Blog

  • Genial/Quaest: Bolsonaro lidera rejeição e presidentes da Câmara e do Senado são desconhecidos

    Genial/Quaest: Bolsonaro lidera rejeição e presidentes da Câmara e do Senado são desconhecidos

    53% afirmam ter uma imagem negativa de Bolsonaro, enquanto 41% avaliam o ex-presidente de forma positiva

    Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 16, mostra que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o político mais rejeitado entre nove personalidades analisadas no levantamento. Entre os entrevistados que dizem conhecê-lo, 53% afirmam ter uma imagem negativa, enquanto 41% avaliam o ex-presidente de forma positiva. Outros 6% afirmam desconhecê-lo.

    No Congresso, os presidentes da Câmara e do Senado seguem amplamente desconhecidos da população. No Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) é desconhecido por 68% dos entrevistados. Outros 7% dizem ter uma imagem positiva do senador, enquanto 25% afirmam conhecê-lo e rejeitá-lo.

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é desconhecido por 63% dos brasileiros. Entre os que têm opinião formada, 26% dizem rejeitá-lo, e 11% afirmam ter uma imagem positiva do deputado.

    Entre os demais nomes avaliados, o líder evangélico Silas Malafaia, aliado do bolsonarismo, aparece como o segundo político mais rejeitado da lista: 46% dizem conhecê-lo e ter uma imagem negativa, enquanto 17% o aprovam. Outros 37% afirmam não conhecê-lo.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é o nome do campo da esquerda com maior rejeição no levantamento. Segundo a pesquisa, 42% dizem rejeitá-lo, 32% têm imagem positiva e 26% afirmam não conhecê-lo.

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem índice próximo de aprovação e rejeição: 39% dizem ter uma imagem positiva, enquanto 38% a rejeitam. Outros 23% afirmam não conhecê-la.

    O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), é aprovado por 37% dos entrevistados e rejeitado pelo mesmo porcentual. Ele é desconhecido por 26% da população.

    O empresário e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) é rejeitado por 34% dos entrevistados, enquanto 27% dizem aprová-lo. Outros 39% afirmam não conhecê-lo.

    A senadora Tereza Cristina (PP-MS) é a mais desconhecida entre os nomes analisados: 75% dos entrevistados dizem não ter opinião formada sobre ela. A aprovação soma 11%, e a rejeição, 14%.

    A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 00835/2026.

    Genial/Quaest: Bolsonaro lidera rejeição e presidentes da Câmara e do Senado são desconhecidos

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

    Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

    Um avião da Turkish Airlines foi escoltado até ao aeroporto El Prat, em Barcelona, na Espanha, devido ao risco de ameaça. Sabe-se agora o que esteve na origem do alerta

    O alerta ontem acionado quando um avião da Turkish Ailines sobrevoava o Mediterrâmneo, em direção a Espanha, teria sido motivado por uma rede de Wi-Fi que continha a palavra bomba, relata o El National

    Segundo este meio espanhol, dois aviões militares da OTAN foram acionados para escoltar o avião turco,  depois de um passageiro ter criado um hotspot com um nome que representava uma “ameaça de bomba”.

    O incidente aconteceu, vale lembrar, na manhã desta quinta-feira (15), quando a aeronave da Turkish Airlines, que partira de Istambul, começou a ser escoltado por aviões militares espanhóis e franceses sobre o mar Mediterrâneo.

    O voo TK1853, um Airbus 321, pousou no aeroporto El Prat, e teve de ser reencaminhado para uma zona de segurança, para que o aeroporto pudesse retomar a normalidade das suas operações. 

    Ao pousar, foi cercado pela polícia, sendo que no interior do avião estavam 148 passageiros e sete tripulantes de bordo.  

    Segundo agora revela o diretor de comunicação da companhia aérea, Yahya Üstün, o nome de rede de ponto de acesso Wi-Fi incluía a frase “Tenho uma bomba, vão todos morrer”.

    O incidente levou a que “os procedimentos necessários fossem imediatamente iniciados, de acordo com os protocolos de segurança de voo”.

    Todos os passageiros foram levados para a sala de contingência na zona aeroportuária do aeroporto após desembarcarem em segurança da aeronave e cães farejadores foram chamados para inspecionar o aparelho.

    Recorde-se que não foram encontrados explosivos durante a busca realizada pela polícia da Guarda Civil espanhola.

