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  • Pedro Raul vê filme repetido enquanto aguarda chances no Corinthians

    Pedro Raul vê filme repetido enquanto aguarda chances no Corinthians

    FÁBIO LÁZARO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pedro Raul ainda não teve a quantidade de oportunidades que esperava desde que retornou ao Corinthians, após ser emprestado ao Ceará na temporada passada.
    Internamente, porém, a comissão técnica também não está satisfeita com o desempenho apresentado pelo atacante neste início de ano.

    O centroavante voltou ao Timão no início da temporada disposto a reconquistar espaço com a camisa alvinegra. Mesmo diante do interesse de clubes do Brasil e do exterior, pesou na decisão do jogador o desejo de permanecer no Corinthians e dar a volta por cima no clube.

    O cenário, no entanto, lembra o do começo do ano passado. Na ocasião, Pedro Raul também recusou propostas para seguir no Timão, mas acabou sem espaço com a comissão técnica então comandada por Ramón e Emiliano Díaz, sendo posteriormente emprestado ao Ceará.

    O UOL apurou que a postura dos ex-treinadores corintianos deixou o atacante bastante chateado. O atleta até hoje guarda certo ressentimento dos argentinos.

    “Não queriam que eu ficasse, a verdade é essa. Agora eu quis ficar, tive algumas situações para sair, mas sempre quis ficar. A comissão técnica tem me ajudado, me dado confiança para trabalhar. E quando tiver oportunidades, preciso estar pronto para representar essa camisa da melhor maneira possível. Sempre falei que é um sonho estar aqui, vivendo esse clube e esse grupo”, disse Pedro Raul, em entrevista ao UOL

    Apesar de hoje ter uma relação melhor com a comissão técnica atual, Pedro Raul vive um contexto semelhante ao do ano passado. O atacante tem recebido menos minutos do que concorrentes diretos de posição, como Gui Negão e Vitinho.

    Após a vitória do Corinthians sobre o Athletico-PR, na última quinta-feira, pelo Campeonato Brasileiro, o técnico Dorival Júnior reconheceu publicamente a situação. Ainda assim, o comandante corintiano ressaltou a necessidade de evolução por parte do jogador.

    “O que menos dei oportunidade até esse momento é o Pedro Raul. Entendo isso e espero que ele intensifique do lado dele para que possamos dar mais oportunidades. Ele ainda pode nos ajudar”, disse Dorival Júnior, em entrevista coletiva,
    Serviço nos jogos

    A reportagem apurou que a comissão técnica vê a situação de Pedro Raul mais como um momento específico do que como um indicativo de um “filme repetido” para o restante da temporada.
    Ainda assim, uma das prioridades do departamento de futebol no mercado neste momento é a contratação de um atacante que atue por dentro.

    A avaliação é de que o jogador precisa entregar mais quando recebe oportunidades, algo que, na visão da comissão técnica, ainda não aconteceu de forma consistente.

    Nos bastidores, porém, o entorno de Pedro Raul contesta a baixa minutagem em relação ao nível de efetividade.

    O atacante disputou sete partidas na temporada, apenas uma como titular, somando 154 minutos em campo. Nesse período, deu uma assistência — justamente em um clássico, diante do São Paulo, ao participar do gol de empate corintiano no último minuto.

    Os números são equivalentes aos de Gui Negão, que também atuou em sete jogos, mas iniciou cinco como titular, acumulou quase 300 minutos a mais em campo e teve uma participação direta em gol, que marcou contra o Capivariano, na primeira fase do Paulistão.

    Pedro Raul vê filme repetido enquanto aguarda chances no Corinthians

  • Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

    Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

    “Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, disse Lula, referindo-se aos criminosos brasileiros em solo americano.

    VICTORIA DAMASCENO
    NOVA DÉLI, ÍNDIA (CBS NEWS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que pretende realizar operações da Polícia Federal nos Estados Unidos para combater o crime organizado mediante a autorização do governo de Donald Trump.

    “Eu não quero recebê-los, eu quero prendê-los”, disse Lula, referindo-se aos criminosos brasileiros em solo americano.

    A fala ocorreu durante entrevista coletiva neste domingo (22) em Nova Déli, na Índia, onde o presidente estava para participar de uma cúpula sobre inteligência artificial e uma visita de Estado a convite do primeiro-ministro, Narendra Modi.

