Categoria: MUNDO

  • Naveed Akram: um dos autores do atentado em Sydney é identificado

    Naveed Akram: um dos autores do atentado em Sydney é identificado

    Naveed Akram, de 24 anos, foi identificado como um dos suspeitos do tiroteio na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. A informação foi avançada pela televisão australiana ABC, que acrescenta que a casa do suspeito foi alvo de buscas este domingo.

    Um dos suspeitos do tiroteio na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, é Naveed Akram, de 24 anos, morador do sudoeste da capital australiana, no bairro de Bonnyrigg.

    A informação foi divulgada pela emissora australiana ABC, que cita uma fonte policial sob condição de anonimato. Segundo essa mesma fonte, a casa do suspeito foi alvo de buscas na manhã deste domingo, sem que tenha sido especificado se o homem é o que morreu durante o ataque ou aquele que foi baleado, encontra-se detido e está sendo atendido pelos serviços de emergência.

    Em coletiva de imprensa, o diretor da agência de segurança australiana, Mike Burgess, já havia confirmado que um dos suspeitos era “conhecido” pelas autoridades, “mas não sob a perspectiva de uma ameaça imediata”, razão pela qual não era alguém que estivesse “automaticamente sob vigilância”. Não está claro se Burgess se referia ao suspeito sob custódia policial ou ao que morreu durante o ataque.

    Vale lembrar que, na manhã deste domingo, 12 pessoas morreram em um tiroteio na praia de Bondi (uma delas um dos atiradores), e pelo menos 29 pessoas ficaram feridas.

    Durante o ataque, um homem que passava pelo local foi filmado ao abordar um dos autores do tiroteio, conseguindo retirar a arma do agressor e apontá-la contra ele. Nas imagens, o suspeito acaba fugindo do local.

    O “herói”, como passou a ser chamado, chama-se Ahmed el Ahmed, tem 43 anos, é dono de uma frutaria e tem dois filhos.

    Um primo de Ahmed revelou, em entrevista à 7News, que o “herói” foi baleado duas vezes. O estado de saúde do homem ainda não é conhecido.

    O ataque, tratado como “terrorista” e direcionado contra a “comunidade judaica”, ocorreu durante um evento para celebrar a primeira noite do Hanukkah.

    “Este foi um ataque dirigido contra os judeus australianos no primeiro dia do Hanukkah, que deveria ser um dia de alegria, uma celebração da fé. Trata-se de um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”, afirmou o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, destacando que “um ataque contra os judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”.

    Em comunicado, o presidente de Israel, Isaac Herzog, também denunciou o episódio como um “vil ataque terrorista contra os judeus que estavam acendendo as primeiras velas” da festividade religiosa.

    “O nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste exato momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos, rezamos por eles e rezamos por aqueles que perderam a vida”, declarou em nota oficial.

    Naveed Akram: um dos autores do atentado em Sydney é identificado

  • As imagens após o "devastador atentado terrorista" na Austrália

    As imagens após o "devastador atentado terrorista" na Austrália

    Um atentado terrorista provocou 12 mortos, incluindo um dos atiradores, na praia de Bondi, em Sydney, Austrália. O ataque foi dirigido à comunidade judaica durante a celebração do Hanukkah. Veja as imagens.

    Onze vítimas e um atirador morreram neste domingo em decorrência de um tiroteio, considerado um “ataque terrorista” pelas autoridades, na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália.

    O chefe da Polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, informou que há registro de 12 mortos, incluindo um dos atiradores, além de 29 feridos, entre eles dois policiais. O incidente foi oficialmente classificado como terrorismo.

    “Hoje, às 21h36, declarei este incidente como terrorista”, anunciou.

    O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, afirmou que “este ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.

    “No primeiro dia de Hanukkah, o que deveria ter sido uma noite de paz e alegria, celebrada por essa comunidade com famílias e apoiadores, foi destruído por este ataque horrível”, lamentou.

