Categoria: TECNOLOGIA

  • Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

    Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

    Os detalhes da nova oferta da Paramount ainda não foram divulgados, porém se sabe que o acordo com o gigante do streaming continua em vantagem; empresas disputam para comprar o estúdio, que inclui HBO

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O conselho da Warner Bros. informou, nesta terça-feira (24), que vai reavaliar a proposta da Paramount após uma semana de conversas com os representantes do estúdio -ainda que a oferta da Netflix continue em vantagem, com votação prevista para o dia 20 de março.

    A abertura configura mais um capítulo da disputa para a compra da Warner Bros., tradicional estúdio de Hollywood que anunciou a venda da maioria de seus ativos -incluindo um extenso catálogo de filmes e a HBO- para a Netflix em dezembro. Desde então, a Paramount fez ofertas continuas aos acionistas da Warner para tentar desbancar a concorrente.

    Os detalhes da nova oferta da Paramount ainda não foram divulgados. Se ela for considerada formalmente, a Netflix tem quatro dias para responder com outra proposta.

    A Warner já tem um acordo com a Netflix de US$ 82,7 bilhões (R$ 432,57 bilhões) e já rejeitou por unanimidade a primeira oferta da Paramount de US$ 108,4 bilhões, cerca de R$ 593,53, pela aquisição de todo o conglomerado.

    Warner Bros. vai avaliar nova proposta da Paramount, mas Netflix é prioridade

  • Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

    Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

    Apesar das recentes demissões e cancelamento de projetos, o CEO da Ubisoft garante que a empresa francesa se encontra trabalhando em vários jogos de duas das suas principais propriedades intelectuais: “Assassin’s Creed” e “Far Cry”

    O CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, concedeu uma entrevista à revista Variety onde revelou que a editora francesa tem vários jogos da saga “Assassin’s Creed” em produção, apontando que também há dois títulos da série “Far Cry” em desenvolvimento.

    As declarações de Guillemot chegam em um momento em que a Ubisoft está passando por uma reestruturação que, de acordo com o próprio, resulta em um foco renovado da empresa francesa nas suas propriedades intelectuais mais populares e lucrativas.

    No caso de “Assassin’s Creed”, o CEO da Ubisoft revelou que, entre os jogos que estão sendo produzidos, há tanto experiências para um jogador como jogos online. Já “Far Cry”, terá aparentemente direito a um novo capítulo da linha principal da série bem como um “spin-off”.

    Apesar disso, ainda não se sabe quando é que a Ubisoft pretende lançar os próximos jogos destas propriedades intelectuais.

    O que se sabe, contudo, é que a Ubisoft decidiu demitir cerca de 40 pessoas no seu estúdio de Toronto, no Canadá – responsável por jogos como “Watch Dogs: Legion” e “Far Cry 6”.

    “Esta decisão não foi tomada de forma leve e não reflete de forma nenhuma o talento, dedicação e contribuições das pessoas impactadas”, pode se ler no comunicado compartilhado pela Ubisoft com o site Mobile Syrup. “De momento, a nossa prioridade é apoiá-los nesta transição com indenizações abrangentes e um robusto programa de colocação profissional”.

    Vale lembrar que este estúdio da Ubisoft é o mesmo que se encontra trabalhando no remake do primeiro título da série “Splinter Cell”, anunciado em 2021. O desenvolvimento do jogo não terá sido impactado.

    Ubisoft está desenvolvendo novos "Assassin’s Creed" e "Far Cry"

  • Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

    Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

    Além da saída do CEO da Microsoft Gaming, Phil Spencer, a presidente da Xbox também está de saída. O CEO da Microsoft, Satya Nadella, já apontou uma nova pessoa para o cargo da divisão de videojogos

    O CEO da divisão de videojogos da Microsoft, Phil Spencer, já não se encontra no cargo de liderança da Xbox. Em vez dele está Asha Sharma, o nome escolhido para liderar a Microsoft Gaming por Satya Nadella e que até agora ocupava o cargo de presidente da divisão CoreAI da empresa.

