Categoria: MUNDO

  • Novo caso de hantavírus é confirmado nos Países Baixos

    Novo caso de hantavírus é confirmado nos Países Baixos

    Confirmam-se agora 12 casos da doença e três vítimas mortais

    A Organização Mundial de Saúde informou, esta sexta-feira (22), que foi registrado um novo caso de hantavírus, nos Países Baixos.

    Trata-se de um membro da tripulação do navio Hondius, onde o surto foi inicialmente detectado. A vítima saiu do navio em Tenerife, Espanha, e viajou depois para o seu país de origem, onde se encontra em isolamento desde então.

    Na publicação que faz nas suas redes sociais, a OMS recorda que até ao momento foram reportados um total de 12 casos da doença, e que há três vítimas mortais.

     

    O cruzeiro que levava quase 150 pessoas numa viagem a alguns dos locais mais remotos do planeta, tornou-se o foco da atenção do mundo inteiro quando um passageiro holandês morreu a bordo no último dia 11 de abril, tornando-se o primeiro de três mortes atribuídas ao hantavírus.

    A mesma entidade, recorda que mais de 600 possíveis casos continuam sendo acompanhados pelas autoridades sanitárias, em mais de 30 países.

    Novo caso de hantavírus é confirmado nos Países Baixos

  • Com guerra, censura à internet no Irã chega a 83 dias, e repressão a dissidentes cresce

    Com guerra, censura à internet no Irã chega a 83 dias, e repressão a dissidentes cresce

    Teerã estabelece conexão mais cara para pré-autorizados enquanto população não consegue pagar por aplicativos que permitem acessar sites de fora. Comandante da polícia anunciou que 6.500 ‘espiões e traidores’ foram presos desde o início do conflito; jornalista japonês está entre eles

    TEERÃ, IRÃ, E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Irã completou 83 dias de apagão da internet. Poucas horas depois do início dos ataques de Israel e Estados Unidos contra o país, em 28 de fevereiro, o governo bloqueou o acesso a todos os sites estrangeiros. Em janeiro, durante uma onda de protestos contra o governo que deixou milhares de mortos pelas forcas de segurança, a rede já tinha ficado bloqueada por 20 dias.

    Segundo a NetBlocks, organização que monitora censura à internet, o apagão do Irã é o mais longo já registrado em um país conectado digitalmente -já dura mais tempo que o bloqueio à internet em Mianmar durante o golpe de Estado em 2021, que foi de 72 dias.

    Integrantes e pessoas próximas ao governo iraniano argumentam que a censura à internet é necessária por segurança. Primeiro, por dizerem que as forças israelenses e americanas usaram rastreamento de celular para localizar os líderes militares assassinados durante o início da guerra. Segundo, por afirmarem que a internet e, principalmente, as redes sociais estavam sendo usadas por potências estrangeiras para insuflar uma tentativa de golpe contra o atual governo.

    Anteriormente, muitas redes sociais, como o Instagram, e aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, já eram bloqueados no país. Mas boa parte da população baixava aplicativos de VPN (sigla em inglês para Rede Privada Virtual), que escondem a origem do usuário e permitem burlar a restrição.

    Desde o início da guerra, no entanto, o preço das VPNs confiáveis, que realmente funcionam, explodiu. Os custos variam muito, conforme o consumo de gigabytes, mas hoje é preciso desembolsar cerca de US$ 5 a US$ 10 por mês, segundo informaram à Folha iranianos que são usuários desses serviços. No ano passado, o equivalente a US$ 0,20 (no câmbio atual) era suficiente e ainda era possível obter “configurações” em comunidades do Telegram para ter VPN gratuita.

    Agora, em um país onde o salário mínimo está em cerca de US$ 70, boa parte da população acaba sem acesso.

    Quem não tem VPN só consegue entrar na internet iraniana, que é completamente separada da global. São aplicativos de mensagens, sites de comércio eletrônico, redes sociais e mecanismos de busca iranianos, além de veículos de notícia locais autorizados pelo governo.

