Categoria: MUNDO

  • Louvre chegou a abrir nesta segunda, mas fechou novamente após assalto

    Louvre chegou a abrir nesta segunda, mas fechou novamente após assalto

    Museu mais visitado do mundo suspendeu visitas um dia depois do roubo de nove joias da coleção de Napoleão. Autoridades francesas admitem falhas graves de segurança e prometem capturar os responsáveis

    O Museu do Louvre, em Paris, continuará fechado nesta segunda-feira (20) após o assalto ocorrido no domingo, informou a direção do museu à emissora France Bleu.

    As portas chegaram a ser abertas normalmente pela manhã, e os primeiros visitantes foram autorizados a entrar. No entanto, poucas horas depois, o museu decidiu evacuar o prédio e suspender novamente as visitas. Em comunicado nas redes sociais, a administração informou que os ingressos comprados antecipadamente serão reembolsados.

    O assalto ao Louvre

    O roubo ocorreu na manhã de domingo (19), entre 9h30 e 9h40, horário local (4h30 e 4h40 no horário de Brasília). Segundo as autoridades francesas, pelo menos três homens encapuzados invadiram o museu em scooters e aproveitaram obras em andamento para usar um elevador de carga que dava acesso direto à Galeria d’Apollon, setor onde estava exposta uma valiosa coleção de joias pertencentes a Napoleão Bonaparte.

    Os criminosos quebraram vitrines e roubaram nove peças históricas, entre elas um colar, uma pregadeira e uma tiara. O valor das joias ainda não foi oficialmente estimado, mas especialistas afirmam que o prejuízo é de proporções “inestimáveis”, considerando o valor histórico e artístico da coleção.

    Críticas ao sistema de segurança

    O ministro do Interior da França, Gérald Darmanin, admitiu falhas graves na segurança do museu. “Falhamos. Os criminosos conseguiram instalar uma plataforma elevatória na via pública e roubar joias de valor incalculável, o que transmite uma imagem deplorável da França”, afirmou em entrevista à rádio France Inter.

    O presidente Emmanuel Macron também se pronunciou, prometendo que as forças de segurança farão “tudo o que for possível” para identificar e capturar os responsáveis. Até o momento, quatro suspeitos estão sendo procurados.

    Histórico recente de furtos em museus franceses

    O episódio reacende o debate sobre falhas de segurança nos principais museus da França. Em setembro, o Museu Nacional de História Natural, também em Paris, foi alvo de um arrombamento que resultou no roubo de peças de ouro nativo avaliadas em cerca de 600 mil euros (aproximadamente R$ 3,7 milhões).

    Poucas semanas depois, um assalto ao Museu Nacional de Porcelana de Limoges, no centro do país, provocou prejuízos estimados em 6,5 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões).

    Um ícone cultural ameaçado

    Localizado no coração de Paris, o Louvre é o museu mais visitado do mundo, com quase 9 milhões de visitantes em 2024. O novo incidente representa um duro golpe na imagem do país e reacende a discussão sobre a vulnerabilidade do patrimônio cultural francês diante da ação de quadrilhas especializadas em arte e antiguidades.

    Louvre chegou a abrir nesta segunda, mas fechou novamente após assalto

  • Incêndio em prédio de Lyon deixa quatro mortos e dezenas desabrigados

    Incêndio em prédio de Lyon deixa quatro mortos e dezenas desabrigados

    Fogo começou na madrugada desta segunda-feira em um edifício de dez andares próximo ao centro comercial La Part-Dieu. As vítimas estavam no subsolo e não seriam moradoras do local. Autoridades investigam as causas do incêndio

    Quatro pessoas morreram após um incêndio atingir um edifício residencial em Lyon, na França. As vítimas estavam no subsolo do prédio, e autoridades acreditam que não eram moradoras do local. O fogo foi controlado após duas horas de combate.

    Um incêndio atingiu um prédio de dez andares no 3º distrito de Lyon, próximo ao centro comercial La Part-Dieu, na madrugada desta segunda-feira (20). As chamas começaram por volta das 5h10 (horário local) e foram completamente controladas às 7h.

