Brett Ratner, diretor do documentário “Melania”, surge nas mais recentes fotografias que constam nos arquivos do predador sexual Jeffrey Epstein, que têm sido divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano
O diretor do filme “Melania”, recém-lançado nos cinemas, é um dos vários nomes que aparecem nas fotografias incluídas nos arquivos de Jeffrey Epstein, que vêm sendo divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos desde o ano passado.
Vale lembrar que, na sexta-feira, foram tornadas públicas três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos.
Brett Ratner aparece sentado em um sofá, abraçando uma mulher (com o rosto coberto, sem identificação). Ao lado dele estava o criminoso sexual Jeffrey Epstein e, próximo a Epstein, outra mulher.
O cineasta já havia aparecido em outras fotografias do magnata norte-americano, nas quais também surgia ao lado de Jean-Luc Brunel, agente de modelos que morreu em 2022 e que foi acusado de abuso sexual de uma menor.
Cabe destacar que o documentário “Melania” é o primeiro longa-metragem dirigido por Brett Ratner desde que, em 2017, foi acusado de má conduta sexual por várias mulheres.
Cancel Rush Hour 4 or find a different director.
Brett Ratner should not be allowed back in the spotlight. pic.twitter.com/P3njQo56tP— The Moonlight Warrior (@BlackMajikMan90) January 31, 2026
O documentário “Melania”
O documentário “Melania” estreou na sexta-feira, 30 de janeiro, nos cinemas e retrata os 20 dias que antecederam a posse de seu marido, Donald Trump, como presidente dos Estados Unidos.
Trump volta a ser citado nos arquivos Epstein
O nome do atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aparece diversas vezes nos documentos agora divulgados. É importante destacar que Trump e Epstein mantiveram uma amizade por vários anos, embora o republicano afirme que os dois tenham rompido relações e que desconheça qualquer crime sexual.
Nos novos arquivos consta uma lista compilada pelo FBI no ano passado com alegações feitas contra Donald Trump. As acusações foram registradas por meio da linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças e parecem se basear em denúncias não verificadas, sem provas que as sustentem.
Essa lista inclui diversas alegações de abuso sexual envolvendo Trump, Epstein, entre outros nomes.
Donald Trump tem negado qualquer irregularidade relacionada ao magnata norte-americano e não foi acusado de crimes de abuso pelas vítimas de Jeffrey Epstein.
A Casa Branca e o Departamento de Justiça afirmaram que “alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump, enviadas ao FBI pouco antes das eleições de 2020”.
“Para que fique claro, as alegações são infundadas e falsas e, se tivessem o mínimo de credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o presidente”, afirmaram.

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