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  • Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa

    Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa

    Desde 2022, país ganhou 58 posições no levantamento global. Em relação ao ano de 2025, o Brasil cresceu 11 posições

    O Brasil chegou à 52ª colocação no último ranking que avalia a liberdade de imprensa no mundo. Com o resultado, o país cresceu 58 posições desde 2022 e ultrapassou, pela primeira vez, os Estados Unidos, que ocupa a posição 64.

    O levantamento foi divulgado, na quinta (30), pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF). 

    Em relação ao ano de 2025, o Brasil cresceu 11 posições. Na América do Sul, ficou atrás apenas do Uruguai, que está na 48ª colocação. Segundo a Repórteres Sem Fronteiras, no entanto, o caso de melhora brasileiro é uma das exceções no mundo. 

    “Trata-se de um avanço muito expressivo em um contexto em que a maioria dos países tem vivido um cenário de deterioração”, considerou o diretor da ONG para América Latina, o jornalista brasileiro Artur Romeu. 

    Para ele, o Brasil é um ponto fora da curva com evolução depois dos momentos de tensão durante o governo de Jair Bolsonaro, quando havia ataques diários contra jornalistas. “Um dos marcadores é um cenário de volta à normalidade, a uma relação institucional dentro de um ambiente democrático entre um governo e a imprensa”, afirmou Romeu.

    Outro motivo de evolução brasileira foi não ter jornalistas assassinados no país, desde a morte de Dom Philips, em 2022, na Amazônia. Entre 2010 e 2022, foram 35 jornalistas assassinados no Brasil. Além disso, o país tem estruturado ações de proteção ao trabalho jornalístico.

    “O Brasil tem observado uma agenda da regulação das plataformas, de inteligência artificial, da defesa da integridade da informação e do enfrentamento à desinformação.”

    Outras medidas pontuais citadas pelo diretor na entidade foi a criação de um Observatório Nacional de Violência contra Jornalistas e a adoção de um protocolo de investigação de crimes cometidos contra a imprensa. No entanto, Artur Romeu contextualiza que o crescimento do Brasil tem também relação com a degradação da situação em outras nações. 

    Parâmetro negativo

    A pontuação do Brasil subiu em torno de 11 pontos. Por outro lado, os Estados Unidos têm se tornado um parâmetro negativo, já que também encorajaram outros governos mais alinhados aos Estados Unidos a adotarem e reproduzirem práticas semelhantes. “Os efeitos disso vêm sendo constatados também na Argentina, do presidente Javier Milei. O país caiu já 69 posições desde 2022 para cá”.

    No caso dos Estados Unidos, segundo avalia o diretor da ONG, é que o governo opera para instrumentalizar uma visão deturpada de liberdade de expressão ao atacar a imprensa. “A gente vê, em vários desses países, uma lógica de hostilidade sistêmica ao trabalho da imprensa, que capitaliza ganhos eleitorais ao alimentar uma lógica de polarização política”.

    Pressões

    As ameaças não chegam apenas de representantes eleitos. Há, ainda como exemplo, a instrumentalização da Justiça para intimidar jornalistas e a imprensa. A imprensa brasileira também seria alvo de processos judiciais abusivos.

    “Há um cenário de criminalização do jornalismo, que é quando através de legislações são usadas para calar a imprensa.”

    Artur Romeu explica que, nos últimos quatro anos, quatro dos cinco indicadores do Brasil subiram. Apenas um caiu. Foi o que mede questões como a percepção de confiança da sociedade à imprensa, o volume e intensidade de campanhas de ódio contra jornalistas, a pluralidade de opiniões refletidas na imprensa e a percepção sobre autocensura de jornalistas.

    Pelo mundo

    “Pela primeira vez na história do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa, mais da metade dos países do mundo se encontra em uma situação difícil ou grave”, apontou o relatório.

    Nos 25 anos em que é feito o ranking, a pontuação média de todos os países do mundo nunca foi tão baixa. A situação dos Estados Unidos, por exemplo, é observada no relatório em função de que o presidente Donald Trump transformou os ataques aos jornalistas, na avaliação dos pesquisadores, uma prática sistemática. Isso fez com que houvesse uma queda de sete posições neste ano.

