Categoria: TECNOLOGIA

  • Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

    Após a OpenAI sinalizar a possibilidade de inserir publicidade no ChatGPT, a Anthropic reagiu com vídeos satíricos e reafirmou que o Claude seguirá sem anúncios. O embate reacende o debate sobre monetização, ética e confiança na inteligência artificial

    A OpenAI revelou recentemente que pretende passar a exibir anúncios em interações com o chatbot ChatGPT. A iniciativa levou a rival Anthropic a explorar o tema em uma série de vídeos bem-humorados, nos quais promete que jamais adotará medida semelhante com o Claude.

    Em um dos vídeos, aparece um homem fazendo exercício físico e perguntando ao personal trainer se é possível conquistar um abdômen definido rapidamente. O treinador, falando como se fosse o ChatGPT, pergunta se pode personalizar o treino e, em seguida, sugere um produto no meio da conversa, em uma inserção claramente publicitária.

    A cena remete a enredos típicos de séries de ficção científica como “Black Mirror”, ao ilustrar como a introdução de anúncios em conversas com chatbots pode se tornar sutil e invasiva. A proposta da Anthropic é justamente mostrar esse risco de forma satírica.

    Os vídeos repercutiram amplamente nas redes sociais e chegaram ao cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, que comentou o caso na plataforma X. Embora tenha reconhecido o tom humorístico das produções, Altman criticou duramente a iniciativa da concorrente.

    “Fico me perguntando por que a Anthropic faria algo tão claramente desonesto”, escreveu. Segundo ele, o principal princípio da OpenAI em relação à publicidade é justamente não adotar esse tipo de prática. “Nosso princípio mais importante sobre anúncios diz que não faremos exatamente isso. Obviamente, nunca exibimos anúncios da forma como a Anthropic retrata. Não somos estúpidos e sabemos que nossos usuários rejeitam esse tipo de abordagem”, afirmou.

    .First, the good part of the Anthropic ads: they are funny, and I laughed.
    But I wonder why Anthropic would go for something so clearly dishonest. Our most important principle for ads says that we won’t do exactly this; we would obviously never run ads in the way Anthropic…

    No caso da Anthropic, a empresa de inteligência artificial publicou um texto em seu blog afirmando que o chatbot Claude continuará sem qualquer tipo de publicidade.

    “A publicidade estimula a concorrência, ajuda as pessoas a descobrir novos produtos e permite que serviços como e-mail e redes sociais sejam oferecidos gratuitamente”, diz a empresa. “Já realizamos nossas próprias campanhas de anúncios e nossos modelos de inteligência artificial ajudaram muitos clientes do setor publicitário. Mas incluir anúncios nas conversas com o Claude seria incompatível com o que queremos que ele seja: um assistente genuinamente útil para o trabalho e o pensamento profundo.”

    A Anthropic reforçou que não pretende misturar publicidade às interações do bot. “Nossos usuários não verão links ‘patrocinados’ junto às conversas com o Claude. As respostas também não serão influenciadas por anunciantes nem incluirão publicidade de terceiros que os usuários não tenham solicitado”, afirmou.

    Sobre o modelo de monetização, a empresa explicou que suas receitas vêm de contratos corporativos e assinaturas pagas, que são reinvestidas no aprimoramento do Claude. “Ampliar o acesso ao Claude é fundamental para nossa missão de benefício público, e queremos fazer isso sem vender a atenção ou os dados dos nossos usuários a anunciantes”, declarou.

    Além das assinaturas, a Anthropic informou que oferece ferramentas e programas de capacitação em inteligência artificial voltados à educação, mantém iniciativas de IA para governos e disponibiliza o Claude a organizações não governamentais com descontos.

    Rival da OpenAI lança 'farpa' com vídeo hilariante sobre o ChatGPT; veja

  • Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

    Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

    Especialista afirma que o hábito não causa danos imediatos, mas a combinação de carga constante em 100% e calor acelera o desgaste ao longo do tempo. Boa ventilação e proteção contra picos de energia ajudam a preservar o equipamento.

