Categoria: MUNDO

  • Trabalhador encontra carta de amor no lixo e história viraliza nas redes

    Trabalhador encontra carta de amor no lixo e história viraliza nas redes

    Coletor de lixo achou declaração escrita por uma jovem, datada de março de 2024, e decidiu não ler o conteúdo para preservar a privacidade. Nos comentários, uma mulher afirmou ser a autora, enquanto internautas compararam o caso à carta de Rachel para Ross, da série Friends

    Um coletor de lixo encontrou uma longa carta de amor escrita por uma jovem para o namorado enquanto trabalhava. A descoberta foi compartilhada por ele nas redes sociais.

    Datada de 13 de março de 2024, a carta era composta por várias folhas coladas umas às outras, todas cobertas de beijos. Logo na primeira página, a jovem escreveu “Amo-te”.

    Para preservar a privacidade de quem escreveu a declaração, o trabalhador afirmou que não leu o conteúdo. Limitou-se a comentar: “É claro que ela estava apaixonada”.

    Em tom bem-humorado e irônico, ele acrescentou: “Você estava apaixonada, mas ele parece que não”.

    Nos comentários do vídeo, uma jovem afirmou que a carta era dela e publicou uma foto do texto estendido no chão, escrevendo apenas: “É minha”.

    Outros internautas entraram na brincadeira, comparando o texto à famosa “carta da Rachel para o Ross”, da série Friends. Também houve quem dissesse estar tirando prints para tentar ler o que estava escrito.
     

    Veja o vídeo abaixo:

    @pabloneves1984

    Se ve que estaba enamorada la loca…. Jajaja

    sonido original – PABLO

    A publicação conta já com mais de 7 milhões de visualizações.

    Trabalhador encontra carta de amor no lixo e história viraliza nas redes

  • Trump negocia com Cuba após impor tarifas a países que vendem petróleo

    Trump negocia com Cuba após impor tarifas a países que vendem petróleo

    Após anunciar tarifas a países que comercializam petróleo com Havana, Donald Trump afirmou negociar diretamente com líderes de Cuba. Medida ocorre em meio à crise energética cubana e reacende tensões diplomáticas envolvendo Venezuela, México e os Estados Unidos

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está negociando com líderes de Cuba para tentar chegar a um acordo, após impor tarifas a países que vendem petróleo a Havana. “Cuba é uma nação em declínio. Está assim há muito tempo, mas agora já não conta com a Venezuela para sustentá-la. Por isso, estamos conversando com o povo de Cuba e com os principais líderes cubanos para entender o que está acontecendo”, disse Trump a jornalistas em Mar-a-Lago, na Flórida, no domingo.

    Após a captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, Trump colocou sob controle norte-americano o setor petrolífero venezuelano, que desde os anos 2000 vinha sendo o principal fornecedor de petróleo a Cuba, um de seus aliados mais próximos.

    Sem entrar em detalhes, o presidente dos Estados Unidos disse estar confiante de que será possível chegar a “um acordo com Cuba”.

    No sábado, Trump assinou um decreto que autoriza os Estados Unidos a aplicarem tarifas, de valor não especificado, a países que comercializem petróleo com Havana.

    Na ordem executiva, o presidente classificou Cuba como uma “ameaça incomum e extraordinária” à segurança nacional e à política externa dos Estados Unidos.

    Em resposta, o governo cubano negou no domingo a existência de “bases militares ou de inteligência estrangeiras” no país.

    Em nota, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que Cuba não representa “uma ameaça à segurança dos Estados Unidos”, nem apoiou “atividades hostis” contra o país, tampouco financiou organizações terroristas ou extremistas.

    Sob embargo dos Estados Unidos desde 1962, Cuba enfrenta há três anos uma grave escassez de combustível, com impacto direto na geração de energia elétrica.

    No domingo, a presidente do México, Claudia Sheinbaum, anunciou que pretende enviar ajuda humanitária a Cuba ainda nesta semana, enquanto tenta negociar com os Estados Unidos o envio de petróleo “por razões humanitárias” à ilha.

    “Estamos planejando ajuda humanitária para Cuba nesta semana. A Marinha mexicana vai fornecer alimentos e outros insumos, enquanto resolvemos diplomaticamente tudo o que envolve os carregamentos de petróleo por motivos humanitários”, afirmou Sheinbaum.

