Categoria: TECNOLOGIA

  • China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

    China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

    A China realizou, no total, 92 lançamentos espaciais ao longo de 2025, ano em que o programa aeroespacial chinês abrangeu missões tripuladas, a exploração do espaço profundo e o lançamento de satélites para fins comerciais.

    De acordo com dados da Administração Espacial Nacional da China, citados nesta terça-feira pela emissora estatal chinesa CCTV, mais de 300 satélites foram colocados nas órbitas planejadas ao longo do ano.

    Entre os avanços técnicos de 2025, a missão Shenzhou-20 permaneceu em órbita por 204 dias, o maior período já registrado na história do programa espacial tripulado chinês.

    A China também realizou, pela primeira vez, um lançamento de emergência em apenas 16 dias, com a missão não tripulada Shenzhou-22. A operação foi necessária após a detecção de fissuras na nave inicialmente prevista para o retorno, colocando à prova a capacidade de resposta rápida do sistema de voos tripulados.

    A missão Shenzhou-21 estabeleceu um novo marco operacional ao concluir uma acoplagem rápida em aproximadamente três horas e meia, reduzindo de forma significativa o tempo normalmente exigido para esse tipo de manobra.

    Na área de exploração científica, a sonda Tianwen-2 marcou a estreia da China em missões destinadas à exploração de asteroides, com o objetivo de coletar e trazer amostras de volta à Terra, ampliando o alcance dos projetos espaciais do país.

    O ano passado também foi marcado por avanços e testes com veículos de lançamento reutilizáveis. Foram realizados voos experimentais de novos foguetes, tanto do programa estatal quanto de empresas privadas, que conseguiram colocar cargas úteis em órbita, embora ainda não tenham obtido sucesso na recuperação dos propulsores.

    Esses testes refletem o crescimento do setor espacial comercial chinês e os desafios tecnológicos enfrentados para reduzir custos e aumentar a frequência de lançamentos por meio da reutilização parcial de foguetes.

    Para Zhu Haiyang, executivo do grupo estatal Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China, o “aumento tanto no número de lançamentos quanto de satélites colocados em órbita” representa um “salto qualitativo” nas capacidades operacionais do setor.

    Para os próximos anos, a China pretende dar continuidade aos testes do programa de pouso lunar tripulado, previsto inicialmente para 2030, além de lançar novas sondas lunares e apresentar novos modelos de foguetes.

    O país vem fortalecendo seu programa espacial com missões de grande impacto, como o pouso da sonda Chang’e-4 no lado oculto da Lua e o envio da Tianwen-1 a Marte. Também há planos para construir, em parceria com outros países, uma base científica no polo sul lunar.

    A estação espacial chinesa Tiangong, cujo nome significa “Palácio Celestial”, foi projetada para operar por pelo menos dez anos e pode se tornar a única estação espacial habitada do mundo após a desativação da Estação Espacial Internacional, prevista para o fim da década.

    China realizou 92 lançamentos espaciais em 2025

  • Os países que mais utilizam aplicativos de namoro: A posição do Brasil

    Os países que mais utilizam aplicativos de namoro: A posição do Brasil

    O mundo online está crescendo cada vez mais.

    Em todo o mundo, os aplicativos de namoro se tornaram parte do cotidiano. Eles se tornaram um ponto de encontro global para pessoas que desejam vivenciar a vida, o amor e tudo o que há entre eles. Mas alguns países usam esses recursos muito mais do que outros, em parte devido à cultura e aos diferentes estilos de vida.

    Essa tecnologia certamente conquistou o planeta, mas quais nações ostentam o maior número de usuários de aplicativos de namoro? E por que as pessoas nesses países estão optando por essas ferramentas? Clique para descobrir.

    Os países que mais utilizam aplicativos de namoro: A posição do Brasil

  • iPhone Fold pode ser mais ‘barato’ do que previsto

    iPhone Fold pode ser mais ‘barato’ do que previsto

    O primeiro iPhone de tela dobrável da Apple pode ser lançado até ao final de 2026. Acredita-se que o iPhone Fold terá um preço mais competitivo em relação a outros dispositivos móveis neste segmento!

    Os rumores que têm circulado sobre o primeiro celular dobrável da Apple – conhecido de momento como iPhone Fold – têm apontado o lançamento para o ano 2026 e, a par destas informações, também têm circulado rumores que indicam que o smartphone terá um preço acima dos 2 mil dólares (cerca de 10 mil reais).