    Spencer compartilhou a decisão de deixar o cargo de CEO na sua página na rede social X, destacando que depois de 38 anos na empresa chegou a altura de sair.

    “Estou muito feliz pela Asha Sharma, que assume o cargo de CEO”, escreveu Spencer. “Ela está se juntando a um grupo incrível de pessoas, equipes cheias de talento, paixão e um profundo compromisso com os jogadores que servem. Vê-la a se dedicar com curiosidade e um desejo genuíno de fortalecer a base que construímos me dá confiança de que as nossas comunidades Xbox receberão um excelente apoio nos próximos anos”.

    Já Satya Nadella disse que a decisão foi tomada no ano passado pelo próprio Phil Spencer, isto apesar de, em julho do ano passado, a Xbox ter respondido a um rumor sobre a saída do então presidente executivo afirmando que Spencer “não pretende se aposentar nos próximos tempos”.

    “No ano passado, o Phil [Spencer] tomou a decisão de se aposentar e, desde então, temos falado sobre o planejamento da sucessão”, afirmou Nadella de acordo com o site The Verge. “Quero agradecer ao Phil pela sua liderança e parceria extraordinárias. Ao longo de 38 anos na Microsoft, incluindo os 12 anos liderando a divisão de Gaming, o Phil ajudou a transformar o que fazemos e como fazemos”.

    No que diz respeito a Sharma, a nova CEO da Microsoft Gaming tem um currículo que não é apenas composto pelo trabalho que tem feito na área de Inteligência Artificial da tecnológica de Redmond. Sharma, que abandonou a Microsoft em 2013, passou entretanto pela Meta como vice-presidente de produto e engenharia e também pela Instacart, onde foi COO. A agora CEO da Microsoft Gaming regressou à gigante tecnológica em 2024.

    Na primeira mensagem após assumir o cargo, Sharma afirmou que quer reafirmar o compromisso da Xbox com os jogadores que continuam fiéis à marca desde o lançamento do primeiro console em 2001. 

    “Vamos celebrar as nossas raízes com um compromisso renovado ao Xbox começando com o console que moldou quem somos”, pode se ler na mensagem de Sharma compartilhada pelo site The Verge. “É o que nos liga aos jogadores e fãs que investem na Xbox e aos programadores que criam experiências ambiciosas para ela”.

    A saída de Spencer e entrada em cena de Sharma não é a única mudança no corpo executivo da Microsoft Gaming. Sarah Bond, que servia até aqui como presidente da Xbox e que era tida como a sucessora mais provável de Spencer, também está de saída da empresa.

    Numa mensagem compartilhada na respetiva página no LinkedIn, Bond deixa uma mensagem de gratidão a todos os “jogadores, developers, parceiros e equipe” com que interagiu nos últimos oito anos em que ocupou o cargo.

    “Decidi que este é o momento certo para dar o meu próximo passo, tanto pessoalmente como profissionalmente”, escreve Bond, destacando que continuará temporariamente para acompanhar a transição de Sharma no cargo de CEO.

    Matt Booty, que até aqui era responsável pelos estúdios internos do Xbox, será promovido a vice-presidente executivo e “Chief Content Officer” e reportará diretamente à nova CEO.

    Após 38 anos na Microsoft, CEO da Xbox vai deixar a empresa

  • Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

    Levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países; inteligência artificial ainda pode afetar financiamento público

    O relatório Re|thinking Policies for Creativity (Repensando as Políticas para a Criatividade) da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre o futuro das políticas de criatividade estima que haverá quedas significativas de receitas para criadores de música e de audiovisual até 2028, em decorrência do aumento de produção de conteúdos por inteligência artificial (IA).

    O levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países. De acordo com a Unesco, além de representar uma ameaça à liberdade artística, o quadro apurado afetará também o financiamento público, contribuindo para fragilizar as indústrias culturais e criativas.

    Segundo o relatório, as receitas digitais passaram a representar 35% do rendimento dos criadores, contra 17% registrados em 2018, o que reflete uma mudança estrutural no modelo econômico das indústrias criativas. 

