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  • Palmeiras vence clássico e afunda São Paulo na crise

    Palmeiras vence clássico e afunda São Paulo na crise

    SÃO PAULO, SP *(FOLHAPRESS) – O Palmeiras venceu o São Paulo por 3 a 1 na noite deste sábado (24) e aprofundou a crise no clube rival. A partida foi disputada em Barueri, e o mando era do clube verde e branco.

    Os gols da equipe de Abel Ferreira foram de Maurício, Flaco López e Khellven; Bobadilla fez o do São Paulo.

    O resultado leva o Palmeiras aos 12 pontos e o coloca na liderança do Campeonato Paulista, ao menos provisoriamente –pode ser ultrapassado pelo Bragantino, que, com 10 pontos, enfrenta o Santos neste domingo (25).

    A vitória foi também uma resposta positiva após a derrota para o Novorizontino por 4 a 0 na última quarta (21).

    Para o rival as coisas vao mal. A equipe só venceu uma de suas cinco partidas disputadas no Paulista e, com 4 pontos, é a primeira fora da zona do rebaixamento. Só não está na área de descenso porque tem uma vitória e o Noroeste, com os mesmos quatro pontos, ainda não venceu.

    Na rodada passada, perdeu para a Portuguesa, no Morumbi, por 3 a 2.

    O São Paulo também enfrenta turbulência fora de campo. O ex-presidente Julio Casares renunciou ao cargo após o conselho do clube aprovar um processo de impeachment contra ele no dia 16 deste mês.

    A queda é consequência do derretimento de seu capital político, provocado por uma série de escândalos que abalaram a gestão. O vice-presidente Harry Massis Junior, 80, assumiu o cargo interinamente.

    Neste sábado, o São Paulo começou até melhor a partida, ficando muito no campo de ataque. Logo no início, Luciano quase marcou de cabeça.

    Já aos oito minutos, porém, o Palmeiras recuperou a bola no campo de ataque e Maurício chutou da entrada da área para abrir o placar.
    Cinco minutos depois, Bobadilla empatou. O paraguaiou aproveitou uma asistência de cabeça de Arboleda após cobrança de escanteio e mandou para o gol.

    O São Paulo teve uma chance clara para virar o jogo, mas Tapia desperdiçou, após cruzamento da esquerda.

    O Palmeiras voltou à frente no placar aos 32, quando Sosa deu bela assistência para Flaco López, de cavadinha, vencer Rafael.
    Logo após o intervalo, aos seis minutos do segundo tempo, Piquerez cruzou da esquerda, Flaco ajeitou de cabeça, e Khellven, também cabeceando, deu números finais à partida.

    A partir daí o jogo teve menos chances claras para ambos os lados, apesar de Vitor Roque quase ter feito o quarto para o Palmeiras, em finalização que parou trave.

    O São Paulo ameaçou uma pressão no fim da partida e quase marcou com Calleri, de cabeça, nos acréscimos, mas não teve forças para mudar o placar.

    FICHA TÉCNICA

    Palmeiras 3 x 1 São Paulo

    Campeonato Paulista – 5ª rodada
    Data: 24/01/2026 (sábado)
    Horário: 18h30 (de Brasília)
    Local: Arena Barueri, em Barueri (SP)
    Árbitro: Matheus Candançan
    Assistentes: Neuza Inês Back e Alex Ang Ribeiro
    VAR: Thiago Duarte Peixoto
    Gols: Mauricio (7’/1ºT), Flaco López (30’/1ºT) e Khellven (5’/2ºT) (PAL); Bobadilla (12’/1ºT) (SAO)
    Cartões amarelos: Bruno Fuchs e Khellven (PAL); Calleri (SAO).

    Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Bruno Fuchs e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira (Emiliano Martínez) e Mauricio (Raphael Veiga); Allan (Felipe Anderson), Sosa (Luighi) e Flaco López (Vitor Roque). Técnico: Abel Ferreira.

    São Paulo: Rafael; Maik, Arboleda, Alan Franco e Enzo Díaz (Wendell); Danielzinho, Bobadilla e Marcos Antônio; Lucca (Ferreirinha), Luciano e Tapia (Calleri). Técnico: Hernán Crespo.

    Palmeiras vence clássico e afunda São Paulo na crise

  • Entenda troca de farpas entre Juliano Floss e Gabriela no BBB 26

    Entenda troca de farpas entre Juliano Floss e Gabriela no BBB 26

    Juliano estava falando com o brother sobre sua proximidade com Matheus Moreira, que proferiu diversas falas polêmicas durante a semana e está com a imagem queimada dentro da casa. O veterano aconselhou Paulo a se afastar do gaúcho para não ser julgado pelas atitudes de outra pessoa.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os companheiros de confinamento Juliano Floss e Gabriela Saporito tiveram um desentendimento na noite de sexta-feira (23) no BBB 26 (Globo) após a sister se intrometer em uma conversa do dançarino com Paulo Augusto Carvalhaes.

    Juliano estava falando com o brother sobre sua proximidade com Matheus Moreira, que proferiu diversas falas polêmicas durante a semana e está com a imagem queimada dentro da casa. O veterano aconselhou Paulo a se afastar do gaúcho para não ser julgado pelas atitudes de outra pessoa.

    Nesse momento, Gabriela se inseriu na conversa, afirmando que os dois não são a mesma pessoa e não tem como Paulo se responsabilizar por nada. Juliano se irritou com a intromissão e pediu para a sister não atrapalhar o papo, mas ela continuou na conversa.

    “Eu estou falando diretamente com ele. Você quer dar sua opinião por quê? Tem gente que gosta de VT. Se posiciona sozinha aí”, rebateu o loiro.

    Mais tarde, Gabriela procurou o brother para conversar e se justificou, dizendo que já estava no recinto e, por estar ouvindo a conversa, quis compartilhar sua opinião. Ela ainda reiterou que não procurava um atrito com Juliano.

    O camarote contextualizar o caso para ela, mencionando as vezes em que Matheus cantou um hino homofóbico e desfilou imitando trejeitos gays. A sister tentou defender o gaúcho e, depois da conversa, levou a história ao companheiro de Quarto Branco.

    Na tarde de sábado (24), Juliano reclamou de Gabriela para Leandro Rocha e Ana Paula Renault e afirmou que a paulistana é “biscoiteira”, ou seja, quer chamar a atenção. Ele ainda retomou o assunto durante a madrugada de festa.

    “Ela é safada, cuidado! Eu percebi! Falando e olhando pro vidro. Já peguei toda essa maldade. Ela fica o tempo todo com cara de coitada. Fica igual o Pedro fazendo cara de coitado. Ela não é inocente”, alertou o brother para Ana Paula.

    Entenda troca de farpas entre Juliano Floss e Gabriela no BBB 26

  • Atriz de 'Emily in Paris' fala sobre seu 1º filme brasileiro, em que vive a mãe de Amyr Klink

    Atriz de 'Emily in Paris' fala sobre seu 1º filme brasileiro, em que vive a mãe de Amyr Klink

    O filme está previsto para estrear ainda este ano e é baseado no livro “Cem Dias Entre o Céu e o Mar”, que narra o feito do navegador, primeiro homem a atravessar o oceano Atlântico num barco a remo. “Adorei interpretar uma personagem tão diferente, adorei fazer parte dessa história”, disse Philippine ao jornal O Globo. Na série da Netflix ela vive Sylvie Grateau, a chefe rabugenta e namoradeira da protagonista.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma das estrelas da série “Emily in Paris”, Philippine Leroy-Beaulieu, 62, fará sua estreia no cinema brasileiro interpretando Asa, mãe do navegador Amyr Klink. A atriz francesa está no elenco de “100 Dias”, longa dirigido por Carlos Saldanha, de “Rio” e “A Era do Gelo”.

    O filme está previsto para estrear ainda este ano e é baseado no livro “Cem Dias Entre o Céu e o Mar”, que narra o feito do navegador, primeiro homem a atravessar o oceano Atlântico num barco a remo. “Adorei interpretar uma personagem tão diferente, adorei fazer parte dessa história”, disse Philippine ao jornal O Globo. Na série da Netflix ela vive Sylvie Grateau, a chefe rabugenta e namoradeira da protagonista.

    A atriz também elogia a equipe brasileira. “O Carlos Saldanha é uma pessoa deliciosa. Contei com os melhores colegas de trabalho, os atores Filipe Bragança e João Vitor Silva”. Filipe está atualmente no ar como João Raul na novela “Coração Acelerado”.

    A preparação para a personagem incluiu trocas de mensagens com Tamara Klink, filha de Amyr, e navegadora como o pai. “Ela é uma fofa”, disse a atriz, que é formada em literatura pela Sorbonne e já morou no Brasil, nos anos 1990.

    Atriz de 'Emily in Paris' fala sobre seu 1º filme brasileiro, em que vive a mãe de Amyr Klink

  • Memphis demonstra chateação, e Corinthians quer dar carinho ao atacante

    Memphis demonstra chateação, e Corinthians quer dar carinho ao atacante

    FÁBIO LÁZARO
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Memphis Depay iniciou a temporada chateado no Corinthians.

    Ainda sem estrear em 2026 por problemas físicos, o holandês está bastante incomodado com sua condição atual. A influência política nos bastidores do clube também segue irritando o jogador.

    PREOCUPAÇÃO FÍSICA

    O UOL apurou que Memphis abriu o coração a pessoas próximas por ainda não ter conseguido entrar em campo. O atacante queria chegar à Supercopa do Brasil, contra o Flamengo, com ritmo de jogo.

    As dores no joelho esquerdo, porém, impediram o retorno antecipado. Ele deve enfrentar o clube carioca, mas sem a minutagem que era aguardada.

    O maior incômodo de Memphis é a convicção de que a condição atual é consequência de erros no planejamento físico desde a temporada passada. Em setembro, o jogador avisou que estava desgastado após retornar do período de data Fifa com a seleção holandesa.

    Ainda assim, foi titular no jogo seguinte, contra o Athletico-PR, pela Copa do Brasil, mas deixou a partida nos minutos iniciais após sentir um incômodo na coxa direita. A situação irritou bastante o atleta.

    Dois meses depois, em novembro, o atacante sofreu um edema ósseo no joelho esquerdo durante o jogo contra o São Paulo, pelo Brasileirão. No lance, inicialmente sentiu uma fisgada na coxa e acabou torcendo o joelho ao frear a perna.

    Memphis está bastante preocupado que o histórico recente de lesões possa comprometê-lo. Ele tem como grande objetivo na temporada chegar em alto nível à Copa do Mundo

    POLÍTICA AINDA IRRITA

    Memphis Depay também segue incomodado com a influência política nos bastidores corintianos.

    Ele imaginava que a situação seria atenuada após o desabafo no vestiário do Maracanã, depois do título da Copa do Brasil, e também com a chegada de Marcelo Paz como executivo de futebol.
    Na prática, porém, a presença de algumas figuras políticas no cotidiano do Timão ainda incomoda bastante o jogador. Dois dirigentes, em especial, irritam o holandês.

    CORINTHIANS QUER DAR CARINHO

    O UOL apurou que Memphis já externou seus descontentamentos à diretoria corintiana. As reclamações foram acolhidas pelo clube.
    O presidente Osmar Stábile tenta equilibrar essas questões sem se comprometer politicamente. No entendimento do Timão, Memphis Depay precisa de demonstrações de carinho, e o clube pretende entregar isso ao atacante.

    Marcelo Paz também está ciente da situação. O novo executivo de futebol, inclusive, adota o discurso de que Memphis deve ser tratado de forma especial, por ser um atleta de patamar internacional e capaz de entregar muito ao elenco.

    Em meio à chateação, Memphis excluiu de seu perfil no Instagram a marcação ao perfil do Corinthians e também retirou as fotos fixadas dos títulos paulista e da Copa do Brasil do ano passado.

    Memphis demonstra chateação, e Corinthians quer dar carinho ao atacante

  • Lula intervém para destravar palanques e evitar perda de votos em estados estratégicos

    Lula intervém para destravar palanques e evitar perda de votos em estados estratégicos

    Na tentativa de ao menos manter a votação obtida em 2022, ele tem investido sobre potenciais candidatos com foco inicial nos grandes colégios eleitorais.

    CATIA SEABRA, CAIO SPECHOTO E THAÍSA OLIVEIRA
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) tem se dedicado pessoalmente à montagem de palanques estaduais para sustentação de sua candidatura à reeleição.

    Na tentativa de ao menos manter a votação obtida em 2022, ele tem investido sobre potenciais candidatos com foco inicial nos grandes colégios eleitorais.

    O petista vem priorizando articulações nas regiões Sudeste e Sul, mas também monitora de perto o que acontece no Nordeste, onde tradicionalmente tem as vitórias mais folgadas.

    Segundo aliados, Lula está convencido de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), tem que ser candidato a governador de São Paulo e vai insistir para que concorra. Haddad, porém, demonstra que não quer mais disputar eleições.

    Na última conversa que tiveram, Lula pediu que o ministro o acompanhe em uma viagem internacional antes de deixar seu governo. É durante esses longos voos que costuma conversar com aliados sobre seus projetos políticos.

    Lula visitará o Panamá no fim de janeiro e Índia e Coreia do Sul no meio de fevereiro.

    Decidido a construir uma chapa forte em São Paulo, o presidente não descarta a hipótese de tentar sensibilizar seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), a se lançar senador.

    A cúpula do governo e do PT avalia a votação de Lula em São Paulo em 2022 como um dos principais fatores para a vitória. Em 2018, o partido, representado por Haddad na disputa presidencial, teve 7,2 milhões de votos no segundo turno. Na eleição seguinte, Lula teve 11,5 milhões no estado -nos dois casos houve uma derrota local, mas a melhora de desempenho possibilitou o triunfo em nível nacional.

    Aliados do presidente definem como ideal uma coligação que conte ainda com os nomes das ministras Simone Tebet (Planejamento) e Marina Silva (Meio Ambiente).

    Tebet é de Mato Grosso do Sul. Precisa mudar seu domicílio eleitoral para disputar eleição por São Paulo e, talvez, até de partido -o MDB apoia o governador bolsonarista Tarcísio de Freitas (Republicanos). O presidente deve levá-la em uma viagem para conversarem sobre seu destino político.

    Assim como São Paulo, o desempenho em Minas é apontado como fundamental para a reeleição do presidente, que não desistiu de tentar convencer o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD) a disputar o Palácio Tiradentes. O eleitorado mineiro é o segundo maior do Brasil.

    O presidente já avisou a aliados que pretende procurar Pacheco para mais um apelo por sua candidatura, em uma operação que deverá contar com a participação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

    Segundo aliados, Lula chegou a dizer que o melhor partido para Pacheco seria o MDB. O pedido do presidente é acompanhado da promessa de estruturação de uma aliança forte. No estado, uma das chapas citadas é a de Alexandre Kalil (PDT) e Marília Campos (PT) como candidatos ao Senado.

    Lula também falou recentemente com o prefeito do Rio de Janeiro e pré-candidato a governador Eduardo Paes (PSD). A aliança está acertada. A representante petista na chapa deverá ser a deputada Benedita da Silva, provável candidata a senadora. O eleitorado fluminense é o terceiro maior do país, de acordo com números divulgados em 2024.

    Fora do Sudeste, Lula acompanha de perto a situação de Bahia e Ceará, os dois principais estados governados pelo PT. Pesquisas indicam que, se a eleição fosse hoje, os governadores Jerônimo Rodrigues (BA) e Elmano de Freitas (CE) correriam risco de serem derrotados.

    O presidente não aceita a hipótese de perder os governos desses dois estados e, consequentemente, parte dos eleitorados locais. Nas últimas semanas, acionou os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Camilo Santana (Educação) e deu a eles a tarefa de garantir as vitórias.

    Camilo, ex-governador do Ceará, tem mandato como senador até 2031. Ele fala em sair do ministério antecipadamente para ajudar na campanha de Elmano.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o ministro não quer disputar o governo cearense e trabalha para que o atual chefe do Executivo local melhore nas pesquisas. O ministro da Educação tenta evitar que Lula deixe de acreditar na possibilidade de Elmano ser reeleito e, consequentemente.

    A principal ameaça ao petismo cearense é o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que tem aparecido em primeiro nas pesquisas para governador.

    Rui Costa, por sua vez, tem dado sinais nos bastidores de que gostaria de se candidatar no lugar do governador Jerônimo. O atual chefe do governo baiano, mostram as pesquisas, tem a eleição ameaçada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil).

    O senador Jaques Wagner (PT-BA), porém, apoia Jerônimo -assim como a maior parte do PT no estado. Líder histórico do partido e amigo de Lula há décadas, Wagner conversou sobre o assunto com o presidente nos últimos dias. O presidente disse que qualquer decisão sobre a candidatura a governador na Bahia será combinada com Wagner.

    Lula está preocupado com as pesquisas no estado, mas confia no senador e não quer atropelá-lo. Além disso, petistas apostam que Jerônimo será impulsionado por sua chapa. Os candidatos a senador devem ser os próprios Wagner e Costa, populares no estado. Isso se somaria à associação com a imagem de Lula, que costuma obter vitórias eleitorais expressivas na Bahia.

    “Essa ideia [lançar Rui Costa para governador], para mim, não existe. Nem é cogitada”, disse Wagner à Folha. “Virar o mundo de cabeça para baixo para quê? Sou pela naturalidade da política. A naturalidade da política é a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues”, afirmou o senador.

    Outro movimento do chefe do governo sobre as alianças estaduais foi tornado público nos últimos dias. O presidente pediu que a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, dispute uma vaga no Senado pelo PT do Paraná.

    Lula intervém para destravar palanques e evitar perda de votos em estados estratégicos

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  • Adversário desiste, e Djokovic vai às quartas no Australian Open

    Adversário desiste, e Djokovic vai às quartas no Australian Open

    “É uma decisão difícil de tomar. Após os últimos dois jogos, comecei a sentir-me mal com um problema no lado esquerdo dos meus musculos abdominais”, explicou o jogador, 17.º do ranking mundial, em declarações reproduzidas pela organização do torneio.

    Djokovic, quarto da hierarquia mundial, que iria confrontar Mensik na segunda-feira, avança assim para as quartas de final, fase na qual vai encarar o vencedor da partida entre o italiano Lorenzo Musetti, quinto do mundo, e o norte-americano Taylor Fritz, nono.

    Adversário desiste, e Djokovic vai às quartas no Australian Open

  • Homem encontra tesouro romano antigo de R$ 34 milhões no quintal de casa

    Homem encontra tesouro romano antigo de R$ 34 milhões no quintal de casa

    O episódio ocorreu na cidade de Hoxne e resultou na localização de um tesouro avaliado em milhões, além de possuir enorme importância histórica.

    O desaparecimento de um simples martelo no quintal de uma propriedade rural levou a uma das descobertas arqueológicas mais relevantes do Reino Unido. O episódio ocorreu na cidade de Hoxne e resultou na localização de um tesouro avaliado em milhões de libras, além de possuir enorme importância histórica.

    Em 1992, o fazendeiro Peter Whatling percebeu que havia perdido uma ferramenta em suas terras e decidiu pedir ajuda a um amigo, Eric Lawes, jardineiro aposentado e entusiasta da detecção de metais. Em 16 de novembro daquele ano, enquanto procuravam pelo objeto, os dois acabaram encontrando diversos artefatos antigos enterrados no solo, incluindo moedas e colheres.

    Após a descoberta inicial, os amigos optaram por informar as autoridades locais e o serviço arqueológico, permitindo que especialistas analisassem o material e realizassem uma investigação completa da área. Essa escolha foi fundamental para que os arqueólogos conseguissem registrar com precisão o posicionamento de cada objeto, em vez de uma escavação improvisada que poderia comprometer as informações históricas.

    O conjunto ficou conhecido como Tesouro de Hoxne e é considerado um dos mais importantes achados de ouro e prata do final do período romano na Grã-Bretanha. No ranking internacional, ocupa o quinto lugar entre os dez maiores tesouros de metais preciosos datados entre os séculos 2 e 7 d.C. Ao todo, foram catalogadas 15.233 moedas, além de vasos de prata, joias de ouro, colheres e itens de higiene pessoal.

    Durante a escavação, também foram encontrados vestígios de madeira e outros materiais orgânicos. Essas evidências indicaram que os objetos estavam guardados em um baú de carvalho, com divisórias internas protegidas por palha e tecido.

    Os estudiosos acreditam que o tesouro tenha sido enterrado no século 5 d.C., já que algumas moedas datam dos anos 407 e 408, embora a maioria seja mais antiga. A identidade do proprietário e o motivo do esconderijo permanecem desconhecidos, podendo estar ligados a um período de instabilidade ou ao resultado de um roubo.

    Em 1993, as peças foram entregues à Coroa britânica e posteriormente vendidas a museus. Parte do acervo está exposta no Museu Britânico, em Londres. O valor obtido foi repassado ao descobridor e ao dono do terreno, que dividiram 1,75 milhão de libras, quantia equivalente a cerca de 4,7 milhões atualmente, quase R$ 34 milhões.

    Homem encontra tesouro romano antigo de R$ 34 milhões no quintal de casa

  • 'Ele entrou procurando um inimigo', dispara Cowboy sobre Leandro no BBB 26

    'Ele entrou procurando um inimigo', dispara Cowboy sobre Leandro no BBB 26

    Durante o papo, Cowboy afirmou que o baiano entrou na casa procurando um inimigo e ainda analisou o jogo do brother: “Ele não entrosou com ninguém. Ele fica separado o tempo todo. A estratégia dele foi errada”.

    ISABELA FAGGIANI
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A festa de sábado (24) do BBB 26 (Globo) foi palco de muitas conversas sobre jogo e uma delas foi entre Alberto Cowboy e Brigido Neto. Os brothers conversaram sobre a postura de Leandro Rocha, que entrou na casa depois de ficar mais de cem horas no Quarto Branco.

    Durante o papo, Cowboy afirmou que o baiano entrou na casa procurando um inimigo e ainda analisou o jogo do brother: “Ele não entrosou com ninguém. Ele fica separado o tempo todo. A estratégia dele foi errada”.
    Na segunda-feira (19), durante o primeiro Sincerão da temporada, Leandro elegeu Cowboy como a pessoa que ele não quer que vença o BBB. Na sua justificativa, afirmou que o veterano apresentou “incoerência entre discurso e prática” quando ele disse que nenhum grupo tem privilégio sobre outro.

    “Quando ele tem oportunidade de provar isso dando a mira, ele bota cinco pipocas na mira. Isso me chamou atenção. Pode ser uma estratégia interna, que ele não vai externar, pra que o público não perceba”, concluiu o baiano.

    Na sexta-feira (23), Cowboy e Brigido precisaram escolher uma pessoa para mandar ao paredão como consequência da dinâmica das caixas surpresa. Eles decidiram enviar Leandro para a berlinda.

    'Ele entrou procurando um inimigo', dispara Cowboy sobre Leandro no BBB 26

  • Briga entre Malafaia, Damares e Valadão escancara rachas na liderança evangélica

    Briga entre Malafaia, Damares e Valadão escancara rachas na liderança evangélica

    O pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, foi citado por Damares e não deixou barato. Em vídeo, maldiz “a fofoca nessa língua do capeta” e afirma ser “inadmissível você falar da igreja do outro”.

    ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O pastor Silas Malafaia acusou Damares Alves (Republicanos-DF) de ser “leviana linguaruda” ao falar em “grandes igrejas” envolvidas nas “falcatruas” investigadas pela CPMI do INSS, sem dar nome aos bois.

    Ato contínuo, a senadora divulgou igrejas e pastores na mira da comissão e retrucou que faria bem a Malafaia “orar um pouco”.

    O pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, foi citado por Damares e não deixou barato. Em vídeo, maldiz “a fofoca nessa língua do capeta” e afirma ser “inadmissível você falar da igreja do outro”.

    A troca de farpas pública entre o trio evangélico extrapolou a rixa pessoal e virou sintoma de algo maior. Divergências se repetem em outros flancos, da indicação do batista Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) às articulações para este ano eleitoral.
    A candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dá pistas de uma cúpula menos alinhada do que em ciclos eleitorais passados. É verdade que, em 2018, a disputa começou com muitos desses pastores de peso nacional endossando Geraldo Alckmin, então no PSDB e tido como alternativa à direita.

    Mas, conforme o primeiro turno ia chegando, mais e mais líderes pularam na canoa bolsonarista. O segundo turno com Fernando Haddad (PT) selou de vez a predileção por Jair Bolsonaro (PL). O apoio da maioria de pastores se repetiu em 2022.

    O primogênito de Jair ainda não entusiasmou peixões do evangelicalismo brasileiro. A maior parte prefere o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) na chapa, com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) de vice.

    Malafaia já declarou achar Flávio fraco eleitoralmente. “Eu disse a ele: não sou covarde, você não tem musculatura.”

    Damares pegou a outra via: declarou apoio ao 01 de Bolsonaro e prometeu se empenhar para levar evangélicos à campanha.

    O deputado Marco Feliciano (PL-SP) postou um conselho a Flávio: “Sente com o pastor Silas”, a “voz política mais relevante da nação”, e escute o que ele tem a dizer. À Folha ele diz ver “pontos isolados de discussão”, mas uma trupe “mais unida do que nunca”.

    Pastores com trânsito político admitem que, se Bolsonaro insistir no filho, Tarcísio tentará a reeleição em São Paulo, e aí restará o “se não tem tu, vai tu mesmo”. O bispo Robson Rodovalho, que dará “assistência religiosa” para o ex-presidente aprisionado, diz que conversará com Flávio nos próximos dias. “Não podemos nos dividir. A direita tem que entrar junta.”

    Não tem andado junta, no entanto, em muitos assuntos que devem atravessar a corrida eleitoral. A escolha do presidente Lula (PT) por seu advogado-geral da União para o Supremo provocou cizânia nesse núcleo evangélico.

    O senador Magno Malta (PL-ES) é um que repele a hipótese. Ele escreveu um artigo no Pleno News, portal evangélico, desancando a nomeação. “E agora começou essa história de ‘ah, mas o Messias é evangélico’. Ora, por favor. Identidade religiosa não é salvo-conduto ético. O povo de fé tem discernimento. Sabe distinguir convicção de conveniência. Em Messias, tudo cheira a conveniência.”

    O posicionamento contrasta com o de outros líderes que foram a público defender o AGU. O bispo Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, chegou a publicar foto entre Lula e seu indicado. Na legenda: “Jorge Messias, Deus é contigo”.

    Outro pastor que se aproximou do governo foi Otoni de Paula (MDB-RJ). Ex-bolsonarista e de direita, segundo o próprio, o deputado federal orou em mais de uma ocasião por Lula e, em debate na terça (20), definiu Malafaia como um camarada “com poucos amigos e muitos reféns”. Sugeria que o pastor intimidava colegas, acuados para contrariá-lo abertamente.

    Desavenças entre aliados evangélicos sempre aconteceram, mas sem tanto ruído. O que 2026 vem mostrando é uma turma menos unida. Eles apostam que, na hora do vamos ver, todos estarão juntos, mas por ora os atritos têm se tridimensionalizado. E pior: de forma bem pública.

    Pegou particularmente mal o bate-boca entre Damares, Malafaia e Valadão, na esteira do escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, arrastados para a CPMI do INSS.

    Damares começou, dizendo haver igrejas e pastores, sem nomeá-los, implicados no esquema. Malafaia a cobrou por jogar uma névoa jogada sobre todo o segmento.

    Valadão, por sua vez, reagiu após a senadora esclarecer de quem estava falando -no caso, dele e de Fabiano Zettel, entre outros. Zettel é cunhado de Vorcaro e atuava como pastor na Lagoinha. Foi afastado.

    Nas coxias evangélicas, há quem veja a denúncia de Damares como um “saneamento” do campo. Outros acusam os personagens da trama de fomentar um fogo amigo que divide a igreja e enfraquece a direita.

    André Ítalo Rocha, autor de “A Bancada da Bíblia: Uma História de Conversões Políticas”, lembra que a briga entre Damares e Malafaia é antiga. “O atrito começou em 2018, depois da eleição de Bolsonaro.”

    O pastor apoiou Magno Malta para liderar o recém-criado Ministério da Família, mas a vaga acabou ficando com Damares, uma ex-assessora de Malta. “O movimento foi interpretado como uma traição.”

    Briga entre Malafaia, Damares e Valadão escancara rachas na liderança evangélica

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  • Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

    Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

    Nos bastidores, duas rotas seguem em disputa: a candidatura de Flávio, baseada na herança política do pai, e uma possível chapa com Tarcísio e Michelle, vista como mais agregadora por setores da direita e do Centrão.

    A movimentação de Michelle Bolsonaro junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) em defesa do pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro ampliou as tensões dentro da família do ex-presidente e reacendeu a disputa em torno da sucessão política para as eleições deste ano. Interlocutores apontam que a ex-primeira-dama enxerga na possibilidade de Bolsonaro deixar o regime prisional uma oportunidade para recolocar o debate eleitoral em pauta, hoje concentrado no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de reintroduzir o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como alternativa viável.

    O clima de atrito se intensificou após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha. Naquele período, Tarcísio cancelou uma visita que estava prevista ao ex-presidente, enquanto Michelle ampliava interlocuções com os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do STF. Entre aliados dos filhos de Bolsonaro, o movimento da ex-primeira-dama passou a ser interpretado como uma tentativa de se consolidar como “porta-voz institucional” do bolsonarismo, fortalecendo sua posição ao atuar como ponte política e interlocutora direta.

    A estratégia adotada junto ao STF é descrita por aliados como uma ação gradual. Primeiro, a defesa busca melhorias nas condições da prisão. Em seguida, sustenta a necessidade da prisão domiciliar com base em questões de saúde. Um novo pedido já foi apresentado pela defesa de Bolsonaro e está sob análise de Alexandre de Moraes, que aguarda informações da Polícia Federal sobre a perícia médica antes de se posicionar.

    Dentro da família, porém, essa articulação passou a ser vista como algo que ultrapassa a questão humanitária e impacta diretamente o desenho eleitoral. Para aliados dos filhos, o objetivo não seria apenas aliviar a situação de Bolsonaro, mas reorganizar o campo da direita visando 2026. Pessoas próximas ao ex-presidente relatam que Michelle passou a defender internamente que Flávio teria se colocado como herdeiro natural do bolsonarismo aproveitando o isolamento do pai, o que teria aberto espaço para uma disputa pela sucessão.

    Nesse contexto, a possibilidade de Bolsonaro retornar ao convívio doméstico ampliaria a influência de Michelle, que poderia atuar para viabilizar Tarcísio como nome competitivo, inclusive cogitando a formação de uma chapa com ela como vice. O nome do governador voltou ao centro das discussões justamente na semana em que ele recuou da visita à Papudinha. Embora o cancelamento tenha sido atribuído oficialmente a compromissos em São Paulo, naquele dia Tarcísio cumpriu apenas despachos internos no Palácio dos Bandeirantes.

    Interlocutores afirmam que o governador tenta adiar qualquer definição sobre 2026 e evitar envolvimento direto no auge da disputa familiar. Ao GLOBO, ao ser questionado sobre uma eventual candidatura, Tarcísio foi categórico: “Sou candidato à reeleição”.

    Após o episódio, uma nova visita ao ex-presidente foi agendada para a próxima quinta-feira, em movimento interpretado como tentativa de afastar a leitura de distanciamento político.

    A reação mais explícita às articulações de Michelle tem vindo de Carlos Bolsonaro. O ex-vereador visitou o pai e, em publicações nas redes sociais, indicou desconforto com movimentações internas. Em uma delas, mencionou ações “de forma dissimulada” para medir forças com o próprio Bolsonaro. Em outra, sugeriu sabotagem ao projeto de Flávio, o que foi interpretado por aliados como recado direto à madrasta. A assessoria de Carlos negou que Michelle fosse o alvo.

    O desgaste aumentou após os filhos saberem, apenas depois de realizada, da audiência de Michelle com Alexandre de Moraes, articulada pelo deputado Altineu Côrtes (PL-RJ).

    A disputa, no entanto, não é recente. Um marco ocorreu em dezembro, quando Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita indicando Flávio como pré-candidato, documento usado para reforçar sua posição interna. Flávio sustenta: “Michelle nunca me disse que quer ser candidata. Eu sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. Tenho uma carta escrita e assinada por ele.”

    Michelle, publicamente, evita confronto direto e já desejou sabedoria ao enteado. Aliados reforçam a indicação, mas admitem mudanças conforme o cenário. Marco Feliciano resume: “Seguimos as ordens do nosso capitão Bolsonaro. Ele disse que é Flávio, então é Flávio. Se houver outra ordem posteriormente, a seguiremos também.”

    Nos bastidores, duas rotas seguem em disputa: a candidatura de Flávio, baseada na herança política do pai, e uma possível chapa com Tarcísio e Michelle, vista como mais agregadora por setores da direita e do Centrão.

    Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

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