Categoria: TECNOLOGIA

  • Apple escolhe IA Gemini, do Google, como base da nova geração da Siri

    Apple escolhe IA Gemini, do Google, como base da nova geração da Siri

    Parceria entre as duas gigantes da tecnologia vai sustentar a próxima versão da assistente virtual. Acordo não será exclusivo e pode abrir espaço para futuras colaborações da Apple com outras empresas de inteligência artificial

    A Apple anunciou oficialmente que escolheu o modelo de inteligência artificial da Google, o Gemini, como base da próxima geração da assistente virtual Siri. As duas empresas divulgaram um comunicado conjunto confirmando a parceria.

    “Após uma avaliação criteriosa, determinamos que a tecnologia da Google oferece a base mais sólida para os Apple Foundation Models e estamos entusiasmados com as novas e inovadoras experiências que serão oferecidas aos nossos usuários”, diz o comunicado da Apple e da Google, divulgado pela CNBC.

    Ainda não foram revelados os valores envolvidos no acordo, mas, segundo rumores recentes, a Apple estaria disposta a pagar cerca de 1 bilhão de dólares à Google pelo acesso aos modelos do Gemini e à tecnologia de computação em nuvem.

    De acordo com o TechCrunch, uma fonte próxima às negociações afirmou que o acordo não é exclusivo, o que permitirá à Apple firmar parcerias futuras com outras empresas do setor de inteligência artificial.

    Por enquanto, não há informações oficiais sobre a data de lançamento da nova geração da Siri. No entanto, segundo apurações do mercado, a estreia estaria prevista para a primavera, junto com a atualização do sistema iOS 26.4.

    CEO da Apple deve deixar o comando da empresa

    Tim Cook ocupa o cargo de CEO da Apple desde agosto de 2011 e, segundo o The New York Times, estaria se preparando para deixar a liderança da companhia. Candidatos internos já vêm sendo preparados para a sucessão, e um deles desponta como favorito para assumir o comando.

    Apple escolhe IA Gemini, do Google, como base da nova geração da Siri

  • Cade investiga Meta por possível abuso concorrencial em IA no WhatsApp

    Cade investiga Meta por possível abuso concorrencial em IA no WhatsApp

    Segundo denunciantes, big tech alterou regras do app para impedir acesso de outras empresas; dona do Facebook disse que robôs de outras companhias sobrecarregam infraestrutura do serviço

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A Superintendência-Geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) abriu nesta segunda-feira (12) um inquérito administrativo contra a Meta, controladora do WhatsApp e do Facebook, para investigar possível abuso de posição dominante no mercado de IA (inteligência artificial).

    A apuração foi motivada por uma representação das empresas Factoría Elcano e Brainlogic AI, que oferecem assistentes de IA por meio do WhatsApp. Segundo elas, a Meta alterou unilateralmente, em outubro de 2025, as regras do WhatsApp Business Solution para impedir o uso da plataforma por provedores de IA concorrentes ao serviço da Meta, enquanto mantém em operação sua própria ferramenta, a Meta AI.

    Na avaliação das representantes, a empresa estaria explorando sua posição dominante no mercado de mensagens instantâneas -no qual o WhatsApp está presente em 99% dos smartphones no Brasil- para fechar o acesso de rivais e favorecer um produto próprio. A estratégia foi descrita ao Cade como um caso clássico de “embrace, extend, and extinguish”, em que uma plataforma incorpora parceiros ao seu ecossistema para, em seguida, excluí-los.

    Em resposta ao órgão, a Meta afirmou que a atualização contratual é justificada. A empresa sustenta que a interface do WhatsApp Business foi desenhada para marketing e atendimento ao cliente, e não para o funcionamento de chatbots de IA de uso geral, que, segundo a companhia, estariam sobrecarregando a infraestrutura do serviço.

    A Meta também alegou que esses desenvolvedores usariam a rede sem contrapartida adequada e gerando instabilidades técnicas. Argumentou ainda que tais ferramentas dispõem de outros canais de distribuição, como aplicativos próprios e sites, não dependendo exclusivamente do WhatsApp para competir.

    Ao analisar o caso, a Superintendência-Geral do Cade entendeu haver indícios de que a conduta pode configurar infração à ordem econômica, com efeitos de fechamento de mercado e exclusão de concorrentes. Para o órgão, a proibição total de terceiros, combinada com a permanência da Meta AI na plataforma, aparenta ser desproporcional.