    De acordo com as autoridades locais, as vítimas são dois homens e duas mulheres. O prefeito Grégory Doucet afirmou que o caso será investigado e elogiou a resposta rápida dos bombeiros, que mobilizaram 78 agentes e 34 viaturas. 

    Um ginásio municipal foi aberto para receber os moradores desalojados, e equipes de apoio psicológico estão acompanhando as famílias afetadas pela tragédia.

     

    Incêndio em prédio de Lyon deixa quatro mortos e dezenas desabrigados

  • EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

    EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

    Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), grupo armado colombiano classificado pelos EUA como organização terrorista. “Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental. Eles serão caçados e mortos como os terroristas que são”, declarou.

    Os Estados Unidos realizaram mais um ataque a uma embarcação perto da costa da Venezuela, informou neste domingo (19) o secretário de Guerra americano, Pete Hegseth. Três pessoas morreram no bombardeio, que faz parte da ofensiva marítima iniciada pelo governo de Donald Trump contra o tráfico de drogas no Caribe. É o quinto ataque anunciado pelos EUA desde o início da operação.

    Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), grupo armado colombiano classificado pelos EUA como organização terrorista. “Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental. Eles serão caçados e mortos como os terroristas que são”, declarou.

     

    O governo venezuelano reagiu, acusando os EUA de violar sua soberania e tentar criar um pretexto para invadir o país. A Procuradoria da Venezuela pediu à ONU que investigue os ataques, que classificou como “crimes contra a humanidade”, alegando que as vítimas seriam pescadores e não traficantes.

    A tensão aumentou após Trump autorizar operações secretas da CIA em território venezuelano. Em resposta, o presidente Nicolás Maduro criticou as ações americanas e pediu “paz, não guerra”, citando intervenções fracassadas dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

    Na véspera, Trump publicou vídeo mostrando a destruição de um submarino que, segundo ele, levava fentanil e outras drogas em direção aos EUA. O presidente afirmou que dois “narcoterroristas” foram mortos e dois presos, acrescentando que “nenhum militar americano ficou ferido na operação”.

    “Os Estados Unidos não tolerarão narcoterroristas traficando drogas ilegais por terra ou mar”, escreveu Trump na rede Truth Social.

    Desde setembro, as forças americanas já destruíram cinco embarcações no Caribe, com ao menos 17 mortes, segundo dados divulgados pelo próprio governo dos EUA. As operações vêm sendo justificadas como parte de um “conflito armado contra os cartéis de drogas”.

    Críticos, porém, afirmam que os ataques não têm autorização do Congresso americano nem respaldo internacional. A Venezuela sustenta que os bombardeios têm motivação política e buscam desestabilizar o regime de Maduro e controlar o petróleo do país.

    O embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada, declarou que entre as 27 vítimas de ataques recentes há cidadãos da Colômbia e de Trinidad e Tobago, incluindo pescadores. O episódio amplia a crise diplomática entre Caracas e Washington e reacende temores de uma escalada militar na região.

    EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

  • Israel acusa Hamas de violar cessar-fogo e volta a bombardear Faixa de Gaza

    Israel acusa Hamas de violar cessar-fogo e volta a bombardear Faixa de Gaza

    “Hoje mais cedo, terroristas lançar um míssil antitanque e atiraram contra tropas operando para desmantelar infraestrutura terrorista na área de Rafah segundo previsto no acordo de cessar-fogo. Em resposta, as Forças de Defesa de Israel começaram a atacar a área para eliminar a ameaça e desmantelar túneis e estruturas militares”, diz o Exército em nota, que chamou as ações da facção de “violação flagrante” do acordo.

    GUILHERME BOTACINI
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O Exército de Israel lançou nova ofensiva em Gaza, neste domingo (19), após acusar o Hamas de atacar tropas em área de recuo dos militares prevista no cessar-fogo, mediado pelo presidente americano Donald Trump e aliados. A retomada da violência no território palestino pode dinamitar a trégua, que mira em uma paz duradoura apesar dos vários pontos de discordância pendentes.