    De acordo com o relatório, o jornalismo nas Américas apresenta tendência de autoridades que agravam as pressões por caminhos como “retórica hostil”, “restrições jurídicas e

    administrativas”, “acesso limitado à informação pública” e “instrumentalização dos sistemas jurídicos”. 

    No caso dos Estados Unidos, há ainda a prática de cortes orçamentários em emissoras públicas, interferências políticas na propriedade dos meios de comunicação e investigações com motivação política contra jornalistas e veículos de imprensa. 

    “Desde seu retorno ao poder, os jornalistas também passaram a ser alvo durante manifestações, o que reflete uma deterioração mais ampla que constitui uma das crises mais graves para a liberdade de imprensa na história moderna dos Estados Unidos”, ressalta o relatório.

    A Argentina, sob o governo de Javier Milei, também teve queda na situação de liberdade de imprensa. Chegou à 98ª posição após cair 11 posições. Já há uma perda de 69 posições desde 2022.

    Ainda nas Américas, o Equador teve a maior queda na região (com 31 posições), por causa do avanço do crime organizado que matou três jornalistas no último ano. O Peru (144ª), que teve quatro jornalistas assassinados no ano passado, perdeu 14 posições no ranking este ano. Isso significou queda de 67 posições desde 2022.

    Na América Central, El Salvador (na posição 143ª) manteve sua tendência de queda, com perda de 74 posições desde a chegada, em 2019, do presidente Nayib Bukele ao poder. 

    Na América do Norte, o México (122ª) é o país da região com uma das piores pontuações do indicador de segurança, perdendo apenas para a Nicarágua (172ª). Na lanterna da região, seguem países como Nicarágua (172ª), Cuba (165ª) e Venezuela (160ª), onde a liberdade de imprensa permanece em seu nível mais baixo. As piores posições globais são do Irã, China, Coreia do Norte e Eritreia, segundo o relatório.

    A melhor posição das Américas é a do Canadá (em 20º). Os 19 primeiros são todos europeus. O ranking é liderado pela Noruega, seguido da Holanda e da Estônia.

    Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa

  • ‘Fim se aproximando’: a 30 gols do milésimo, CR7 fala em adeus à carreira

    ‘Fim se aproximando’: a 30 gols do milésimo, CR7 fala em adeus à carreira

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Cristiano Ronaldo está cada vez mais perto de duas importantes marcas em sua carreira: o seu milésimo gol, uma vez que ontem (29) anotou o 970º, e o título do Campeonato Saudita, que seria seu segundo pelo Al-Nassr. Também próximo, porém, está o fim de sua carreira, segundo o próprio craque.

    CR7 FALA EM ADEUS

    Após marcar um gol e ajudar o Al-Nassr a vencer o Al-Ahli por 2 a 0, ficando perto do título saudita, Cristiano Ronaldo deu uma declaração sobre seus últimos passos em campo.

    “Eu continuo jogando não só para esta geração, mas para a anterior e a que está por vir. Eu aprecio isso dia após dia, jogo após jogo, ano após ano, mesmo enquanto me aproximo do fim da minha carreira. Isso é um fato”, disse o português ao Canal GOAT.

    Para o maior goleador da atual geração, tão importante quanto a longevidade é que sua forma e boa fase sejam mantidas.

    “Minha carreira tem sido brilhante e eu quero mantê-la assim. Eu ainda aprecio isso, continuo marcando gols? mas acima de tudo, é sobre vencer. E nós realmente queremos vencer a liga”, concluiu o atacante.

    O gol de Cristiano Ronaldo contra o Al-Ahli foi o 970º de sua carreira. Com a quantidade de jogos restantes na temporada, é pouco provável que o craque de 42 anos alcance o milésimo até a Copa do Mundo, mas, com seu retrospecto recente, o feito pode ocorrer ainda este ano.