    Sem VPN, o único site estrangeiro acessível é a busca do Google. No entanto, todos os sites não iranianos que aparecem como resultados da busca estão bloqueados, até endereços como Wikipedia.

    Os principais prejudicados são pequenos empresários que dependiam da internet para trabalhar, desde comerciantes que vendiam seus produtos online, pelo Instagram, até profissionais liberais. Um professor de inglês contou à Folha que costumava dar nove aulas por dia pela internet, e metade de seus estudantes era de fora. Perdeu todos esses alunos.

    Zeynab Dezfouly fazia 70% das vendas de suas bolsas e chapéus de crochê pelo Instagram quando a internet foi bloqueada. Com o fim da loja online, ela passou a vender na rua, em dois mercados, na oficina de costura e em um site local iraniano, que está fora do bloqueio imposto pelo governo. Mesmo assim, acumula perda de 50% no faturamento

    Há cerca de um mês, o governo lançou um serviço especial para empresários autorizados, o que levou críticos a chamarem a rede no Irã de “internet por classes”.

    O programa Internet Pro oferece a empresários pré-aprovados um acesso especial -mas custa caro, e é só para quem passa por um processo de triagem.
    Já existe um mercado paralelo para venda de Internet Pro para pessoas que não seriam qualificadas. No tráfico de acesso privilegiado à internet, os preços são ainda mais altos.

    Além disso, alguns poucos políticos, veículos de imprensa, diplomatas e pessoas com boas conexões no governo conseguem os chamados “SIM cards brancos”, que dão acesso irrestrito à rede.

    Desde janeiro, o governo confisca e prevê prisão para quem tiver acesso por Starlink (empresa de internet de Elon Musk) não autorizado.

    Pessoas ligadas ao governo iraniano afirmaram à Folha que a internet no país vai continuar bloqueada por tempo indeterminado, porque a rede é encarada como uma ameaça à segurança nacional.

    A China é vista como um modelo a ser seguido.

    Lá vigora o bloqueio a vários sites estrangeiros. No modelo da grande muralha digital, existem sites chineses semelhantes aos ocidentais, de redes sociais, por exemplo, que são sujeitos a monitoramento e censura do governo.

    Os jovens iranianos estão entre os mais insatisfeitos com o bloqueio da internet.

    “Tiraram a nossa felicidade”, disse à Folha Paniz, 19, estudante que era usuária frequente de TikTok e Instagram. Agora ela só os acessa muito de vez em quando, porque não tem dinheiro para pagar a VPN.

    Rahim, dono de uma banca de venda de nozes no Grand Bazaar, em Teerã, usa VPN.

    “Eu acompanho diariamente as contas do Donald Trump e as informações do governo iraniano, gosto de comparar o que todos falam e sentir nas redes sociais o que estão dizendo”, diz Rahim. Ele paga o equivalente a US$ 6 em uma VPN que dura 15 dias. Mas diz achar injusto, por saber que grande parte das pessoas não tem dinheiro para isso.

    REPRESSÃO

    O acesso à internet não é o único alvo de repressão do governo iraniano nos últimos meses. Desde o início da guerra, Teerã aumentou o número de prisões e execuções de dissidentes e confiscos de bens.

    Segundo o alto comissário da ONU para Direitos Humanos, Volker Türk, ao menos 21 pessoas foram executadas e mais de 4.000 foram presas por acusações ligadas à segurança nacional desde o final de fevereiro. Os executados eram acusados de ter ligação com protestos, com grupos da oposição, ou de fazer espionagem.

    De acordo com o site de notícias iraniano Asriran, o comandante geral da polícia do Irã (Faraja), general Ahmad-Reza, anunciou que 6.500 “espiões e traidores” foram presos desde o início da guerra. Grande parte estaria ligada aos protestos de janeiro.

