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  • Governo Lula vai pleitear que carne já embarcada fique fora de novas cotas chinesas

    Governo Lula vai pleitear que carne já embarcada fique fora de novas cotas chinesas

    Nesta quarta-feira (31), o Ministério do Comércio da China anunciou que, a partir de 1º de janeiro, adicionará tarifas de 55% sobre as importações de carne bovina de países como Brasil, Argentina, Uruguai e Estados Unidos que excedam uma determinada quantidade.

    RICARDO DELLA COLETTA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve pedir às autoridades da China que a carne bovina brasileira já embarcada e que no momento está em trânsito não entre na cota recém-anunciada pelo país asiático para fins de aplicação de tarifas.

    Nesta quarta-feira (31), o Ministério do Comércio da China anunciou que, a partir de 1º de janeiro, adicionará tarifas de 55% sobre as importações de carne bovina de países como Brasil, Argentina, Uruguai e Estados Unidos que excedam uma determinada quantidade.

    No caso do Brasil, a cota para 2026 será de 1,1 milhão de toneladas. Isso significa que o que superar esse patamar estará sujeito a uma tarifa de 55%.

    O pedido para que o produto já embarcado não seja considerado no cálculo da cota é uma das medidas que o governo Lula pretende adotar para tentar aliviar o impacto do tarifaço chinês. Segundo pessoas com conhecimento do setor, pode haver entre 100 mil e 150 mil toneladas de carne nessa situação.

    Outra ação que será estudada nos primeiros dias de 2026 será solicitar à China algum tipo de compensação às salvaguardas impostas. Uma das hipóteses é pedir a Pequim acesso preferencial a miúdos de bovinos e suínos, um pleito antigo do Brasil.

    De acordo com dados da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), o Brasil exportou cerca de 1,7 milhão de toneladas de carne bovina para a China em 2025, a grande maioria in natura.

    Isso significa que a sobretaxa chinesa, se mantido o patamar deste ano, poderia afetar mais de 500 mil toneladas do produto.

    Apesar do cálculo, pessoas que acompanham o setor destacam que 2025 foi um ano extremamente positivo para as exportações brasileiras para a China, impulsionadas, entre outros fatores, pelo tarifaço aplicado por Donald Trump -Pequim pode ter absorvido parte da carne que iria para os Estados Unidos.

    Em nota, a Abiec e a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) disse que as tarifas chinesas tornam necessários “ajustes ao longo de toda a cadeia, da produção à exportação, para evitar impactos mais amplos”.

    “A Abiec e a CNA seguirão acompanhando a implementação das medidas, atuando diretamente junto ao governo Brasileiro e às autoridades chinesas para reduzir os danos que essa sobretaxa causará aos pecuaristas e exportadores brasileiros e para preservar o fluxo comercial historicamente praticado”, disseram as entidades, em nota.

    O governo da China anunciou a sobretaxa sob a justificativa de proteção do seu mercado interno.

    Os preços da carne bovina na China têm apresentado tendência de queda nos últimos anos devido ao excesso de oferta e à fraca demanda decorrente da desaceleração da segunda maior economia do mundo, segundo analistas.

    Ao mesmo tempo, as importações dispararam, tornando o gigante asiático um mercado crucial para países produtores de carne bovina, como os da América Latina e a Austrália.

    Pesquisadores chineses concluíram que a compra de carne bovina estrangeira prejudicou a indústria nacional, afirmou o Ministério do Comércio em um comunicado à imprensa justificando sua decisão.

    A investigação oficial abrangeu carne bovina fresca, congelada, com osso e sem osso, de acordo com a mesma fonte, afirmando que as tarifas adicionais serão aplicadas por três anos, até 31 de dezembro de 2028.

    Governo Lula vai pleitear que carne já embarcada fique fora de novas cotas chinesas

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  • China anuncia adoção de salvaguarda com cotas e tarifa de 55% para importação de carne bovina

    China anuncia adoção de salvaguarda com cotas e tarifa de 55% para importação de carne bovina

    A China anunciou nesta quarta-feira, 31, a adoção de medidas de salvaguarda contra a importação de carne bovina

    A China anunciou nesta quarta-feira, 31, a adoção de medidas de salvaguarda contra a importação de carne bovina. A decisão foi comunicada pelo Ministério do Comércio (Mofcom) do país. O governo chinês decidiu adotar cotas específicas por país para importação de carne bovina com a imposição de uma tarifa adicional de 55% para volumes que excederem a cota, conforme antecipou o Broadcast Agro. As medidas entram em vigor amanhã (1º) e serão implementadas por três anos até 31 de dezembro de 2028.

