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  • Corinthians empresta Ryan ao Fortaleza em negócio por Matheus Pereira

    Corinthians empresta Ryan ao Fortaleza em negócio por Matheus Pereira

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O volante Ryan será emprestado pelo Corinthians ao Fortaleza na mesma negociação que envolve a ida do meia Matheus Pereira ao clube paulista -também por empréstimo.

    Ryan será cedido com opção de compra fixada ao término do empréstimo. O volante não tem muito espaço com o técnico Dorival Júnior.

    A reportagem apurou que o Fortaleza solicitou o empréstimo do volante corintiano para liberar Matheus Pereira. O estafe do jogador chegou a um acordo de bases salariais com o clube cearense e o acerto aconteceu.

    Além de Ryan, o Corinthians pagará um valor ao Fortaleza pela chegada de Matheus Pereira por empréstimo -a quantia não foi revelada. Também há uma opção de compra fixada ao término do contrato.

    Matheus Pereira já está em São Paulo, realizou exames médicos e visitou o CT Dr. Joaquim Grava. Ele deve ser anunciado pelo Corinthians ainda nesta semana. Cria da base do Timão, ele volta ao clube uma década após sair.

    O Fortaleza será o segundo clube de Ryan na carreira. Também criado na base do Corinthians, ele subiu ao profissional em 2023, disputou 59 jogos e marcou um gol. O volante conquistou o Paulistão e a Copa do Brasil com o time no ano passado.

    Abertura em 28 de janeiro terá 8 duelos, entre eles Fla x São Paulo

    Folhapress | 13:00 – 14/01/2026

    Corinthians empresta Ryan ao Fortaleza em negócio por Matheus Pereira

  • Eleições 2026: confira as principais datas e regras do pleito

    Eleições 2026: confira as principais datas e regras do pleito

    Eleitoras e eleitores voltam às urnas no dia 4 de outubro; prazo para tirar o título ou regularizar a situação eleitoral se encerra em 6 de maio

    Mais de 155 milhões de brasileiras e brasileiros, incluindo 33 milhões de paulistas (21,5% do total do eleitorado), têm um novo encontro marcado com as urnas eletrônicas em 2026. Em 4 de outubro, eleitoras e eleitores vão votar para escolher deputados federais, deputados estaduais, dois senadores por Unidade da Federação, governadores e presidente da República (nessa ordem). As Eleições Gerais de 2026 tem como slogan #votonademocracia e também celebram um marco histórico: os 30 anos da urna.

    De acordo com a Constituição, o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos e facultativo para os analfabetos e os maiores de 70. Os jovens podem tirar o título a partir dos 15 anos, no entanto, só podem votar, de forma facultativa, se completarem 16 anos até o dia da eleição.

    Nas próximas semanas, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vai iniciar a atualização das resoluções que irão reger as Eleições 2026. De acordo com o TSE, as minutas estarão disponíveis para consulta pública a partir de 19 de janeiro. Confira, a seguir, as principais datas referentes ao pleito previstas na legislação e as regras sobre pesquisas eleitorais, alistamento, convenções partidárias, registro de candidatura, propaganda eleitoral e horário eleitoral gratuito.

    Pesquisas eleitorais: a partir de 1º de janeiro

    Desde o dia 1º de janeiro, pesquisas de intenção de voto para divulgação nos meios de comunicação devem ser registradas na Justiça Eleitoral, conforme estabelecido na Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). De acordo com o artigo 33, a empresa ou entidade responsável pelo levantamento tem até cinco dias antes da divulgação para cumprir a obrigação.

    O tema é disciplinado pela Resolução nº 23.600/2019 do TSE, e o cadastro deve ser feito no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle). A publicação sem prévio registro pode resultar em multa.

    Fim do prazo para tirar ou regularizar o título: 6 de maio

    Para votar, a eleitora ou o eleitor deve estar em dia com a Justiça Eleitoral. A Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) determina que nenhum requerimento de inscrição eleitoral ou de transferência seja recebido dentro dos 150 dias anteriores à data da eleição. Portanto, nas Eleições 2026, o prazo para tirar o título, regularizar o documento ou atualizar o cadastro eleitoral termina em 6 de maio. A partir do dia 7, o cadastro estará fechado para que a Justiça Eleitoral possa organizar o pleito.

    Para tirar o documento, as pessoas que votam em São Paulo podem se dirigir a qualquer cartório do estado. Em janeiro, o atendimento é feito de segunda a sexta, das 13h às 17h. O atendimento presencial deve ser feito mediante agendamento prévio. Os serviços de alteração de dados cadastrais, transferência e revisão de domicílio também estão disponíveis na página Autoatendimento Eleitoral e são totalmente gratuitos.

    Convenções partidárias: de 20 de julho a 5 de agosto

    De acordo com a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997), as candidatas e os candidatos devem ser escolhidos nas convenções partidárias, a serem realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto do ano eleitoral. No Brasil, não há candidatura avulsa — para concorrer a pessoa deve estar filiada a um partido político.

    Podem participar das eleições os partidos que tenham seu estatuto registrado no TSE até seis meses antes do pleito e que, até a data da convenção, tenham órgão de direção definitivo ou provisório na circunscrição do pleito (espaço geográfico onde se disputa determinada eleição).

    Na eleição para presidente e vice-presidente da República, a circunscrição eleitoral é o país. Nas eleições para governador e vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual ou distrital, a circunscrição é o estado ou o Distrito Federal.

    Registro de candidaturas: até 15 de agosto

    Após a definição das candidaturas, as agremiações têm até 15 de agosto para registrar os nomes na Justiça Eleitoral conforme prevê a Lei nº 9.504/1997. Em 2026, ano de eleições gerais, os registros de candidaturas a presidente devem ser solicitados ao TSE e os registros para demais cargos em disputa devem ser feitos nos TREs.

    Para se candidatar a qualquer dos cargos eletivos, a pessoa deve comprovar nacionalidade brasileira, alfabetização, pleno exercício dos direitos políticos, alistamento eleitoral, domicílio eleitoral na circunscrição em que pretende concorrer há pelo menos seis meses antes do pleito e filiação partidária aprovada no mesmo prazo do domicílio.

    Quem vai concorrer aos cargos de deputado, senador, governador e vice-governador deve estar registrado como eleitora ou eleitor no estado onde pretende disputar a eleição. Para concorrer aos cargos de presidente e vice-presidente, o domicílio eleitoral pode ser em qualquer Unidade da Federação.

    Para os cargos em disputa em 2026, as idades mínimas são 35 anos (presidente, vice-presidente e senador), 30 anos (governador e vice-governador) e 21 anos (deputados federal, estadual ou distrital).

    Propaganda eleitoral: a partir de 16 de agosto

    A propaganda eleitoral só pode ser feita a partir de 16 de agosto de 2024, data posterior ao término do prazo para o registro de candidaturas. Esse tipo de publicidade busca captar votos do eleitorado, bem como apresentar propostas. A data é um marco para que todos os postulantes iniciem as campanhas eleitorais de forma igualitária. Até lá, qualquer publicidade ou manifestação com pedido explícito de voto pode ser considerada irregular e é passível de multa.

    A regulação sobre o tema se encontra principalmente na Lei das Eleições e na Resolução nº 23.610/2019 do TSE, que trata da propaganda eleitoral e passou a vigorar com novo texto, após a aprovação da Resolução nº 23.732/2024. A norma foi atualizada devido às mudanças na publicidade impostas pelo avanço tecnológico, como o uso de Inteligência Artificial (IA).

    Horário eleitoral gratuito
     

    A partir do dia 15 de agosto, a Justiça Eleitoral convocará os partidos e a representação das emissoras de televisão para elaborarem plano de mídia para o uso da parcela do horário eleitoral gratuito a que tenham direito, garantida a todos participação nos horários de maior e menor audiência. As propagandas deverão ser exibidas por todas as emissoras nos 35 dias anteriores à antevéspera do primeiro turno da eleição.

    A propaganda no rádio e na TV se restringe ao horário gratuito, vedada a veiculação de publicidade paga. Deverão ser utilizados recursos de acessibilidade, como legendas em texto, janela com intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e audiodescrição sob responsabilidade das agremiações partidárias.

    Segundo a legislação, não serão admitidos cortes instantâneos ou qualquer tipo de censura prévia nos programas eleitorais gratuitos. O texto também veda a exibição de propaganda que possa degradar ou ridicularizar candidatas e candidatos.

    Eleições 2026: confira as principais datas e regras do pleito

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  • Justiça rejeita recurso do São Paulo para votação de impeachment de Casares

    Justiça rejeita recurso do São Paulo para votação de impeachment de Casares

    (UOL/FOLHAPRESS) – A Justiça de São Paulo rejeitou o recurso apresentado pelo São Paulo Futebol Clube contra a decisão que definiu as regras da votação do processo de impeachment do presidente Julio Casares, mantendo os termos fixados pela liminar que favorecem a condução da sessão em formato híbrido

    Em uma nova derrota judicial, o clube viu seu agravo de instrumento ser negado por instância superior, em decisão que confirmou a liminar da 3ª Vara Cível do Butantã, proferida pela juíza Luciane Cristina Silva Tavares. A medida havia determinado que a reunião do Conselho Deliberativo para deliberar sobre o afastamento de Casares ocorra de forma híbrida -com presença física e participação remota de conselheiros- e com novos critérios de quórum e aprovação.

    ENTENDA O RECURSO

    O São Paulo havia apresentado o recurso depois de a Justiça atender parcialmente a um pedido de conselheiros oposicionistas que haviam questionado as regras inicialmente definidas internamente pelo presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres de Abreu Júnior. Na decisão contestada, a magistrada autorizou a votação híbrida na sessão marcada para sexta-feira, em vez da exigência de presença 100% presencial defendida pela defesa de Casares.

    Além disso, a liminar determina que a destituição do presidente deve passar por um quórum mínimo de 75% dos conselheiros (191 votantes no total) e ser aprovada pelos votos favoráveis de 2/3 do total de conselheiros (171 votos), e não pelos 75% de votos que o São Paulo argumentava ser o estatutariamente correto para a matéria.

    Com o recurso rejeitado, a Justiça manteve as regras fixadas na liminar, que reduzem a barreira estatutária para o impeachment e ampliam as possibilidades de participação dos conselheiros. A decisão reforça que, mesmo com participação remota, a votação seguirá válida e que o ajuste nos quóruns está em conformidade com a interpretação da magistrada sobre os artigos do estatuto do clube.

    DIA DECISIVO PARA CASARES

    A votação do impeachment de Casares segue agendada para a próxima sexta-feira (16), a partir das 18h30 no Salão Nobre do Morumbis. Caso seja aprovada a destituição no Conselho Deliberativo, o presidente será imediatamente afastado e o processo seguirá para a Assembleia Geral de Sócios, que necessita de maioria simples para confirmar a destituição de Julio Casares.

    Abertura em 28 de janeiro terá 8 duelos, entre eles Fla x São Paulo

    Folhapress | 13:00 – 14/01/2026

    Justiça rejeita recurso do São Paulo para votação de impeachment de Casares

  • EUA suspende emissão de visto para 75 países, incluindo Brasil

    EUA suspende emissão de visto para 75 países, incluindo Brasil

    Lista incluem países como Brasil, Rússia, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia, Somália e Iêmen

    Nesta quarta-feira (14), a rede de TV norte-americana Fox News revelou que o governo dos Estados Unidos deve suspender os vistos para 75 países, incluindo o Brasil. A informação teria vindo de um memorando do Departamento de Estado enviado a funcionários consulares.

    Segundo o documento, a suspensão acontecerá até que o departamento revise as diretrizes de visto vigentes. Os países da lista incluem Rússia, Brasil, Irã, Iraque, Egito, Nigéria, Tailândia, Somália e Iêmen.

    Em entrevista à Fox News, Tommy Piggot, porta-voz do Departamento de Estado, disse que a medida visa “considerar inelegíveis potenciais imigrantes que se tornariam um fardo para os Estados Unidos e explorariam a generosidade do povo americano”, referindo-se a estrangeiros que poderiam depender do sistema de assistência social e benefícios públicos dos EUA.

    No último dia 12, o perfil oficial no X do Departamento de Estado norte-americano comemorou a revogação pelo governo de Donald Trump de 100 mil vistos. Na publicação, o órgão diz que continuará deportando “criminosos para manter a América segura”.

    Em novembro de 2025, o departamento já havia enviado comunicado a consulados em todo o mundo determinando regras mais rígidas de avaliação com base na cláusula de “encargo público” da legislação migratória. Na ocasião, os agentes foram orientados a negar vistos a candidatos levando em conta sua saúde (incluindo possibilidade de necessidade de cuidados médicos a longo prazo), idade, domínio do inglês e situação financeira.

    De acordo com as normas, quem for mais velho, com sobrepeso ou que tenha histórico de uso de assistência financeira governamental também pode ter pedidos de visto americano negados.

    A Embaixada dos EUA no Brasil ou o Itamaraty ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

    EUA suspende emissão de visto para 75 países, incluindo Brasil

  • Dólar à vista abre em queda de 0,08%, a R$ 5,3715, em meio à cautela global

    Dólar à vista abre em queda de 0,08%, a R$ 5,3715, em meio à cautela global

    Na terça-feira, 13, o dólar à vista encerrou em alta de 0,06%, cotado a R$ 5,3759, após oscilar entre a mínima de R$ 5,3649 e a máxima de R$ 5,394. Com o resultado, a moeda americana passou a acumular queda de 2,06% em 2026 frente ao real

    O dólar à vista abriu esta quarta-feira, 14, em ligeira queda de 0,08%, sendo negociado a R$ 5,3715, influenciado principalmente pelo desempenho da moeda americana frente a seus pares e às divisas emergentes. O ambiente é de cautela global antes da divulgação de indicadores econômicos dos Estados Unidos e da publicação da primeira pesquisa Genial/Quaest de 2026 no Brasil.

    Os investidores monitoram a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) e das vendas no varejo dos EUA, ambos às 10h30, além da publicação do Livro Bege do Federal Reserve, às 16h. Os dados podem ajudar a calibrar as apostas sobre o ritmo de cortes de juros ao longo de 2026, após o CPI divulgado ontem ter vindo em linha com as expectativas.

    Também estão previstos discursos do presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari (14h), e do presidente do Fed de Nova York, John Williams (16h10), em meio ao aumento da pressão política do governo americano sobre a autoridade monetária.

    O ambiente externo é agravado pela escalada das tensões geopolíticas envolvendo o Irã, com impacto em mercados que já acompanham a desvalorização acentuada da moeda local frente ao dólar nos últimos meses.

    No Brasil, o mercado acompanha a divulgação da primeira pesquisa Genial/Quaest de 2026, às 10h, que traz a avaliação do governo e um retrato inicial do cenário eleitoral. Em dezembro, o levantamento mostrou o presidente Lula à frente em todos os cenários testados, com o senador Flávio Bolsonaro como o nome mais competitivo da direita. O resultado tende a ser monitorado de perto pelo mercado de câmbio, em um momento em que o risco político volta a ganhar peso na precificação dos ativos.

    Ainda no radar doméstico está a nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quarta-feira pela Polícia Federal, que mira suspeitas envolvendo o Banco Master. O banqueiro Daniel Vorcaro voltou a ser alvo de mandados de busca e apreensão. Ontem, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o caso pode se configurar como a “maior fraude bancária” da história do país.

    Na terça-feira, 13, o dólar à vista encerrou em alta de 0,06%, cotado a R$ 5,3759, após oscilar entre a mínima de R$ 5,3649 e a máxima de R$ 5,394. Com o resultado, a moeda americana passou a acumular queda de 2,06% em 2026 frente ao real.

     

     
     
     

    Dólar à vista abre em queda de 0,08%, a R$ 5,3715, em meio à cautela global

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  • Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

    Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

    Ela contou ainda que o sobrenome Riscado pertencia ao seu ex-marido e, embora mantenha uma relação cordial com ele por causa do filho Nathan, de 14 anos, precisava de uma identidade que fosse apenas sua

    (CBS NEWS) — Aline Campos, conhecida nacionalmente por anos como Aline Riscado, explicou o motivo da mudança de nome artístico durante uma conversa com brothers e sisters do BBB 26. A ex-dançarina do Faustão contou que a decisão, tomada em 2021 após 11 anos usando o sobrenome Riscado, não teve relação direta com o divórcio do empresário Rodrigo Riscado, ocorrido em 2015.

    Segundo Aline, a mudança foi resultado de um processo profundo de autoconhecimento e da necessidade de romper com estereótipos que já não representavam quem ela é hoje. De acordo com a modelo, o sobrenome a mantinha associada a uma imagem de “símbolo sexual” que não condizia mais com sua essência.

    “Durante o meu processo de autoconhecimento, me desfazendo de algumas coisas, senti que esse nome não estava mais fazendo sentido”, afirmou. “Eu sentia que estava atraindo os mesmos trabalhos, as mesmas pessoas, as mesmas conexões, e aí percebi que o nome interferia nisso. Todo mundo me chamou de maluca, minha mãe também”, contou a participante do grupo Camarote.

    Aline, de 38 anos, revelou ainda que chegou a consultar a numerologia antes de confirmar a decisão, que hoje considera uma das melhores de sua vida. Mesmo assim, enfrentou resistência. “Eu ouvia muito: ‘Aline Campos é muito simples, Aline Riscado é mais diferente, você já é conhecida, as pessoas não vão te reconhecer’. Mas eu sou simples”, declarou.

    Ela explicou que o sobrenome Riscado pertencia ao ex-marido e que, apesar de manter uma relação cordial com ele por causa do filho Nathan, de 14 anos, sentiu a necessidade de construir uma identidade que fosse exclusivamente sua. “Perdi muitos seguidores que não me reconheceram nessa mudança, mas tenho ganhado muitos outros”, afirmou, destacando que hoje é vista de forma mais humana e menos estereotipada.

    Ao final, Aline pediu respeito à escolha que fez. “Se você me respeita, me chame de Aline Campos ou de Aline.”

    Aline Campos explica no BBB 26 por que abandonou o sobrenome Riscado

  • Novas imagens mostram discussão de Ruben Neves e Cristiano Ronaldo

    Novas imagens mostram discussão de Ruben Neves e Cristiano Ronaldo

    O clássico entre Al Hilal e Al Nassr, vencido pelo Al Nassr por 3 a 1 na última segunda-feira, segue repercutindo na Arábia Saudita. Novas imagens gravadas por torcedores nas arquibancadas mostram uma discussão entre Rúben Neves e Cristiano Ronaldo, companheiros de seleção portuguesa que defendem clubes rivais em Riade.

    O meio-campista do Al Hilal esteve diretamente envolvido no lance que resultou na expulsão do goleiro do Al Nassr. Nas imagens, Rúben Neves aparece tentando explicar a jogada a Cristiano Ronaldo, que demonstra insatisfação e reage de forma exaltada às justificativas do compatriota.

    Apesar do clima tenso durante a partida, o desentendimento não se prolongou. Após o apito final, os dois jogadores se cumprimentaram em campo, indicando que o episódio ficou restrito ao calor do jogo e foi superado ao fim do confronto.

    Confira o vídeo. 

    Meio-campista do Real Madrid reagiu com dureza a rumores de que teria comemorado a demissão do treinador espanhol, criticou desinformação nas redes sociais e afirmou que nunca faltou respeito ao técnico.

    Notícias ao Minuto | 07:30 – 14/01/2026

    Novas imagens mostram discussão de Ruben Neves e Cristiano Ronaldo

  • Pesquisa Quaest: Lula venceria em todos os cenários

    Pesquisa Quaest: Lula venceria em todos os cenários

    A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral em 8 de janeiro, sob o número BR-00835/2026.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto contra 38% de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno nas eleições de 2026, de acordo com a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 14. No levantamento anterior, publicado em 16 de dezembro, Lula tinha 46% e Flávio, 36%.

    A Quaest testou diferentes cenários eleitorais estimulados, considerando possíveis candidaturas de governadores de direita à Presidência, como Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Romeu Zema (Novo-MG) e Ratinho Jr. (PSD-PR).

    Em uma disputa contra Tarcísio, Lula registra 44% das intenções de voto, contra 39% do adversário. Em relação à pesquisa anterior, o presidente oscilou um ponto percentual para cima, enquanto o governador de São Paulo avançou de 35% para 39%.

    Nas simulações de segundo turno, Lula aparece com vantagem que varia de cinco a 20 pontos percentuais sobre os adversários. Os cenários são os seguintes:

    Lula 45% x 38% Flávio Bolsonaro
    Lula 44% x 39% Tarcísio de Freitas
    Lula 43% x 36% Ratinho Jr.
    Lula 44% x 33% Ronaldo Caiado
    Lula 46% x 31% Romeu Zema
    Lula 46% x 26% Renan Santos
    Lula 45% x 27% Aldo Rebelo

    Na disputa com Ratinho Jr., Lula recuou de 45% para 43% em relação ao levantamento anterior, enquanto o governador oscilou de 35% para 36%. No cenário com Caiado, os percentuais se mantiveram os mesmos da pesquisa anterior. Já contra Zema, Lula variou de 45% para 46%, enquanto o governador mineiro caiu de 33% para 31%. Esta é a primeira pesquisa que inclui os nomes de Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC).

    O levantamento também mediu a rejeição dos candidatos. No caso de Lula, 44% dos entrevistados dizem conhecê-lo e votar nele, enquanto 54% afirmam que o conhecem, mas não votariam. Flávio Bolsonaro apresenta a maior taxa de rejeição, com 54%, embora esse índice tenha caído em relação à pesquisa anterior, quando era de 60%. Outros 34% dizem conhecê-lo e votar nele.

    Entre os entrevistados, 26% afirmam conhecer Tarcísio de Freitas e votar nele, enquanto 43% dizem conhecê-lo, mas não votariam. Em relação a Ratinho Jr., 22% declaram que o conhecem e votariam nele, e 41% dizem conhecê-lo, mas não votar.

    Caiado e Zema aparecem como os menos conhecidos e, também, os menos rejeitados. No caso de Caiado, 13% dizem conhecê-lo e votar nele, enquanto 36% afirmam conhecê-lo, mas não votar. Já Zema é conhecido e apoiado por 12% dos entrevistados, enquanto 36% dizem conhecê-lo, mas não votar.

    A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos percentuais. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral em 8 de janeiro, sob o número BR-00835/2026.
     
     

     

    Pesquisa Quaest: Lula venceria em todos os cenários

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  • Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após queda e diz que não se pode contar com 'sorte'

    Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após queda e diz que não se pode contar com 'sorte'

    O pedido foi levado ao Supremo no mesmo dia em que Moraes negou o recurso apresentado contra a condenação de Bolsonaro. Nele, os advogados também afirmam que o ex-presidente, segundo laudo fisioterapêutico, “não consegue se firmar sozinho”

    (CBS NEWS) A defesa de Jair Bolsonaro (PL) voltou a pedir ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente.

    No pedido apresentado nesta terça-feira (13), os advogados citam o estado de saúde de Bolsonaro, a queda sofrida na última semana e solicitam, em caráter de urgência, uma avaliação médica independente sobre a compatibilidade do quadro clínico com a cela onde ele está preso.

    Segundo a defesa, o direito à saúde e à integridade física impõem uma atuação preventiva, especialmente quando os riscos são conhecidos e documentados. “Não se exige que o sistema prisional cause a morte ou lesão irreversível do custodiado para que se reconheça sua incompatibilidade com o cárcere”, afirmam.

    O pedido foi protocolado no Supremo no mesmo dia em que Moraes negou o recurso apresentado contra a condenação de Bolsonaro. Na petição, os advogados também sustentam que o ex-presidente, conforme laudo fisioterapêutico, “não consegue se firmar sozinho”.

    Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

    “A execução penal, sobretudo quando envolve pessoa idosa e clinicamente vulnerável, não pode se estruturar sobre a expectativa de que a sorte continue a intervir. A tutela jurisdicional deve ser preventiva, e não reativa a tragédias consumadas”, diz a defesa.

    De acordo com os advogados, Bolsonaro sofreu uma síncope, caiu e teve traumatismo craniano, e as consequências não foram mais graves por circunstâncias aleatórias. O episódio, segundo eles, altera o cenário que embasou a última negativa de prisão domiciliar, em 1º de janeiro.

    “Caso o impacto tivesse recaído sobre região temporal, occipital ou base do crânio, considerando-se a idade avançada do peticionário, as alterações degenerativas cervicais documentadas e o uso contínuo de medicações de ação central, o que hoje se discute poderia ser um óbito ou uma sequela neurológica irreversível”, afirmam.

    Para a defesa, nenhuma adaptação estrutural da cela seria capaz de substituir a presença contínua de um cuidador ou profissional de saúde ao lado de Bolsonaro para intervir quando necessário.

    “O que está em causa, portanto, não é a suficiência de equipamentos ou adaptações arquitetônicas, mas a impossibilidade estrutural do cárcere de oferecer assistência humana contínua, condição indispensável à preservação da integridade física do peticionário”, argumentam.

    Na manhã desta terça-feira, Moraes negou o recurso apresentado pela defesa na segunda-feira (12), que pedia que prevalecesse o voto do ministro Luiz Fux, favorável à absolvição, com anulação da condenação. O relator afirmou que o pedido é juridicamente incabível, uma vez que o processo se encerrou em novembro e o cumprimento da pena já foi iniciado.

    Moraes declarou o trânsito em julgado da ação penal no fim de novembro. Na mesma data, oficializou a condenação definitiva de Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão, sob a acusação de liderar uma trama golpista.

    Os ministros da Primeira Turma do STF consideraram o ex-presidente culpado pelos crimes de golpe de Estado, abolição do Estado democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado ao patrimônio e deterioração de patrimônio tombado.

    Bolsonaro foi apontado como líder do movimento que não reconheceu o resultado da eleição presidencial de 2022, vencida por Luiz Inácio Lula da Silva, e que culminou nos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

    Os advogados também anexaram ao processo um relatório médico da última quinta-feira (8), que afirma que o quadro clínico atual de Bolsonaro decorre de um conjunto de patologias crônicas, estruturais e permanentes desde a facada sofrida em 2018.

    “O documento médico é claro ao consignar que o peticionário apresenta vulnerabilidade clínica permanente, com risco concreto de quedas, confusão mental, episódios súbitos de descompensação cardiovascular, crises hipertensivas, eventos aspirativos, obstruções intestinais e traumatismos secundários, exigindo acompanhamento contínuo, vigilância clínica permanente e acesso imediato a atendimento hospitalar especializado”, afirmam.

    No início do ano, ao negar a última tentativa da defesa de obter prisão domiciliar após a alta hospitalar do ex-presidente, Moraes afirmou que houve melhora no estado de saúde de Bolsonaro após as intervenções médicas.

    O ex-presidente havia sido internado no hospital DF Star, em Brasília, em 24 de dezembro, para a realização de uma cirurgia de hérnia. Durante o período, apresentou picos de hipertensão e crises de soluço, o que levou à realização de três procedimentos cirúrgicos no fim do ano.

    “Diferentemente do alegado pela defesa, não houve agravamento da situação de saúde de Jair Messias Bolsonaro, mas, sim, quadro clínico de melhora dos desconfortos que estava sentindo, após a realização das cirurgias eletivas, como apontado no laudo de seus próprios médicos”, afirmou Moraes.

    Defesa de Bolsonaro volta a pedir prisão domiciliar após queda e diz que não se pode contar com 'sorte'

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  • Trump quer Gronelândia para projeto de escudo antimíssil norte-americano

    Trump quer Gronelândia para projeto de escudo antimíssil norte-americano

    O presidente Donald Trump voltou a defender que o território, hoje sob soberania da Dinamarca, é estratégico para o escudo antimíssil americano e afirmou que a OTAN deveria liderar uma ação para garantir o controle da ilha.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a afirmar nesta quarta-feira que o país “precisa da Gronelândia por razões de segurança nacional”, classificando a ilha como estratégica para a chamada “Cúpula Dourada”, projeto de escudo antimíssil norte-americano.

    Em publicação na rede Truth Social, Trump escreveu que a Gronelândia é “vital” para o sistema de defesa que os Estados Unidos pretendem implementar. O presidente também defendeu que a OTAN deveria “liderar o caminho” para que os EUA passem a controlar o território.

    As declarações foram feitas poucas horas antes de uma reunião prevista em Washington entre o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio e representantes dos governos da Dinamarca e da Gronelândia.

    Trump voltou a sustentar que, caso os Estados Unidos não ajam, potências como a Rússia ou a China poderiam ampliar sua influência na região do Ártico. “Isso não vai acontecer”, escreveu.

    O presidente norte-americano também argumentou que, sem o “poder significativo dos Estados Unidos”, a OTAN não seria uma força de dissuasão eficaz. Segundo ele, a aliança militar se tornaria “muito mais forte” com a Gronelândia sob controle americano, classificando qualquer outro cenário como “inaceitável”.

    Desde que voltou à Casa Branca, Trump tem reiterado publicamente a possibilidade de os Estados Unidos assumirem o controle da Gronelândia, território autônomo sob soberania dinamarquesa, localizado no Ártico e com cerca de 50 mil habitantes.

    As declarações têm provocado forte reação em Copenhague e em Nuuk, capital da ilha, onde autoridades rejeitam qualquer cessão de soberania e defendem que a segurança da Gronelândia deve ser tratada exclusivamente no âmbito da OTAN.

    Trump quer Gronelândia para projeto de escudo antimíssil norte-americano