Categoria: TECNOLOGIA

  • Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua

    Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua

    Artemis 2 será a primeira neste século a levar humanos além da órbita terrestre; última visita tripulada ao satélite ocorreu em 1972, com a americana Apollo 17

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O dia 6 de fevereiro de 2026 pode se tornar um marco histórico, com o primeiro voo espacial tripulado a ir além da Terra em mais de meio século, numa jornada até a Lua. É para quando a Nasa espera iniciar a missão Artemis 2. O voo, por ora, está marcado para começar às 23h41 (de Brasília), mas dia e hora ainda podem mudar.

    A janela para o lançamento neste mês de fevereiro vai do dia 5 ao dia 11. Caso não aconteça até lá, novas tentativas podem acontecer em cerca de um mês -uma função do ciclo de translação da Lua ao redor da Terra, que dura cerca de 28 dias.

    A rigor, é possível lançar uma missão à Lua a qualquer tempo (afinal, embora ela mude de posição todos os dias, está sempre mais ou menos à mesma distância da Terra em termos astronômicos, com variações que não impactam muito nas missões). Contudo, a situação muda quando a missão precisa se pautar pelas condições de iluminação no satélite durante a chegada -seria frustrante, por exemplo, fazer a máxima aproximação sobre o hemisfério noturno lunar naquele momento. Para missões de pouso, então, isso se torna ainda mais crítico, com a escolha das melhores condições de iluminação e temperatura no sítio de descida.

    Neste momento, a agência espacial americana trabalha com “não antes de 6 de fevereiro e não depois de abril”, o que significa que, salvo imprevistos maiores, teremos três, talvez quatro, janelas para esse voo. Uma boa pista deve vir nos próximos dias, com o transporte do superfoguete SLS à plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida), de onde ele será lançado.

    Neste momento, ele ainda está no VAB, o prédio de montagem de veículos -enorme instalação que permite a integração do lançador de 98 metros antes do voo.

    NOVIDADES NO SÉCULO 21

    A decolagem marcará a primeira missão tripulada lançada com destino à Lua desde dezembro de 1972, quando ocorreu a Apollo 17, última visita de humanos à superfície lunar no século 20. E trará novidades históricas interessantes: pela primeira vez, um homem negro, uma mulher e um cidadão não americano farão a jornada além da órbita terrestre. Nas missões Apollo, todos os tripulantes eram americanos e brancos. Essas novidades haviam sido celebradas pela primeira gestão de Donald Trump à frente da Casa Branca, em forte contraste com a atual, em que qualquer mínima menção à diversidade é rechaçada -mas não suficiente para levar ao que seria uma absurda reescalação da tripulação.

    O comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover, e os especialistas de missão Christina Koch e Jeremy Hansen (os três primeiros astronautas da Nasa, e o quarto da CSA, Agência Espacial Canadense) realizaram em dezembro uma simulação da contagem regressiva ao embarcarem na cápsula Orion Integrity, que em mais alguns dias ou semanas os levarão na histórica jornada. Tudo isso aconteceu ainda no VAB, mas um novo ensaio geral deve ser realizado novamente após o transporte do foguete à plataforma, incluindo um abastecimento completo para efeito de teste.

    A tripulação está pronta para voar, confiante de que foram solucionados os problemas observados no escudo térmico da Artemis 1 durante a reentrada atmosférica, em 11 de dezembro de 2022. Na ocasião, a cápsula Orion realizou um voo similar ao que os astronautas farão, mas sem tripulação, para testar os sistemas de bordo e a segurança do projeto. Contudo, a Nasa observou desgaste maior que o esperado no escudo térmico, em razão dos efeitos inesperados de uma falta de permeabilidade no material usado nele. Lascas consideráveis da camada protetora superior foram perdidas, embora a nave tenha retornado com sucesso, realizando uma amerissagem no Pacífico.

    Foi o primeiro voo bem-sucedido do foguete SLS, que custou até agora US$ 31,6 bilhões em seu desenvolvimento, além de US$ 2,5 bilhões a cada novo lançamento. Desenvolvido pela Nasa por ordem do Congresso americano em 2011, o foguete necessariamente teve de incluir tecnologias originalmente criadas para o programa dos ônibus espaciais. A contratante principal responsável pelo programa junto à Nasa foi a empresa Boeing, num modelo de negócios antigo, em que a companhia produz o veículo com especificações dadas pela agência, que fica responsável por cobrir todo e qualquer estouro no orçamento.

    O método contrasta com o modelo mais moderno de contratação, que já é aplicado com transporte de tripulações e cargas à Estação Espacial Internacional, em que a empresa é paga pelos serviços prestados, a um preço fixo, e se encarrega de desenvolver e operar os veículos.

    Esse mesmo modelo, aplicado ao programa Artemis, gerou contratos com as empresas SpaceX e Blue Origin para o desenvolvimento dos módulos de pouso para as futuras missões lunares a uma fração do que custou o SLS, hoje visto como um foguete em vias de se tornar obsoleto, embora no momento siga sendo o único qualificado para enviar astronautas à Lua.

    A MISSÃO

    O voo da Artemis 2 será tão simples quanto possível para uma cápsula que vai além da Terra. Depois de ser lançada a uma órbita terrestre bastante achatada (perigeu de 150 km e apogeu de 2.240 km), ela usará o segundo estágio do SLS para aumentar ainda mais seu apogeu, para 73,6 mil km, e, por fim, separar-se do segundo estágio e usar seu próprio motor, instalado no módulo de serviço fornecido pela ESA (Agência Espacial Europeia), para o empurrão final rumo à injeção translunar -manobra que a colocará no caminho para a Lua, localizada a cerca de 390 mil km da Terra.

    A partir daí, salvo por pequenos ajustes de trajetória, ela estará num voo cuja configuração é conhecida como de retorno livre. Traduzindo do astronautiquês, significa que, deixada inerte, a cápsula chegaria às imediações da Lua, contornaria o satélite por força da gravidade lunar, e então voltaria à Terra naturalmente, de novo só pela força da gravidade terrestre, sem qualquer manobra adicional.

    É a trajetória mais segura, adotada também pelas primeiras missões Apollo logo após o lançamento, para garantir o retorno dos astronautas mesmo que alguma falha de propulsão ocorresse no caminho até a Lua.

    A diferença principal é que, naquelas velhas missões, mesmo na primeira tentativa de ir às imediações lunares, com a Apollo 8, em dezembro de 1968, o motor da espaçonave foi acionado para inseri-la em uma órbita estável ao redor da Lua -ponto em que ela abandonava a trajetória de retorno livre e só poderia voltar à Terra com um novo acionamento do motor para deixar a órbita lunar. Se houvesse uma falha naquele ponto, os astronautas estariam condenados a morrer sem oxigênio dando voltas ao redor do satélite natural.

    A Artemis 2 não terá tanta emoção. Ela simplesmente contornará a Lua e fará uma trajetória em forma de 8, retornando à Terra em seguida, num percurso de cerca de dez dias, entre ida e volta.

    Nesse sentido, ela lembra mais a Apollo 13, de 1970, que, após uma falha catastrófica no caminho para a Lua, teve de manter uma trajetória de retorno livre para retorno à Terra, com módulo lunar usado como um bote salva-vidas para a tripulação -na mais espetacular e cinematográfica (tanto que virou filme!) emergência já ocorrida no espaço. Desta vez, para a alegria dos astronautas, essa trajetória será usada de propósito, e não por uma emergência.

    Um aspecto interessante é que a cápsula passará muito mais longe da superfície lunar do que as antigas missões Apollo, com um perilúnio (aproximação máxima da Lua) de cerca de 7.500 km. As Apollos voavam em órbitas lunares com altitudes de meros 110 a 200 km. Com isso, os quatro astronautas da Artemis 2 se tornarão os humanos a viajarem mais longe no espaço em toda a história.

    De lá, Wiseman, Glover, Koch e Hansen terão uma visão privilegiada do sistema Terra-Lua, com os dois astros, a Terra ainda mais longe, suspensos na imensidão do vazio. Uma paisagem inesquecível para um momento histórico.

    Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua

  • IA: imagens geradas pela Grok violam proteção de dados; Idec denuncia

    IA: imagens geradas pela Grok violam proteção de dados; Idec denuncia

    Ferramenta pode gerar imagens sexualizadas sem qualquer autorização

    A geração de imagens pela inteligência artificial Grok, da rede social X, tem violado a proteção de dados pessoais dos usuários. A ferramenta pode gerar imagens sexualizadas, mantendo as características de pessoas reais, sem qualquer conhecimento ou autorização.

    O Instituto de Defesa de Consumidores, o Idec, apresentou nesta semana à Agência Nacional de Proteção de Dados, a ANPD, uma denúncia contra essa ferramenta. Julia Abad, pesquisadora do Idec, diz que é preciso a adoção de providências urgentes para evitar mais danos.

    “A gente precisa pensar em bloqueios automáticos de comando que envolvam essa nudez e sexualização. A proibição e restrição do uso de imagens reais de crianças e adolescentes, barreiras específicas que impeçam essa geração de imagens de sexualização, sem autorização. E canais de denúncia que funcionem de forma rápida e efetiva. Porque, como a gente viu, muitas pessoas denunciavam as imagens e, infelizmente, a plataforma, empresa nada fez”.

    O Idec pede a suspensão imediata das funcionalidades da Grok que utilizem dados de pessoas reais, com a interrupção do uso de dados para treinar o sistema. Para o Instituto, a prática é ainda mais grave no caso de crianças e adolescentes, pois a legislação brasileira impõe regras mais rigorosas para uso de dados deste público.

    O Idec ainda alerta para a falta de transparência da plataforma X, já que a política de privacidade da ferramenta não está disponível em português, o que dificulta que brasileiros possam entender como seus dados são usados.

    Em casos em que uma pessoa tenha sua imagem manipulada por essa ou outra plataforma, a pesquisadora do Idec, Julia Abad, diz que as vítimas devem buscar proteção e responsabilização.

    “O primeiro passo é tentar contato com a própria plataforma e guarde esses comprovantes. Se não houver resposta, é fundamental que ela faça uma denúncia. No Procon, por exemplo, da sua cidade ou estado, o Disque 100, que é um canal do governo federal de denúncias, quando forem casos mais graves. Por exemplo, de sexualização. Registrar um boletim de ocorrência pra que seja feita uma investigação criminal sobre o caso, e também buscar juizados especiais, em caso de reparação financeira”.  

    Em nota, a Agência Nacional de Proteção de Dados afirmou que as denúncias recebidas estão sob análise da fiscalização do órgão e que está em diálogo com outros órgãos públicos com competência correlata.

    A criação de imagens com uso da ferramenta Grok também vem causando preocupação em diversos países do mundo.

    Nessa quarta-feira (14), a plataforma X divulgou, em sua página de segurança, em inglês, que mantém tolerância zero para qualquer forma de exploração sexual infantil, nudez não consensual e conteúdo sexual indesejado. Também afirmou que será bloqueada a geração de imagens sexualizadas em países onde isso seja ilegal.

    A rede social anunciou que houve atualização da inteligência artificial Grok para impedir edição sexualizada de imagens de pessoas reais. Afirma ainda que edição e criação de imagens estarão disponíveis apenas para contas pagas, permitindo que esses indivíduos sejam responsabilizados.

    O Idec afirma que verificou a rede social X e, até o momento, ela continua permitindo a geração das imagens questionadas.

    A reportagem não conseguiu localizar a assessoria de imprensa da plataforma X no Brasil.

    IA: imagens geradas pela Grok violam proteção de dados; Idec denuncia

  • Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

    Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

    O CEO da RyanAir, Michael O’Leary, justificou a decisão de não instalar terminais Starlink nos aviões da companhia aérea, reagindo ainda aos comentários de Elon Musk na rede social X

    O CEO da RyanAir, Michael O’Leary, falou publicamente sobre os comentários feitos por Elon Musk na rede social X sobre a decisão de não instalar terminais da Starlink nos aviões da companhia área, indicando que teria custos que – caso fossem passados para os clientes – teriam impacto negativo na empresa.

    O embate entre os dois empresários começou com Michael O’Leary explicando à Reuters o motivo que o leva a não instalar a Starlink nos aviões da empresa, notando que considera que “os passageiros não estariam dispostos a pagar por acesso Wi-Fi em voos que duram em média uma hora”.

    Mais ainda, O’Leary explicou que estes custos seriam resultado de um maior gasto de combustível devido ao peso e arranque acrescidos das aeronaves com Starlink instalada.

    Em resposta, Musk fez uma publicação na rede social X onde afirmava que o CEO da RyanAir estava “mal informado”.

    “Tenho dúvidas que consigam medir a diferença no uso de combustível de forma precisa, sobretudo em voos de uma hora, onde o arranque incremental é basicamente zero durante a fase de subida devido ao elevado ângulo de ataque”, escreveu Musk. “E, em comparação com a maioria das outras soluções de conectividade, haveria ganhos de eficiência”.

    Estas palavras não teriam caído bem a Michael O’Leary que, em uma entrevista para o canal de rádio Newstalk, afirmou que Elon Musk não entende do negócio da aviação e explicou porque não faz sentido instalar a rede Starlink nos aviões da RyanAir.

    “O que o Elon Musk sabe sobre voos e arranque é zero”, afirmou o CEO da RyanAir. “Temos de colocar uma antena aérea no topo da aeronave, o que nos custaria cerca entre 200 a 250 milhões de dólares por ano. Por outras palavras, cerca de um dólar a mais por cada passageiro que voa connosco. A realidade para nós é que não conseguimos suportar esses custos. Os passageiros não pagarão para usar Internet. Se for gratuita vão usar, mas não vão pagar 1 euro sempre que quiserem usar a Internet. Por isso não vamos colocar [rede Starlink] a bordo”.

    No entanto, O’Leary não ficou por aqui e afirmou ainda que Musk é “um idiota” e que não tem tempo para passar estar na “fossa” das redes sociais onde o dono da SpaceX (e da Starlink) passa o seu tempo.

    “Francamente, eu não prestaria atenção a nada do que o Elon Musk diz naquela fossa que ele tem chamada de X”, afirmou O’Leary. “Ele foi o cara que apoiou a eleição do Donald Trump. Não prestaria qualquer atenção a Elon Musk. É um idiota. Muito rico, mas ainda é um idiota”.

    O líder da RyanAir contou ainda que não tem qualquer conta em uma rede social e que não “desperdiça” tempo em plataformas semelhantes. “Felizmente, sou muito velho para me envolver na fossa que são as redes sociais”, disparou O’Leary.

    Pode ver abaixo um vídeo do TikTok com toda a intervenção de O’Leary sobre os comentários feitos por Elon Musk.

    @newstalkfm

    ‘I would pay no attention to Elon Musk, he’s an idiot.’ Ryanair CEO Michael O’Leary responds to Elon Musk calling him ‘misinformed’ for not putting Starlink, Musk’s satellite internet system, on his Ryanair aircrafts.

    original sound – Newstalk

    Elon Musk? "É um idiota. Muito rico, mas um idiota", diz CEO da RyanAir

  • Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

    Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

    Já quis publicar algo mais íntimo apenas para alguns amigos no Instagram e ficou na dúvida sobre quem iria ver o conteúdo? Funcionalidade do aplicativo permite que apenas amigos selecionados vejam seus Stories

    Muitas pessoas usam o Instagram de forma mais ‘privada’ e usa suas ferramentas ter mais ‘privacidade’ em um ambiente onde todos observam tudo! Mas o que é afinal esta lista de “Amigos Próximos”?

    As publicações são vistas por todas as pessoas? É uma opção que está disponível para todos os utilizadores? Respondemos abaixo a algumas das principais dúvidas.

    O que são os “Amigos Próximos” do Instagram?

    Os “Amigos Próximos” do Instagram são uma lista que qualquer usuário pode criar e que permite compartilhar publicações, notas, vídeos Reels ou Stories com um grupo mais restrito de pessoas.

    Ao fazer qualquer um deste tipo de compartilhamento no Instagram, os usuários podem escolher fazê-lo com todos os seus seguidores ou, por outro lado, apenas com os “amigos próximos” presentes nesta lista. Se estiver nos “amigos próximos” de algum amigo, verá que a publicação ou Story surge com um símbolo composto por um círculo verde que, no interior tem uma estrela branca.

    Se vir uma publicação com esta caraterística, é sinal que o usuário te escolheu como uma das pessoas em que confia o suficiente para a ver.

    Qualquer pessoa pode criar uma lista de “amigos próximos”?

    Sim, todos os usuários do Instagram podem criar a sua própria lista de “amigos próximos” com os quais podem compartilhar publicações, Stories ou vídeos mais íntimos e pessoais.

    Para fazer a sua própria lista de “amigos próximos” deverá proceder aos seguintes passos:

    • Abra a aplicação do Instagram;
    • Vá até ao canto interior direito onde está a sua fotografia para ir até ao seu perfil;
    • Clique os três riscos horizontais no canto superior direito para ir até às Configurações e atividade:
    • Na área dedicada a Quem pode ver os teus conteúdos, clique os “amigos próximos”;
    • Pesquise amigos e adicione-os à lista para conseguir fazer publicações com um grupo limitado de pessoas;
    • Se desejar remover pessoas da lista de “amigos próximos”, deve fazer o caminho até aqui e remover a seleção do quadrado à frente do nome;

    Detalhes sobre os “amigos próximos” do Instagram

    Os usuários do Instagram têm algumas dúvidas em relação à forma como funciona a lista de “amigos próximos” do Instagram e, para se sentirem mais à vontade em criar as suas próprias listas, esclarecemos também algumas das questões mais frequentes e que são respondidas na página oficial da Meta.

    A primeira coisa é que as pessoas que são adicionadas ou removidas da sua lista de “amigos próximas” não são notificadas. Significa isto que pode editar a sua lista a qualquer momento sem temer sofrer represálias dos seus amigos, familiares ou colegas de trabalho.

    A decisão de pertencer à sua lista de “amigos chegados” é apenas sua e ninguém pode fazer um pedido para fazer parte desta seleção.

    Caso alguém na sua lista de “amigos chegados” decidir comentar, partilhar ou reagir com um “gosto” a um vídeo Reel, os outros “amigos próximos” vão poder ver o seu nome de usuário e todas as interações que tiveram com esse perfil.

    Por outro lado, se alguém que estiver na sua lista restrita decidir tirar uma fotografia da tela – conhecido como “print screen” – não será notificado em relação a esta atividade e ficará sem saber.

    A lista de “amigos próximos” serve apenas para limitar o número de pessoas com acesso a determinadas publicações mas, no que diz respeito às Stories, funciona tal como as que são compartilhadas com todos os seus usuários.


    Afinal, o que são os "Amigos Próximos" do Instagram? E como funcionam?

  • Wi-Fi de hotel pode ser um risco oculto para seus dados pessoais

    Wi-Fi de hotel pode ser um risco oculto para seus dados pessoais

    Redes sem proteção adequada, comuns em hotéis no Brasil e no exterior, facilitam a ação de hackers e podem expor mensagens, senhas e informações bancárias de hóspedes desavisados. Fique atento!

    Seja em viagens a trabalho ou a lazer, usar o Wi-Fi do hotel costuma ser a solução mais prática para se manter conectado sem gastar dados móveis. Em muitos países, essa rede é praticamente a única alternativa para falar com familiares, amigos ou colegas de trabalho. O que muita gente ignora é que, na maioria das vezes, o Wi-Fi de hotéis oferece baixos níveis de segurança e pouca proteção à privacidade dos usuários.

    Especialistas alertam que essas redes costumam operar com equipamentos desatualizados ou com configurações frágeis. Em alguns casos, sequer exigem senha para acesso, o que permite que qualquer pessoa se conecte. Mesmo quando o hotel pede um e-mail ou número do quarto, isso não garante proteção real, já que esse tipo de barreira pode ser facilmente burlado por criminosos com conhecimentos técnicos.

    O risco não é apenas teórico. Hackers conectados à mesma rede podem interceptar comunicações, monitorar dados trafegados e até infectar dispositivos com programas maliciosos. Isso significa que mensagens, senhas, fotos e informações sensíveis podem ser capturadas sem que o hóspede perceba.

    Caso não seja possível evitar o uso do Wi-Fi do hotel, algumas precauções são essenciais. A primeira delas é confirmar com a recepção qual é o nome correto da rede. Criminosos costumam criar pontos de acesso falsos, com nomes semelhantes aos do hotel, justamente para enganar usuários e capturar dados.

    Outra medida importante é manter o celular ou computador protegido com antivírus atualizado e, sempre que possível, utilizar uma VPN paga, que criptografa a conexão e dificulta a espionagem digital. Soluções gratuitas, em geral, oferecem menos garantias de segurança.

    Também é recomendável limitar o tipo de atividade realizada nessas redes. Evite acessar aplicativos de bancos, fazer compras online, entrar em serviços de streaming logados ou consultar e-mails pessoais e profissionais. O uso deve se restringir a navegação básica, como leitura de notícias, pesquisas gerais ou vídeos, preferencialmente sem login.

    Em tempos de conexão constante, a comodidade do Wi-Fi gratuito pode sair cara. Adotar cuidados simples pode fazer a diferença entre uma viagem tranquila e um grande problema de segurança digital.
     
     

     

    Wi-Fi de hotel pode ser um risco oculto para seus dados pessoais

  • Astronautas da Estação Espacial já chegaram à Terra em segurança

    Astronautas da Estação Espacial já chegaram à Terra em segurança

    Retorno antecipado de quatro tripulantes marca a primeira evacuação médica da história da agência espacial norte-americana; pouso ocorreu com segurança no Pacífico, ao largo da Califórnia, após decisão considerada preventiva.

    Um astronauta que necessitava de acompanhamento médico deixou a NASA nesta quarta-feira, em uma operação que entrou para a história como a primeira evacuação médica realizada a partir da Estação Espacial Internacional. Ele retornou à Terra acompanhado de outros três colegas de missão, em uma decisão que antecipou o fim da permanência no espaço em mais de um mês.

    A cápsula da SpaceX pousou com segurança no Oceano Pacífico, próximo à cidade de San Diego, na Califórnia, durante a madrugada no horário local. Os quatro astronautas, dos Estados Unidos, Japão e Rússia, foram resgatados sem intercorrências por uma equipe médica que já aguardava no navio de recuperação.

    “É muito bom estar em casa”, afirmou a comandante da cápsula, a astronauta da NASA Zena Cardman, após o pouso. Segundo ela, o retorno ocorreu sem a necessidade de procedimentos especiais durante a reentrada na atmosfera ou na amerissagem.

    Antes da viagem, Cardman já havia destacado o caráter inesperado da decisão. “O momento desta partida não era o que planejávamos, mas o que não surpreendeu foi a união dessa tripulação, que se apoiou como uma família”, declarou.

    A NASA não informou qual astronauta apresentou o problema de saúde nem detalhou o quadro clínico, alegando questões de privacidade. A agência afirmou apenas que a condição é estável. No início da semana, o comandante da estação espacial, Mike Fincke, declarou que o tripulante estava seguro e recebendo bons cuidados.

    De acordo com a NASA, a decisão pelo retorno antecipado foi tomada para permitir avaliações médicas completas em solo, onde há maior capacidade de diagnóstico e tratamento. A tripulação havia chegado à estação em agosto para uma missão prevista de ao menos seis meses.

    Além de Zena Cardman e Mike Fincke, integravam o grupo a astronauta japonesa Kimiya Yui e o cosmonauta russo Oleg Platonov. Cardman e Fincke estavam escalados para realizar a primeira caminhada espacial do ano, voltada à preparação para a instalação de novos painéis solares. No entanto, a atividade foi cancelada em 7 de janeiro, poucos dias antes do anúncio oficial do retorno antecipado.

    Atualmente, outros três astronautas permanecem a bordo da estação espacial. São eles o norte-americano Chris Williams e os russos Sergei Mikaev e Sergei Kud-Sverchkov, que devem retornar à Terra no verão do hemisfério norte.

    Modelos da própria NASA indicavam a possibilidade de uma evacuação médica a cada três anos, mas, em 65 anos de voos espaciais tripulados, a agência nunca havia precisado executar esse tipo de operação. Em contraste, missões soviéticas e russas já registraram retornos antecipados por motivos de saúde, como o caso do cosmonauta Vladimir Vasyutin, em 1985.

    A NASA e a SpaceX trabalham agora para antecipar o lançamento de uma nova tripulação a partir da Flórida, previsto para meados de fevereiro. A agência também mantém planos para retirar a Estação Espacial Internacional de órbita até o fim de 2030 ou início de 2031, encerrando definitivamente a operação do laboratório orbital.

    Astronautas da Estação Espacial já chegaram à Terra em segurança

  • Astronautas iniciam retorno à Terra após problema médico

    Astronautas iniciam retorno à Terra após problema médico

    Questão de saúde foi detectada na semana passada; missão Crew-11 deveria ir até maio; não foram divulgadas mais informações sobre a situação médica e a pessoa afetada

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pouco depois das 19h20, desta quarta-feira (14), os astronautas da missão Crew-11, que estavam na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), iniciaram o retorno para a Terra com a nave Dragon, da SpaceX. O regresso ao planeta deve estar completo por volta de 5h40 de quinta (15).

    A volta à Terra teve que ser antecipada devido a um problema de saúde sério de um dos integrantes da missão. Trata-se da primeira vez que a Nasa antecipa a votla de uma missão da ISS por questões de saúde.

    O processo de retorno com a nave Dragon é autônomo, ou seja, não necessita de ações dos astronautas presentes no veículo. Após desacopalhar da Estação Espacial Internacional, a nave ativará seus motores para se afastar da ISS e iniciar um percurso que, eventualmente, a levará ao seu local de pouso.

    Fazem parte da Crew-11 os americanos Zena Cardman e Mike Fincke, da Nasa; o japonês Kimiya Yui, da Jaxa; e o russo Oleg Platonov, da russa Roscosmos. A missão está na ISS desde agosto de 2025 e se estenderia até maio.

    A detecção do problema de saúde ocorreu na quarta-feira passada. Como de costume na Nasa, não foram revelados detalhes sobre quem é o astronauta afetado ou qual a condição está sendo enfrentada.

    Apesar do retorno antecipado, a Nasa afirma que o quadro de saúde do astronauta é estável.

    “Há uma questão pendente sobre qual é o diagnóstico. Isso significa que há alguns riscos em manter esse astronauta a bordo e estamos sempre do lado da saúde e do bem-estar do astronauta”, James Polk, chefe da área de saúde da Nasa, durante uma entrevista coletiva para a imprensa na semana passada.

    A ISS possue equipamentos médicos e os astronautas possuem treinamento para uso deles, além de alguns possuíram formação médica. Mesmo assim, o que há de disponível na estação espacial não é o suficiente para avaliar satisfatoriamente a situação, o que levou à opção pelo retorno antecipado.

    Polk também afirmou que a condição médica do astronauta não tem relação com atividades realizadas na ISS.

    Uma caminhada espacial de mais de 6h que seria feita na semana passada pelos astronautas Fincke e Cardman foi cancelada.

    Após o retorno da Crew-11, o comando da estação espacial ficará sob a supervisão do cosmonauta Sergei Kud-Sverchkov, que permanecerá na ISS junto a Sergei Mikaev, também da Rússia, e Chris Williams, da Nasa.

    Uma nova missão tripulada para a ISS está programada para 15 de fevereiro, mas a Nasa trabalha para antecipar o cronograma. Essa missão, a Crew-12, terá quatro integrantes: Jessica Meir e Jack Hathaway, da Nasa; Sophie Adenot, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês); e Andrey Fedyaev, da Roscosmos. A previsão é que eles fiquem na estação espacial por nove meses.

    Astronautas iniciam retorno à Terra após problema médico

  • Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

    Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

    Serviço da SpaceX, de Elon Musk, passou a funcionar sem custo para usuários iranianos em meio à repressão aos protestos e ao corte da internet. Ativistas confirmam que terminais já operam no país.

    A SpaceX, empresa de Elon Musk, passou a oferecer acesso gratuito à internet por meio do sistema de satélites Starlink no Irã. A informação foi divulgada por ativistas que atuam para manter a comunicação da população iraniana com o exterior após o bloqueio da internet imposto pelo governo.

    Mehdi Yahyanejad, ativista iraniano radicado em Los Angeles e envolvido no envio de equipamentos ao país, afirmou à Associated Press que o serviço já está funcionando sem custo para os usuários. Segundo ele, testes foram realizados com terminais recém-ativados dentro do Irã, confirmando a liberação do acesso.

    Outros ativistas também relataram nas redes sociais que a assinatura gratuita está operacional. Em comunicado, Yahyanejad declarou que o funcionamento pleno do serviço foi verificado em território iraniano, em meio às restrições impostas pelo governo local.

    Atualmente, a Starlink tem sido uma das poucas alternativas para que iranianos consigam se comunicar com o exterior desde que as autoridades interromperam o acesso à internet na noite de quinta-feira passada. O bloqueio ocorreu após a intensificação dos protestos em várias regiões do país e o início de uma repressão violenta contra manifestantes.

    A SpaceX não comentou oficialmente, até o momento, a liberação do serviço gratuito. No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretendia conversar com Elon Musk para discutir o reposicionamento de satélites Starlink com o objetivo de manter a internet ativa no Irã.

    Com a internet fora do ar, a avaliação independente do alcance das manifestações se tornou mais difícil, embora moradores tenham conseguido retomar chamadas internacionais nos últimos dias.

    O Irã vive uma onda de protestos desde 28 de dezembro, iniciada em Teerã por comerciantes e setores da economia afetados pela desvalorização do rial e pela inflação elevada. As manifestações se espalharam rapidamente para mais de 100 cidades. A inflação anual supera 42%, e, no último ano, a moeda iraniana perdeu cerca de 69% de seu valor frente ao dólar, em um cenário agravado por sanções impostas pelos Estados Unidos e pela ONU em razão do programa nuclear do país.

    Embora o governo tenha reagido inicialmente com cautela, a repressão foi intensificada nas semanas seguintes. Manifestantes passaram a ser classificados pelas autoridades como terroristas ligados aos Estados Unidos e a Israel, e há relatos de condenações à morte de pessoas detidas durante os atos.

    Segundo a Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos, organização criada por iranianos no exílio, o número de mortos nos protestos já chega a pelo menos 2.571. Do total, 2.403 seriam manifestantes e 147 teriam ligação com o governo. A entidade informou ainda que ao menos 12 crianças morreram e que o número de presos ultrapassa 18.100.
     

     
     

    Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

  • Venezuela começa a liberar acesso à rede X após bloqueio imposto em 2024

    Venezuela começa a liberar acesso à rede X após bloqueio imposto em 2024

    Plataforma voltou a funcionar para usuários de algumas operadoras na noite de terça-feira. Governo retomou comunicações oficiais pela rede social em meio a acordos com os Estados Unidos, reaproximação diplomática e anúncios sobre presos políticos

    O acesso à plataforma X começou a ser restabelecido na noite de terça-feira (13) para usuários de algumas operadoras de telefonia móvel na Venezuela, embora o serviço ainda permanecesse indisponível para parte da população.

    A retomada parcial foi confirmada por autoridades do governo. Em uma publicação na própria rede social, a presidente interina Delcy Rodríguez afirmou que o contato com a população estava sendo restabelecido por aquele canal. “Vamos manter-nos unidos e avançar rumo à estabilidade econômica, à justiça social e ao Estado de bem-estar que merecemos”, escreveu.

    Rodríguez, que tomou posse como presidente interina em 5 de janeiro, se apresenta em sua biografia na plataforma como aliada do presidente Nicolás Maduro e herdeira do legado de Simón Bolívar e Hugo Chávez.

    Pouco antes, o ministro do Interior, Diosdado Cabello, considerado um dos principais nomes do governo e figura de linha dura, também publicou uma mensagem indicando o retorno do uso da rede social. “Passo por aqui para enviar um grande abraço aos irmãos e irmãs na Venezuela e no mundo que acompanham a situação do nosso país”, escreveu. “Vamos retomar este canal de comunicação. Fiquem atentos. Vamos vencer”, completou.

    A publicação de Cabello gerou intensa repercussão, com mais de 700 comentários em poucas horas. As reações incluíram mensagens de apoio, críticas e memes envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de referências à recompensa anunciada por Washington pela captura do ministro. Houve tanto manifestações de solidariedade quanto ameaças e provocações.

    O acesso à X havia sido bloqueado por ordem de Nicolás Maduro em 2024, como resposta às críticas feitas na plataforma à controversa reeleição do líder venezuelano. Antes da suspensão, Maduro chegou a protagonizar embates públicos com Elon Musk, proprietário da rede social.

    Após o bloqueio, ministros, parlamentares e órgãos oficiais abandonaram a plataforma, que era um dos principais canais de circulação de notícias no país, passando a concentrar a comunicação institucional no aplicativo Telegram.

    A reabertura parcial do acesso ocorre em um contexto de mudanças na política externa venezuelana. Nos últimos dias, Delcy Rodríguez, sob pressão do governo Trump, assinou acordos na área de petróleo com os Estados Unidos, indicou avanços para a retomada das relações diplomáticas, rompidas desde 2019, e anunciou a libertação de presos políticos.

    Venezuela começa a liberar acesso à rede X após bloqueio imposto em 2024

  • Após problema médico, astronautas devem iniciar volta à Terra nesta quarta (14)

    Após problema médico, astronautas devem iniciar volta à Terra nesta quarta (14)

    A tripulação Crew-11 conta com quatro pessoas: os americanos Zena Cardman e Mike Fincke, da Nasa; o japonês Kimiya Yui, da Jaxa; e o russo Oleg Platonov, da Roscosmos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os astronautas da missão Crew-11 devem iniciar seu retorno à Terra nesta quarta-feira (14). A volta da tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) foi antecipada após um dos integrantes apresentar um problema médico sério, mantido em sigilo pela Nasa.

    É a primeira vez que a agência americana antecipa o regresso de uma missão do laboratório espacial, ocupado de forma permanente há 25 anos, devido a uma questão médica.

    O início da viagem está prevista para as 19h05 desta quarta, quando a nave Dragon, da SpaceX, ocupada pelos quatro astronautas deve desacoplar da estação espacial. A expectativa é que a cápsula termine sua jornada na costa da Califórnia, nos Estados Unidos, por volta das 5h40 desta quinta-feira (15).

    A tripulação Crew-11 conta com quatro pessoas: os americanos Zena Cardman e Mike Fincke, da Nasa; o japonês Kimiya Yui, da Jaxa; e o russo Oleg Platonov, da Roscosmos. Eles estão na estação espacial desde agosto e a missão deles na ISS se estenderia até maio.

    No entanto, na quarta-feira (7) passada, um deles teve um problema médico. James Polk, chefe da área de saúde da Nasa, não especificou o que houve nem com quem em respeito à privacidade dos astronautas.

    Em uma entrevista coletiva concedida na última quinta (8), ele afirmou que o quadro do astronauta que teve o problema era considerado estável. Ainda segundo ele, a ISS dispõe de um robusto conjunto de equipamentos médicos, contudo insuficiente para efetuar uma avaliação como gostariam nesse caso. Por isso, houve a decisão de antecipar o retorno.

    “Há uma questão pendente sobre qual é o diagnóstico. Isso significa que há alguns riscos em manter esse astronauta a bordo e estamos sempre do lado da saúde e do bem-estar do astronauta”, disse Polk na ocasião.

    Ele destacou ainda que o problema médico não tem ligação com atividades executadas pelos astronautas no laboratório espacial. “Isso foi totalmente não relacionado a quaisquer operações a bordo.”

    Na última quinta-feira, Fincke e Cardman fariam uma caminhada espacial de 6,5 horas para instalar hardware na parte externa da estação. A atividade acabou cancelada depois do problema médico.

    Como parte dos preparativos para voltar à Terra, Fincke passou nesta terça-feira (133) o comando da ISS para o cosmonauta Sergei Kud-Sverchkov.

    Além de Kud-Sverchkov, vão permanecer na estação Sergei Mikaev, também da Rússia, e Chris Williams, na Nasa.

    Os três vão aguardar a chegada de uma nova missão, que está programada para 15 de fevereiro, mas a Nasa tentará antecipá-la. O lançamento em foguete Falcon 9, com uma cápsula Dragon, vai ocorrer no cabo Canaveral, na Flórida.

    Essa missão, chamada de Crew-12, terá quatro integrantes: Jessica Meir e Jack Hathaway, da Nasa; Sophie Adenot, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês); e Andrey Fedyaev, da Roscosmos. A previsão é que eles fiquem na estação espacial por nove meses.

    Após problema médico, astronautas devem iniciar volta à Terra nesta quarta (14)