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  • MP-RJ retoma investigação sobre 'rachadinha' contra Carlos Bolsonaro

    MP-RJ retoma investigação sobre 'rachadinha' contra Carlos Bolsonaro

    Ex-vereador afirmou anteriormente que confia em todos os seus funcionários e que envolvidos demonstrariam a fragilidade da acusação; investigação foi enviada para Promotoria para avaliação sobre novas diligências; Carlos tinha ficado de fora de denúncia envolvendo seu gabinete

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A Procuradoria-Geral de Justiça do Rio de Janeiro retomou a investigação contra o ex-vereador Carlos Bolsonaro sobre a suposta prática de “rachadinha” em seu antigo gabinete na Câmara Municipal.

    O órgão rejeitou o arquivamento do caso, que foi enviado para uma outra Promotoria para avaliação quanto à necessidade de novas diligências a fim de esclarecer o suposto envolvimento de Carlos no recolhimento de salários de funcionários de seu gabinete.

    Essa medida foi tomada após a Justiça do Rio de Janeiro determinar a devolução da investigação ao Ministério Público, depois de o promotor Alexandre Graça oferecer uma denúncia contra ex-funcionários de Carlos, mas sem incluir o ex-vereador entre os acusados.

    Graça tinha considerado que não foi identificada irregularidade na movimentação financeira do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Procurada a defesa de Carlos não se manifestou até a publicação deste texto.

    Anteriormente, na ocasião do arquivamento, o filho do ex-presidente disse receber com tranquilidade a informação e declarou também indignação com a denúncia contra integrantes de seu gabinete. “Confio em todos os meus funcionários e tenho absoluta certeza que todos os envolvidos demonstrarão a fragilidade da acusação e suas inocências”, à época.

    Em decisão do último dia 9, o subprocurador-geral de Justiça de Atribuição Originária, Marcelo Pereira Marques, considerou o arquivamento da apuração contra Carlos prematuro e enviou o procedimento para outra Promotoria para nova avaliação do caso.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, a apuração foi encerrada sem a realização de diligências que levaram à denúncia contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), posteriormente arquivada após anulação de provas.

    O Ministério Público encerrou a apuração contra o vereador sem analisar as transações imobiliárias dele, bem como não questionou planos de saúde sobre como foram quitados boletos. Essas informações foram cruciais para identificar parte da lavagem de dinheiro atribuída ao senador.

    Contudo, a apuração sobre Carlos apontou que ele e o irmão tinham movimentações financeiras distintas. O ex-vereador sacou quase 90% do salário, enquanto o senador fez poucas retiradas. A prática dificulta a identificação de possíveis desvios, já que o filho “02” do ex-presidente possuía lastro para transações em espécie.

    O promotor Alexandre Graça, responsável pelo procedimento, afirmou que “as diligências que se fizeram necessárias foram realizadas”. Disse também que “o questionamento feito é fruto do desconhecimento da investigação”.

    MP-RJ retoma investigação sobre 'rachadinha' contra Carlos Bolsonaro

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  • Mulher que esteve 24 anos desaparecida conta o que a levou a sair de casa

    Mulher que esteve 24 anos desaparecida conta o que a levou a sair de casa

    Michele Smith desapareceu em dezembro de 2001. Foi encontrada bem de saúde 24 anos depois e pediu às autoridades que não revelassem o seu paradeiro

    A mulher que foi encontrada com vida, na última sexta-feira (20), depois de ter estado 24 anos em paradeiro desconhecido revelou às autoridades os motivos que a levaram a sair de casa.

    Michele Lyn Hundley Smith desapareceu em dezembro de 2001, quando tinha 38 anos, depois de ter saído de casa, supostamente, para ir fazer compras de Natal na região de Virginia, nos Estados Unidos.

    Durante anos ninguém soube o que teria acontecido até que, na semana passada, as autoridades viriam  a  descobrir que a mulher, que é mãe de três filhos, teria desaparecido por vontade própria.

    A mulher, que declarou querer manter anonimato sobre a sua atual vida, revelou entretanto, que na origem da sua fuga estão “divergências domésticas contínuas”.