    A decisão é impulsionada pela recente invasão dos EUA à Venezuela, que resultou na prisão do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, sob a justificativa de combate ao narcotráfico e ao crime organizado.

    A invasão gerou apreensão no governo brasileiro pelo temor de que novas ações americanas na Venezuela pudessem causar instabilidade na América Latina e, consequentemente, afetar o Brasil.

    O petista afirma que o governo americano já recebeu nomes, fotos e documentos da Receita Federal de membros de organizações criminosas que residem nos EUA e são monitorados pelas autoridades brasileiras por suspeita de diversos crimes.

    Lula não informou qual a resposta dos americanos em relação ao pedido, mas disse que o tema será um dos principais na reunião bilateral com Trump prevista para março. O presidente prevê a participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, além de representantes da Receita Federal e da Polícia Federal.

    “Qualquer coisa que puder colocar uns magnatas da corrupção na cadeia, nós estamos dispostos a trabalhar. E esses magnatas não moram na favela, não moram no térreo, eles moram em cobertura, moram nos bairros mais chiques do Brasil e nos bairros mais chiques dos Estados Unidos”, declarou o presidente.

    O diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, acompanhou o presidente na viagem à Índia para a abertura do cargo de adido no país, voltado ao combate ao crime organizado entre as nações, embora membros da própria corporação tenham dito à Folha que o número não é expressivo.

    O presidente afirmou que o diretor passará a integrar sua comitiva nas próximas viagens para expandir a atuação da PF em outros territórios mediante a autorização dos governos locais.
    “Nós precisamos colocar adidos da Polícia Federal nos países, precisamos fazer convênios para combater o crime organizado, para combater o narcotráfico”, declarou.

    Fernandes segue com Lula para a Coreia do Sul, onde o presidente participará de uma visita de Estado e de reuniões com o presidente Lee Jae Myung, bem como de encontros com empresários.

    Impulsionado por ação na Venezuela, Lula quer realizar operações da PF para prender brasileiros nos EUA

  • Brasil encerra participação nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina em novo patamar

    Brasil encerra participação nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina em novo patamar

    MICHELE OLIVEIRA
    MILÃO, ITÁLIA (FOLHAPRESS) – “Parece que entramos num grupo exclusivo. Antes, éramos só o pessoal dos pins raros, agora nós temos uma medalha de ouro depois de 102 anos de Olimpíadas de Inverno”, disse Emilio Strapasson, responsável do COB (Comitê Olímpico do Brasil) pela liderança esportiva e operacional nos Jogos de Milão e Cortina, encerrados neste domingo (22).

    A fala, que faz referência ao colecionismo de broches que vira mania a cada edição, resume a mudança de nível do esporte brasileiro na neve e no gelo. O Brasil sai da Olimpíada com sua primeira medalha, inédita até então em toda a América Latina. “É um divisor de águas”, afirmou Strapasson em Milão, ao analisar a participação brasileira.

    A estratégia de mapear e atrair atletas de fora do país que já fossem praticantes de modalidades de inverno deu resultados. O Brasil, que compete desde os Jogos de 1992, terminou em 19º no quadro de medalhas. Noruega, Estados Unidos e Holanda foram os três mais premiados.

    Além do ouro do norueguês-brasileiro Lucas Pinheiro Braathen no esqui alpino, outros marcos foram batidos no norte da Itália. A maior delegação brasileira numa edição de inverno também teve o maior número de atletas entre os 20 melhores.

    No skeleton, Nicole Silveira, que mora no Canadá, ficou em 11º lugar, o melhor resultado do país em esportes no gelo. No snowboard halfpipe, Pat Burgener, crescido na Suíça, e Augustinho Teixeira, outro que mora no Canadá, terminaram, respectivamente, em 14º e 19º. No bobsled, o trenó liderado por Edson Bindilatti ficou em 19º, o melhor resultado para o país.

    Líder desse novo movimento, Lucas virou notícia mundial. Além de sua conquista na pista de Bormio, ele chama a atenção pela atitude, com passos de samba, declarações de amor ao pão de queijo, interesse por moda e produtos de beleza.