    O secretário de Justiça da província do Azerbaijão Ocidental, Nasser Atabati, anunciou o confisco dos bens de 129 pessoas consideradas ameaças à segurança do Estado, por supostamente terem cooperado com países hostis. “Ações decisivas e dissuasórias contra traidores, mídia hostil e elementos ligados ao inimigo poderoso vão continuar.”

    Um dos presos foi o jornalista japonês Shinnosuke Kawashima, chefe da sucursal da TV NHK em Teerã. Kawashima e um jornalista iraniano de sua equipe foram detidos e levados para a temida prisão Evin em 20 de janeiro, após cobrirem os protestos de oposição ao governo.

    Após intensas negociações entre os governos do Irã e do Japão, o jornalista foi solto sob fiança no início de abril e está em prisão domiciliar. Ele aguarda seu julgamento e não pode deixar o país.

    Nesta quinta-feira (21), a Justiça iraniana anunciou a execução de dois homens acusados de integrar grupos terroristas separatistas que estariam envolvidos em ataques contra forças de segurança e complôs para assassinatos no oeste do Irã.

    Com guerra, censura à internet no Irã chega a 83 dias, e repressão a dissidentes cresce

  • Hematomas e fraturas: ativistas da flotilha falam em tortura em Israel

    Hematomas e fraturas: ativistas da flotilha falam em tortura em Israel

    Vários ativistas da Freedom Flotilla chegaram à Turquia com marcas de agressão, alegando terem sido torturados pelas forças israelitas enquanto estiveram detidos. Pelo menos um dos membros da iniciativa humanitária, sofreu fraturas devido à agressão

    Alguns dos membros da flotilha interceptada por Israel desde segunda-feira estão chegando à Turquia com inúmeros hematomas e marcas de agressão que a organização da Freedom Flotilla alega serem provas da tortura que sofreram em Tel Aviv.

    As marcas têm formas que se assemelham a círculos e a cilindros, aparentando ter sido feitas por bastões ou cassetetes. À sua volta, criou-se uma marca azul e roxa. Nas costas de um dos ativistas da flotilha há, pelo menos, dez hematomas deste gênero – são só aqueles que é possível ver nas imagens compartilhadas pela Freedom Flotilla.

    Em outra fotografia há, de novo, uma marca circular, e um hematoma roxo que preenche quase a totalidade da parte superior de um braço. Outro homem tem a coxa completamente roxa. Na testa, parece ter um corte.

     
     
     

     
     
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    A Freedom Flotilla compartilha ainda um vídeo dos ativistas que chegaram à Turquia onde é possível ver vários em macas e cadeiras de rodas, aparentemente dentro de uma unidade de saúde e recebendo cuidados médicos. Pelo menos um dos ativistas teria ficado com fraturas, supostamente, devido às agressões que sofreu às mãos das forças israelenses.

    A polêmica começou quando o ministro da Segurança Nacional de Israel,  Itamar Ben-Gvir, surgiu em vídeo perante centenas de ativistas de mãos amarradas atrás das costas e ajoelhados no chão, de cabeça baixa. Ele agitou a bandeira de Israel, dizendo: “Bem-vindos”, em uma clara provocação.

    No próprio dia em que o vídeo do ministro se tornou viral, o próprio primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, veio condenar as ações de Ben-Gvir: “A forma como o ministro Ben Gvir lidou com os ativistas da flotilha não está em consonância com os valores e normas de Israel”.

    As Forças Armadas de Israel realizaram, entre segunda e terça-feira, a interceção em águas internacionais dos cerca de 50 barcos da flotilha humanitária, que tentavam chegar à Faixa de Gaza com cerca de 430 ativistas a bordo.

