Categoria: MUNDO

  • Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Ataques se intensificam enquanto Moscou avança no leste do vizinho; ao menos 6 morreram na capital ucraniana; violência escala enquanto governo de Donald Trump espera que sanções contra petroleiras russas façam efeito

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A guerra aérea entre Rússia e Ucrânia voltou a ter uma noite violenta nesta sexta-feira (14), enquanto as forças de Vladimir Putin seguem avançando sobre as defesas de Volodimir Zelenski no país invadido por Moscou em 2022.

    Ao menos seis pessoas morreram na capital ucraniana, Kiev, durante um mega-ataque que durou quase três horas durante a madrugada. Segundo Zelenski, foram lançados 430 drones e 19 mísseis, a maior parte contra a cidade.

    Todos os distritos de Kiev foram atingidos, e incêndios eram combatidos já com o sol a pino. A Força Aérea local disse ter abatido 405 drones e 14 mísseis, incluindo 2 hipersônicos do tipo Kinjal. A Rússia empregou também um modelo hipersônico Tsirkon, raramente usado, que não foi interceptado, segundo os ucranianos.

    Outras áreas do país também foram atingidas, mas o foco foi Kiev. Segundo o Ministério da Defesa russo, o ataque foi uma retaliação por ações contra refinarias e infraestrutura energética executadas pela Ucrânia nos últimos dias.

    O foco do conflito vinha sendo mais em solo, com o avanço russo sobre áreas no leste e no sul do vizinho. A pressão sobre o centro logístico de Pokrovsk continua, com tropas de Putin em boa parte da cidade -cuja eventual queda pode dificultar a defesa dos 20% remanescentes da província de Donetsk em mãos de Zelenski.

    Nesta sexta, o ministério anunciou a tomada de mais dois vilarejos na região. A pressão também continua em Zaporíjia, ao sul, onde a resistência ucraniana tem sido vencida pela pressão russa e pela transferência de reforços de lá para Pokrovsk.

    O governo de Kiev, por sua vez, acentuou o combate assimétrico, lançando segundo Zelenski novos mísseis de cruzeiro de fabricação local, o Netuno Longo, contra alvos na Rússia.

    Mas foi um ataque atribuído a drones que causou o maior estrago da noite na terra de Putin, com múltiplas explosões no porto de Novorossisk, no sul russo.

    O terminal já sofre com a queda no volume embarcado de petróleo e grãos, e a mídia local afirma que todo o trabalho foi paralisado para reparos nesta sexta.
    A escalada sem freios no conflito ocorre no momento em que o governo de Donald Trump deixou de insistir na negociação direta com Putin e passou a esperar os efeitos de novas sanções aplicadas às duas maiores petroleiras russas, a Rosneft e a Lukoil.

    A última vive uma situação complexa, pois tem US$ 22 bilhões de ativos no exterior, de postos de gasolina na Finlândia e refinaria na Bulgária a campos de petróleo e gás em diversos países. Compradores correm para fazer ofertas, mas o eventual ganho da Lukoil pode ser congelado pelas sanções.

    No Egito, Cazaquistão e Moldova, os governos locais ensaiam a nacionalização dos ativos russos. Apesar disso, nada sugere ainda que Putin irá reduzir a intensidade de sua campanha contra a Ucrânia.

    Zelenski também vive um momento político complexo, tentando abafar o escândalo de desvio do equivalente a R$ 527 milhões do setor de energia do país, justamente um dos mais afetados pelos ataques russos.

    O presidente afastou o atual ministro da Justiça, German Galuschenko, que era o titular da pasta da Energia. A crise gerou admoestação de apoiadores europeus de Kiev, como a Alemanha, cujo premiê Friedrich Merz ligou para Zelenski pedindo rigor nas apurações.

    A União Europeia chamou o episódio de lamentável, e a França anunciou uma visita de Zelenski a Paris na segunda (17) para tentar sinalizar apoio continuado aos ucranianos.

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

  • Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

    Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

    O motorista do ônibus foi detido e está sendo investigado pelo crime de homicídio culposo, em que não há intenção de matar

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Autoridades da Suécia informaram que várias pessoas morreram e outras ficaram feridas nesta sexta-feira (14) após um ônibus avançar contra um ponto de ônibus no centro de Estocolmo. Os investigadores ainda não sabem o que provocou a colisão e afirmam que é cedo para apontar qualquer causa.