    No entendimento do Cade, há verossimilhança nas alegações, com a Meta tendo capacidade de impor regras unilaterais de impacto concorrencial. Também foi identificado perigo na demora para uma decisão, já que a entrada em vigor dos novos termos poderia retirar do mercado, de forma abrupta, serviços utilizados por milhões de usuários.

    Por isso, como medida preventiva, o órgão determinou a suspensão da entrada em vigor de novos termos de uso do WhatsApp Business, que passariam a valer em 15 de janeiro de 2026.

    O descumprimento da decisão pode resultar em multa diária de R$ 250 mil. A Meta também deverá comunicar formalmente os provedores de IA sobre a suspensão da proibição no prazo de cinco dias.

    O movimento do Cade segue uma linha semelhante à adotada pela autoridade antitruste da Itália, que, em dezembro de 2025, impôs medida cautelar contra a Meta em caso similar. O inquérito brasileiro agora avança para a fase de instrução, na qual o Cade reunirá informações adicionais antes de decidir pela abertura de um processo administrativo ou pelo arquivamento do caso.

    Cade investiga Meta por possível abuso concorrencial em IA no WhatsApp

  • Paramount processa Warner Bros. e exige divulgação de dados em carta a acionistas

    Paramount processa Warner Bros. e exige divulgação de dados em carta a acionistas

    Empresa pede à Justiça de Delaware, nos Estados Unidos, que obrigue a Warner Bros. Discovery a detalhar critérios usados para recomendar acordo com a Netflix

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Paramount elevou o tom contra a Warner Bros. Discovery, a WBD, e entrou com uma ação judicial, nos Estados Unidos, para tentar frear o acordo firmado entre a rival e a Netflix. Em carta enviada nesta segunda-feira (12) aos acionistas da Warner, o CEO da Paramount, David Ellison, afirmou que processou a empresa em um tribunal do estado americano de Delaware para exigir maior transparência na divulgação de informações financeiras relacionadas ao negócio com a plataforma de streaming.

    Segundo Ellison, a Warner não apresentou aos acionistas dados considerados essenciais para a avaliação do acordo, e considerou a omissão uma violação às práticas usuais de governança corporativa, impedindo que os investidores tomem uma decisão informada.

    A ofensiva ocorre após sucessivas recusas, por parte do conselho da Warner, à oferta de aquisição apresentada pela Paramount, avaliada em US$ 30 por ação e estruturada integralmente em dinheiro.

    A proposta mais recente incluía ainda uma garantia pessoal de Larry Ellison, fundador da Oracle e pai do CEO da Paramount. No ano passado, o executivo foi considerado o quarto homem mais rico do mundo, segundo a revista Forbes.

    Mesmo assim, foi rejeitada sob o argumento de que não atendia a todas as preocupações do conselho.

    Na carta, Ellison sustenta que a oferta da Paramount continua sendo “superior” ao acordo fechado com a Netflix e afirma que, diante da resistência da administração da Warner, a disputa deverá ser decidida pelos acionistas.

    Ele diz não saber se isso ocorrerá na assembleia anual da WBD ou em uma reunião extraordinária, mas antecipa que “a Paramount indicará uma lista de diretores que, de acordo com seus deveres fiduciários, exercerão o direito da WBD, nos termos do Acordo com a Netflix, de negociar a oferta da Paramount e celebrar um acordo com a Paramount.”

    O período para apresentação antecipada de candidaturas ao conselho da WBD para a assembleia anual de 2026 será aberto em cerca de três semanas.

    Ellison também anunciou que pretende propor uma mudança no estatuto da Warner para exigir aprovação dos acionistas em caso de uma eventual separação da divisão Global Networks. Caso a Warner convoque uma assembleia antes da reunião anual, a Paramount diz que irá buscar procurações para votar contra a aprovação do acordo com a Netflix. “Essas ações, juntamente com nossa oferta pública de aquisição, garantem que você tenha a palavra final sobre qual oferta é melhor para você”, escreve.

    Paramount processa Warner Bros. e exige divulgação de dados em carta a acionistas

  • Meta anuncia ex-assessora de Trump como presidente e vice-presidente do Conselho

    Meta anuncia ex-assessora de Trump como presidente e vice-presidente do Conselho

    A Meta nomeou Dina Powell McCormick como presidente e vice-presidente do Conselho de Administração. Ex-assessora de Donald Trump, ela recebeu elogios do presidente e de Mark Zuckerberg. McCormick integrará a gestão da empresa, contribuindo para estratégia e execução dos negócios.