    Espanha: Hotspot com palavra "bomba" originou escolta militar a avião

  • Gustavo Mioto diz que 'surto de coragem' o levou da música à novela vertical

    Gustavo Mioto diz que 'surto de coragem' o levou da música à novela vertical

    Artista também fala sobre críticas, exposição, saúde mental e planos para uma carreira internacional; ele afirma que nunca havia pensado em atuar numa trama curta, mas aceitou convite na hora

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Gustavo Mioto, 28, nunca imaginou que faria uma novela. Cantor desde muito jovem, sempre teve a música como foco principal da carreira e, quando pensava em atuação, a ideia passava mais por filmes ou projetos pontuais do que por uma trama diária.

    Ainda assim, foi um “surto de coragem”, como ele define, que o levou a aceitar o convite para fazer parte do elenco de uma novela vertical, de formato mais ágil, “Cinderela e o Segredo do Pobre Milionário”. E ele não foi escalado para um papel qualquer: é o protagonista da trama, Diego.

    “Nunca tinha passado pela minha cabeça fazer novela. Quando me chamaram, eu topei na hora, sem pensar muito. Sem planejar nada”, admite. “Na verdade, o que tive foi um surto de coragem (risos). Foi legal testar alguma coisa nova e totalmente diferente mas nunca passou pela minha cabeça ser ator”.

    A experiência, segundo ele, foi mais leve do que imaginava, em parte porque o personagem, Diego, foi construído próximo de sua própria personalidade. As maiores dificuldades ficaram por conta das cenas mais intensas, de briga, agressividade e confronto físico.

    “Eu sou muito calmo, nunca fui explosivo. Essas cenas de soco, tapa e assalto foram as mais difíceis”, conta. Ainda assim, Mioto diz que gostou do desafio.

    As críticas, inevitáveis, ele garante que não foram um problema. Acostumado à exposição do meio musical, diz ter encarado os comentários negativos com naturalidade. Para Mioto, faz parte do jogo lidar com opiniões de quem nunca esteve do outro lado da câmera.

    Paralelamente à atuação, o cantor vive um momento decisivo na carreira musical. Há cerca de dois anos, ele vem estruturando um projeto internacional. O álbum, ainda sem título, terá faixas em inglês, espanhol e português, e deve ser lançado no segundo semestre de 2026.

    O inglês, idioma com o qual sempre teve mais intimidade, será predominante, enquanto o espanhol aparece em participações. “Passei a pandemia fazendo aulas de conversação. Hoje me sinto mais confortável, mas tenho que estudar melhor”, explica.

    Fã declarado do country americano, Mioto tem passado temporadas em Nashville, no Tennessee (EUA), onde finaliza gravações e ajusta detalhes do projeto. Segundo ele, os últimos anos foram dedicados à estratégia, escolha de parceiros e planejamento para que o lançamento aconteça no momento certo.

    Ao mesmo tempo, prepara um disco comemorativo pelos 15 anos de carreira, previsto para rodar em 2026, além de seguir compondo músicas que guarda para projetos futuros, mais autorais e experimentais.

    Reservado, Mioto reconhece que o assédio aumentou após a novela, impulsionado também pelo bom momento da carreira e por cenas mais ousadas na TV. Ainda assim, faz questão de manter uma linha clara entre o artista e o indivíduo. “Gosto de separar bem o CPF do CNPJ. A vida pessoal precisa continuar sendo pessoal”, afirma. “Sempre fui discreto com relação à vida amorosa e prefiro manter assim”

    Cuidar da saúde mental segue sendo prioridade. O cantor faz terapia até hoje e relembra que enfrentou um período mais delicado durante a pandemia. O processo, inclusive, ajudou na construção do personagem, em conjunto com a terapeuta e o preparador de elenco. Ao olhar para frente, Mioto resume suas expectativas em uma palavra: crescimento. “2025 foi um ano difícil, mas muito produtivo. Acho que 2026 segue nessa mesma linha”.

    Gustavo Mioto diz que 'surto de coragem' o levou da música à novela vertical

  • Flamengo não se anima com sugestão do West Ham e prepara proposta por Paquetá

    Flamengo não se anima com sugestão do West Ham e prepara proposta por Paquetá

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O West Ham aceita negociar Lucas Paquetá com o Flamengo, mas desde que sua saída aconteça ao término da Premier League, no fim de maio, como informou o The Guardian. O UOL, porém, apurou que esse modelo de negócio não agrada ao Rubro-Negro, que prepara uma proposta para tentar contratá-lo de imediato.