    O Brasil, principal fornecedor da proteína vermelha ao mercado chinês, terá uma cota de exportação de 1,106 milhão de toneladas sem tarifas adicionais neste ano. O volume alcança 1,128 milhão de toneladas em 2027 e 1,154 milhão de toneladas em 2028. A título de comparação, neste ano no acumulado até novembro, o País já exportou 1,499 milhão de toneladas de carne bovina ao mercado chinês, somando US$ 8,028 bilhões.

    A adoção de medidas de salvaguarda pela China era vista como “iminente” pelo governo e pelo setor produtivo brasileiro, que temem o impacto com a queda nas exportações da proteína vermelha ao país asiático. O governo chinês já havia sinalizado aos países que adotaria as cotas e tarifas sobre a importação da carne bovina. Interlocutores do governo brasileiro relatam que as autoridades chinesas vinham apontando para aplicação de uma salvaguarda “moderada”, visando preparar o governo quanto a eventuais medidas e minimizar danos à relação bilateral dos países.

    Outros grandes players exportadores de carne bovina também terão suas vendas ao mercado chinês limitadas por cotas, que foram estabelecidas de acordo pela participação de cada país nas exportações à China. A maior cota é do Brasil que responde por 45% da carne bovina importada pela China. A Argentina terá cota de 511 mil toneladas no próximo ano. Uruguai terá cota de 324 mil toneladas sem tarifa adicional em 2026, seguido por Nova Zelândia com 206 mil toneladas, Austrália com 205 mil toneladas e Estados Unidos com 164 mil toneladas.

    Ao justificar a decisão, o Mofcom alegou que \”o aumento das importações de carne bovina causou graves danos à indústria nacional da China e que existe uma relação causal entre o aumento das importações e esses graves danos\”, como já havia argumentado perante a Organização Mundial do Comércio (OMC). De acordo com o governo chinês, as medidas de salvaguarda serão gradualmente flexibilizadas durante o período de implementação. A alíquota de 55% sobre volumes que excedam a cota de cada país será adicional à tarifa atualmente vigente aplicável a cada país. Eventuais volumes não utilizados de cotas não poderão ser transferidos para o ano seguinte, informou o governo chinês.

    Durante a implementação das medidas de salvaguarda, as medidas especiais de salvaguarda para carne bovina estipuladas no Acordo de Livre Comércio China-Austrália serão suspensas. Países e regiões em desenvolvimento não estarão sujeitos à salvaguarda se a cota de importação não exceder 3% e a cota total da região não exceder 9%.

    A investigação de salvaguarda foi iniciada pelo governo chinês há um ano, em 27 de dezembro de 2024 e tinha prazo de conclusão até 26 de janeiro. Pecuaristas chineses pressionaram o governo local por restrições a importações, depois que os volumes de importação cresceram, o que levou à queda do preço da proteína pago aos produtores locais e queda do preço da carne no mercado interno. No documento, o Mofcom informou que no período a autoridade investigadora apurou se houve aumento no volume importado de carne bovina no período e relação entre danos à indústria nacional em virtude da maior quantidade importada.

    O Mofcom informou, ainda, que as medidas de salvaguarda poderão ser revistas durante o período de implementação.

    China anuncia adoção de salvaguarda com cotas e tarifa de 55% para importação de carne bovina

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  • Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

    Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

    A operação consiste na aquisição, pela United Airlines, de uma participação minoritária do capital social da Azul

    A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, ato de concentração entre as empresas aéreas United Airlines Inc. e Azul S.A., conforme despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, 31.

    De acordo com o parecer sobre o negócio divulgado pelo Cade, a operação consiste na aquisição, pela United Airlines, de uma participação minoritária do capital social da Azul. “A aquisição faz parte da reestruturação societária da Azul nos Estados Unidos da América, sob o denominado “Chapter 11″, iniciado voluntariamente pela Azul em maio de 2025. A reestruturação objetiva reduzir a dívida financiada da empresa e assegurar recursos de liquidez imediata, prevendo ainda a emissão de novas ações”, cita o documento.

    Na transação, a United Airlines se comprometeu a adquirir aproximadamente US$ 100 milhões em ações ordinárias da Azul, o que representará um acréscimo nos direitos econômicos de 2,02% para aproximadamente 8%.