    “Um ataque contra os judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”

    Presente na mesma coletiva de imprensa, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, lamentou o “devastador atentado terrorista em Bondi, durante a celebração do Hanukkah à beira-mar”.

    “Este foi um ataque direcionado contra os judeus australianos no primeiro dia do Hanukkah, que deveria ser um dia de alegria, uma celebração da fé. Trata-se de um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”, afirmou, ressaltando que “um ataque contra os judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra os judeus”

    Em comunicado, o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como um “vil ataque terrorista contra judeus que acendiam as primeiras velas” da celebração religiosa.

    “Nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos e por aqueles que perderam a vida”, declarou em nota oficial.

    “Reiteramos repetidamente nossos alertas ao governo australiano para que aja e combata a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou.

    Por sua vez, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, acusou o governo australiano de ter “colocado lenha na fogueira do antissemitismo” no país.

    “Há três meses, escrevi ao primeiro-ministro australiano para dizer que sua política estava alimentando o antissemitismo”, afirmou Netanyahu, referindo-se a uma carta enviada a Anthony Albanese em agosto, após o anúncio de Camberra de que reconheceria um Estado palestino.

    “O antissemitismo é um câncer que se espalha quando líderes permanecem em silêncio e não agem”, criticou Netanyahu, em discurso durante um evento no sul de Israel, alinhando-se a declarações de outros líderes políticos do país.

    As imagens após o "devastador atentado terrorista" na Austrália

  • Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

    Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

    Uma “pessoa de interesse” foi detida durante a noite de sábado em ligação com o tiroteio na Universidade Brown, nos Estados Unidos. A detenção ocorreu após uma denúncia anônima.

    Uma “pessoa de interesse” relacionada ao tiroteio que deixou dois mortos na Universidade Brown, no estado norte-americano de Rhode Island, foi detida na noite de sábado, informaram as autoridades.

    O detido não é estudante da Universidade Brown, e a prisão foi possível graças a uma denúncia anônima, segundo uma fonte ligada à investigação ouvida pela ABC News.

    A detenção ocorreu após as autoridades norte-americanas divulgarem um vídeo de uma “pessoa de interesse” ligada ao tiroteio.

    O ataque aconteceu pouco depois das 16h (horário local; 21h em Lisboa), dentro de uma sala de aula onde estavam sendo realizados exames, informou o prefeito de Providence, Brett Smiley, durante coletiva de imprensa.

    As portas externas do prédio estavam abertas por causa da realização das provas, e “não se sabe” por onde o suspeito entrou.

    “Não sabemos como ele entrou no edifício, mas sabemos que saiu pelo lado da Hope Street do complexo”, afirmou o comandante Timothy O’Hara, vice-chefe da Polícia de Providence.

    Após a coletiva, foi divulgado um vídeo de uma “pessoa de interesse” que as autoridades acreditam ser o atirador. As imagens mostram um homem, aparentemente, vestindo roupas escuras e largas, caminhando por uma rua nas proximidades da universidade.

    Tiroteio deixou dois mortos e nove feridos, a maioria em estado grave
    Além das duas vítimas fatais, o tiroteio deixou nove feridos, a maioria em estado grave. Um balanço inicial apontava oito feridos, mas horas depois foi contabilizada mais uma pessoa ferida por estilhaços.

    A universidade, integrante da Ivy League, emitiu um alerta de atirador ativo e orientou alunos e funcionários a procurarem abrigo.

    No sábado, dirigentes da instituição chegaram a informar que um suspeito já estava sob custódia, mas depois corrigiram a informação, esclarecendo que a polícia ainda buscava um ou mais envolvidos, segundo alertas do sistema de notificação de emergência da Brown citados pela Associated Press (AP).

    “Ainda estamos recebendo informações sobre o que está acontecendo, mas estamos orientando as pessoas a trancarem as portas e permanecerem vigilantes”, disse o vereador de Providence John Gonçalves, cujo distrito inclui o campus da Brown.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou na rede social Truth Social que havia sido “informado sobre o tiroteio ocorrido na Universidade Brown” e que o “suspeito estava detido”, mas posteriormente corrigiu a informação.