    A Meta, controladora do Facebook, anunciou nesta segunda-feira, 12, a nomeação de Dina Powell McCormick como presidente e vice-presidente do Conselho de Administração da empresa. McCormick foi assessora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que elogiou a escolha da executiva.

    “Parabéns a Dina Powell McCormick, que acaba de ser nomeada a nova presidente da Meta. Uma ótima escolha de Mark Zuckerberg. Ela é uma pessoa fantástica e muito talentosa, que serviu ao governo Trump com força e distinção”, escreveu Trump em seu perfil na rede Truth Social.

    McCormick havia ingressado no conselho da Meta em abril, mas deixou o cargo em dezembro.

    Na nova função, segundo informou a empresa, ela passará a integrar a equipe de gestão e ajudará a orientar a estratégia e a execução dos negócios.

    Em nota, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, também elogiou McCormick, destacando a experiência dela “nos mais altos níveis das finanças globais, combinada com seus relacionamentos profundos ao redor do mundo”.

    Meta anuncia ex-assessora de Trump como presidente e vice-presidente do Conselho

  • Novo iPhone Air pode ganhar bateria maior e câmera dupla na 2ª geração

    Novo iPhone Air pode ganhar bateria maior e câmera dupla na 2ª geração

    Apple aposta em nova tecnologia de tela mais fina e eficiente para corrigir críticas ao primeiro modelo, além de estudar redução de preço e melhorias no conjunto de câmeras para atrair mais consumidores.

    O primeiro iPhone Air ficou aquém das expectativas de vendas da Apple, mas a empresa já trabalha em ajustes para a próxima geração e aposta em mudanças para responder às críticas dos consumidores.

    Segundo o site The Elec, o iPhone Air 2 deve trazer uma nova tecnologia de tela, mais fina e eficiente, que permitirá a integração de uma bateria com maior capacidade. O painel exigiria menos energia para alcançar níveis mais altos de brilho, o que também contribuiria para um melhor desempenho energético.

    Por ser mais delgada, essa tecnologia de tela abriria espaço interno no aparelho para uma bateria maior, um dos pontos mais questionados no modelo original.

    Além disso, há expectativa de que a segunda geração do iPhone Air chegue ao mercado com preço mais baixo. A estratégia seria atrair usuários que não se sentiram convencidos pelo design ultrafino do primeiro lançamento.

    O iPhone Air 2 também pode trazer avanços no conjunto de câmeras. A previsão é de que o novo modelo conte com dois sensores, uma evolução em relação à câmera única presente na primeira versão do aparelho.

    Novo iPhone Air pode ganhar bateria maior e câmera dupla na 2ª geração

  • NASA entra na reta final e prepara lançamento da missão Artemis II

    NASA entra na reta final e prepara lançamento da missão Artemis II

    Agência espacial deve levar o foguete SLS e a cápsula Orion à plataforma ainda em janeiro; missão tripulada marca o retorno de astronautas à órbita lunar após mais de 50 anos, com primeira janela de lançamento prevista para fevereiro.

    A NASA informou, em comunicado oficial, que entrou na fase final de preparativos para o lançamento da missão Artemis II. A agência espacial deve transportar, nos próximos dias, o foguete Space Launch System (SLS) e a cápsula Orion até a plataforma de lançamento do Kennedy Space Center, na Flórida, nos Estados Unidos.

    A movimentação dos equipamentos pode começar a partir de 17 de janeiro. Para o fim do mês, está previsto um ensaio geral de lançamento, etapa considerada essencial para verificar se todos os sistemas estão funcionando corretamente antes do início da missão.

    Caso o cronograma seja cumprido sem imprevistos, a primeira janela de lançamento do SLS está marcada para 6 de fevereiro. Inicialmente, a decolagem estava prevista apenas para abril, mas o calendário foi antecipado após o avanço nos testes.

    A missão Artemis II marcará o retorno de astronautas à órbita lunar pela primeira vez desde 1972. Com duração estimada de dez dias, o voo tripulado tem como principal objetivo testar, em ambiente real, os sistemas da cápsula Orion. O plano inclui duas órbitas completas ao redor da Terra antes de a nave seguir em direção ao lado mais distante da Lua.

    A NASA reforça que a Artemis II não prevê pouso na superfície lunar. O retorno de humanos ao solo da Lua está programado apenas para a Artemis III, missão que faz parte do mesmo programa e tem lançamento previsto para 2028.

