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  • Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

    Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

    Senadora integra CPMI e diz que identificou entidades nos esquemas de fraudes aos aposentados; líder religioso cobra provas da parlamentar e diz que ela cometeu uma ‘afronta’

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia, afirmou nesta quarta-feira (14) que a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) cometeu uma “afronta” ao associar igrejas evangélicas ao escândalo de descontos indevidos no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O religioso desafiou a parlamentar, a quem classificou como “linguaruda” se não apresentar provas e nomes.

    “Isso é uma afronta, uma mulher que se diz evangélica faz uma denúncia dessa gravidade sem dar nomes e ainda diz que teve gente que pediu para ela não falar nada. Eu vou desafiar ela a dar o nome das grandes igrejas e dos líderes que estão envolvidos nessa pouca vergonha. ‘Se não, a senhora é uma linguaruda’”, disse Malafaia à Folha de S.Paulo, antecipando o conteúdo de um vídeo que divulgará nas redes.

    O pastor reclama de uma entrevista concedida por Damares ao SBT News. A senadora faz parte da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), envolvendo descontos irregulares em benefícios de aposentados e pensionistas. Ela afirmou que identificou entidades religiosas no esquema.

    “Nós estamos identificando igrejas no esquema de fraude com aposentados. Há pastores que pedem para não investigar, não decepcionar os fiéis. (…) E quando se fala de um grande pastor, vem a comunidade: ‘não falem, não digam, não investiguem, porque os fiéis vão ficar muito tristes’”, afirmou a senadora nessa terça-feira (13).

    Malafaia e Damares são apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O líder religioso é uma espécie de conselheiro político da família Bolsonaro, enquanto a parlamentar, também evangélica, foi ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo passado. Em 2022, eles protagonizaram uma disputa sobre a eleição.

    Na ocasião, Malafaia classificou Damares como “abusada” após a então ex-ministra manter uma candidatura ao Senado pelo Distrito Federal. O então presidente Bolsonaro apoiava Flávia Arruda (PL) para o cargo.

    Malafaia chama Damares de 'linguaruda' após senadora associar igrejas a escândalo do INSS

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  • Premiê da França sobrevive a 2 votações no Parlamento que visavam derrubá-lo

    Premiê da França sobrevive a 2 votações no Parlamento que visavam derrubá-lo

    Sessões ocorreram por iniciativa dos dois extremos, esquerda e direita, em protesto pela aprovação do acordo UE-Mercosul; o primeiro-ministro, Sébastien Lecornu, acusa oposição de sabotagem; Legislativo ainda não aprovou orçamento de 2026

    PARIS, FRANÇA (CBS NEWS) – O gabinete do primeiro-ministro Sébastien Lecornu sobreviveu, nesta quarta-feira (14), a duas moções de censura na Assembleia Nacional, apresentadas separadamente pela ultraesquerda e pela ultradireita. O motivo de ambas foi a aprovação na semana passada, pelo Conselho Europeu, do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.

    No sistema político francês, a moção de censura é um instrumento para a oposição derrubar o governo. É necessário o voto favorável da maioria absoluta dos 575 deputados em exercício -ou seja, 288 votos. O primeiro voto, proposto pela esquerda, obteve 256 votos, e o segundo, da direita, atingiu apenas 142. Com isso, Lecornu fica no cargo.

    As tentativas de derrubar o primeiro-ministro foram votadas em separado porque a agremiação da ultraesquerda LFI (França Insubmissa) se recusou a apoiar a proposta apresentada pelo partido de ultradireita RN (Reunião Nacional). Ainda assim, mesmo unidas, as duas siglas não teriam os 288 votos necessários para aprovar a moção.

    Lecornu acusou os dois extremos do plenário da Assembleia Nacional de sabotagem e de enviar ao mundo a imagem de uma França dividida em um momento de tensão global, em meio às crises da Venezuela, do Irã e da Groenlândia.

    “Neste momento, protocolar moções de censura tem um impacto, e ele será pago pelo povo francês. É o momento de privar a França de estabilidade?”, perguntou.

    Tanto esquerda quanto direita acusam Lecornu e o presidente Emmanuel Macron de terem traído os agricultores franceses ao não barrarem o tratado UE-Mercosul. A França foi voto vencido no Conselho Europeu. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, é aguardada em Assunção, no Paraguai, no sábado (17), para a assinatura formal do documento.

    Os produtores rurais ocuparam Paris com tratores duas vezes nos últimos dias e continuam bloqueando estradas em alguns pontos do país. Eles também se queixam das medidas draconianas para conter a dermatose nodular contagiosa, uma zoonose que atingiu parte do rebanho bovino francês.

    O governo prometeu propor em breve uma lei que reforce ainda mais a proteção aos agricultores, embora eles já recebam subsídios bilionários da União Europeia.

    O resultado das votações desta quarta era esperado, já que o Partido Socialista, da esquerda moderada, havia anunciado que não apoiaria nenhuma das moções. Os 69 deputados do PS eram indispensáveis para a vitória da oposição -faltaram 32 votos para que a moção da ultraesquerda fosse bem-sucedida.

    Embora não façam parte do governo, os socialistas decidiram apoiá-lo pontualmente, a pretexto de arrancar concessões. A principal delas foi o congelamento da reforma das aposentadorias, cuja idade mínima passaria de 62 para 64 anos, e agora está em 62 anos e 9 meses. Além disso, o PS teme uma dissolução do governo e convocação de novas eleições neste momento -pesquisas apontam que a sigla elegeria apenas 20 deputados se houvesse um pleito hoje.

    Lecornu é o premiê da França desde setembro. Governa graças a uma frágil coalizão de centro-direita, que não dispõe da maioria parlamentar. Neste momento, ele enfrenta problemas para aprovar o orçamento de 2026.

    “Estamos em 14 de janeiro, a França não tem orçamento. Os dois grupos que protocolaram as moções de censura são os que mais fizeram obstrução”, acusou o primeiro-ministro.

    No início da semana, Lecornu aventou a possibilidade de uma dissolução da Assembleia Nacional, caso uma das moções de censura fosse aprovada. A atitude foi vista como uma forma de pressionar a oposição moderada a apoiá-lo, já que as pesquisas apontam a RN de ultradireita, como favorita em caso de eleições legislativas antecipadas.

    A RN é o partido de Marine Le Pen, líder nas sondagens para a eleição presidencial de 2027. No ano passado, porém, ela foi condenada a cinco anos de inelegibilidade por desvio de fundos do Parlamento Europeu. O julgamento de seu recurso começou na terça (13) e a sentença deve levar meses para ser anunciada.

    Premiê da França sobrevive a 2 votações no Parlamento que visavam derrubá-lo

  • Felca chama audiência com Hytalo Santos de 'circo' após vídeo ser vazado

    Felca chama audiência com Hytalo Santos de 'circo' após vídeo ser vazado

    A audiência ocorreu de forma online e trechos vazados da sessão passaram a circular nas redes; Felca disse que o foco da defesa estava menos na apuração do caso e mais em colocar sua atuação sob suspeita

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O influenciador Felca usou as redes sociais nesta quarta-feira (14) para relatar o que chamou de um “circo com palhaços sem graça” durante seu depoimento como testemunha no processo que investiga os influenciadores Hytalo Santos e Israel Nata Vicente. A audiência ocorreu de forma online e trechos vazados da sessão passaram a circular nas redes.

    No vídeo que viralizou, advogados da defesa de Hytalo questionam Felca sobre possíveis ganhos financeiros e projeção pessoal após a publicação do vídeo “Adultização”, material que deu origem às investigações do Ministério Público. Eles perguntam se o influenciador recebeu dinheiro do YouTube, se ganhou seguidores ou se passou a ser convidado para programas de TV depois da repercussão. Felca afirma que o conteúdo não foi monetizado e que as perguntas tinham como objetivo descredibilizá-lo, não esclarecer os fatos.

    Segundo o influenciador, o foco da defesa estava menos na apuração do caso e mais em colocar sua atuação sob suspeita. “Já no início da audiência percebi que os advogados da defesa estavam mais preocupados em me descredibilizar do que defender o acusado”, escreveu em uma publicação nos Stories.

