Categoria: TECNOLOGIA

  • Meta compra rede social habitada apenas por agentes de IA; entenda

    Meta compra rede social habitada apenas por agentes de IA; entenda

    Empresa dona de Facebook, Instagram e Threads anunciou a aquisição da Moltbook, plataforma semelhante ao Reddit onde interagem apenas agentes de Inteligência Artificial. A equipe da startup passará a integrar a divisão Meta Superintelligence Labs

    A Meta anunciou a compra da Moltbook, uma rede social semelhante ao Reddit, mas formada exclusivamente por agentes de Inteligência Artificial. O valor da negociação não foi divulgado.

    De acordo com o site TechCrunch, os criadores da plataforma, Matt Schlicht e Ben Parr, passarão a integrar a divisão de IA da empresa, a Meta Superintelligence Labs. A ideia é ampliar o desenvolvimento de sistemas capazes de conectar diferentes agentes de Inteligência Artificial para executar tarefas voltadas a usuários e empresas.

    Em comunicado, a Meta afirmou que a tecnologia da Moltbook pode abrir novas possibilidades para o uso de agentes digitais em diferentes serviços.

    “A entrada da equipe da Moltbook na Meta Superintelligence Labs cria novas maneiras de os agentes de Inteligência Artificial trabalharem para pessoas e empresas. A proposta de conectar esses agentes por meio de um diretório sempre ativo é um avanço importante em um setor que evolui rapidamente”, informou a companhia.

    Apesar da aquisição, a empresa afirmou que a plataforma deve continuar funcionando normalmente, permitindo que os usuários sigam interagindo como já faziam antes da compra.

    Debate sobre uso de IA ganha força
    O avanço das ferramentas de Inteligência Artificial tem provocado debates em diversas áreas, incluindo o setor editorial. Recentemente, milhares de escritores publicaram um livro “em branco” como forma de protesto contra o uso de suas obras para treinar sistemas de IA sem autorização.

    Entre os autores que participaram da iniciativa estão nomes conhecidos da literatura internacional, como Kazuo Ishiguro e Ali Smith.

    Pressão por novas regras nas plataformas
    Enquanto a tecnologia avança, também cresce a pressão por regras mais rígidas para lidar com conteúdos criados por inteligência artificial nas redes sociais.

    O Oversight Board, órgão independente que analisa decisões de moderação da Meta, voltou a pedir que a empresa adote políticas mais claras para identificar e controlar esse tipo de conteúdo.

    O pedido ganhou força após um caso em 2025 envolvendo um vídeo gerado por IA que mostrava supostos ataques à cidade de Haifa, em Israel, durante tensões com o Irã. O material acumulou mais de 700 mil visualizações antes de ser analisado.

    Na ocasião, a Meta inicialmente decidiu não remover o vídeo nem identificá-lo como conteúdo artificial, decisão que acabou sendo revertida pelo próprio conselho.

    Para o Oversight Board, a empresa precisa investir em ferramentas mais eficazes para detectar materiais manipulados e implementar medidas como marcas d’água digitais que indiquem quando um conteúdo foi criado com IA.

    “A Meta deve fazer mais para combater a disseminação de conteúdos enganosos gerados por Inteligência Artificial em suas plataformas, especialmente quando envolvem temas de interesse público”, afirmou o órgão em comunicado.

    A Meta ainda não comentou oficialmente as recomendações e tem até 60 dias para apresentar uma resposta formal.

    Meta compra rede social habitada apenas por agentes de IA; entenda

  • Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Ministério da Justiça deu cinco dias para a plataforma explicar como monitora e remove conteúdos ligados à tendência “No caso de ela dizer não”. Polícia Federal abriu investigação após vídeos simularem agressões contra mulheres viralizarem nas redes

    O governo federal deu prazo de cinco dias para que o TikTok explique quais medidas adotou para combater uma série de vídeos que circulavam na plataforma incentivando a violência contra mulheres. A cobrança foi feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a viralização de conteúdos ligados à tendência chamada “No caso de ela dizer não”.

    Segundo o ministério, os vídeos começaram a se espalhar nas redes sociais por volta do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e mostravam jovens simulando agressões contra figuras femininas.

    As publicações exibiam cenas em que homens davam socos, chutes ou simulavam ataques com faca contra manequins que representavam mulheres, acompanhadas de mensagens que sugeriam ou justificavam violência em caso de rejeição amorosa.

    Diante da repercussão, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal, que abriu uma investigação para identificar os responsáveis pelos conteúdos. Até o momento, pelo menos quatro perfis que divulgaram os vídeos já foram identificados pelas autoridades.

    O governo também solicitou explicações detalhadas ao TikTok Brasil sobre como funciona o sistema de moderação da plataforma. Entre os pontos questionados estão os mecanismos automáticos de detecção de conteúdo, a revisão feita por moderadores humanos, o monitoramento de tendências virais e o funcionamento do algoritmo de recomendação.

    Além disso, a empresa deverá informar se os perfis que divulgaram os vídeos receberam algum tipo de monetização ou benefício financeiro por meio da plataforma.

    As autoridades também pretendem analisar metadados das publicações para ajudar a identificar os usuários por trás dos perfis responsáveis pela disseminação do conteúdo.

    O Ministério da Justiça afirmou que a responsabilidade das redes sociais vai além de simplesmente remover postagens denunciadas. Segundo a pasta, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliaram a responsabilidade civil das plataformas, que devem agir de forma preventiva diante de conteúdos que possam configurar crimes, especialmente aqueles relacionados à violência contra mulheres.

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou sobre o caso e alertou que esse tipo de publicação pode configurar incitação ao feminicídio, agressões físicas e violência psicológica.

    Em resposta à agência de notícias AFP, o TikTok afirmou que os conteúdos citados já foram removidos da plataforma e que suas equipes trabalham para identificar e eliminar publicações que violem as regras da comunidade.

    O caso ocorre em meio à preocupação crescente com a violência de gênero no país. Um estudo acadêmico citado pelo governo aponta que o Brasil registrou cerca de 6.900 vítimas de feminicídio ou tentativa de feminicídio em 2025, número 34% maior do que o registrado em 2024.

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

  • NASA alerta para satélite em queda descontrolada em direção à Terra

    NASA alerta para satélite em queda descontrolada em direção à Terra

    Equipamento lançado em 2012 para estudar os cinturões de radiação do planeta pode ter partes que sobrevivam à reentrada na atmosfera. Agência espacial afirma que o risco de destroços atingirem pessoas é considerado baixo

    Um satélite da NASA, com cerca de 600 quilos, está caindo de forma descontrolada em direção à Terra. Chamado de Van Allen Probe A, o equipamento pode ter partes que sobrevivam à reentrada na atmosfera, segundo informou a própria agência espacial norte-americana.

    Em comunicado, a NASA explicou que a maior parte da estrutura deve se desintegrar ao atravessar a atmosfera do planeta, mas alguns componentes podem resistir ao impacto do calor e da velocidade durante a reentrada.

    “A NASA espera que a maior parte do satélite seja destruída enquanto atravessa a atmosfera, mas é possível que alguns componentes sobrevivam à reentrada”, informou a agência.

    Apesar disso, o risco para pessoas na superfície é considerado muito baixo. De acordo com a NASA, a probabilidade de alguém ser atingido por destroços é de aproximadamente uma em 4.200.

    A agência afirmou ainda que continua monitorando a trajetória do satélite em conjunto com a Space Force, que acompanha objetos espaciais em órbita.

    O Van Allen Probe A foi lançado em 2012 com a missão de estudar os cinturões de radiação que cercam a Terra, conhecidos como cinturões de Van Allen. A missão científica foi encerrada em 2019.

    Inicialmente, a NASA estimava que a reentrada do satélite aconteceria apenas em 2034. No entanto, a atividade solar mais intensa do que o esperado acabou acelerando a perda de altitude do equipamento, antecipando sua queda para agora.

    O Van Allen Probe A foi lançado junto com o satélite gêmeo Van Allen Probe B. A expectativa da NASA é que esse segundo equipamento também reentre na atmosfera nos próximos anos, possivelmente por volta de 2030.
     
     

     

     

    NASA alerta para satélite em queda descontrolada em direção à Terra

  • Meteorito cai na Alemanha é confundido com míssil na web; assista

    Meteorito cai na Alemanha é confundido com míssil na web; assista

    Objeto luminoso que cruzou o céu e atingiu o telhado de uma casa em Coblença gerou especulações na internet. Autoridades alemãs esclareceram que se tratava de um meteorito e descartaram qualquer relação com ataque ou incidente de segurança.

    Um meteorito atravessou o céu da Alemanha e atingiu o telhado de uma casa na cidade de Coblença, no estado da Renânia-Palatinado, abrindo um buraco do tamanho aproximado de uma bola de futebol.

    O incidente ocorreu no domingo, 8 de março, por volta das 14h no horário de Brasília.

    “Por volta das 19h desta noite, um corpo celeste incandescente atingiu o telhado de um prédio residencial no bairro de Güls, em Coblença”, informou a polícia local, em comunicado citado pelo jornal alemão Der Spiegel.

    Durante a queda, o meteorito se fragmentou em pedaços menores. Um desses fragmentos acabou atingindo o telhado da residência e atravessou parte da estrutura, atingindo um dos quartos da casa.
     
       Fragmento do meteorito que passou pela Alemanha© @NicosPanoptikum/X

    O chefe do corpo de bombeiros da cidade, Benjamin Marx, informou que havia pessoas dentro da residência no momento do impacto, mas ninguém estava no quarto atingido.

    Após o ocorrido, imagens do meteorito cruzando o céu começaram a circular nas redes sociais. Alguns usuários chegaram a levantar a hipótese de que o objeto poderia ser, na verdade, um míssil.

    “Vocês têm certeza de que não é um míssil iraniano?”, questionou uma usuária na rede social X em comentários de um dos vídeos. Outro usuário perguntou ao Grok, ferramenta de inteligência artificial da plataforma, se o objeto poderia ser um míssil ou apenas um meteorito.

    As autoridades alemãs rapidamente descartaram qualquer possibilidade de ameaça ou incidente relacionado à segurança do país.

    Segundo os investigadores, não há “absolutamente nenhuma evidência de um incidente relacionado à segurança”, e tudo indica que o objeto era, de fato, um meteorito.
     

    Meteorito cai na Alemanha é confundido com míssil na web; assista

  • Especialista diz que 95% dos projetos de IA não geram valor a empresas

    Especialista diz que 95% dos projetos de IA não geram valor a empresas

    Representante regional da ApexBrasil, Márcia Nejaim, considera que o Brasil tem potencial para ser protagonista na área de IA.: “A gente tem total condições, assim como a gente já, inclusive, estabeleceu tendência em uso de outras tecnologias em um passado muito lá atrás de linguagens de computação e tal”

    Apesar de ser tratada com grande entusiasmo e muita expectativa, a inteligência artificial (IA) ainda não é uma forma importante de alavancar a produção e os resultados de empresas que a utilizam. A constatação é de Norbert Jung, CEO (diretor-executivo) da Bosch Connected Industry – braço de tecnologia da Bosch, multinacional alemã de engenharia e tecnologia.

    “Temos esse grande hype [empolgação], essa grande esperança de que a IA possa ajudar a resolver muitas das nossas questões, mas ainda assim todo mundo está meio que na fase piloto. Noventa e cinco por cento dos projetos de IA não entregam valor econômico hoje”, apontou.

    Para o diretor da Bosch, a questão passa por excesso de informação, o que classificou como cenário desafiador: “Temos cada vez mais dados, mas isso não parece produzir muito mais valor a partir desses dados”.

    Brasil homenageado

    A declaração foi durante um painel sobre IA durante um evento que antecipou novidades da Hannover Messe, maior feira de inovação e tecnologia industrial do mundo, que ocorrerá de 20 a 24 de abril em Hannover, cidade de cerca de 550 mil habitantes no Norte da Alemanha.

    O Brasil será o país homenageado na edição deste ano, que além de robôs e IA, apresentará tecnologias de digitalização, automação, descarbonização e energia limpa.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o chanceler (chefe de governo) da Alemanha, Friedrich Merz, confirmaram presença na Hannover Messe.

    Caminhos

    Ao apontar caminhos para fazer com que a IA agregue mais valor às empresas industriais, Norbert Jung aponta para a integração com o conhecimento humano.

    “A resposta está em trazer IA, máquinas e humanos juntos em uma forma de cointeligência na manufatura”, diz. “Nós industrializamos a IA generativa”, completa.

    A constatação do especialista segue a conclusão do estudo O Estado da IA nos Negócios em 2025 publicado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês para Massachusetts Institute of Technology), uma das universidades mais prestigiadas do mundo.  

    “Apesar de US$ 30 bilhões a US$ 40 bilhões em investimentos empresariais em IA generativa, o relatório revela um resultado surpreendente: 95% das organizações estão obtendo retorno zero”.

    Robótica e IA

    O chefe do departamento de pesquisa da empresa de robótica Agile Robots, Sven Parusel, considera que a IA começa a “ganhar vida” por meio de robôs.

    “Estamos vendo a IA sair das telas e entrar nos espaços de manufatura [industriais], especialmente quando falamos de IA física, trazendo robôs e máquinas físicas junto com as capacidades de IA”, aponta.

    Ele conta que desde 2018 a empresa alemã desenvolve braços e mãos robóticas, sistemas móveis e robô humanoide.

    “Para nós é muito importante que todos esses componentes se juntem, trazendo IA para todos eles e também para a própria fábrica”.

    Sven Parusel revelou que a Agile desenvolveu um sistema de montagem de caixa de câmbio com dois braços robóticos controlados por IA.

    “Usa a IA para controle e visão computacional para detectar objetos. Já vemos os benefícios: produção mais rápida, mais flexível e mais fácil de configurar”, descreve.

    Potencial brasileiro

    Por ser o país homenageado, o Brasil terá direito a ocupar pavilhões que somam 2,7 mil metros quadrados na Hannover Messe. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) ─ vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços ─ organiza a participação do país.

    Serão 140 expositores brasileiros e uma delegação formada por 300 empresas.

    Em conversa com a Agência Brasil, a representante regional da ApexBrasil, Márcia Nejaim, considera que o país tem potencial para ser protagonista na área de IA.

    “A gente tem total condições, assim como a gente já, inclusive, estabeleceu tendência em uso de outras tecnologias em um passado muito lá atrás de linguagens de computação e tal”.

    Ao citar instituições brasileiras que podem servir como expoentes de IA na Hannover Messe, a representante da ApexBrasil lembrou de nomes como o do instituto de pesquisa Eldorado e das empresas Fu2re e Stefanini.

    “O Brasil hoje tem gente trabalhando com tecnologia que não fica atrás, muita gente de fora vem contratar gente no Brasil”, reforçou Márcia Nejaim.

    *O repórter viajou a convite da Deutsche Messe AG, organizadora da Hannover Messe

    Especialista diz que 95% dos projetos de IA não geram valor a empresas

  • Google terá três novos programas para startups e prepara reabertura do Campus em São Paulo

    Google terá três novos programas para startups e prepara reabertura do Campus em São Paulo

    O anúncio ocorre às vésperas da reabertura do Google Campus em um novo endereço em São Paulo; sede ficará no complexo do IPT Open e terá mais de 7.000 m² dedicados a inovação e tecnologia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Google anunciou nesta segunda-feira (9) três novos programas voltados a startups brasileiras, que farão parte da nova fase do Google Campus, projeto da empresa de apoio ao empreendedorismo.

    A expectativa é selecionar até 50 startups nas primeiras fases das iniciativas, desenhadas para empresas em diferentes estágios de desenvolvimento.

    O anúncio ocorre às vésperas da reabertura do Google Campus em um novo endereço. O espaço passará a funcionar em uma área anexa ao futuro centro de engenharia do Google em São Paulo, localizado no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), vizinho à USP (Universidade de São Paulo).

    Anteriormente, estava localizado na zona sul de São Paulo, na rua Coronel Oscar Porto. O prédio foi desocupado no fim do ano passado. A inauguração do novo campus está prevista para os próximos meses, e os programas devem começar após a abertura do espaço.

    Segundo Maurício Martiniano, head do Google Campus, uma reformulação da estratégia da iniciativa, que passa a priorizar startups chamadas de “AI-First”, em que a inteligência artificial é parte central do produto ou do modelo de negócio.

    Segundo a empresa, há três frentes principais: deep tech, que envolve soluções baseadas em pesquisa científica e engenharia avançada para resolver desafios complexos de áreas como saúde, energia e clima; soluções agênticas, voltadas à transformação de experiências em setores como o varejo; e martech, área ligada à modernização do ecossistema publicitário e à economia de criadores.

    A nova sede ficará no complexo do IPT Open e terá mais de 7.000 m² dedicados a inovação e tecnologia. O campus ocupará um espaço independente, com estações de trabalho rotativas para até 120 pessoas por semana, salas de reunião, estúdio de podcast e um café aberto ao público.

    QUAIS SERÃO OS TRÊS PROGRAMAS?

    Os programas variam de acordo com diferentes estágios de maturidade e necessidades.

    – AI Board Academy: com duração de três a seis meses, vai conectar fundadores de startups diretamente com lideranças do Google e de grandes empresas, permitindo discussões sobre inteligência artificial e liderança.
    – Matchmaking: será um intensivo de até um mês que busca conectar startups a demandas de grandes corporações. Segundo o Google, com base em sinergias de negócios pré-validadas pelo time da companhia, o programa possibilitará que as startups façam provas de conceito e criem projetos de modernização tecnológica.
    – AI Speed Launch: terá formato de um dia e será voltado a startups que buscam aceleração técnica imediata. O Google Campus promoverá conexões com engenheiros do Google que poderão apoiar projetos por meio de prototipagem rápida e validação técnica.

    QUAIS SÃO OS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO?

    Embora os programas sejam abertos a startups do ecossistema do Google, serão priorizadas aquelas consideradas AI-First. A seleção ocorrerá tanto por editais públicos quanto por prospecção junto a parceiros, como fundos de venture capital.

    Além das iniciativas voltadas às empresas selecionadas, o Google Campus deve sediar eventos abertos, com debates e oportunidades de conexão voltadas ao ecossistema de inovação e inteligência artificial.

    Google terá três novos programas para startups e prepara reabertura do Campus em São Paulo

  • IA da Anthropic encontra falhas de segurança no navegador Firefox

    IA da Anthropic encontra falhas de segurança no navegador Firefox

    Modelo Claude Opus 4.6 identificou vulnerabilidades e bugs graves durante testes realizados em parceria com a Mozilla para avaliar a capacidade da inteligência artificial de detectar falhas em softwares complexos

    A Anthropic informou em publicação em seu blog oficial que seu modelo mais recente de inteligência artificial, o Claude Opus 4.6, identificou 22 vulnerabilidades diferentes e 14 bugs considerados graves no navegador Firefox, desenvolvido pela Mozilla.

    Segundo a empresa, a análise foi realizada em parceria com a própria Mozilla. O objetivo da iniciativa foi avaliar como a inteligência artificial pode ajudar a detectar falhas de segurança e contribuir para melhorar a proteção do navegador.

    “Escolhemos o Firefox porque ele possui uma base de código complexa e é um dos projetos de código aberto mais testados e seguros do mundo”, afirmou a Anthropic na publicação. “Isso torna mais desafiador avaliar a capacidade da inteligência artificial de encontrar novas vulnerabilidades de segurança em comparação com outros softwares open source usados anteriormente para testar nossos modelos.”

    Durante o processo, o Claude Opus 4.6 foi inicialmente treinado com vulnerabilidades antigas do Firefox. Os pesquisadores pediram que o sistema reproduzisse essas falhas conhecidas antes de avançar para a próxima etapa.

    Após esse treinamento inicial, a inteligência artificial passou a analisar o código do navegador em busca de novas vulnerabilidades que ainda não haviam sido identificadas.

    A Anthropic destacou que a maioria das falhas detectadas pelo modelo já foi corrigida pela equipe da Mozilla na atualização Firefox 148, lançada recentemente para o navegador.
     
     

     

    IA da Anthropic encontra falhas de segurança no navegador Firefox

  • Erro comum com carregadores pode pesar na conta de luz; entenda

    Erro comum com carregadores pode pesar na conta de luz; entenda

    Mesmo sem estar carregando o aparelho, alguns carregadores continuam consumindo energia, principalmente os modelos mais antigos. Especialistas recomendam retirar o dispositivo da tomada quando não estiver em uso

    Muitas pessoas costumam deixar o carregador do celular sempre conectado à tomada, mesmo quando nenhum aparelho está sendo carregado. Apesar de parecer inofensivo, esse hábito pode gerar um pequeno consumo de energia e, ao longo do tempo, impactar a conta de luz.

    Isso acontece porque alguns carregadores continuam consumindo eletricidade mesmo quando não estão conectados a um dispositivo. Esse fenômeno, conhecido como consumo em standby, é mais comum em modelos mais antigos.

    Em média, um carregador pode gastar cerca de 2,5 quilowatts-hora por ano quando permanece constantemente ligado à tomada. Embora seja um consumo relativamente baixo, qualquer gasto desnecessário de energia pode ser evitado.

    Por isso, a recomendação é retirar o carregador da tomada sempre que ele não estiver sendo utilizado.

    Para quem prefere manter os carregadores conectados em determinados pontos da casa, uma alternativa é utilizar extensões ou réguas de energia com interruptor. Assim, é possível desligar completamente a corrente elétrica quando o equipamento não estiver em uso.

    Outra orientação importante é sempre utilizar carregadores originais ou certificados pelo fabricante. Além de serem mais eficientes no consumo de energia, esses modelos também seguem padrões de segurança mais rigorosos.

    Erro comum com carregadores pode pesar na conta de luz; entenda

  • Samsung planeja lançar óculos inteligentes em 2026; entenda

    Samsung planeja lançar óculos inteligentes em 2026; entenda

    Dispositivo desenvolvido em parceria com Google e Qualcomm deve se conectar ao celular e ter câmera integrada. Projeto faz parte da corrida das big techs pelo mercado de wearables com inteligência artificial

    Há algum tempo já se sabe que a Samsung trabalha no desenvolvimento de óculos inteligentes em parceria com o Google e a Qualcomm. Mesmo com o projeto em andamento desde 2023, poucas informações sobre o novo dispositivo haviam sido divulgadas até agora.

    Durante o Mobile World Congress, realizado em Barcelona, na Espanha, o vice-presidente executivo da Samsung, Jay Kim, afirmou em entrevista à CNBC que os óculos inteligentes devem ser lançados em 2026.

    Segundo o executivo, o dispositivo poderá se conectar ao celular e contará com uma câmera posicionada na altura dos olhos do usuário. A proposta é que os óculos funcionem integrados ao smartphone, que será responsável por boa parte do processamento das informações.

    Ainda assim, rumores indicam que a Samsung já trabalha em uma segunda geração do produto. A expectativa é que um novo modelo, previsto para 2027, traga tela integrada, o que permitiria utilizar os óculos com menor dependência do celular.

    Apesar da confirmação de que o primeiro modelo deve chegar ao mercado em 2026, a Samsung ainda não divulgou uma data específica para o lançamento nas lojas.

    Óculos inteligentes ganham espaço no mercado

    Enquanto isso, o mercado de óculos inteligentes segue em expansão. A EssilorLuxottica, fabricante da Ray-Ban, informou em sua mais recente apresentação de resultados que mais de 7 milhões de unidades dos óculos inteligentes com inteligência artificial desenvolvidos em parceria com a Meta foram vendidas em 2025.

    De acordo com a CNBC, o número representa um crescimento significativo em relação ao período entre 2023 e 2024, quando cerca de 2 milhões de unidades haviam sido comercializadas.

    Com esse avanço, a empresa passou a considerar sua entrada no segmento de dispositivos vestíveis um sucesso.

    “O nosso sucesso no mercado de wearables está ajudando a impulsionar a revolução dos óculos com inteligência artificial, com nossas marcas icônicas sendo um forte motor de demanda”, afirmou a EssilorLuxottica em comunicado.

    Em 2025, a Oakley, marca que também pertence ao grupo EssilorLuxottica, passou a colaborar com a Meta no desenvolvimento de novos óculos inteligentes com inteligência artificial.

    A parceria entre Meta e EssilorLuxottica deve continuar nos próximos anos. As duas empresas já haviam decidido ampliar a colaboração em 2024.

    Além disso, segundo fontes ouvidas pelo The New York Times, a Meta também trabalha na integração de tecnologia de reconhecimento facial em seus óculos inteligentes desenvolvidos com a Ray-Ban. O lançamento dessa nova funcionalidade pode ocorrer ainda este ano.
     
     

     

    Samsung planeja lançar óculos inteligentes em 2026; entenda

  • Só quem viveu os anos 90 vai reconhecer estes gadgets icônicos; veja

    Só quem viveu os anos 90 vai reconhecer estes gadgets icônicos; veja

    Eles fizeram parte da rotina de milhões de pessoas, mudaram hábitos e viraram símbolos de uma geração. Décadas depois, continuam despertando memórias e mostrando como a tecnologia evoluiu rapidamente. Lembra-se?

    Quem cresceu nos anos 1990 provavelmente guarda lembranças não apenas das músicas que ouvia ou dos desenhos animados que assistia, mas também de alguns dispositivos eletrônicos e gadgets que marcaram aquela época.

    Hoje estamos cercados por tecnologias de todos os tipos, mas houve um período em que esses aparelhos eram verdadeiras novidades. Muitos deles não só marcaram a cultura popular da década como também influenciaram diretamente os produtos tecnológicos que usamos atualmente.

    O site BGR reuniu uma lista com cinco dos gadgets mais memoráveis lançados nos anos 90. Curiosamente, a seleção não inclui o Game Boy, já que o console foi lançado no final da década de 1980.

    Veja alguns dos dispositivos que ajudaram a definir aquela geração.

    PlayStation

      JORNAL DA TARDE [Legenda]© Shutterstock  
    Lançado em 1994 pela Sony, o PlayStation revolucionou o mercado de videogames ao popularizar os gráficos em 3D e os jogos em CD. O console trouxe títulos marcantes como Final Fantasy VII, Metal Gear Solid e Gran Turismo, tornando-se um enorme sucesso mundial e mudando para sempre a indústria dos games.

    Discman

    JORNAL DA TARDE [Legenda]© Shutterstock  

    O Discman foi o sucessor portátil dos antigos tocadores de fita cassete. Desenvolvido pela Sony, o aparelho permitia ouvir CDs em qualquer lugar, algo que parecia revolucionário na época. Para muitos jovens dos anos 90, caminhar com fones de ouvido e um Discman na mochila era sinônimo de liberdade e modernidade.

    iMac G3

      JORNAL DA TARDE [Legenda]© Shutterstock  
    Apresentado pela Apple em 1998, o iMac G3 chamou atenção pelo design colorido e transparente, algo muito diferente dos computadores cinza e sem graça da época. O modelo marcou o retorno da Apple ao sucesso comercial e ajudou a redefinir a imagem da empresa como inovadora.

    DVD

    JORNAL DA TARDE [Legenda]© Shutterstock

    O DVD começou a se popularizar no fim dos anos 1990 e rapidamente substituiu as fitas VHS. Com melhor qualidade de imagem e som, além de recursos extras como menus e conteúdos especiais, o formato transformou a maneira como as pessoas assistiam a filmes em casa.

    Tamagotchi

      JORNAL DA TARDE [Legenda]© Shutterstock  
    Criado no Japão em 1996, o Tamagotchi virou uma febre mundial entre crianças e adolescentes. O pequeno dispositivo digital simulava um animal de estimação virtual que precisava ser alimentado, cuidado e entretido ao longo do dia. O brinquedo se tornou um fenômeno cultural e marcou toda uma geração.
     
     

     

    Só quem viveu os anos 90 vai reconhecer estes gadgets icônicos; veja