    Manter o notebook constantemente conectado à tomada é um hábito comum, sobretudo entre quem trabalha por longos períodos no computador. Apesar de recorrente, a prática costuma levantar dúvidas sobre possíveis danos ao equipamento e impactos na vida útil da bateria.

    Em entrevista ao site TechTudo, a engenheira de software Pamella Gaiguer explicou que o efeito desse uso contínuo depende de diversos fatores e não representa, por si só, um risco imediato ao computador. Ainda assim, ela alerta que manter a bateria constantemente em 100% enquanto o aparelho segue ligado à energia pode acelerar o desgaste dos componentes ao longo do tempo.

    Segundo a especialista, a combinação entre carga máxima permanente e calor gerado pelo processo contínuo de alimentação elétrica é especialmente prejudicial. “O calor e a carga constante em 100% são os maiores inimigos da bateria; essa combinação reduz sua vida útil no longo prazo”, afirmou. Esse desgaste, no entanto, não ocorre de forma imediata, mas tende a se intensificar com os anos de uso.

    Para minimizar os efeitos negativos, Gaiguer recomenda cuidados simples no dia a dia. O principal deles é garantir boa ventilação do equipamento, mantendo o notebook em locais arejados, com as saídas de ar desobstruídas, e evitando superfícies que impeçam a dissipação do calor, como camas, sofás ou almofadas.

    Outro ponto de atenção envolve a estabilidade da rede elétrica. Em regiões onde quedas de energia são frequentes, manter o computador sempre conectado à tomada pode expor o aparelho a picos de tensão. Nesses casos, a engenheira indica o uso de dispositivos de proteção, como filtros de linha ou estabilizadores adequados, para reduzir riscos ao equipamento.

    Avaliações de confiabilidade feitas pelo Consumer Reports mostram que, além dos cuidados no uso diário, a escolha de marcas reconhecidas pela durabilidade também contribui para prolongar a vida útil dos notebooks.

    Notebook sempre ligado à tomada? Veja os riscos e como evitá-los

  • Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

    Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

    Site já pode ser acessado no Brasil na tarde desta terça-feira (2). A reportagem procurou o Supremo Tribunal Federal e a Anatel para esclarecimentos, mas não houve retorno.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um ano após ser bloqueada por ordem do ministro Alexandre de Moraes, a rede social Rumble voltou a funcionar no Brasil. Relatos de usuários indicam que o site foi liberado, mas autoridades brasileiras não esclareceram o motivo.

    Site já pode ser acessado no Brasil na tarde desta terça-feira (2). A reportagem procurou o Supremo Tribunal Federal e a Anatel para esclarecimentos, mas não houve retorno.

    Rumble não foi notificada de nenhuma alteração no curso do processo. A reportagem apurou que integrantes da equipe de defesa da rede social foram informadas nesta quinta-feira (05) de que usuários brasileiros estavam conseguindo acessar o site normalmente.

    Plataforma estava suspensa no Brasil desde fevereiro de 2025. O embate da plataforma com o Supremo começou quando a empresa se recusou a cumprir determinações para retirar do ar perfis acusados por ele de se envolver em ataques à democracia. Entre os alvos das decisões, estavam o blogueiro Allan dos Santos. Em fevereiro, Moraes determinou o bloqueio da rede social no Brasil devido à recusa da companhia a indicar representante legal no país.

    Um ano após bloqueio, rede social Rumble volta a funcionar no Brasil

  • Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

    Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

    O Prototaxites viveu de 420 a 375 milhões de anos atrás. Eles se assemelhavam a troncos cilíndricos sem galhos e chegavam a medir oito metros de altura por um metro de largura.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um organismo antigo, misterioso e gigantesco chamado Prototaxites, inicialmente considerado um tipo de fungo, pode na verdade ser uma nova forma de vida até então desconhecida e hoje extinta. É o que mostra a mais recente pesquisa publicada na revista científica Science Advances.

    O Prototaxites viveu de 420 a 375 milhões de anos atrás. Eles se assemelhavam a troncos cilíndricos sem galhos e chegavam a medir oito metros de altura por um metro de largura.
    Esses organismos sempre foram um mistério para a ciência. Desde a descoberta do primeiro fóssil de Prototaxites em 1843, os cientistas não tinham certeza se eram plantas, fungos ou até mesmo um tipo de alga. No entanto, análises químicas de fósseis de Prototaxites em 2007 sugeriram que provavelmente eram um fungo gigante antigo.

