor da ponta sul da África. Não há previsão de quando a rota por Hormuz voltará a ser segura para as empresas petrolíferas.

    EUA alertam para ataques contra portos civis do Irã no Estreito de Hormuz

  • Com posse de Kast, governo mais à direita desde Pinochet tem início no Chile

    Com posse de Kast, governo mais à direita desde Pinochet tem início no Chile

    Sem Lula e com Flávio, cerimônia em Valparaíso marca guinada política após governo Boric; durante sua campanha, José Antonio Kast explorou crises econômica e de segurança

    VALPARAÍSO, CHILE (CBS NEWS) – Às 12h28 desta quarta-feira (11), o Chile deu início ao governo mais à direita do país desde a volta da democracia. Cercado de apoiadores, José Antonio Kast tomou posse como presidente, após receber o broche O’Higgins e a faixa presidencial de seu antecessor, Gabriel Boric.

    Essa cerimônia, na sede do Senado chileno, em Valparaíso, marca uma grande mudança política após os quatro anos de governo de Boric.

    Kast se despediu do Partido Republicano, que fundou em 2019 e do qual prometeu se licenciar caso fosse eleito no fim do ano passado.

    Antes de assumir oficialmente, ele posou para a primeira foto com seu novo gabinete no Palácio Cerro Castillo, em Viña del Mar, no qual se comprometeu a fazer um “governo de emergência” e combater o crime organizado e a imigração irregular.

    Ele moderou seu discurso durante a campanha e prometeu diálogo com a oposição.

    Durante sua campanha, Kast destacou os desafios do Chile, como a crise econômica e de segurança, além da reconstrução após incêndios florestais em várias regiões.

    Seus apoiadores expressaram preocupações sobre a situação do país. A posse aconteceu no Salão de Honra do Senado em Valparaíso, com a presença de mais de 1.150 convidados, incluindo parlamentares, senadores e convidados internacionais, como o rei Felipe 6º da Espanha e o presidente da Argentina, Javier Milei. Embora Kast tivesse planejado um encontro com Milei, isso não ocorreu devido a conflitos de agenda.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a confirmar presença, mas cancelou a viagem no dia anterior. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) veio e criticou a ausência de Lula.

    Após a cerimônia, conforme a tradição, Boric se retirou como ex-chefe de Estado, e a posse dos ministros aconteceu antes de Kast assumir a presidência no Palácio de La Moneda.

    Centro progressista no Chile, Valparaíso aplaudiu mais a entrada de Boric do que a de Kast, com gritos de “Boric, amigo, o povo está contigo”.

    Com posse de Kast, governo mais à direita desde Pinochet tem início no Chile

  • Casal que manteve filhos presos em casa durante 4 anos culpa pandemia

    Casal que manteve filhos presos em casa durante 4 anos culpa pandemia

    Defesa do casal vai alegar em tribunal da Espanha que eles padecem de “problemas de saúde mentais leves” provocados pela pandemia

    Em maio do ano passado, três crianças foram resgatadas da chamada “casa dos horrores”, em Oviedo, Espanha, onde estavam presas desde 2021. Agora, os pais das crianças começam ser julgados.

    Os dois principais réus, um homem alemão de 53 anos, e uma mulher com dupla nacionalidade alemã e norte-americana, de 48 anos, foram apresentados ao tribunal nesta quarta-feira (11).

    A defesa alegou que o casal, que manteve os filhos presos em casa durante quatro anos, padece de “problemas de saúde mentais leves” provocados pela pandemia.

    Vale lembrar que as três crianças, com idades entre os oito e os dez anos, estiveram pelo menos quatro anos fechadas em casa, sem acesso a escola ou cuidados médicos e em condições extremas de abandono.

    Em declarações ao ‘El Comercio’, o advogado do casal afirmou que acusados iriam defender a sua inocência e alegar que, entre as causas que os levaram a se autoconfinar, estaria um “medo racional e insuperável” de sair à rua depois de terem sofrido de Covid-19 e de terem “estado doentes durante meses”. Acrescenta ainda que o fato de serem estrangeiros agudizou a sua situação, levando-os a querer educar os filhos em casa.