    NASA entra na reta final e prepara lançamento da missão Artemis II

  • SpaceX é autorizada a colocar em órbita mais 7.500 satélites Starlink

    SpaceX é autorizada a colocar em órbita mais 7.500 satélites Starlink

    Comissão de Comunicações dos Estados Unidos aprovou o lançamento de mais 7.500 satélites da SpaceX, o que deve levar a constelação da Starlink a cerca de 15 mil unidades em órbita e reacende o debate sobre risco de colisões no espaço.

    A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) anunciou, no fim da semana passada, a autorização para o lançamento de mais 7.500 satélites de segunda geração do sistema Starlink. Com isso, a constelação da SpaceX deverá alcançar cerca de 15 mil satélites em órbita.

    Segundo a agência Reuters, a SpaceX havia solicitado permissão para lançar até 14.988 novos satélites, mas a FCC decidiu, por enquanto, adiar a autorização para essa totalidade. O aval concedido agora estabelece que metade dos 7.500 satélites aprovados deverá ser colocada em órbita até 1º de dezembro de 2028, enquanto o restante deverá ser lançado até dezembro de 2031.

    A nova autorização amplia a capacidade da Starlink de oferecer acesso à internet em mais regiões do mundo e também permite a operação em cinco faixas de frequência diferentes, o que pode melhorar o desempenho e a cobertura do serviço.

    Preocupação com colisões no espaço

    A SpaceX já enfrentou episódios de risco envolvendo seus satélites e, para reduzir a possibilidade de colisões no futuro, decidiu ajustar a altitude orbital de parte da constelação. Dos mais de 9 mil satélites Starlink atualmente em operação, cerca de 4.400 serão reposicionados de uma altitude média de 550 quilômetros para aproximadamente 480 quilômetros acima da Terra.

    Esse processo de rebaixamento será feito de forma gradual ao longo dos próximos meses. O objetivo, segundo a empresa, é diminuir a chance de choques com satélites de outras companhias. De acordo com Michael Nicholls, vice-presidente de engenharia da divisão Starlink, a região abaixo dos 500 quilômetros concentra um número significativamente menor de objetos e constelações planejadas.

    Estimativas citadas pelo site The Verge indicam que, até o fim desta década, o número de satélites em órbita baixa, entre 160 e 2 mil quilômetros de altitude, pode chegar a cerca de 70 mil, o que aumenta os alertas sobre segurança e gestão do tráfego espacial.

    SpaceX é autorizada a colocar em órbita mais 7.500 satélites Starlink

  • Elon Musk compartilha foto do 1º ministro da Inglaterra usando biquíni

    Elon Musk compartilha foto do 1º ministro da Inglaterra usando biquíni

    Elon Musk, dono da Tesla e do X, compartilhou imagens geradas por Inteligência Artificial do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, de biquíni. A publicação vem depois do Reino Unido ter ameaçado banir a ferramenta de IA do X, o Grok.

    Elon Musk compartilhou imagens do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer de biquíni.

    O magnata, dono do X e da Tesla, respondeu a uma publicação onde duas dessas imagens foram compartilhadas, numa clara crítica à posição do governo de Downing Street sobre o Grok (a ferramenta de Inteligência Artificial do X).

    A publicação original pretendia argumentar que o Grok fazia exatamente o mesmo que outras ferramentas de IA, como o Gemini ou o ChatGPT.

    “O Gemini da Google e o ChatGPT da OpenAI também geram imagens de pessoas de biquíni, quando lhes é pedido. Portanto, porque é que o Keir Starmer está tão focado no Grok e no X?”, questionava o internauta, que, como prova, mostrava capturas de tela de ambas as plataformas de IA mencionadas.

    Em resposta, Elon Musk respondeu: “Eles só querem suprimir a liberdade de expressão”.

    Grok permite criar imagens de caráter sexual de outros utilizadores

    A polêmica vem desde dezembro e envolve outros países, especialmente europeus. O tema diz respeito a uma atualização da IA do X, que permite aos usuários editarem qualquer fotografia na rede social por meio de uma simples descrição em texto. Basta pedir ao Grok, e a imagem é alterada conforme o desejo do usuário.

    A atualização permite, inclusive, a sexualização de imagens de mulheres e até de menores de idade.

    Na tentativa de impedir que esse tipo de situação continue ocorrendo, o X alterou as permissões de uso da ferramenta de edição. Atualmente, a “geração e edição de imagens estão limitadas aos assinantes pagos” e ficam sob responsabilidade de cada usuário.

    Isso significa que o nome e as informações de pagamento do usuário ficam associados à imagem alterada, independentemente do conteúdo, o que permite a responsabilização legal — e de forma mais fácil — dos envolvidos.