    “Hoje mais cedo, terroristas lançar um míssil antitanque e atiraram contra tropas operando para desmantelar infraestrutura terrorista na área de Rafah segundo previsto no acordo de cessar-fogo. Em resposta, as Forças de Defesa de Israel começaram a atacar a área para eliminar a ameaça e desmantelar túneis e estruturas militares”, diz o Exército em nota, que chamou as ações da facção de “violação flagrante” do acordo.

    O gabinete do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, ordenou “firme ação contra alvos terroristas na Faixa de Gaza”, após o que também classificou como violação do cessar-fogo pelo Hamas. Mais tarde, o braço militar da facção afirmou que não estava ciente de qualquer incidente em Rafah.

    O alto funcionário do grupo, Izzat al-Risheq, por sua vez, acusou Israel de estar violando o acordo repetidamente, e afirmou que a facção permanecia comprometida com o cessar-fogo. Risheq não mencionou novos ataques em Gaza.

    O gabinete de mídia do território, órgão controlado pelo Hamas, disse no sábado que Israel havia cometido 47 violações após o acordo de cessar-fogo, deixando um total de 38 mortos e 143 feridos.

    Itamar Ben-Gvir, ministro de extrema direita do governo de Netanyhu, exigiu retomada total da ofensiva em Gaza após os ataques a tropas. “A crença falsa de que o Hamas vai mudar, ou mesmo respeitar o acordo assinado, está se provando, sem surpresas, perigosa para nossa segurança”, disse.

    A ação renovada de Israel, se confirmada, coloca em risco o acordo de cessar-fogo, em vigor desde o último dia 10, durante momento de discordâncias sobre a devolução dos corpos de reféns israelenses. Tel Aviv diz que os 16 corpos restantes já poderiam ter sido entregues pelo Hamas, e insiste que a facção atrasa a devolução propositalmente.

    O Hamas devolveu todos os 20 reféns vivos e 12 dos mortos, mas disse que o processo precisa de esforço e equipamento especial para recuperar corpos enterrados sob escombros.

    Neste domingo, Israel identificou mas dois corpos entregues pela facção no sábado. São eles Ronen Engel, que tinha 54 anos quando foi sequestrado no kibbutz Nir Oz durante o ataque 7 de outubro de 2023, e o tailandês Sonthaya Oakkharasri, de 30 anos quando foi morto no kibbutz Be’eri. Autoridades palestinas de saúde também afirmaram que receberam mais 15 corpos devolvidos por Israel a Gaza.

    Neste sábado (18), Netanyahu afirmou que a passagem de Rafah, na fronteira de Gaza com o Egito, permanecerá fechada por tempo indeterminado, e condicionou a reabertura ao cumprimento do acordo pelo Hamas. A declaração do premiê ocorreu depois que a embaixada palestina no Egito havia dito que a passagem reabriria nesta segunda-feira (20).

    Rafah está em grande parte fechada desde maio de 2024. O acordo de cessar-fogo inclui o aumento da ajuda humanitária para o território, onde a maioria dos 2 milhões de palestinos tem sido deslocada de suas casas.

    Além da ameaça de retomada dos ataques, outros grandes obstáculos ao plano de Trump para encerrar a guerra ainda permanecem. Questões-chave sobre o desarmamento do Hamas, exigido por Israel e rejeitado pela facção, a governança de Gaza após o conflito, a composição de uma força internacional de estabilização e os movimentos em direção à criação de um Estado palestino ainda precisam ser resolvidas.

    Israel acusa Hamas de violar cessar-fogo e volta a bombardear Faixa de Gaza

  • Trump chama Petro de 'líder de drogas ilegais' e sugere ações contra cartéis na Colômbia

    Trump chama Petro de 'líder de drogas ilegais' e sugere ações contra cartéis na Colômbia

    “O presidente Gustavo Petro, da Colômbia, é um líder de drogas ilegais encorajando fortemente a produção massiva de drogas, em grandes e pequenos campos, por toda a Colômbia. Tornou-se o maior negócio da Colômbia, de longe, e Petro não faz nada para parar isso, apesar de pagamentos e subsídios em larga escala dos EUA que não são nada além de um roubo de longo prazo contra a América”, escreveu Trump.