    Ainda segundo as empresas, conforme consta do parecer, o mecanismo para o aumento de capital da United Airlines na Azul “envolve duas emissões coordenadas: a oferta pública no valor de USD 650 milhões, aprovada judicialmente; e um aumento de capital direcionado a parceiros estratégicos, como a United Airlines”.

    Cade aprova aquisição de participação minoritária da Azul pela United Airlines

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  • Câmara publica edital de concurso público com inscrições em janeiro

    Câmara publica edital de concurso público com inscrições em janeiro

    Serão 70 vagas imediatas e outras 70 para cadastro reserva; salários iniciais são de R$ 21 mil ou R$ 30 mil para uma jornada de 40 horas semanais

    A Câmara dos Deputados publicou, nesta terça-feira (30), edital de concurso público para preencher 70 vagas imediatas e outras 70 para cadastro reserva. Os salários iniciais são de R$ 21 mil ou R$ 30 mil para uma jornada de 40 horas semanais.

    Os interessados podem se inscrever a partir da segunda-feira (5) até o dia 26 de janeiro. As provas objetivas e discursivas estão marcadas para ocorrer no dia 8 de março de 2026 em todas as capitais do país.

    As vagas são para os cargos de Analista Legislativo – especialidade Processo Legislativo e Gestão; e Técnico Legislativo – especialidade Assistente Legislativo e Administrativo. 

    Ambos os cargos são para nível superior, sendo aceito qualquer diploma de conclusão de curso de graduação em qualquer área de formação, desde que a instituição de ensino seja reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).

    O cargo de analista legislativo – que tem o salário maior de R$ 30.853,99 mensais – conta com 35 vagas imediatas e 35 e cadastro reserva. 

    Das 35 vagas, são 22 para ampla concorrência, nove vagas para pessoas pardas e pretas, duas vagas para pessoas com deficiência (PCD), além de uma vaga para pessoa indígena e uma para pessoa quilombola.

    O cargo de técnico legislativo – que tem salário de R$ 21.008,19 mensais – também tem 35 vagas imediatas e outras 35 de cadastro reserva, com as mesmas cotas para pessoas negras (pretas e pardas), PCDs, indígenas e quilombolas.As inscrições podem ser feitas, no período previsto, por meio do seguinte endereço eletrônico: (site Cebraspe – clique aqui!)

    Confira o cronograma previsto:

    • Inscrições: das 10h00 do dia 05/01/2026 às 18h00 do dia 26/1/2026.
    • Data final para pagamento das inscrições: 28/1/2026
    • Data das provas objetivas e discursivas: 08/3/2026

     

    Próximos editais

    A Comissão Organizadora de Governança do Concurso da Câmara dos Deputados informou também que deve publicar, ainda sem data prevista, o edital para o cargo de Técnico Legislativo, especialidade Policial Legislativo Federal (PLF), com exigência de nível superior.

    Também está previsto concurso para os demais cargos autorizados por decisão da Mesa Diretora da Câmara em 11 de setembro de 2025.

    “Todos de lotação exclusiva e vinculados a processos de trabalho específicos, aguarda-se a conclusão das reorganizações em curso nas unidades administrativas para revisão das demandas”, informou a Câmara.

     

    Câmara publica edital de concurso público com inscrições em janeiro

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  • Dólar cai 11,19% em 2025, maior queda em 9 anos

    Dólar cai 11,19% em 2025, maior queda em 9 anos

    Em 2016, moeda americana recuou 17,8% em relação ao real; corte de juros e tarifas de Trump estimularam ingresso de recursos estrangeiros no Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar encerrou o último pregão do ano em queda acumulada de 11,19% em 2025, a R$ 5,487, o maior recuo desde 2016, quando a moeda americana perdeu 17,8%. No dia, em sessão marcada pela liquidez reduzida nos mercados internacionais, a divisa dos Estados Unidos caiu 1,50%.

    Já o Ibovespa fechou o ano em alta de 33,7%, a 161.125 pontos, e subiu 0,39% nesta terça-feira.

    O forte fluxo de recursos estrangeiros para o mercados emergentes, incluindo o Brasil, deu impulso à valorização da moeda brasileira e ao Ibovespa.

    Esse movimento de dinheiro de fora foi impulsionado pelo fato de o Federal Reserve (o banco central americano) ter reduzido a taxa de juros dos EUA da banda de 4,25% a 4,5% ao ano para 3,5% a 3,75% ao ano.