    O tiroteio ocorreu no segundo dia de provas finais, nas proximidades do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares que abriga a Escola de Engenharia e o Departamento de Física.

    Segundo o site da universidade privada, o prédio conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Os estudantes foram orientados a permanecer onde estavam enquanto a polícia continua investigando, e pessoas fora do perímetro foram aconselhadas a evitar a área.

    A Brown é uma instituição privada com cerca de 7.300 alunos de graduação e mais de 3 mil alunos de pós-graduação. Este domingo marca o segundo dia de exames finais do semestre de outono.

    Detido suspeito de tiroteio que matou 2 pessoas em universidade nos EUA

  • Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou este domingo que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    O tiroteio que deixou pelo menos 12 mortos na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, foi classificado como um ataque “terrorista” com o objetivo de atingir a “comunidade judaica”.

    Em coletiva de imprensa, o chefe da Polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, informou que há registro de 12 mortos e 29 feridos, incluindo dois policiais.

    “Hoje, às 21h36 [07h36 em Brasília], declarei este incidente como terrorista”, anunciou.

    A Polícia de Nova Gales do Sul havia informado que dois suspeitos foram detidos, mas o chefe da corporação admitiu a possibilidade da existência de um terceiro atirador.

    “Também autorizei poderes especiais para garantir que, caso haja um terceiro autor — e estamos investigando isso neste momento — possamos impedir qualquer atividade adicional”, afirmou.

    O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, declarou que “este ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.

    “No primeiro dia de Hanukkah, o que deveria ter sido uma noite de paz e alegria, celebrada por essa comunidade com famílias e apoiadores, foi destruído por este ataque horrível”, lamentou.

    O chefe da polícia informou ainda que as autoridades localizaram um carro nas proximidades da praia com “vários artefatos explosivos improvisados”.

    “Como parte da investigação e logo após o tiroteio, a polícia localizou um veículo na Campbell Parade, em Bondi, que acreditamos conter diversos artefatos explosivos improvisados. Nossa equipe de desativação de bombas está no local neste momento trabalhando na ocorrência”, disse aos jornalistas, segundo a Sky News.

    “Um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”

    Também presente na coletiva, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, lamentou o “devastador atentado terrorista em Bondi, durante a celebração do Hanukkah à beira-mar”.

    “Este foi um ataque direcionado contra judeus australianos no primeiro dia de Hanukkah, que deveria ser um dia de alegria, uma celebração da fé. Trata-se de um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”, afirmou, destacando que “um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra judeus”

    Em comunicado, o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como um “vil ataque terrorista contra judeus que acendiam as primeiras velas” da celebração religiosa.

    “Nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos e lembramos daqueles que perderam a vida”, afirmou em nota oficial.

    “Reiteramos repetidamente nosso alerta ao governo australiano para que aja e combata a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai grande número de turistas, surfistas e banhistas, especialmente nos fins de semana.

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

  • Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Um homem abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo durante o atentado que ocorreu na praia Bondi, em Sydney, na Austrália. Até ao momento, já são contabilizados 12 mortos, incluindo um dos suspeitos.

    Pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney, este domingo. Nas redes sociais, surgiram vários vídeos do ataque, incluindo imagens de um homem que abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo.

    No vídeo, compartilhado na internet, é possível ver um transeunte a aproximar-se por trás de um dos atiradores, tendo conseguido tirar a arma das suas mãos.

    O homem, já considerado um herói, conseguiu imobilizar o suspeito, apontando uma espingarda para ele em seguida. O atirador acabou por fugir do local.

    “Hoje vimos australianos correndo em direção ao perigo para ajudar os outros. Esses australianos são heróis e a sua coragem salvou vidas”, disse, em conferência de imprensa, o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.

    Note-se que um dos atiradores morreu e o outro encontra-se em estado crítico.