    O novo estudo, porém, volta a mudar a definição do Prototaxites. Segundo ele, esse organismo pode não ter sido um fungo gigantesco, e sim uma forma de vida completamente diferente, desconhecida até então e agora extinta.

    “Eles são vida, mas não como a conhecemos agora, exibindo características anatômicas e químicas distintas da vida fúngica ou vegetal, e, portanto, pertencendo a um ramo evolutivo de vida completamente extinto”, disse Sandy Hetherington, coautora principal do estudo e pesquisadora associada no Museu Nacional da Escócia.

    Um fóssil de Prototaxites será exibido no Museu Nacional da Escócia. O achado de 410 milhões de anos foi descoberto no Rhynie chert, um depósito sedimentar perto de Rhynie, em Aberdeenshire, na Escócia, e foi adicionado às coleções do museu escocês, em Edimburgo.

    NEM FUNDO, NEM ANIMAL, NEM PLANTA

    Toda vida na Terra é classificada em três domínios evolutivos: bactérias, arqueias e eucariotos. Os eucariotos incluem todos os organismos formados por células complexas nos quatro reinos: fungos, animais, plantas e protistas.

    Análises anteriores indicavam que os Prototaxites, provavelmente, se alimentavam de organismos em decomposição, assim como muitos fungos. No entanto, de acordo com esta nova pesquisa, ele pode ter feito parte de um reino de vida totalmente diferente, separado de fungos, plantas, animais e protistas.

    “Relatamos que fósseis de Prototaxites taiti do Rhynie chert de 407 milhões de anos eram quimicamente distintos de fungos contemporâneos e estruturalmente distintos de todos os fungos conhecidos. Essa descoberta lança dúvidas sobre a afinidade fúngica do Prototaxites, sugerindo em vez disso que esse organismo enigmático é melhor atribuído a uma linhagem eucariótica completamente extinta”, dissram pesquisadores do estudo.

    A descoberta contou, inclusive, com o aval dos pesquisadores do estudo de 2007. Kevin Boyce, professor da Universidade de Stanford, liderou o estudo que propôs que o Prototaxites era um fungo gigante. No entanto, ele disse ao New Scientist que concorda com os novos achados.

    “Dada a informação filogenética [estudo das relações evolutivas] que temos agora, não há um bom lugar para colocar o Prototaxites na filogenia fúngica. Então talvez seja um fungo, mas seja fungo ou algo completamente diferente, ele representa um experimento novo com multicelularidade complexa que agora está extinto e não compartilha um ancestral multicelular comum com nada vivo hoje”, disse Kevin Boyce, professor da Universidade de Stanford.

    Cientistas descobrem ser vivo que não se encaixa em categorias conhecidas

  • NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo

    NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo

    A NASA recorreu ao Claude, o modelo de Inteligência Artificial da Anthropic, para planejar uma rota para o rover Perseverance em Marte. Apesar de operadores humanos terem feito algumas alterações, a experiência foi considerada um sucesso pelo administrador da NASA, Jared Isaacman.

    A NASA usou, pela primeira vez, Inteligência Artificial para planejar uma rota para o rover Perseverance em Marte. As duas demonstrações, realizadas pelo Jet Propulsion Laboratory (JPL), da agência espacial norte-americana, foram concluídas sem nenhum problema.

    Segundo a NASA, os testes utilizaram o modelo de Inteligência Artificial Claude, da Anthropic. Depois que as rotas foram traçadas, elas passaram por verificação de pesquisadores do JPL, para garantir que a integridade física do Perseverance não seria colocada em risco durante a experiência.

    As duas demonstrações aconteceram nos dias 8 e 10 de dezembro. Ao todo, o Perseverance percorreu 457 metros. Como não houve qualquer incidente, o experimento foi considerado um sucesso.

    A NASA aplicou com o Claude o mesmo procedimento que normalmente adota com operadores humanos. O modelo de IA teve acesso a imagens e dados captados pelo satélite Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) e recebeu a tarefa de definir o trajeto, sempre priorizando a segurança do rover.