    O caso veio a público depois de uma vizinha ter alertado as autoridades que ouvia vozes e via crianças pelas janelas, mas que os menores nunca saíam de casa. Ao fim de vários dias de vigilância, a polícia verificou que a porta de casa, que estava em nome do homem, só era aberta para recolher encomendas de comida dos supermercados.

    Viriam a descobrir que os menores eram tratados como bebês, eram sujeitos a um horário rígido para ir ao banheiro e instruídos a usar fraldas e dormir em berços. Além disso, só podiam olhar pela janela por pequenos períodos temporais, e tinham de baixar as persianas de seguida.

    Após uma reunião com o Tribunal de Menores, foi emitida uma ordem de entrada na residência, em abril de 2025 e, cerca de um mês depois, os pais acabariam sendo acusados dos crimes de violência doméstica, maus-tratos psicológicos e abandono de crianças.

    A defesa  quer tentar provar neste julgamento que o sucedido aconteceu na sequência de um distúrbio mental comum leve e que “não há responsabilidade penal”.

    Casal que manteve filhos presos em casa durante 4 anos culpa pandemia

  • Novo líder supremo do Irã desaparece após ataque que matou Ali Khamenei

    Novo líder supremo do Irã desaparece após ataque que matou Ali Khamenei

    Escolhido para suceder o pai no comando do regime iraniano, Mojtaba Khamenei não apareceu em público desde a nomeação. Segundo autoridades, ele teria ficado ferido nos ataques de EUA e Israel e estaria em local secreto por motivos de segurança

    Mojtaba Khamenei foi escolhido no último domingo para suceder o pai, Ali Khamenei, como novo líder supremo do Irã. No entanto, três dias após a indicação, o religioso de 56 anos ainda não apareceu em público, não divulgou vídeos nem publicou qualquer declaração oficial, o que tem alimentado especulações sobre seu paradeiro.

    Nesta quarta-feira, Yousef Pezeshkian, filho do presidente iraniano Masoud Pezeshkian, afirmou que Mojtaba está vivo e em segurança. A informação foi divulgada por ele em uma mensagem publicada no Telegram.

    “Ouvi relatos de que o senhor Mojtaba Khamenei teria sido ferido. Perguntei a amigos que têm contato com ele e disseram que, graças a Deus, ele está bem e seguro”, escreveu.

    Segundo fontes ligadas às autoridades iranianas ouvidas pelo jornal The New York Post, o silêncio do novo líder supremo estaria ligado principalmente a questões de segurança. Qualquer comunicação pública poderia revelar sua localização em meio ao cenário de tensão após os ataques realizados por Estados Unidos e Israel no fim de fevereiro.

    Além disso, Mojtaba teria ficado ferido durante o bombardeio que matou seu pai. De acordo com as mesmas fontes, ele sofreu lesões nas pernas e permanece isolado em um local altamente protegido, com acesso limitado a comunicações.

    Apesar disso, os detalhes sobre seu estado de saúde e sobre as circunstâncias exatas dos ferimentos ainda não foram confirmados oficialmente.

    Os ataques que atingiram o Irã também teriam provocado perdas pessoais para o novo líder supremo. Além do pai, Mojtaba teria perdido a mãe, Mansoureh Khojasteh Bagherzadeh, a esposa Zahra Adel e um de seus filhos.

    Quem é Mojtaba Khamenei
    Nascido em Mashhad, Mojtaba Khamenei cresceu em meio ao ambiente político e religioso que moldou o regime iraniano após a Iranian Revolution. Durante décadas, ele foi apontado como uma figura influente nos bastidores do poder em Teerã.

    Apesar de nunca ter ocupado cargos públicos de destaque, Mojtaba construiu uma forte rede de influência dentro do regime.

    Na década de 1980, ele chegou a participar da Iran–Iraq War, atuando em uma unidade ligada à Islamic Revolutionary Guard Corps. Muitos integrantes dessa divisão acabaram assumindo posteriormente posições relevantes em serviços de inteligência e segurança do país.

    Com a ascensão de Ali Khamenei ao posto de líder supremo em 1989, Mojtaba passou a ter ainda mais influência nas estruturas de poder do Irã.