    GUILHERME BOTACINI
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chamou o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, de “líder de drogas ilegais”, afirmou que vai cortar financiamento e subsídios dados a Bogotá e sugeriu que Washington pode realizar ações no país sul-americano, em publicação na rede Truth Social, neste domingo (19).

    “O presidente Gustavo Petro, da Colômbia, é um líder de drogas ilegais encorajando fortemente a produção massiva de drogas, em grandes e pequenos campos, por toda a Colômbia. Tornou-se o maior negócio da Colômbia, de longe, e Petro não faz nada para parar isso, apesar de pagamentos e subsídios em larga escala dos EUA que não são nada além de um roubo de longo prazo contra a América”, escreveu Trump.

    O americano sugeriu ainda que os EUA poderiam agir contra produtores de droga em território colombiano. “O propósito dessa produção de droga é a venda de quantidades massivas nos EUA, causando morte, destruição e caos. É melhor que Petro, um líder pouco qualificado e muito impopular, desrespeitoso com a América, feche esses campos de morte imediatamente, ou os EUA vão fechá-los por ele, e não será bacana”, afirmou.

    Até a publicação desta reportagem, Petro não havia comentado.

    A declaração de Trump coloca ainda mais tensão na América do Sul. Desde que voltou à Casa Branca, o presidente americano declarou cartéis latino-americanos como terroristas e tem feito pressão em governos da região para coibirem o tráfico de drogas.

    Além disso, a retórica de Trump têm mesclado as ideias de guerra às drogas e guerra ao terror, que guiaram a política externa militar americana nas últimas décadas, para justificar ataques a embarcações no mar do Caribe que supostamente seriam de narcotraficantes –as ações são criticadas por governos da região, opositores e especialistas jurídicos, que não enxergam legalidade na ofensiva.

    O resultado prático, até o momento, das tropas e navios de guerra americanos posicionados no Caribe é o de exercerem pressão contra o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, que também é classificado pelo presidente americano como um líder narcotraficante.

    Trump autorizou a CIA, a agência de inteligência americana, a realizar operações em solo venezuelano, inclusive terrestres, com o objetivo de derrubar Maduro. A autorização elevou ainda mais as tensões por ser a indicação mais clara de que os EUA poderiam eventualmente de fato invadir a Venezuela.

    O foco se volta agora brevemente para Petro, que tem sido um forte crítico de Trump –o colombiano é o primeiro líder de esquerda do país, vizinho da Venezuela.

    Petro rejeitou em setembro a decisão dos EUA de revogar seu visto enquanto ele estava em Nova York para a Assembleia-Geral da ONU, e acusou Washington de violar o direito internacional devido às suas críticas às ações de Israel em Gaza.

    Os EUA haviam dito que revogariam o visto de Petro depois que ele foi às ruas da cidade horas antes para participar de uma manifestação pró-Palestina e pediu aos soldados americanos que desobedecessem às ordens de Trump.

    Trump chama Petro de 'líder de drogas ilegais' e sugere ações contra cartéis na Colômbia

  • Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

    Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

    Ainda não foi confirmado se a bateria que causou o fogo estava instalada em algum dispositivo eletrônico ou se era uma bateria reserva.

    Um voo da Air China precisou fazer um pouso de emergência neste sábado (11) após uma bateria de lítio pegar fogo na bagagem de mão de um passageiro. O avião partia de Hangzhou, na China, com destino a Incheon, na Coreia do Sul. O incidente ocorreu quando a bagagem, guardada no compartimento superior da cabine, entrou em combustão espontânea, segundo comunicado da companhia aérea.

    Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra o compartimento de bagagens em chamas, com fumaça se espalhando rapidamente pela cabine e passageiros em pânico. A tripulação agiu rapidamente para controlar o incêndio, e o piloto desviou o trajeto, pousando de emergência no Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai. Ninguém ficou ferido, de acordo com a Air China.

     

     

     

    Ainda não foi confirmado se a bateria que causou o fogo estava instalada em algum dispositivo eletrônico ou se era uma bateria reserva.