    “Me deixe apenas dizer que não houve alegações de qualquer irregularidade em relação à sua partida”, informou o xerife do condado de Rockingham, Sam Page, à revista People, referindo-se ao fato dela não ter sido vítima de nenhum crime, como sequestro.

    “Ela disse que foi embora… devido a problemas domésticos contínuos na época”, acrescentou, referindo, contudo, que não há registros na polícia de que alguma vez tenha havido queixa para incidentes domésticos.

    O desaparecimento de Michele Hundley Smith, há 24 anos, levou várias agências na Carolina do Norte e da Virgínia, incluindo o FBI, a procurá-la por “inúmeras” horas e seguindo várias pistas de investigação na época. As investigações foram, contudo, infrutíferas e sabe-se agora que a mulher estava vivendo uma nova vida, não muito longe de casa.

    Muitos acharam a situação preocupante porque ninguém acreditava que Michele fosse capaz de sair de casa por vontade própria, deixando os três filhos, de sete, 14 e 19 anos para trás. Estavam enganados.

    A descoberta e a reação da família

    A polícia recebeu no dia 19 de fevereiro, quinta-feira, informações sobre o paradeiro de Michele e no dia seguinte estabeleceram contato com a própria, que pediu anonimato e para que não fosse revelada a sua nova localização.

    “Durante anos não sabíamos se devíamos esperar ou fazer o luto. A minha maior questão é ‘O que aconteceu naquele dezembro? O que te fez ir abandonar? O que aconteceu?’”, questionava uma familiar, citada pelo Daily Mail. 

    Após a descoberta, também a sua filha Amanda publicou um longo desabafo nas redes sociais, em que descreve um misto de alegria, raiva e tristeza, além da incerteza sobre uma possível reaproximação. 

    “Quanto às minhas opiniões e sentimentos em relação à minha mãe… Estou extasiada, estou irritada, estou de coração partido, estou completamente confusa! Será que voltarei a ter uma relação com a minha mãe? Sinceramente, não sei responder a essa pergunta, porque nem eu sei. A minha reação inicial seria sim, com certeza, mas depois penso em toda a dor… Mas, mesmo assim, a minha mãe é apenas humana, tal como todos nós”, escreveu, lembrando que durante o tempo que conviveu com Michele nunca lhe faltou amor.

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  • Tiago Leifert defende Tadeu Schmidt e relembra críticas no BBB

    Tiago Leifert defende Tadeu Schmidt e relembra críticas no BBB

    Leifert avaliou que o apresentador do reality acaba se tornando uma espécie de “para-raios” das emoções do público; jornalista, que comandou o reality entre 2017 e 2021, afirmou que a pressão faz parte do cargo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Tiago Leifert saiu em defesa de Tadeu Schmidt diante das críticas que o atual apresentador do Big Brother Brasil vem recebendo nas redes sociais. À frente do reality entre 2017 e 2021, o jornalista afirmou que a pressão faz parte do cargo e que, durante sua passagem pelo programa, também foi alvo constante de ataques e pedidos de demissão por parte dos internautas.

    Em participação no programa Fofocalizando, o hoje comentarista esportivo do SBT relembrou o período em que comandava o BBB e disse que as quartas-feiras, dias de Jogo da Discórdia, eram especialmente turbulentas. “Toda vez que eu saía do ar estavam tentando pedir a minha cabeça no Twitter”, afirmou.

    Segundo ele, a internet promovia enquetes e campanhas para sua substituição praticamente toda semana. “Eu não tinha um elogio. A internet era um massacre. Eu não podia abrir minhas DMs”, disse. “Hoje o tempo me absolveu. Que bom. Mas, enquanto eu estava vivendo aquilo lá, era um caos.”

    Leifert avaliou que o apresentador do reality acaba se tornando uma espécie de “para-raios” das emoções do público. “Ele é apresentador, narrador daquela história e também árbitro daquele jogo. Como o jogo é muito disputado, é normal que o apresentador vire esse para-raio”, explicou.

    “Vocês falam do Tadeu hoje, mas comigo era toda quarta-feira”, disse após a apresentadora Carol Lekker afirmar que a apresentação de Tiago estava em outro nível se comparada com Tadeu Schmidt.

    Ao relembrar sua própria experiência com a repercussão negativa, Leifert disse que aprendeu a lidar com a pressão. “Eu não sou perfeito. Minha função era fazer o jogo andar”, declarou.