    Hematomas e fraturas: ativistas da flotilha falam em tortura em Israel

  • Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

    Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

    Grupo de mergulhadores teriam se enganado no túnel de saída. “Perceber que você está no caminho errado e que resta pouco ar é assustador”, destaca uma especialista

    Os cinco mergulhadores italianos, que perderam a vida em uma gruta subaquática nas Maldivas, podem ter sofrido um “erro de orientação”. Estas são as primeiras conclusões apresentadas pelo mergulhadores finlandeses que participaram na recuperação dos corpos. A investigação continua.

    O grupo desapareceu durante um mergulho à gruta de Thinwana Kandu. Os cinco mergulhadores tinham experiência e estavam participando em uma expedição. O guia da expedição foi a primeira morte confirmada, depois de o seu corpo ter vindo à superfície, no dia em que a expedição tinha começado.  Os outros corpos foram recuperados esta semana.

    A reconstituição realizada pelos investigadores da organização DAN Europe — especializada em segurança e medicina do mergulho — sugere que o grupo pode ter se desorientado durante a saída da caverna e acabou entrando em um túnel sem saída. A conclusão acontece depois de os especialistas finlandeses terem encontrado os corpos num corredor sem saída dentro do complexo subaquático.

    “Dali não havia saída”, explicou Laura Marroni, diretora executiva da organização, ao jornal italiano La Repubblica.

    Segundo a especialista, a caverna começa com uma grande câmara naturalmente iluminada e com fundo arenoso. A partir desse ponto, estende-se um corredor com cerca de 30 metros de comprimento e três metros de largura que conduz a uma segunda câmara completamente escura.

    Entre ambas existe um banco de areia que, ao entrar, pode ser atravessado com facilidade, mas que, durante o regresso, gera uma espécie de “ilusão da parede de areia”. À esquerda desse banco existe outro túnel mais curto e sem saída. 

    Os corpos teriam sido encontrados neste segundo túnel, o que leva a crer que os mergulhadores teriam sido enganados pela falsa parede de areia, que os levou a seguir pela saída errada.

    “Os corpos foram encontrados dentro daquele túnel, como se o tivessem confundido com o túnel correto”, explicou Marroni.

    O especialista salientou que, naquela profundidade e com cilindros de ar convencionais, os mergulhadores tinham apenas alguns minutos de margem de segurança dentro da segunda câmara. “Perceber que está no caminho errado e que resta pouco ar é assustador. Então você respira mais rápido e o suprimento diminui ainda mais.”

    Mergulhadores morreram no atol de Vaavu

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Itália anunciou que cinco compatriotas tinham morrido em um acidente ocorrido durante um mergulho no atol de Vaavu, nas Maldivas. “Os mergulhadores teriam falecido ao tentarem explorar algumas grutas a 50 metros de profundidade. A investigação do acidente ainda está em curso pelas autoridades das Maldivas”, referiu em comunicado.

    As vítimas são a professora de Ecologia da Universidade de Gênova, Monica Montefalcone, à sua filha Giorgia Sommacal, que também era aluna da universidade, à investigadora Muriel Oddenino, o biólogo marinho Federico Gualtieri e o guia Gianluca Benedetti.

    Os corpos foram todos recuperados esta quarta-feira e com isso as autoridades tiveram acesso às câmaras GoPro que os mergulhadores usavam e cujas imagens serão agora analisadas para perceber o que realmente poderá ter acontecido ao grupo. 

     

    Maldivas: Mergulhadores terão entrado em túnel errado e ficado sem ar

  • Irã reconstrói poder militar mais rápido que EUA previam, diz TV

    Irã reconstrói poder militar mais rápido que EUA previam, diz TV

    As Forças Armadas iranianas estão se reconstituindo mais rapidamente do que o estimado pelos Estados Unidos. O Irã estaria recebendo ajuda da China para sua reconstrução

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O Irã reiniciou parte de sua produção militar durante o cessar-fogo que começou em abril com os Estados Unidos.

    As Forças Armadas iranianas estão se reconstituindo mais rapidamente do que o estimado. Segundo fontes da inteligência americana para a CNN, o Irã já retomou parte de sua produção de drones, recuperando-se dos ataques conjuntos entre EUA e Israel.