    Durante a audiência, o juiz também interrogou Felca sobre os vídeos produzidos por Hytalo Santos, em especial aqueles que envolvem Kamylinha, criança que aparece nos conteúdos investigados. O influenciador afirmou que a menina já aparecia nos vídeos aos 12 anos e que, em algumas gravações, usava roupas que, na sua avaliação, ultrapassavam o que considera adequado para a idade.

    No comunicado, Felca afirmou que optou por uma postura contida por estar diante de um tribunal. “Não é uma rede social. Meu objetivo era ajudar a Justiça com responsabilidade e respeito. Não tinha por que performar indignação ali”, escreveu, em referência às discussões que marcaram a audiência. Ele ironizou o comportamento dos advogados ao dizer que “a galhofa” ficou por conta da defesa.

    O influenciador também ampliou o debate para além do processo, defendendo que o caso expõe uma falha estrutural na proteção à infância no Brasil. “Uma criança que perde a infância é algo tão grave que tudo o que se diga ainda é pouco. O país precisa amadurecer urgentemente a discussão sobre adultização infantil”, afirmou.

    Hytalo Santos e o marido, Israel Nata Vicente -conhecido como Euro- acompanharam o depoimento por videochamada direto do Presídio do Roger, em João Pessoa, onde estão presos preventivamente desde 28 de agosto. Ambos são investigados por suspeitas relacionadas à exploração sexual e econômica de crianças em conteúdos publicados nas redes sociais.

    Felca chama audiência com Hytalo Santos de 'circo' após vídeo ser vazado

  • Copa do Mundo: Fifa anuncia locais de treino e concentração da seleção

    Copa do Mundo: Fifa anuncia locais de treino e concentração da seleção

    A Fifa, entidade máxima do futebol mundial, confirmou nesta quarta-feira (14) que a seleção brasileira ficará hospedada e treinará no estado de Nova Jersey (Estados Unidos) durante a Copa do Mundo, que começa em 11 de junho. A entidade atendeu ao pedido prévio da CBF que, após visitas à várias cidades norte-americanas, manifestou interesse pelas instalações em Nova Jersey. O Brasil treinará no CT Columbia Park, do clube RB New York, na cidade de Morristown, e ficará hospedado no hotel The Ridge, em Basking Ridge. O hotel ficará  inteiramente reservado para a delegação Amarelinha.

    Uma das vantagens de Nova Jersey é a proximidade do Estádio de Nova York, palco da estreia do Brasil contra Marrocos, em 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), pelo Grupo C, que tem ainda Escócia e Haiti. Além disso, o tempo gasto no trajeto entre hotel e Centro de Treinamento será de apenas 15 minutos.


     

    Segundo nota oficial da CBF, a escolha dos dois locais em Nova Jersey ocorreu após análises presenciais realizadas nos últimos meses em  hotéis e CTs disponibilizados pela Fifa, em várias cidades norte-americanas, como Orlando, Seattle, Boston, Los Angeles e Nova York, entre outras. A entidade brasileira avaliou aspectos como privacidade, conforto, segurança e distância para os locais de treinos e jogos.

    “Analisamos vários aspectos. O objetivo principal era buscar melhor qualidade de gramados, hotéis, facilidades de logísticas, a menor diferença possível de fuso e outros fatores que poderiam influenciar positivamente no desempenho da seleção. Encontramos na região de Nova York/Nova Jersey as melhores condições em todos esses itens e isso pode fazer a diferença numa competição que é extremamente complicada diante da grandeza do evento”, pontuou Cícero Souza, gerente geral de seleções masculinas.

    A CBF destacou ainda que o CT Columbia tem instalações de última geração, áreas de treinamento, academias de ginástica, vestiários e escritórios administrativos, com acessibilidade. Atualmente, o espaço passa por obras para ampliação das estruturas e modernização de instalações e equipamentos.

    Antes do Mundial, a seleção fará dois amistosos contra seleções europeias, ambos nos Estados Unidos. O escrete canarinho enfrenta a França em 26 de março, às17h, no Gillette Stadium, no estado de Massachusetts e, cinco dias depois, encara a Croácia, às 21h, Camping World Stadium, na Flórida.

    Abel foi o responsável por subir Endrick para o profissional do Palmeiras; brasileiro elogiou o comandante do Lyon, o português Paulo Fonseca, e agradeceu pela ajuda nos primeiros dias no clube francês

    Folhapress | 16:24 – 14/01/2026


    Copa do Mundo: Fifa anuncia locais de treino e concentração da seleção

  • Ucrânia declara emergência energética devido a ataques

    Ucrânia declara emergência energética devido a ataques

    País vive pior inverno desde a invasão russa de 2022, e vai aumentar a importação de eletricidade para evitar colapso; sistemas de aquecimento e distribuição de água estão seriamente afetados por bombardeios mais recentes, em especial na capital

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo da Ucrânia decretou emergência em seu setor energético, combalido ao ponto de colapso devido a uma campanha renovada de ataques aéreos da Rússia. O país vive o que é descrito como o pior inverno desde que Vladimir Putin o invadiu, há quase quatro anos.

    Segundo o presidente Volodimir Zelenski, será criado um gabinete com poderes emergenciais para direcionar recursos a consertos urgentes. Duas ondas de ataque, na quinta (8) e na segunda (12), deixaram mais da metade de Kiev sem energia.

    A capital será o foco inicial do trabalho, mas como a degradação das redes ocorre em todo o país, também será aumentada a importação de energia dos vizinhos. Em dezembro, diz a consultoria local DiXi Group, o país aumentou em 54% o volume comprado em comparação com junho.

    Os problemas ocorrem em cascata. Durante as noites, as temperaturas têm caído para -20 graus Celsius, e permanecem negativas ao longo do dia. Isso dificulta o trabalho de reparo em subestações e linhas de transmissão atingidas por drones e mísseis.

    A Rússia diz que os ataques visam tolher a capacidade da indústria de defesa do vizinho, o que é fato. Mas o objetivo evidente é a desmoralização da população, que tem enfrentado a crise com dificuldade crescente.

    Moradores de Kiev e Kharkiv, por exemplo, têm apelado a ao derretimento da neve abundante para ter água para beber -sem eletricidade, as bombas que fazem a distribuição do sistema não funcionam.

    Além disso, lareiras improvisadas e fogueiras são vistas dentro de apartamentos, elevando o risco de incêndios. O aquecimento também depende de energia, e os russos têm atingido os depósitos de gás do país, reduzindo segundo a estatal Ukrenergo a capacidade de produção e distribuição a zero em dias de ataques.

    O governo tem estocado grandes quantidades de madeira para distribuir a pontos sensíveis, como hospitais e acampamentos militares na frente de batalha. Em Kiev, além dos 1.200 abrigos antiaéreos aquecidos, o governo montou 68 pontos com geradores para as pessoas buscarem calor e recarregarem celulares.

    “As consequências dos ataques russos e da degradação das condições do tempo são severas”, escreveu no X Zelenski.

    Ele nomeou o vice-premiê Denis Chmial como novo ministro da energia. O político terá poderes extraordinários, e pode haver mudanças nas regras do toque de recolher em algumas cidades para manter os cidadãos abrigados.

    O novo ministro cedeu seu posto na mais vital pasta da Defesa a Mikhailo Fedorov, um jovem de 34 anos com carreira de tecnocrata. A indicação sofreu críticas por parte de blogueiros militares ucranianos. Ao aceitar a função, ele disse que irá concentrar esforços na modernização tecnológica no campo de batalha.

    Enquanto isso, seguem as tratativas para tentar colocar um fim ao conflito, a passo de tartaruga. Segundo a agência Bloomberg, o negociador americano Steve Witkoff irá em breve a Moscou debate a versão revisada do plano de Donald Trump, agora com uma redação mais pró-Kiev, com Putin.

    A chancelaria russa não confirmou o encontro, mas disse que o país está aberto a quaisquer negociações, sinalizando que ele irá ocorrer. Na atual versão, o ponto nevrálgico da proposta é a sugestão de uma força de paz europeia para monitorar o eventual cessar-fogo, algo que Putin não aceita.

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  • Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

    Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

    Competidores viram ator cair no gramado na volta dele para casa; elenco se reuniu na sala e rezou pela saúde do ator

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Henri Castelli voltou a passar mal após ter sido medicado pela equipe de socorristas do BBB 26.

    Ao retornar à casa, ele caiu no gramado e assustou os demais participantes. O ator conversava à beira da piscina e contava sobre o que havia acontecido. Então, caiu novamente.

    Os participantes começaram a gritar e a se desesperar. Todos os participantes tiveram de entrar. Brigido colocou a mão dentro da boca dele até que uma nova equipe médica entrasse. As transmissões diretas da casa foram interrompidas.

    Na sala, Solange Couto organizou uma reza coletiva. Às 15h05, uma voz da produção disse aos demais competidores que Henri está bem.

    Mais cedo, o ator foi levado a um hospital na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro, após sofrer uma convulsão durante a Prova do Líder, manhã desta quarta-feira (14).

    Em nota, a Globo confirmou a informação. “Depois de ter sido prontamente atendido pela equipe médica do programa durante a realização da prova do líder esta manhã, o participante Henri Castelli foi encaminhado para realização de exames num hospital”, diz o comunicado.

    Henri Castelli passa mal de novo e assusta participantes no BBB 26

  • Endrick chama técnico do Lyon de ‘paizão’ e vê estreia com dedo de Abel

    Endrick chama técnico do Lyon de ‘paizão’ e vê estreia com dedo de Abel

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Endrick afirmou que seu bom desempenho na estreia pelo Lyon teve influência, mesmo que indireta, de Abel Ferreira. Isso porque, ele atuou, na vitória contra o Lille, de forma semelhante à de sua passagem pelo Palmeiras.

    “É um estilo de jogo que estou acostumado, porque eu jogava com o Abel [Ferreira] do jeito que atuamos no último jogo, com um falso 9, que era o Pavel, e eu e o Afonso na frente, com liberdade de ir para a direita, de ir para dentro, de poder voltar ao meio para poder organizar também jogadas”, disse o jogador ao canal oficial do Lyon.

    “Eu fico muito feliz de ter essa liberdade no Lyon, de poder ter jogado assim no Palmeiras, onde eu tive essa liberdade de ir para a direita, de vir para dentro e fazer gols também, então, me sinto muito à vontade.”

    Abel foi o responsável por subir Endrick para o profissional do Palmeiras. Ao todo, foram 82 jogos, 21 gols e 2 assistências pelo Alviverde entre 2022 e 2024, além de cinco títulos: dois Brasileiros (2022 e 2023), uma Supercopa do Brasil (2023) e dois Campeonatos Paulistas (2023 e 2024).

    ‘PAIZÃO’ PAULO FONSECA

    Endrick elogiou o comandante do Lyon e agradeceu pela ajuda nos primeiros dias no clube francês. O camisa 9 espera repetir o sucesso sob o comando de um técnico português. No Real, o atacante trabalhou com o italiano Carlo Ancelotti e com o espanhol Xabi Alonso.

    O Paulo é um grande treinador. Um treinador que tem um potencial gigante no futebol. […] É um paizão também. Ele chegou, me abraçou bastante, tentou me enturmar um pouco mais com o time, falou as posições que eu podia jogar.

    No jogo [contra o Lille], ele sempre me chamava, falava como fazer, para pressionar de um jeito. Eu percebi que tem sinceridade, que para mim é o mais importante. Onde o treinador vai falar o que você tem que fazer, e não falar o que você quer ouvir. Espero podermos fazer uma grande temporada juntos.

    O Lyon volta a campo no domingo, às 16h45 (de Brasília), para encarar o Brest pelo Campeonato Francês. Pode ser o primeiro jogo de Endrick no Parc OL desde a chegada do futebol francês.

    Volante de 22 anos viaja à capital cearense nesta quinta-feira (15)

    Folhapress | 15:23 – 14/01/2026

    Endrick chama técnico do Lyon de ‘paizão’ e vê estreia com dedo de Abel

  • EUA anunciam 2ª fase do cessar-fogo em Gaza que prevê desmilitarização do Hamas

    EUA anunciam 2ª fase do cessar-fogo em Gaza que prevê desmilitarização do Hamas

    De acordo com os Estados Unidos, a nova etapa marca a transição “de um cessar-fogo para a desmilitarização, governação tecnocrática e reconstrução” do território palestino

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após meses de impasses e acusações de lado a lado, os Estados Unidos anunciaram nesta quarta (14) o início da fase dois de seu plano para pôr fim à guerra na Faixa de Gaza, com foco na desmilitarização do grupo terrorista Hamas, na criação de uma administração tecnocrata palestina e na reconstrução do território. A informação foi divulgada pelo enviado do presidente Donald Trump à região, Steve Witkoff.

    Em comunicado, Witkoff afirmou que o plano de 20 pontos apresentado por Trump em outubro entra agora em uma etapa que vai além do cessar-fogo. “Anunciamos o lançamento da fase dois do plano do presidente para acabar com o conflito em Gaza, passando do cessar-fogo para a desmilitarização, governança tecnocrata e reconstrução”, escreveu ele.

    Segundo o enviado americano, a nova fase começa com a “completa desmilitarização e reconstrução de Gaza”, com ênfase no desarmamento de todo o pessoal não autorizado. Witkoff afirmou ainda que os EUA esperam que o Hamas cumpra integralmente suas obrigações, incluindo a devolução imediata do último refém morto, e advertiu que o descumprimento terá “graves consequências”.

    Horas antes do anúncio americano, o governo do Egito informou que foi alcançado um consenso sobre os nomes dos integrantes de um comitê palestino de tecnocratas que deverá administrar a Faixa de Gaza. O órgão será composto por 15 membros e faz parte do plano dos EUA para a governança do território no pós-guerra.

    A proposta recebeu apoio amplo entre os palestinos. O Hamas, o Jihad Islâmico e outros movimentos declararam, em comunicado conjunto, que concordam em apoiar os esforços dos mediadores para a formação do chamado Comitê Nacional de Transição Palestino, criando o ambiente necessário para o início de seus trabalhos. A presidência palestina, sediada em Ramallah, na Cisjordânia, também manifestou apoio por meio de seus canais oficiais.

    Um representante do gabinete do governo palestino disse à AFP que a posição expressa reflete o entendimento do movimento Fatah, liderado pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

    Segundo o ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdellatty, a expectativa é que, após o acordo, o comitê seja anunciado formalmente em breve e passe a administrar a vida cotidiana da população e os serviços essenciais em Gaza.

    O plano de 20 pontos de Trump prevê que o comitê de transição governe a Faixa de Gaza sob a supervisão de um Conselho de Paz liderado pelo próprio presidente americano. Nesta quarta, uma delegação do Hamas reuniu-se no Cairo com mediadores egípcios para discutir a formação do comitê e seus mecanismos operacionais. Representantes do movimento, sob anonimato, disseram que negociações paralelas devem ocorrer com outros grupos palestinos.

    Além da composição do comitê e da escolha de seu futuro presidente, as discussões também tratam do acordo de cessar-fogo, à luz do que o Hamas classificou como violações israelenses em Gaza. Segundo uma das fontes, uma vez fechado o acordo, caberá a Mahmoud Abbas emitir um decreto que formalize a criação do comitê.

    Dois nomes são apontados como possíveis dirigentes do novo órgão: Ali Shaath, ex-vice-ministro do Planejamento da Autoridade Palestina, e Maged Abu Ramadan, atual ministro da Saúde e ex-prefeito da Cidade de Gaza.

    EUA anunciam 2ª fase do cessar-fogo em Gaza que prevê desmilitarização do Hamas

  • Defesa pede prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro e cita queda na prisão

    Defesa pede prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro e cita queda na prisão

    Bolsonaro foi condenado em setembro pela Primeira Turma do Supremo a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de estado

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a concessão de prisão domiciliar humanitária. Os advogados citaram a queda sofrida por Bolsonaro em 6 de janeiro e afirmaram que o episódio altera as circunstâncias desde o último pedido de domiciliar, negado pelo ministro Alexandre de Moraes.

    Segundo a defesa, o incidente “não constitui episódio isolado ou fortuito”, mas materializa “os riscos clínicos concretos” apontados há anos pela equipe médica que acompanha o ex-presidente. De acordo com os advogados, esses riscos, antes tratados como “projeções teóricas”, teriam se convertido em “realidade objetiva”.

    “A prisão domiciliar não se apresenta como medida de conveniência ou favor, mas como a única forma juridicamente adequada de compatibilizar a execução da pena com a preservação mínima da saúde e da vida do apenado”, afirmam, ao destacar que a medida poderia ocorrer sob fiscalização rigorosa e monitoramento eletrônico.

    A defesa acrescenta que a manutenção de Bolsonaro em ambiente prisional, após o episódio, transfere ao Estado um risco já concreto, “expondo-o à responsabilidade objetiva por eventuais desfechos mais graves”, considerados previsíveis à luz dos laudos médicos existentes.

    Segundo os médicos, Bolsonaro sofreu traumatismo craniano leve ao cair na cela onde está detido, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Condenado a 27 anos e três meses de prisão por cinco crimes, ele está preso desde novembro.

     

    Defesa pede prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro e cita queda na prisão

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  • Henri Castelli e Edilson acumulam frases racistas, homofóbicas e machistas

    Henri Castelli e Edilson acumulam frases racistas, homofóbicas e machistas

    Ator teve de explicar suposto preconceito, e ex-jogador já mandou mulher ‘lavar roupa’; relembre declarações controversas de dupla do grupo Camarote

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Camarotes no BBB 26, o ator Henri Castelli e o ex-jogador Edilson Capetinha acumulam momentos polêmicos em suas trajetórias.

    Em 2017, um fã de nome Sérgio Luiz Felix escreveu um texto nas redes sociais. Segundo ele, ao pedir uma foto com Castelli, o ator teria pedido que ele tentasse “fazer pose de homem”. A postagem repercutiu nas redes sociais na época.

    Em resposta, Castelli disse que se considerava um defensor do amor livre e lamentou o que o fã escreveu. “Sempre fui a favor da comunidade gay, sempre apoiei as causas e tenho maior amor e orgulho dos meus amigos gays”, disse ele.

    Em 2024, o ator usou um termo considerado racista. Em foto posada ao lado de um amigo branco em um cassino, escreveu a frase: “Me and my nigga”, que em tradução para o português significa “Eu e meu negro”. A palavra é extremamente ofensiva.

    O ano era 2018, e Edilson Capetinha, então comentarista de futebol da Fox Sports, falou no meio de um programa que o goleiro Jailson sempre levava gols devido à sua cor de pele. Ao contar no ar uma história que teria acontecido com o ex-jogador Zinho, disse que negros seriam mais propensos a cometer falhas.

    “A gente tava jogando, Guarani e Palmeiras, e o goleiro fazendo milagre, pegando cada bola. Aí eu passo por ele (Zinho) dentro do jogo: ‘Zinho, tu não vai fazer gol hoje?’ Aí ele falou: ‘Esse goleiro é negão, daqui a pouco ele erra’. Aí 43 [minutos], chutaram uma bola de longe, a bola entrou. ‘Tá vendo o que eu falei? É goleiro negão. Goleiro negão sempre toma um gol’”.

    Dias depois da repercussão negativa, Edilson disse que era uma “brincadeira comum no meio do futebol”. “Minha família é negra. Meus melhores amigos são negros. Como vou ser racista? É coisa de resenha”, disse ao GE.

    No ano seguinte, em 2019, Edilson deu mais uma declaração controversa. Ele fez comentários machistas sobre a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, no programa Os Donos da Bola (Band).

    Ao comentar um vídeo dela batendo um pênalti, disse: “Isso é ridículo! Será que não tem ninguém aí no Palmeiras para chegar e falar para essa mulher não fazer isso? Ela quer ser famosa de qualquer jeito. Vai lavar um prato, vai lavar roupa.” Neto, o apresentador, tentou amenizar a situação e explicar o que Edilson teria tentado dizer.

    Em 2020, Edilson foi transfóbico ao se referir a uma trans por um nome pejorativo durante uma live. “Quando eu olhei, eu sabia quem era, né? Não era a Carla, mas o Carlão. Fiquei vendo ele mexendo com a mulher. E era um traveco.” Ele não chegou a pedir desculpas nesse caso.

    Henri Castelli e Edilson acumulam frases racistas, homofóbicas e machistas