    FLA AINDA NÃO FEZ PROPOSTA OFICIAL

    O Flamengo ainda não formalizou uma oferta, mas entende que não conseguirá êxito com menos de 40 milhões de euros.

    Até aqui, as conversas com a diretoria do West Ham foram feitas pelo staff de Paquetá, que se tornou aliado do Rubro-Negro na tentativa de convencer os ingleses a vender seu jogador.

    Os valores especulados até aqui foram mais em cima do panorama do que o staff ouviu e de quanto o Flamengo pode oferecer. Uma primeira conversa direta entre as duas diretorias deve acontecer nesta sexta-feira (16), como informou o colunista Rodrigo Mattos, do UOL.

    Paquetá já manifestou ao West Ham o desejo de retornar ao Rubro-Negro, e será algo utilizado pelo Fla na tentativa de convencimento de uma liberação imediata.

    O meio-campista, inclusive, já tem um acordo verbal com o Flamengo. O contrato será de quatro anos, e Paquetá aceitou redução importante com relação aos salários que recebia na Inglaterra.

    Porém, tanto o Flamengo quanto o staff do meia avaliam a negociação como muito difícil. O West Ham luta contra o rebaixamento na Premier League e considera Paquetá um dos principais jogadores da equipe.

    A possibilidade de negócio somente ao fim do Campeonato Inglês não é algo que o Rubro-Negro quer, mas não está descartada caso o West Ham fique irredutível.

    Técnico do clube inglês, Nuno Espírito Santos comentou nesta quinta-feira (15) sobre a situação. Ele disse que é preciso resolver e ressaltou que Paquetá é de seus melhores jogadores.

    É uma situação que precisamos resolver. Todos nós do clube temos que resolver. Queremos sempre que os nossos melhores jogadores estejam envolvidos, o Lucas é um dos nossos melhores jogadores. Então, vamos tentar resolver a situaçãoNuno Espírito Santo, técnico do West Ham

    A reunião desta sexta-feira será decisiva para entender a temperatura da negociação. O otimismo do Flamengo passa por flexibilização do West Ham nos valores e entendimento da vontade do jogador em se transferir imediatamente.

    Contratado do Gil Vicente, de Portugal, jogador de 24 anos vestirá a camisa 42

    Folhapress | 10:15 – 16/01/2026

    Flamengo não se anima com sugestão do West Ham e prepara proposta por Paquetá

  • Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

    Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

    De acordo com levantamento da CNN, 55% dos entrevistados acreditam em piora das condições econômicas; economia é principal problema apontado em pesquisa meses antes das ‘midterms’, as eleições de meio de mandato

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Mais da metade (58%) dos americanos acredita que o primeiro ano do segundo mandato de Donald Trump na Presidência dos Estados Unidos foi um fracasso, de acordo com pesquisa divulgada nesta sexta-feira (16) pela CNN. Segundo o levantamento, a maioria dos entrevistados acredita que o republicano está concentrado nas prioridades erradas e faz pouco para enfrentar o alto custo de vida.

    Para 55% das pessoas ouvidas, as políticas do atual presidente pioraram as condições econômicas do país, e apenas 32% afirmam que houve melhora. A maioria (64%) diz que Trump não fez o suficiente para reduzir os preços de bens do dia a dia.

    A economia é o principal problema apontado na pesquisa. E segundo a CNN, torna-se uma questão definidora em disputas importantes nas eleições de meio de mandato, as chamadas “midterms”, deste ano. Os americanos vão às urnas em novembro para renovar toda a Câmara dos Representantes e 35 das 100 cadeiras do Senado, além de governadores e outros cargos estaduais e locais.

    O levantamento da CNN aponta ainda desconfiança quanto às prioridades do presidente. Só 36% dizem que Trump tem se concentrado nos temas certos, diminuição em relação aos 45% registrados no início da gestão.

    Além disso, apenas 37% afirmam que Trump coloca o bem do país acima de interesses pessoais, e 32% dizem que ele está em sintonia com os problemas enfrentados pelos americanos no dia a dia.

    A pesquisa também mostra que a democracia americana aparece como a segunda maior preocupação nacional, atrás apenas da economia, e como o principal motivo de reprovação ao presidente entre democratas. Uma maioria de 58% afirma que Trump foi longe demais no uso do poder presidencial e do Executivo, percentual superior ao registrado no início do mandato. A maioria também considera excessivas suas tentativas de mudar instituições culturais e de cortar programas federais.

    Apesar do cenário negativo geral, Trump mantém apoio sólido entre sua base. Sua taxa de aprovação está em 39%, patamar que se mantém baixo e estável desde os primeiros meses do segundo mandato.

    O atual presidente tem apoio massivo (87%) entre os republicanos. Já entre independentes, o índice cai para 29%, e entre democratas, para 4%. Apenas 30% dos latinos e dos adultos com menos de 35 anos aprovam o presidente, porcentual bem inferior ao observado no início do mandato. No geral, mais da metade (61%) desaprovam o atual governo.

    A CNN aponta que, de certa forma, Trump enfrenta uma situação política não muito diferente da de seu antecessor, o democrata Joe Biden, que também teve dificuldades para convencer os americanos de que estava lidando com os problemas econômicos.

    A pesquisa foi feita de 9 a 12 de janeiro, com 1.209 pessoas. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais.

     

    Pesquisa aponta que 58% dos americanos consideram um fracasso 1º ano da 2º gestão de Trump

  • Henri Castelli segue em observação médica e tem exames 'satisfatórios'

    Henri Castelli segue em observação médica e tem exames 'satisfatórios'

    O ator deixou o reality show sob orientação médica, após passar mal na competição e sofrer duas convulsões

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Após deixar o BBB 26 (Globo) por questões de saúde, Henri Castelli, 47, está bem, informou a equipe do ator. O perfil oficial de Henri publicou nota. “Após a conclusão de exames, Henri Castelli permanece em observação médica. Os resultados foram satisfatórios e o ator está bem. A equipe agradece as mensagens de carinho e apoio.”

    O ator sofreu duas convulsões na terça-feira (13). A primeira aconteceu durante a prova do líder, de resistência. Ele foi atendido, voltou para a casa e teve uma nova crise minutos depois.

    Tadeu Schmidt informou que foi decidido pela equipe médica que o ator deixasse o reality show para cuidar da saúde. “O Henri está bem, lúcido, mas diante desse quadro, não vai continuar no BBB. A gente lamenta a saída dele, mas entende que, evidentemente, a saúde é sempre mais importante que qualquer competição, além de ser uma preocupação nossa”.

    “Todo mundo que vai entrar passa por uma longa bateria de exames e, durante a temporada, temos uma UTI móvel a postos, 24 horas por dia. Fica aqui um grande abraço para o Henri”, disse Tadeu Schmidt.

    Henri Castelli segue em observação médica e tem exames 'satisfatórios'

  • Corinthians barra medalhões para não perder foco no ajuste financeiro

    Corinthians barra medalhões para não perder foco no ajuste financeiro

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Alguns atletas experientes foram oferecidos ao Corinthians desde o início da janela de transferências, mas a maioria das sugestões foi vetada pelo departamento de futebol do clube.

    CORINTHIANS EVITA CONTRASSENSO

    Nomes como Claudinho, Savarino e Everton Cebolinha chegaram a ser apresentados à direção corintiana, porém nenhuma das situações avançou. Todas foram consideradas financeiramente inacessíveis para o Timão.

    A maior parte desses jogadores teve o nome rechaçado ainda no primeiro movimento do setor de análise de mercado. O padrão salarial dos atletas foi avaliado e repassado à diretoria, que optou por sequer abrir conversas formais.

    A única exceção foi Savarino. Nesse caso, a diretoria chegou a iniciar tratativas com o estafe do jogador, mas a negociação não evoluiu justamente por questões financeiras.

    Para o Corinthians, a contratação de atletas de “grife” representaria uma inflação na folha salarial, o que iria frontalmente contra o principal objetivo do clube na temporada: a redução de custos. O foco desse enxugamento é o departamento de futebol, o mais oneroso da instituição, inclusive para adequação ao fair play financeiro estabelecido pela CBF.

    Dessa forma, a diretoria corintiana estabeleceu um teto salarial para contratações e renovações a partir da atual janela de transferências. Apenas jogadores do elenco que já recebem acima desse limite terão suas situações analisadas – mas apenas ao fim de seus contratos.

    Assim, até mesmo a possibilidade de contratar medalhões em operações sem custos foi descartada, justamente para não inflacionar o orçamento e respeitar os limites definidos pela gestão. A meta é reduzir os gastos com futebol em cerca de 30%.

    PARTICIPAÇÃO DO SCOUT

    Todo atleta oferecido ao Corinthians é imediatamente encaminhado ao departamento de análise de mercado. O setor é liderado por Renan Bloise, braço direito do executivo de futebol Marcelo Paz.

    O scout corintiano realiza avaliações técnicas e financeiras. Se o padrão salarial do jogador extrapolar o teto estabelecido pelo clube, o nome é automaticamente descartado.

    O mesmo critério vale para atletas identificados internamente pelo setor de observação. Mesmo os nomes monitorados passam por diagnóstico financeiro e, caso não se enquadrem no perfil desejado, sequer são procurados.

    Essas medidas estão diretamente ligadas às características que levaram o Corinthians a contratar Marcelo Paz como executivo de futebol. A ideia é explorar o mercado com criatividade, buscando oportunidades de bom custo-benefício, especialmente em outros países da América do Sul e em cenários alternativos.

    PRIORIDADE É FINANCEIRA

    A experiência de Paz em lidar com orçamento reduzido no Fortaleza é vista como fundamental pela diretoria. O objetivo do presidente Osmar Stábile é alinhar totalmente o planejamento do futebol às diretrizes financeiras do clube.

    Foi justamente uma divergência de entendimento sobre o mercado que pesou para o Corinthians desistir da contratação de Bruno Spindel para o cargo de executivo de futebol, antes de acertar com Marcelo.

    Durante as conversas, o dirigente -hoje no Cruzeiro- apresentou um modelo de negócio envolvendo a contratação do meia Gerson. A proposta levou a diretoria corintiana a concluir que Spindel não havia compreendido o objetivo financeiro traçado pelo clube para 2026.

    Corinthians barra medalhões para não perder foco no ajuste financeiro

  • Carlos Bolsonaro chama Papudinha de 'ambiente prisional severo' e aliados criticam Moraes

    Carlos Bolsonaro chama Papudinha de 'ambiente prisional severo' e aliados criticam Moraes

    Parte dos apoiadores do ex-presidente vê redução de danos na transferência para nova cadeia; senador diz que ministro do Supremo ‘regula a vida do preso’

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) , afirmou que as novas instalações onde seu pai cumprirá pena por tentativa de golpe, na Papudinha, são um “ambiente prisional severo”. A família e aliados pedem para que Bolsonaro seja colocado em prisão domiciliar, sob o argumento de que a saúde o ex-presidente é frágil.
    Papudinha é o apelido da sede de um batalhão da Polícia Militar de Brasília que fica perto do Complexo Penitenciário da Papuda.

    As manifestações de políticos próximos a Bolsonaro também criticam o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, principal responsável pela condenação do ex-presidente e juiz que determinou a transferência. Até esta quinta-feira (15), o ex-mandatário cumpria pena na sede da PF (Polícia Federal), também em Brasília.

    Proximidades do complexo da Papuda, em Brasília, nesta quinta-feira (15) Gabriela Biló Folhapress Viatura policial com luz vermelha ligada avança em estrada que leva ao Complexo Penitenciário da Papuda, no Distrito Federal. Parte dos aliados de Bolsonaro entendeu a transferência como uma espécie de redução de danos, já que as instalações da Papudinha são maiores do que as da Polícia Federal. Mesmo esses, porém, insistem que o presidente deveria ser colocado em prisão domiciliar.

    “Meu pai não tem que para presídio nenhum, ele tem que ir para casa”, disse Carlos em um vídeo publicado em redes sociais.

    Ele afirmou que o ex-presidente tem problemas de saúde e que outros presos já foram enviados para domiciliar por muito menos.

    O ex-vereador afirmou que seu pai é perseguido e que a eleição de 2026 é fundamental para ter esperanças. O grupo político bolsonarista quer aprovar uma anistia e eleger senadores em número suficiente para tirar Moraes do Supremo ou ao menos aumentar a pressão contra a corte.

    “Alexandre de Moraes, suas qualidades como ser humano não merecem ser enumeradas diante de tamanha maldade praticada contra o último presidente do Brasil, que jamais descumpriu uma linha da Constituição, e também contra os presos do 8 de janeiro”, escreveu o ex-vereador em outra postagem.

    “A transferência para um ambiente prisional severo, somada às aberrações jurídicas apontadas e ao estado clínico delicado, passa a representar mais do que o cumprimento de uma decisão judicial: transforma-se em um marco simbólico de confronto institucional, cujo impacto ultrapassa a figura de Jair Bolsonaro”, disse.

    Na semana passada, Bolsonaro deixou a prisão temporariamente para ter atendimento médico após sofrer uma queda. Ele passou por exames e voltou ao prédio da PF horas depois. O médico Brasil Caiado, que atende o ex-presidente, disse que ele sofreu um traumatismo craniano leve.

    O ex-presidente tem problemas de saúde recorrentes, principalmente ligados à facada da qual foi vítima durante a campanha eleitoral de 2018.

    No fim do ano passado, já preso, ele foi submetido a cirurgia para corrigir hérnia. Dias depois, durante a mesma internação hospitalar, Bolsonaro passou por um outro procedimento médico para tentar controlar suas crises de soluços.

    Também em 2025, mas em abril, o ex-presidente foi submetido a uma operação de 12 horas para desobstrução intestinal.

    O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse à Folha de S.Paulo que Moraes submete Bolsonaro a risco de vida. Em nota divulgada à imprensa, Marinho fez mais críticas ao ministro: “A transferência para a Papudinha escancara o abuso: traficantes e assassinos recebem tratamento mais humano do Estado do que um homem preso por crime impossível”.

    Por mais que a nova prisão seja mais ampla que a atual, com idade e comorbidades que tem, Bolsonaro deveria estar em prisão domiciliar”, afirmou o senador, falando que o aliado sofre “justiçamento.

    O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), deu declaração na mesma linha. “A gente não quer Papuda ou Papudinha. A gente quer ele em casa. É mais um martírio, vamos continuar pressionando para ele ir para casa”, declarou.

    O relator do projeto que reduz as penas dos condenados no processo da trama golpista, senador Esperidião Amin (PP-SC), mencionou a possibilidade de a transferência ser uma redução de danos e citou as reclamações de Bolsonaro sobre o barulho do sistema de ar-condicionado da Polícia Federal perto de sua cela, mas também defendeu que o ex-presidente fosse para domiciliar e criticou Moraes.

    Esperidião disse apoiar as declarações de Rogério Marinho, que defendeu a ida de Bolsonaro para casa. Também criticou o poder que Moraes exerce sobre o cumprimento da pena do ex-presidente.

    “O preso é do Alexandre de Moraes, ele é que regula a vida do preso. Um ministro do Supremo Tribunal Federal é o guardião e costumes, e de práticas, do tempo de um preso”, disse o senador.

    Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da trama golpista, concluído em setembro de 2025. Os ministros da Primeira Turma do STF o julgaram culpado pelos crimes de golpe de Estado, abolição do Estado democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado ao patrimônio e deterioração do patrimônio tombado.

    Ele foi considerado líder do movimento que não reconheceu o resultado da eleição presidencial de 2022, vencida por Lula, e atacou as sedes dos Poderes da República em 8 de janeiro de 2023.

    Carlos Bolsonaro chama Papudinha de 'ambiente prisional severo' e aliados criticam Moraes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Algoz do Corinthians, Jhon Jhon deve render ‘bolada’ ao Palmeiras na janela

    Algoz do Corinthians, Jhon Jhon deve render ‘bolada’ ao Palmeiras na janela

    GUILHERME XAVIER
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O meia-atacante Jhon Jhon foi o grande destaque da vitória por 3 a 0 do Red Bull Bragantino sobre o Corinthians, na última quinta-feira (15), pela segunda rodada do Paulistão. Ele marcou dois gols e comandou o triunfo.

    O duelo, inclusive, pode ter sido o último do jogador com a camisa do Massa Bruta. Ele está próximo de ser vendido ao Zenit, da Rússia, e a negociação deve render alguns milhões aos cofres do Palmeiras.

    JHON JHON A CAMINHO DO ZENIT

    O Red Bull Bragantino tem negociações avançadas com o Zenit por Jhon Jhon. O clube russo está disposto a pagar 18 milhões de euros fixos, R$ 112 milhões na cotação atual, além de mais R$ 12,5 milhões em bonificações por metas.

    O clube de Bragança Paulista, por sua vez, ainda tenta 20 milhões de euros fixos. A reportagem do UOL confirmou que há um otimismo mútuo para sacramentar a negociação.

    QUANTO O PALMEIRAS RECEBERÁ?

    Caso a negociação seja concretizada nos moldes oferecidos pelo Zenit, o Palmeiras embolsará R$ 22,4 milhões fixos pelos direitos econômicos do jogador. O Verdão manteve 20% quando vendeu Jhon Jhon ao Red Bull Bragantino.

    Além disso, o Alviverde também teria direito a uma parcela por conta do mecanismo de solidariedade da Fifa. O valor corresponde a 2% da operação.

    O jogador foi comprado pelo Palmeiras em 2021, quando completou 19 anos. Três anos depois, o Verdão negociou Jhon Jhon ao Red Bull Bragantino.

    A partir dos 16 anos, cada temporada da jovem promessa equivale a 0,5% do mecanismo de solidariedade. Dessa forma, o Palmeiras deve receber cerca de R$ 2,2 milhões.
    – 20% dos direitos econômicos – R$ 22,4 milhões
    – 2% do mecanismo de solidariedade – R$ 2,2 milhões
    – Total: R$ 24,4 milhões

    Algoz do Corinthians, Jhon Jhon deve render ‘bolada’ ao Palmeiras na janela

  • Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua

    Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua

    Artemis 2 será a primeira neste século a levar humanos além da órbita terrestre; última visita tripulada ao satélite ocorreu em 1972, com a americana Apollo 17

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O dia 6 de fevereiro de 2026 pode se tornar um marco histórico, com o primeiro voo espacial tripulado a ir além da Terra em mais de meio século, numa jornada até a Lua. É para quando a Nasa espera iniciar a missão Artemis 2. O voo, por ora, está marcado para começar às 23h41 (de Brasília), mas dia e hora ainda podem mudar.

    A janela para o lançamento neste mês de fevereiro vai do dia 5 ao dia 11. Caso não aconteça até lá, novas tentativas podem acontecer em cerca de um mês -uma função do ciclo de translação da Lua ao redor da Terra, que dura cerca de 28 dias.

    A rigor, é possível lançar uma missão à Lua a qualquer tempo (afinal, embora ela mude de posição todos os dias, está sempre mais ou menos à mesma distância da Terra em termos astronômicos, com variações que não impactam muito nas missões). Contudo, a situação muda quando a missão precisa se pautar pelas condições de iluminação no satélite durante a chegada -seria frustrante, por exemplo, fazer a máxima aproximação sobre o hemisfério noturno lunar naquele momento. Para missões de pouso, então, isso se torna ainda mais crítico, com a escolha das melhores condições de iluminação e temperatura no sítio de descida.

    Neste momento, a agência espacial americana trabalha com “não antes de 6 de fevereiro e não depois de abril”, o que significa que, salvo imprevistos maiores, teremos três, talvez quatro, janelas para esse voo. Uma boa pista deve vir nos próximos dias, com o transporte do superfoguete SLS à plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral (Flórida), de onde ele será lançado.

    Neste momento, ele ainda está no VAB, o prédio de montagem de veículos -enorme instalação que permite a integração do lançador de 98 metros antes do voo.

    NOVIDADES NO SÉCULO 21

    A decolagem marcará a primeira missão tripulada lançada com destino à Lua desde dezembro de 1972, quando ocorreu a Apollo 17, última visita de humanos à superfície lunar no século 20. E trará novidades históricas interessantes: pela primeira vez, um homem negro, uma mulher e um cidadão não americano farão a jornada além da órbita terrestre. Nas missões Apollo, todos os tripulantes eram americanos e brancos. Essas novidades haviam sido celebradas pela primeira gestão de Donald Trump à frente da Casa Branca, em forte contraste com a atual, em que qualquer mínima menção à diversidade é rechaçada -mas não suficiente para levar ao que seria uma absurda reescalação da tripulação.

    O comandante Reid Wiseman, o piloto Victor Glover, e os especialistas de missão Christina Koch e Jeremy Hansen (os três primeiros astronautas da Nasa, e o quarto da CSA, Agência Espacial Canadense) realizaram em dezembro uma simulação da contagem regressiva ao embarcarem na cápsula Orion Integrity, que em mais alguns dias ou semanas os levarão na histórica jornada. Tudo isso aconteceu ainda no VAB, mas um novo ensaio geral deve ser realizado novamente após o transporte do foguete à plataforma, incluindo um abastecimento completo para efeito de teste.

    A tripulação está pronta para voar, confiante de que foram solucionados os problemas observados no escudo térmico da Artemis 1 durante a reentrada atmosférica, em 11 de dezembro de 2022. Na ocasião, a cápsula Orion realizou um voo similar ao que os astronautas farão, mas sem tripulação, para testar os sistemas de bordo e a segurança do projeto. Contudo, a Nasa observou desgaste maior que o esperado no escudo térmico, em razão dos efeitos inesperados de uma falta de permeabilidade no material usado nele. Lascas consideráveis da camada protetora superior foram perdidas, embora a nave tenha retornado com sucesso, realizando uma amerissagem no Pacífico.