    O Irã continua como uma ameaça. A reconstrução inclui a substituição de locais de mísseis, lançadores e produção de sistemas de armas essenciais que foram destruídos durante o conflito atual. Isso é uma preocupação particular para os aliados de Donald Trump. Caso o presidente dos Estados Unidos retome os bombardeios na região, o Irã poderia aumentar sua capacidade de produção de mísseis, o que é uma ameaça para os aliados de Trump no Golfo.

    O Irã estaria recebendo ajuda da China para sua reconstrução. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse à emissora americana CBS que a China está fornecendo “componentes para fabricação de mísseis” ao Irã. Entretanto, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, negou a alegação durante uma entrevista coletiva.

    Apesar dos danos, o Irã mantém capacidade de produzir mísseis balísticos. Segundo fontes da inteligência americana, a reconstrução balística do Irã não começa do zero e milhares de drones iranianos ainda existem.

    A existência dos mísseis pode ameaçar o Estreito de Hormuz. O Irã divulgou nesta quarta um mapa de “zona marítima controlada” no Estreito de Hormuz, com objetivo de estender o monitoramento das Forças Armadas iranianas para a passagem de navios na região. O país bloqueou quase todo o tráfego marítimo desde o início do conflito com americanos e israelenses, em fevereiro.

    Donald Trump diz que o Irã pode sofrer caso as negociações para o fim da guerra fracassem. Durante uma entrevista nesta semana, Trump disse que os EUA podem atacar o Irã para forçá-lo a fechar o acordo. A proposta mais recente de paz enviada pelo governo iraniano foi recusada pelo republicano.

    Irã reconstrói poder militar mais rápido que EUA previam, diz TV

  • Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

    O motociclista Erinaldo Cleibson de Aquino chegou a ser socorrido, mas morreu no local

    Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um brasileiro de 43 anos, natural de Limoeiro (PE), morreu após um acidente de moto na província de Jujuy, na Argentina, enquanto seguia rumo ao Atacama, no Chile.

    Erinaldo Cleibson de Aquino viajava em expedição desde o dia 8 de maio. Ele seguia em um grupo de seis amigos, incluindo o irmão e o cunhado.

    O objetivo do grupo era chegar ao Deserto do Atacama, no Chile. De acordo com a declaração de Emanuel Péricles, cunhado da vítima, ao Jornal do Commercio, Aquino perdeu o controle em uma curva e bateu em uma mureta de proteção.

    O motociclista chegou a ser socorrido, mas morreu no local. O grupo agora aguarda na cidade de Susques a liberação do traslado do corpo de volta à cidade de Limoeiro, no agreste pernambucano. As motos devem ser levadas de volta por um reboque.

    Erivaldo Aquino, irmão do motociclista, que também viajava com o grupo, lamentou o acidente no Instagram. “Meu amado irmão! Viajou comigo e foi para os braços do pai”, diz o texto publicado nos Stories.

    Loja de tecidos e aviamentos do qual Erinaldo era sócio também prestou homenagem via Instagram. Na rede social, a empresa Erivaldo Tecidos publicou: “Em memória de Erinaldo, sua luz e paixão pela liberdade sempre viverão”.

    Erinaldo Aquino era presidente do motoclube Asas do Capibaribe. De acordo com amigos e familiares, a viagem ao Atacama era um sonho do motociclista. Ele deixa três filhos, de 18, 15 e 12 anos.

    Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

  • Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

    Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

    O motociclista Erinaldo Cleibson de Aquino chegou a ser socorrido, mas morreu no local

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um brasileiro de 43 anos, natural de Limoeiro (PE), morreu após um acidente de moto na província de Jujuy, na Argentina, enquanto seguia rumo ao Atacama, no Chile.

    Erinaldo Cleibson de Aquino viajava em expedição desde o dia 8 de maio. Ele seguia em um grupo de seis amigos, incluindo o irmão e o cunhado.