    A presidente esclareceu que não tratou diretamente do fornecimento de petróleo com Trump, apesar de o presidente norte-americano ter dito que manifestou a ela oposição ao envio de petróleo a Cuba.

    “O tema foi abordado”, observou Sheinbaum, “durante a conversa entre o ministro das Relações Exteriores, Juan Ramón de la Fuente, e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio”.

    “Estamos explorando todas as vias diplomáticas para enviar combustível ao povo cubano, porque não se trata de uma questão entre governos, mas de garantir apoio para evitar uma crise humanitária em Cuba”, concluiu.

    Trump negocia com Cuba após impor tarifas a países que vendem petróleo

  • Dois homens assaltam joalheria em plena luz do dia em Londres; vídeo

    Dois homens assaltam joalheria em plena luz do dia em Londres; vídeo

    Em plena luz do dia, dois homens encapuzados assaltaram um joalheria em Richmond, a oeste de Londres. O momento foi filmado e amplamente divulgado nas redes sociais.

    Dois homens encapuzados assaltaram, no sábado, uma joalheria em plena luz do dia, em Richmond, a oeste de Londres, no Reino Unido.

    O momento do assalto foi filmado, e o vídeo já circula amplamente nas redes sociais.

    Nas imagens, é possível ver dois homens encapuzados quebrando a vitrine da joalheria Gregory & Co. com um martelo.

    Em seguida, eles retiram diversos objetos expostos, enchendo um saco azul. Também é possível ver funcionários dentro da loja tentando impedir o roubo, golpeando os assaltantes.

    No entanto, pouco conseguiram fazer. Os encapuzados acabam fugindo enquanto várias pessoas acompanham a cena na rua.

    “Duas pessoas surgiram do nada, estavam com um martelo e um saco. Começaram a quebrar o vidro da joalheria”, relatou uma testemunha ao tabloide britânico Daily Mail.

    Segundo a imprensa britânica, este é apenas um de vários assaltos que vêm ocorrendo na capital do Reino Unido nos últimos tempos.

    Na quinta-feira passada, por exemplo, outra joalheria foi assaltada por um grupo de homens com o mesmo modus operandi. As autoridades chegaram ao local a tempo de abordar os suspeitos, mas foram ameaçadas com um martelo.

    Ainda assim, um homem de 33 anos foi preso no local e permanece sob custódia policial.

    Dois homens assaltam joalheria em plena luz do dia em Londres; vídeo

  • Criança de cinco anos detida pelo ICE e pai regressam a Minneapolis

    Criança de cinco anos detida pelo ICE e pai regressam a Minneapolis

    Liam Conejo Ramos, o menino de cinco anos detido pelo Serviço de Imigração e Alfândegas dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês) e o pai, Adrian Conejo Arias, já regressaram a casa, no norte-americano de Minnesota, após um juiz ter ordenado as suas libertações no sábado.

    Liam Conejo Ramos, o menino de cinco anos detido pelo Serviço de Imigração e Alfândegas dos Estados Unidos (ICE, na sigla em inglês), e seu pai, Adrian Conejo Arias, já retornaram para casa, em Minneapolis, no estado norte-americano de Minnesota, após um juiz ter ordenado a libertação de ambos no sábado.

    “Ontem, Liam, de cinco anos, e seu pai Adrian foram libertados do centro de detenção de Dilley. Fui buscá-los ontem à noite e os acompanhei de volta a Minnesota nesta manhã”, anunciou o congressista democrata Joaquin Castro, em uma publicação na rede social Facebook.

    De acordo com o político, “Liam está agora em casa”, “com seu chapéu e sua mochila”.

    “Obrigado a todos que exigiram a liberdade de Liam. Não vamos parar até que todas as crianças e famílias estejam em casa”, acrescentou.

    Vale destacar que, no sábado, um juiz norte-americano ordenou que as autoridades libertassem o menino e o pai de um centro de detenção no Texas, para onde foram levados após serem detidos em um subúrbio de Minneapolis.

    As imagens de Liam Conejo Ramos, usando um chapéu com orelhas de coelho e uma mochila do Homem-Aranha, cercado por agentes do ICE, causaram ainda mais indignação no país contra a violenta perseguição a migrantes promovida pelo governo do presidente republicano Donald Trump, em Minnesota.

