Categoria: TECNOLOGIA

  • Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

    Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

    O aparelho com 256 gigabytes de armazenamento custa R$ 5.799, enquanto a versão com 512 gigabytes sai por R$ 7.299. Já nos EUA, o preço inicial é de US$ 599 (R$ 3.075,51) para o modelo de 256 gigabytes.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Apple lançou o iPhone 17e, modelo mais acessível de seu mais recente smartphone, nesta segunda-feira (2) e abrirá pré-venda no Brasil em 9 de março.

    O aparelho com 256 gigabytes de armazenamento custa R$ 5.799, enquanto a versão com 512 gigabytes sai por R$ 7.299. Já nos EUA, o preço inicial é de US$ 599 (R$ 3.075,51) para o modelo de 256 gigabytes.

    O lançamento surge em um momento de alta nos preços dos chips de memória devido à escassez global, o que sugere que a Apple está disposta a absorver parte da pressão sobre os custos dos componentes para tornar seu modelo mais barato mais atraente.

    Ao oferecer maior capacidade de armazenamento pelo mesmo preço, a Apple posiciona o 17e como uma opção com melhor custo-benefício, buscando atrair novos usuários e defender sua fatia de mercado diante da concorrência, que enfrenta restrições de fornecimento mais rigorosas.

    Alguns analistas consideram o aumento da capacidade de armazenamento pelo mesmo preço inicial como, na prática, uma redução de preço, já que anteriormente os clientes tinham que pagar um valor adicional para acessar maior capacidade.

    Clientes em mais de 70 países e regiões poderão pré-encomendar o iPhone 17e a partir de quarta-feira (4), com o aparelho previsto para entrar em venda no dia 11 de março. No Brasil, a pré-venda começa na próxima segunda-feira (9).

    O iPhone 17e é equipado com o chip A19 de última geração da Apple, construído com tecnologia de 3 nanômetros, representando uma melhoria de desempenho para a linha de entrada da empresa.
    O dispositivo também inclui o novo modem C1X da Apple, que, segundo a empresa, oferece velocidades de rede celular mais rápidas e consome menos energia.

    O iPhone 17e ganha suporte para MagSafe pela primeira vez na série “e”, permitindo que os usuários acessem o ecossistema magnético de carregadores e acessórios da Apple. Ele também possibilita velocidades de carregamento sem fio de até 15 watts, em comparação com o carregamento Qi padrão mais lento do modelo anterior.

    Nesta segunda-feira, a Apple também apresentou o iPad Air redesenhado, equipado com o novo chip M4. O modelo de 11 polegadas custará a partir de US$ 599, enquanto a versão maior, de 13 polegadas, sairá por US$ 799.

    Apple lança iPhone 17e, com preço a partir de R$ 5.799 no Brasil

  • iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

    iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

    O modelo inicial com 256 GB de armazenamento chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 5.799; ersão de 512 GB, o celular tem preço sugerido de R$ 7.299

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Apple anunciou o iPhone 17e, nova versão de seu smartphone acessível. No Brasil, ele custa a partir de R$ 5.799 na versão com 256 GB

    O iPhone 17e chega com proposta de custo-benefício e foco em desempenho, bateria e câmera. A Apple diz que o aparelho traz o chip A19 e um novo modem celular C1X, além de tela Super Retina XDR de 6,1 polegadas.

    No Brasil, o preço parte de R$ 5.799, com 256 GB de armazenamento como opção de entrada. Na versão de 512 GB, o celular tem preço sugerido de R$ 7.299.

    A empresa afirma que o modelo dobra o armazenamento inicial em relação à geração anterior pelo mesmo preço de início. Ano passado, o iPhone 16e, antecessor do iPhone 17e, era vendido pelo mesmo preço, mas com 128 GB de armazenamento. Ele será disponibilizado em três cores: preto, branco ou rosa-pálido.

    Na câmera, a Apple conta com um sensor único de 48 MP, com recursos de retrato e vídeo. O conjunto permite zoom de 2x com “qualidade óptica” e gravação em 4K com Dolby Vision, segundo a empresa.