    Tiago Leifert defende Tadeu Schmidt e relembra críticas no BBB

  • Homem é preso em Lisboa após ingerir um quilo de cocaína para traficar

    Homem é preso em Lisboa após ingerir um quilo de cocaína para traficar

    Homem foi detido no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, após ingerir mais de um quilo de cocaína para traficar em Portugal; suspeito foi levado para o hospital, onde acabou por expelir a substância

    Um homem de nacionalidade estrangeira foi preso ao chegar ao Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, com mais de um quilo de droga no organismo, que pretendia traficar para Portugal.

    Em um comunicado enviado à imprensa, a Polícia de Segurança Pública (PSP) informa que “um cidadão de nacionalidade estrangeira, do sexo masculino, com 39 anos” foi interceptado ao pousar em Lisboa, vindo de São Paulo, no Brasil.

    “No seguimento do controle fronteiriço, e após ter apresentado declarações inconsistentes quanto aos motivos da viagem, acabou admitindo ter ingerido cápsulas contendo produto entorpecente”, pode ler-se nessa mesma nota.

    “Por razões de salvaguarda da sua integridade física, foi de imediato acionado o transporte para unidade hospitalar, onde permaneceu internado sob vigilância policial até à completa expulsão do produto transportado do interior do organismo”, continua o comunicado.

    Ao todo, a PSP contabilizou, depois, um total de 1.174,9 gramas de cocaína, que se encontravam dentro do suspeito.

    O homem foi, por isso, preso e “sujeito às formalidades legais previstas no Código de Processo Penal, encontrando-se o processo sob direção do Ministério Público”.

    A detenção foi feita através da Divisão de Segurança Aeroportuárias e Controlo Fronteiriço do aeroporto de Lisboa da PSP, sob a coordenação da Unidade Nacional de Estrangeiros e Fronteiras.

    No comunicado, a polícia local reafirma ainda o seu compromisso e empenho permanente no combate ao tráfico internacional de droga, reforçando os mecanismos de controlo nas fronteiras aéreas e contribuindo para a proteção da comunidade, da segurança interna e do espaço europeu.

    Apesar de ter saído de um voo em São Paulo, a polícia não confirmou se a nacionalidade do homem era brasileira.

    Homem é preso em Lisboa após ingerir um quilo de cocaína para traficar

  • WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

    WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

    A mais recente versão beta do WhatsApp para iOS indica que a empresa se encontra testando a integração do design Liquid Glass na app para iPhones; design foi introduzido com o iOS 26, lançado no final do ano passado

    A Apple lançou no final de 2025 a atualização iOS 26 com a qual introduziu o Liquid Glass, um novo design para a interface dos iPhones compatíveis com esta versão do sistema operacional que, pelos vistos, também está prestes a chegar ao WhatsApp.

    Segundo o site WABetaInfo, a mais recente versão beta do WhatsApp para iOS aplica o design Liquid Glass à barra de introdução de texto nas conversas tidas através do aplicativo.

    Como pode ver abaixo na imagem compartilhada por esta publicação, a barra de introdução de texto surge com um aspecto translúcido – semelhante a vidro – que será familiar para todos os usuários do iPhone já com o iOS 26 instalado.

    A ideia passa por tornar o design do WhatsApp no iPhone mais em linha com o da interface do próprio smartphone, criando assim uma experiência mais homogênea. No entanto, acredita-se que o WhatsApp adotará uma abordagem cautelosa em relação à introdução deste design Liquid Glass.

    “Apesar de haver um progresso claro em levar o Liquid Glass a mais elementos do app, ainda não há notícias sobre um lançamento completo para todos os usuários”, pode ler-se no WABetaInfo. “Parece que o WhatsApp continua adotando uma estratégia de lançamento faseado para o Liquid Glass. Ainda que mais lento do que inicialmente esperado, esta abordagem permite ao WhatsApp avaliar com cautela o desempenho em todos os dispositivos, afinar o comportamento visual, resolver possíveis problemas e garantir uma experiência estável antes de expandir mais a disponibilidade”.

    Desta forma, teremos de aguardar um pouco mais por notícias para sabermos quando é que será disponibilizada esta atualização do WhatsApp que integrará o Liquid Glass na app para iPhones compatíveis.

    JORNAL DA TARDE© WABetaInfo  

    WhatsApp está a testar um novo design para app de iPhone

  • Maxiane é eliminada do BBB 26 com 63,21% dos votos

    Maxiane é eliminada do BBB 26 com 63,21% dos votos

    Tadeu Schmidt revelou que o ‘Paredão’ formado por Maxiane Rodrigues, Milena Moreira e Chaiany Andrade foi a maior votação por pessoa da história do Big Brother Brasil

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Maxiane Rodrigues é a sexta eliminada do BBB 26 (Globo), com quase 64% dos votos. O anúncio da eliminação foi dado por Tadeu Schmidt na noite desta terça-feira (24). Milena Moreira (36,11%) e Chaiany Andrade (0,68%) disputaram a berlinda com a sister.

    O apresentador anunciou para o público que esta foi a maior votação por pessoa da história. “Nunca tivemos tantos votos únicos no BBB. Pela primeira vez, passamos dos três milhões de CPF”, divulgou.

    Maxiane tem 32 anos, é natural de Nazaré da Mata, mas vive em Carpina, ambas em Pernambuco. É professora de história e influenciadora digital. Nas redes, fala sobre beleza, moda, estilo de vida saudável e da rotina como mãe.

    Durante o discurso de eliminação, Tadeu Schmidt pontuou que, independente do resultado, o programa perderia uma forte dupla feminina. Chaiany tem a parceria de Gabriela, Milena firmou com Ana Paula e Maxiane encontrou um ombro amigo em Marciele.

    “Essas amizades continuam lá fora, mas um desses laços vai ser cortado aqui dentro. […] É importante tentar se preparar pra tudo, mas muitas vezes, para os momentos decisivos e imprevisíveis, é impossível ensaiar. Quem sai hoje é você, Maxiane”, afirmou o apresentador.

    Maxiane é eliminada do BBB 26 com 63,21% dos votos

  • Flávio diz que Eduardo quer disputar o Senado mesmo vivendo nos EUA

    Flávio diz que Eduardo quer disputar o Senado mesmo vivendo nos EUA

    Flávio constatou que apesar da vontade do irmão de se candidatar, e manter imunidade parlamentar, que seria difícil explicar ao eleitor; Eduardo perdeu o cargo por faltas ao trabalho

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu irmão, quer ser candidato ao Senado, mas diz ver dificuldade nessa hipótese, dado que ele está fora do país.

    No fim do ano passado, Eduardo teve o mandato cassado pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados por ter excedido o número de faltas permitidas. Ele se mudou para os EUA, em março de 2025, para comandar uma campanha junto a autoridades americanas contra o julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro (PL). O ex-presidente está preso após ter sido condenado por tentativa de golpe de Estado.

    “Eduardo está elegível, apesar de estar fora. Eduardo está em primeiro na pesquisa [para o Senado] em São Paulo. Então, não adianta querer tratar ele como se fosse carta fora do baralho. Ele tem o peso dele, ele vai querer emprestar a sua imagem para os candidatos ao Senado da nossa chapa”, disse Flávio.

    Questionado sobre a possibilidade de Eduardo concorrer ao Senado, como estava previsto antes da mudança dele para os Estados Unidos, Flávio afirmou que seria difícil justificar isso ao eleitor.

    “Eduardo teria a chance teórica de ser candidato. Ele quer? Óbvio que ele quer. […] Eu expliquei pra ele que eu vejo dificuldade em função disso. Se ele perde o mandato por falta, como é que ele vai explicar para o eleitor que ele vai se eleger, vai tomar falta e vai perder o mandato também?”, disse Flávio.

    Em São Paulo, a chapa bolsonarista será composta pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, e, em relação ao Senado, um candidato será o deputado Guilherme Derrite (PP) e o outro nome, a ser escolhido pelo PL, está em aberto.

    Da mesma forma que disse que Eduardo terá peso na escolha, Flávio também afirmou que o nome será definido em consonância com Tarcísio e o ex-presidente Bolsonaro. O PL realiza uma pesquisa com cerca de dez nomes cotados para a disputa ao Senado para avaliar a viabilidade de cada um.

    “O Eduardo quer tomar uma decisão também que tenha um alinhamento com o governador Tarcísio, provavelmente passando pelo presidente Bolsonaro”, afirmou Flávio.

    Ainda falando sobre o irmão, Flávio minimizou os embates protagonizados por Eduardo dentro do bolsonarismo nos últimos dias. O ex-deputado cobrou da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) dedicação à pré-campanha de Flávio.

    Como mostrou a Folha, Flávio esteve com o irmão nos EUA no último fim de semana e, ao retornar ao Brasil na segunda-feira (23), tentou colocar panos quentes no conflito, afirmando pelas redes sociais que precisará da ajuda e união de todos.

    “A conversa que eu tive com ele lá nos Estados Unidos foi de uma pessoa bastante madura, consciente, que não quer mais ficar discutindo quem está certo e quem está errado. Ele quer dar a colaboração dele da melhor forma possível para esse projeto nacional dar certo. […] Entendendo que o momento não é de ficar estimulando ou tentando vencer a discussão, […] porque a gente tem uma questão maior. Ele se comprometeu comigo de estar nessa linha agora integralmente.”

    Flávio disse ainda que o irmão sofre uma perseguição covarde e que, mais do que ninguém, sabe da importância de vencer a eleição. “Acho que isso explica um pouco a ansiedade dele de querer que as pessoas se engajem de corpo e alma de uma vez na nossa pré-campanha”, completou.

    Flávio diz que Eduardo quer disputar o Senado mesmo vivendo nos EUA

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  • Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

    Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

    As mudanças ocorrem após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou as chamadas tarifas recíprocas impostas por Trump; aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

    O novo regime tarifário dos Estados Unidos deve poupar 46% dos produtos brasileiros exportados ao país, informou nesta terça-feira (24) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Entre os itens beneficiados estão as aeronaves, que passam a ter alíquota zero para ingresso no mercado estadunidense.

    As mudanças ocorrem após decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou as chamadas tarifas recíprocas impostas pelo governo do presidente Donald Trump com base em legislação de emergência nacional.

    Em nota, o ministério informou que, com a nova ordem executiva publicada em 20 de fevereiro, cerca de 46% das exportações brasileiras aos EUA (US$ 17,5 bilhões) ficam sem qualquer sobretaxa adicional.

    Outros 25% (US$ 9,3 bilhões) passam a estar sujeitos à tarifa global de 10%. Aplicado com base na Seção 122 da Lei de Comércio de 1974, o percentual pode subir para 15% conforme o governo estadunidense.

    Já 29% das exportações (US$ 10,9 bilhões) continuam submetidas às tarifas setoriais previstas na chamada Seção 232, mecanismo aplicado de forma linear a diversos países com base em argumentos de segurança nacional, como no caso de aço e alumínio.

    Antes das alterações, aproximadamente 22% das exportações brasileiras estavam sujeitas a sobretaxas de até 40% ou 50%.

    Aeronaves

    Uma das principais mudanças é a exclusão das aeronaves da incidência das novas tarifas. O produto passa a ter alíquota zero, contra tributação anterior de 10%.

    Segundo o Mdic, as aeronaves foram o terceiro principal item da pauta exportadora brasileira para os Estados Unidos em 2024 e 2025, com elevado valor agregado e conteúdo tecnológico.

    Setores beneficiados

    Além das aeronaves, o ministério avalia que o novo regime amplia a competitividade de diversos segmentos industriais brasileiros no mercado norte-americano.

    Entre os setores beneficiados estão:

    Máquinas e equipamentos;

    Calçados;

    Móveis;

    Confecções;

    Madeira;

    Produtos químicos;

    Rochas ornamentais.

    Esses produtos deixam de enfrentar tarifas de até 50% e passam a competir sob alíquota isonômica (igual para todos os países) de 10%, ou eventualmente 15%.

    No setor agropecuário, pescados, mel, tabaco e café solúvel também saem da alíquota de 50% para a tarifa geral de 10% (ou eventuais 15%).

    Comércio bilateral

    Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos somou US$ 82,8 bilhões, alta de 2,2% sobre 2024. As exportações brasileiras totalizaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 45,1 bilhões, gerando déficit comercial de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.

    O Mdic ressalta que os dados foram estimados com base nas exportações para os Estados Unidos no ano passado. Segundo a pasta, os cálculos podem sofrer variações conforme critérios técnicos de classificação tarifária e destinação específica dos produtos.

    Exportações brasileiras aos EUA (2025)

     Categoria  bilhões   participação
     Sem sobretaxas  17,496  46%
     Sujeitos à tarifa de 10% (ou 15%) – Seção 122   9,248  25%
     Sujeitos a tarifas setoriais (10% a 50%) – Seção 232   10,938  29%
     Total geral   37,682  100%

    Fonte: Mdic

    Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

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  • Filho de Babu Santana reage após Samira dizer que já ficou com ele

    Filho de Babu Santana reage após Samira dizer que já ficou com ele

    A atendente de bar e hostel na Praia do Rosa, em Imbituba (SC), disse ter vivido um affair recente com Carlos Alexandre, filho do ator. O problema: o próprio “envolvido” só ficou sabendo agora -e pela TV.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Depois que Babu Santana se afastou de Ana Paula Renault, Milena Moreira e Samira Sagr no BBB 26, o público foi rápido em puxar do arquivo uma história curiosa contada pela sister no início do programa.

    A atendente de bar e hostel na Praia do Rosa, em Imbituba (SC), disse ter vivido um affair recente com Carlos Alexandre, filho do ator. O problema: o próprio “envolvido” só ficou sabendo agora -e pela TV.

    Estudante de Publicidade e Propaganda, Carlos negou a história com bom humor. “Nunca vi a Samira sem ser agora no ‘BBB’. Ela falou de um festival no Sul, mas eu nunca fui. Acho que alguém disse que era filho do Babu, e ela acreditou”, afirmou.

    Apesar da situação inusitada -que rendeu mais memes do que romance-, ele também comentou a participação do pai no reality. Segundo Carlos, a família está mais preparada desta vez. “A gente já entende melhor o jogo e como lidar com a repercussão aqui fora. Acho que agora meu pai está mais objetivo”, disse. O ator participou do “BBB 20” e terminou em quarto lugar.

    Sobre o prêmio, o estudante afirmou que o valor teria impacto direto na vida da família. “Mudaria nosso presente e nosso futuro. Ele queria pagar uma faculdade de medicina para a minha irmã e uma pós-graduação para mim”, declarou.

    Filho de Babu Santana reage após Samira dizer que já ficou com ele

  • Dólar cai para R$ 5,15, menor valor em dois anos, com tarifas dos EUA em foco; Bolsa renova recorde

    Dólar cai para R$ 5,15, menor valor em dois anos, com tarifas dos EUA em foco; Bolsa renova recorde

    Em uma sessão marcada pela implementação da nova política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o mercado de câmbio foi embalado por cautela. A alíquota estipulada pelo governo norte-americano foi de 10%, segundo aviso emitido pela CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, na sigla em inglês), e não de 15%, como anunciado por Trump no sábado.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar reverteu os ganhos do início das negociações desta terça-feira (24) e fechou em queda de 0,26%, a R$ 5,154, renovando a mínima em quase dois anos.

    Em uma sessão marcada pela implementação da nova política tarifária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o mercado de câmbio foi embalado por cautela. A alíquota estipulada pelo governo norte-americano foi de 10%, segundo aviso emitido pela CBP (Alfândega e Proteção de Fronteiras, na sigla em inglês), e não de 15%, como anunciado por Trump no sábado.

    A imposição de uma taxa mais baixa gerou confusão entre os agentes econômicos, e nenhuma explicação foi fornecida pelas autoridades americanas. Passada a cautela inicial, que levou o dólar ao pico de R$ 5,184, a moeda perdeu força e passou a refletir o maior apetite por risco por parte dos investidores globais.

    Na mínima do dia, chegou a R$ 5,142. A última vez em que o dólar rondou esse patamar foi em 28 de maio de 2024, quando esteve cotado a R$ 5,160.

    O apetite por risco também se traduziu no desempenho da Bolsa brasileira, que fechou em forte alta de 1,39%, a 191.490 pontos. Trata-se de um novo recorde para o Ibovespa, acima dos 191 mil pontos no fechamento pela primeira vez na história. Na máxima do dia, chegou a 191.780, nova marca durante o período de negociações.

    “Diante da diminuição da alíquota, temos visto valorizações de moedas e de ações de mercados emergentes. É um cenário de apetite por risco que tende a favorecer, principalmente, economias com juros mais altos e retornos atrativos, como o Brasil”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Em meio ao fluxo de capital para emergentes, operadores aguardam mais informações sobre a alíquota final. O Deutsche Bank, em nota, lembrou os clientes de que Trump fará um discurso às 23h (horário de Brasília) e possivelmente indicará os próximos passos da política comercial dos Estados Unidos.

    A nova taxa é uma reação à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que considerou as tarifas anunciadas no “Dia da Libertação” ilegais. O tarifaço anterior tinha como base jurídica a IEEPA -Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional-, que permitia a aplicação de sobretaxas de importação a todos os países sem aprovação do Congresso.

    Os juízes discordaram que a lei, criada em 1977 para situações de emergência, de fato concedia ao presidente esse poder. O placar da decisão foi de 6 votos a 3.

    A nova carga tarifária se ampara, dessa vez, em um dispositivo de 1974. A seção 122 dá a Trump poder para impor temporariamente taxas de até 15% sobre importações quando houver déficits significativos na balança de pagamentos.

    Nesse caso, a taxação expira em 150 dias, a menos que o Congresso aprove uma extensão. O governo trabalhará na emissão de tarifas “legalmente admissíveis” no paralelo, afirmou Trump.

    A cobrança coloca em dúvida os acordos negociados recentemente pelos EUA com parceiros comerciais, já que a nova tarifa pode se sobrepor aos termos já estabelecidos. Na segunda, Trump advertiu países contra algum recuo nos entendimentos, dizendo que, se o fizerem, ele adotará tarifas muito mais altas sob diferentes leis comerciais.

    O Japão solicitou aos Estados Unidos que garantam que seu tratamento sob um novo regime tarifário seja tão favorável quanto no acordo existente. Tanto a União Europeia quanto o Reino Unido indicaram que desejam manter os acordos já firmados.

    Carsten Brzeski, chefe global de macroeconomia do ING, observou que, mesmo com o limite de 150 dias do atual conjunto de medidas, a incerteza comercial provavelmente não desaparecerá tão cedo.
    “Porque teoricamente a próxima coisa que Trump poderia fazer é, com a interrupção de um dia, sempre renovar indefinidamente por mais 150 dias”, disse ele.

    A China, por sua vez, instou Washington a abandonar suas “tarifas unilaterais”, sinalizando que está disposta a realizar outra rodada de negociações.

    Em meio às dúvidas sobre o cenário, o dólar ganhou terreno ante o iene, o euro e a libra. O índice DXY, que o compara a uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,13%, a 97,87 pontos.

    No Brasil, porém, o cenário é outro. Há uma leitura de que as novas tarifas podem ser benéficas ao país, já que são significativamente menores do que a carga que antes incidia sobre alguns produtos brasileiros.

    Essa visão aumenta a atratividade do mercado nacional, já beneficiado pelo fluxo de investidores estrangeiros para praças emergentes.

    “Sob a ótica técnica, a cotação ainda rompeu o suporte em R$ 5,20, faixa que concentrava posições compradas relevantes. A perda desse nível desencadeou ajustes de portfólio e amplificou o movimento de apreciação do real, com redução tática de exposição à moeda americana”, diz Jaqueline Neo, especialista de câmbio e crédito da be.smart.

    Já o Ibovespa se recuperou da queda da véspera. “As tensões envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã voltaram a puxar o petróleo para cima e Petrobras está acompanhando o ritmo, empurrando o Ibovespa. O setor bancário avança após um pregão de realizações na segunda, e há ainda o fluxo de estrangeiros para o mercado brasileiro, o que colabora para que o dólar siga se desvalorizando”, diz Rodrigo Moliterno, chefe de renda variável da Veedha Investimentos.

    Praças europeias fecharam em estabilidade, como o DAX e o FTSE, e Wall Street avançou, com os principais índices embalados por ações de tecnologia. A Anthropic anunciou dez novas ferramentas de inteligência artificial, impulsionando o setor.

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