    Um porta-voz do serviço de resgate da capital afirmou à agência de notícias Reuters que seis pessoas foram atingidas, sem especificar o número de mortos ou feridos. Equipes médicas e policiais foram mobilizadas para a região, que permanece isolada enquanto peritos analisam o local.

    O motorista do ônibus foi detido e está sendo investigado pelo crime de homicídio culposo, em que não há intenção de matar. Segundo a polícia, trata-se de um procedimento padrão em ocorrências desse tipo. O veículo não tinha passageiros no momento da colisão.

    Motoristas são orientados a evitar a área. As autoridades não divulgaram detalhes sobre o estado de saúde dos feridos nem a identidade das vítimas. Disseram ainda que novas informações serão fornecidas conforme a investigação avançar.

    O primeiro-ministro Ulf Kristersson manifestou solidariedade às vítimas em publicação nas redes sociais. “Neste momento, meus pensamentos estão principalmente com aqueles que foram afetados e em suas famílias”, escreveu.

    Ônibus avança contra ponto de ônibus e deixa mortos e feridos na capital da Suécia

  • EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

    EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

    Maior navio de guerra do mundo está na região do Caribe, em ponto não divulgado, em missão declarada contra traficantes; O USS Gerald R. Ford leva mais de 4 mil militares e dezenas de aeronaves capazes de operar dia e noite

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os EUA divulgaram ontem novas imagens do grupo de ataque do porta-aviões USS Gerald R. Ford após a chegada da embarcação à América Latina. As fotos revelam o arsenal mais avançado da Marinha americana em operação na região.

    O porta-aviões é o centro da força. O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo, leva mais de 4 mil militares e dezenas de aeronaves capazes de operar dia e noite. A embarcação concentra a capacidade de projeção de poder aéreo e naval dos EUA.

    A ala aérea embarcada amplia o alcance. A bordo estão os caças F/A-18E/F Super Hornet, aviões de alerta antecipado E-2D Hawkeye, helicópteros MH-60 e aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler, que permitem vigilância, ataque, defesa e apoio logístico em múltiplos cenários.

    Os destróieres fazem a proteção do grupo. As escoltas incluem os destróieres USS Bainbridge, USS Mahan e USS Winston S. Churchill, todos da classe Arleigh Burke, equipados com o sistema Aegis, radares de longo alcance e lançadores verticais capazes de disparar mísseis de defesa aérea e de ataque.

    O arsenal cobre todas as frentes. Esses navios combinam capacidades antiaérea, antissubmarino e antissuperfície, criando uma bolha de proteção que permite ao porta-aviões operar em segurança mesmo em áreas de maior tensão.

    A atuação conjunta com a Força Aérea deixa a presença dos EUA ainda mais intimidante. As imagens divulgadas mostram o grupo de ataque operando junto a um bombardeiro B-52, aeronave capaz de lançar mísseis de longo alcance e realizar patrulhas estratégicas em grande altitude.

    A mobilização tem peso geopolítico. A presença deste conjunto militar próximo à América Latina funciona como uma demonstração de força dos EUA em meio ao aumento de tensões com a Venezuela e sinaliza a atuação americana contra supostas redes criminosas e tráfico internacional.

    EUA x Venezuela: como é o 'grupo de ataque' do maior porta-aviões do mundo

  • Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

    Trump afirmou que pedirá a procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou hoje que a pressão para divulgar detalhes da rede de abuso sexual de Jeffrey Epstein é uma “farsa” promovida por democratas e que vai determinar uma investigação sobre o suposto relacionamento do empresário com o ex-presidente Bill Clinton

    Trump diz que pedirá à procuradora-geral e ao FBI para investigar relação de Clinton e Epstein. “Os democratas estão fazendo tudo o que podem, com seu poder cada vez menor, para promover novamente a farsa sobre Epstein”, escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.

    Além de Clinton, o presidente disse que investigaria a relação do bilionário com outros nomes, como o ex-secretário do Tesouro Larry Summers. Ele também mencionou o investidor e empresário Reid Hoffman, o banco JP Morgan Chase e “muitas outras pessoas e instituições”.

    Trump disse que “provas” mostram os democratas “passando grande parte da vida nas ilhas de Epstein”. Ele não detalhou, porém, quais provas seriam essas. “Epstein era um democrata, e ele é problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu ele nas mídias sociais

    Post de Trump acontece dias após milhares de arquivos envolvendo Epstein serem publicados nas redes sociais. Em uma das mensagens, o bilionário diz que nunca conheceu “alguém tão ruim” quanto Trump

    Acusado de manter uma rede de exploração sexual de menores e morto na prisão em 2019, Epstein teria dito ser o único “capaz de derrubar” o atual presidente dos EUA. A mensagem está entre os cerca de 20 mil arquivos que deputados do país tornaram públicos nesta semana.

    Trump e Epstein foram amigos nas décadas de 1980 e 1990. Eles frequentavam eventos sociais juntos em Nova York e Flórida. A controvérsia em torno de seus laços estreitos com o criminoso sexual condenado persegue Trump desde julho passado, quando o Departamento de Justiça anunciou que não divulgaria mais informações sobre o financista nova-iorquino, que supostamente cometeu suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento na prisão.

    RELEMBRE O CASO EPSTEIN

    Epstein foi preso pela primeira vez em 2008, quando foi sentenciado a 13 meses de prisão. Na época, os pais de uma menina de 14 anos denunciaram à polícia que o empresário havia abusado sexualmente da garota em sua mansão. Outras possíveis vítimas foram descobertas e foram encontradas fotos de meninas na casa dele.

    Jeffrey se livrou de pegar prisão perpétua. O bilionário fechou um polêmico acordo que o safou de ficar encarcerado pelo resto da vida, mas fez com que fosse registrado na lista federal de criminosos sexuais.

    Ele voltou a ser preso em 2019 sob acusação de tráfico sexual. Jeffrey foi acusado de traficar dezenas de meninas, de explorá-las e abusá-las sexualmente. Desse caso, o bilionário se declarou inocente e sempre negou as acusações. Após um mês na cadeia, aos 66 anos, ele foi encontrado morto na cela em que estava detido. A causa de sua morte divulgada oficialmente foi suicídio.

    Trechos de documentos do caso Epstein foram divulgados na imprensa e revelaram que famosos e políticos participaram das polêmicas festas do empresário. Personalidades como Leonardo DiCaprio, Cameron Diaz, Cate Blanchett, Bruce Willis, Kevin Spacey, George Lucas e Naomi Campbell foram citados, mas nenhum deles foi acusado pela prática de crimes.

    Políticos como o ex-presidente Bill Clinton e o atual mandatários dos EUA, Donald Trump, também são citados em documentos. Os dois, porém, também não receberam acusações criminais formais.

    Membro da realeza britânica, príncipe Andrew já respondeu a processo de abuso sexual relacionado ao caso Epstein. Ele foi acusado de manter relações sexuais com uma garota por intermédio do empresário em uma “orgia com várias menores de idade”. Na época, o Palácio de Buckingham destituiu Andrew de seus deveres militares e de seu título real.

    Trump diz que vai mandar investigar suposto elo entre Epstein e Clinton

  • Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

    Quatro crianças visitaram o presidente norte-americano na Sala Oval da Casa Branca, que lhes ofereceu moedas comemorativas e canetas. Um dos meninos chegou a perguntar ao republicano como é que se chamava

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma pausa no seu dia atarefado para receber e cumprimentar algumas crianças que o visitaram na Sala Oval da Casa Branca e até ofereceu presentes.

    O momento foi compartilhado nas redes sociais pela assessora de comunicação de Donald Trump, Margo Martin, e já foi visto por milhares de usuários em poucas horas. 

    No vídeo, quatro crianças aproximam-se de Donald Trump, que entrega a eles lembranças como canetas e moedas comemorativas. Um dos meninos pergunta ao presidente norte-americano: “Como você se chama?”.

    “O meu nome é Donald”, respondeu Trump, o que motivou algumas gargalhadas, não só das crianças como de quem assistia. 

    De acordo com a Fox News Digital, as crianças são netas da jornalista Salena Zito, que também compartilhou o encontro nas suas redes sociais. 

     
     
     

     
     
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    Nos comentários, os internautas elogiaram a simpatia do republicano: “É um avô a fazer coisas de avô” ou “A bondade transcende a política”.

    Esta não é a primeira vez que surgem vídeos de Donald Trump acompanhado de crianças. Por exemplo, na Páscoa deste ano, o presidente norte-americano esteve colorindo ovos com várias crianças. Aliás, recorde-se, Trump tem 11 netos.

    Além disso, no começo deste ano, Trump recebeu o filho de Elon Musk, que na época integrava o governo do republicano, e o pequeno X Æ A-Xii viralizou nas redes sociais ao manda o presidente se calar. “Eu quero que você cale a sua boca”, disse o menino.

    Vídeo viral: Trump recebe crianças na Casa Branca e não é reconhecido

  • Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

    Kiev viveu uma madrugada de terror com o maior bombardeio russo do ano: 430 drones e 19 mísseis foram lançados, deixando ao menos quatro mortos. O ataque, que Moscou diz ser retaliação, eleva a tensão enquanto a guerra se intensifica em solo e no ar

    (CBS NEWS) – A guerra aérea entre Rússia e Ucrânia voltou a ter uma noite bastante violenta nesta sexta-feira (14), enquanto as forças de Vladimir Putin seguem avançando sobre as defesas de Volodimir Zelenski no país invadido por Moscou em 2022.

    Ao menos quatro pessoas morreram na capital ucraniana, Kiev, durante um mega-ataque que durou quase três horas durante a madrugada. Segundo Zelenski, foram lançados 430 drones e 19 mísseis, a maior parte contra a cidade.

    Todos os distritos de Kiev foram atingidos, e incêndios eram combatidos já com o sol a pino. A Força Aérea local disse ter abatido 405 drones e 14 mísseis, incluindo 2 hipersônicos Kinjal. A Rússia empregou também um modelo hipersônico Tsirkon, raramente usado, que não foi interceptado segundo os ucranianos.

    Outras áreas do país também foram atingidas, mas o foco foi Kiev. Segundo o Ministério da Defesa russo, o ataque foi uma retaliação por ações contra refinarias e infraestrutura energética executadas pela Ucrânia nos últimos dias.

    O foco do conflito vinha sendo mais em solo, com o avanço russo sobre áreas no leste e no sul do vizinho. A pressão sobre o centro logístico de Pokrovsk continua, com tropas de Putin em boa parte da cidade -cuja eventual queda pode dificultar a defesa dos 20% remanescentes da província de Donetsk em mãos de Zelenski.

    Nesta sexta, o ministério anunciou a tomada de mais dois vilarejos na região. A pressão também continua em Zaporíjia, ao sul, onde a resistência ucraniana tem sido vencida pela pressão russa e pela transferência de reforços de lá para Pokrovsk.

    O governo de Kiev, por sua vez, acentuou o combate assimétrico, lançando segundo Zelenski novos mísseis de cruzeiro de fabricação local, o Netuno Longo, contra alvos na Rússia.

    Mas foi um ataque atribuído a drones que causou o maior estrago da noite na terra de Putin, com múltiplas explosões no porto de Novorossisk, no sul russo. O terminal já sofre com a queda no volume embarcado de petróleo e grãos, e segundo a mídia local todo o trabalho foi paralisado para reparos nesta sexta.

    A escalada sem freios no conflito ocorre no momento em que o governo de Donald Trump deixou de insistir na negociação direta com Putin e passou a esperar os efeitos de novas sanções aplicadas às duas maiores petroleiras russas, a Rosneft e a Lukoil.

    A última vive uma situação complexa, pois tem US$ 22 bilhões de ativos no exterior, de postos de gasolina na Finlândia e refinaria na Bulgária a campos de petróleo e gás em diversos países. Compradores correm para fazer ofertas, mas o eventual ganho da Lukoil pode ser congelado pelas sanções.

    No Egito, Cazaquistão e Moldova, os governos locais ensaiam a nacionalização dos ativos russos. Apesar disso, nada sugere ainda que Putin irá reduzir a intensidade de sua campanha contra a Ucrânia.

    Zelenski também vive um momento político complexo, tentando abafar o escândalo de desvio do equivalente a R$ 527 milhões do setor de energia do país, justamente um dos mais afetados pelos ataques russos.

    O presidente afastou o atual ministro da Justiça, German Galuschenko, que era o titular da pasta da Energia. A crise gerou admoestação de apoiadores europeus de Kiev, como a Alemanha, cujo premiê Friedrich Merz ligou para Zelenski pedindo rigor nas apurações.

    A Comissão Europeia chamou o episódio de lamentável, e a França anunciou uma visita de Zelenski a Paris na segunda (17) para tentar sinalizar apoio continuado aos ucranianos.

    Rússia faz mega-ataque contra Kiev, e Ucrânia atinge porto russo

  • Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

    Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

    O fenômeno raro durou cerca de três horas e foi provocado pela mistura de gases subterrâneos de alta pressão com água e rochas. Moradores registraram o momento e chegaram a lançar trapos em chamas no vulcão para manter a erupção ativa, segundo a BBC

    Um vulcão de lama entrou em erupção na quarta-feira (12) em Taiwan, lançando jatos de lama e chamas que chegaram a dois metros de altura.

    De acordo com a BBC, o fenômeno considerado raro durou aproximadamente três horas. Essas erupções acontecem quando gases subterrâneos sob alta pressão, como o metano, se misturam à água do subsolo, dissolvem rochas e projetam lama e vapor pela superfície.

    Vídeos divulgados nas redes sociais mostram moradores acompanhando o espetáculo natural e até lançando trapos em chamas no interior do vulcão para manter a erupção ativa.

    As autoridades locais não registraram feridos ou danos materiais significativos.

    Vulcão de lama entra em erupção e lança chamas de 2 metros; veja

  • Condenado no corredor da morte é salvo minutos antes da execução

    Condenado no corredor da morte é salvo minutos antes da execução

    Tremane Wood, preso desde 2002 por um homicídio em Oklahoma, teve a pena de morte comutada para prisão perpétua pelo governador Kevin Stitt. Ele sempre afirmou ser inocente e culpa o irmão, já falecido, pelo crime.

    Um preso que seria executado nesta quinta-feira (13) foi poupado minutos antes da aplicação da injeção letal no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, após receber um indulto do governador Kevin Stitt.

    A execução de Tremane Wood estava marcada para as 10h (horário local), mas o governador decidiu aceitar a recomendação do Conselho de Indultos e Liberdade Condicional e comutou a pena de morte para prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.

    O caso de Wood, de 46 anos, aconteceu 2002, quando um assalto a um hotel em Oklahoma terminou com a morte de um jovem imigrante de 19 anos que trabalhava como agricultor no estado de Montana. Condenado à morte pelo crime, Wood sempre afirmou ser inocente da acusação de homicídio, alegando que quem matou a vítima foi seu irmão, Zjaiton, morto na prisão em 2019.

    “Não sou um monstro, não sou um assassino. Nunca fui”, declarou Tremane em um vídeo divulgado por sua defesa. A advogada reforçou que o irmão dele havia confessado ter cometido outros assassinatos.

    Antes da decisão do governador, a defesa chegou a recorrer à Suprema Corte dos Estados Unidos para tentar impedir a execução, mas o pedido foi negado. Procuradores insistiam que Wood representava perigo à sociedade, alegando que ele continuava a cometer crimes dentro da prisão, como tráfico de drogas, contrabando de celulares e incitação à violência entre detentos.

    Desde que assumiu o cargo, há sete anos, o governador Kevin Stitt concedeu clemência a um condenado à morte apenas uma vez até esta decisão que salvou Tremane Wood da execução.

    Condenado no corredor da morte é salvo minutos antes da execução

  • Tubarão-branco gigante retorna à costa dos EUA após migração ao Canadá

    Tubarão-branco gigante retorna à costa dos EUA após migração ao Canadá

    Contender, o maior macho monitorado no Atlântico, percorreu quase 7 mil quilômetros desde janeiro e foi localizado perto de Atlantic City, em Nova Jersey. Migração marca o início do retorno dos tubarões às águas mais quentes.

    O maior tubarão-branco macho monitorado no oceano Atlântico voltou à costa dos Estados Unidos neste mês, após nadar até o Canadá no fim do verão.

    Segundo a organização Ocearch, especializada no monitoramento de tubarões, o animal de 4,2 metros de comprimento foi localizado nesta semana nas proximidades de Atlantic City, em Nova Jersey.

    Batizado de Contender, o tubarão começou a ser acompanhado em janeiro, quando nadava próximo aos estados da Flórida e da Geórgia. Depois, seguiu rumo ao norte, chegando até as águas frias de Newfoundland, no Canadá. Desde então, percorreu cerca de 4.300 milhas (6.920 quilômetros).

     
     

     
     
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    Após a temporada no Canadá, Contender retornou para o sul e agora está na costa de Nova Jersey. O animal pesa aproximadamente 748 quilos.

    De acordo com a Ocearch, Contender não é o único em movimento. Ernst, uma fêmea da mesma espécie, também vem migrando para o sul desde outubro, seguindo uma rota semelhante.

    A organização explica que, além dos tubarões-brancos, outras espécies como tubarões-tigre e tubarões-martelo também são monitoradas. Os pesquisadores destacam que os tubarões-brancos costumam passar o verão em águas mais frias e ricas em alimento, no norte, migrando depois para o sul em busca de temperaturas mais quentes.

    Neste ano, a Ocearch registrou um aumento no número de avistamentos da espécie nas águas do estado do Maine e também no Canadá.
    O trajeto dos animais pode ser acompanhado em tempo real clicando aqui.

    Tubarão-branco gigante retorna à costa dos EUA após migração ao Canadá

  • 'Sou o único capaz de derrubar Trump', disse Epstein em troca de e-mail

    'Sou o único capaz de derrubar Trump', disse Epstein em troca de e-mail

    Trump e Epstein foram amigos nas décadas de 1980 e 1990 e frequentavam eventos sociais juntos em Nova York e Flórida; as mensagens foram compartilhadas ontem por membros do Comitê de Supervisão da Câmara

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Jeffrey Epstein, empresário acusado de manter uma rede de exploração sexual de menores e morto na prisão em 2019, teria dito ser o único “capaz de derrubar” o atual presidente dos EUA, Donald Trump. A mensagem está entre os cerca de 20 mil arquivos que deputados do país tornaram públicos nesta semana.

    Epstein cita Trump em uma troca de mensagens no final de 2018. O destinatário, não identificado, escreve: “Eles estão realmente apenas tentando derrubar Trump e fazendo o que podem para isso”. “É uma loucura”, responde Epstein. “Porque sou eu quem pode derrubá-lo.”

    Ele chama Trump de “cão que não late” e diz que político “nunca foi mencionado” em escândalo de pedofilia. Em uma mensagem de Epstein enviada em abril de 2011 a Ghislaine Maxwell – sua cúmplice, ex-namorada e amiga de longa data -, o pedófilo afirma que Trump passou “horas” na casa dele com uma das supostas vítimas de tráfico sexual, cujo nome foi omitido nos documentos publicados. Maxwell cumpre atualmente pena de 20 anos após ser condenada por crimes de tráfico sexual, incluindo o aliciamento de meninas para serem abusadas.

    “Ele sabia sobre as meninas”, disse Epstein. Em outra mensagem, enviada em janeiro de 2019 por Epstein ao biógrafo de Trump, o escritor e jornalista Michael Wolff, o magnata escreve que “é claro que ele [Trump] sabia sobre as meninas, já que pediu a Ghislaine para parar”.

    Trump e Epstein foram amigos nas décadas de 1980 e 1990. Eles frequentavam eventos sociais juntos em Nova York e Flórida. A controvérsia em torno de seus laços estreitos com o criminoso sexual condenado persegue Trump desde julho passado, quando o Departamento de Justiça anunciou que não divulgaria mais informações sobre o financista nova-iorquino, que supostamente cometeu suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento na prisão.

    As mensagens foram compartilhadas ontem por membros do Comitê de Supervisão da Câmara. Foram revisados cerca de 23 mil documentos adicionais relacionados ao caso Epstein, que causou grande agitação entre a base de apoio do presidente republicano.

    TRUMP DIZ QUE DEMOCRATAS QUEREM ‘DESVIAR ATENÇÃO’ COM E-MAILS DE EPSTEIN

    Trump acusou os democratas de tentarem “desviar” a atenção de outros assuntos com a publicação de e-mails. “Os democratas estão tentando ressuscitar novamente a farsa de Jeffrey Epstein porque farão qualquer coisa para desviar a atenção do quão mal eles lidaram com o fechamento do governo e de tantos outros temas”, afirmou em sua plataforma, Truth Social, em alusão à paralisação orçamentária de 40 dias nos EUA, pela qual ele responsabiliza seus adversários.

    O presidente dos EUA negou qualquer envolvimento e conhecimento sobre as atividades de tráfico sexual de Epstein. Mas os democratas disseram que os e-mails “levantam sérias perguntas sobre Donald Trump e seu conhecimento dos crimes horríveis de Epstein”.

    A comoção em torno do tema continua agitando a gestão de Trump. Isso ocorre quatro meses depois de o Departamento da Justiça encerrar o caso efetivamente, anunciando que não havia mais informações a compartilhar.

    'Sou o único capaz de derrubar Trump', disse Epstein em troca de e-mail