    O iPhone 17e volta a ter MagSafe e passa a suportar o padrão Qi2 para recarga sem fio mais rápida. A Apple afirma que a recarga sem fio chega a 15W e que, no cabo USB-C, o aparelho pode ir a 50% de carga em cerca de 30 minutos.

    iPhone 17e chega ao Brasil a partir de R$ 5.799

  • Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

    Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

    Fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua; eclipse está marcado para iniciar às 5h44 desta terça-feira (3)

    Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março. O fenômeno sempre mobiliza curiosos e especialistas, mas, desta vez, o Brasil não estará na melhor posição geográfica para acompanhar o espetáculo completo da chamada Lua de sangue.

    O fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua.

    “A Terra se coloca entre o Sol e a Lua. Então a Lua fica atrás da sombra que a Terra projeta. É um alinhamento desses três corpos”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Segundo ele, no eclipse parcial vemos a sombra da Terra avançando sobre o disco lunar, como se fosse “uma mordida” escurecendo a Lua cheia. Já no eclipse total ocorre o fenômeno mais aguardado.

    “Quando ela está perfeitamente alinhada, a luz do Sol não consegue mais chegar diretamente à superfície da Lua. Mas atravessa a atmosfera da Terra antes de chegar lá. Só a parte vermelha da luz consegue passar, enquanto a azul é espalhada. Por isso a Lua fica avermelhada, como no pôr do sol”, afirma.

    O apelido Lua de sangue, segundo o astrônomo, é mais uma expressão de impacto popular do que um termo científico, mas traduz bem o efeito visual provocado pela filtragem atmosférica.

    A notícia, porém, não é animadora para a maior parte do território brasileiro. 

    “Infelizmente, na maior parte do Brasil a gente só vai ver o eclipse penumbral, que é um leve escurecimento da Lua cheia e que é um efeito difícil de perceber”, diz Thiago.

    Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorre por volta das 6h da manhã, já com a Lua muito baixa no horizonte oeste e pouco antes de o nascer do Sol, o que dificulta ainda mais a observação.

    A situação melhora levemente na região Norte. No Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, será possível acompanhar parte do eclipse parcial. “No Acre, por volta das 5h da manhã, já começa a ser possível perceber a sombra avançando. O máximo do encobrimento ocorre perto das 5h45, quando quase toda a Lua estará coberta”, explica.

    Ainda assim, ele ressalta que o Brasil não é o melhor ponto do planeta para este eclipse. As condições ideais estarão no Pacífico, em regiões como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji, onde a totalidade será plenamente visível.

    Etapas

    A astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional , detalha que todo eclipse total da Lua passa por cinco etapas: penumbral, parcial, total, parcial e penumbral novamente.

    “O eclipse penumbral ocorre quando a Lua entra na sombra mais clara da Terra. Nessa fase, quase não percebemos diferença no brilho. Depois, quando começa a entrar na sombra escura, tem início o eclipse parcial, quando vemos a Lua ficando cada vez mais escura, em formato de mordidinha”, explica.

    O eclipse total acontece quando a Lua está completamente imersa na umbra — a parte mais escura da sombra terrestre.

    No caso do eclipse de 3 de março, porém, o Brasil verá apenas as fases iniciais. “Quando a Lua estiver totalmente eclipsada, ela já estará abaixo do horizonte para nós. O Brasil não vai ver o eclipse total”, afirma Josina.

    Cronograma (horário de Brasília):

    • 5h44 – início do eclipse penumbral
    • 6h50 – início do eclipse parcial
    • 8h04 às 9h02 – fase total (não visível no Brasil)

    Quanto mais a oeste a localização, maior será a porcentagem de obscurecimento. No extremo oeste do país, o encobrimento poderá chegar a 96% — muito próximo da totalidade, mas ainda tecnicamente classificado como parcial.

    Segundo a astrônoma, eclipses lunares são relativamente frequentes no Brasil, mas  teremos  que esperar para rever um espetáculo completo. “Somente na noite de 25 para 26 de junho de 2029 o Brasil terá um eclipse total da Lua com todas as fases visíveis em todo o país”, destaca Josina.

    Ainda em 2026 haverá um eclipse parcial quase total (93% de magnitude) visível em todo o território nacional, na noite de 27 para 28 de agosto. Em 2027, os três eclipses previstos serão apenas penumbrais. Já em 2028 haverá eclipses parciais, mas nenhum total visível no Brasil.