    Já o título saudita está mais perto: o Al-Nassr lidera o campeonato com 79 pontos, oito à frente do Al-Hilal, que tem um jogo a menos. Restam quatro rodadas para o fim da competição, o que significa que os líderes têm uma boa vantagem para administrar rumo à taça.

    ‘Fim se aproximando’: a 30 gols do milésimo, CR7 fala em adeus à carreira

  • Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

    Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

    Governador lidera cenários de primeiro turno e também vence adversários no segundo; para o Senado, liderança é da ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil), e segunda vaga registra empate técnico quádruplo

    Pesquisa Genial/Quaest sobre o cenário eleitoral de Goiás divulgada nesta quinta-feira, 30, mostra que o governador Daniel Vilela (MDB) lidera os cenários de primeiro turno para o governo do Estado e também detém vantagem contra os seus adversários em um eventual segundo turno.

    Nos cenários de pesquisa estimulada, Vilela tem de 33% a 34% das intenções de voto. O instituto testou cenários com diferentes opções de candidaturas de esquerda, como Adriana Accorsi (PT), Edward Madureira (PT) e Cíntia Dias (PSOL). Nos três cenários avaliados, a segunda colocação é do ex-governador Marconi Perrilo (PSDB).

    Vilela também lidera os cenários de segundo turno. Contra Marconi Perrilo, venceria o tucano por 46% a 27% dos votos, com 12% de indecisos e 15% de votos brancos e nulos. Contra Wilder Morais, venceria por 51% a 21%, com 12% de indecisos e 16% de votos nulos ou brancos.

    A disputa ao Senado mostra a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) na liderança, com 22% de menções. Na sequência, quatro nomes aparecem em empate técnico no intervalo da margem de erro: Vanderlan Cardoso (PSDB) tem 12%, Zacharias Calil (MDB), 11%, Gustavo Gayer (PL), 10%, e Humberto Teófilo (Novo), 8%.

    Alexandre Baldy (PP) tem 5%, Oséias Varão, do PL, 3%, e Iure Castro, do Cidadania, 1%. Humberto Chaves e Marcelo Moreira, ambos do PSOL, não pontuaram. São 16% os indecisos, e 12% pretendem votar branco ou nulo para o cargo.

    A pesquisa Genial/Quaest fez 1.104 entrevistas a domicílio com eleitores de Goiás entre os dias 24 e 28 de abril. A margem de erro é de 3 pontos porcentuais, e o nível de confiança é 95%. O levantamento foi registrado no TSE com o código GO-00211/2026.

    Genial/Quaest: Daniel Vilela lidera cenários de 1º e 2º turno em Goiás

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  • Morre David Allan Coe, astro polêmico da música country, aos 86 anos

    Morre David Allan Coe, astro polêmico da música country, aos 86 anos

    Cantor ficou conhecido nos anos 1970, lançou mais de 40 álbuns e acumulou polêmicas envolvendo racismo e uso da bandeira confederada

    David Allan Coe, astro da música country, morreu nesta quarta-feira (29) aos 86 anos. O representante do artista confirmou a morte, sem detalhar a causa, à revista People. “David era um tesouro da música country e amava seus fãs. Mais importante ainda, ele era um verdadeiro fora da lei e um grande cantor, compositor e intérprete”, declarou.

    Ele conquistou a fama nos anos 1970. Na década seguinte, lançou os sucessos “The Ride” e “Mona Lisa Lost Her Smile”.

    Coe também acumulou polêmicas em sua carreira. Ele usava termos pejorativos e estereótipos raciais em suas músicas. Além disso, usou com frequência a bandeira confederada, que representa estados escravocratas que tentaram se separar dos EUA na Guerra Civil.

    O cantor foi indicado ao Grammy por “Take This Job and Shove It”. A canção ainda alcançou o topo das paradas em 1977, na voz de Johnny Paycheck. Ao todo, lançou mais de 40 álbuns de estúdio.

    Casado seis vezes, David Allan Coe deixa quatro filhos. De acordo com o site The Boot, ele se casou com a última esposa, Kimberly Hastings, em 2010.

