Categoria: TECNOLOGIA

  • Estúdio de "Halo" e "Destiny" lança novo jogo online em março

    Estúdio de "Halo" e "Destiny" lança novo jogo online em março

    Jogo de tiro online da Bungie chega em março com cross-play, ambientação futurista e foco em exploração competitiva, no qual jogadores arriscam equipamentos a cada incursão e disputam recursos tanto contra inimigos do cenário quanto contra outros players

    A Bungie, estúdio responsável por franquias como Halo e Destiny, anunciou que seu próximo lançamento, Marathon, chegará oficialmente no dia 5 de março para PlayStation 5, Xbox Series e PC.

    O jogo estava inicialmente previsto para setembro do ano passado, mas acabou sendo adiado após a desenvolvedora decidir incorporar sugestões e críticas recebidas durante as fases de testes e avaliações da comunidade.

    Mesmo com o lançamento em múltiplas plataformas, a Bungie confirmou que Marathon contará com cross-play, permitindo que jogadores de sistemas diferentes joguem juntos.

    Ambientado no ano de 2850, o título se passa em um universo de ficção científica no qual os jogadores assumem o papel de Runners. O objetivo é explorar mapas hostis em busca de armas e equipamentos cada vez mais poderosos. Caso o personagem morra durante uma incursão, todo o loot obtido é perdido. Já quem consegue escapar com vida garante os itens de forma permanente.

    Além de enfrentar inimigos controlados pelo jogo, as equipes também precisam lidar com outros jogadores que disputam os mesmos recursos, o que adiciona um forte componente competitivo às partidas.

    Pode ver acima o novo trailer de “Marathon”.

    Estúdio de "Halo" e "Destiny" lança novo jogo online em março

  • Netflix pagará US$ 82 bilhões em dinheiro pela Warner para garantir compra

    Netflix pagará US$ 82 bilhões em dinheiro pela Warner para garantir compra

    A transação segue prevista para ser finalizada entre 12 e 18 meses após o acordo original, firmado em dezembro de 2025, e ainda depende de aprovações regulatórias nos Estados Unidos e na Europa, além do aval dos acionistas da Warner Bros. Discovery

    (CBS NEWS) – A Netflix concordou em adquirir os estúdios da Warner Bros. Discovery e a HBO Max em uma transação integralmente em dinheiro, numa tentativa de barrar a oferta rival hostil da Paramount Skydance, segundo a revista Variety. O acordo está avaliado em US$ 82,7 bilhões, cerca de R$ 444 bilhões.

    A mudança para pagamento totalmente em dinheiro “simplifica a estrutura da transação, oferece maior segurança de valor aos acionistas da Warner Bros. Discovery e acelera o caminho para a votação dos acionistas”, afirmaram porta-vozes das empresas à publicação americana. O acordo original, anunciado em dezembro, previa cerca de 84% do valor em dinheiro, o que deixava os acionistas expostos à volatilidade das ações da Netflix.

    Com os novos termos, a votação dos acionistas da Warner Bros. Discovery poderá ocorrer até abril de 2026.

    Outro ajuste relevante envolve a criação da Discovery Global, que ficará fora do escopo da aquisição pela Netflix. A nova empresa reunirá canais de televisão como CNN, TNT, TBS, HGTV, Food Network e TNT Sports. A Netflix aceitou contribuir para a redução da dívida líquida dessa companhia, e a separação deve ser concluída em um prazo de seis a nove meses.

    A transação segue prevista para ser finalizada entre 12 e 18 meses após o acordo original, firmado em dezembro de 2025, e ainda depende de aprovações regulatórias nos Estados Unidos e na Europa, além do aval dos acionistas da Warner Bros. Discovery. Os conselhos de administração das duas empresas aprovaram o novo formato por unanimidade.

    Enquanto isso, a Paramount Skydance continua pressionando os acionistas com uma oferta hostil de US$ 108,4 bilhões, cerca de R$ 542 bilhões, também em dinheiro. A empresa chegou a entrar com uma ação judicial exigindo mais transparência sobre a avaliação da Discovery Global e anunciou a intenção de disputar o controle do conselho da companhia.

    David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, afirmou que o acordo aproxima “duas das maiores empresas de storytelling do mundo”. Já Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, disse que a operação “oferece maior segurança financeira e ampliará o acesso global a conteúdos de TV e cinema”.
     