    O objetivo do grupo era chegar ao Deserto do Atacama, no Chile. De acordo com a declaração de Emanuel Péricles, cunhado da vítima, ao Jornal do Commercio, Aquino perdeu o controle em uma curva e bateu em uma mureta de proteção.

    O motociclista chegou a ser socorrido, mas morreu no local. O grupo agora aguarda na cidade de Susques a liberação do traslado do corpo de volta à cidade de Limoeiro, no agreste pernambucano. As motos devem ser levadas de volta por um reboque.

    Erivaldo Aquino, irmão do motociclista, que também viajava com o grupo, lamentou o acidente no Instagram. “Meu amado irmão! Viajou comigo e foi para os braços do pai”, diz o texto publicado nos Stories.

    Loja de tecidos e aviamentos do qual Erinaldo era sócio também prestou homenagem via Instagram. Na rede social, a empresa Erivaldo Tecidos publicou: “Em memória de Erinaldo, sua luz e paixão pela liberdade sempre viverão”.

    Erinaldo Aquino era presidente do motoclube Asas do Capibaribe. De acordo com amigos e familiares, a viagem ao Atacama era um sonho do motociclista. Ele deixa três filhos, de 18, 15 e 12 anos.

    Brasileiro morre em acidente de moto na Argentina a caminho do Atacama

  • Israel deporta ativistas após vídeo do grupo amarrado e ajoelhado causar crise diplomática

    Israel deporta ativistas após vídeo do grupo amarrado e ajoelhado causar crise diplomática

    Integrantes da iniciativa chegaram na Turquia nesta quinta (21); há quatro brasileiros entre eles. Reino Unido, EUA Polônia e Itália estão entre os países que criticaram o governo de Tel Aviv

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo de Israel anunciou nesta quinta-feira (21) que deportou todos os ativistas estrangeiros que integravam uma flotilha com destino à Faixa de Gaza e foram interceptados pelas forças de Tel Aviv no mar Mediterrâneo.

    A libertação dos detidos ocorre um dia após uma avalanche de críticas internacionais, culminando numa crise diplomática, devido à divulgação de um vídeo pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, o extremista Itamar Ben-Gvir, que mostrava os ativistas detidos com as mãos amarradas e a testa apoiada no chão enquanto o hino nacional israelense era reproduzido em volume alto.

    As reações, inclusive, continuaram nesta quinta. O Reino Unido convocou o encarregado de negócios de Israel para prestar esclarecimentos, num gesto que é considerado uma reprimenda diplomática. O Ministério das Relações Exteriores disse que o vídeo “viola os padrões mais básicos de respeito e dignidade”.

    Na Polônia, o chanceler Radoslaw Sikorski pediu que Ben-Gvir seja proibido de entrar no país. Já o ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, defendeu que a União Europeia deveria discutir sanções ao ministro israelense.

    Até mesmo Estados Unidos, aliado de Tel Aviv, criticaram o episódio. O embaixador americano Mike Huckabee disse que, apesar da flotilha ser uma “ação estúpida”, Ben-Gvir “traiu a dignidade” de Israel pela forma como agiu.

    No dia anteriores, outros governos, incluindo França, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Itália, Irlanda e Turquia também criticaram o tratamento dispensado aos ativistas detidos.

    Os cerca de 430 integrantes da flotilha foram retirados de suas embarcações e ficaram detidos em Israel antes da deportação. Quatro brasileiros estão no grupo: Beatriz Moreira, militante do Movimento de Atingido por Barragens; Ariadne Teles, advogada de direitos humanos e coordenadora da Global Sumud Brasil; Thainara Rogério, desenvolvedora de software; e Cássio Pelegrini, médico pediatra.

    Segundo organizadores da flotilha no Brasil, a expectativa é que eles cheguem na Turquia ainda nesta quinta.