    A Polícia de Nova Gales do Sul, na Austrália, revelou que pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney. 

    “A polícia está respondendo a uma ocorrência em curso na praia de Bondi e pede ao público que evite a área. Quem estiver no local deve procurar abrigo”, começou por anunciar a autoridade na rede social X.

    Posteriormente, a polícia indicou que “duas pessoas estão sob custódia policial na praia de Bondi”, mas sublinhou que a “operação policial continua em curso”. Sabe-se agora que um dos atiradores foi neutralizado pela polícia e o outro ferido. 

    O serviço de ambulâncias de Nova Gales do Sul tinha também confirmado que várias pessoas foram levadas para hospitais locais após um tiroteio na praia de Bondi. 

    Tiroteio foi “ataque terrorista”

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou, durante uma conferência de imprensa, que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    Tiroteio ocorreu durante celebração judaica

    Em declarações ao jornal local The Sydney Morning Herald, testemunhas revelaram que várias pessoas foram baleadas durante um evento para celebrar a primeira noite da celebração judaica Hanukkah. 

    Os residentes dizem ainda ter ouvido dezenas de tiros pelas 18h30 locais (4h30 em Brasília) e visto várias pessoas caídas no chão. “Vi pelo menos 10 pessoas no chão e sangue por todo o lado”, contou uma testemunhada, identificado como Harry Wilson, à publicação.

    Nas redes sociais circulam também vídeos – que o Notícias ao Minuto optou por não compartilhar – das autoridades e serviços de emergência a realizando manobras de reanimação a várias vítimas.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra os judeus”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, disse estar “horrorizado com o ataque a tiro assassino num evento de Hanukkah”, sublinhando que “estes são os resultados da onda antissemita nas ruas da Austrália nos últimos dois anos”.

    “O governo australiano, que recebeu inúmeros sinais de alerta, tem de cair em si!”, frisou.

    Também o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como “vil ataque terrorista contra os judeus que estavam acendendo as primeiras velas” da festa religiosa.

    “O nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste preciso momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos, rezamos por eles e rezamos por aqueles que perderam a vida”, afirmou num comunicado oficial.

    “Reiteramos o nosso alerta repetidamente ao governo australiano para que aja e lute contra a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou ainda.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai um grande número de turistas, surfistas e nadadores, especialmente durante os fins de semana.

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

  • Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

    Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

    Pelo menos dez pessoas – nove vítimas e um atirador – morreram após um tiroteio na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. O ataque teria ocorrido durante uma celebração judaica.

    A Polícia de Nova Gales do Sul, na Austrália, informou neste domingo que pelo menos dez pessoas morreram em um tiroteio na praia de Bondi, em Sydney. Do total de mortos, nove são vítimas e um é o atirador.

    Pela manhã, a polícia havia informado que estava “respondendo a um incidente em andamento” na praia de Bondi e que duas pessoas haviam sido detidas após relatos de disparos na região.

    “A polícia está respondendo a uma ocorrência em andamento na praia de Bondi e pede ao público que evite a área. Quem estiver no local deve procurar abrigo”, anunciou inicialmente a corporação na rede social X.

    Posteriormente, a polícia informou que “duas pessoas estão sob custódia policial na praia de Bondi”, mas ressaltou que a “operação policial continua em andamento”. Agora, sabe-se que um dos atiradores foi neutralizado pela polícia.

    O serviço de ambulâncias de Nova Gales do Sul também confirmou que seis pessoas foram levadas a hospitais locais após o tiroteio na praia de Bondi. Quatro vítimas foram encaminhadas ao Hospital St. Vincent, uma ao Hospital Royal Prince Alfred e outra ao Hospital St. George.

    Citado pela agência de notícias Reuters, um porta-voz do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o governo está “ciente de uma situação de segurança ativa em Bondi”.

    “Pedimos que as pessoas nas proximidades sigam as orientações da Polícia de Nova Gales do Sul”, afirmou.