    O caso ocorre poucos meses após o governo chinês proibir o transporte de algumas baterias portáteis a bordo de voos domésticos, medida adotada em junho após alertas sobre o risco crescente de incêndios causados por esse tipo de material. A regra impede o embarque de baterias que não possuam certificação de segurança chinesa, mas não se aplica a modelos removíveis — como o que teria causado o incêndio deste sábado.

    As baterias de lítio são amplamente utilizadas em celulares, laptops, carregadores e cigarros eletrônicos. Elas podem superaquecer e incendiar em caso de curto-circuito ou dano físico. A Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) registrou, até junho deste ano, 38 incidentes envolvendo baterias de lítio em voos de passageiros e de carga. Em 2023, foram 89 casos semelhantes.

    Diante dos riscos, governos e companhias aéreas vêm endurecendo as regras de transporte. Nos Estados Unidos, por exemplo, as baterias de lítio estão proibidas na bagagem despachada, a menos que os dispositivos estejam totalmente desligados.

    A Air China informou que colaborará com as autoridades para investigar o caso e reforçar os protocolos de segurança a bordo.

    Incêndio em bateria força pouso de emergência em voo da Air China; vídeo

  • EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

    EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

    O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, anunciou que os dois sobreviventes de um ataque norte-americano contra um submarino que supostamente transportava drogas no mar do Caribe foram devolvidos aos países de origem.

    Quatro “narcoterroristas” estavam a bordo do submarino e dois foram mortos, escreveu Donald Trump na rede social que controla, a Truth Social, no sábado.

    O republicano acrescentou que os dois sobreviventes estavam “sendo devolvidos aos seus países de origem, Equador e Colômbia, onde serão detidos e levados à justiça”.

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, confirmou no sábado o retorno ao país de um cidadão colombiano, sobrevivente do ataque norte-americano.

    “Recebemos com satisfação o colombiano preso no narcossubmarino, estamos felizes por ele estar vivo e ele será julgado de acordo com as leis”, disse Petro, na rede social X, sem dar mais detalhes.

    Na sexta-feira, Donald Trump afirmou que o ataque mais recente das forças norte-americanas no Caribe teve como alvo um submarino que transportava grandes quantidades de drogas.

    Os serviços de inteligência dos EUA “confirmaram que essa embarcação estava carregada principalmente com fentanil e outras drogas ilegais”, acrescentou o presidente norte-americano no sábado.

    O novo ataque — no âmbito de uma campanha que Trump justifica como combate ao tráfico de drogas — foi pelo menos o sexto em águas próximas à Venezuela desde o início de setembro e o primeiro a deixar sobreviventes resgatados pelos militares norte-americanos.

    Desde o início de setembro, esses ataques em águas perto da Venezuela já deixaram pelo menos 27 mortos.

    Na quarta-feira, Trump declarou que naquela região “o mar está muito bem controlado” e que “certamente” estão sendo avaliados ataques em terra.

    Confrontado com uma reportagem do New York Times, que revelou que ele teria autorizado operações secretas da CIA na Venezuela contra o governo, incluindo a possibilidade de “neutralizar” o presidente Nicolás Maduro, Trump não negou.

    Trump apontou os alvos dos ataques norte-americanos como integrantes do cartel Tren de Aragua, um grupo criminoso venezuelano com presença em vários países e classificado por Washington como organização terrorista.

    Os Estados Unidos acusam o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de liderar uma rede de narcotráfico e recentemente aumentaram para 50 milhões de dólares a recompensa por sua captura.

    Maduro, por sua vez, negou qualquer ligação com o tráfico de drogas.

    No Congresso dos EUA, democratas alegam que os ataques violam tanto a legislação norte-americana quanto o direito internacional. Já alguns congressistas republicanos têm cobrado mais informações da Casa Branca sobre a justificativa legal e os detalhes das operações.

    Na semana passada, o ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse a líderes militares que o governo norte-americano quer “forçar uma mudança de regime” no país sul-americano.

    EUA devolvem sobreviventes de ataque contra submarino de narcotráfico

  • Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

    Pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, teriam entrado ao edifício através de um elevador de carga, com acesso para a Galeria Apollo – a sala visada. Dois homens teriam quebrado as janelas e roubado nove peças, enquanto um terceiro ficou de vigia.