    Ainda de acordo com organizadores da flotilha, os ativistas foram deportados no Aeroporto Ramon, no sul de Israel. Em um comunicado, o grupo jurídico Adalah acrescentou que os membros da iniciativa haviam sido mantidos na prisão de Ktzi’ot, no deserto de Negev, perto da fronteira com o Egito.

    A Turquia anunciou que enviaria aviões para Israel para repatriar seus cidadãos.

    A mais recente flotilha era composta por quase 50 barcos e havia partido do sul da Turquia na quinta (14) da semana passada. Os organizadores afirmam que a missão tinha como objetivo levar ajuda humanitária ao território palestino e desafiar o bloqueio naval mantido por Israel.

    Na segunda (18), os ativistas anunciaram que forças de Israel haviam começado a subir a bordo das embarcações. Vídeos divulgados em seguida mostram militares israelenses disparando contra ao menos dois barcos. Tel Aviv afirmou que suas forças fizeram apenas “disparos de advertência”.

    Esta foi a terceira tentativa do grupo, em um ano, de alcançar a Faixa de Gaza por via marítima. Missões anteriores também foram interceptadas por Israel em águas internacionais. O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, classificou a iniciativa mais recente de “projeto mal-intencionado”.

    Israel deporta ativistas após vídeo do grupo amarrado e ajoelhado causar crise diplomática

  • Calor 'histórico' se estende à Europa: "Temperaturas muito altas"

    Calor 'histórico' se estende à Europa: "Temperaturas muito altas"

    Agência meteorológica espanhola fala num “episódio de temperaturas muito altas para a época do ano”. Na França, o calor chega na sexta-feira, e as temperaturas podem “ultrapassar em mais de 10°C” os registros geralmente observados no final de maio

    Em Portugal, o cenário meteorológico mudou esta semana, com a chegada do calor e com registo, até, de temperaturas próximas dos 36ºC em algumas regiões, ao contrário daquele que foi o panorama no início do mês de maio. Mas não é só por lá que o tempo de verão está se instalando: Espanha, França e Itália, por exemplo, estão noticiando uma “subida drástica das temperaturas” por estes dias.

    Na Espanha, um “episódio de temperaturas muito altas para a época do ano” é esperado em grande parte do país, segundo a agência meteorológica espanhola (AEMET).

    Dentro das variações que podem ocorrer na península, tudo indica que este episódio de calor será caracterizado pela “intensidade” e por atingir níveis “típicos de pleno verão”, segundo a AEMET.

    De acordo com as previsões atuais, a situação poderá persistir pelo menos até meados da próxima semana, com temperaturas máximas generalizadas de 34ºC nas principais localidades e de 36 a 38ºC nos vales do Guadiana e do Guadalquivir. A AEMET emitiu um aviso amarelo para Badajoz e Biscaia.

    O El Mundo destaca que as temperaturas previstas são “mais típicas do auge do verão do que da segunda semana de maio”.

    Na França, por sua vez, a subida de temperatura deverá começar na sexta-feira e irá afetar particularmente o sudoeste do país, onde os termômetros podem chegar aos 35°C — em Paris, por exemplo, as máximas deverão variar entre 28º e 30ºC.

    “O tempo vai mudar drasticamente na França nos próximos dias, com o forte regresso da alta pressão sobre a Europa Ocidental. Impulsionado por um fluxo de sul a sudoeste associado a uma frente fria ao largo da costa de Portugal, o ar quente da Península Ibérica vai subir em direção ao país, provocando uma subida drástica das temperaturas”, explica o canal meteorológico La Chaîne Météo, que acrescenta que, em alguns locais, as temperaturas podem “ultrapassar em mais de 10°C” os registros geralmente observados no final de maio. 

    “A prematuridade, a duração e a intensidade deste episódio é o que o torna notável, ou mesmo histórico para a época”, nota ainda o mesmo canal.

    Itália também espera temperaturas acima dos 30ºC no próximo fim de semana.

