Categoria: MUNDO

  • Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou este domingo que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    O tiroteio que deixou pelo menos 12 mortos na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália, foi classificado como um ataque “terrorista” com o objetivo de atingir a “comunidade judaica”.

    Em coletiva de imprensa, o chefe da Polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, informou que há registro de 12 mortos e 29 feridos, incluindo dois policiais.

    “Hoje, às 21h36 [07h36 em Brasília], declarei este incidente como terrorista”, anunciou.

    A Polícia de Nova Gales do Sul havia informado que dois suspeitos foram detidos, mas o chefe da corporação admitiu a possibilidade da existência de um terceiro atirador.

    “Também autorizei poderes especiais para garantir que, caso haja um terceiro autor — e estamos investigando isso neste momento — possamos impedir qualquer atividade adicional”, afirmou.

    O governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, declarou que “este ataque foi planejado para atingir a comunidade judaica de Sydney”.

    “No primeiro dia de Hanukkah, o que deveria ter sido uma noite de paz e alegria, celebrada por essa comunidade com famílias e apoiadores, foi destruído por este ataque horrível”, lamentou.

    O chefe da polícia informou ainda que as autoridades localizaram um carro nas proximidades da praia com “vários artefatos explosivos improvisados”.

    “Como parte da investigação e logo após o tiroteio, a polícia localizou um veículo na Campbell Parade, em Bondi, que acreditamos conter diversos artefatos explosivos improvisados. Nossa equipe de desativação de bombas está no local neste momento trabalhando na ocorrência”, disse aos jornalistas, segundo a Sky News.

    “Um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”

    Também presente na coletiva, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, lamentou o “devastador atentado terrorista em Bondi, durante a celebração do Hanukkah à beira-mar”.

    “Este foi um ataque direcionado contra judeus australianos no primeiro dia de Hanukkah, que deveria ser um dia de alegria, uma celebração da fé. Trata-se de um ato de maldade, antissemitismo e terrorismo que atingiu o coração da nossa nação”, afirmou, destacando que “um ataque contra judeus australianos é um ataque contra todos os australianos”.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra judeus”

    Em comunicado, o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como um “vil ataque terrorista contra judeus que acendiam as primeiras velas” da celebração religiosa.

    “Nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos e lembramos daqueles que perderam a vida”, afirmou em nota oficial.

    “Reiteramos repetidamente nosso alerta ao governo australiano para que aja e combata a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai grande número de turistas, surfistas e banhistas, especialmente nos fins de semana.

    Atentado na Austrália foi "ataque terrorista" contra "comunidade judaica"

  • Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

    Um homem abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo durante o atentado que ocorreu na praia Bondi, em Sydney, na Austrália. Até ao momento, já são contabilizados 12 mortos, incluindo um dos suspeitos.

    Pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney, este domingo. Nas redes sociais, surgiram vários vídeos do ataque, incluindo imagens de um homem que abordou um dos atiradores e conseguiu desarmá-lo.

    No vídeo, compartilhado na internet, é possível ver um transeunte a aproximar-se por trás de um dos atiradores, tendo conseguido tirar a arma das suas mãos.

    O homem, já considerado um herói, conseguiu imobilizar o suspeito, apontando uma espingarda para ele em seguida. O atirador acabou por fugir do local.

    “Hoje vimos australianos correndo em direção ao perigo para ajudar os outros. Esses australianos são heróis e a sua coragem salvou vidas”, disse, em conferência de imprensa, o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese.

    Note-se que um dos atiradores morreu e o outro encontra-se em estado crítico.

    A Polícia de Nova Gales do Sul, na Austrália, revelou que pelo menos doze pessoas morreram num atentado na praia de Bondi, em Sydney. 

    “A polícia está respondendo a uma ocorrência em curso na praia de Bondi e pede ao público que evite a área. Quem estiver no local deve procurar abrigo”, começou por anunciar a autoridade na rede social X.