    Documentos diplomáticos norte-americanos divulgados pelo WikiLeaks descrevem Mojtaba como “o poder por trás das cortinas”, sugerindo que ele exercia grande influência nos bastidores do regime.

    Ele também manteve relação próxima com setores da Guarda Revolucionária e com a Basij, uma força paramilitar ligada ao governo iraniano.

    Em 2019, durante o primeiro governo de Donald Trump, Mojtaba Khamenei foi incluído na lista de sanções dos Estados Unidos, acusado de apoiar políticas consideradas desestabilizadoras na região e de colaborar com a repressão interna no Irã.

    Analistas também o associam ao apoio à eleição do ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad em 2005 e à controversa reeleição em 2009, que desencadeou grandes protestos conhecidos como Movimento Verde.
     
     

     

    Novo líder supremo do Irã desaparece após ataque que matou Ali Khamenei

  • Manifestantes serão tratados como inimigos, diz chefe da polícia nacional do Irã

    Manifestantes serão tratados como inimigos, diz chefe da polícia nacional do Irã

    Com a morte do aitaolá Ali Khamenei, o regime escolheu seu filho Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do país. Ele foi eleito pela Assembleia dos Especialistas, órgão com 88 juristas islâmicos, no domingo (8), mas desde então não fez aparição pública ou emitiu comunicado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O chefe da Polícia Nacional do Irã, Ahmad Reza Radan, afirmou nesta quarta-feira (11) que manifestantes que se posicionarem contra o regime serão considerados inimigos. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem convocando abertamente os iranianos a tomarem as ruas e derrubarem o regime após a morte de Ali Khamenei.

    “Se alguém atuar de acordo com os desejos do inimigo, não vamos considerá-lo mais um simples manifestante e o veremos como um inimigo. E daremos a esta pessoa o mesmo tratamento que damos a um inimigo”, declarou Radan à emissora estatal Irib.

    A guerra no Oriente Médio entrou no seu 12º dia.

    O regime iraniano já enfrentava forte pressão interna antes do início do conflito. O país foi palco de manifestações que começaram em dezembro, em meio a uma prolongada crise financeira, e atingiram seu ápice em janeiro. Os atos se transformaram na maior ameaça ao regime desde a Revolução Iraniana de 1979, que derrubou a monarquia e culminou no estabelecimento da República Islâmica.

    O regime respondeu com repressão brutal, e o país viveu sob cortes de internet por semanas para evitar a divulgação de informações. Organizações de direitos humanos contabilizam mais de 6.000 vítimas, enquanto Teerã admitiu que 3.000 pessoas morreram durante as manifestações. O regime diz que a violência foi provocada por “atos terroristas” fomentados pelos Estados Unidos e por Israel.

    Em janeiro, o presidente dos EUA havia ameaçado atacar o país persa sob o pretexto de evitar morte de manifestantes que participavam dos maiores protestos contra a teocracia desde sua criação, iniciados pela crise econômica aguda do país, mas ampliados pela insatisfação generalizada.

    Trump chegou a dizer que “a ajuda estava a caminho”, só que, sem forças mobilizadas para uma ação maior, recuou e passou a focar a questão nuclear. Israel também pediu “mais tempo” para se preparar para o conflito.

    No último dia 28, Washington e Tel Aviv iniciaram a guerra, atacando Teerã. A ofensiva ocorreu depois de ter sido marcada uma quarta rodada de negociações entre americanos e iranianos acerca do programa nuclear de Teerã, que Trump disse querer ver desmantelado completamente.

    Em um vídeo divulgado na sua rede Truth Social logo após o início do conflito, Trump sugeriu a derrubada do regime, instando os moradores a tomar os prédios governamentais. “Há pouco, os militares dos EUA iniciaram grandes operações de combate no Irã. O nosso objetivo é defender o povo americano eliminando ameaças do regime iraniano. Um grupo vicioso de pessoas terríveis”, disse ele.

    Com a morte do aitaolá Ali Khamenei, o regime escolheu seu filho Mojtaba Khamenei como novo líder supremo do país. Ele foi eleito pela Assembleia dos Especialistas, órgão com 88 juristas islâmicos, no domingo (8), mas desde então não fez aparição pública ou emitiu comunicado.