    “Qualquer pessoa que utilizar o Grok para criar conteúdo ilegal sofrerá as consequências”, alertou Elon Musk na plataforma X.

    A mudança, no entanto, é considerada “insuficiente” pelo governo britânico, que avalia a possibilidade de banir o Grok no país.

    Um porta-voz do primeiro-ministro Keir Starmer afirmou ontem que a nova medida “simplesmente transforma uma funcionalidade que permite a criação de imagens ilegais em um serviço premium”.

    “Isso não é uma solução”, acrescentou. “Na verdade, é um insulto às vítimas de misoginia e violência sexual. A única coisa que isso prova é que o X consegue agir rapidamente quando quer.”

    Em entrevista à rádio Greatest Hits Radio, Starmer classificou a situação como “nojenta”. “O X precisa criar juízo e remover esse material. Vamos agir porque isso simplesmente não é tolerável”, afirmou, acrescentando que já solicitou ao órgão regulador britânico de mídia, a Ofcom, que avalie o caso e que “todas as opções estão sobre a mesa”.

    Elon Musk compartilha foto do 1º ministro da Inglaterra usando biquíni

  • Youtuber MrBeast diz que usa até três pares de AirPods por dia

    Youtuber MrBeast diz que usa até três pares de AirPods por dia

    MrBeast não prescinde dos seus AirPods e afirma que são “uma dádiva de Deus”. O youtuber explica que usa diferentes pares de AirPods de acordo com a fase do dia.

    O youtuber Jimmy Donaldson — mais conhecido como MrBeast — concedeu uma entrevista à revista GQ na qual revelou dez itens dos quais não abre mão no dia a dia e se declarou um grande fã dos AirPods, da Apple.

    MrBeast afirmou, inclusive, que usa de dois a três pares de AirPods por dia, destacando que costuma substituí-los assim que a bateria acaba. Segundo ele, o criador de conteúdo realiza entre 60 e 70 chamadas diariamente e também utiliza os fones para assistir a vídeos no YouTube.

    “[Os AirPods] são uma dádiva de Deus”, disse MrBeast, explicando que adota um sistema de cores para identificar os fones que usa em diferentes momentos do dia. O par verde é utilizado pela manhã, o amarelo à tarde e o rosa à noite.

    Apesar da organização, o youtuber admitiu que costuma danificar os AirPods com facilidade e que frequentemente se envolve em acidentes que o obrigam a comprar novos modelos. “Provavelmente usei pelo menos uma dúzia de pares este ano”, reconheceu.

    Abaixo, é possível conferir o vídeo publicado no canal da GQ no YouTube, no qual MrBeast explica quais são os dez itens indispensáveis em sua rotina diária.

    Youtuber MrBeast diz que usa até três pares de AirPods por dia

  • CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa

    CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa

    Tim Cook ocupa o cargo de CEO da Apple desde agosto de 2011 e, de acordo com o The New York Times, está a preparar-se para abandonar a posição de liderança. Alguns candidatos internos já estão a ser preparados. Há um favorito para a sucessão.

    O CEO da Apple, Tim Cook, estaria prestes a deixar o cargo de líder da “empresa da maçã”. A informação foi divulgada pelo The New York Times, que cita três fontes internas da companhia, sob anonimato.

    Cook, que completou 65 anos em novembro de 2025, estaria interessado em reduzir a carga de trabalho e já teria iniciado a preparação de possíveis sucessores dentro da empresa.

    Entre os nomes apontados como candidatos estão, supostamente, Craig Federighi (vice-presidente sênior de Engenharia de Software), Eddy Cue (vice-presidente sênior de Serviços), Greg Joswiak (vice-presidente sênior de Marketing) e Deirdre O’Brien (vice-presidente sênior de Varejo e Pessoas).

    Ainda assim, segundo as fontes ouvidas pelo jornal norte-americano, quem aparece como mais bem posicionado para assumir o cargo é John Ternus, que ocupa há cerca de uma década a função de vice-presidente sênior de Engenharia de Hardware da Apple.

    Apesar de Ternus ser o nome mais cotado para assumir a presidência executiva da empresa, a decisão ainda não teria sido tomada oficialmente. Quando deixar o cargo de CEO, Tim Cook deverá permanecer na Apple como presidente do conselho de administração.

    Vale lembrar que Cook assumiu o posto de CEO da Apple em agosto de 2011, como sucessor de Steve Jobs.

    CEO da Apple prepara-se para abandonar liderança da empresa