    Posteriormente, a polícia indicou que “duas pessoas estão sob custódia policial na praia de Bondi”, mas sublinhou que a “operação policial continua em curso”. Sabe-se agora que um dos atiradores foi neutralizado pela polícia e o outro ferido. 

    O serviço de ambulâncias de Nova Gales do Sul tinha também confirmado que várias pessoas foram levadas para hospitais locais após um tiroteio na praia de Bondi. 

    Tiroteio foi “ataque terrorista”

    O chefe da polícia de Nova Gales do Sul, Mal Lanyon, afirmou, durante uma conferência de imprensa, que o ataque na praia de Bondi, na Austrália, foi considerado “terrorista”. Já o governador de Nova Gales do Sul, Chris Minns, indicou que teve como objetivo atingir a “comunidade judaica de Sydney”.

    Tiroteio ocorreu durante celebração judaica

    Em declarações ao jornal local The Sydney Morning Herald, testemunhas revelaram que várias pessoas foram baleadas durante um evento para celebrar a primeira noite da celebração judaica Hanukkah. 

    Os residentes dizem ainda ter ouvido dezenas de tiros pelas 18h30 locais (4h30 em Brasília) e visto várias pessoas caídas no chão. “Vi pelo menos 10 pessoas no chão e sangue por todo o lado”, contou uma testemunhada, identificado como Harry Wilson, à publicação.

    Nas redes sociais circulam também vídeos – que o Notícias ao Minuto optou por não compartilhar – das autoridades e serviços de emergência a realizando manobras de reanimação a várias vítimas.

    Israel denuncia “vil ataque terrorista contra os judeus”

    O ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, Gideon Sa’ar, disse estar “horrorizado com o ataque a tiro assassino num evento de Hanukkah”, sublinhando que “estes são os resultados da onda antissemita nas ruas da Austrália nos últimos dois anos”.

    “O governo australiano, que recebeu inúmeros sinais de alerta, tem de cair em si!”, frisou.

    Também o presidente de Israel, Isaac Herzog, denunciou o que classificou como “vil ataque terrorista contra os judeus que estavam acendendo as primeiras velas” da festa religiosa.

    “O nosso coração está com eles. O coração de toda a nação de Israel bate forte neste preciso momento, enquanto rezamos pela recuperação dos feridos, rezamos por eles e rezamos por aqueles que perderam a vida”, afirmou num comunicado oficial.

    “Reiteramos o nosso alerta repetidamente ao governo australiano para que aja e lute contra a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”, acrescentou ainda.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai um grande número de turistas, surfistas e nadadores, especialmente durante os fins de semana.

    Homem aborda e desarma terrorista em praia de Sydney; vídeo

  • Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

    Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

    Pelo menos dez pessoas – nove vítimas e um atirador – morreram após um tiroteio na praia de Bondi, em Sydney, na Austrália. O ataque teria ocorrido durante uma celebração judaica.

    A Polícia de Nova Gales do Sul, na Austrália, informou neste domingo que pelo menos dez pessoas morreram em um tiroteio na praia de Bondi, em Sydney. Do total de mortos, nove são vítimas e um é o atirador.

    Pela manhã, a polícia havia informado que estava “respondendo a um incidente em andamento” na praia de Bondi e que duas pessoas haviam sido detidas após relatos de disparos na região.

    “A polícia está respondendo a uma ocorrência em andamento na praia de Bondi e pede ao público que evite a área. Quem estiver no local deve procurar abrigo”, anunciou inicialmente a corporação na rede social X.

    Posteriormente, a polícia informou que “duas pessoas estão sob custódia policial na praia de Bondi”, mas ressaltou que a “operação policial continua em andamento”. Agora, sabe-se que um dos atiradores foi neutralizado pela polícia.

    O serviço de ambulâncias de Nova Gales do Sul também confirmou que seis pessoas foram levadas a hospitais locais após o tiroteio na praia de Bondi. Quatro vítimas foram encaminhadas ao Hospital St. Vincent, uma ao Hospital Royal Prince Alfred e outra ao Hospital St. George.