    Rodeado por grandes patrocinadores, ele usa a própria história para falar sobre diversidade e multiplicidade. “Precisei viver muitos anos até entender que essa diferença entre culturas me trouxe crescimento. Eu nunca iria ser o atleta que sou se não fosse por essa história meio complicada”, disse Lucas à Folha antes do ouro.

    O COB confirmou que ele já está comprometido com o Brasil para o próximo ciclo olímpico, com intenção de disputar em 2030, nos Alpes Franceses. Até lá, o comitê pretende continuar de olho em brasileiros no exterior para reforçar o grupo.

    Foi uma grande Olimpíada também para a Itália, que organizou as competições em sete cidades, descentralização que será repetida pela França. Depois da apreensão inicial por obras atrasadas, críticas de ambientalistas e protestos dos milaneses, os Jogos aconteceram sem problemas graves.

    Em Milão, a arena Santa Giulia, que a poucos dias do início dos Jogos tinha setores em finalização, recebeu as principais partidas de hockey e agora será usada como mais um lugar de eventos e shows. Em Cortina, onde foi erguida uma pista para bobsled, skeleton e luge, ao custo de EUR 118 milhões (R$ 723 milhões), os organizadores prometem que ela não será uma catedral no deserto e querem atrair atletas de outros países para treinamento.

    Mais nobres do ponto de vista da sustentabilidade são os outros endereços dos esportes de gelo em Milão. Pavilhões do principal centro de convenções da cidade, que já conta com boa infraestrutura de transporte, foram convertidos em pistas de patinação e hockey.

    A cidade, que viveu os Jogos com entusiasmo moderado, talvez por já estar acostumada a grandes eventos internacionais, como as semanas de moda e de design, celebra como legado a acessibilidade com elevadores em 97% das 134 estações de metrô, um ponto essencial para as Paralimpíadas, entre 6 e 15 de março, e para muitos moradores.

    A Itália se saiu bem também nos resultados, com sua melhor performance da história, ao terminar em quarto lugar, com 30 medalhas, sendo 10 de ouro, superando a atuação de 1994.

    Foram as atletas que garantiram as maiores emoções, como a esquiadora Federica Brignone, dois ouros após dez meses de uma grave lesão. Destaque ainda para as patinadoras Francesca Lollobrigida (dois ouros) e Arianna Fontana (um ouro e duas pratas), que se tornou a maior medalhista do país, com 14 pódios, contando os homens e as edições de verão.

    Na primeira Olimpíada com uma mulher à frente do COI (Comitê Olímpico Internacional) –Kirsty Coventry, ex-nadadora do Zimbábue–, Milão-Cortina termina como a edição com melhor equilíbrio entre gêneros. As disputas tiveram 47% de atletas mulheres, 50% do quadro de organizadores feminino, e 51% dos 18 mil voluntários eram mulheres.

    Além de imagens alucinantes e recordes quebrados, lágrimas e polêmicas também entram para história. A desclassificação do ucraniano Vladislav Heraskevich, impedido de competir no skeleton com seu capacete feito de imagens de atletas compatriotas que morreram na guerra contra a Rússia, colocou em debate as regras sobre manifestação política nos Jogos.

    A polêmica em torno do conflito deve continuar nas Paralimpíadas. Após decisão que permitiu aos russos e belarussos competirem com suas bandeiras nacionais, diferentemente do que ocorreu nas últimas semanas, quando os atletas estavam sob bandeira neutra, os ucranianos prometem boicotar a cerimônia de abertura, em 6 de março, em Verona.

    Brasil encerra participação nos Jogos de Inverno de Milão-Cortina em novo patamar

  • Endrick diz que em campo se imagina em filme de ação: ‘Me impulsiona a ser mais letal’

    Endrick diz que em campo se imagina em filme de ação: ‘Me impulsiona a ser mais letal’

    Sucesso no futebol francês, o atacante brasileiro Endrick revelou uma estratégia inusitada para turbinar seu desempenho em campo. \”Eu me imagino em um filme de ação. Gosto da adrenalina e preciso liberar toda a minha raiva. Isso me impulsiona a ser ainda mais letal diante do gol\”, disse o estreante mais efetivo da história do Lyon. Em seis jogos na França, o ex-jogador do Palmeiras anotou cinco gols e deu uma assistência.

    Emprestado pelo Real Madrid ao clube francês até o final da temporada, Endrick também afirmou ao programa Telefoot que tem como objetivo conquistar a Champions League ao lado de Vini Jr. e Mbappé, com quem jogou na Espanha. \”Espero ver Vinicius e Mbappé juntos novamente algum dia para ganhar a Liga dos Campeões e outros títulos\”, afirmou.

    Além de Mbappé, o também francês Camavinga recomendou que Endrick assinasse com o Lyon. \”Kylian Mbappé e Camavinga me disseram que a Ligue 1 era um bom campeonato e muito competitivo. Eles me recomendaram fortemente que eu assinasse com o Lyon porque é um grande time. Agradeço o conselho deles\”, afirmou ele, avaliando que um bom desempenho no time francês pode pavimentar sua ida à Copa do Mundo. \”Espero conquistar grandes coisas com o Lyon e, se Deus quiser, ir à Copa do Mundo para ajudar o Brasil.\”

    A fama é uma das piores coisas que existem, na avaliação do atacante. \”É difícil. Os jovens que pensam que a fama só traz coisas positivas estão enganados. Para mim, é uma das piores coisas que podem existir. Espero que um dia eu possa aproveitar minha vida em paz\”, afirmou o jogador de 19 anos.

    Endrick ganhou a alcunha de Matador de alguns órgãos de imprensa. \”Podem me chamar do que quiserem. Vamos ver nos próximos dias se vou continuar com esse apelido\”, disse.

    Endrick diz que em campo se imagina em filme de ação: ‘Me impulsiona a ser mais letal’

  • Chaiany Andrade atende o Big Fone e vai para o paredão do BBB 26

    Chaiany Andrade atende o Big Fone e vai para o paredão do BBB 26

    Quem atendeu o Big Fone Azul, escolhido pelo público com 51,6% dos votos, foi Chaiany Andrade. Antes de tocar, foi disparado na tela um cronômetro de 60 segundos. A sister correu e foi a primeira a alcançar o telefone.

    HAVOLENE VALINHOS
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – No mesmo dia em que ganhou a prova do Anjo, Chaiany Andrade atendeu o Big Fone e foi para o paredão. Durante o BBB 26 deste sábado (21), aconteceram duas dinâmicas: o Big Fone que tocou pela sétima vez nesta temporada seguido do Duelo de Risco.

    Quem atendeu o Big Fone Azul, escolhido pelo público com 51,6% dos votos, foi Chaiany Andrade. Antes de tocar, foi disparado na tela um cronômetro de 60 segundos. A sister correu e foi a primeira a alcançar o telefone.

    Então, ela foi para o Duelo de Risco. Como Chaiany tinha indicado, durante o Sincerinho da sexta-feira (20), Marciele Albuquerque, Jordana Morais e Maxiane Rodrigues, teria que escolher uma das três para duelar. Chaiany escolheu Jordana. À tarde, após ganhar a prova do Anjo, ela já havia colocado Jordana no castigo do monstro.

    Schmidt disse que apenas Chaiany poderia se aproximar da mesa e ver o conteúdo da caixa. Depois teria 60 segundos para convencer Jordana a trocar ou não a caixa.

    Jordana perguntou se Chaiany achava que ela estava em seu dia de sorte e que ela, Jordana, no de azar?

    Por fim, Jordana escolheu Caixa 2, garantindo sua imunidade.

    Chaiany Andrade atende o Big Fone e vai para o paredão do BBB 26

  • Santos aposta em força ofensiva e Neymar para quebrar tabu na casa do ‘imbatível’ Novorizontino

    Santos aposta em força ofensiva e Neymar para quebrar tabu na casa do ‘imbatível’ Novorizontino

    O Santos realiza uma temporada abaixo da expectativa da torcida, repetindo erros e tropeços de anos anteriores. Neste domingo, às 16 horas, a equipe vai até o Doutor Jorge Ismael de Biasi, no interior do estado, sob pressão de desencantar no estádio diante do Novorizontino por vaga à semifinal do Paulistão.

    Das três vitórias santistas em 2026, duas foram contra rivais em luta contra o rebaixamento. A outra ocorreu na estreia, justamente contra o Novorizontino, e que serve de inspiração para a equipe ter seu primeiro motivo a celebrar em Novo Horizonte após quatro derrotas e duas igualdades no palco das quartas de final.

    A classificação na oitava colocação veio com goleada sobre o rebaixado Velo Clube, por 6 a 0, importante para amenizar as cobranças e o descontentamento dos santistas. O retorno de Neymar aos gramados também serve de combustível para uma decolagem atrasada na temporada.

    Juan Pablo Vojvoda jamais escondeu que o Santos se transformaria com Neymar. O astro pode fazer seu primeiro jogo como titular após atuar por 45 minutos na jornada anterior. A semana livre serviu para o astro ganhar ritmo e condições de atuar por mais tempo, o que o sugere entre os titulares.

    O Santos trabalhou muitos ajustes ao setor ofensivo, que até vem criando bastante, mas pecando na hora de mandar às redes. Exceção ao jogo com o Velo Clube, a equipe vinha com baixo aproveitamento no quesito gols e só havia vencido quando anotou mais de uma vez, contra o Novorizontino, na estreia e, depois, frente ao Noroeste – ambos batidos por 2 a 1.

    Vojvoda estuda manter a escalação com quatro peças ofensivas, com Moisés e Gabigol certos. A chance de Neymar ser escalado desde o começo é praticamente certa e abre disputa pela última vaga entre Rony, Barreal e Thaciano.

    Ter força ofensiva se faz necessário diante do melhor time da fase de classificação, na qual teve 100% de aproveitamento atando em casa, com o resultado mais expressivo sendo a goleada sobre o forte Palmeiras, por 4 a 0.

    O caldeirão de Novo Horizonte, por sinal, é a aposta do time do interior diante do Santos. Em sua casa, o Novorizontino anotou 10 gols em quatro jogos, média de 2,5, e foi vazado uma única vez.

    \”Nosso time sabe o quão importante foi essa semana, especial. Estou feliz em estar nas quartas, a gente sabe a importância do Paulistão. O que a gente fez na primeira fase foi de grande importância, mas agora temos de limpar esse HD (esquecer os números) e pensar nas quartas. Estamos trabalhando, focadíssimos, fazendo nosso melhor para realizar um grande jogo no fim de semana\”, disse o meia atacante Rômulo, um dos destaques do Novorizontino ao lado do artilheiro Robson (4 e 7 gols, respectivamente).

    O técnico Enderson Moreira não se ilude com os números e prega total respeito ao oponente. E revelou como foi a preparação. \”Com seriedade e muito concentração, não muito diferente do que a gente sempre faz. É um jogo muito difícil, o Santos conta com elenco recheado de jogadores fantásticos e que podem decidir a qualquer momento\”, destacou. \”Estamos observando o que podemos explorar, eles têm um grande treinador também, e será um jogo com duas equipes de perfil ofensivo e que jogam para frente e expectativa que seja um grande duelo.\”

    FICHA TÉCNICA

    NOVORIZONTINO – Jordi; Alexis Alvariño, Dantas, Patrick e Mayk; Luís Oyama e Léo Naldi; Tavinho, Rômulo e Maykon; Robson. Técnico: Enderson Moreira.

    SANTOS – Gabriel Brazão; Mayke, Zé Ivaldo, Luan Peres e Vinícius Lira; William Arão, Gabriel Bontempo e Moisés; Rony (Barreal), Neymar (Thaciano) e Gabigol. Técnico: Juan Pablo Vojvoda.

    ÁRBITRO – Flávio Rodrigues de Souza.

    HORÁRIO – 16 horas.

    LOCAL – Estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte.

    Santos aposta em força ofensiva e Neymar para quebrar tabu na casa do ‘imbatível’ Novorizontino

  • Brasileiro trabalha menos que a média mundial, aponta pesquisa

    Brasileiro trabalha menos que a média mundial, aponta pesquisa

    Uma pesquisa com dados de 160 países, cobrindo 97% da população global, revela que trabalhadores de todo o mundo destinaram em média 42,7 horas semanais a atividades remuneradas em 2022 e 2023. Os brasileiros ocupados em empregos formais e informais dedicaram, nesse mesmo período, 40,1 horas semanais em média ao trabalho.

    RAFAEL CARIELLO
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em comparação com o resto do mundo, o brasileiro não trabalha muito. Nem pode ser considerado particularmente esforçado.

    Uma pesquisa com dados de 160 países, cobrindo 97% da população global, revela que trabalhadores de todo o mundo destinaram em média 42,7 horas semanais a atividades remuneradas em 2022 e 2023. Os brasileiros ocupados em empregos formais e informais dedicaram, nesse mesmo período, 40,1 horas semanais em média ao trabalho.

    O levantamento é do economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre, a partir de um novo banco de dados global de horas trabalhadas organizado pelos economistas Amory Gethin, do Banco Mundial, e Emmanuel Saez, da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA).

    Os pesquisadores utilizam dados domiciliares reunidos pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), pelo Banco Mundial e pela União Europeia, entre outras fontes de informação.

    Disponível desde novembro do ano passado, o banco de dados organizado por Gethin e Saez –o mais amplo do tipo já construído– confirma relações esperadas entre características demográficas, de renda per capita, de impostos e transferências realizados por cada país, de um lado, e a quantidade de horas trabalhadas por seus cidadãos, de outro.

    Sob qualquer desses critérios, o brasileiro trabalha menos do que seria esperado. Para Duque, o que provavelmente explica o desvio brasileiro é uma questão cultural, uma preferência por maior quantidade de lazer.

    Na comparação direta com outros 86 países para os quais há dados por mais de duas décadas, o Brasil ocupa a 38ª posição em horas trabalhadas. Quando se leva em consideração a quantidade de horas trabalhadas esperada de cada país a partir do seu nível de produtividade e de sua estrutura demográfica, o Brasil cai para o terço de menor esforço global: ocupa a 60ª posição entre 85 países, para trabalhadores com 15 anos ou mais.

    A situação não melhora quando impostos e transferências, como aposentadorias e benefícios de renda mínima, são incorporados à análise. No ranking a partir da tendência esperada considerando produtividade, demografia, impostos e transferências, o Brasil ocupa a 53ª posição entre 76 países, novamente no terço inferior, de pior desempenho.

    De modo geral, a característica que melhor explica a quantidade de horas trabalhadas mundo afora é a produtividade dos trabalhadores. Mas de uma maneira que não é direta, linear. A relação entre a produtividade e as horas trabalhadas segue, grosso modo, a forma de uma montanha, com subida, pico e descida.

    À medida que cresce a produtividade da economia nacional, quando os países deixam de ser pobres e se tornam países de renda média, aumenta o número de horas trabalhadas. É a subida. Compensa, nesse caso, trabalhar mais e, afinal, poder consumir mais.

    A partir de certo ponto, contudo, a produtividade já é tão alta, e o consumo também, que os trabalhadores passam a dar mais valor para o lazer. Começa, então, a descida da serra: enquanto a produtividade continua a aumentar, o número de horas trabalhadas diminui. Quem é rico pode se dar ao luxo de trabalhar menos. Na França, por exemplo, trabalha-se em média 31 horas por semana (78º lugar, entre 87 países).

    O que Duque descobriu é que os trabalhadores brasileiros escolheram “descer a serra” e trabalhar menos antes de ficarem ricos. No Brasil, segundo o levantamento, trabalha-se 1 hora e 12 minutos a menos por semana do que seria esperado dado o seu nível de produtividade e o seu perfil demográfico.

    Um dos rankings montados organiza os países dos que mais desviam positivamente, em horas trabalhadas, daquilo que seria esperado dado o seu nível de produtividade e estrutura demográfica –são os que estão nos primeiros lugares do ranking– aos que mais desviam negativamente em relação a essa tendência geral –como o Brasil, que ocupa a 60ª posição.

    Nesse caso, os trabalhadores que mais se “esforçam”, para além do que seria esperado, são os dos Emirados Árabes Unidos. Os trabalhadores da Moldávia, país do Leste Europeu, ocupam o último lugar.

    Em outro ranking, o esforço extra dos trabalhadores de cada país é medido também em relação ao que seria esperado (em horas trabalhadas) considerando os impostos sobre o trabalho e as transferências recebidas pelos trabalhadores. Quanto maiores os impostos e maiores as transferências, menor é o número de horas trabalhadas, em média. Aqui é o Japão que se destaca, positivamente, enquanto em Moçambique, no último lugar, trabalha-se quase 14 horas a menos do que seria esperado.

    Segundo Duque, ele imaginava que os incentivos contabilizados nesse ranking ajudassem a explicar o número de horas trabalhadas abaixo da média pelos brasileiros. Altos encargos trabalhistas e transferências significativas (para o nível de renda do país) estariam diminuindo a oferta de trabalho. Era a expectativa.

    É o que acontece, por exemplo, na Alemanha, onde se trabalha 1 hora e 48 minutos a menos do que seria esperado dado o nível de produtividade local. Toda essa diferença desaparece, contudo, quando se considera a carga tributária: nesse caso, os alemães passam a trabalhar 6 minutos a mais do que seria esperado, por semana.

    “Eu imaginei que a gente fosse ver, talvez, uma redução da diferença do Brasil” para o resto do mundo, quando se contabilizasse o impacto do Estado no mercado de trabalho, disse Duque. “Porque eu achei que a gente tivesse uma estrutura tributária e de transferências que desincentivasse o trabalho. O que eu descobri foi o contrário.” No ranking que leva em consideração impostos e transferências, o brasileiro ainda trabalha 1 hora e 18 minutos a menos do que seria esperado.

    O economista Samuel Pessôa, colega de Duque no FGV Ibre e seu interlocutor durante a exploração do novo banco de dados, diz que a escolha por uma quantidade menor de trabalho e maior de lazer é legítima. “Parece ser um sinal de que lazer, no Brasil, vale mais do que em outros lugares –e está tudo certo.” Pessôa lembra, contudo, que pode ser que as muitas horas despendidas em trânsito de casa ao trabalho, pelos brasileiros, tenham algum impacto sobre a oferta de trabalho.

    Seja qual for a razão da menor oferta relativa de trabalho pelos brasileiros, o resultado é certo, afirmam os dois: uma menor renda per capita. “Tem um impacto direto”, observa Duque. Mesmo que aumente a produtividade das horas trabalhadas que restam, “a compensação não vai ser de 100%”.

    Pessôa, que também é colunista da Folha, observa que uma parte da diferença de renda per capita entre o Brasil e países asiáticos, como Coreia e Taiwan, se deve não só à produtividade, mas à quantidade de horas trabalhadas. No seu levantamento, Duque descobriu que os homens coreanos trabalham 5 horas e 18 minutos a mais do que seria esperado dada a sua produtividade, enquanto os brasileiros homens trabalham meia hora a menos. Uma diferença de quase 6 horas por semana. No caso das mulheres, a diferença é de 11 horas semanais.

    “Se a gente trabalha 25% a menos, mesmo que a produtividade por hora seja a mesma, nosso PIB per capita vai ser 25% menor”, resume Pessôa.

    O economista considera que faz sentido ter esse impacto em mente no momento em que se discute o fim da escala 6×1. “A gente está discutindo uma lei de redução da jornada porque quem trabalha 44 horas gostaria de trabalhar menos. Essas pessoas vão trabalhar menos e vai reduzir a jornada média. A medida não vai ser inócua. E a justificativa para poder reduzir as horas de trabalho é que supostamente já se trabalha muito. Bom, agora a gente está vendo que, na média, a gente não trabalha tanto.”

    Brasileiro trabalha menos que a média mundial, aponta pesquisa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

    O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

    A plataforma Horizon Worlds desenvolvida pela divisão Reality Labs da Meta – que até aqui se encontrava acessível através dos dispositivos Quest – vai estar disponíveis nos smartphones para encontrar um público mais alargado.

    Depois de iniciar o ano com demissões na divisão Reality Labs, a Meta anunciou novas mudanças nessa área da empresa, responsável pelo desenvolvimento do metaverso.

    A gigante de tecnologia liderada por Mark Zuckerberg informou que o Horizon Worlds, plataforma do metaverso criada pela Reality Labs, deixará de ser limitada à realidade virtual e aos usuários dos dispositivos Meta Quest. Em vez disso, a Meta afirma que o Horizon Worlds passará a ser “quase exclusivamente mobile”.

    Vale lembrar que o Horizon Worlds foi lançado em 2021 como uma plataforma de realidade virtual e agora está sendo reposicionado para alcançar um público muito mais amplo, que poderá acessá-lo por meio do celular.

    “Estamos em uma posição forte para oferecer jogos sociais síncronos em larga escala, graças à nossa capacidade única de conectar esses jogos a bilhões de pessoas nas maiores redes sociais do mundo”, afirmou, em comunicado, a vice-presidente de conteúdo da Reality Labs, Samantha Ryan. “Vocês começarão a ver essa estratégia se desenvolver em 2025 e agora ela é o nosso principal foco.”

    Não chega a ser surpresa que a Meta queira que os produtos desenvolvidos pela Reality Labs passem a gerar mais receita, já que, desde 2021, essa divisão investiu quase US$ 80 bilhões no desenvolvimento de experiências de realidade virtual e de óculos inteligentes.

    O metaverso da Meta está a caminho dos smartphones

  • Crocodilo de 6 metros é visto carregando corpo de mulher desaparecida

    Crocodilo de 6 metros é visto carregando corpo de mulher desaparecida

    O animal foi visto na segunda-feira (16/2), em meio às águas turvas do rio. Os restos mortais encontrados estavam incompletos. A vítima, Jusmitawati, de 36 anos, estava no local com amigas coletando mariscos quando se afastou do grupo e acabou sendo atacada pelo crocodilo. Ela era mãe de três filhos.

    Um crocodilo de aproximadamente seis metros de comprimento e quase um metro de largura foi avistado carregando o corpo de uma mulher que estava desaparecida desde o último domingo (15/2). O caso ocorreu no rio Luan Boya, na província de Aceh, na Indonésia.

    O animal foi visto na segunda-feira (16/2), em meio às águas turvas do rio. Os restos mortais encontrados estavam incompletos. A vítima, Jusmitawati, de 36 anos, estava no local com amigas coletando mariscos quando se afastou do grupo e acabou sendo atacada pelo crocodilo. Ela era mãe de três filhos.

    Após o ataque, o réptil foi localizado a cerca de um quilômetro e meio do ponto onde a mulher foi surpreendida. O animal foi capturado e abatido pelas autoridades. Partes do corpo de Jusmitawati foram encontradas no estômago do crocodilo.

    Embora a região seja conhecida pela presença frequente desses animais, moradores afirmaram que o rio costumava ser bastante procurado para a coleta de mariscos.

    Diante do ocorrido, o chefe de polícia de Teluk Dalam, Zainur Fauzi, fez um alerta à população. Em declaração ao jornal The Sun, ele afirmou: “Pedimos aos moradores que evitem atividades nas proximidades das áreas perigosas do rio por enquanto, até que as autoridades tomem medidas adicionais”.

    Crocodilo de 6 metros é visto carregando corpo de mulher desaparecida

  • Prefeito é preso após ser flagrando cheirando calcinhas de adolescente

    Prefeito é preso após ser flagrando cheirando calcinhas de adolescente

    Wesley Dingus, de 48 anos, passou a ser investigado depois que a adolescente decidiu esconder uma câmera no próprio quarto, no mês passado. Segundo o site Richland Source, ela suspeitava que o prefeito tentava entrar no cômodo na sua ausência. As imagens registraram Dingus se masturbando enquanto cheirava roupas íntimas sujas da jovem.

    O prefeito de Butler, no estado de Ohio (EUA), foi preso após ser acusado de cheirar roupas íntimas usadas de uma parente que estava sob seus cuidados. O grau de parentesco não foi informado.

    Wesley Dingus, de 48 anos, passou a ser investigado depois que a adolescente decidiu esconder uma câmera no próprio quarto, no mês passado. Segundo o site Richland Source, ela suspeitava que o prefeito tentava entrar no cômodo na sua ausência. As imagens registraram Dingus se masturbando enquanto cheirava roupas íntimas sujas da jovem.

    De acordo com o relato, no dia 13 de janeiro, a adolescente saiu de casa por volta das 7h e recebeu um alerta de movimento apenas 15 minutos depois. Ao verificar a gravação, viu o prefeito entrar no quarto e cheirar suas peças íntimas. No dia seguinte, às 7h17, um novo aviso foi emitido. O vídeo mostrava Dingus novamente no quarto, cheirando as roupas usadas e “tocando sua genitália por cima da roupa”.

    Após analisar as imagens, a polícia iniciou investigação contra o prefeito da cidade rural, que tem menos de mil habitantes. Dingus acabou sendo detido em 13 de fevereiro. O político republicano, que já atuou como vereador local, responderá por voyeurismo em liberdade após pagar fiança.

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