    O Museu do Louvre, em Paris, França, foi assaltado na manhã deste domingo por, pelo menos, três suspeitos.

    A informação é confirmada pela ministra da Cultura de França, numa publicação na rede social X.

    “Aconteceu um assalto esta manhã no Museu do Louvre. Não há feridos a reportar”, afirmou Rachida Dati. “Estou no local com a equipe do museu e a polícia. As investigações estão em andamento.”

    Segundo o Le Parisien, que diz ter tido acesso a conclusões preliminares da investigação, pelo menos, três suspeitos, completamente encapuzados, conseguiram entrar pelo prédio através da área virada para o Rio Sena, onde estavam ocorrendo obras.

    Os suspeitos teriam usado um elevador de carga para ter acesso direto à sala visada, a Galeria Apollo. Dois homens quebraram as janelas para entrar no local, enquanto um terceiro permaneceu do lado de fora, possivelmente, de vigia.

    Ao todo, terão sido roubadas nove peças da coleção de joias de Napoleão e da Imperatriz. Entre elas, um colar, um broche e uma tiara, que estariam em exposição em vitrines dedicadas a Napoleão e demais soberanos franceses.

    O jornal cita ainda uma fonte interna do museu que teria confirmado que o Regent, o maior diamante da coleção, com mais de 140 quilates, não foi uma das peças roubadas.

    Na sua conta na rede social X, o museu informa que vai permanecer encerrado o resto do dia por “razões excecionais”.

    Museu do Louvre sofre assalto! Ladrões roubaram várias joias

  • Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

    O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, afirmou que os Estados Unidos violaram a soberania marítima do país e mataram um pescador durante um destacamento militar no Caribe, apresentado como uma operação contra traficantes de droga.

    “Os funcionários do Governo norte-americano cometeram um assassinato e violaram a soberania das nossas águas territoriais”, disse, no sábado, na rede social X, o chefe de Estado de esquerda, que acrescentou estar aguardando explicações de Washington.

    “O pescador Alejandro Carranza não tinha qualquer ligação com o narcotráfico e sua atividade diária era a pesca”, afirmou Petro, referindo-se a um colombiano que, segundo ele, foi morto em setembro durante um ataque das forças norte-americanas contra uma embarcação.

    Desde o início de setembro, as Forças Armadas dos Estados Unidos lançaram pelo menos seis ataques em águas próximas à Venezuela, que o presidente republicano Donald Trump justifica como parte do combate ao tráfico de drogas, e que já deixaram pelo menos 27 mortos, entre cidadãos da Venezuela, Colômbia e Trinidad e Tobago.

    No Congresso dos Estados Unidos, os democratas alegam que os ataques violam a legislação norte-americana e o direito internacional, enquanto alguns congressistas republicanos têm buscado mais informações junto à Casa Branca sobre a justificativa legal e os detalhes das operações.

    “Alejandro Carranza é pescador, crescemos em famílias de pescadores (…) não é justo que o bombardeassem assim. Ele é um inocente que estava saindo para ganhar o pão de cada dia”, disse Audenis Manjarres, parente da vítima.

    Manjarres declarou à emissora pública de televisão colombiana RTVC Noticias que reconheceu a embarcação que aparece nos vídeos do ataque de 15 de setembro, divulgados pela imprensa internacional.

    Gustavo Petro também solicitou ao Ministério Público da Colômbia que “conceda proteção imediata às famílias das vítimas e, se desejarem, associe-as às vítimas de Trinidad e Tobago para iniciar processos judiciais internacionais e em tribunais dos EUA”.

    Horas antes, o presidente havia confirmado o retorno ao país de um cidadão colombiano, sobrevivente de um ataque norte-americano contra um submarino que supostamente transportava drogas no mar do Caribe.

    “Recebemos com satisfação o colombiano preso no narcossubmarino, estamos felizes por ele estar vivo e ele será julgado de acordo com as leis”, disse Petro, na rede social X, sem fornecer mais detalhes.

    No sábado, Donald Trump anunciou que os dois sobreviventes do sexto ataque norte-americano contra embarcações no mar do Caribe foram devolvidos aos países de origem, Equador e Colômbia.