    O crescimento é acompanhado de maior precariedade e por uma exposição mais elevada a violações de propriedade intelectual. Até 2028, a expansão de conteúdos produzidos por IA generativa poderá provocar perdas globais de receitas de até 24% para criadores de música e 21% para o setor audiovisual, diz o estudo.

    O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o relatório levanta a necessidade de “renovar e fortalecer o apoio àqueles que estão engajados na criação artística e cultural em um contexto em que a IA e as transformações digitais estão redefinindo as indústrias criativas”.

    Diferenças

    Do total de países que responderam à pesquisa, 85% disseram incluir as indústrias culturais e criativas nos seus planos nacionais de desenvolvimento. Porém, apenas 56% definiram objetivos culturais específicos. De acordo com a Unesco, isso evidencia uma diferença entre compromissos gerais e ações concretas.

    A Unesco mostra que o comércio global de bens culturais atingiu US$ 254 bilhões em 2023 e que 46% das exportações têm origem em países em desenvolvimento. O que ocorre é que esses países representam pouco mais de 20% do comércio global de serviços culturais, revelando desequilíbrio crescente à medida que o mercado muda para formatos digitais.

    O relatório diz que o financiamento público direto para a cultura continua reduzido, abaixo de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) global, e com tendência de queda.

    A transformação digital aumentou o acesso a ferramentas e audiências, mas também intensificou desigualdades e aumentou a instabilidade financeira de criadores e profissionais do setor cultural.

    O estudo da Unesco observa que as competências digitais essenciais estão presentes em 67% da população dos países desenvolvidos, enquanto somente 28% dos países em desenvolvimento possuem essas competências, o que reforça a divisão Norte–Sul.

    O documento chama ainda a atenção para a concentração de mercado em poucas plataformas de streaming e para a pouca relevância de sistemas de curadoria de conteúdos, o que dificulta a visibilidade de criadores menos conhecidos. Apenas 48% dos países afirmaram estar desenvolvendo estatísticas para acompanhar o consumo cultural digital, o que limita respostas políticas eficazes.

    A Unesco destaca ainda os obstáculos colocados para a mobilidade artística internacional. Os dados evidenciam que 96% dos países desenvolvidos apoiam a mobilidade artística para o exterior, mas apenas 38% facilitam a entrada de artistas provenientes de países em desenvolvimento.

    Na avaliação da Unesco, a assimetria restringe oportunidades e dificulta a circulação internacional de criadores, sobretudo de regiões com menos acesso a financiamento e estruturas de apoio. O relatório indica que apenas 61% dos países possuem organismos independentes para supervisionar essa área.

    Gêneros

    Em termos de igualdade de gêneros, a Unesco identificou simultaneamente avanços e disparidades significativos nas indústrias culturais e criativas. Por exemplo, a liderança feminina em instituições culturais nacionais aumentou globalmente, passando de 31% em 2017 para 46% em 2024.

    No que se refere à distribuição, persiste a desigualdade: enquanto as mulheres ocupam 64% de cargos de liderança em países desenvolvidos, nos países em desenvolvimento esse número cai para 30%. Muitos países insistem em posicionar as mulheres sobretudo como consumidoras de cultura e não como criadoras e líderes desse setor.

    O relatório de 2026 é a quarta parte da série que supervisiona a implementação da Convenção da Unesco de 2005, sobre a proteção e promoção da diversidade de expressões culturais. O documento foi publicado com apoio do governo da Suécia e da Agência Sueca para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.

    Os estados partes na Convenção de 2005 adotaram mais de 8.100 políticas e medidas culturais para reforçar o papel das indústrias culturais e criativas no desenvolvimento sustentável.

    Através do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (FIDC), a Unesco contabiliza 164 projetos apoiados nas áreas de cinema, artes cênicas, artes visuais e artes de mídia, bem como em design, música e publicação em 76 países do sul global. 

    Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas

  • OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

    Startup informou que aplicou solução para corrigir alto volume de erros na ferramenta de IA e normalizou operação no início da tarde

    A OpenAI disse ter resolvido e restaurado completamente os serviços do ChatGPT impactados no início da tarde desta segunda-feira, 23, por meio de site da companhia para acompanhar o status das suas ferramentas.

    Às 12h33 (de Brasília), a startup de inteligência artificial (IA) alertou para abertura de uma investigação de número elevado de erros em sua aplicação do ChatGPT para empresas e negócios. O componente mais afetado foi a conversação da IA generativa.

    Às 12h58, a OpenAI afirmou ter aplicado uma solução para mitigar o problema, acrescentando que acompanhava a recuperação do ChatGPT, mas sem fornecer detalhes adicionais sobre o que teria causado a falha inicial.

    OpenAI resolve problema responsável por elevado erros em ChatGPT para empresas

  • Nasa adia novamente missão tripulada para a Lua: o que está acontecendo com o foguete?

    Nasa adia novamente missão tripulada para a Lua: o que está acontecendo com o foguete?

    Nasa manterá foguete no hangar para mais reparos antes que astronautas embarquem; agência afirmou que os preparativos rápidos para a reversão da missão preservam a possibilidade de lançamento em abril

    A Nasa, Agência Espacial dos EUA, adiou pelo menos até abril o lançamento do foguete que pretende levar astronautas de volta à Lua.

    Imobilizado pelo menos até abril, o gigantesco foguete lunar da Nasa vai voltar ao hangar esta semana para mais reparos antes que os astronautas embarquem.

    A agência espacial norte-americana informou no domingo (22) que pretende realizar nesta terça-feira, 24, a lenta travessia de 6,4 quilômetros pelo Centro Espacial Kennedy, se o tempo permitir.

    Problemas

    A Nasa mal havia concluído um novo teste de abastecimento na quinta-feira, 19, para garantir que vazamentos perigosos de hidrogênio fossem estancados, quando outro problema surgiu.

    Desta vez, o sistema de hélio do foguete apresentou defeito, atrasando ainda mais a primeira viagem de astronautas à Lua em mais de meio século.

    Os engenheiros tinham acabado de controlar os vazamentos de hidrogênio e definido a data de lançamento para 6 de março – já com um mês de atraso – quando surgiu o problema com o hélio. O fluxo de hélio para o estágio superior do foguete foi interrompido; o hélio é necessário para purgar os motores e pressurizar os tanques de combustível.

    “É necessário retornar ao prédio de montagem de veículos em Kennedy para determinar a causa do problema e corrigi-lo”, disse a NASA em um comunicado.

    Lançamento em abril ainda depende dos reparos

    A Nasa afirmou que os preparativos rápidos para a reversão da missão preservam a possibilidade de lançamento em abril, mas ressaltou que isso dependerá do andamento dos reparos. A agência espacial dispõe de apenas alguns dias por mês para lançar a tripulação de quatro pessoas ao redor da Lua e trazê-la de volta.

    Os três americanos e o canadense designados para a missão Artemis II permanecem em prontidão em Houston. Eles serão as primeiras pessoas a ir à Lua desde o programa Apollo da Nasa, que enviou 24 astronautas ao espaço entre 1968 e 1972.

    Nasa adia novamente missão tripulada para a Lua: o que está acontecendo com o foguete?

  • Esquece de dar parabéns? WhatsApp quer lançar opção para lembrar datas

    Esquece de dar parabéns? WhatsApp quer lançar opção para lembrar datas

    A funcionalidade é conhecida pelo nome de “Scheduled Messages” e permite aos usuários escreverem uma mensagem e depois escolher o dia e a hora a que será enviada

    O WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade que permitirá a qualquer usuário agendar o envio de mensagens, o que será útil para todos aqueles que se lembram do aniversário de alguém antes da data e, no próprio dia, esquecem-se de enviar mensagem de parabéns.