    Além disso, os receios em torno da política econômica protecionista do presidente dos EUA, Donald Trump, também estimularam os estrangeiros a aumentar o apetite ao risco representado por emergentes.

    Durante o pregão desta terça, os agentes avaliaram a ata da última reunião de política monetária de dezembro do Federal Reserve.

    O documento mostrou que o Fed concordou em cortar a taxa básica de juros somente depois de um debate com muitas nuances sobre os riscos que a economia norte-americana enfrenta no momento.

    Até mesmo alguns dos que apoiaram o corte de juros reconheceram que “a decisão foi finamente equilibrada ou que eles poderiam ter apoiado a manutenção do intervalo da taxa básica inalterado”, dados os diferentes riscos enfrentados pela economia dos EUA.

    O mercado também repercutiu os dados do mercado de trabalho doméstico. A taxa de desemprego do Brasil caiu a 5,2% no trimestre até novembro, após marcar 5,6% nos três meses encerrados em agosto, que servem de base de comparação, apontam dados divulgados nesta terça (30) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

    O resultado renova a mínima da série histórica iniciada em 2012. Até então, a menor taxa havia sido de 5,4% até outubro deste ano.

    Foram divulgados também dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostraram que o Brasil criou mais vagas de trabalho formal do que o esperado por economistas em novembro. O país abriu 85.864 empregos com carteira assinada.

    Nesta segunda (29), o Tesouro Nacional informou que o governo central registrou um déficit primário de R$ 20,172 bilhões em novembro. Economistas projetavam um rombo menor, de R$ 13,5 bilhões, segundo pesquisa da Reuters.

    Após a divulgação do relatório, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, disse que o resultado primário deste ano deve ficar “mais próximo do centro da meta do que do piso”.

    Também na segunda, a pesquisa Focus mostrou que analistas consultados pelo Banco Central voltaram a reduzir marginalmente suas expectativas para a inflação neste ano e no próximo.

    Os economistas reduziram a estimativa para o IPCA em 2025 a 4,32%, de 4,33% estimados há uma semana, no que foi o sétimo corte consecutivo da projeção. Para 2026, a expectativa teve a sexta queda consecutiva, para uma mediana de 4,05%, de 4,06% na semana anterior.

    Dólar cai 11,19% em 2025, maior queda em 9 anos

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  • Contradições em depoimentos de Vorcaro e ex-presidente do BRB podem levar a acareação

    Contradições em depoimentos de Vorcaro e ex-presidente do BRB podem levar a acareação

    Depoimentos de ex-banqueiro e Paulo Henrique Costa apresentaram contradições; investigados estiveram no Supremo nesta terça (30) para ser interrogado pela PF

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os depoimentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e do ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, à Polícia Federal apresentaram divergências, segundo pessoas a par das investigações. As contradições identificadas podem levar a uma posterior acareação.

    Os dois estiveram pessoalmente no STF (Supremo Tribunal Federal) nesta terça-feira (30) para prestar depoimento no caso Master, cujas apurações estão sob a responsabilidade do ministro Dias Toffoli. Investigados, Vorcaro e Costa foram interrogados por mais de duas horas, cada.

    Também convocado a dar explicações, o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, começou a depor no início da noite, após aguardar no tribunal por mais de cinco horas. Após o depoimento, ele foi dispensado de uma possível acareação.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o aparente recuo de Dias Toffoli sobre promover uma acareação de Vorcaro, Costa e Aquino pode não se confirmar.

    Apesar da informação repassada na segunda (29) pela assessoria do ministro de que caberá à Polícia Federal avaliar se haverá necessidade de colocar os três depoentes frente a frente, não houve mudança de procedimentos, de acordo com pessoas a par do tema ouvidas pela reportagem.

    A estratégia do ministro de passar a responsabilidade da acareação para a PF, mas seguir com o script inicial antes da otiviva da delegada, levanta mais desconfianças sobre um tentativa de passar a mensagem de que a acareação ocorreu por conta de informações apresentadas durante o depoimento.

    A acareação serve para sanar inconsistências em depoimentos com declarações divergentes em um processo penal -entre acusados, vítimas e testemunhas, por exemplo. O confronto dos relatos ajuda o juiz a buscar a versão mais fidedigna antes de sua decisão.