     

    Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira

  • NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

    NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

    Os astronautas da NASA só poderão caminhar em solo lunar com a missão Artemis IV, que agora foi adiada para 2028. A missão Artemis III servirá agora para testar equipamento e, de acordo com o administrador Jared Isaacman, ajudará a conferir uma cama extra de proteção aos astronautas

    O atual administrador de NASA, Jared Isaacman, anunciou no final da semana passada que a agência espacial norte-americana decidiu fazer alterações ao programa Artemis. As alterações dizem respeito à missão que voltará a colocar humanos na Lua, que fica assim adiada para 2028.

    Até aqui estava previsto que este regresso da NASA à Lua acontecesse com a missão Artemis III, com a agência decidindo adiar a ocasião para a missão Artemis IV.

    Ao invés de enviar humanos para a Lua, a nova missão Artemis III terá como objetivo testar pelo menos um dos “landers” que será usado para explorar a superfície lunar.

    A mudança de planos acontece em um momento em que a missão Artemis II tem sofrido adiamentos sucessivos devido a problemas verificados no foguete Space Launch System (SLS).

    A missão Artemis II, que estava originalmente apontada para o começo de fevereiro, está agora prevista para o dia 1 de abril.

    Em coletiva de imprensa, Isaacman justificou esta alteração de planos com o desejo de dar aos astronautas uma camada extra de segurança – notando que o intervalo de tempo entre a Artemis II e a Artemis III era muito grande. O administrador da NASA disse também que estas mudanças estavam a ser discutidas internamente há algum tempo.

    NASA: nova missão à Lua é adiada e prazo é estendido para 2028

  • Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

    Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

    A Procon-AL decidiu avançar com a multa contra a Apple depois de verificar que a empresa norte-americana não demonstrou interesse em resolver a questão de forma amigável. A entidade reguladora considera o carregador um item “indispensável para o funcionamento” do celular.

    A autoridade de proteção ao consumidor do estado de Alagoas, no Brasil, decidiu aplicar uma multa à Apple por vender iPhones sem carregadores — um acessório considerado “indispensável para o funcionamento” do celular.

    De acordo com o site Alagoas 24 Horas, a multa aplicada pelo Instituto de Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas (Procon-AL) é de R$ 101.627,50, equivalente a €16.727.

    O órgão regulador ressalta que a penalidade também se deve ao fato de a empresa ter ignorado a vulnerabilidade dos consumidores, transferindo para eles o custo de um acessório que considera essencial.

    “Em nossa análise, identificamos que, ao repassar ao consumidor o encargo de adquirir separadamente um item indispensável ao funcionamento do produto, a empresa afronta os princípios da boa-fé objetiva, da transparência e da vulnerabilidade do consumidor”, afirmou o diretor do Procon-AL, Daniel Sampaio.

    Além disso, o regulador brasileiro afirma que a multa foi a medida adotada após a Apple não demonstrar interesse em resolver a questão de forma amigável.

    Agora, a Apple no Brasil terá um prazo de 20 dias corridos para apresentar recurso e, caso a contestação não seja aceita, o valor final poderá ser atualizado.

     

    Venda de iPhones sem carregador gera multa à Apple no Brasil

  • Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

    Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

    O Papa Leão XIV apelou aos padres que evitem usar ferramentas de Inteligência Artificial – como o ChatGPT – para escreverem sermões, indicam que este tipo de tecnologia “nunca será capaz de partilhar a fé”.

    O Papa Leão XIV reservou alguns momentos de uma reunião a portas fechadas durante a semana passada para falar sobre o uso de Inteligência Artificial, pedindo que os padres evitem usar ferramentas desse tipo — como o ChatGPT — para escrever homilias.

    Apesar de reconhecer as capacidades das atuais ferramentas de Inteligência Artificial, segundo o Vatican News, Leão XIV afirmou que a “homilia é compartilhar a fé”, destacando que a Inteligência Artificial “nunca será capaz de compartilhar a fé”.

    “Assim como acontece com todos os músculos do corpo, se não os usamos, se não os movimentamos, eles morrem”, declarou Leão XIV. “O cérebro precisa ser usado, por isso nossa inteligência também deve ser exercitada, para não perdermos essa capacidade”.

    Apesar dos apelos e alertas de Leão XIV, nem todos parecem compartilhar a opinião do líder máximo da Igreja Católica, e já existem até casos em que são propostos robôs equipados com Inteligência Artificial para orientar os fiéis.

    Buddharoid, o monge budista

    Um grupo de pesquisadores da Universidade de Kyoto, no Japão, apresentou o Buddharoid — um robô humanoide treinado com escrituras budistas e criado para ajudar em atividades religiosas.