    Desde 2023 que as empresas com contas no WhatsApp têm a capacidade de agendar mensagens mas, de acordo com o site WABetaInfo, parece que a empresa pretende disponibilizar esta opção para todos os usuários do serviço.

    De acordo com esta publicação, o WhatsApp está testando a capacidade de agendar mensagens para todos os usuários na mais recente versão beta da app para iOS. Supostamente, esta funcionalidade ainda se encontra em desenvolvimento, pelo que ainda deverá demorar algum tempo até chegar a todos os usuários da versão final do WhatsApp.

    Atualmente, a funcionalidade é conhecida pelo nome de “Scheduled Messages” e permite aos usuários escreverem uma mensagem e depois escolher o dia e a hora a que será enviada – de forma completamente automática.

    Naturalmente, esta funcionalidade será útil, por exemplo, para todos aqueles que padecem do mal de se esquecer de dias de aniversário de pessoas importantes. Ao lembrar-se dias antes do aniversário de alguém, será possível escrever a mensagem de aniversário, agendá-la e certificar-se assim que este “assunto” está tratado.

    Esta funcionalidade terá até direito a uma nova área dentro de cada uma das conversas, onde o usuário poderá verificar quais as mensagens que tem agendadas, sendo possível apagá-las antes de serem enviadas se assim for o seu desejo.

    “Sublinhar que é esperado que esta funcionalidade funcione tanto em conversas individuais como em grupos”, pode se ler na publicação do WABetaInfo sobre esta funcionalidade. “Isto significa que os usuários poderão agendar uma mensagem para um contato específico ou um anúncio para um grupo de conversa”.

    Pode ver abaixo uma imagem desta funcionalidade que, como referimos acima, ainda se encontra em desenvolvimento.

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    Esquece de dar parabéns? WhatsApp quer lançar opção para lembrar datas

  • Depois de laranja, qual será a nova cor do iPhone 18 Pro?

    Depois de laranja, qual será a nova cor do iPhone 18 Pro?

    Novos rumores indicam que a Apple está considerando lançar o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max com uma nova cor exclusiva – substituindo assim o laranja presente nos modelos Pro da série iPhone 17

    Além de algumas mudanças no design, o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max tornaram-se visualmente icônicos devido à cor laranja que foi escolhida para o top de linha desta geração.

    A Apple parece querer repetir a estratégia e apostar em uma nova cor para a próxima geração dos seus celulares premium. Segundo o jornalista Mark Gurman da Bloomberg, a Apple está considerando diferentes cores exclusivas para o iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, destacando que entre elas há uma que está ganhando cada vez mais destaque.

    Gurman afirma que “vermelho é a nova cor de top de linha a ser testada para os próximos iPhones Pro”, notando ainda que poderá ter uma tonalidade levemente diferente em relação ao vermelho que foi usado em gerações anteriores.

    Vale lembrar que, ao longo dos anos, a Apple lançou iPhones (e outros gadgets) em vermelho como parte de uma parceria com a Product Red, uma marca licenciada para gerar fundos para combater doenças como o HIV/AIDS.

    Ainda não é claro se o vermelho será a cor escolhida para os próximos top de linha da Apple, pelo que teremos de aguardar por notícias oficiais da própria “Empresa da Maçã”.

    Sucesso de vendas

    A Apple apresentou no final de janeiro os resultados financeiros relativos ao último trimestre de 2025, indicando que “o iPhone teve o seu melhor trimestre devido a uma procura sem precedentes”.

    A “Empresa da Maçã” destacou o desempenho do iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max, categorizando a procura dos consumidores por estes modelos como “extraordinária”. Atribuindo tal sucesso ao desempenho e sistema de câmeras destes dois top de linha.

    Ainda assim, há outro fator que pode ter desempenhado um papel importante na procura dos modelos Pro da série iPhone 17: a vibrante cor laranja.

    Vale lembrar que além dos mais tradicionais prateado e azul escuro, o iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max foram também lançados na cor laranja cósmico, uma escolha invulgar tendo em conta as opções tomadas pela Apple em modelos anteriores mas que, de acordo com o Financial Times, teria compensado. Especialmente no mercado chinês.