    Toffoli marcou a acareação antes de serem tomados depoimentos individuais pela polícia e apontadas contradições objetivas entre os personagens do caso.
    O processo no qual ocorrerão os depoimentos é sigiloso. Desde o começo de dezembro, diligências e medidas ligadas à investigação sobre o Master e Vorcaro têm que passar pelo crivo de Toffoli, por decisão do próprio magistrado.

    A investigação sobre a tentativa de venda do Master apontou que, antes mesmo da formalização do negócio, o banco teria forjado e vendido cerca de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito consignado para o BRB -R$ 6,7 bilhões em contratos falsos e R$ 5,5 bilhões em prêmios, o valor que supostamente a carteira valeria, mais um bônus.

    O escândalo do Master levou à liquidação do banco em 18 novembro e à prisão de Daniel Vorcaro, seu controlador, por 12 dias. Ele segue monitorado por tornozeleira eletrônica.

    A urgência na determinação de uma audiência com um representante do Banco Central tem levantado outros temores com as investigações sob a responsabilidade de Toffoli.

    Pouco antes do Natal, dois oficiais de Justiça estiveram no Master, em São Paulo, à procura do liquidante da instituição, Eduardo Félix Bianchini, o que alimentou a expectativa de que ele seja intimado para prestar esclarecimentos nos próximos dias.

    Servidor aposentado do Banco Central e escolhido pelo regulador para cuidar da liquidação do banco de Vorcaro, Bianchini passou o Natal com a família fora de São Paulo e não estava no escritório durante a visita dos oficiais.

    O gabinete de Toffoli negou, por meio da sua assessoria, que tenha partido dele o envio de oficiais de Justiça para intimar o liquidante do Master.

    Contradições em depoimentos de Vorcaro e ex-presidente do BRB podem levar a acareação

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  • Bolsa sobe 33,7% em 2025, maior alta desde 2016

    Bolsa sobe 33,7% em 2025, maior alta desde 2016

    Ibovespa tem maior valorização desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff; bom momento foi puxado pela queda nos juros americanos, segundo especialistas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Ibovespa e o real encerraram 2025 com os melhores desempenhos desde 2016, com a ajuda de investidores estrangeiros que buscaram diversificar seus portfólios para fora dos Estados Unidos.

    O principal índice da Bolsa brasileira fechou o pregão desta terça-feira (3) com alta acumulada de 33,7% em 2025, enquanto avançou 39% em 2016, num ano marcado pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff -em dólares, a variação também é a maior em nove anos.

    Já o real terminou o ano valorizado em relação ao dólar. A cotação da moeda americana cedeu 11,19%, a maior queda desde 2016, quando a divisa cedeu 17,8%.

    “A causa principal [da alta da Bolsa brasileira] foi o Fed [o Federal Reserve, o banco central americano] ter cortado a taxa de juros americana três vezes. E, quando isso acontece, você empurra muito dinheiro de ativos de menor risco para ativos de maior risco, como crédito privado, ações e mercados emergentes”, diz Rafael Costa, fundador da Cash Wise Investimentos.

    Em 2025, o Fed reduziu a taxa de juros dos EUA da banda de 4,25% a 4,5% ao ano para 3,5% a 3,75% ao ano.

    O forte fluxo de recursos estrangeiros para o mercados emergentes, incluindo o Brasil, deu impulso à valorização dos ativos de diversos países.

    Neste ano, até o dia 23 de dezembro, a B3 recebeu R$ 26,8 bilhões em fluxo externo, em meio ao início do ciclo de queda de juros nos Estados Unidos e à perda de valor da moeda americana no mundo.

    Os receios em torno da política econômica protecionista do presidente dos EUA, Donald Trump, também estimularam os estrangeiros a aumentar o apetite ao risco representado por emergentes.

    “As incertezas e ruídos em torno das tarifas incentivaram a saída de capital dos Estados Unidos e a busca por oportunidades em mercados fora do eixo americano, o que beneficiou países emergentes como o Brasil”, afirma Bruna Sene, analista de Renda Variável da Rico.

    O fim do ciclo de alta da taxa básica, a Selic, e o início da discussão sobre queda dos juros a partir do início do ano que vem também contribuíram para o otimismo.

    “Tanto no Brasil quanto no exterior, principalmente nos Estados Unidos, o mercado começou a precificar corte de juros futuros e isso acabou reduzindo bastante o custo de oportunidade para se investir”, afirma Tales Barros, diretor de renda variável da W1 Capital.

    Para ele, o Ibovespa também se beneficiou do fato de ter empresas com preço em relação ao lucro relativamente baixo em relação à média histórica.