    Morre David Allan Coe, astro polêmico da música country, aos 86 anos

  • Medina chega à Gold Coast como líder pela 1ª vez em cinco anos

    Medina chega à Gold Coast como líder pela 1ª vez em cinco anos

    SÃO PAULO, SP (UOL~/FOLHAPRESS) – Gabriel Medina está, oficialmente, de volta ao topo do surfe mundial. O tricampeão chega à etapa de Gold Coast, que pode começar na noite desta quinta-feira (no Brasil), vestindo a lycra amarela -algo que não acontecia há quase cinco anos.

    Depois de um longo período afastado, o retorno de Medina ao Circuito Mundial foi, no mínimo, surpreendente. Em duas etapas, ele somou um terceiro lugar em Bells Beach e um vice-campeonato em Margaret River, resultados suficientes para colocá-lo novamente na liderança do ranking.

    Mais do que os números, chama atenção a forma como ele voltou. Medina tem apresentado um surfe sólido, potente e confiante, com uma linha mais polida e com controle mesmo em condições difíceis.

    A última vez que o brasileiro competiu como líder do CT foi em 2021, no WSL Finals, em Trestles, quando conquistou o seu tricampeonato mundial.

    Naturalmente, ele começaria 2022 vestindo a lycra amarela, como acontece com o campeão vigente, mas isso não aconteceu, já que Medina optou por não disputar a primeira parte da temporada para cuidar da saúde mental e, desde então, nunca mais havia retomado a ponta do ranking.

    Agora, o cenário é outro. Medina não só voltou, como voltou competitivo desde o primeiro momento – e rapidamente recolocou seu nome no centro da disputa pelo título.

    Gold Coast, inclusive, traz boas lembranças. Foi lá que, em 2014, Medina conquistou uma de suas vitórias mais emblemáticas, arrancando para a campanha que resultaria no seu primeiro título de campeão mundial.

    Na ocasião, ele se tornou o primeiro brasileiro a vencer a etapa e também o primeiro goofy (surfista que utiliza o pé direito na parte da frente da prancha) a ganhar o evento desde 2004 – tudo isso pouco tempo depois de se recuperar de uma fratura na perna sofrida no Havaí.

    Para esta etapa, a estreia de Medina já está definida. Ele entra direto na bateria 13 do Round 2, mas ainda aguarda a definição do adversário, que sairá do confronto entre Morgan Cibilic e Ramzi Boukhiam, no Round 1.

    Medina chega à Gold Coast como líder pela 1ª vez em cinco anos

  • Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

    Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

    Ciro Gomes aparece à frente de Elmano de Freitas (PT), mas perderia para Camilo Santana (PT) no Ceará, aponta pesquisa Genial/Quaest

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (30) aponta que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa para o Governo do Ceará contra o governador Elmano de Freitas (PT), mas perderia em cenário contra Camilo Santana (PT).

    No segundo turno, Ciro bate Elmano por 46% a 35%. Já contra Camilo a vantagem se inverte, mas por margem mais apertada: este vence por 44% a 39%.

    O mesmo padrão é observado na disputa de primeiro turno. Em uma configuração com o atual governador e sem Camilo, Ciro tem 41% das intenções, e Elmano, 32%. O senador Eduardo Girão (Novo) aparece com 4%, e Jarir Pereira (PSOL), com 1%. Zé Batista (PSTU) não pontua.

    Votos em branco ou nulo somam 11%. Não sabem 11%.

    Já em um cenário de primeiro de turno considerando Camilo em vez de Elmano, Ciro vai 33%, enquanto o ex-ministro da Educação de Lula (PT) marca 40%. Girão tem 5%, e Pereira e Batista, 1%.

    A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiabilidade é de 95%. A pesquisa ouviu 1.002 eleitores do Ceará entre os dias 24 e 28 de abril. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e protocolada com o nº CE-01725/2026.

    Ciro Gomes disse que decidirá em maio se aceitará o convite do presidente do PSDB, Acécio Neves, para concorrer novamente à Presidência da República ou se seguirá na disputa pelo Governo do Ceará. Em 2022, quando estava no PDT, Ciro concorreu ao Planalto pela quarta vez, ficando em quarto lugar, com 3% dos votos válidos.