    Citado pela agência de notícias Reuters, um porta-voz do primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o governo está “ciente de uma situação de segurança ativa em Bondi”.

    “Pedimos que as pessoas nas proximidades sigam as orientações da Polícia de Nova Gales do Sul”, afirmou.

    Em comunicado, Albanese declarou que “as cenas em Bondi são chocantes e angustiantes”. “A polícia e as equipes de emergência estão no local trabalhando para salvar vidas. Meus pensamentos estão com todas as pessoas afetadas”, destacou.

    Tiroteio terá ocorrido durante celebração judaica 

    Em declarações ao jornal local The Sydney Morning Herald, testemunhas relataram que várias pessoas foram baleadas durante um evento para celebrar a primeira noite do feriado judaico de Hanukkah.

    Moradores afirmaram ainda ter ouvido dezenas de tiros por volta das 18h30 no horário local (7h30 em Lisboa) e visto várias pessoas caídas no chão. “Vi pelo menos dez pessoas no chão e sangue por toda parte”, contou uma testemunha identificada como Harry Wilson à publicação.

    O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, afirmou estar “horrorizado com o ataque a tiros mortal em um evento de Hanukkah”, ressaltando que “estes são os resultados da onda antissemita nas ruas da Austrália nos últimos dois anos”.

    “O governo australiano, que recebeu inúmeros sinais de alerta, precisa reagir”, afirmou.

    Até o momento, as autoridades australianas não divulgaram os motivos do ataque.

    Também circulam nas redes sociais vídeos — que o Notícias ao Minuto optou por não divulgar — mostrando autoridades e equipes de emergência realizando manobras de reanimação em várias vítimas.

    Localizada a leste de Sydney, Bondi é a praia mais famosa da Austrália e atrai grande número de turistas, surfistas e banhistas, especialmente nos fins de semana.

    Atentado em praia de Sydney deixa dez mortos; dois suspeitos detidos

  • Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

    Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

    Um tiroteio na Universidade de Brown, em Rhode Island, EUA, resultou na morte de duas pessoas e deixou nove feridos. A polícia divulgou um vídeo de um suspeito e continua a investigação.

    As autoridades norte-americanas divulgaram, na noite de sábado, um vídeo de uma “pessoa de interesse” do tiroteio que matou duas pessoas na Universidade de Brown, no estado de Rhode Island.

    O incidente ocorreu pouco depois das 16h00 locais (18h00 em Brasília) dentro de uma sala de aula, onde decorriam exames, afirmou o presidente da Câmara de Providence, Brett Smiley, em conferência de imprensa. 

    As portas exteriores do edifício estavam abertas devido à realização de exames e “não se sabe” por onde é que o suspeito entrou.

    “Não se sabe como entrou no edifício, mas sabemos que saiu pelo lado da Hope Street do complexo”, acrescentou o comandante Timothy O’Hara, vice-chefe da Polícia de Providence. 

    Após a conferência de imprensa, foi divulgado um vídeo de uma “pessoa de interesse”, que as autoridades acreditam ser o atirador. As imagens, que pode ver acima, mostram o que aparenta ser um homem com roupas escuras e largas caminhando por uma rua nas imediações da universidade. 

    Tiroteio provocou dois mortos e nove feridos, a maioria em estado grave

    Além das duas vítimas mortais, o tiroteio provocou nove feridos, a maioria dos quais em estado grave. Um primeiro balanço dava conta de oito feridos, mas horas após o tiroteio foi contabilizada uma pessoa que foi ferida por estilhaços. 

    A universidade da Ivy League emitiu um alerta de atirador ativo e pediu aos alunos e funcionários que se abrigassem.

    Responsáveis da universidade começaram por informar os alunos e funcionários de que havia um suspeito que já estava sob custódia, mas, entretanto, corrigiram as informações, revelando que a polícia ainda estava à procura de um ou mais suspeitos, segundo os alertas emitidos pelo sistema de notificação de emergência da Brown citados pela Associated Press (AP).