    “As empresas do Ibovespa estavam com um desconto historicamente bem atrativo, estando baratas em relação à média histórica e aos pares globais, o que atraiu bastante investidores”, diz.

    Barros avalia que o bom desempenho não é reflexo de melhoria da economia brasileira. “A inflação ainda está bastante resistente, a questão fiscal segue pesando bastante, mas, em contrapartida, o desemprego cedeu um pouco.”

    Einar Rivero, CEO da consultoria Elos Ayta, avalia que 2025 foi marcado por uma escalada consistente do Ibovespa, com uma série de quebras de recorde de preços e a sequência de valorização mais intensa dos últimos anos.

    Por outro lado, ele pondera que há um dado que destoa no rali histórico: a queda no volume financeiro da B3, o que na sua avaliação acende um alerta sobre a sustentação do movimento.

    Levantamento da Elos Ayta mostra que o volume financeiro médio diário do mercado à vista foi de R$ 16,4 bilhões ao dia no terceiro trimestre deste ano, o menor nível desde o terceiro trimestre de 2019.

    “O comportamento sugere que a alta da bolsa não tem sido acompanhada por uma ampliação da participação dos investidores, uma divergência que, em teoria, indica fragilidade na tendência”, afirma.

    A expectativa é que o momento positivo para a Bolsa se mantenha em 2026, apesar da volatilidade esperada por causa das eleições.

    “Isso pode ganhar força por causa de fatores domésticos, como cortes da Selic já no primeiro trimestre de 2026, que historicamente favorecem a renda variável. Olhando os últimos cinco ciclos de queda de juros no Brasil, o Ibovespa subiu em 100% dos casos nos seis meses após o primeiro corte”, diz Sene, da Rico.

    O Itaú espera que o índice avance para a faixa de 165 mil a 180 mil pontos, com potencial para alcançar 189 mil pontos no cenário mais construtivo. Já a XP vê 185 mil pontos como o patamar justo, com o cenário mais pessimista projetando o índice em torno de 144 mil pontos, e o mais otimista, em 224 mil pontos.

    OURO SALTA MAIS DE 60%

    Segundo levantamento da Elos Ayta, o ouro foi o ativo que mais rendeu em 2025, com alta de 65,24%. Com a desvalorização do dólar e incerteza em relação ao governo Trump e às guerras na Ucrânia e na Palestina, investidores buscaram o porto-seguro para se proteger.

    Já o CDI, que guia boa parte das aplicações de renda fixa, rendeu 14,20% no ano que a Selic, na qual o índice é baseado, subiu de 12,25% para 15%. A poupança, por sua vez, se valorizou 8,19% -por lei, aplicações na cadernetga rendem 6,17% + TR (Taxa Referencial) ao ano.

    Bolsa sobe 33,7% em 2025, maior alta desde 2016

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  • Aumento de carteira assinada no Brasil é sustentado, diz IBGE

    Aumento de carteira assinada no Brasil é sustentado, diz IBGE

    Trimestre registrou 39,4 milhões de empregados formais

    O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado do Brasil cresceu 2,6%, com a inclusão de 1 milhão de trabalhadores, no trimestre encerrado em novembro, número recorde, conforme os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta terça-feira (30) pelo IBGE.

    Com o resultado, que não inclui trabalhadores domésticos, são 39,4 milhões de empregados nesta condição. Desse total, 13,1 milhões são do setor público, também um número recorde, com avanço de 1,9% ou mais 250 mil pessoas no trimestre e de 3,8% no ano com mais 484 mil pessoas.

    Para a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, apesar de especificamente não ter sido uma variação estatisticamente significativa, a trajetória por si só, garantiu chegar ao fim deste trimestre com o contingente de 39,4 milhões de pessoas, o que representa um número recorde para a série carteira assinada no setor privado. 

    “Embora não significativa, sempre vem acrescentando carteira no cômputo geral, ou seja, é um movimento que foi sustentado ao longo de 2024 e agora para 2025”, comentou entrevista virtual à imprensa para apresentação dos dados da Pnad Contínua.

    No mesmo trimestre, o número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado também mostrou estabilidade no trimestre e atingiu 13,6 milhões. O total representa recuo de 3,4% ou menos 486 mil pessoas no ano.

    Já os trabalhadores por conta própria alcançaram 26 milhões, o que é novo recorde da série histórica. Se comparado ao trimestre anterior, embora tenha ficado estável, o contingente aumentou 2,9% ou mais 734 mil pessoas no ano.

    “O trabalho por conta própria chega à marca inédita de 26 milhões, a maior estimativa da série histórica da pesquisa. A despeito da variação trimestral não ter ocorrido e ter ficado no campo da estabilidade, a expansão continuada assegurou o atingimento desse volume de trabalhadores por conta própria”, disse.

    Informalidade

    O recorde no número de trabalhadores com carteira assinada no trimestre encerrado em novembro foi motivo para a variação negativa da taxa de proporção de trabalhadores informais na população ocupada.

    O número de pessoas nesta situação ficou em 37,7% da população ocupada ou 38,8 milhões de trabalhadores informais. No período anterior terminado em agosto tinha ficado em 38,0 % ou 38,9 milhões. É também menor que os 38,8 % ou 39,5 milhões, registrados no trimestre encerrado em novembro de 2024.

    A coordenadora ressaltou, o que classificou de quadro interessante, ao verificar o quanto a população ocupada total cresceu e quanto dessa parcela da população está na informalidade. “O ramo informal não apenas não cresceu como retraiu. Isso faz um movimento de perda de força do ramo informal, pontuou.

    Adriana Beringuy destacou que parte expressiva dos 601 mil trabalhadores que entraram para a população ocupada no trimestre foi justamente no segmento da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que cresceu 2,6%, ou 492 mil pessoas ocupadas a mais. Neste segmento, ainda que tenha contratos temporários, o da educação não é considerado informal e tem legalidade constituída e assegurada, explicou a coordenadora.

    Ela disse também que os segmentos informais são compostos por emprego sem carteira no setor privado, trabalho doméstico sem carteira assinada, conta própria e empregador sem CNPJ e o trabalhador familiar auxiliar. “Quando a gente soma todas essas parcelas populacionais, chega ao valor de 38 milhões 817 mil pessoas consideradas ocupadas e formais, antes eram 38.878, ficou praticamente estável”.

    No trimestre encerrado em agosto, a taxa de desocupação ficou em 5,2% da força de trabalho do país, ou 5,6 milhões de pessoas em busca de trabalho, sendo a menor desde 2012, quando começou a série histórica da Pnad Contínua. Desde o trimestre encerrado em junho de 2025, que o indicador vem mostrando, sucessivamente, menores taxas da série.

    Rendimentos

    Outro recorde no trimestre terminado em novembro, foi no rendimento médio real habitual da população ocupada do Brasil que atingiu R$ 3.574, com alta de 1,8% no trimestre e de 4,5% em relação ao mesmo trimestre móvel de 2024, já descontados os efeitos da inflação.

    O avanço de 5,4% no rendimento médio dos trabalhadores em Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas puxou este recorde. Conforme a Pnad Contínua, se comparado anualmente, houve ganhos em cinco atividades: Agricultura e pecuária (7,3%), Construção (6,7%), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras (6,3%), Administração pública (4,2%) e Serviços domésticos (5,5%).

    Com o desempenho do rendimento médio e do número de trabalhadores, a massa de rendimento real habitual também atingiu novo recorde. “R$ 363,7 bilhões, com altas de 2,5% (mais R$ 9,0 bilhões) no trimestre e de 5,8% (mais R$ 19,9 bilhões) no ano”, informou o IBGE.

    Pesquisa

    De acordo com o IBGE, a Pnad Contínua é a principal pesquisa sobre a força de trabalho do Brasil e abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios e visitados a cada trimestre. “Cerca de dois mil entrevistadores trabalham nesta pesquisa, integrados às mais de 500 agências do IBGE em todo o país”.

    Aumento de carteira assinada no Brasil é sustentado, diz IBGE

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  • Governo devolve R$ 2,8 bilhões a aposentados com descontos indevidos

    Governo devolve R$ 2,8 bilhões a aposentados com descontos indevidos

    Os valores descontados indevidamente teriam começado em 2017, passando pelo governos Temer e Bolsonaro; atual governo, do presidente Lula, investigou o esquema e criou plano de devolução dos valores

    O governo federal ressarciu R$ 2.820.799.182,93 às vítimas de descontos irregulares de mensalidades cobradas por associações, sindicatos, entidades de classe e organizações em benefícios previdenciários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

    O valor foi divulgado nesta segunda-feira (29), no último balanço realizado pelo instituto, com base nos dados registrados até 26 de dezembro.

