Categoria: MUNDO

  • Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

    Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

    A informação foi divulgada pela emissora americana CBS News, que citou um oficial das forças armadas norte-americanas como fonte.

    A detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro, ocorrida na madrugada deste sábado (3), teria sido executada por integrantes da Delta Force, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos. A informação foi divulgada pela emissora americana CBS News, que citou um oficial das forças armadas norte-americanas como fonte.

    Conhecida por atuar em missões de alta complexidade, a Delta Force é especializada em operações de contraterrorismo, resgate de reféns, ações diretas e missões de reconhecimento, geralmente direcionadas a alvos considerados de alto valor estratégico. Segundo a reportagem da CBS, equipes dessa unidade participaram diretamente da operação que resultou na captura do líder venezuelano.

    Do lado venezuelano, o governo afirmou não ter informações sobre o paradeiro de Nicolás Maduro nem de sua esposa, Cilia Flores. A declaração foi feita pela vice-presidente Delcy Rodríguez na manhã deste sábado, por meio de um áudio transmitido pela televisão estatal. Na mensagem, ela exigiu uma comprovação imediata de que ambos estão vivos. “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, afirmou Rodríguez.

    Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou publicamente a captura. Em uma publicação em rede social, ele declarou que as forças americanas realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e que Maduro foi detido durante a ação. Trump afirmou ainda que o presidente venezuelano e sua esposa foram retirados do país por via aérea.

    Segundo Trump, a operação contou com a atuação conjunta das forças de segurança dos Estados Unidos. Apesar da confirmação da captura, o presidente norte-americano não informou para onde Maduro e Cilia Flores foram levados após serem retirados do território venezuelano.

    O presidente dos EUA também anunciou que mais informações sobre a operação serão divulgadas em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília. Até o momento, não foram apresentados detalhes adicionais sobre o desfecho da ação nem sobre o destino do casal presidencial venezuelano.

    Maduro foi capturado por 'tropa de elite' do exército dos EUA

  • Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

    Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

    O anúncio foi feito por meio de uma rede social. Segundo Trump, Maduro e sua esposa foram detidos durante a operação e retirados do país por via aérea, embora ele não tenha informado o destino do casal.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (3) que forças americanas realizaram uma ofensiva de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. O anúncio foi feito por meio de uma rede social. Segundo Trump, Maduro e sua esposa foram detidos durante a operação e retirados do país por via aérea, embora ele não tenha informado o destino do casal.

    De acordo com o presidente norte-americano, a ação foi conduzida em coordenação com as forças de segurança dos Estados Unidos. Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação seriam divulgados em uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, no horário de Brasília.

    As declarações ocorreram após uma série de explosões atingir Caracas durante a madrugada. Segundo a Associated Press, ao menos sete detonações foram ouvidas em um intervalo aproximado de 30 minutos. Moradores de diversos bairros relataram tremores, ruídos de aeronaves e correria nas ruas. Houve também registros de interrupção no fornecimento de energia elétrica em partes da capital, especialmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da cidade.

    Imagens divulgadas nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude, reforçando o clima de tensão vivido na capital venezuelana.

    Pouco depois das explosões, o governo da Venezuela divulgou um comunicado acusando os Estados Unidos de promoverem um ataque contra o país. Na nota, o governo afirmou que Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas para ativar planos de mobilização. O texto informa que o presidente assinou um decreto que declara estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, com o objetivo de proteger a população, garantir o funcionamento das instituições e iniciar imediatamente a luta armada.

    Ainda segundo o comunicado, o governo venezuelano acusa os Estados Unidos de tentar se apropriar de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. Caracas afirma que a ação representa uma “guerra colonial” e uma tentativa de impor uma mudança de regime. A Venezuela declarou que se reserva o direito à legítima defesa e convocou países da América Latina e do Caribe a se posicionarem em solidariedade.

    A pressão dos Estados Unidos sobre o governo venezuelano se intensificou a partir de agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão de Maduro e reforçou sua presença militar no Mar do Caribe. Inicialmente, a mobilização foi apresentada como combate ao narcotráfico, mas, posteriormente, autoridades americanas passaram a indicar que o objetivo seria derrubar o governo venezuelano.

    Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, sem avanços. No mesmo período, os EUA classificaram o Cartel de los Soles como organização terrorista e acusaram Maduro de liderar o grupo. A imprensa internacional também informou que os Estados Unidos se preparavam para uma nova fase de operações relacionadas à Venezuela.

    Trump confirma ataque à Venezuela e afirma que Maduro foi capturado

  • EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

    EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

    Em nota, o governo de Nicolás Maduro afirma que os ataques colocam em risco a paz e a estabilidade internacionais e pede um posicionamento da comunidade internacional diante dos acontecimentos.

    O governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro acusou, neste sábado, a administração de Donald Trump de promover uma “agressão militar gravíssima” contra o país. Segundo comunicado oficial, alvos teriam sido atingidos em Caracas e também nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Para o regime venezuelano, a ofensiva representa uma violação direta da Carta das Nações Unidas, especialmente dos artigos que tratam do respeito à soberania nacional, da igualdade entre os Estados e da proibição do uso da força.

    Na nota, o governo afirma que os ataques colocam em risco a paz e a estabilidade internacionais e pede um posicionamento da comunidade internacional diante dos acontecimentos. Relatos indicam que, por volta das 2h da madrugada deste sábado, moradores de Caracas ouviram pelo menos sete explosões, acompanhadas de ruídos semelhantes ao sobrevoo de aeronaves.

    Fontes locais informaram que as explosões teriam atingido a base militar de La Carlota e o Forte Tiuna. Considerado o maior complexo militar da Venezuela e comparado ao Pentágono dos Estados Unidos, o Forte Tiuna é apontado como um local estratégico das Forças Armadas e, segundo comentários recentes, também serviria de residência para Maduro e sua família. Já La Carlota é a principal base da Força Aérea venezuelana na capital, situada próxima a bairros de classe média e média alta, na região leste da cidade, onde operam aeronaves militares de pequeno porte.

    Ainda de acordo com fontes diplomáticas, outra instalação militar que teria sido alvo é a base de La Guaira, localizada nas proximidades do aeroporto internacional de Maiquetía. Há também relatos de que o Quartel da Montanha, onde está enterrado o ex-presidente Hugo Chávez, foi atingido. O quartel fica no bairro 23 de Janeiro, uma das maiores comunidades populares de Caracas. Outras fontes afirmaram que o Palácio Presidencial de Miraflores também teria sido atacado.

    Imagens não verificadas divulgadas nas redes sociais mostram grandes incêndios e densas colunas de fumaça, mas não permitem identificar com precisão os locais atingidos. A autenticidade desse material ainda não foi confirmada. Uma equipe da rede americana CNN relatou que algumas áreas da capital ficaram sem energia elétrica. A correspondente da emissora em Caracas, Osmary Hernandez, afirmou que uma das explosões foi tão intensa que chegou a fazer sua janela tremer.

    Os episódios ocorrem após declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que enviou navios de guerra ao Caribe, mencionou a possibilidade de ataques em território venezuelano e afirmou que os dias de Nicolás Maduro no poder estariam contados.

    EUA teriam atacado base aérea e forte em Caracas e mais 3 estados

  • Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    Vídeos que circulam nas redes sociais mostram aeronaves voando em baixa altitude enquanto explosões eram registradas em Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado (3). As imagens revelam clarões no céu e ruídos intensos, que causaram medo entre moradores da cidade.

    Diante dos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que os ataques não se limitaram à capital e também atingiram os estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo a nota divulgada, a ação teria como objetivo tomar o controle das reservas de petróleo e minerais da Venezuela.

    Até a última atualização desta reportagem, o governo dos Estados Unidos não havia confirmado oficialmente a autoria dos ataques. No entanto, de acordo com a emissora americana CBS News, fontes com conhecimento do assunto afirmaram que o presidente Donald Trump teria ordenado o bombardeio.

    Relatos reunidos por agências internacionais apontam para impactos diretos na infraestrutura da capital. Segundo a Reuters, uma testemunha informou que uma área próxima à base aérea de La Carlota, no sul de Caracas, ficou sem energia elétrica após as explosões. Também foram observadas colunas de fumaça em diferentes pontos da cidade.

    A Associated Press informou que pelo menos sete explosões foram registradas em Caracas durante a madrugada. A agência também confirmou que aeronaves foram vistas sobrevoando a região em baixa altitude. O barulho das detonações provocou correria entre pedestres que estavam nas ruas no momento dos incidentes.

    Uma das testemunhas, Carmen Hidalgo, relatou à AP a intensidade dos episódios. Ela caminhava com dois familiares, retornando de uma festa de aniversário, quando ouviu as explosões. “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, disse. Segundo ela, a força dos impactos era tão grande que dava a sensação de que o ar batia contra as pessoas.

    Aeronaves são vistas voando baixo em Caracas; vídeo

  • Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos.

    Imagens divulgadas nas redes sociais registram o momento em que explosões atingem Caracas, capital da Venezuela, durante a madrugada deste sábado (3). Os vídeos mostram clarões no céu e barulhos intensos, provocando pânico entre moradores da cidade.

    Em resposta aos acontecimentos, o governo venezuelano declarou que o país foi alvo de uma “agressão militar” atribuída aos Estados Unidos. Em comunicado oficial, as autoridades afirmaram que, além de Caracas, ataques também teriam ocorrido nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira. Segundo o governo, a ofensiva teria como finalidade assumir o controle das reservas venezuelanas de petróleo e minerais.

     

    Até a última atualização desta reportagem, o governo norte-americano não havia confirmado envolvimento nos ataques.

    De acordo com a agência Reuters, uma testemunha relatou que uma região próxima à base aérea de La Carlota, localizada no sul de Caracas, ficou sem fornecimento de energia elétrica após os episódios. Moradores também relataram a presença de colunas de fumaça em diferentes pontos da capital. Já a Associated Press informou que ao menos sete explosões foram registradas e confirmou que aeronaves sobrevoaram a cidade em baixa altitude. Pessoas que estavam nas ruas correram ao ouvir os estrondos.

     

    “O chão inteiro tremeu. Isso é horrível. Ouvimos explosões e aviões à distância”, afirmou Carmen Hidalgo à Associated Press. Ela caminhava com dois familiares após sair de uma festa de aniversário. Segundo o relato, a força das explosões era tão intensa que parecia empurrar o ar contra as pessoas.

    Os ataques acontecem em meio ao aumento das tensões entre Venezuela e Estados Unidos. Na semana anterior, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que forças dos EUA realizaram o primeiro ataque em solo venezuelano, com o objetivo de destruir um pequeno porto que, segundo ele, seria utilizado para o narcotráfico. A imprensa americana informou que essa operação teria sido realizada com o uso de um drone e conduzida pela Agência Central de Inteligência (CIA).

    A pressão sobre o governo de Nicolás Maduro vem se intensificando desde agosto. Naquele mês, os Estados Unidos elevaram para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do presidente venezuelano e enviaram um grande aparato militar ao Mar do Caribe. Inicialmente, a Casa Branca afirmou que o reforço tinha como objetivo combater o tráfico internacional de drogas. Posteriormente, autoridades americanas passaram a declarar, sob condição de anonimato, que a meta final seria derrubar o governo de Maduro.

    Em novembro, Trump e Maduro chegaram a conversar por telefone, mas, segundo a imprensa americana, as negociações não avançaram devido à resistência do líder venezuelano em deixar o poder. Ainda de acordo com o jornal The New York Times, os Estados Unidos demonstram interesse em assumir o controle das reservas de petróleo da Venezuela, consideradas as maiores do mundo. Nas últimas semanas, navios petroleiros venezuelanos foram apreendidos por militares americanos, e Trump determinou um bloqueio a embarcações sob sanções, além de acusar Maduro de roubar os Estados Unidos.

    Vídeos de moradores mostram explosões na capital da Venezuela

  • Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    A capital venezuelana de Caracas, foi atingida por uma série de explosões na madrugada deste sábado (3). Pouco depois, o governo venezuelano afirmou que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos.

    A emissora de TV norte-americana CBS News informou, com base em fontes, que o presidente Donald Trump ordenou ataques contra a Venezuela. Entre os alvos estariam estruturas militares.

    Segundo o jornal “The New York Times”, os ataques contra Caracas ainda estão em andamento, mas diminuíram. Testemunhas relataram que o barulho de aeronaves é ouvido com frequência.

    O governo de Nicolás Maduro condenou o que considera serem ataques norte-americanos no país e declarou situação de emergência.
     

     

    Ataque na Venezuela foi ordenado por Donald Trump, diz TV americana

  • Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

    O governo de Nicolás Maduro já reagiu aos ataques que estão acontecendo no país, acusando Washington de ser o responsável. Para além de Caracas, o local onde as primeiras explosões foram denunciadas, teriam acontecido ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo da Venezuela atribuiu, neste sábado (3), a autoria dos ataques em Caracas aos Estados Unidos, que nas últimas semanas vêm ameaçando o país, além de atacar diversos barcos que estariam envolvidos no tráfico de drogas. Além de Caracas, também foram denunciados ataques nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

    O governo de Nicolás Maduro afirmou que “rejeita, repudia e denuncia a agressão militar” dos Estados Unidos.

    Segundo a imprensa internacional, Caracas acusa Washington de “se apropriar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente do seu petróleo e de seus minerais, em uma tentativa de romper à força a independência política do país”.

    “Tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em grave risco a vida de milhões de pessoas”, diz uma nota emitida pelo governo venezuelano.

    Nicolás Maduro também declarou estado de emergência em todo o país, com o objetivo de “proteger os direitos da população, garantir o pleno funcionamento das instituições republicanas e iniciar imediatamente a luta armada”.

    “Todo o país deve se mobilizar para derrotar essa agressão imperialista”, conclui a nota.

    Vale lembrar que fortes explosões, acompanhadas de sons semelhantes aos de aeronaves sobrevoando Caracas, ocorreram hoje por volta das 2h (3h da madrugada no horário de Brasília).

    Pelo menos sete explosões e aeronaves em baixa altitude foram ouvidas em Caracas, levando moradores de vários bairros da capital a abandonarem suas casas e correrem para as ruas.

    Nas redes sociais, foram publicadas imagens de grandes incêndios com colunas de fumaça, mas não é possível identificar com precisão o local das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e no leste de Caracas.

    Em 22 de dezembro, Donald Trump afirmou que seria sensato o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, deixar o poder, em um momento em que Washington intensificava a pressão militar sobre Caracas.

    “Cabe a ele [Maduro] decidir o que quer fazer. Acho que seria sensato da parte dele”, disse o líder norte-americano, ao ser questionado sobre se o objetivo de Washington era forçar o líder venezuelano a abandonar o poder.

    Questionado sobre suas declarações a respeito de intervenções em terra, além do mar, para conter o narcotráfico, Trump afirmou que elas se aplicam “a qualquer lugar de onde venham drogas, não apenas à Venezuela”.

    Na segunda-feira passada, Donald Trump afirmou que os Estados Unidos destruíram uma área de atracação utilizada por navios acusados de envolvimento com o tráfico de drogas na Venezuela, no que pode ter sido a primeira operação terrestre.

    Na sexta-feira, o presidente colombiano, Gustavo Petro, afirmou que um míssil norte-americano atingiu um alvo na região venezuelana de Alta Guajira, que faz fronteira com a Colômbia, no âmbito da campanha norte-americana contra o tráfico de drogas.

    Venezuela acusa EUA de lançarem ataque e declara emergência

  • Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

    O fortalecimento da cooperação internacional integra as ações prioritárias do plano criado pelo Governo Federal para prevenir e reprimir esse tipo de crime, bem como proteger as vítimas

    Brasil e Reino Unido assinaram um protocolo de cooperação para enfrentar o tráfico de pessoas e o contrabando de migrantes, classificado entre os principais crimes transnacionais que movimentam US$ 150 bilhões por ano.

    O memorando, que coordena esforços entre os dois países na prevenção, assistência às vítimas, investigação e ação penal, foi firmado durante a Cúpula de Niagara, no Canadá, e publicado nesta sexta-feira (2).

    O documento enfatiza a vulnerabilidade especialmente de mulheres, crianças e adolescentes. 

    Estão previstas campanhas de informação e sensibilização para o problema do tráfico de pessoas, capacitação de agentes públicos, troca de informações para identificar rotas e responsáveis, proteção de dados e identidade das vítimas, testemunhas e familiares, além do estímulo à repatriação voluntária.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil e o Ministério do Interior do Reino Unido poderão elaborar um plano de trabalho conjunto para colocar as iniciativas na prática, para os próximos cinco anos, pelo menos.

    Ampliar a cooperação internacional é uma das ações prioritárias do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, elaborado em 2024.

    Brasil já tem acordos semelhantes com outros países, como Colômbia e Bolívia.

    Brasil e Reino Unido firmam acordo contra tráfico de pessoas

  • Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

    Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

    Kirilo Budanov substitui Andrii Iermak, braço direito de presidente da Ucrânia removido após inquérito de corrupção; como general, Budanov foi responsável por operações especiais na guerra e trocas de prisioneiros com a Rússia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, nomeou nesta sexta-feira (2) o general Kirilo Budanov, comandante da inteligência militar ucraniana, como novo chefe de gabinete da Presidência. Budanov substituirá o ex-braço direito de Zelenski, Andii Iermak, que perdeu o cargo em novembro depois de ser acusado de envolvimento em um escândalo de corrupção que abalou o governo do país em guerra.

    Iermak foi alvo de um mandado de busca e apreensão no âmbito do inquérito que investiga o suposto desvio de pelo menos US$ 100 bilhões (R$ 543 bilhões) do setor de energia. O escândalo também derrubou os ministros de Energia e Justiça. Até aqui, Iermak não foi formalmente acusado de nenhum crime.

    Ao anunciar o novo chefe de gabinete, Zelenski disse em nota que “a Ucrânia precisa de maior foco em questões de segurança, desenvolvimento das Forças Armadas, e nas negociações diplomáticas. O gabinete da Presidência trabalhará para completar essas tarefas”. “Kirilo tem ampla experiência nessas áreas e a força necessária para entregar resultados”, afirmou o presidente.

    Budanov, 39, é comandante do setor de inteligência do Exército ucraniano desde 2020. Ao longo da guerra com a Rússia, ele coordenou uma série de operações especiais, incluindo trocas de prisioneiros com Moscou.

    Iermak, 54, é amigo de Zelenski, 47, desde que o presidente era um comediante que fez carreira nas TVs russa e ucraniana. As duas agências anticorrupção que investigam Iermak, o Escritório Nacional Anticorrupção e a Procuradoria especializada Anticorrupção, tinham sido objeto de polêmica em junho.

    Zelenski tentou tirar o poder delas de investigar pessoas em altos cargos, caso de Iermak, o que levou aos primeiros grandes protestos de rua contra o presidente desde que Vladimir Putin invadiu seu país, em fevereiro de 2022.

    Pressionado em casa e pelos aliados, que doaram cerca de US$ 1,5 trilhão (R$ 8 trilhões) para o esforço de guerra até agora e querem saber para onde vai o dinheiro, o presidente recuou da proposta.

    Zelenski nomeia comandante da inteligência militar como novo chefe de gabinete após escândalo

  • Trump ameaça intervir no Irã por repressão a protestos

    Trump ameaça intervir no Irã por repressão a protestos

    “Seria cruzar ‘linha vermelha”, diz regime

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta sexta-feira (2) ajudar os manifestantes no Irã se as forças de segurança atirarem contra eles. O aceno de Trump ocorre cinco dias após o início de protestos que já deixaram mortos (o número ainda é incerto) e representam a maior ameaça interna às autoridades iranianas em três anos.

    “Se o Irã atira e mata violentamente manifestantes pacíficos, o que praxe deles, os Estados Unidos irão em seu resgate. Estamos prontos e carregados para agir”, escreveu Trump em uma publicação nas redes sociais. Os EUA atacaram instalações nucleares iranianas em junho do ano passado, juntando-se a uma campanha aérea israelense que teve como alvo o programa atômico de Teerã e a liderança militar.

    O presidente do Parlamento iraniano, Ali Larijani, respondeu aos comentários de Trump alertando que a interferência dos EUA em questões domésticas iranianas equivaleria a um “caos em toda a região”. Teerã apoia grupos no Líbano, Iraque e Iêmen. “O povo americano deve saber que Trump iniciou o aventureirismo. Eles devem vigiar seus soldados”, disse Larijani.

    Os comentários vieram enquanto um funcionário local no oeste do Irã, onde várias mortes foram relatadas, foi citado pela mídia estatal advertindo que qualquer agitação ou reuniões ilegais seriam enfrentadas de forma decisiva e sem clemência, aumentando a probabilidade de escalada.

    “Qualquer mão intervencionista que ataque a segurança do Irã sob qualquer pretexto será exposta a uma resposta”, escreveu Ali Shamkhani, conselheiro do líder supremo, Ali Khamenei, no X. “A segurança do Irã é uma linha vermelha.”

    MAIORES PROTESTOS EM TRÊS ANOS

    Os protestos desta semana contra a inflação em alta se espalharam pelo Irã, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança concentrados nas províncias ocidentais de Lorestan e Chaharmahal e Bakhtiari.

    A imprensa ligada ao Estado e grupos de direitos humanos relataram pelo menos seis mortes desde quarta-feira (31), incluindo um homem que as autoridades disseram ser membro da milícia Basij, afiliada à Guarda Revolucionária.

    O Irã conseguiu conter repetidos protestos nas últimas décadas, muitas vezes com pesadas medidas de segurança e prisões em massa. Mas os problemas econômicos podem deixar as autoridades mais vulneráveis agora.

    Os protestos desta semana são os maiores em três anos, desde que manifestações nacionais desencadeadas pela morte de uma jovem sob custódia no final de 2022 paralisaram o Irã por semanas, com grupos de direitos humanos relatando centenas de mortos.

    O presidente Masoud Pezeshkian adotou um tom conciliatório, prometendo diálogo com líderes de protestos sobre a crise do custo de vida, mesmo enquanto grupos de direitos humanos afirmavam que forças de segurança haviam atirado contra manifestantes.

    Falando na quinta-feira (1º), antes de Trump ameaçar ação dos EUA, Pezeshkian reconheceu que falhas das autoridades estavam por trás da crise.

    “A culpa é nossa. Não procurem a América ou qualquer outro para culpar. Devemos servir adequadamente para que as pessoas fiquem satisfeitas conosco. Somos nós que temos que encontrar uma solução para esses problemas”, disse ele.

    O governo de Pezeshkian está tentando um programa de liberalização econômica, mas uma de suas medidas, a desregulamentação de algumas trocas de moeda, contribuiu para um forte declínio no valor do rial iraniano no mercado não oficial.

    A moeda em queda agravou a inflação, que permaneceu acima de 36% desde março, mesmo por estimativas oficiais, em uma economia abalada por sanções ocidentais sobre o programa nuclear.

    Os ataques israelenses e americanos do ano passado aumentaram a pressão sobre as autoridades, assim como a destituição de Bashar al-Assad da Síria, um aliado próximo de Teerã, e o bombardeio israelense de seu principal parceiro regional, o Hezbollah do Líbano.

    O Irã continua apoiando grupos no Iraque que anteriormente dispararam foguetes contra forças americanas no país, bem como a milícia houthi que controla grande parte do norte do Iêmen.

    MORTES E PRISÕES

    O grupo de direitos humanos Hengaw relatou na quinta-feira que 29 manifestantes foram detidos durante a última onda de manifestações.

    Na província de Lorestan, lar de grande parte da população étnica lor do Irã e local de alguns protestos intensos, um alto funcionário judicial disse à mídia estatal que não haverá tolerância para ações ilegais que ameacem a ordem pública e a segurança.

    Chaharmahal e Bakhtiari também testemunharam protestos.

    A Agência de Notícias semi-oficial Fars relatou na quinta-feira que três manifestantes foram mortos e 17 ficaram feridos durante um ataque a uma delegacia de polícia no oeste de Lorestan.

    Trump ameaça intervir no Irã por repressão a protestos