    “Ainda estamos recebendo informações sobre o que está acontecendo, mas estamos apenas dizendo às pessoas para trancarem as portas e permanecerem vigilantes”, disse o vereador de Providence John Gonçalves, cujo distrito inclui o campus da Brown.

    “Como ex-aluno da Brown, alguém que ama a comunidade da Brown e representa esta área, estou de coração partido. Os meus sinceros pêsames a todos os familiares e pessoas afetadas”, acrescentou.

    Também o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha indicado, através da Truth Social, que foi “informado sobre o tiroteio que ocorreu na Universidade de Brown” e que o “suspeito está detido”, corrigindo, depois, a informação.


    O tiroteio ocorreu no segundo dia de exames nacionais perto do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física.

    Segundo o site da universidade privada, o edifício conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Os estudantes foram orientados a permanecer onde estavam enquanto a polícia continua investigando, ao mesmo tempo que pessoas fora do perímetro foram aconselhadas a evitar a área.

    A Brown é uma instituição privada com cerca de 7.300 alunos de graduação e mais de três mil alunos de pós-graduação, sendo hoje o segundo dia de exames finais do semestre de outono.

    Polícia divulga vídeo de suspeito de tiroteio da Universidade de Brown

  • Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

    Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

    Pelo menos duas pessoas morreram este sábado num tiroteio na Universidade de Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos da América, e outras oito estão em estado crítico no hospital. O suspeito continua em fuga.

    Pelo menos duas pessoas morreram e várias ficaram feridas – oito em estado crítico – este sábado à tarde (noite no Brasil) na Universidade de Brown, em Rhode Island, nos Estados Unidos, durante um tiroteio. Ainda nenhum suspeito foi detido.

    O número de mortos foi informado inicialmente pela Associated Press (AP), que citou fontes policiais próximas do caso, que falaram sob a condição de anonimato.

    A informação foi depois confirmada pelo mayor de Providence, Brett Smiley, que acrescentou ainda que há oito pessoas em estado crítico, embora estáveis, no hospital.

    O tiroteio ocorreu no segundo dia de exames nacionais perto do edifício Barus & Holley, um complexo de sete andares onde funciona a Escola de Engenharia e o departamento de Física. Segundo o site da universidade privada, o edifício conta com mais de 100 laboratórios, dezenas de salas de aula e escritórios.

    Na rede social X, a polícia de Providence, que acorreu ao local, disse apenas que “várias pessoas foram baleadas na zona da Universidade de Brown”. A autoridade frisou também que a situação ainda estava a decorrer e apelou a que a população evitasse deslocar-se àquela zona.

    Em conferência de imprensa, a mesma polícia descreveu o suspeito como “um homem vestido de preto”, afirmando que, preliminarmente, estas eram as únicas informações para já disponíveis.

    “Ainda não sabemos como é que ele entrou no edifício, mas sabemos que ele saiu pelo lado da Rua Hope desse complexo”, acrescentaram, frisando que estão a ser utilizados todos os recursos para localizar o suspeito.

    O primeiro alerta foi dado por volta das 16h05 (hora local). Pouco depois, por volta das 16h22 a Universidade de Brown escreveu na sua página online: “Há um tiroteio ativo perto de Barus & Engineering [zonas no campus]. Tranquem as portas, silenciem os celulares e permaneçam escondidos até novas informações. Lembrem-se: CORRAM, se estiverem num local afetado e retirem-se da zona seguramente, se conseguirem; ESCONDAM-SE, se não for possível saírem de onde estão e protejam-se; LUTEM apenas em último caso, tomem precauções para se protegerem”.

    Quase uma hora depois, pelas 17h11, a universidade alertava que a situação de perigo continuava e que a polícia não tinha um suspeito sob custódia, acrescentando que este se encontrava em movimento, e já não estaria no campus, mas sim nas ruas à volta. As autoridades de emergência já tinham chegado ao local, por esta altura.

    O presidente norte-americano, Donald Trump chegou a afirmar na sua rede social, a Truth Social, que o suspeito já tinha sido detido pelas autoridades, o que acabou por ainda não se confirmar.