    O total ressarcido atende 4.137.951 solicitações de contestação apresentadas por aposentados e pensionistas que questionaram os descontos irregulares. 

    Pedidos abertos

    De acordo com o balanço do INSS, ao todo foram abertos 6.362.898 pedidos de contestação de descontos indevidos. Deste total, 6.231.376 são contestações de beneficiários que não reconheceram os descontos feitos pelas entidades associativas.

    Apenas em 131.522 pedidos abertos houve reconhecimento da autorização para os respectivos descontos de mensalidades.

    Ao todo, 44 entidades foram contestadas pelo governo federal a prestar informações sobre os descontos em benefícios do INSS. Do total de pedidos de apuração, as entidades responderam com documentação a 1.592.421 pedidos.

    Canais de atendimento

    De acordo com o balanço, o canal de atendimento mais buscado pelos beneficiários e pensionistas para contestar os descontos foi o Meu INSS (aplicativo e site): com 3.440.069 pedidos ou 54,1% do total.

    Em segunda posição, está a central telefônica 135, com 419.924 pedidos (6,6%), seguida pelo atendimento prestado em agências dos Correios (2.259.424 pedidos, 35,5%). Por fim, estão os pedidos abertos de ofício: 243.239 (3,8%).

    Prazo Em novembro, o governo federal prorrogou o prazo de contestação para 14 de fevereiro de 2026. Vale lembrar que a adesão ao acordo de ressarcimento administrativo pelo governo federal vale para descontos realizados entre março de 2020 e março de 2025. O acordo evita a necessidade de ação judicial.

    Como contestar

    Quem ainda não contestou os descontos poderá fazê-lo de três formas:

    • Aplicativo ou site Meu INSS, clicando em serviço Consultar Descontos de Entidades Associativas;
    • Central 135: ligação telefônica gratuita, de segunda a sábado, das 7h às 22h; e
    • Correios: mais de 5 mil agências oferecem atendimento assistido e gratuito.

    No aplicativo Meu INSS é preciso fazer login na conta Gov.br.

    Ao clicar em “Não autorizei o desconto”, o beneficiário registra a contestação, e a entidade tem até 15 dias úteis para responder.

    Caso não apresente uma resposta, o sistema abre automaticamente a opção para os aposentados e pensionistas fazerem a adesão ao acordo de ressarcimento.

    Relembre o caso

    Os descontos das mensalidades associativas diretamente dos benefícios previdenciários estão suspensos desde 23 de abril, quando a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram a Operação Sem Desconto, que tornou pública a existência de um esquema que lesou milhões de beneficiários do INSS de todo o Brasil.

    As fraudes e os criminosos envolvidos também estão sob investigação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Congresso Nacional, no momento, em recesso parlamentar.

    Governo devolve R$ 2,8 bilhões a aposentados com descontos indevidos

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  • Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

    Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

    Declarações transmitidas fora do prazo estão incluídas

    A Receita Federal paga nesta terça-feira (30) lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) referente ao mês de dezembro de 2025.

    O lote é composto por 263.255 restituições destinadas a contribuintes prioritários e não prioritários, com valor total de R$ 605.998.834,65.

    A Receita informou, em nota, que as restituições incluem declarações de 2025 transmitidas fora do prazo, com pendências já regularizadas, além de valores residuais de anos anteriores. 

    Do valor total, R$ 309,6 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

    • idosos a partir de 80 anos: 5.310 restituições;
    • idosos entre 60 e 79 anos: 34.796 restituições;
    • pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 4.087 restituições;
    • contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 11.344 restituições.

    Além dessas, 178.030 restituições serão destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal, mas receberam prioridade por utilizarem a declaração pré-preenchida e/ou por terem optado por receber via Pix.

    Outras 29.688 restituições serão pagas a contribuintes não prioritários.Para consultar a restituição de imposto de renda, é preciso acessar a página da Receita , clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar minha restituição.

    Também é possível consultar o lote por meio do aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, que permite verificar a liberação das restituições e a situação cadastral do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

    O pagamento da restituição, de acordo com a Receita, é feito somente na conta do titular da declaração. “Dessa forma, as rotinas de segurança impedem o pagamento, caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta de destino”.

    “Em caso de erro nos dados bancários, a Receita oferece o serviço de reagendamento, oferecido pelo Banco do Brasil (BB) pelo prazo de até um ano após a primeira tentativa de crédito.”

    Receita paga lote residual de restituição do IRPF de dezembro de 2025

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