    Como informa o site Japan Wire, o Buddharoid foi apresentado na terça-feira, dia 24, por um dos membros da equipe, o professor Seiji Kumagai, que afirmou que o objetivo do projeto foi lidar com o envelhecimento da população do país e a crescente falta de monges budistas.

    Além disso, Kumagai também destacou que o Buddharoid poderá ajudar com aconselhamento em questões pessoais que os fiéis podem não se sentir à vontade para discutir com monges humanos.

    “A situação melhorará se você refletir sobre sua proximidade com eles e mantiver um equilíbrio interior”, respondeu o robô quando foi questionado por Kumagai sobre relações pessoais.

    É importante destacar que o Buddharoid foi criado com base no robô Unitree G1, da empresa chinesa Unitree Robotics, com a Inteligência Artificial fornecida pelo “BuddhaBotPlus” — um chatbot criado a partir do modelo de Inteligência Artificial da OpenAI usado no conhecido ChatGPT.

    JORNAL DA TARDE© Universidade de Quioto  

    Papa não quer que padres usem IA para escreverem sermões

  • Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

    Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

    Apesar de ainda não haver data de estreia para esta série, a adaptação de “God of War da Prime Video já tem elenco de atores oficialmente anunciado. A série já tem garantidas duas temporadas.

    Com “The Last of Us” e “Fallout” sendo séries baseadas em videogames bem recebidas tanto pelos fãs quanto pelo público em geral, não é surpresa que cada vez mais franquias de jogos estejam sendo adaptadas para esse formato.

    A Prime Video, responsável por “Fallout”, parece cada vez mais determinada a levar sagas de videogames para a televisão e, além de “Tomb Raider”, também está desenvolvendo uma adaptação de “God of War” — a famosa franquia da PlayStation que começou em 2005, no PlayStation 2.

    Essa adaptação não começará na Grécia Antiga, com o panteão dos deuses gregos, mas sim com a mitologia nórdica, introduzida em “God of War”, lançado em 2018 para PlayStation 4.

    A história acompanhará o protagonista Kratos que, de luto pela morte de sua esposa Faye, será acompanhado pelo filho em uma jornada para espalhar as cinzas dela no ponto mais alto dos nove reinos.

    A série ainda não tem uma data de estreia oficial, mas acredita-se que a primeira temporada só será lançada no final de 2027. No entanto, a boa notícia é que essa adaptação de “God of War” já tem duas temporadas garantidas.

    Prime Video já escolheu atores para série de "God of War". Saiba quem são

  • Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

    Novo plano prevê voo em 2027 em órbita baixa da Terra para testar integração com módulos; ideia da agência é pousar no satélite natural na Artemis 4 em 2028

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – O administrador da Nasa, Jared Isaacman, anunciou nesta sexta-feira (27) a desistência de tentar levar humanos à superfície da Lua na Artemis 3 em 2027. O novo plano para a missão é testar os módulos de pouso lunar em um voo em órbita baixa da Terra.

    O objetivo de pousar e fazer com que humanos voltem a andar sobre o solo do satélite natural da Terra foi empurrado para a Artemis 4, programa para 2028.

    “Basicamente, vamos antecipar a Artemis 3 para lançamento em 2027 com um perfil de missão revisado. Então, em vez de ir diretamente para um pouso lunar, vamos nos empenhar em fazer um encontro em órbita baixa da Terra com um ou ambos os nossos módulos de pouso lunar, para testar operações integradas entre a Orion e o módulo de pouso”, afirmou o chefe da Nasa.

    A Nasa também desistiu de atualizar seu foguete SLS (Space Launch System) para, em vez disso, se concentrar no aumento da frequência de voos, que tem sido lenta em comparação com foguetes mais novos. A medida impacta o contrato de aproximadamente US$ 2 bilhões da Boeing para construir um estágio superior mais potente do SLS, cujo plano acabou cancelado.

    Isaacman afirmou que é necessário reconstruir capacidades importantes dentro da Nasa e que não é ideal um lançamento a cada três anos -hoje, a distância do lançamento da Artemis 1 para a atual 2. Segundo ele, as missões deveriam ser anuais e lançamentos tão pouco frequentes seriam prejudiciais por perda de “memória muscular”.