    Mais tarde, em declarações aos jornalistas na Casa Branca, Trump reiterou que tinha sido informado na totalidade sobre a situação na Universidade de Brown: “Que coisa terrível que é, e tudo o que podemos fazer agora é rezar pelas vítimas e por aqueles que ficaram gravemente feridos”.

    “Foi realmente muito assustador”. Os relatos

    Em declarações ao Brown Daily Herald, alguns alunos da universidade recordaram o momento em que perceberam que havia um atirador no campus.

    Katie Sun, de 28 anos, estava estudando no átrio de engenharia, quando ouviu os primeiros tiros. Era por volta das 16h10. Katie rapidamente abandonou o edifício, deixando para trás todos os seus pertences, e correu para os dormitórios, onde achou que iria ficar em segurança.

    “Foi realmente muito assustador. Os tiros pareciam vir de… onde ficam as salas de aula”, contou.

    Já Refath Bari estava descendo as escadas da mesma área que Katie quando os disparos soaram.

    “Houve confusão e depois as pessoas começaram a correr”, recordou. “Corri o mais rápido que pude para o outro lado da rua, em direção à Thayer Street, e aí encontrei uma aluna e entrei no apartamento dela”, contou.

    Pelo menos dois mortos em tiroteio na Universidade de Brown nos EUA

  • Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

    Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

    A polícia de Hong Kong deteve um jovem de 20 anos depois de a companhia aérea Cathay Pacific, que fazia um voo de Boston para Hong Kong, ter denunciado que o passageiro tentou abrir uma porta da aeronave em pleno voo. As autoridades estão a investigar o incidente.

    Um jovem de 20 anos foi detido pela polícia de Hong Kong no último dia 10 de dezembro após tentar abrir a porta de um avião em pleno voo.

    A companhia aérea Cathay Pacific, que operava o voo CX811 na rota Boston–Hong Kong, denunciou um passageiro depois que o homem tentou forçar a abertura de uma das portas da aeronave.

    Nenhum passageiro ou membro da tripulação ficou ferido, e o avião conseguiu pousar em segurança, segundo informou o New York Post.

    “Nossa tripulação respondeu imediatamente à situação, inspecionou a porta para garantir que estava devidamente fechada e comunicou o incidente às autoridades competentes e à polícia”, informou a companhia aérea em comunicado.

    A Cathay Pacific acrescentou que o caso será investigado pela polícia e ressaltou que “a segurança de clientes e tripulantes orienta todas as decisões” da empresa.

    A Polícia de Hong Kong informou, na sexta-feira, que o jovem, de nacionalidade chinesa, foi detido sob suspeita de violar a Lei de Segurança da Aviação.

    Jovem de 20 anos é detido após tentar abrir porta de avião durante voo

  • Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza

    Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza

    O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou hoje que o Exército matou Raad Saad, segundo comandante de mais alta patente do Hamas, num ataque que o movimento islamita classificou como violação do acordo de cessar-fogo.

    Segundo o gabinete do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, Saad — chefe de operações das Brigadas Izz ad-Din al-Qassam e braço direito do atual líder militar do Hamas no enclave, Izz ad-Din Haddad — foi atingido por um projétil enquanto seguia em um veículo a sudoeste da cidade de Gaza, junto com outras três pessoas, que também morreram.

    O governo de Israel alega que Saad foi “um dos arquitetos do massacre de 7 de outubro” e que, apesar da trégua em vigor, atuava “na reconstrução da organização terrorista, planejando e executando ataques contra Israel e reconstituindo uma força de ataque”, em violação aos compromissos assumidos pelo Hamas no âmbito do plano mediado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Netanyahu afirmou que o ataque foi uma retaliação à explosão de um artefato improvisado que, na chamada Linha Amarela em Gaza, feriu dois soldados israelenses e que Israel atribui ao Hamas.

    O movimento islamista confirmou o ataque ao veículo, descrevendo-o como “um carro civil atingido pela força aérea sionista”, e acusou Israel de tentar “minar e sabotar” o acordo de cessar-fogo.