    Elas também desencadearam um protesto em frente ao centro de detenção familiar e a visita de dois congressistas democratas do Texas.

    O juiz distrital Fred Biery, nomeado pelo então presidente democrata Bill Clinton, afirmou em sua decisão que “o caso tem origem na pretensão mal concebida e aplicada de forma incompetente do governo de atingir metas diárias de deportação, mesmo que isso exija traumatizar crianças”.

    Outro juiz já havia decidido anteriormente que o menino e o pai, Adrian Conejo Arias, não poderiam ser deportados dos Estados Unidos, pelo menos por enquanto.

    Vizinhos e funcionários da escola afirmam que os agentes federais de imigração de Minnesota usaram o menino como “isca”, pedindo que ele batesse à porta de casa para que a mãe abrisse.

    O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) classificou essa versão dos fatos como uma “mentira abjeta”, afirmando que o pai fugiu a pé e deixou o menino dentro de um veículo com o motor ligado, em frente à residência da família.

    Durante a visita, em 28 de janeiro, dos congressistas democratas Joaquin Castro e Jasmine Crockett, o menino dormia nos braços do pai, que explicou que Liam estava frequentemente cansado e se alimentava mal no centro de detenção que abriga cerca de 1.100 pessoas, segundo Castro.

    As famílias detidas relatam condições precárias no centro de detenção, como vermes na comida, disputas por água potável e falta de atendimento médico, desde a reabertura da unidade no ano passado.

    Em dezembro, um relatório divulgado pelo ICE reconheceu que cerca de 400 crianças foram mantidas detidas no local por um período superior ao limite recomendado de 20 dias.

     

    Criança de cinco anos detida pelo ICE e pai regressam a Minneapolis

  • Líder supremo do Irã compara onda de protestos no país a golpe de Estado

    Líder supremo do Irã compara onda de protestos no país a golpe de Estado

    “[Os manifestantes] atacaram a polícia, prédios governamentais, quartéis da Guarda Revolucionária, bancos, mesquitas e queimaram o Alcorão… Foi um verdadeiro golpe de Estado”, disse Khamenei, citado pela agência Tasnim. Segundo o líder, a tentativa de golpe fracassou.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, afirmou neste domingo (1º) que a onda de manifestações que se espalhou por Teerã e outras grandes cidades do país assemelha-se a um golpe de Estado.

    “[Os manifestantes] atacaram a polícia, prédios governamentais, quartéis da Guarda Revolucionária, bancos, mesquitas e queimaram o Alcorão… Foi um verdadeiro golpe de Estado”, disse Khamenei, citado pela agência Tasnim. Segundo o líder, a tentativa de golpe fracassou.

    Os protestos no Irã começaram em dezembro e se transformaram na mais séria ameaça à teocracia desde sua instalação, em 1979. O regime respondeu com uma brutal repressão. Organizações de direitos humanos contabilizam mais de 6.000 vítimas, enquanto Teerã admitiu que 3.000 pessoas morreram durante as manifestações.

    Khamenei também afirmou que eventuais ataques dos Estados Unidos contra o país desencadearão um conflito regional. “Os americanos devem saber que se iniciarem uma guerra, desta vez será uma guerra regional.” Washington apoiou os protestos contra o regime e tem pressionado Teerã pelo controle de sua infraestrutura nuclear com a ameaça de bombardeios.

    Na noite de sábado (31), o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o Irã negocia com o governo americano um acordo sobre seu programa nuclear. “Espero que negociem algo aceitável”, disse a repórteres durante uma viagem à Flórida, acrescentando que Teerã deveria aceitar um tratado sem armas nucleares. “Não sei se eles o farão, mas estão conversando conversando seriamente conosco”, disse.