    Foi o primeiro voo bem-sucedido do foguete SLS, que custou até agora US$ 31,6 bilhões em seu desenvolvimento, além de US$ 2,5 bilhões a cada novo lançamento. Desenvolvido pela Nasa por ordem do Congresso americano em 2011, o foguete necessariamente teve de incluir tecnologias originalmente criadas para o programa dos ônibus espaciais. A contratante principal responsável pelo programa junto à Nasa foi a empresa Boeing, num modelo de negócios antigo, em que a companhia produz o veículo com especificações dadas pela agência, que fica responsável por cobrir todo e qualquer estouro no orçamento.

    O método contrasta com o modelo mais moderno de contratação, que já é aplicado com transporte de tripulações e cargas à Estação Espacial Internacional, em que a empresa é paga pelos serviços prestados, a um preço fixo, e se encarrega de desenvolver e operar os veículos.

    Esse mesmo modelo, aplicado ao programa Artemis, gerou contratos com as empresas SpaceX e Blue Origin para o desenvolvimento dos módulos de pouso para as futuras missões lunares a uma fração do que custou o SLS, hoje visto como um foguete em vias de se tornar obsoleto, embora no momento siga sendo o único qualificado para enviar astronautas à Lua.

    A MISSÃO

    O voo da Artemis 2 será tão simples quanto possível para uma cápsula que vai além da Terra. Depois de ser lançada a uma órbita terrestre bastante achatada (perigeu de 150 km e apogeu de 2.240 km), ela usará o segundo estágio do SLS para aumentar ainda mais seu apogeu, para 73,6 mil km, e, por fim, separar-se do segundo estágio e usar seu próprio motor, instalado no módulo de serviço fornecido pela ESA (Agência Espacial Europeia), para o empurrão final rumo à injeção translunar -manobra que a colocará no caminho para a Lua, localizada a cerca de 390 mil km da Terra.

    A partir daí, salvo por pequenos ajustes de trajetória, ela estará num voo cuja configuração é conhecida como de retorno livre. Traduzindo do astronautiquês, significa que, deixada inerte, a cápsula chegaria às imediações da Lua, contornaria o satélite por força da gravidade lunar, e então voltaria à Terra naturalmente, de novo só pela força da gravidade terrestre, sem qualquer manobra adicional.

    É a trajetória mais segura, adotada também pelas primeiras missões Apollo logo após o lançamento, para garantir o retorno dos astronautas mesmo que alguma falha de propulsão ocorresse no caminho até a Lua.

    A diferença principal é que, naquelas velhas missões, mesmo na primeira tentativa de ir às imediações lunares, com a Apollo 8, em dezembro de 1968, o motor da espaçonave foi acionado para inseri-la em uma órbita estável ao redor da Lua -ponto em que ela abandonava a trajetória de retorno livre e só poderia voltar à Terra com um novo acionamento do motor para deixar a órbita lunar. Se houvesse uma falha naquele ponto, os astronautas estariam condenados a morrer sem oxigênio dando voltas ao redor do satélite natural.

    A Artemis 2 não terá tanta emoção. Ela simplesmente contornará a Lua e fará uma trajetória em forma de 8, retornando à Terra em seguida, num percurso de cerca de dez dias, entre ida e volta.

    Nesse sentido, ela lembra mais a Apollo 13, de 1970, que, após uma falha catastrófica no caminho para a Lua, teve de manter uma trajetória de retorno livre para retorno à Terra, com módulo lunar usado como um bote salva-vidas para a tripulação -na mais espetacular e cinematográfica (tanto que virou filme!) emergência já ocorrida no espaço. Desta vez, para a alegria dos astronautas, essa trajetória será usada de propósito, e não por uma emergência.

    Um aspecto interessante é que a cápsula passará muito mais longe da superfície lunar do que as antigas missões Apollo, com um perilúnio (aproximação máxima da Lua) de cerca de 7.500 km. As Apollos voavam em órbitas lunares com altitudes de meros 110 a 200 km. Com isso, os quatro astronautas da Artemis 2 se tornarão os humanos a viajarem mais longe no espaço em toda a história.

    De lá, Wiseman, Glover, Koch e Hansen terão uma visão privilegiada do sistema Terra-Lua, com os dois astros, a Terra ainda mais longe, suspensos na imensidão do vazio. Uma paisagem inesquecível para um momento histórico.

    Nasa quer lançar no próximo dia 6 astronautas em missão para contornar a Lua