    Em comunicado, o Hamas afirmou que o bombardeio — que, segundo jornalistas locais, deixou cinco mortos — “reafirma a intenção da ocupação de intensificar suas violações da trégua”.

    Fontes médicas em Gaza confirmaram cinco mortes, mas o Exército israelense ainda não divulgou detalhes sobre as demais pessoas atingidas.

    A imprensa israelense informou que o alvo seria o vice-líder do Hamas em Gaza, Saed Raad, embora não haja confirmação oficial.

    O Hamas exige que os mediadores do cessar-fogo “tomem medidas imediatas” para conter o que classifica como um “governo de ocupação fascista” que “não cumpre seus compromissos e busca destruir o acordo”.

    Israel anuncia morte do número dois militar do Hamas em ataque a Gaza

  • Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

    Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

    Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada nas costas e num dos braços, na tarde de quinta-feira, enquanto mudava a fralda da sua filha bebê, em Nova York, nos Estados Unidos. A agressora foi detida.

    Uma mulher de 38 anos foi esfaqueada várias vezes na tarde de quinta-feira enquanto trocava a fralda da filha bebê em uma loja da rede Macy’s, em Nova York, nos Estados Unidos.

    Kerri Aherne, de 43 anos, foi presa e acusada de tentativa de homicídio, agressão e porte ilegal de arma, segundo o Departamento de Polícia de Nova York, citado pela NBC News.

    As autoridades informaram que o bebê saiu ileso do ataque, enquanto a vítima sofreu ferimentos nas costas e em um dos braços, sendo levada ao Hospital Bellevue em estado estável.

    De acordo com o mesmo veículo, o marido da vítima desarmou a agressora e a imobilizou até a chegada da polícia.

    “Estamos profundamente tristes com o incidente ocorrido, já que a segurança de nossos clientes e colaboradores é a nossa principal prioridade”, afirmou um porta-voz da empresa em nota, encaminhando outras questões às autoridades locais.

    O casal trabalha para o Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles, mas a polícia, que segue investigando o caso, destacou que tudo indica que o ataque foi aleatório.

    Mulher é esfaqueada enquanto mudava fralda de bebê; suspeita foi detida

  • Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

    Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

    Donald Trump afirmou “não saber nada” acerca das mais recentes fotografias de Jeffrey Epstein, que foram divulgadas pela House Oversight Committee na sexta-feira. O republicano disse ainda não ter visto as imagens, mas defende que “centenas de pessoas têm fotografias” com o pedófilo norte-americano,

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou “não saber nada” sobre as mais recentes fotografias de Jeffrey Epstein divulgadas na tarde de sexta-feira pelo Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes (House Oversight Committee).

    “Bem, não vi. Mas, quer dizer, todo mundo conhecia esse homem [Epstein]. Ele estava por toda parte em Palm Beach. Ele tem fotos com todo mundo. Existem centenas e centenas de pessoas que têm fotos com ele. Não é nada demais”, disse Trump a jornalistas na Casa Branca.

    O que se sabe?
    Na sexta-feira, foram divulgadas novas fotografias de itens pertencentes ao espólio de Jeffrey Epstein, que incluem imagens com personalidades como Donald Trump, Bill Clinton e Bill Gates.

    As quase 20 novas imagens podem, no entanto, revelar novos momentos em que Epstein — que morreu na prisão após um escândalo sexual envolvendo menores — aparece em contato com figuras de alto escalão, não apenas dos anos 1990, mas também da atualidade, incluindo Trump, atualmente presidente dos Estados Unidos.

    Quem aparece nas fotografias?
    Trump — que já negou manter qualquer tipo de relação com Epstein quando a rede de tráfico sexual liderada por ele foi descoberta — não é o único a aparecer nas imagens. Além de Donald Trump, também são vistos:

    • o ex-presidente Bill Clinton;
    • Steve Bannon, ex-conselheiro presidencial de Trump;
    • o ator e cineasta Woody Allen;
    • Larry Summers, economista e ex-secretário do Tesouro dos EUA;
    • o advogado Alan Dershowitz;
    • o empresário e fundador do Grupo Virgin, Richard Branson;
    • Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe;
    • o empresário Bill Gates.