    Mais cedo, o chefe do Ex ército do Irã, Amir Hatami, afirmou que a infraestrutura atômica do país não será suprimida. Washington, Israel e várias potenciais ocidentais afirmam que o aparato iraniano visa alcançar uma bomba atômica, algo que Teerã nega.
    “O conhecimento e a tecnologia nuclear da República Islâmica do Irã não podem ser eliminados, mesmo que os cientistas e os filhos da nação se tornem mártires”, disse, em referência aos bombardeios que atingiram instalações e cientistas iranianos durante a guerra de 12 dias, em junho passado

    Hatami também disse, em alerta aos Estados Unidos e a Israel, que as Forças Armadas de Teerã estão em estado de alerta máximo após um deslocamento expressivo de navios de guerra americanos no Golfo.

    “Se o inimigo cometer um erro, isso colocará sem dúvida alguma em perigo sua própria segurança, a da região e a do regime sionista”, disse o chefe do Exército, citado pela agência de notícias iraniana Irna, acrescentando que as Forças Armadas estão “plenamente preparadas”.

    Washington enviou ao Oriente Médio uma força naval de ataque liderada pelo porta-aviões USS Abraham Lincoln, deslocamento que desperta o temor de um confronto direto com o Irã. A nação islâmica tem avisado que, se for atingida, responderá disparando mísseis às bases norte-americanas no Oriente Médio e atacando os aliados dos EUA, em particular Israel.

    Também neste domingo, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, classificou de terroristas os Exércitos europeus. O anúncio, cujas consequências imediatas ainda não estão claras, é uma resposta à decisão da União Europeia, na última quinta-feira (29), de incluir a Guarda Revolucionária Islâmica na lista de organizações vistas como terroristas pelo bloco.
    “A repressão não pode ficar sem resposta”, escreveu Kaja Kallas, chefe da diplomacia da UE, em post no X, referindo-se à repressão violenta de Teerã contra as manifestações que se espalharam pelo país.

    “De acordo com o artigo 7 da lei sobre contramedidas relativas à designação do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica como organização terrorista, os Exércitos dos países europeus são considerados grupos terroristas”, disse Ghalibaf, vestido com um uniforme da guarda em sinal de solidariedade.

    Líder supremo do Irã compara onda de protestos no país a golpe de Estado

  • Divulgada selfie de turista antes de ser atacada por leopardo-das-neves

    Divulgada selfie de turista antes de ser atacada por leopardo-das-neves

    A selfie, que passou a circular nas redes sociais, mostra a mulher de costas para o animal, que aparece ao fundo a uma distância aproximada de três metros.

    A turista atacada por um leopardo-das-neves no Geoparque Global da Unesco de Keketuohai, localizado em Funyun, na China, registrou momentos antes do incidente a última imagem conhecida antes do ataque. A selfie, que passou a circular nas redes sociais, mostra a mulher de costas para o animal, que aparece ao fundo a uma distância aproximada de três metros, segundo informações do jornal Telegraph. Ela havia saído para esquiar quando fez a fotografia, sem perceber a proximidade do felino.

    Outras imagens, registradas por testemunhas, revelam a gravidade da situação. Nos vídeos, a turista aparece sendo imobilizada pelo leopardo-das-neves sobre a neve, até que recebe ajuda. O ataque ocorreu no dia 23 de janeiro e só foi interrompido graças à ação de um instrutor de esqui, que conseguiu afastar o animal utilizando bastões.

    Após o ocorrido, a vítima foi encaminhada para um hospital da região. As autoridades informaram que seu estado de saúde é estável e que o uso de capacete foi fundamental para evitar ferimentos mais graves. Na véspera do ataque, hóspedes e funcionários de um hotel próximo já haviam relatado o avistamento de um leopardo-das-neves circulando pela área, possivelmente em busca de alimento. O proprietário do local, no entanto, afirmou que não há confirmação de que se trate do mesmo animal envolvido no incidente.

    Segundo autoridades locais, alertas vinham sendo feitos a moradores e turistas sobre a presença desses felinos no Vale das Gemas, em Keketuohai. As recomendações incluíam não sair dos veículos, evitar fotografar os animais e não circular sozinho pela região.

    “São grandes predadores e podem reagir de forma agressiva quando se sentem ameaçados”, disse o comunicado.

    A organização Snow Leopard Trust estima que cerca de 60% da população mundial de leopardos-das-neves esteja na China. Embora a espécie seja classificada como vulnerável e habite 12 países da Ásia Central, ataques a humanos são considerados extremamente raros. 