    Manifestantes serão tratados como inimigos, diz chefe da polícia nacional do Irã

  • Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

    Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

    Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, foi vista pela última vez após pegar um ônibus da Universidade de Essex para a cidade litorânea de Brightlingsea. Família e polícia afirmam que ela parecia abalada no dia do desaparecimento e seguem mobilizados nas buscas

    Uma brasileira de 30 anos está desaparecida na Inglaterra há mais de uma semana, e o caso mobiliza autoridades e familiares. Vitória Figueiredo Barreto foi vista pela última vez no dia 3 de março, após sair da Universidade de Essex, em Colchester, no sudeste do país.

    Vitória estava na região para visitar uma amiga e participar de um projeto de pesquisa ligado à universidade. Naquele dia, ela deixou o campus no início da tarde e embarcou em um ônibus com destino à cidade litorânea de Brightlingsea, localizada a cerca de 30 minutos de distância.

    De acordo com a Polícia de Essex, a brasileira pegou o ônibus pouco depois das 13h e desembarcou em Bellfield Avenue, em Brightlingsea. Cerca de uma hora depois, por volta das 14h30, ela foi vista caminhando na região de Hurst Green. Desde então, não houve mais notícias sobre seu paradeiro.

    O desaparecimento foi comunicado às autoridades no dia seguinte, 4 de março, por uma amiga que havia passado o dia anterior com ela na universidade.

    No momento em que foi vista pela última vez, Vitória usava casaco escuro, blusa de gola alta azul, calça jeans azul-clara e tênis pretos. Ela também carregava uma bolsa tiracolo com a frase “people over profit” (“pessoas acima do lucro”), que foi encontrada posteriormente na área costeira de Brightlingsea.

    Amigos afirmam que o comportamento da brasileira no dia do desaparecimento chamou atenção. Segundo Liliane Silva, amiga que estava com Vitória na universidade, a jovem parecia diferente do habitual.

    “Ela estava muito quieta, o que não é nada típico dela. Vitória é uma pessoa muito comunicativa, alegre e divertida”, contou Liliane à BBC.

    A amiga disse ainda que a família está extremamente preocupada com o desaparecimento. “Sabemos que provavelmente ela não estava bem naquele momento. Só queremos que ela esteja segura e possa voltar para casa”, afirmou.

    Durante as buscas, investigadores analisaram imagens de câmeras de segurança próximas ao local onde a bolsa foi encontrada. Segundo a polícia, um dos vídeos mostra uma pessoa pulando uma cerca e entrando em um terreno na região pouco antes da meia-noite do dia 4 de março.

    As autoridades acreditam que a pessoa registrada nas imagens possa ser a própria Vitória.

    A detetive Anna Granger, responsável pela investigação, afirmou que equipes seguem mobilizadas para encontrar a brasileira.

    “Todos os policiais envolvidos nesta busca estão determinados a fazer tudo o que for possível para localizar Vitória”, disse.

    A investigadora destacou ainda que, além de ser uma apuração policial, o caso envolve uma jovem muito querida por quem a conhece.

    “Estamos falando do desaparecimento de uma filha, de uma companheira e de uma amiga profundamente amada”, afirmou.

    Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

  • Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

    Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

    Instalação de 3,6 metros foi colocada no National Mall e mostra os dois na famosa posição de Jack e Rose. A obra, criada por um coletivo anônimo, traz críticas à relação entre o presidente dos EUA e o financista Jeffrey Epstein

    Uma estátua inusitada instalada em Washington, nos Estados Unidos, chamou a atenção de moradores e turistas na manhã de terça-feira (10). A obra mostra o presidente Donald Trump e o financista Jeffrey Epstein na mesma posição icônica do filme “Titanic”, em referência aos personagens Jack e Rose.

    A escultura, com cerca de 3,6 metros de altura, foi colocada no National Mall, área central da capital americana que abriga monumentos históricos e fica próxima ao Washington Monument.

    A peça é dourada e retrata Trump segurando Epstein nos braços, enquanto o financista mantém os braços abertos, reproduzindo a famosa cena do filme estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet.

    Segundo o jornal The Washington Post, a obra foi instalada de forma anônima por um coletivo artístico chamado “The Secret Handshake”.

    Ao lado da escultura, há uma placa com um texto crítico que faz referência à relação entre Trump e Epstein. O texto compara a história fictícia de Jack e Rose, marcada por luxo e festas, com a amizade entre os dois.

    A mensagem diz:
    “A trágica história de amor entre Jack e Rose foi construída em viagens luxuosas, festas extravagantes e desenhos secretos de nus. Este monumento homenageia o vínculo entre Donald Trump e Jeffrey Epstein, uma amizade aparentemente construída sobre viagens luxuosas, festas extravagantes e desenhos secretos de nus.”

    A instalação também é cercada por dez bandeiras, que exibem uma foto de Trump ao lado de Epstein acompanhada da frase “Make America Safe Again” (“Tornar a América segura novamente”, em tradução livre).

    Jeffrey Epstein foi acusado de comandar um esquema de exploração sexual de menores e morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento em uma prisão de Nova York. O caso ganhou repercussão internacional por envolver figuras influentes da política, negócios e entretenimento.
     

     
     

    Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

  • Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait detectaram projéteis e drones disparados pelo Irã. Parte dos ataques teria como alvo bases militares dos Estados Unidos na região, elevando a tensão no Oriente Médio

    Autoridades de Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait informaram nesta terça-feira que detectaram mísseis e drones lançados pelo Irã, alguns deles direcionados a bases militares dos Estados Unidos na região do Oriente Médio.

    Em Israel, as Forças de Defesa do país (IDF) afirmaram ter identificado projéteis disparados a partir do território iraniano em direção ao país. Diante da ameaça, os sistemas de defesa aérea foram acionados para interceptar os ataques.

    “As Forças de Defesa de Israel detectaram mísseis lançados do Irã em direção ao Estado de Israel. Os sistemas de defesa estão em operação para interceptar a ameaça”, informou o Exército israelense em comunicado divulgado no Telegram.

    Jornalistas da agência France-Presse em Jerusalém relataram ter ouvido sirenes de alerta e explosões à distância durante o episódio. Pouco depois, as autoridades autorizaram que a população deixasse os abrigos antiaéreos.

    Até o momento, não há confirmação de vítimas graves. O serviço de emergência Magen David Adom, equivalente à Cruz Vermelha em Israel, informou que prestou atendimento a um pequeno número de pessoas que se machucaram enquanto corriam para áreas protegidas.

    A emissora israelense Canal 12 relatou que houve feridos após ataques aéreos iranianos nas proximidades de Tel Aviv.

    Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa anunciou que sete mísseis balísticos disparados pelo Irã foram interceptados. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas norte-americanas perto da capital Riad.

    Segundo o governo saudita, todos os projéteis direcionados à base foram destruídos pelos sistemas de defesa do país. Outro míssil, que seguia em direção à região leste do território saudita, também foi neutralizado.

    As autoridades sauditas também informaram que cinco drones foram abatidos na região de Al-Kharj, onde fica a base aérea, além de dois drones na área de Hafar Al-Batin, próxima à fronteira com o Kuwait.

    Dois outros drones foram interceptados quando se aproximavam do campo petrolífero de Shaybah, importante instalação energética localizada perto da fronteira com os Emirados Árabes Unidos.

    Nos Emirados Árabes Unidos, o Ministério da Defesa confirmou que o país enfrenta um ataque envolvendo drones e mísseis. Em comunicado, o governo informou que os sistemas de defesa aérea foram ativados para responder às ameaças e pediu que a população permaneça em casa.

    Já o Kuwait informou que seus radares detectaram cinco drones hostis que entraram no espaço aéreo do país. Segundo as forças armadas kuwaitianas, quatro foram destruídos e um caiu fora da área considerada de risco.

    A Guarda Revolucionária do Irã confirmou que lançou uma nova ofensiva contra Israel e também contra bases militares dos Estados Unidos no Iraque, além de operações direcionadas às forças navais americanas no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência iraniana Fars, a força de elite afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de bases consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos, que atua no Golfo.

    Outra nota, divulgada pela agência Tasnim, afirmou que a ofensiva teria sido “a mais intensa desde o início do conflito”, com ataques que se estenderam por mais de três horas.

    Segundo o Irã, os ataques também teriam atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses danos.

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

  • Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Guarda Revolucionária diz que dois projéteis atingiram a base de Arifjan, que abriga forças americanas no Golfo. Arábia Saudita afirma ter interceptado mísseis iranianos, enquanto Teerã anuncia nova ofensiva contra Israel e alvos ligados aos Estados Unidos

    A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta terça-feira que lançou mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos no Kuwait. A informação foi divulgada pelas agências iranianas Mehr e Fars, embora o governo do Kuwait ainda não tenha confirmado oficialmente o ataque.

    Segundo as agências, dois mísseis teriam atingido a base de Arifjan, uma importante instalação militar localizada ao sul da Cidade do Kuwait. O local abriga o quartel-general avançado da componente terrestre do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio.

    Horas antes do suposto ataque, autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do próprio Kuwait haviam informado que detectaram mísseis lançados a partir do território iraniano. Alguns deles teriam como alvo bases militares dos EUA na região.

    O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou que sete mísseis balísticos foram disparados pelo Irã. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas americanas perto da capital Riad.

    De acordo com o governo saudita, todos os seis mísseis direcionados à base foram interceptados e destruídos pelas defesas do país. Um outro projétil, que seguia em direção ao leste do território saudita, também foi neutralizado.

    A Guarda Revolucionária do Irã também anunciou novos ataques contra Israel e bases militares americanas no Iraque, além de operações contra forças navais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a força de elite iraniana afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de instalações consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos EUA, que atua no Golfo.

    Segundo outra nota divulgada pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, esta ofensiva teria sido “a mais intensa e devastadora” desde o início do conflito, com ataques realizados durante mais de três horas.

    As forças armadas iranianas também afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses ataques.
     
     

     

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

  • Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu

    Em meio à escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, embarcação foi atingida por projétil não identificado no Golfo Pérsico. Tripulação está segura, mas ataque aumenta a tensão em uma das rotas marítimas mais importantes para o transporte mundial de petróleo.

    Um navio porta-contêineres foi atingido por um projétil nas proximidades do estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo. A informação foi divulgada pela UKMTO (United Kingdom Maritime Trade Operations), agência de segurança marítima vinculada às Forças Armadas do Reino Unido.

    Segundo o órgão, o capitão da embarcação relatou que o navio sofreu danos após ser atingido por um projétil ainda não identificado, mas informou que todos os tripulantes estão em segurança.

    O incidente ocorreu a cerca de 25 milhas náuticas (aproximadamente 46 quilômetros) a noroeste de Ras Al Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos. A área fica dentro do Golfo Pérsico, próxima ao estreito de Ormuz, ponto crucial para o comércio global de petróleo.

    A região vive um período de forte tensão após a escalada do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, que colocou a navegação no Golfo sob alerta máximo.

    De acordo com a UKMTO, 14 incidentes envolvendo embarcações foram registrados entre 28 de fevereiro, data em que começou a atual crise militar, e esta terça-feira. Desse total, quatro casos foram classificados como atividades suspeitas, como relatos de explosões ou detonações próximas, enquanto dez ataques atingiram diretamente navios.

    Segundo a agência, esses episódios já deixaram sete marinheiros mortos.

    O estreito de Ormuz é considerado uma das rotas marítimas mais importantes do planeta, por onde normalmente passam cerca de 20% de todo o petróleo transportado no mundo. No entanto, o fluxo de embarcações caiu drasticamente desde o início da ofensiva militar liderada por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

    Teerã respondeu com ameaças de bloquear completamente a passagem. O governo iraniano afirmou que poderá impedir a exportação de “um único litro de petróleo da região” caso os ataques contra o país continuem.

    Washington, por sua vez, declarou que qualquer tentativa de bloquear o estreito poderá levar a uma intensificação da ofensiva militar.

    Diante da sequência de ataques e das ameaças crescentes, companhias de navegação têm evitado a rota, o que fez o tráfego no estreito de Ormuz cair a níveis mínimos nas últimas semanas.
     
     

     

    Navio porta-contêineres é atingido por projétil perto do estreito de Ormu