    Ao que parece, o fato de o iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max apresentarem um novo design e esta cor laranja tornou-os mais reconhecíveis e levou a que fossem usados como uma demonstração de status na sociedade chinesa e em outros países.

    Mesmo a tonalidade específica da cor laranja, associada à marca francesa de artigos de luxo Hermès, é atribuída por alguns influencers como o motivo para terem adotado o iPhone 17 Pro ou o iPhone 17 Pro Max como novos celulares.

    “Me senti logo atraída pela cor – achei muito especial, quem não gosta do laranja da Hermès?”, afirmou uma influencer e modelo em um vídeo divulgado pelo Financial Times. “Quando mais olho [para o iPhone], mais gosto dele”.

    Depois de laranja, qual será a nova cor do iPhone 18 Pro?

  • O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

    O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

    A plataforma Horizon Worlds desenvolvida pela divisão Reality Labs da Meta – que até aqui se encontrava acessível através dos dispositivos Quest – vai estar disponíveis nos smartphones para encontrar um público mais alargado.

    Depois de iniciar o ano com demissões na divisão Reality Labs, a Meta anunciou novas mudanças nessa área da empresa, responsável pelo desenvolvimento do metaverso.

    A gigante de tecnologia liderada por Mark Zuckerberg informou que o Horizon Worlds, plataforma do metaverso criada pela Reality Labs, deixará de ser limitada à realidade virtual e aos usuários dos dispositivos Meta Quest. Em vez disso, a Meta afirma que o Horizon Worlds passará a ser “quase exclusivamente mobile”.

    Vale lembrar que o Horizon Worlds foi lançado em 2021 como uma plataforma de realidade virtual e agora está sendo reposicionado para alcançar um público muito mais amplo, que poderá acessá-lo por meio do celular.

    “Estamos em uma posição forte para oferecer jogos sociais síncronos em larga escala, graças à nossa capacidade única de conectar esses jogos a bilhões de pessoas nas maiores redes sociais do mundo”, afirmou, em comunicado, a vice-presidente de conteúdo da Reality Labs, Samantha Ryan. “Vocês começarão a ver essa estratégia se desenvolver em 2025 e agora ela é o nosso principal foco.”

    Não chega a ser surpresa que a Meta queira que os produtos desenvolvidos pela Reality Labs passem a gerar mais receita, já que, desde 2021, essa divisão investiu quase US$ 80 bilhões no desenvolvimento de experiências de realidade virtual e de óculos inteligentes.

    O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

  • Google lança versão mais avançada do modelo Gemini

    Google lança versão mais avançada do modelo Gemini

    A Google desvendou oficialmente o Gemini 3.1 Pro, uma versão mais avançada do seu modelo de Inteligência Artificial que ficará disponível para os utilizadores dos planos AI Pro e Ultra.

    A Google revelou na última quinta-feira, dia 19, uma nova versão do seu grande modelo de linguagem — o Gemini 3.1 Pro — que classificou como um “avanço no raciocínio central”.

    O lançamento do Gemini 3.1 Pro acontece poucos dias depois de a concorrente Anthropic apresentar o Claude Sonnet 4.6, nova versão do seu modelo Claude. No caso do Gemini 3.1 Pro, a Google afirma que, em comparação com a versão anterior, o modelo é mais inteligente e capaz de lidar com problemas mais complexos.

    Nos testes realizados pela empresa de Mountain View, o Gemini 3.1 Pro alcançou 77,1% nos quebra-cabeças de raciocínio abstrato do teste ARC-AGI-2. Vale lembrar que o Gemini 3 Pro havia obtido apenas 31,1% na mesma avaliação.

    Quanto à disponibilidade, a Google informou que o Gemini 3.1 Pro está sendo liberado para usuários dos planos AI Pro e Ultra. Desenvolvedores e empresas também poderão acessá-lo por meio da API do Gemini.

    Google lança versão mais avançada do modelo Gemini