     

     

    Netflix pagará US$ 82 bilhões em dinheiro pela Warner para garantir compra

  • Reino Unido estuda proibição de redes sociais para crianças

    Reino Unido estuda proibição de redes sociais para crianças

    O Reino Unido iniciou uma consulta sobre o uso de redes sociais por crianças, avaliando possível proibição para menores, como na Austrália. O governo analisará evidências globais e enviará ministros ao país para entender sua política e orientar futuras decisões.

    O Reino Unido lançou nesta segunda-feira (20) uma consulta sobre redes sociais e crianças, incluindo a possibilidade de proibição do uso para menores de uma certa idade, restrição semelhante à adotada pela Austrália para crianças e adolescentes com menos de 16 anos, e uma orientação mais rígida às escolas sobre telefones celulares.

    O governo britânico anunciou que vai examinar evidências em todo o mundo sobre uma ampla gama de propostas, incluindo a análise da eficácia da proibição do uso de redes sociais para crianças e, caso adotada, a melhor forma de fazê-la funcionar.

     

    Ministros devem visitar a Austrália, que no mês passado tornou-se o primeiro país a proibir as redes sociais para menores de 16 anos, na esperança de aprender em primeira mão com a abordagem deles, disse comunicado.

     

    Reino Unido estuda proibição de redes sociais para crianças

  • Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

    Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

    Usuários de iPhone testam um novo recurso do WhatsApp que permite adicionar foto de capa ao perfil, com privacidade ajustável. A função, semelhante ao Facebook, ainda está em desenvolvimento e não tem previsão para Android

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Donos de iPhone relatam que o WhatsApp criou a opção de adicionar uma foto de capa no perfil. O recurso ainda está em desenvolvimento, de acordo com o site especializado WaBetaInfo.

    O recurso funciona como a foto de capa no Facebook e adiciona uma camada de personalização no aplicativo de mensagens.

    O banner fica atrás da foto redonda de perfil e pode ser alterado por meio de um ícone em formato de lápis, no canto inferior direito da tela. É possível usar uma fotografia existente ou fazer um retrato na hora.

    A foto também terá nível de privacidade ajustável de acordo com as preferências do usuário, que poderá escolher deixá-la pública ou aparente apenas para seus contatos -como também é possível fazer com a foto de perfil.

    Fotos públicas podem ser usadas por estelionatários para aplicar golpes e tiradas de contexto com inteligência artificial.

    Por ora, o recurso só apareceu para testadores da versão do WhatsApp para iOS, o sistema operacional do iPhone.

    A Meta não respondeu se tem planos de levar o recurso para celulares Android nem indicou quando pretende fazer o lançamento oficial do recurso.

    A opção de usar uma foto de capa já está disponível no WhatsApp Business. Na versão para negócios, a imagem é pública por padrão.

    O usuário também tem a opção de remover a foto de capa depois de adicionar uma.

    Perfis do WhatsApp devem ganhar foto de capa, e testes começaram no iPhone

  • IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

    IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

    A imagem utilizada na peça publicitária é a mesma que aparece no perfil pessoal de Gabriela no Instagram. O uso de imagem de terceiros sem autorização prévia e expressa viola o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também contraria as normas da própria Meta

    (CBS NEWS) – Um bug na plataforma de automação de anúncios da Meta, que utiliza inteligência artificial, fez com que uma empresa brasileira exibisse fotos da filha de uma usuária em uma peça publicitária voltada à venda de produtos para a pele. A jovem nunca autorizou o uso de sua imagem.

    O problema começou há cerca de 30 dias, quando a farmacêutica Fátima Costa, de 65 anos, percebeu que anúncios da marca de cuidados com a pele Principia, no Instagram, passaram a exibir fotos de sua filha, a jornalista da Folha Gabriela Mayer.

    A imagem utilizada na peça publicitária é a mesma que aparece no perfil pessoal de Gabriela no Instagram. O uso de imagem de terceiros sem autorização prévia e expressa viola o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e também contraria as normas da própria Meta, que proíbem o uso de dados sensíveis, como imagens de rosto, em anúncios.

    Funcionários da Meta ouvidos sob condição de anonimato afirmam que o episódio foi resultado de um erro na plataforma da empresa — uma “alucinação”, como é chamada no jargão da inteligência artificial. Segundo eles, o problema afeta apenas uma pequena parcela de usuários.

    A Principia afirma que nunca utilizou a imagem mencionada em seus materiais de divulgação. “Usamos apenas imagens com autorização de uso, diretamente com a Meta, sem envolvimento de agências. Questionamos a Meta assim que tivemos conhecimento desse caso e estamos aguardando uma posição quanto à autenticidade e à causa do possível uso dessa imagem nos anúncios”, informou a empresa.