    Após Elmano ter aparecido atrás de Ciro em pesquisas eleitorais anteriores, o ex-ministro da Educação Camilo Santana (PT), que se descompatibilizou do cargo em abril, é cogitado para substituir o governador na disputa. O presidente Lula (PT) acompanha a situação porque precisa de um palanque forte no estado para ajudá-lo a obter votos na eleição nacional.

    Camilo Santana lidera contra Ciro Gomes no Ceará, aponta Genial/Quaest

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  • Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

    Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

    Tecnologia nuclear e de mísseis foi listada por Khamenei como um ativo nacional ao lado da “identidade, espiritualidade, talento humano e inovação científica” do país

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, disse hoje que os iranianos vão proteger seus mísseis e a capacidade nuclear do país, considerados por ele um “capital nacional”.

    Tecnologia nuclear e de mísseis foi listada por Khamenei como um ativo nacional ao lado da “identidade, espiritualidade, talento humano e inovação científica” do país. “[Os iranianos] protegerão os ativos com a mesma fidelidade com que protegem as fronteiras terrestres, aéreas e marítimas do Irã”, disse.

    Ele chamou o bloqueio naval dos Estados Unidos em Hormuz de ilegal e se referiu ao país comandado por Donald Trump como “o Grande Satã”. A mensagem foi divulgada em alusão ao dia Nacional do Golfo Pérsico.

    “Pela vontade divina, o futuro do Golfo Pérsico será brilhante -um futuro livre da América, dedicado ao progresso, à paz e à prosperidade para suas nações”, disse Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã.

    Líder supremo também disse que países estrangeiros “se intrometem de forma gananciosa” no Golfo e no Mar de Omã. “Eles não têm lugar legítimo aqui, exceto nas profundezas de suas águas”, afirmou.

    Khamenei não é visto pessoalmente desde o ataque que matou seu pai no começo da guerra e, segundo fontes internacionais, está debilitado e com o rosto desfigurado. Hoje, mais uma vez, o pronunciamento dele foi feito em um comunicado escrito, divulgado pelas agências de notícias estatais.

    Donald Trump mencionou mais de uma vez a força nuclear do Irã e tem condicionado um cessar-fogo permanente ao abandono das armas por parte do país. Em um comício no Arizona em 17 de abril, o presidente afirmou que o acordo com o Irã envolveria todo o controle nuclear iraniano.

    Ontem, ao fazer novas ameaças, o presidente disse que o Irã “não sabe como assinar um acordo não nuclear”. Ele falou sobre o assunto ao publicar uma foto de IA que mostra ele mesmo armado diante de explosões, com a legenda “chega de ser bonzinho”.

    Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

  • Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

    Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

    Deputado federal tem apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro; neta de Brizola recebeu apoio de Lula e PT. Vice-governador tenta emplacar sucessão a Eduardo Leite (PSD), que não vai concorrer a nada neste ano

    PORTO ALEGRE, RS (CBS NEWS) – A pesquisa Genial/Quaest para as eleições de outubro divulgada nesta quinta-feira (30) aponta para um empate técnico entre Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) no primeiro turno da disputa pelo Governo do Rio Grande do Sul, com vantagem da pedetista na segunda rodada.

    A neta de Leonel Brizola marca 24% das intenções de voto na primeira etapa de votação, contra 21% do deputado federal. Na sequência, aparecem Gabriel Souza (MDB), com 6%, e Marcelo Maranata (PSDB), com 2%, e Rejane Oliveira (PSTU), com 1%.

    Votos brancos ou nulos somam 12%, e 34% dos entrevistados se declararam indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

    A pesquisa ouviu 1.104 eleitores do Rio Grande do Sul por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais de 24 a 28 de abril.

    SEGUNDO TURNO

    Em simulação de segundo turno entre Brizola e Zucco, a candidata do grupo do presidente Lula (PT) no estado aparece à frente, com 35%, ante 27% do nome apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    No confronto entre Zucco e Gabriel Souza, o deputado marca 28%, contra 20% do candidato apoiado por Eduardo Leite (PSD).