    Em comunicado, Albanese declarou que “as cenas em Bondi são chocantes e angustiantes”. “A polícia e as equipes de emergência estão no local trabalhando para salvar vidas. Meus pensamentos estão com todas as pessoas afetadas”, destacou.

    Tiroteio terá ocorrido durante celebração judaica 

    Em declarações ao jornal local The Sydney Morning Herald, testemunhas relataram que várias pessoas foram baleadas durante um evento para celebrar a primeira noite do feriado judaico de Hanukkah.

    Moradores afirmaram ainda ter ouvido dezenas de tiros por volta das 18h30 no horário local (7h30 em Lisboa) e visto várias pessoas caídas no chão. “Vi pelo menos dez pessoas no chão e sangue por toda parte”, contou uma testemunha identificada como Harry Wilson à publicação.

    O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, afirmou estar “horrorizado com o ataque a tiros mortal em um evento de Hanukkah”, ressaltando que “estes são os resultados da onda antissemita nas ruas da Austrália nos últimos dois anos”.

    “O governo australiano, que recebeu inúmeros sinais de alerta, precisa reagir”, afirmou.

    Até o momento, as autoridades australianas não divulgaram os motivos do ataque.

    Também circulam nas redes sociais vídeos — que o Notícias ao Minuto optou por não divulgar — mostrando autoridades e equipes de emergência realizando manobras de reanimação em várias vítimas.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai grande número de turistas, surfistas e banhistas, especialmente nos fins de semana.

    Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

  • Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

    Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

    Um tiroteio na Universidade de Brown, em Rhode Island, EUA, resultou na morte de duas pessoas e deixou nove feridos. A polícia divulgou um vídeo de um suspeito e continua a investigação.

    As autoridades norte-americanas divulgaram, na noite de sábado, um vídeo de uma “pessoa de interesse” do tiroteio que matou duas pessoas na Universidade de Brown, no estado de Rhode Island.

    O incidente ocorreu pouco depois das 16h00 locais (18h00 em Brasília) dentro de uma sala de aula, onde decorriam exames, afirmou o presidente da Câmara de Providence, Brett Smiley, em conferência de imprensa. 

    As portas exteriores do edifício estavam abertas devido à realização de exames e “não se sabe” por onde é que o suspeito entrou.

    “Não se sabe como entrou no edifício, mas sabemos que saiu pelo lado da Hope Street do complexo”, acrescentou o comandante Timothy O’Hara, vice-chefe da Polícia de Providence. 

    Após a conferência de imprensa, foi divulgado um vídeo de uma “pessoa de interesse”, que as autoridades acreditam ser o atirador. As imagens, que pode ver acima, mostram o que aparenta ser um homem com roupas escuras e largas caminhando por uma rua nas imediações da universidade. 

    Tiroteio provocou dois mortos e nove feridos, a maioria em estado grave

    Além das duas vítimas mortais, o tiroteio provocou nove feridos, a maioria dos quais em estado grave. Um primeiro balanço dava conta de oito feridos, mas horas após o tiroteio foi contabilizada uma pessoa que foi ferida por estilhaços. 

    A universidade da Ivy League emitiu um alerta de atirador ativo e pediu aos alunos e funcionários que se abrigassem.

    Responsáveis da universidade começaram por informar os alunos e funcionários de que havia um suspeito que já estava sob custódia, mas, entretanto, corrigiram as informações, revelando que a polícia ainda estava à procura de um ou mais suspeitos, segundo os alertas emitidos pelo sistema de notificação de emergência da Brown citados pela Associated Press (AP).

    “Ainda estamos recebendo informações sobre o que está acontecendo, mas estamos apenas dizendo às pessoas para trancarem as portas e permanecerem vigilantes”, disse o vereador de Providence John Gonçalves, cujo distrito inclui o campus da Brown.

    “Como ex-aluno da Brown, alguém que ama a comunidade da Brown e representa esta área, estou de coração partido. Os meus sinceros pêsames a todos os familiares e pessoas afetadas”, acrescentou.

    Também o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha indicado, através da Truth Social, que foi “informado sobre o tiroteio que ocorreu na Universidade de Brown” e que o “suspeito está detido”, corrigindo, depois, a informação.


    O tiroteio ocorreu no segundo dia de exames nacionais perto do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física.

    Segundo o site da universidade privada, o edifício conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Os estudantes foram orientados a permanecer onde estavam enquanto a polícia continua investigando, ao mesmo tempo que pessoas fora do perímetro foram aconselhadas a evitar a área.

    A Brown é uma instituição privada com cerca de 7.300 alunos de graduação e mais de três mil alunos de pós-graduação, sendo hoje o segundo dia de exames finais do semestre de outono.

    Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

  • Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

    Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

    Pelo menos duas pessoas morreram este sábado num tiroteio na Universidade de Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos da América, e outras oito estão em estado crítico no hospital. O suspeito continua em fuga.

    Pelo menos duas pessoas morreram e várias ficaram feridas – oito em estado crítico – este sábado à tarde (noite no Brasil) na Universidade de Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, durante um tiroteio. Ainda nenhum suspeito foi detido.

    O número de mortos foi informado inicialmente pela Associated Press (AP), que citou fontes policiais próximas do caso, que falaram sob a condição de anonimato.

    A informação foi depois confirmada pelo mayor de Providence, Brett Smiley, que acrescentou ainda que há oito pessoas em estado crítico, embora estáveis, no hospital.

    O tiroteio ocorreu no segundo dia de exames nacionais perto do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física. Segundo o site da universidade privada, o edifício conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Na rede social X, a polícia de Providence, que acorreu ao local, disse apenas que “várias pessoas foram baleadas na zona da Universidade de Brown”. A autoridade frisou também que a situação ainda estava a decorrer e apelou a que a população evitasse deslocar-se àquela zona.

    Em conferência de imprensa, a mesma polícia descreveu o suspeito como “um homem vestido de preto”, afirmando que, preliminarmente, estas eram as únicas informações para já disponíveis.

    “Ainda não sabemos como é que ele entrou no edifício, mas sabemos que ele saiu pelo lado da Rua Hope desse complexo”, acrescentaram, frisando que estão a ser utilizados todos os recursos para localizar o suspeito.

    O primeiro alerta foi dado por volta das 16h05 (hora local). Pouco depois, por volta das 16h22 a Universidade de Brown escreveu na sua página online: “Há um tiroteio ativo perto de Barus & Engineering [zonas no campus]. Tranquem as portas, silenciem os celulares e permaneçam escondidos até novas informações. Lembrem-se: CORRAM, se estiverem num local afetado e retirem-se da zona seguramente, se conseguirem; ESCONDAM-SE, se não for possível saírem de onde estão e protejam-se; LUTEM apenas em último caso, tomem precauções para se protegerem”.

    Quase uma hora depois, pelas 17h11, a universidade alertava que a situação de perigo continuava e que a polícia não tinha um suspeito sob custódia, acrescentando que este se encontrava em movimento, e já não estaria no campus, mas sim nas ruas à volta. As autoridades de emergência já tinham chegado ao local, por esta altura.

    O presidente norte-americano, Donald Trump chegou a afirmar na sua rede social, a Truth Social, que o suspeito já tinha sido detido pelas autoridades, o que acabou por ainda não se confirmar.

    Mais tarde, em declarações aos jornalistas na Casa Branca, Trump reiterou que tinha sido informado na totalidade sobre a situação na Universidade de Brown: “Que coisa terrível que é, e tudo o que podemos fazer agora é rezar pelas vítimas e por aqueles que ficaram gravemente feridos”.

    “Foi realmente muito assustador”. Os relatos

    Em declarações ao Brown Daily Herald, alguns alunos da universidade recordaram o momento em que perceberam que havia um atirador no campus.