    O Corriere della Sera noticia que se espera uma subida tanto das temperaturas mínimas e como das temperaturas máximas, um fenômeno que se agravará ao longo do fim de semana. “O primeiro fim de semana de verão chega à Europa”, escreve o mesmo jornal.

    Em Portugal, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê para hoje uma nova subida da temperatura, com as máximas a variarem entre os 30 e os 35 graus Celsius na grande maioria do território do continente, com exceção de alguns locais da faixa costeira ocidental, podendo atingir 37 e 38 graus no Alentejo, Vale do Tejo e alguns vales dos rios na parte mais interior das regiões Norte e Centro.

    Também a temperatura mínima irá subir, prevendo-se que em alguns locais do Alentejo e do Algarve, sejam registados valores próximos de 20 graus, ou seja, noites tropicais.

    Calor 'histórico' se estende à Europa: "Temperaturas muito altas"

  • Embaixador americano condena "ações desprezíveis" de ministro israelense

    Embaixador americano condena "ações desprezíveis" de ministro israelense

    Embaixador dos Estados Unidos em Israel criticou duramente o ministro Itamar Ben Gvir após divulgação de vídeo em que ativistas pró-Palestina aparecem algemados e ajoelhados. As imagens provocaram reação internacional e foram condenadas até por integrantes do governo israelense

    O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, criticou nesta quinta-feira as “ações desprezíveis” do ministro da Segurança Nacional israelense, Itamar Ben Gvir, após a divulgação de um vídeo em que o político aparece repreendendo e humilhando ativistas pró-Palestina da flotilha interceptada por Israel.

    Apesar de ser considerado um aliado próximo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, Huckabee se juntou à onda de críticas internacionais e também às condenações feitas por integrantes do próprio governo israelense.

    “A flotilha foi uma manobra publicitária estúpida, mas Ben Gvir traiu a dignidade do seu país”, escreveu o embaixador nas redes sociais.

    O vídeo divulgado pelo ministro provocou forte repercussão internacional e já havia sido criticado por Netanyahu e pelo chanceler israelense, Gideon Saar.

    Nas imagens, Ben Gvir aparece caminhando entre ativistas internacionais algemados e ajoelhados no porto de Ashdod, para onde foram levados após os barcos da flotilha “Global Summit” serem interceptados pela Marinha israelense em águas internacionais.

    Enquanto segura uma bandeira de Israel, o ministro afirma no vídeo:

    “É assim que recebemos aqueles que apoiam o terrorismo. Bem-vindos a Israel.”

    As imagens mostram dezenas de ativistas ajoelhados, com a cabeça baixa, cercados por policiais armados, enquanto o hino nacional israelense toca em caixas de som.

    Em alguns momentos, os ativistas aparecem com o rosto pressionado contra o chão e as mãos amarradas nas costas enquanto são conduzidos pelas autoridades israelenses.

    Benjamin Netanyahu classificou as imagens como “incompatíveis com os valores de Israel”. Já o ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, acusou Ben Gvir de ter “prejudicado deliberadamente” a imagem do país com “esse espetáculo vergonhoso”.

    As forças israelenses interceptaram os barcos da flotilha na costa do Chipre na segunda-feira. Na quarta, começaram a transferir centenas de ativistas pró-Palestina, incluindo dois portugueses, para o sul de Israel.

    Na noite de terça-feira, o Ministério das Relações Exteriores israelense informou que os 430 integrantes da flotilha haviam sido colocados em embarcações israelenses e levados para o território do país.

    A organização de direitos humanos Adalah denunciou a operação.

    “Depois de partirem rumo a Gaza para entregar ajuda humanitária e desafiar o bloqueio ilegal, esses participantes civis foram retirados à força de águas internacionais”, afirmou a entidade.

    A flotilha era formada por cerca de 50 embarcações que partiram da Turquia na semana passada com o objetivo de romper o bloqueio imposto por Israel à Faixa de Gaza, devastada por dois anos de guerra.
     

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