    Quatro “narcoterroristas” estavam a bordo do submarino e dois foram mortos, escreveu Trump na rede social que controla, a Truth Social.

    O equatoriano que sobreviveu ao ataque já está no Equador, onde enfrentará um processo criminal, confirmou o governo.

    Presidente da Colômbia acusa EUA de matar pescador e violar águas

  • George Santos deixa prisão nos EUA após 'perdão' de Trump

    George Santos deixa prisão nos EUA após 'perdão' de Trump

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concedeu perdão e libertação do ex-deputado republicano George Santos, condenado em abril a mais de sete anos de prisão por fraude.

    Filho de brasileiros, o ex-deputado Republicano George Santos deixou a prisão na madrugada deste sábado (18) horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter concedido perdão presidencial a ele. A soltura foi confirmada pelo seu advogado, Joseph Murray, à imprensa norte-americana.

    O ‘Perdão’ de Trump
    Em uma publicação feita na sexta-feira na Truth Social, rede social que ele próprio controla, Donald Trump escreveu que “George Santos é de fato um ‘bandido’, mas há muitos bandidos em nosso país que não são obrigados a cumprir sete anos de prisão”.

    O republicano de Nova York, filho de imigrantes brasileiros, que atuou no Congresso por apenas um ano antes de ser expulso em 2023, declarou-se culpado no verão de 2024 por fraude eletrônica federal e roubo agravado de identidade.

    O ex-deputado admitiu ter enganado doadores e roubado as identidades de quase uma dúzia de pessoas, incluindo familiares, para financiar sua campanha vitoriosa.

    Como parte de um acordo judicial, Santos, de 37 anos, concordou em pagar cerca de 580 mil dólares (cerca de 510 mil euros) em indenizações.

    Segundo Trump, Santos “passou longos períodos em confinamento solitário e, de acordo com todos os relatos, foi tratado de forma terrível. É por isso que acabei de assinar uma comutação da sua pena, libertando George Santos da prisão IMEDIATAMENTE. Boa sorte, George, e desejo-lhe uma boa vida!”.

    Cumprindo pena em uma prisão de segurança mínima, onde estava havia menos de três meses, Santos chegou a escrever artigos para o jornal The South Shore Press.

    No último texto, publicado na segunda-feira, ele apelou diretamente a Donald Trump, destacando sua lealdade à agenda do presidente e ao Partido Republicano.

    “Senhor, apelo ao seu senso de justiça e humanidade — as mesmas qualidades que inspiraram milhões de norte-americanos a acreditar no senhor”, escreveu.

    “Peço humildemente que considere a dor e as dificuldades incomuns deste ambiente e me conceda a oportunidade de retornar à minha família, aos meus amigos e à minha comunidade”, acrescentou Santos.

    Os advogados do ex-deputado haviam solicitado uma pena de dois anos de prisão, o mínimo obrigatório para roubo agravado de identidade. A defesa argumentou que essa sentença seria comparável às aplicadas ao ex-deputado Jesse Jackson Jr. e a outras figuras políticas condenadas por crimes financeiros semelhantes.

    Santos foi eleito em 2022, conquistando para os republicanos um distrito abastado que inclui partes do Queens e de Long Island.

    Pouco depois, veio à tona que o político havia inventado grande parte de sua biografia, apresentando-se como um empresário bem-sucedido de Wall Street e dono de um valioso portfólio imobiliário. Na realidade, enfrentava dificuldades financeiras e chegou a ser despejado. As revelações levaram a investigações criminais e parlamentares sobre o financiamento de sua campanha.

    Este é o ato mais recente de clemência de Trump em favor de antigos políticos republicanos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro.

    No fim de maio, Trump perdoou o ex-deputado Michael Grimm, também republicano de Nova York, que em 2014 havia se declarado culpado de fraude fiscal ligada a um restaurante que administrava em Manhattan.

    O presidente também perdoou o ex-governador de Connecticut, John Rowland, cuja carreira política foi abalada por um escândalo de corrupção e duas condenações criminais.

    George Santos deixa prisão nos EUA após 'perdão' de Trump