    A marca utiliza a ferramenta Meta Advantage+ Creative, que promete editar automaticamente imagens e criar anúncios personalizados com base na forma como os usuários interagem com conteúdos publicitários. O anunciante define o objetivo da campanha, como ganhar seguidores, aumentar o engajamento ou ampliar as vendas.

    A Meta afirmou estar ciente do problema. “Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível”, disse a empresa.

    Pessoas com acesso ao departamento de soluções para negócios da Meta no Brasil negaram conhecimento sobre qualquer teste de ferramenta que exibisse fotos de conhecidos do público-alvo em anúncios. Segundo elas, a hipótese mais provável é a de um erro, já que a prática violaria as regras da própria companhia.

    A Principia reforça que trabalha exclusivamente com ferramentas da Meta, o que descartaria falhas em plataformas externas de personalização de anúncios. As edições feitas pela Advantage+ não aparecem na biblioteca de anúncios da Meta, o que dificulta a identificação das alterações realizadas automaticamente pela tecnologia.

    No caso relatado, mãe e filha se seguem mutuamente no Instagram, e Fátima afirma acessar com frequência o perfil de Gabriela. A farmacêutica destacou ainda que a imagem exibida no anúncio não estava armazenada em seu celular.

    Ao ver a propaganda pela primeira vez, Fátima pensou se tratar de um golpe financeiro, mas confirmou que o perfil utilizado era oficial da empresa.

    Nos contratos disponíveis ao público, a Meta se isenta de responsabilidade sobre textos ou imagens criados pela ferramenta Meta Advantage+. “Também não damos nenhuma garantia de que o conteúdo de anúncios será único e protegido por direitos de propriedade intelectual ou de que ele não violará os direitos de terceiros”, afirma a empresa em seus termos de uso.

    De acordo com as regras da Meta, caberia à Principia supervisionar os anúncios gerados por inteligência artificial a partir da ferramenta.

    Segundo a professora de direito digital da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Chiara Teffe, ainda é possível discutir quem deve ser responsabilizado pelo uso indevido de imagem e de dados pessoais. Ela destaca que não há precedentes para situações desse tipo.

    Pela descrição oficial da Meta, a Advantage+ não deveria utilizar fotos sem autorização. A ferramenta é projetada para otimizar peças publicitárias previamente fornecidas ou autorizadas pelo anunciante, como anúncios antigos, posts da própria conta, imagens de catálogo ou materiais licenciados.

    O CEO da agência de marketing PX/Brasil, Rico Araújo, explica que a Advantage+ reaproveita automaticamente conteúdos que tiveram melhor desempenho, inclusive posts antigos ou imagens de banco já utilizadas pela empresa. “Se não houver uma governança clara desses ativos — especialmente no uso de imagens com pessoas — o algoritmo apenas escala algo que já estava permitido”, afirma.

    Já o CEO da Polaris Group, Fernando Moulin, diz que a Meta tem oferecido descontos a empresas que adotam a Advantage+, embora ainda exista cautela no mercado. “A Meta tem a melhor propaganda: ‘ninguém conhece melhor como as pessoas interagem com o anúncio do que a gente’”, diz.

    Outra vantagem da ferramenta seria a possibilidade de testar múltiplas versões de um mesmo anúncio sem demandar grande esforço operacional. Ainda assim, nenhum dos três publicitários ouvidos pela Folha afirmou utilizar a ferramenta para criação automática de peças. “Eu, particularmente, não tenho usado criativos automáticos porque não fica claro o que vai ser gerado”, diz Araújo.

    O caso se soma a outras controvérsias envolvendo o uso indevido de imagens e direitos autorais por sistemas de inteligência artificial. Como mostrou a Folha, ferramentas do tipo utilizaram obras de autores como Clarice Lispector, Chico Buarque e Paulo Coelho para treinar modelos de IA sem autorização ou remuneração, além de recorrer a cópias piratas disponíveis na internet. Também já há registros do uso de imagens de pessoas famosas em anúncios criados por inteligência artificial sem consentimento.
     