    Um novo rumor compartilhado no blogue sul-coreano Naver pelo utilizador yeux1122 afirma que, afinal, o iPhone Fold terá um preço mais ‘em conta’ e competitivo em relação aos outros dobráveis atualmente no mercado.

    Ao contrário das informações que apontavam o preço do iPhone Fold para os 2.399 dólares (12,7 mil reais), estes novos rumores afirmam que o celular terá um preço abaixo dos 2 mil dólares, ficando assim em linha, por exemplo, com o Galaxy Z Fold 7 da Samsung que foi lançado no mercado por 1.999 dólares (cerca de 10 mil reais).

    Há também indicações que, inicialmente, a Apple deverá produzir um número muito limitado de unidades do iPhone Fold o que, aliado a este preço mais competitivo para o segmento, deverá certamente resultar em prateleiras esgotadas e uma adesão acima do que aconteceria com um preço maior.

    Vale lembrar que, para acompanhar a chegada do iPhone Fold ao mercado, a Apple deverá lançar também o iPhone 18 Pro, o iPhone 18 Pro Max e, quem sabe, também o iPhone Air 2. Quanto ao modelo standard do iPhone 18, o lançamento deverá ficar para a primavera de 2026 a par do iPhone 18e.

    iPhone Fold pode ser mais ‘barato’ do que previsto

  • PlayStation revela os primeiros três jogos gratuitos de 2026

    PlayStation revela os primeiros três jogos gratuitos de 2026

    A lista é composta por três jogos para o PlayStation 5, sendo que dois deles também estão presentes no PlayStation 4. Os três jogos ficarão disponíveis a partir do dia 6 de janeiro!

    A Sony apresentou oficialmente os três jogos que serão oferecidos em janeiro aos jogadores do PlayStation 5 que sejam subscritores do serviço online PlayStation Plus, com dois deles também estando disponíveis para os jogadores de PlayStation 4.

    O destaque vai para “Need For Speed Unbound”, o mais recente título da icônica saga de jogos de corrida que foi lançado em 2022 e que conta com o grafismo mais colorido como uma das principais novidades dignas de nota. Este jogo ficará disponível apenas para o PlayStation 5.

    O segundo destaque vai para “Disney Epic Mickey: Rebrushed”, uma nova versão do jogo desenvolvido por Warren Spector (“Deus Ex”) e originalmente lançado para a Wii em 2010 que coloca os jogadores controlando o Mickey em uma (estranha) terra inspirada em filmes conhecidos da Disney. Este jogo ficará disponível para a PlayStation 5 e PlayStation 4.

    Por fim, o terceiro jogo oferecido pela Sony em janeiro para os subscritores do PlayStation Plus é “Core Keeper”, um pequeno jogo que procura incentivar a cooperação e a exploração de cenários entre grupos de até oito jogadores.

    Vale destacar que os usuários do PlayStation Plus poderão adicionar estes três jogos às respectivas bibliotecas a partir do dia 6 de janeiro, sendo que as ofertas de dezembro – “Lego Horizon Adventures”, “Killing Floor 3”, “The Outlast Trials”, “Synduality Echo of Ada” e “Neon White” – ficam disponíveis até ao dia 5.

    PlayStation revela os primeiros três jogos gratuitos de 2026

  • Mais exercício em 2026? A Apple quer ajudá-lo com esta resolução

    Mais exercício em 2026? A Apple quer ajudá-lo com esta resolução

    Um misterioso vídeo compartilhado pela Apple na página de Instagram do Fitness+ indica que a empresa deverá apresentar novidades já no mês de janeiro. A resolução deverá ser mais fácil de manter em 2026.

    A Apple lança todos os anos uma série de novos produtos em praticamente todas as categorias em que está presente, mas, em 2026, a empresa também promete trazer novidades para o serviço Fitness+.

    Embora ainda não tenham sido reveladas quais serão as novidades introduzidas neste ano, a Apple compartilhou em sua página do Instagram um vídeo no qual promete “algo grande” para o serviço por assinatura.

    Há algum tempo circulam rumores sobre a possibilidade de a Apple reformular o Fitness+ em 2026, mas, com esse vídeo, fica claro que o serviço dedicado à prática de exercícios físicos continuará sendo uma aposta da empresa da maçã.

    As letras pequenas nos jornais fictícios que aparecem no vídeo indicam que as novidades serão apresentadas já no mês de janeiro, o que certamente ajudará os clientes da Apple com resoluções de Ano Novo relacionadas à prática de exercícios físicos a manterem essas promessas.

     
     
     

     
     
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  • WhatsApp o ajuda a entrar em 2026 com novos stickers e efeitos

    WhatsApp o ajuda a entrar em 2026 com novos stickers e efeitos

    O WhatsApp lançou uma nova coleção de stickers e disponibilizou novos efeitos que podem ser usados durante as videochamadas, permitindo que entre em 2026 de uma forma mais divertida com os familiares e amigos que não estejam por perto

    Estamos no último dia do ano e, à medida que se começa a preparar a entrada em 2026, o WhatsApp disponibilizou uma série de recursos para ajudar nas celebrações. Entre eles encontram-se novos stickers, reações animadas e também efeitos para videochamadas.

    Os novos stickers podem ser encontrados na área dedicada e surgirão automaticamente para adicionar à lista dos que já tem à disposição. Basta entrar numa conversa, clicar no ícone do sticker no lado esquerdo do campo de introdução de texto e, no separador de stickers, ver o novo pacote com o nome “Feliz Ano Novo”.

    No que diz respeito aos efeitos que podem ser usados durante as videochamadas, as novas opções aparecerão durante as próprias ligações.

    “Toque no ícone de efeitos durante uma videochamada para adicionar fogo de artifício, confetes e animações de estrelas que iluminam a tela enquanto celebra”, pode ler-se no comunicado oficial do WhatsApp.

    Todos estes recursos vão ajudá-lo a entrar no clima de festa que é o Ano Novo e comunicar de forma mais divertida com os seus familiares e amigos, mesmo que estes estejam mais distantes.

    WhatsApp o ajuda a entrar em 2026 com novos stickers e efeitos

  • Streaming está caro? Preços triplicaram desde estreia da Netflix no Brasil

    Streaming está caro? Preços triplicaram desde estreia da Netflix no Brasil

    Saiba quanto o preço de cada plataforma subiu no país; serviços tentam baratear assinatura ao mostrar anúncios

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Apesar de hoje oferecerem planos mais baratos, com anúncios exibidos durante filmes e séries, os preços das assinaturas de streaming de vídeo no Brasil triplicaram em algumas plataformas, como a do Prime Video e do Apple TV, nos últimos anos.

    Mesmo assim, o interesse pelos serviços cresce. Um estudo da Vindi e do Opinion Box, em agosto, apontou que 48% dos brasileiros pretendem aumentar os gastos com assinaturas até 2030. O levantamento também mostrou que 58% dizem ser contra a exibição de anúncios nas plataformas.

    No caso da Netflix, serviço com mais assinantes no país, que vende seu plano mais básico por R$ 20,90 mensais, a inscrição mais barata altera ainda a disponibilidade de alguns títulos, cujo licenciamento com seus criadores, segundo a plataforma, não autoriza a exibição junto a propagandas.

    As opções com anúncios começaram a surgir por volta de 2022, quando as empresas enfrentaram altas dívidas. Muitos usuários disseram que as mudanças contrariavam a proposta das plataformas, que, segundo eles, deveriam dar maior autonomia ao espectador, sem intervenções como as da TV tradicional.

    Veja quais foram os aumentos dos principais serviços de streaming no Brasil nos últimos anos. A lista considera apenas plataformas de vídeo e os preços de suas assinaturas mensais, sem incluir valores ou pacotes promocionais.

    NETFLIX

    Com sua chegada no Brasil, em 2011, a Netflix, casa de “Stranger Things” e “Wandinha”, é o serviço que mais teve mudanças. Quando lançada, a plataforma oferecia um plano padrão por R$ 14,90 mensais. Em 2013, quando a opção passou a ser de alta definição, o valor subiu para R$ 16,90, aumento superior ao da inflação daquele ano, e o serviço introduziu o plano Premium, em 4K, por R$ 25,90.

    Quase uma década depois, em 2022, após uma série de aumentos, a Netflix criou a inscrição com anúncios por R$ 18,90. Dois anos mais tarde, o plano padrão passou a custar R$ 44,90 mensais, o premium R$ 59,90, e o básico, R$ 20,90, valores que se mantém até hoje e, na época de seu último aumento, também superaram a inflação do ano.

    Desta forma, de 2011 a 2025, a opção padrão da Netflix apresentou um aumento de 201% e triplicou. Os menores aumentos anuais aconteceram depois da chegada de outros streamings ao Brasil. Com a alta da concorrência, desde 2019 especificamente a alta foi de 36%.

    GLOBOPLAY

    Por se tratar de um serviço de assinatura oferecido pela Globo, o Globoplay, lar de novelas como a nova “Vale Tudo” e originais como “Guerreiros do Sol”, sempre exibiu anúncios em seu plano padrão. A plataforma criada em 2015 oferecia uma assinatura por R$ 12,90 mensais no primeiro ano, mas esse valor logo subiu para R$ 15,90.

    Em 2019, a Globo disponibilizou uma assinatura sem anúncios pelo preço de R$ 32,90 ao mês e um plano premium, com direito ainda a canais da televisão a cabo operados pela mesma emissora, por R$ 54,90. Em 2025, a inscrição com anúncios passou a custar R$ 22,90, e padrão e premium viraram um só, custando R$ 39,90 ao mês.

    Vale lembrar, ainda, que é possível acessar o Globoplay de forma gratuita, sendo possível assistir aos canais TV Globo, Futura, ge tv, Receitas fast, D.P.A fast, Malhação fast, CBN Rio de Janeiro e CBN São Paulo e outros conteúdos gravados.

    Na última década, o plano padrão do Globoplay, portanto, aumentou em 77,52%. Desde 2019, quando aumentou a concorrência dos outros serviços de streaming, a alta foi de 21%.

    PRIME VIDEO

    O Prime Video, serviço oferecido pela Amazon e que exibe séries como “The Boys” e “Os Anéis do Poder”, chegou ao Brasil em dezembro de 2016, mas ainda com valores em dólar -custava US$ 5,99 mensais, numa época em que a moeda valia, em média, R$ 3,30. Pouco tempo depois, pagamentos em reais passaram a ser aceitos, e o streaming passou a cobrar R$ 14,90.

    Na época, a plataforma ainda não pertencia ao serviço geral de assinaturas da Amazon, o que aconteceu em 2019, quando a assinatura mensal passou a custar R$ 9,90. Em 2024, o valor dessa inscrição subiu para R$ 19,90, aumento superiores ao da inflação acumulada.

    Hoje, o Prime Video oferece um plano com anúncios, criado neste ano, por esse mesmo valor, e a assinatura padrão passou a custar R$ 29,90, reajuste também superior à inflação. Com aumento de 202%, portanto, a inscrição triplicou desde 2019.

    APPLE TV

    Casa da elogiada “Ruptura” e de duas séries queridinhas deste ano, “Pluribus” e “O Estúdio”, o streaming da Apple também chegou ao Brasil em 2019, quando custava R$ 9,90 mensais, e passou a custar R$ 14,90 em 2022, aumento superior ao da inflação apresentada naquele ano. Em 2025, a inscrição passou a custar R$ 29,90.

    O Apple TV também teve o seu valor triplicado, com o mesmo aumento de 202%. Entre os principais streamings disponíveis no Brasil, é o único que ainda não apresenta uma opção com anúncios. Segundo a plataforma, não há planos para que isso mude.

    DISNEY+

    O serviço da Disney, que traz animações da Pixar e séries do universo “Star Wars”, chegou ao Brasil em 2020, quando custava R$ 27,90 mensais. Em 2024, essa assinatura passou a custar R$ 43,90. Hoje, custa R$ 46,90. O Disney+ oferece ainda uma inscrição básica, isto é, com anúncios, pelos mesmos R$ 27,90 que o plano padrão original custava em 2020.

    A plataforma passou a oferecer também, em 2024, uma opção premium por R$ 62,90 mensais e que hoje custa R$ 66,90. A alternativa permite que o usuário acesse também conteúdos da ESPN, não disponíveis nos demais tipos de assinatura.

    De 2020 a 2025, o plano padrão do Disney+, portanto, aumentou em 68%.

    HBO MAX

    Casa de séries aclamadas como “Succession”, “Game of Thrones” e derivados de sagas da Warner Bros. como “Duna” e “It: A Coisa”, a HBO Max chegou ao Brasil em 2021, com dois tipos de assinaturas: o plano móvel, que dava direito a assistir aos conteúdos em uma única tela por vez, por R$ 19,90 mensais, e o plano multitelas, por R$ 27,90.

    O preço do móvel permaneceu o mesmo até 2023, ano em que houve uma alteração no multitelas, que passou a custar R$ 34,90. Um ano depois, o móvel virou básico com anúncios, com direito a duas telas, por R$ 29,90, e o multitelas passou a ser o standard, pelo preço de R$ 39,90 mensais, variações que superaram a inflação.

    Os valores permanecem ainda hoje e a diferença entre as opções está na quantidade de downloads para acesso a conteúdos quando se está sem conexão com a internet.

    Em 2024 a HBO Max também disponibilizou a assinatura platinum, que custa R$ 55,90 ao mês e transmite conteúdos em 4K, enquanto as demais opções são restritas a transmissões em HD.

    O plano Standard da HBO Max, antigo multitelas, aumentou em 61% desde 2021.

    À luz do anúncio da compra bilionária da Warner Bros. pela Netflix, que ainda aguarda aprovação do governo americano, ainda não há planos para mudanças gerais ou de preços da Netflix e da HBO Max.

    ESTADOS UNIDOS

    Uma pesquisa divulgada em novembro pelo The Wall Street Journal mostrou o aumento nas mensalidades dos principais serviços de streaming desde 2019 nos Estados Unidos -por lá, o campeão foi o Disney+, que aumentou seu preço em 172%, isto é, quase triplicou.

    O Apple TV aparece em seguida, com 160% de aumento, enquanto a Netflix e o HBO Max -lançado em 2020- totalizam aumentos de 38% e 23%, respectivamente.

    Streaming está caro? Preços triplicaram desde estreia da Netflix no Brasil

  • China quer regular IA e proteger humanos do impacto emocional

    China quer regular IA e proteger humanos do impacto emocional

    A Administração do Ciberespaço da China está elaborando uma nova proposta para regular e limitar bots de conversação e ferramentas de Inteligência Artificial que “simulam uma personalidade humana e interagem com os usuários de forma emocional através de texto, imagens, áudio ou vídeo”

    A China se encontra desenvolvendo novas restrições para bots de conversação de Inteligência Artificial de forma a limitar a capacidade desta tecnologia de influenciar as emoções dos seres humanos que interagem com ela.

    Segundo a CNBC, a proposta que está sendo elaborada pela Administração do Ciberespaço poderá exigir que os menores sejam obrigados a obter a permissão dos responsáveis para interagir com estes bots de conversação de Inteligência Artificial.

    Mais ainda, a proposta poderá ainda impedir que estas ferramentas de Inteligência Artificial gerem conteúdo violento, obsceno ou de jogos de azar ou que tenham conversas sobre suicídio ou outros tópicos que possam prejudicar a saúde mental dos usuários.

    A proposta ainda se encontra sendo trabalhada mas, como nota a publicação, já é considerada por muitos especialistas como os primeiros meios para controlar o impacto de ferramentas de Inteligência Artificial nos seres humanos.

    Sendo aprovada, a proposta deverá aplicar-se a todos os bots de conversação e ferramentas de Inteligência Artificial que “simulam uma personalidade humana e interagem com os utilizadores de forma emocional através de texto, imagens, áudio ou vídeo” que estejam disponíveis na China.

    China quer regular IA e proteger humanos do impacto emocional

  • Internet lenta? Veja 4 dicas para melhorar a velocidade

    Internet lenta? Veja 4 dicas para melhorar a velocidade

    Ainda que a velocidade da Internet fique frequentemente aquém do que aquilo que é anunciado pelas operadoras, há algumas coisas que pode fazer para melhorar a sua situação! Veja 4 dicas que vão te ajudar

    Um dos ‘flagelos’ mais frequentes da era moderna é sem dúvida o da velocidade de Internet que fica (quase sempre) abaixo daquele que foi contratado às operadoras. Ainda que seja anunciada uma determinada velocidade de conexão, a realidade é em quase todos os casos um pouco diferente daquilo que foi prometido.

    No entanto, já parou para pensar que a operadora pode não ser sempre a culpada pela situação que está vivendo e que há coisas que poderia fazer que contribuem para melhorar a velocidade da Internet que tem em casa?

    Por isso decidimos então ajudá-lo e lhe dar quatro dicas que vão certamente contribuir para ter Internet um pouco mais rápida em casa.

    Sem mais demoras, veja abaixo estas quatro dicas para melhorar a velocidade de conexão sendo que, se não vir alterações, aí sim está no momento de fazer uma chamada para a sua operadora.

    • Opte por ligar cabos de rede sempre que possível;
    • Desligue a VPN (Rede Privada Virtual) quando não precisar dela;
    • Posicione o seu roteador  em um local central da casa;
    • Reinicie o roteador periodicamente.

    Internet lenta? Veja 4 dicas para melhorar a velocidade

  • Elon Musk sugere retirar 'sustentável' da missão da Tesla em guinada de discurso

    Elon Musk sugere retirar 'sustentável' da missão da Tesla em guinada de discurso

    Bilionário afirmou nas redes sociais que prefere trocar ‘abundância sustentável’ por ‘abundância incrível’

    Elon Musk sugeriu uma mudança na formulação da missão da Tesla, ao propor a substituição da expressão “abundância sustentável” por “abundância incrível”. A declaração foi feita na véspera de Natal, em uma publicação na rede social X (antigo Twitter), na qual o executivo afirmou considerar o novo termo “mais alegre”.

    A mudança mencionada por Musk parece se referir ao mais recente plano estratégico de longo prazo da empresa, conhecido como “Master Plan Part IV”, divulgado neste ano. O documento utiliza diversas vezes o conceito de “abundância sustentável” para descrever a visão da companhia sobre crescimento econômico apoiado em tecnologia, automação e novos produtos.

    Apesar da declaração, a missão oficial divulgada no site institucional da Tesla continua sendo “acelerar a transição do mundo para a energia sustentável”. A empresa não anunciou formalmente qualquer revisão desse enunciado nem publicou versões atualizadas de seus documentos estratégicos após a postagem de Musk.

    Quando o este último documento estratégico foi apresentado, o texto recebeu críticas por adotar linguagem ampla e pouco específica sobre metas, prazos e meios de execução. À época, Musk reconheceu publicamente as críticas e indicou que o documento poderia ganhar mais detalhes técnicos no futuro.

    Ainda não está claro se a alteração sugerida representa apenas uma mudança de tom ou se sinaliza uma reorientação conceitual mais ampla. Musk é conhecido por utilizar as redes sociais para comentários informais sobre suas empresas.

    A declaração ocorre em um momento em que o executivo tem destacado com mais frequência temas como inteligência artificial, robótica e automação como pilares centrais do futuro da empresa. Paralelamente, a Tesla segue investindo em veículos elétricos, sistemas de armazenamento de energia, geração solar e projetos de transporte autônomo.

    Nos últimos meses, Musk também esteve no centro das atenções por conta de um pacote de remuneração atrelado a metas de crescimento da Tesla, que prevê a ampliação da produção de veículos, robôs e serviços de mobilidade, além do aumento expressivo do valor de mercado da companhia ao longo da próxima década. Com a aprovação do Bônus, Musk poderá se tornar o primeiro trilionário do mundo.

    Sustentabilidade como base da Tesla

    Apesar do debate em torno da linguagem usada por Musk, a Tesla construiu sua trajetória associada à redução de emissões e à expansão de tecnologias limpas. Em 2017, ele deixou o cargo de conselheiro do então governo de Donald Trump após a decisão dos Estados Unidos de se retirarem do Acordo de Paris, afirmando que a mudança climática era real e que a saída do tratado traria prejuízos globais. No mesmo ano, declarou à revista Rolling Stone considerar o aquecimento global a maior ameaça enfrentada pela humanidade no século, atrás apenas da inteligência artificial.

    Em 2018, Musk voltou a associar diretamente a Tesla a esse desafio ao afirmar que a razão fundamental de existência da empresa era acelerar a transição para transportes e sistemas de energia sustentáveis.

    Segundo o relatório de impacto de 2024 da empresa, seus produtos ajudaram a evitar cerca de 32 milhões de toneladas métricas de CO2 apenas em 2024, além de avanços em reciclagem de baterias, uso de energia renovável em fábricas e metas de neutralidade de emissões de gases de efeito estufa.

    De acordo com o documento, além dos veículos elétricos, a companhia expandiu sua atuação em armazenamento de energia, redes elétricas inteligentes e geração solar, com projetos de usinas de baterias em larga escala e usinas virtuais que contribuem para a estabilidade de redes elétricas em diferentes países.

    Até o momento, esses pilares continuam sendo apresentados oficialmente como parte central da missão da Tesla, independentemente das declarações recentes de seu principal executivo.

    Elon Musk sugere retirar 'sustentável' da missão da Tesla em guinada de discurso