    A NASA chegou a fazer alguns ajustes no percurso. Mesmo assim, depois que as rotas foram enviadas ao Perseverance, o rover completou o caminho de forma autônoma.

    “Esta demonstração mostra o quanto as nossas capacidades avançaram e amplia a forma as formas como vamos explorar outros mundos”, declarou em comunicado o administrador da NASA, Jared Isaacman. “As tecnológicas autónomas como esta podem ajudar as missões a operarem de forma mais eficiente, adaptarem-se a terrenos desafiantes e aumentar o retorno científico à medida que a distância da Terra aumenta. É um exemplo forte de equipas a aplicarem nova tecnologia de forma cuidadosa e com responsabilidade em operações reais”.

    Para quem quiser ver como o trajeto foi realizado, o Jet Propulsion Lab publicou em seu canal no YouTube um vídeo do percurso feito em 10 de dezembro.

    O vídeo pode ser encontrado acima.

     

    NASA usou IA para conduzir rover em Marte; veja o vídeo

  • A plataforma "Roblox" foi banida em mais um país

    A plataforma "Roblox" foi banida em mais um país

    Duas entidades reguladoras do Egito tomaram a decisão de banir a plataforma de jogos “Roblox”, dando voz a quem se mostrava preocupado com os efeitos que pode ter nos utilizadores mais jovens.

    O Egito decidiu proibir a plataforma de jogos Roblox, alegando preocupações e possíveis riscos para os usuários mais jovens. A decisão partiu de dois órgãos reguladores do país: o Conselho Supremo de Regulação da Mídia e a Autoridade Nacional Reguladora de Telecomunicações.

    Segundo a Bloomberg, a medida foi motivada por uma proposta de um senador egípcio com o objetivo de “proteger a moral e os valores das crianças”. Ele também demonstrou preocupação com a possibilidade de os mais jovens conseguirem se comunicar diretamente com desconhecidos por meio da plataforma.

    Além disso, o senador afirmou estar apreensivo com “possíveis efeitos psicológicos e comportamentais nos usuários jovens”.

    Vale lembrar que o Egito não é o primeiro país a tomar a decisão de banir o Roblox. O site Engadget destaca que a mesma medida já foi adotada no Iraque, Argélia, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Turquia e também na Rússia, que ainda acusou o Roblox de “promover homossexualidade” e “propaganda LGBT”.

    Em resposta à decisão dos órgãos reguladores egípcios, a empresa norte-americana afirmou que desenvolveu “proteções rigorosas que vão além das oferecidas por muitas outras plataformas”.

    A empresa também informou que entrou em contato com as autoridades do Egito para “oferecer diálogo, tentar resolver a questão e restaurar rapidamente o acesso”.

    “Trabalhamos de perto com outros órgãos reguladores para desenvolver capacidades locais alinhadas com seus valores culturais e baseadas no compromisso compartilhado com a segurança, e agradecemos a oportunidade de colaborar de forma semelhante com as autoridades no Egito”, diz o comunicado divulgado pela Roblox Corporation.

    A plataforma "Roblox" foi banida em mais um país

  • Sony se prepara para voltar ao mercado de celulares

    Sony se prepara para voltar ao mercado de celulares

    Surgiram numa base de dados referências a novos modelos de celulares Xperia da Sony. Acredita-se que estes modelos podem vir a ser lançados na Europa, no Japão e também no resto da Ásia.

    A Sony pode estar se preparando para retornar ao mercado de smartphones com dois novos modelos, que surgiram listados na base de dados GSMA IMEI, segundo o site Digital Trends.

    Os dois aparelhos seriam, supostamente, um novo modelo topo de linha, o Xperia 1 VIII, e um intermediário, o Xperia 10 VIII. Além disso, as referências associadas aos dois dispositivos indicam que ambos poderão ser lançados na Europa, no Japão e em outras regiões da Ásia.

    A ausência de menções ao mercado norte-americano sugere que esses novos smartphones Xperia da Sony talvez não sejam lançados nos Estados Unidos. Vale lembrar que a empresa não lança um celular no país desde 2023.

    Em relação às especificações, acredita-se que o Xperia 1 VIII venha equipado com o processador de alto desempenho Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto o mais modesto Xperia 10 VIII deve contar com um chip da linha Snapdragon 6.

    Considerando o histórico da Sony, é provável que ambos os aparelhos tragam diversos recursos voltados para fotografia e gravação de vídeo, áreas tradicionalmente fortes da marca.

    Ainda não há informações oficiais sobre a data de lançamento, mas, como os modelos já aparecem nessas bases de dados, é possível que novidades sejam anunciadas entre a primavera e o início do verão.

    Sony se prepara para voltar ao mercado de celulares

  • Será que os extraterrestres estão se escondendo de nós?

    Será que os extraterrestres estão se escondendo de nós?

    Por que é tão difícil encontrar vida extraterrestre?

    O universo tem 14 bilhões de anos. O que começou como uma explosão colossal há eras se transformou em um vazio imenso repleto de estrelas, planetas, buracos negros e a matéria escura que os une. Mas se o cosmos é tão vasto e antigo, onde estão os alienígenas?

    Muitos cientistas e especialistas propuseram teorias para explicar essa situação, mas uma das mais persistentes é o Paradoxo de Fermi. O que é isso? E como explica a ausência de vida extraterrestre? Clique para descobrir.

    Será que os extraterrestres estão se escondendo de nós?

  • Bill Gates nega email sobre sexo com russas e diz se arrepender de cada minuto com Epstein

    Bill Gates nega email sobre sexo com russas e diz se arrepender de cada minuto com Epstein

    “Aparentemente, Jeffrey escreveu um email para si mesmo. Esse email nunca foi enviado. O email é falso”, disse ele. “Não sei qual era o pensamento dele nisso. Ele estava tentando me atacar de alguma forma?”‘

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O fundador da Microsoft, Bill Gates, afirmou nesta quarta-feira (4) que emails atribuídos a Jeffrey Epstein que citam seu nome são falsos. Em entrevista à emissora australiana 9 News, Gates disse se arrepender de “cada minuto” que passou com o financista.

    “Aparentemente, Jeffrey escreveu um email para si mesmo. Esse email nunca foi enviado. O email é falso”, disse ele. “Não sei qual era o pensamento dele nisso. Ele estava tentando me atacar de alguma forma?”‘

    O terceiro conjunto de arquivos do caso Epstein foi divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA na sexta-feira (30).

    Entre os cerca de 3 milhões de páginas de documentos (entre emails, mensagens de texto, notícias e relatórios de investigação), 180 mil imagens e 2.000 vídeos, estavam mensagens sobre a relação do financista com Bill Gates.

    E-mails de uma conta que parecia pertencer a Epstein afirmam que o cofundador da Microsoft tentou esconder uma IST (infecção sexualmente transmissível) de sua então esposa, Melinda French Gates, depois de ter relações sexuais com “garotas russas”.

    Uma mensagem posterior, também atribuída ao financista, critica Gates. “Para adicionar insulto à injúria, você então subsequentemente, com lágrimas nos olhos, implora para que eu delete os emails sobre sua IST, seu pedido para que eu lhe forneça antibióticos que você possa dar secretamente a Melinda e a descrição do seu pênis”, diz.

    “Cada minuto que passei com ele, eu me arrependo e peço desculpas por ter feito isso”, afirmou Gates. Ele afirmou ter conhecido Epstein em 2011 e ido a jantares com ele, mas nega ter participado de festas ou ido à ilha do financista -onde, segundo relatos, grande parte dos relatos de abusos sexuais aconteceu.

    Melinda French Gates afirmou nesta terça-feira (3) que sentiu uma “tristeza inacreditável” ao saber de conexões do ex-marido com o condenado por crimes sexuais.

    “Para mim, é pessoalmente muito difícil quando esses detalhes surgem, porque eles me lembram de fases muito, muito dolorosas do meu casamento”, afirmou French Gates ao podcast Wild Cards, da NPR, a emissora de rádio pública dos Estados Unidos.

    A íntegra da entrevista será divulgada nesta quinta-feira (5).

    O lote de documentos divulgado pelo governo americano mostra mensagens de figuras notórias da política e da sociedade dos EUA, incluindo o presidente Donald Trump.

    Os arquivos mostram que Trump foi acusado de abusar sexualmente de uma adolescente de 13 ou 14 anos. A menina, segundo a denúncia apresentada por uma pessoa que se identificou como sua amiga, teria sido forçada a praticar sexo oral no republicano em Nova Jersey, ocasião na qual teria mordido o pênis do hoje presidente.

    Elon Musk, Bill Gates e Howard Lutnick, secretário de Comércio dos EUA, são alguns dos nomes que aparecem relacionados a Epstein nos documentos do lote mais recente.

    Musk e Epstein teriam trocado mensagens combinando um encontro na Flórida ou no Caribe entre 2012 e 2014. Lutnick planejava uma visita à ilha do financista em 2012, embora tenha afirmado que cortou laços com Epstein em 2005.

    Bill Gates nega email sobre sexo com russas e diz se arrepender de cada minuto com Epstein

  • Os 4 truques que o vão ajudar a educar o algoritmo da Netflix

    Os 4 truques que o vão ajudar a educar o algoritmo da Netflix

    Assim como qualquer algoritmo, o sistema de recomendações da Netflix pode ser ‘ensinado’ mas, para tal, deverá colocar em prática alguns truques para o moldar ao seu gosto e preferências.

    Se você é um usuário antigo da Netflix, provavelmente já percebeu que o algoritmo de recomendações do serviço de streaming está longe de ser perfeito. No entanto, apesar de todo o trabalho que a Netflix ainda precisa fazer para aprimorar esse sistema, é bastante provável que você também não esteja usando o algoritmo da melhor forma.

    A verdade é que, como acontece com qualquer algoritmo, o sistema de recomendações da Netflix sugere séries e filmes semelhantes àqueles que você já assistiu. Se você costuma ver muitas animações japonesas, por exemplo, é bem provável que a plataforma passe a recomendar produções do mesmo tipo. Por outro lado, se você é fã de reality shows, certamente verá uma enxurrada desse tipo de conteúdo.

    Como, então, assumir o controle do seu algoritmo? Essa é uma dúvida comum entre os usuários da Netflix, e reunimos abaixo quatro dicas para ajudar você a ajustar melhor as recomendações.

    Diga o que você gosta

    O sistema de recomendações da Netflix não leva em conta apenas o que você assiste, mas também como você avalia os conteúdos. Nas páginas de séries e filmes, você já deve ter notado o botão de avaliação (representado por uma mão com o polegar para cima), que permite indicar se o conteúdo não é para você, se gostou ou se adorou.

    Ao usar essas três opções, você envia uma mensagem direta à Netflix sobre suas preferências e até sobre os gêneros que pode querer assistir com mais frequência no futuro.

    Use perfis diferentes

    Se você tem gostos mais variados, é provável que assista a muitos gêneros diferentes e fique insatisfeito com o algoritmo da Netflix, que às vezes acaba priorizando demais um tipo de conteúdo e deixando outros de lado.

    Nesse caso, a dica é criar perfis diferentes na mesma conta da Netflix, permitindo separar melhor seus interesses. Um perfil pode ser dedicado a filmes e séries de ação, outro apenas a animações, por exemplo. A ideia é criar perfis focados em gêneros específicos para que o sistema de recomendações seja mais preciso.

    Não deixe outras pessoas usarem seu perfil

    Se você está tentando melhorar as recomendações da Netflix, é importante não permitir que outras pessoas usem o seu perfil para assistir a conteúdos que não fazem parte dos seus gostos.

    O ideal é que cada pessoa tenha seu próprio perfil, evitando que o algoritmo do seu seja “contaminado” e passe a sugerir títulos que não têm nada a ver com você.

    Não tenha medo de apagar o perfil e começar do zero

    Se você é um usuário antigo da Netflix e quer reorganizar o sistema de recomendações, sempre existe a opção de apagar o perfil e criar um novo. Assim, você pode “educar” o algoritmo desde o início, moldando-o aos poucos para descobrir novas séries e filmes mais alinhados aos seus interesses.

    Os 4 truques que o vão ajudar a educar o algoritmo da Netflix