    O que disse a Casa Branca?
    A Casa Branca acusou, na sexta-feira, os democratas da Câmara dos Representantes de divulgarem fotos selecionadas de Jeffrey Epstein, acusado de exploração sexual de menores, com o objetivo de “tentar criar uma narrativa falsa” envolvendo o presidente norte-americano, Donald Trump.

    “Os democratas da Câmara dos Representantes estão divulgando de forma seletiva fotos cuidadosamente escolhidas, com censura aleatória, para tentar criar uma narrativa falsa”, afirmou Abigail Jackson, porta-voz da Casa Branca.

    O governo norte-americano reagiu às imagens publicadas pelos democratas do Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes (câmara baixa do Congresso), nas quais Trump aparece cercado por mulheres na mansão do consultor financeiro Jeffrey Epstein, seu amigo.

    As imagens da mansão (antes das novas fotos)
    Vale destacar que, no início do mês, os democratas do Comitê de Supervisão da Câmara divulgaram fotografias e vídeos inéditos da famosa ilha privada de Jeffrey Epstein no Caribe, onde parte dos abusos teria ocorrido.

    Nas imagens divulgadas, é possível ver diversos cômodos da mansão localizada em Little St. James, nas Ilhas Virgens Americanas. Entre as várias fotos, uma chama atenção por se assemelhar a um consultório odontológico, com várias máscaras de figuras históricas penduradas nas paredes.

    Epstein? "Tem fotografias com todo o mundo. Não é nada demais"

  • Trump volta a sugerir ataques terrestres na Venezuela: "É mais fácil"

    Trump volta a sugerir ataques terrestres na Venezuela: "É mais fácil"

    O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a sugerir esta sexta-feira que o país vai iniciar ataques terrestres na Venezuela, indicando que essas operações serão contra “pessoas horríveis que estão trazendo drogas” para os Estados Unidos.

    E agora começamos por terra [os ataques]. E por terra é muito mais fácil. E isso vai começar a acontecer”, afirmou o chefe de Estado durante uma coletiva de imprensa no Salão Oval da Casa Branca, ao ser questionado sobre a situação com a Venezuela.

    Em seguida, porém, acrescentou uma nuance importante: os ataques terrestres não precisam “necessariamente ser na Venezuela; nossos alvos são as pessoas que trazem drogas para o nosso país”.

    Trump afirmou que a administração norte-americana eliminou o tráfico de drogas “a níveis nunca antes vistos”, especificamente “96% das drogas que chegam por via marítima”. Ele ironizou os 4% restantes, em referência aos ataques realizados pelas forças dos Estados Unidos no Mar do Caribe contra navios que supostamente transportavam drogas, pelos quais Trump foi acusado de cometer “assassinatos extrajudiciais”.

    Entre risos e em tom de brincadeira, o presidente norte-americano disse que não gostaria de fazer parte desses 4% e, em seguida, perguntou aos presentes no Salão Oval: “Alguém quer ir pescar naquela região? Alguém quer ir pescar ali? Acho que não”.

    Os bombardeios norte-americanos contra mais de duas dezenas de embarcações já causaram mais de 80 mortes.

    Donald Trump também se recusou a revelar quais serão as próximas ações dos Estados Unidos em relação ao petróleo venezuelano, após a apreensão de um petroleiro com petróleo da Venezuela ao largo da costa do país latino-americano, na última quarta-feira.

    O ocupante da Casa Branca ainda fez críticas à Colômbia — cujo presidente, Gustavo Petro, ele afirmou que seria “o próximo” na luta contra o narcotráfico —, embora tenha diferenciado a situação da venezuelana. “A Colômbia tem, pelo menos, três fábricas de cocaína. É um país diferente. Não estamos satisfeitos com isso. Mas estamos combatendo”, afirmou.

    Trump volta a sugerir ataques terrestres na Venezuela: "É mais fácil"