    Katie Sun, de 28 anos, estava estudando no átrio de engenharia, quando ouviu os primeiros tiros. Era por volta das 16h10. Katie rapidamente abandonou o edifício, deixando para trás todos os seus pertences, e correu para os dormitórios, onde achou que iria ficar em segurança.

    “Foi realmente muito assustador. Os tiros pareciam vir de… onde ficam as salas de aula”, contou.

    Já Refath Bari estava descendo as escadas da mesma área que Katie quando os disparos soaram.

    “Houve confusão e depois as pessoas começaram a correr”, recordou. “Corri o mais rápido que pude para o outro lado da rua, em direção à Thayer Street, e aí encontrei uma aluna e entrei no apartamento dela”, contou.

    Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

  • Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

    Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

    A polícia de Hong Kong deteve um jovem de 20 anos depois de a companhia aérea Cathay Pacific, que fazia um voo de Boston para Hong Kong, ter denunciado que o passageiro tentou abrir uma porta da aeronave em pleno voo. As autoridades estão a investigar o incidente.

    Um jovem de 20 anos foi detido pela polícia de Hong Kong no último dia 10 de dezembro após tentar abrir a porta de um avião em pleno voo.

    A companhia aérea Cathay Pacific, que operava o voo CX811 na rota Boston–Hong Kong, denunciou um passageiro depois que o homem tentou forçar a abertura de uma das portas da aeronave.

    Nenhum passageiro ou membro da tripulação ficou ferido, e o avião conseguiu pousar em segurança, segundo informou o New York Post.

    “Nossa tripulação respondeu imediatamente à situação, inspecionou a porta para garantir que estava devidamente fechada e comunicou o incidente às autoridades competentes e à polícia”, informou a companhia aérea em comunicado.

    A Cathay Pacific acrescentou que o caso será investigado pela polícia e ressaltou que “a segurança de clientes e tripulantes orienta todas as decisões” da empresa.

    A Polícia de Hong Kong informou, na sexta-feira, que o jovem, de nacionalidade chinesa, foi detido sob suspeita de violar a Lei de Segurança da Aviação.

    Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

  • Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza

    Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que o Exército matou Raad Saad, segundo comandante de mais alta patente do Hamas, num ataque que o movimento islamita classificou como violação do acordo de cessar-fogo.

    Segundo o gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Saad — chefe de operações das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam e braço direito do atual líder militar do Hamas no enclave, Izz ad-Din Haddad — foi atingido por um projétil enquanto seguia em um veículo a sudoeste da cidade de Gaza, junto com outras três pessoas, que também morreram.

    O governo de Israel alega que Saad foi “um dos arquitetos do massacre de 7 de outubro” e que, apesar da trégua em vigor, atuava “na reconstrução da organização terrorista, planejando e executando ataques contra Israel e reconstituindo uma força de ataque”, em violação aos compromissos assumidos pelo Hamas no âmbito do plano mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Netanyahu afirmou que o ataque foi uma retaliação à explosão de um artefato improvisado que, na chamada Linha Amarela em Gaza, feriu dois soldados israelenses e que Israel atribui ao Hamas.

    O movimento islamista confirmou o ataque ao veículo, descrevendo-o como “um carro civil atingido pela força aérea sionista”, e acusou Israel de tentar “minar e sabotar” o acordo de cessar-fogo.

    Em comunicado, o Hamas afirmou que o bombardeio — que, segundo jornalistas locais, deixou cinco mortos — “reafirma a intenção da ocupação de intensificar suas violações da trégua”.

    Fontes médicas em Gaza confirmaram cinco mortes, mas o Exército israelense ainda não divulgou detalhes sobre as demais pessoas atingidas.

    A imprensa israelense informou que o alvo seria o vice-líder do Hamas em Gaza, Saed Raad, embora não haja confirmação oficial.

    O Hamas exige que os mediadores do cessar-fogo “tomem medidas imediatas” para conter o que classifica como um “governo de ocupação fascista” que “não cumpre seus compromissos e busca destruir o acordo”.

    Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza