Categoria: TECNOLOGIA

  • Meta mira valor de mercado US$ 9 trilhões com plano de remuneração executiva ligado à IA

    Meta mira valor de mercado US$ 9 trilhões com plano de remuneração executiva ligado à IA

    Empresa aposta em metas agressivas para reter executivos e liderar corrida por inteligência artificial. Plano prevê valorização superior a 500% das ações em cinco anos, condicionando ganhos bilionários ao crescimento acelerado e ao aumento expressivo do valor de mercado

    A Meta Platforms revelou incentivos ambiciosos de remuneração para executivos, mirando uma capitalização de mercado de US$ 9 trilhões até 2031, à medida que busca sair na frente na corrida cada vez mais acirrada por talentos em inteligência artificial.

    Pelo programa de opções de ações, que inclui seis líderes – mas não o CEO Mark Zuckerberg -, o valor total das opções só seria realizado se as ações da Meta saltarem mais de 500%, para US$ 3.727, segundo documentos apresentados na noite de terça-feira (24).

    A atual capitalização de mercado da controladora do Facebook é de US$ 1,5 trilhão, com base no preço de fechamento de ontem, de US$ 592,92.

    “Esta é uma grande aposta. Esses pacotes de remuneração só serão concretizados se a Meta alcançar um enorme sucesso no futuro, beneficiando todos os nossos acionistas”, disse um porta-voz da empresa, em comunicado citado pelo The Wall Street Journal.

    A Tesla fez algo semelhante ao propor um pacote de remuneração de até US$ 1 trilhão para o CEO Elon Musk – caso uma série de metas ambiciosas seja atingida ao longo da próxima década, incluindo elevar o valor de mercado da fabricante de veículos elétricos para US$ 8,5 trilhões. Os acionistas aprovaram o plano de compensação em novembro do ano passado.

    Mas o horizonte de tempo das metas para os executivos da Meta é metade disso – apenas cinco anos – e exige um salto ainda maior de capitalização de mercado.

    O programa de incentivos inclui a diretora financeira (CFO) Susan Li, o diretor de tecnologia (CTO) Andrew Bosworth, o diretor de operações (COO) Javier Olivan, o diretor de produto (CPO) Chris Cox, o diretor jurídico (CLO) C.J. Mahoney e a vice-presidente do conselho, Dina Powell McCormick, segundo documentos enviados à Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA).

    Mahoney só entrou na Meta em janeiro, vindo da rival Microsoft, enquanto Powell McCormick, ex-assessora de Donald Trump, também passou a integrar a equipe de gestão no início do ano. 

    Meta mira valor de mercado US$ 9 trilhões com plano de remuneração executiva ligado à IA

  • Tem iPhone? Há uma nova atualização disponível para o iOS 26

    Tem iPhone? Há uma nova atualização disponível para o iOS 26

    Atualização da Apple traz novos emojis, integração com AirPods Max 2, melhorias de personalização e uma função de tradução automática no app Mensagens, que promete facilitar conversas em diferentes idiomas

    A Apple liberou o iOS 26.4, nova atualização do sistema operacional do iPhone, que já está disponível para os usuários.

    Entre as novidades, a versão passa a oferecer compatibilidade com os novos fones AirPods Max 2 e traz oito novos emojis, incluindo uma orca, um trombone, um deslizamento de terra, bailarinos e uma expressão facial distorcida.

    Um dos principais destaques é a tradução em tempo real no aplicativo Mensagens. A função utiliza inteligência artificial para traduzir automaticamente mensagens recebidas, inclusive em grupos, e também permite enviar respostas que já chegam traduzidas para o destinatário.

    O update também amplia as opções de personalização do design Liquid Glass. Agora, é possível reduzir o brilho intenso em elementos da interface, como botões, além de diminuir as animações para quem prefere uma experiência mais estável na tela.

    Outra novidade está no Apple Music, que ganhou uma aba chamada “Concertos”. A ferramenta ajuda o usuário a encontrar shows próximos com base nos artistas que já fazem parte da sua biblioteca.

    A atualização deve aparecer automaticamente como notificação no aparelho. Caso isso não aconteça, é possível instalar manualmente acessando Ajustes, depois Geral e, em seguida, Atualização de Software.
     