    O chefe da Nasa comparou a situação atual ao histórico de ida à Lua no século passado com as missões Apollo. Ele afirmou que a diferença de tempo entre as missões eram de meses.

    Segundo ele, de toda forma, foram necessárias muitas missões de preparação, citando os programas Mercury e Gemini. “Temos que voltar ao básico.”

    Tanto a SpaceX, de Elon Musk, quanto a Blue Origin, de Jeff Bezos, estão desenvolvendo módulos para o programa Artemis, em uma disputa para ver qual empresa será a primeira a realizar o pouso na Lua para a Nasa.

    A Boeing e a Northrop Grumman são responsáveis pela construção do SLS, que transporta a cápsula de astronautas Orion. Esta cápsula, fabricada pela Lockheed Martin, levará os astronautas até um dos módulos de pouso lunares no espaço antes da tentativa de pouso na Lua.

    A missão atualizada da Artemis 3 envolverá a Orion, com astronautas a bordo, demonstrando sua capacidade de acoplar com um ou ambos os módulos de pouso lunar em órbita baixa da Terra. O processo é uma etapa crucial no caminho da agência até a Lua.

    Nasa desiste de tentar levar humanos à superfície da Lua na missão Artemis 3

  • Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

    Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

    Os envolvidos citados pela big tech são acusados de usar deepfakes de personalidades famosas para vender produtos de saúde falsos; grupo também é acusado de vender cursos para ensinar as táticas de falsificação

    PELOTAS, RS (CBS NEWS) – A Meta informou nesta quinta-feira (26) que está processando pessoas e empresas do Brasil, da China e do Vietnã que usavam a imagem de celebridades e marcas conhecidas para veicular anúncios falsos nas plataformas da empresa.

    No Brasil, os envolvidos citados pela big tech são acusados de usar deepfakes de personalidades famosas para vender produtos de saúde falsos. A empresa afirmou que os anúncios fraudulentos são feitos para parecer reais e nem sempre é fácil detectá-los. “Esse esquema, conhecido como ‘isca de celebridade’, prejudica a confiança das pessoas e viola nossas políticas”, afirma a companhia.

    Segundo comunicado publicado no site oficial da dona do Facebook e do Instagram, foram acionadas judicialmente pessoas suspeitas de usar imagens e vozes alteradas de celebridades para promover produtos de saúde falsos. Também foram processadas empresas de suplementos e de treinamento que, segundo a companhia, “fazem parte de uma operação que usa deepfakes de um médico proeminente para anunciar produtos de saúde sem aprovação regulatória”.

    O grupo também é acusado de vender cursos para ensinar as táticas de falsificação.

    Entre as personalidades vítimas da manipulação está o médico Drauzio Varella, conforme relato publicado em sua coluna na Folha em outubro de 2025. À época, o médico afirmou que tentava há anos -sem sucesso- retirar das redes sociais os vídeos falsos que utilizam sua imagem, e que chegou a levar o caso ao Ministério Público de São Paulo.

    “Claro que fico revoltado quando vejo meu nome achincalhado por gente da pior espécie em conluio com as plataformas, depois de quase 60 anos de profissão. É assustador ver pessoas esclarecidas caírem nessas armadilhas, por acreditar que estou indicando produtos capazes de curar diabetes, dores nas costas, neuropatias periféricas e emagrecer 20 quilos em um mês”, escreveu o médico.

    Ele também descreveu a dificuldade de entrar em contato com a big tech. “Com a minha insistência a cada vídeo novo, meus emails simplesmente deixaram de ser respondidos. No máximo, vinha uma resposta automática dizendo que a publicação respeitava as normas da plataforma”, contou.

    A big tech afirma que houve suspensão de métodos de pagamento, desativação de contas e bloqueio dos nomes de domínio de sites vinculados aos envolvidos. O comunicado acrescenta que “as ações judiciais e os esforços contínuos para combater golpes enviam uma mensagem clara: aqueles que buscam explorar outras pessoas em nossas plataformas serão responsabilizados”.

    Personalidades em todo o mundo sofrem com o problema. O comentarista-chefe de economia do Financial Times, Martin Wolf, também já denunciou o problema em coluna publicada pela Folha. Ele relatou que vídeos com deepfakes de seu rosto convidando pessoas para um grupo de investimentos falso alcançaram pelo menos 970 mil usuários das plataformas da Meta apenas na UE (União Europeia).