     

     

    IA da Meta quebra regra da big tech e inclui foto de filha em propaganda direcionada à mãe

  • Além de Grok, ChatGPT também tira roupa de pessoas sem consentimento

    Além de Grok, ChatGPT também tira roupa de pessoas sem consentimento

    No Brasil, é crime manipular, produzir ou divulgar conteúdo de nudez ou ato sexual falso gerado por inteligência artificial ou outros meios tecnológicos. O crime pode ser punido com reclusão de dois a seis anos, além de multa

    (CBS NEWS) – O ChatGPT atende a pedidos para editar fotos e retirar as roupas sem consentimento da pessoa fotografada, assim como faz o Grok, que passou a chamar a atenção de autoridades na Ásia e na Europa desde o início do ano por estar despindo mulheres e menores de idade.

    A plataforma da OpenAI trocou as roupas de pessoas por trajes de banho em testes feitos pela Folha. Foram usadas imagens do repórter e personagens feitos por IA no experimento, para evitar a exposição de terceiros. O ChatGPT só retirou as vestimentas, enquanto o Grok transformou o repórter em uma mulher e o exibiu em uma dança sensual, sem que houvesse instrução para isso.

    No Brasil, é crime manipular, produzir ou divulgar conteúdo de nudez ou ato sexual falso gerado por inteligência artificial ou outros meios tecnológicos. O crime pode ser punido com reclusão de dois a seis anos, além de multa. A pena é majorada se a vítima for mulher, criança, adolescente, pessoa idosa ou com deficiência.

    A OpenAI diz que bloqueia solicitações de geração de imagem que possam violar suas regras e que infrações recorrentes podem levar a perda da conta. Porém, a empresa disse que atualizou seu algoritmo recentemente para lidar com “sistemas excessivamente restritivos”.

    “Por exemplo, havia bloqueios de representações de amamentação ou adultos usando trajes de banho em contextos não sexualizados”, diz a empresa em nota. Ela também afirmou que aplica proteções para o uso não consensual de imagens, sem comentar os exemplos enviados pela reportagem.

    A xAI, por outro lado, disse que implementou medidas para evitar a edição de imagens reais de pessoas, que envolvessem “roupas reveladoras como biquinis”, após ameaças de punições das autoridades.

    O ChatGPT, diferentemente do Grok, não divulga as imagens que gera em uma rede social, de forma que todos possam ver. Isso, de acordo com especialistas em segurança da informação, torna mais difícil medir a quantidade de imagens íntimas geradas pelo chatbot da OpenAI.

    Mesmo que não exista nudez completa, a geração de imagens em roupa de banho se enquadra no entendimento jurídico de divulgação de fotos íntimas, diz a diretora de pesquisa do InternetLab Clarice Tavares. “Além da violação do consentimento dessas pessoas, nos casos em que temos visto [no Grok], existe uma intencionalidade de sexualização.”

    Em decisão de 2020, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) julgou culpado um homem que divulgou fotos de sua ex-namorada em roupas de banho. “Mesmo que não fosse um caso de nudez total, houve uma intenção de vingança na divulgação daquelas fotos íntimas”, afirma Tavares.

    O cientista da computação argentino Marcelo Rinesi, que participou dos primeiros testes do Dall-E, o modelo predecessor ao ChatGPT Images, lembra que o risco de que o modelo gerasse pornografia não consentida era uma das principais preocupações da OpenAI.

    “Essa é uma das regras básicas de segurança e privacidade em qualquer tecnologia, desde a fotografia. O que é específico dessa tecnologia é a capacidade de gerar uma imagem erótica de uma pessoa qualquer apenas com uma foto e quase sem custo”, afirma Rinesi.

    De acordo com o CEO da OpenAI, Sam Altman, a empresa escolheu mudar suas diretrizes por causa de reclamações de usuários sobre a aplicação muito estrita das normas. As mudanças, disse ele dias antes da mudança, visaram “garantir liberdade intelectual”.

    A geração de imagens íntimas sem consentimento teve uma explosão neste ano, quando usuários do X perceberam que era possível usar o Grok com esse objetivo. Entre os dias 5 e 6 de janeiro, a IA de Musk, que publica na rede social por meio da conta @Grok, gerou 6.700 imagens por hora que foram identificadas como sexualmente sugestivas ou de nudez, de acordo com uma análise divulgada pela Bloomberg feita por Genevieve Oh, uma pesquisadora independente de redes sociais.

    Os outros cinco principais sites dedicados à geração de imagens com IA tiveram uma média de 79 novas imagens de nudez por IA por hora em um período de 24 horas.

    Enquanto o Grok, por escolha de seus desenvolvedores, não impunha limites aos usuários, o ChatGPT apresenta algumas salvaguardas. Porém, é possível driblá-las com alterações no comando. A Folha não vai explicar como fez isso para evitar a reprodução da prática.

    Em sites de fórum, como o Reddit, pessoas compartilham informações de como gerar imagens sexualizadas em plataformas de IA como o Grok, o ChatGPT, e o Gemini do Google. A revista especializada Wired encontrou páginas com dicas de como usar os modelos para despir mulheres reais.

    Após o contato da revista, o Reddit retirou esses tópicos do ar, afirmando que eles infringiram suas regras.

    Outros concorrentes como Gemini, do Google, e Meta AI, da Meta, não geraram roupas de pessoas reais em biquinis.

    COMO PROTEGER SEUS DADOS

    A empresa de cibersegurança Eset afirma que é preciso redobrar o cuidado com quais imagens são tornadas públicas, por meio, por exemplo, de publicação em redes sociais. Desde que ferramentas como o Grok, o ChatGPT e o Gemini, do Google, receberam a habilidade de editar fotos, qualquer um com poucas instruções em português básico pode tirar uma imagem de contexto.

    Veja cuidados para evitar que suas fotos sejam manipuladas com IA: Verifique as fotos que você mantém online Evite publicar fotos de menores de idade Se possível, mantenha as suas páginas privadas

    Use a ferramenta do Google para checar se seus dados pessoais vazaram na internet Também é possível impedir, nas configurações, que a xAI use as imagens que você publicar no desenvolvimento das futuras versões do Grok

    Além de Grok, ChatGPT também tira roupa de pessoas sem consentimento

  • TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

    TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

    Nova ferramenta será aplicada na Europa, Reino Unido e Suíça, com análise automática de perfis, possibilidade de denúncias por usuários e revisão humana em casos suspeitos de contas pertencentes a menores de 13 anos.

    O TikTok anunciou que pretende implementar uma nova ferramenta de detecção de idade na plataforma. O recurso será adotado não apenas na União Europeia, mas também em mercados como Reino Unido e Suíça.

    O sistema terá como objetivo estimar a idade dos usuários e bloquear automaticamente conteúdos considerados inadequados para determinadas faixas etárias. Caso a tecnologia identifique indícios de que uma conta pertence a alguém com menos de 13 anos, idade mínima exigida para uso da rede social, o perfil será encaminhado para análise de um moderador, que decidirá se a conta deve ser removida.

    Além da verificação automática, qualquer usuário poderá denunciar perfis que suspeite pertencerem a menores de 13 anos. Essas denúncias também serão avaliadas por moderadores especializados.

    A empresa informou que usuários europeus receberão notificações explicando como funcionará o novo sistema. Se uma conta for bloqueada por engano, o titular poderá recorrer da decisão e apresentar um documento oficial para comprovar a idade.

    Em comunicado, o TikTok reconheceu os desafios envolvidos nesse tipo de verificação. “Apesar dos nossos esforços, ainda não existe um método globalmente consensual que permita confirmar a idade de uma pessoa de forma eficaz e, ao mesmo tempo, preservar sua privacidade”, afirmou a plataforma.

    A empresa reforçou que mantém o compromisso de impedir o acesso de crianças menores de 13 anos ao aplicativo, oferecer experiências adequadas para adolescentes e continuar avaliando diferentes soluções tecnológicas. Segundo o TikTok, uma abordagem multifacetada, que combine diversas técnicas de verificação, é essencial para garantir a segurança dos usuários mais jovens desde a concepção da plataforma.
     

     
     
     
     
     
     
     

    TikTok vai implementar sistema para manter crianças fora do aplicativo

  • OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

    OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

    A empresa inicia testes de publicidade para usuários gratuitos nos EUA e apresenta o plano ChatGPT Go, mais barato que as versões Plus e Pro, como parte da estratégia para diversificar receitas e ampliar o acesso à ferramenta de inteligência artificial.

    A OpenAI anunciou que começará a exibir anúncios dentro do ChatGPT para parte dos usuários nos Estados Unidos. A iniciativa, segundo a empresa, está em fase de testes e tem como objetivo ampliar a base de clientes e diversificar as fontes de receita.

    De acordo com comunicado publicado no blog oficial da OpenAI, os anúncios aparecerão ao final das respostas sempre que houver um produto ou serviço patrocinado considerado relevante. A empresa afirma que o conteúdo publicitário será claramente identificado como anúncio.

    Assinantes dos planos Plus, Pro, Business e Enterprise não verão anúncios durante o uso do ChatGPT.

    “Acreditamos em um modelo de receita diversificado, no qual os anúncios podem desempenhar um papel importante para tornar a informação mais acessível para todos”, afirmou Fidji Simo, CEO de aplicativos da OpenAI.

    Nova assinatura do ChatGPT

    Junto com a novidade, a OpenAI também lançou um novo plano de assinatura, chamado ChatGPT Go. O plano já está disponível globalmente, inclusive no Brasil, com mensalidade de R$ 39,99.

    Segundo a empresa, o ChatGPT Go oferece mais capacidade de uso do que a versão gratuita, permitindo explorar temas com maior profundidade, manter conversas mais longas, enviar mais conteúdos, gerar mais imagens e contar com mais memória para respostas personalizadas.

    No Brasil, os valores atuais das assinaturas do ChatGPT são:

    O plano gratuito segue disponível sem custo, com acesso limitado aos recursos da plataforma.

    O plano ChatGPT Go custa R$ 39,99 por mês.

    O ChatGPT Plus tem mensalidade de aproximadamente R$ 99,90.

    O ChatGPT Business varia entre R$ 134,99 e R$ 159,99 por mês, dependendo da forma de pagamento.

    Já o plano ChatGPT Pro custa cerca de R$ 999,90 mensais.

    A OpenAI reforça que os anúncios não afetarão a experiência dos usuários pagantes e que a exibição de publicidade será limitada apenas à versão gratuita do serviço.
     
     
     

    OpenAI vai começar a exibir anúncios no ChatGPT; enteda

  • EUA e NASA querem reator nuclear na Lua até 2030

    EUA e NASA querem reator nuclear na Lua até 2030

    O objetivo deste projeto – previsto para 2030 – passa por gerar energia no satélite natural da Terra de forma a ter missões espaciais mais prolongadas e sem dependência de combustível enviado do nosso planeta.

    A NASA e o Departamento de Energia dos Estados Unidos anunciaram planos para construir um reator nuclear na superfície da Lua, indicando que o projeto deve ser concluído até 2030.

    O objetivo da iniciativa é criar uma fonte de energia no satélite natural da Terra, que ajudará a sustentar missões mais longas na Lua, eliminando a necessidade de transportar combustível a partir do nosso planeta.

    “Este acordo permite uma colaboração mais próxima entre a NASA e o Departamento de Energia para fornecer as capacidades necessárias para uma nova Era Dourada da exploração e da descoberta espacial”, afirmou o administrador da NASA, Jared Isaacman, em comunicado.

    Ainda assim, será necessário realizar uma série de testes para avaliar a viabilidade da construção de um reator nuclear na Lua.

    Um dos principais desafios será a forma de resfriamento das torres nucleares. Considerando a baixa gravidade e a reduzida pressão atmosférica, será preciso adotar soluções mais criativas, podendo exigir, por exemplo, o uso de metal líquido como sistema de resfriamento.

    Outro obstáculo importante será a poeira lunar que, diferentemente do que ocorre em Marte, é carregada de radiação solar. Isso exigirá que os equipamentos desenvolvidos para a superfície da Lua sejam projetados para resistir a esse fator.

    EUA e NASA querem reator nuclear na Lua até 2030

  • Prime Video já escolheu o ator que interpretará Kratos em "God of War"

    Prime Video já escolheu o ator que interpretará Kratos em "God of War"

    O nome escolhido para interpretar o protagonista de “God of War” é Ryan Hurts, conhecido sobretudo por “Sons of Anarchy” e “The Walking Dead”. O ator também já interpretou um personagem dos jogos.

    A Amazon anunciou oficialmente que Ryan Hurst foi o ator escolhido para interpretar Kratos na adaptação de God of War, que será lançada no Prime Video.

    Além de ser conhecido por séries como Sons of Anarchy e The Walking Dead, Hurst também é um nome familiar para os fãs de God of War, já que deu voz ao personagem Thor em God of War Ragnarök.

    Vale lembrar que essa adaptação de God of War já tem duas temporadas garantidas e irá adaptar os acontecimentos do jogo lançado em 2018. A narrativa acompanha a jornada de Kratos, ao lado de seu filho Atreus, para espalhar as cinzas da esposa, que faleceu.

    Além de God of War, a Amazon conta com uma ampla variedade de produções baseadas em videogames em seu catálogo.

    Além de Fallout, que já tem uma terceira temporada confirmada, o Prime Video também confirmou a produção de um reality show inspirado em Fallout Shelter e revelou como ficará a atriz Sophie Turner caracterizada como Lara Croft na adaptação de Tomb Raider.

    Prime Video já escolheu o ator que interpretará Kratos em "God of War"