     

    Tem iPhone? Há uma nova atualização disponível para o iOS 26

  • IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

    Sam Altman afirma que tecnologia deve se tornar um serviço básico do dia a dia, com cobrança conforme o consumo. Ele também rebate críticas sobre gasto de energia e compara uso da IA ao custo de formar um ser humano

    O cofundador e CEO da OpenAI, Sam Altman, participou recentemente da conferência BlackRock Infrastructure Summit, em Washington, D.C., nos Estados Unidos, onde apresentou sua visão sobre o futuro da inteligência artificial.

    Segundo Altman, a tendência é que a tecnologia passe a ser tratada como um serviço essencial, semelhante à eletricidade ou à água, com cobrança baseada no consumo. “Vemos um futuro em que a Inteligência Artificial é um serviço como eletricidade ou água, e as pessoas compram de nós por meio de um medidor e utilizam como quiserem”, afirmou, de acordo com o Business Insider.

    Ele explicou que esse modelo de cobrança será baseado em “tokens”, unidades que medem a quantidade de dados processados sempre que um usuário interage com ferramentas como o ChatGPT.

    Altman também comentou sobre o debate em torno do consumo de energia pela inteligência artificial, durante participação em um evento realizado em Nova Délhi, na Índia. Para ele, é legítima a preocupação com o gasto energético, mas o tema precisa ser analisado de forma mais ampla. “É justo estar preocupado com o consumo de energia dos modelos de Inteligência Artificial”, disse, defendendo que o mundo acelere a transição para fontes como energia nuclear, eólica e solar.

    No entanto, o executivo criticou o que considera uma visão desequilibrada sobre o tema. “Também é necessária muita energia para treinar um humano”, afirmou. “Leva cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome nesse período antes de se tornar inteligente. E não só isso, foi necessária a evolução de cerca de 100 bilhões de pessoas que já viveram, que aprenderam a não serem devoradas por predadores e a entender ciência e muitas outras coisas, para que você se tornasse quem é hoje”, completou.
     
     

    IA será cobrada como luz e água, com pagamento por uso, diz CEO da OpenAI

  • Nasa gastará US$ 20 bilhões em base na Lua e cancela estação orbital

    Nasa gastará US$ 20 bilhões em base na Lua e cancela estação orbital

    A estação Lunar Gateway foi projetada para ser uma estação espacial estacionada em uma órbita lunar; base da Nasa está sendo planejada para ser construída nos próximos 7 anos

    A Nasa está cancelando os planos de implantar uma estação espacial na órbita lunar e, em vez disso, usará seus componentes para construir uma base de US$ 20 bilhões na superfície da Lua nos próximos sete anos, disse o novo chefe da agência espacial dos Estados Unidos, Jared Isaacman, nesta terça-feira (24).

    Isaacman, que tomou posse na agência em dezembro, fez o anúncio na abertura de um evento de um dia inteiro na sede da Nasa em Washington, no qual delineou uma série de mudanças que está fazendo no principal programa lunar da agência, o Artemis.

    “Não deve ser surpresa para ninguém o fato de estarmos interrompendo o Gateway em sua forma atual e nos concentrando na infraestrutura que suporta operações sustentadas na superfície lunar”, disse Isaacman aos delegados no evento.

    A estação Lunar Gateway, em grande parte já construída com as empreiteiras Northrop Grumman e Vantor, antiga Maxar, foi projetada para ser uma estação espacial estacionada em uma órbita lunar. Reaproveitar a nave para uma base na superfície lunar não é simples.

    “Apesar de alguns dos desafios reais de hardware e cronograma, podemos reutilizar equipamentos e compromissos de parceiros internacionais para apoiar a superfície e outros objetivos do programa”, disse Isaacman.

    A Lunar Gateway foi projetada para servir tanto como plataforma de pesquisa quanto como estação de transferência que os astronautas usariam para embarcar nos veículos de pouso lunar antes de descer à superfície lunar.

    As mudanças impostas por Isaacman ao principal programa lunar dos EUA nas últimas semanas estão reformulando contratos no valor de bilhões de dólares no âmbito da iniciativa Artemis.

    Isso está fazendo com que as empresas se esforcem para acomodar a urgência extra à medida que a China avança em direção ao seu próprio pouso na Lua em 2030.

     

    Nasa gastará US$ 20 bilhões em base na Lua e cancela estação orbital

  • Um dos grandes eventos anuais da Apple já tem data marcada

    Um dos grandes eventos anuais da Apple já tem data marcada

    O evento anual para desenvolvedores da Apple ocorrerá no Apple Park, na Califórnia, e trará novidades em inteligência artificial e nas próximas versões dos sistemas operacionais. A conferência de abertura será transmitida ao vivo para quem não puder acompanhar presencialmente

    A Apple confirmou que a edição de 2026 da Worldwide Developers Conference (WWDC) será realizada entre 8 e 12 de junho, no Apple Park, na Califórnia. O encontro anual reúne desenvolvedores do mundo todo e serve como palco para a apresentação das principais novidades de software da empresa.

    Mesmo quem não estiver presente poderá acompanhar a conferência de abertura, que será transmitida ao vivo. A Apple promete revelar avanços em inteligência artificial e detalhar as próximas grandes atualizações de seus sistemas operacionais.

    Entre os anúncios esperados estão o iOS 27, o iPadOS 27, o macOS 27 e novas versões do watchOS e do tvOS. Como de costume, essas atualizações devem ser lançadas oficialmente apenas no outono do hemisfério norte, mas o WWDC antecipa os principais recursos para usuários e desenvolvedores.

    A expectativa é que o evento também marque a apresentação da nova geração da assistente Siri, que passará a utilizar o Gemini, modelo de IA do Google, para oferecer respostas mais avançadas e capacidades semelhantes às de ferramentas como ChatGPT e Claude.

    A conferência terá transmissão pelo site oficial da Apple e pelo canal da empresa no YouTube voltado para desenvolvedores.

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    JORNAL DA TARDE© Apple  

    Um dos grandes eventos anuais da Apple já tem data marcada

  • EUA proíbem venda de roteadores Wi‑Fi fabricados fora do país

    EUA proíbem venda de roteadores Wi‑Fi fabricados fora do país

    A Comissão Federal de Comunicações decidiu barrar novos roteadores produzidos no exterior, medida que não afeta modelos já vendidos. Fabricantes como TP‑Link e Asus podem pedir exceções, enquanto o órgão alega riscos à segurança nacional

    A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC) aprovou uma medida que impede a comercialização de novos roteadores Wi‑Fi fabricados fora do país. A decisão, porém, não atinge os equipamentos que já estão no mercado norte‑americano.

    Segundo o site The Verge, a proibição engloba todos os “roteadores de consumo produzidos em países estrangeiros”. As empresas afetadas poderão solicitar uma autorização especial para continuar vendendo seus produtos no país.

    A determinação tem impacto direto sobre o setor, já que praticamente todos os roteadores vendidos nos EUA são fabricados no exterior. Marcas populares, como TP‑Link e Asus, estão entre as mais atingidas pela nova regra.

    De acordo com as diretrizes divulgadas pela FCC, um roteador será barrado se qualquer etapa relevante de sua produção, incluindo design, desenvolvimento, montagem ou fabricação, ocorrer fora do território norte‑americano.

    O presidente da FCC, Brendan Carr, afirmou em comunicado que a decisão é positiva, argumentando que dispositivos produzidos no exterior representam “um risco inaceitável para a segurança nacional” dos Estados Unidos.

     

    EUA proíbem venda de roteadores Wi‑Fi fabricados fora do país

  • Apple prepara novo iPad básico com foco em inteligência artificial

    Apple prepara novo iPad básico com foco em inteligência artificial

    Modelo deve chegar no primeiro semestre de 2026 com chip A18, o mesmo da linha iPhone 16. Dispositivo deve ganhar suporte a recursos de IA, sem grandes mudanças no design, segundo informações da Bloomberg

    A Apple vem mantendo um ritmo acelerado de lançamentos e, recentemente, apresentou novidades como o iPhone 17e, o novo iPad Air e o MacBook Neo, considerado o notebook mais acessível da marca.

    Mesmo assim, a empresa ainda deve anunciar mais um produto em breve. Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple prepara uma nova versão do iPad de entrada para as próximas semanas.

    De acordo com Gurman, esse modelo já está nos planos desde o ano passado e deve chegar ao mercado ainda no primeiro semestre de 2026. O lançamento pode ocorrer no mesmo período da atualização iOS 26.4, prevista para o fim de abril ou início de maio.

    Em relação às mudanças, a expectativa é de poucas alterações no visual. A principal novidade deve estar no desempenho, com a substituição do chip A16 pelo A18, o mesmo utilizado na linha iPhone 16.

    Com isso, o novo iPad básico passaria a ser compatível com os recursos de inteligência artificial da Apple Intelligence, ampliando as funcionalidades do dispositivo.

    Ainda não há confirmação oficial da Apple sobre o lançamento, mas a expectativa é que mais detalhes sejam divulgados em breve.
     

     

    Apple prepara novo iPad básico com foco em inteligência artificial

  • Dono do OnlyFans morre aos 43 anos após lutar contra um câncer

    Dono do OnlyFans morre aos 43 anos após lutar contra um câncer

    Leonid Radvinsky controlava a plataforma desde 2018 e foi responsável pela expansão global do serviço. Empresa confirmou morte e destacou atuação do empresário, que mantinha perfil discreto no setor de tecnologia

    Leonid Radvinsky, proprietário majoritário da plataforma OnlyFans, morreu aos 43 anos após enfrentar um câncer. A informação foi confirmada por um porta-voz da empresa em comunicado enviado à Reuters.

    “Estamos profundamente entristecidos por anunciar a morte de Leonid Radvinsky. Leo morreu de forma pacífica após uma longa batalha contra o câncer”, informou a companhia. A família pediu privacidade neste momento.

    Nascido em Odessa, na Ucrânia, em 1982, Radvinsky construiu sua carreira no setor de tecnologia e internet antes de assumir o controle da Fenix International, empresa responsável pelo OnlyFans, em 2018. A plataforma, criada em 2016 no Reino Unido, ganhou projeção global especialmente durante a pandemia, ao permitir que criadores monetizassem conteúdo diretamente com assinantes.

    Sob sua liderança, o OnlyFans se tornou um dos principais modelos de negócios baseados em assinatura digital, reunindo milhões de usuários e criadores em todo o mundo. Embora seja amplamente associado a conteúdo adulto, o serviço também abriga produções de diferentes áreas, como fitness, música e entretenimento.

    Conhecido por manter um perfil discreto, Radvinsky evitava exposições públicas e raramente concedia entrevistas. Ainda assim, teve papel central na expansão da plataforma e em sua estrutura tecnológica, apostando em modelos mais diretos de monetização e no fortalecimento da economia de criadores.

    Além da atuação empresarial, ele também investiu em iniciativas ligadas ao desenvolvimento de tecnologia e plataformas digitais, com foco em inovação e descentralização.

    A empresa não divulgou detalhes sobre o futuro da gestão após a morte do executivo.

     

    Dono do OnlyFans morre aos 43 anos após lutar contra um câncer

  • OpenAI planeja dobrar equipe e acelerar corrida por liderança em IA

    OpenAI planeja dobrar equipe e acelerar corrida por liderança em IA

    Empresa quer ultrapassar 8 mil funcionários até 2026, com contratações em tecnologia e negócios. Expansão ocorre em meio a críticas à IA e disputa crescente com rivais globais no setor

    A OpenAI planeja ampliar significativamente sua equipe e deve intensificar as contratações ao longo dos próximos meses. A empresa pretende reforçar áreas estratégicas como desenvolvimento de produto, engenharia, pesquisa e também vendas, em um movimento para ganhar competitividade no setor de inteligência artificial.

    Segundo o Financial Times, a companhia pode praticamente dobrar o número de funcionários até o fim de 2026. Atualmente com cerca de 4.500 colaboradores, a expectativa é ultrapassar a marca de 8 mil empregados.

    Além das funções técnicas, a OpenAI também pretende contratar os chamados “embaixadores técnicos”, profissionais responsáveis por ajudar outras empresas a implementar e utilizar suas ferramentas de inteligência artificial.

    O plano de expansão ocorre em um momento em que outras gigantes da tecnologia, como Amazon e Meta, anunciaram demissões em massa no início do ano. No caso da OpenAI, o objetivo é justamente acelerar o crescimento e manter a liderança na corrida global por inovação em IA, especialmente diante da concorrência com empresas como a Anthropic.

    O CEO da companhia, Sam Altman, reconheceu recentemente que a inteligência artificial enfrenta resistência, principalmente nos Estados Unidos. “Neste momento, a Inteligência Artificial não é muito popular nos EUA”, afirmou durante evento da BlackRock. Segundo ele, a tecnologia tem sido associada a problemas como aumento no custo da energia e cortes de empregos. “Quase todas as empresas que fazem demissões estão culpando a Inteligência Artificial, mesmo quando isso não está diretamente relacionado”, disse.

    Altman também destacou que existe um debate crescente sobre o poder das grandes empresas de tecnologia. “Há um verdadeiro debate acontecendo sobre o equilíbrio de poder entre governos e empresas”, afirmou.

    Ao mesmo tempo, a OpenAI avalia uma possível abertura de capital ainda este ano e busca ampliar sua presença no mercado corporativo para aumentar receitas.

    Apesar da expansão, a empresa também enfrenta críticas. A parceria com o Pentágono para uso de suas tecnologias em ambientes de nuvem gerou controvérsia interna e levou à saída de executivos. A engenheira Caitlin Kalinowski, ex-chefe da divisão de robótica, afirmou que sua decisão foi motivada por preocupações éticas. “A vigilância sem supervisão judicial e o uso de sistemas autônomos letais sem autorização humana são questões que deveriam ter sido mais debatidas”, declarou.

    Mesmo com os desafios, Altman reforçou a importância estratégica da inteligência artificial para os Estados Unidos. “Se não avançarmos tão rápido quanto outros países na adoção dessa tecnologia, podemos perder a vantagem que temos como potência econômica”, disse. Ele ainda classificou o momento como decisivo: “Esta é uma oportunidade única em muitas gerações para transformar a economia e reescrever regras que já não funcionam diante dessa nova fonte de riqueza”.
     

     

    OpenAI planeja dobrar equipe e acelerar corrida por liderança em IA

  • Meta desenvolve IA para ajudar Zuckerberg a tomar decisões

    Meta desenvolve IA para ajudar Zuckerberg a tomar decisões

    Ferramenta em teste permite ao CEO acessar informações estratégicas com mais rapidez, sem depender de executivos. Projeto reforça aposta da empresa em inteligência artificial para aumentar produtividade e reduzir a estrutura interna

    A Meta, dona de plataformas como Facebook e Instagram, segue ampliando os investimentos em inteligência artificial com o objetivo de aumentar a produtividade interna e acelerar processos. Entre as iniciativas em desenvolvimento está um agente de IA criado para auxiliar diretamente o CEO da empresa, Mark Zuckerberg.

    Segundo informações do The Wall Street Journal, o sistema ainda está em fase inicial, mas já vem sendo utilizado para agilizar o acesso a dados e informações estratégicas. A ferramenta permitiria que Zuckerberg obtenha respostas que, normalmente, dependeriam de consultas a executivos e líderes de diferentes áreas da companhia.

    A criação de agentes de inteligência artificial para tarefas específicas faz parte de uma estratégia mais ampla adotada pela Meta, que busca integrar esse tipo de tecnologia em diversas etapas do trabalho interno. A ideia é tornar as equipes mais enxutas e aumentar a eficiência dos funcionários.

    A empresa não comentou oficialmente o projeto, mas já havia sinalizado publicamente a intenção de apostar em soluções baseadas em IA. Em uma apresentação de resultados financeiros no início do ano, Zuckerberg afirmou que a Meta está investindo em ferramentas próprias para tornar os colaboradores mais produtivos e otimizar a estrutura organizacional.

    A iniciativa reforça o movimento das grandes empresas de tecnologia em utilizar inteligência artificial não apenas em produtos voltados ao público, mas também como ferramenta interna de gestão e tomada de decisão.

    Meta desenvolve IA para ajudar Zuckerberg a tomar decisões