     

    Divulgada selfie de turista antes de ser atacada por leopardo-das-neves

  • Diretor de documentário "Melania" surge em (novas) fotografias de Epstein

    Diretor de documentário "Melania" surge em (novas) fotografias de Epstein

    Brett Ratner, diretor do documentário “Melania”, surge nas mais recentes fotografias que constam nos arquivos do predador sexual Jeffrey Epstein, que têm sido divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano

    O diretor do filme “Melania”, recém-lançado nos cinemas, é um dos vários nomes que aparecem nas fotografias incluídas nos arquivos de Jeffrey Epstein, que vêm sendo divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde o ano passado.

    Vale lembrar que, na sexta-feira, foram tornadas públicas três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos.

    Brett Ratner aparece sentado em um sofá, abraçando uma mulher (com o rosto coberto, sem identificação). Ao lado dele estava o criminoso sexual Jeffrey Epstein e, próximo a Epstein, outra mulher.

    O cineasta já havia aparecido em outras fotografias do magnata norte-americano, nas quais também surgia ao lado de Jean-Luc Brunel, agente de modelos que morreu em 2022 e que foi acusado de abuso sexual de uma menor.

    Cabe destacar que o documentário “Melania” é o primeiro longa-metragem dirigido por Brett Ratner desde que, em 2017, foi acusado de má conduta sexual por várias mulheres.

    O documentário “Melania”

    O documentário “Melania” estreou na sexta-feira, 30 de janeiro, nos cinemas e retrata os 20 dias que antecederam a posse de seu marido, Donald Trump, como presidente dos Estados Unidos.

    Trump volta a ser citado nos arquivos Epstein

    O nome do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece diversas vezes nos documentos agora divulgados. É importante destacar que Trump e Epstein mantiveram uma amizade por vários anos, embora o republicano afirme que os dois tenham rompido relações e que desconheça qualquer crime sexual.

    Nos novos arquivos consta uma lista compilada pelo FBI no ano passado com alegações feitas contra Donald Trump. As acusações foram registradas por meio da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e parecem se basear em denúncias não verificadas, sem provas que as sustentem.

    Essa lista inclui diversas alegações de abuso sexual envolvendo Trump, Epstein, entre outros nomes.

    Donald Trump tem negado qualquer irregularidade relacionada ao magnata norte-americano e não foi acusado de crimes de abuso pelas vítimas de Jeffrey Epstein.

    A Casa Branca e o Departamento de Justiça afirmaram que “alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump, enviadas ao FBI pouco antes das eleições de 2020”.

    “Para que fique claro, as alegações são infundadas e falsas e, se tivessem o mínimo de credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o presidente”, afirmaram.

    Diretor de documentário "Melania" surge em (novas) fotografias de Epstein

  • Índia negocia com EUA autorização para importar petróleo venezuelano

    Índia negocia com EUA autorização para importar petróleo venezuelano

    O Governo da Índia está tentando obter uma autorização explícita dos EUA que lhe permita retomar as compras de petróleo da Venezuela, noticia hoje a agência EFE citando fontes diplomáticas e da indústria petrolífera.

    Segundo a EFE, Nova Délhi busca um “corredor seguro” livre de sanções para os barris venezuelanos, uma opção considerada indispensável para reduzir a dependência do petróleo russo e evitar sanções comerciais dos Estados Unidos.

    O argumento da Índia — o terceiro maior consumidor de petróleo do mundo — para deixar de ser um dos principais compradores da Rússia é que as refinarias do país precisam de uma alternativa imediata de petróleo pesado, indicaram as fontes.

    De acordo com dados da consultoria Kpler, citados por fontes do setor, as importações indianas de petróleo russo caíram para 1,1 milhão de barris por dia (bpd) nas três primeiras semanas de janeiro, uma redução em relação aos 1,21 milhão registrados em dezembro e bem abaixo do pico de 2 milhões de bpd observado em meados de 2025.

    Embora refinarias estatais como a Indian Oil Corp (IOC) tenham aumentado suas compras para um recorde de 470 mil bpd, aproveitando os descontos, a gigante privada Reliance Industries não recebeu sequer um único carregamento de petróleo russo em janeiro.

    O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, recebeu na sexta-feira uma ligação da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, na qual ambos concordaram, entre outros pontos, em “aprofundar a cooperação energética”.