    Já em uma disputa entre Brizola e Gabriel, a pedetista supera o vice-governador por 35% a 17%.

    AVALIAÇÃO DO GOVERNO LEITE

    A pesquisa também mediu a avaliação do governo de Eduardo Leite (PSD). Entre os entrevistados, 24% consideraram o governo negativo, 39% o avaliaram como regular e 34% como positivo.

    SENADO

    Na disputa pelas duas vagas ao Senado, Manuela D’Ávila (PSOL) aparece com 14%. Germano Rigotto (MDB) tem 12%, e Paulo Pimenta (PT) e Marcel Van Hattem (Novo) registram ambos com 9% cada um. Frederico Antunes (PSD) marca 2%, e Cláudio Diaz (PSDB), 1%.

    Brancos e nulos somam 18%, enquanto 28% permanecem indecisos.

    Os atuais senadores do Rio Grande do Sul são Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), que não concorrem à reeleição. A chapa do PSDB ainda não decidiu o segundo nome que lançará para o Senado.

    O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e registrado na Justiça Eleitoral sob o número RS-03000/2026.

    MUDANÇAS EM OITO MESES

    Esta é a primeira pesquisa Genial/Quaest realizada desde que Edegar Pretto (PT) abriu mão da candidatura ao governo do Estado, por pressão da direção nacional do partido, e passou a integrar como vice a chapa de Juliana Brizola.

    O levantamento anterior, divulgado em agosto de 2025, apontava Juliana Brizola com 21%, Zucco com 20%, Pretto com 11% e Gabriel com 5%.

    Desde então, Zucco oficializou uma aliança à direita e garantiu o apoio do PP, maior partido do Rio Grande do Sul, que indicou como vice a deputada estadual Silvana Covatti.

    Já Gabriel tem como vice o deputado federal Ernani Polo, que deixou o PP em discordância com o apoio da sigla a Zucco e se filiou ao PSD, partido do governador Eduardo Leite.

    Maranata ainda não constava na pesquisa. Ele disputaria a eleição ao lado da produtora rural Betty Cirne Lima, coordenadora da feira agrícola Expointer, mas ela abriu mão da pré-candidatura a vice-governadora para se dedicar à organização do evento, que ocorre em setembro.

    Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

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  • Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

    Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

    Ator resolveu se afastar dos holofotes após repercussão de boatos. Ambos namoraram por cerca de um ano, entre 2023 e 2024

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Longe dos holofotes para preservar sua vida íntima, o ator Barry Keoghan, 33, enfim se pronunciou a respeito dos boatos de que ele teria traído a cantora Sabrina Carpenter, 26.

    Os dois namoraram entre 2023 e 2024. Na época do término, ele recebeu ataques de ódio por uma suposta infidelidade e se calou.

    Foi nesse contexto que o artista se pronunciou sobre o caso em entrevista ao podcast Friends Keep Secrets. “Havia uma narrativa circulando que nunca foi realmente discutida, uma narrativa que não é verdadeira, e eu nunca a confirmei nem disse nada a respeito. E simplesmente desapareci”, começou ele.

    “Não estou pedindo para as pessoas se tornarem minhas fãs ou gostarem de mim, mas estou para que parem de fazer suposições, de se apegar a essa narrativa absolutamente repugnante e vil.”

    Diante disso, Keoghan diz que jamais terá um relacionamento público novamente. “Eu nunca vou trazer ninguém para dentro disso, mas infelizmente, ter uma relação nos olhos do público, nossas próprias histórias, quando você coloca para fora, tudo é amplificado”, disse.

    Na ocasião do rompimento, uma influenciadora chegou a reunir supostas evidências para tentar comprovar a infidelidade do ator.

    “Se você ver a história, uma garota fez um vídeo e pediu desculpas por inventar isso, mas ninguém viu esse vídeo [do arrependimento dela]”, comentou.