    PROCESSOS EM OUTROS PAÍSES

    Na China, a Meta está processando a empresa Shenzhen Yunzheng Technology Co. pelo uso de imagens de celebridades para anúncios falsos que atingiram usuários nos Estados Unidos, Japão e outros países. A Meta afirma que essas ações fazem parte de “um esquema de fraude maior que atraía pessoas para participar de supostos grupos de investimento”.

    Também está sendo processada a empresa vietnamita Lý Van Lâm. Segundo a Meta, o grupo usou métodos de camuflagem para burlar o processo de revisão de anúncios da plataforma e veiculou anúncios falsos oferecendo grandes descontos de marcas conhecidas, como a grife Longchamp. Os usuários eram redirecionados para sites onde informavam dados de cartão de crédito para comprar itens que nunca receberiam e, posteriormente, recebiam cobranças recorrentes não autorizadas.

    O comunicado da empresa também afirma que, em uma outra operação em colaboração com autoridades policiais do Reino Unido e da Nigéria, foram efetuadas sete prisões vinculadas a uma central de golpes.

    Meta processa brasileiros por uso de deepfakes em anúncios falsos de produtos de saúde

  • Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa

    Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa

    A Samsung apresentou oficialmente uma nova geração de celulares composta pela série Galaxy S26. A versão base do modelo standard está um pouco mais cara do que a versão base da série Galaxy S25 quando foi lançada há um ano

    A Samsung anunciou oficialmente a série Galaxy S26 em uma apresentação que teve lugar esta quarta-feira, dia 25 de fevereiro, revelando detalhes, configurações, data de lançamento e preços para os três modelos desta nova geração de telemóveis.

    O Galaxy S26, Galaxy S26+ e Galaxy S26 Ultra já se encontram disponíveis em pré-venda e chegam às lojas no dia 11 de março. Os interessados terão, claro, quatro cores distintas à escolha: preto, branco, violeta e azul claro.

    No que diz respeito ao preço, a versão base do Galaxy S26, que conta com 12GB de memória RAM e 256GB de armazenamento interno, estará disponível por R$ 7.499. Vale destacar que este montante é superior ao preço de lançamento da versão base do Galaxy S25, que era de R$ 6.999 – ainda que tivesse 128GB de armazenamento interno.

    Por outro lado, a versão mais cara do Galaxy S26 Ultra, com 16GB de memória RAM e 1TB de armazenamento interno, custará R$ 13.099.

    Abaixo pode encontrar os preços de todas as configurações dos modelos que compõem a série Galaxy S26 da Samsung:

    • Galaxy S26: valor de lançamento do modelo é de R$ 7.499 na versão de 256 GB, enquanto a versão de 512GB sai por R$ 9.099 no Brasil
    • Galaxy S26+: O dispositivo será vendido com valores a partir de R$ 9.199 na versão 256 GB. Já sua versão com 512 GB sai por R$ 10.799.
    • Galaxy S26 Ultra: o modelo terá o valor inicial de R$ 11.499 na versão de 256 GB, enquanto a versão 512 GB custará ao bolso do consumidor R$ 13.099.

    JORNAL DA TARDE Série Galaxy S26 © Samsung  

    A grande novidade do Galaxy S26 Ultra

    Os interessados no Galaxy S26 Ultra, o modelo top de linha desta nova geração de smartphones da Samsung, podem encontrar como grande novidade o Privacy Display.

    Trata-se de uma novidade que se estreia no top de linha desta geração de celulares na Samsung e que, quando ativada, permitirá escurecer a tela dependendo da direção do observador. O Privacy Display é personalizável e poder ser ativado em toda a tela ou a áreas específicas e de forma dinâmica.

    Por exemplo, ao introduzir um código ou senhas, o Privacy Display pode escurecer a janela onde a informação está sendo introduzida, permitindo assim desfrutar de um grau maior de privacidade e que é especialmente útil em espaços públicos.

    “Criado para situações cotidianas como transportes públicos, cafés ou ambientes partilhados, o Privacy Display vai além de qualquer coisa que estava anteriormente disponível em dispositivos móveis – com o hardware e o software a funcionarem em uníssono para proteger a privacidade sem comprometer a experiência de visualização”, pode ler-se no comunicado oficial da Samsung.

    Lançamento do Galaxy S26: saiba quando chega às lojas e quanto custa