    A conversa iniciada por Rodríguez é o primeiro contato de alto nível conhecido publicamente desde a operação militar dos Estados Unidos e a captura de Nicolás Maduro.

    No entanto, fontes alertam que, apesar dos avanços políticos, intermediários estão desviando os primeiros carregamentos venezuelanos disponíveis para os Estados Unidos.

    A preferência pela rota norte-americana se deve, em primeiro lugar, à rapidez, já que o trajeto até o estado do Texas garante pagamentos em cinco dias, em comparação com os 45 dias de navegação até a Índia — um fator vital para a liquidez de Caracas.

    Em segundo lugar, os envios para os EUA operam sob a égide das ordens executivas de Washington, enquanto os carregamentos em águas internacionais rumo à Ásia ainda enfrentam incertezas devido às tentativas de embargo por parte de credores da dívida venezuelana.

    À escassez de suprimentos soma-se o caso da Nayara Energy, uma refinaria tecnicamente apta a processar o petróleo pesado venezuelano, mas que pertence 49,13% à russa Rosneft.

    Segundo fontes, seria necessário que o Departamento do Tesouro dos EUA autorizasse o envio de barris da “nova Venezuela” a partir dessa unidade, algo considerado improvável devido à participação russa, o que mantém bloqueada uma das principais portas de entrada para o mercado indiano.

    Diante desse cenário, a Índia pressiona para que a autorização dos EUA venha acompanhada de mecanismos logísticos que garantam que o petróleo chegue efetivamente aos seus portos, e não seja totalmente absorvido pelo mercado norte-americano.

    Por outro lado, uma possível retomada do fornecimento de petróleo entre a Venezuela e a Índia enfrenta o obstáculo da dívida acumulada em dividendos não pagos, reivindicados por empresas estatais indianas junto a Caracas. O valor chega a 1 bilhão de dólares (cerca de 844 milhões de euros), o que entra em choque com a necessidade de liquidez do novo governo venezuelano.

    Apesar da aproximação entre Índia e Venezuela, fontes do setor alertam que a operacionalização dos envios permanece condicionada a esse passivo histórico.

    Fontes diplomáticas sugerem que a solução poderia passar por um acordo híbrido, no qual a Índia se comprometeria a pagar uma parte em dinheiro para aliviar o caixa venezuelano, enquanto adiaria a recuperação total dos dividendos para um momento de maior estabilidade financeira no país caribenho.

    Índia negocia com EUA autorização para importar petróleo venezuelano

  • Testamento de Jeffrey Epstein é revelado: Queria deixar ilha à namorada

    Testamento de Jeffrey Epstein é revelado: Queria deixar ilha à namorada

    O Departamento de Justiça norte-americano divulgou novos documentos de Jeffrey Epstein e, entre eles, surge o testamento do magnata, que foi escrito dois dias antes de morrer na prisão em Nova York.

    Foi divulgado o testamento de Jeffrey Epstein, o predador sexual que foi preso em 2019 e que, posteriormente, tirou a própria vida. O documento foi assinado em 8 de agosto de 2019, dois dias antes da morte do magnata.

    Jeffrey Epstein planejava deixar uma fortuna de cerca de 288 milhões de dólares (aproximadamente 242 milhões de euros) para a namorada, Karyna Shuliak, enquanto suas propriedades seriam distribuídas entre, pelo menos, 44 beneficiários.

    Acredita-se que Karyna Shuliak, natural da Bielorrússia, tenha mantido um relacionamento com Epstein por cerca de oito a dez anos.

    O testamento foi assinado em 8 de agosto de 2019. Epstein morreu no dia 10 do mesmo mês e, dez dias depois, o documento foi validado por seu advogado, Richard Kahn, segundo a ABC News.

    Jeffrey Epstein também pretendia deixar para Karyna a famosa ilha de Little Saint James, onde aconteciam festas frequentadas por diversas personalidades, além da propriedade Zorro Ranch e de imóveis em Nova York, Paris e Flórida.

    O documento menciona ainda a intenção de lhe deixar um anel de diamante de 33 quilates.

    Já sua cúmplice no tráfico sexual de menores, Ghislaine Maxwell, que cumpre pena de 20 anos de prisão, receberia cerca de 10 milhões de dólares. Valor semelhante seria destinado ao irmão de Epstein, Mark, e ao piloto Larry Visoki.

    Também se sabe que Karyna Shuliak foi a última pessoa a falar por telefone com Jeffrey Epstein antes de ele ser encontrado morto em sua cela. Registros da prisão indicam ainda que, 11 dias antes da morte, Shuliak o visitou no estabelecimento prisional.

    Mais de três milhões de documentos divulgados

    Vale lembrar que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, na sexta-feira, novos documentos dos arquivos de Jeffrey Epstein.

    Ao todo, foram tornadas públicas três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos, após o departamento não cumprir um prazo anterior estabelecido por lei pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que exige a divulgação integral dos documentos relacionados a Epstein.

    “A divulgação de hoje [sexta-feira] marca o fim de um processo extremamente abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir transparência ao povo americano e conformidade”, afirmou o vice-procurador-geral Todd Blanche, citado pela BBC.

    Os novos documentos incluem detalhes sobre o período em que Jeffrey Epstein esteve preso — como um relatório psicológico —, informações sobre o momento de sua morte e registros da investigação envolvendo Ghislaine Maxwell, condenada por ajudar Epstein no tráfico sexual de menores.

    Há também diversas páginas de e-mails trocados entre Epstein e várias personalidades, norte-americanas e estrangeiras, incluindo Donald Trump. A maioria das mensagens é de mais de uma década atrás e revela as relações mantidas pelo criminoso.

    Donald Trump volta a ser citado

    O nome do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece diversas vezes nos documentos divulgados. Vale destacar que Trump e Epstein mantiveram uma amizade por vários anos, embora o republicano já tenha afirmado que os dois romperam relações e que desconhece qualquer crime de natureza sexual.

    Entre os novos arquivos, consta uma lista compilada pelo FBI no ano passado com alegações feitas contra Donald Trump. As denúncias foram recebidas por meio da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e parecem se basear em acusações não verificadas, sem provas que as sustentem.

    Essa lista inclui diversas alegações de abuso sexual contra Trump, Epstein e outras pessoas.

    Testamento de Jeffrey Epstein é revelado: Queria deixar ilha à namorada

  • Ataques israelenses matam 19 palestinos em Gaza, dizem hospitais

    Ataques israelenses matam 19 palestinos em Gaza, dizem hospitais

    Ao menos seis crianças estão entre as vítimas do novo ataque. O Hospital Shifa informou que cinco pessoas foram mortas, entre elas três crianças, em um dos ataques. Já o Hospital Nasser relatou a morte de outras sete pessoas de uma mesma família, incluindo também três crianças.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Ataques israelenses mataram ao menos 19 palestinos neste sábado (31) na Faixa de Gaza, segundo hospitais da região.

    Ao menos seis crianças estão entre as vítimas do novo ataque. O Hospital Shifa informou que cinco pessoas foram mortas, entre elas três crianças, em um dos ataques. Já o Hospital Nasser relatou a morte de outras sete pessoas de uma mesma família, incluindo também três crianças.

    O terceiro ataque registrado hoje deixou sete mortos em uma área policial de Sheikh Radwan. Mortes se somam às mais de 70.000 desde o início da guerra, número registrado pelas próprias autoridades palestinas.

    Israel alega que fez ataque mirando terroristas do Hamas. Em comunicado divulgado na manhã de hoje, as Forças de Defesa do país afirmaram que fizeram uma “resposta à violação do cessar fogo” que teria sido cometida no leste de Rafah e que um dos bombardeios mirava “um local de produção de armas” do grupo extremista.

    Ataques aconteceram um dia antes da reabertura da passagem de Rafah. Israel havia anunciado ontem que iria reabrir a passagem amanhã para que os palestinos pudessem transitar entre Gaza e o Egito.

    Israel tomou o posto fronteiriço em maio de 2024, cerca de nove meses após o início da guerra em Gaza. A reabertura foi uma exigência importante na primeira fase do plano do presidente dos EUA, Donald Trump, para acabar com os combates entre Israel e militantes do Hamas, que se seguiu a um cessar-fogo acordado em outubro.

    Ataques israelenses matam 19 palestinos em Gaza, dizem hospitais