    Conforme relato, um dos motivos de nunca ter levado a história adiante teria sido para proteger a influenciadora, por ele ter noção do quão ruim é ter seu nome envolvido em polêmicas. Sabrina Carpenter não comentou o episódio quando procurada pela imprensa internacional.

    Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

  • Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans

    Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “2DIE4: 24 Horas no Limite” estreia nesta quinta-feira (30) no circuito como o primeiro filme brasileiro produzido no formato Imax. Com 60 minutos, o média-metragem entra na pista da legendária corrida 24 Horas de Le Mans para acompanhar o piloto brasileiro Felipe Nasr.

    Dirigido pela dupla de irmãos André e Salomão Abdala, o filme literalmente entrou no Porsche de Nasr durante a edição de 2025. “A corrida acontece em 24 horas. Então, você tem basicamente dois dias para gravar um filme”, afirmam os irmãos, que lideravam uma equipe de oito pessoas.

    “A gente queria contar a história de um artista obcecado”, conta o mais novo dos irmãos, André, 27. “Como o cara do ‘Whiplash’, por exemplo. Eu não entendo nada de jazz, nada de bateria, mas eu entendo que aquele cara não vai parar até conseguir.”

    A comparação serve para definir o foco de “2DIE4”. “O filme não explica o automobilismo. A gente não gasta tempo dando explicação”, afirma Salomão, 29. Em vez de didatizar o esporte, o filme acompanha a ação. “É sobre o Felipe, que quer ganhar mais que tudo”, completa.

    Nasr entrou no projeto após um encontro em São Paulo. Os diretores relatam a frase que definiu o filme: “Ele disse, naquela noite: ‘O sonho da minha vida é vencer Le Mans. Eu venço isso ou morro tentando.’ Pronto, A gente tinha nosso personagem obcecado”.

    Foi daí também que saiu o título “to die for” (ou algo pelo qual se morreria, em português) que brinca com as palavras ao substituí-las por números. Chega-se assim ao ‘2 die 4’ do título -números esses que também estão no nome da tradicional corrida francesa.

    André e Salomão, ou os Abdala Brothers, vieram da publicidade, principalmente automotiva, onde produziram conteúdo para Porsche, BMW e Red Bull, entre outros. Estão se arriscando pela primeira vez em um filme comercial.

    “A gente estava há anos buscando alguma coisa que fosse de impacto”, diz Salomão, 29. Segundo eles, a trajetória na publicidade foi planejada como preparação. “Toda a nossa carreira foi desenvolvida com o objetivo de nos treinar para fazer o nosso primeiro filme”, conta André, 27.

    A escolha do tema também veio do contato com o automobilismo. “A gente nunca tinha visto um filme que mostrasse o lado individual do piloto”, afirmam. E detalham o recorte: “O que é ser um piloto. Não a equipe, não o chefe, não o mecânico, mas apenas um piloto.”

    Ao mesmo tempo, decidiram não seguir o modelo tradicional de documentário. “A gente não queria que isso fosse como um documentário, com entrevistas.” A ideia foi filmar uma corrida real e depois montar como cinema.

    O filme foi rodado com câmeras 8K e lentes do Sistema 65, em parceria com a Panavision, e finalizado no padrão Imax. Para chegar ao formato, a dupla apresentou o projeto diversas vezes à empresa. “Foram várias viagens, vários encontros, até o filme ser aprovado.”

    Antes do Brasil, o longa estreou nos Estados Unidos, na semana passada, e aparece com 7,6 no iMDB. Segundo os diretores, as sessões registraram alta ocupação mesmo sem campanha tradicional. “Absolutamente zero marketing. Só o poder da internet.”

    Eles concluem dizendo que o filme não depende de conhecimento prévio de automobilismo. “Se você entende de corrida, você vê mais coisa. Mas se não entende, você sabe que ele quer ganhar. É só isso que você precisa saber.”

    2DIE4: 24 HORAS NO LIMITE

    – Quando nesta quinta (30)
    – Onde Nos cinemas
    – Elenco Felipe Nasr
    – Direção André Abdala e Salomão Abdala

    Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans