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  • Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

    Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

    Tecnologia nuclear e de mísseis foi listada por Khamenei como um ativo nacional ao lado da “identidade, espiritualidade, talento humano e inovação científica” do país

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, disse hoje que os iranianos vão proteger seus mísseis e a capacidade nuclear do país, considerados por ele um “capital nacional”.

    Tecnologia nuclear e de mísseis foi listada por Khamenei como um ativo nacional ao lado da “identidade, espiritualidade, talento humano e inovação científica” do país. “[Os iranianos] protegerão os ativos com a mesma fidelidade com que protegem as fronteiras terrestres, aéreas e marítimas do Irã”, disse.

    Ele chamou o bloqueio naval dos Estados Unidos em Hormuz de ilegal e se referiu ao país comandado por Donald Trump como “o Grande Satã”. A mensagem foi divulgada em alusão ao dia Nacional do Golfo Pérsico.

    “Pela vontade divina, o futuro do Golfo Pérsico será brilhante -um futuro livre da América, dedicado ao progresso, à paz e à prosperidade para suas nações”, disse Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã.

    Líder supremo também disse que países estrangeiros “se intrometem de forma gananciosa” no Golfo e no Mar de Omã. “Eles não têm lugar legítimo aqui, exceto nas profundezas de suas águas”, afirmou.

    Khamenei não é visto pessoalmente desde o ataque que matou seu pai no começo da guerra e, segundo fontes internacionais, está debilitado e com o rosto desfigurado. Hoje, mais uma vez, o pronunciamento dele foi feito em um comunicado escrito, divulgado pelas agências de notícias estatais.

    Donald Trump mencionou mais de uma vez a força nuclear do Irã e tem condicionado um cessar-fogo permanente ao abandono das armas por parte do país. Em um comício no Arizona em 17 de abril, o presidente afirmou que o acordo com o Irã envolveria todo o controle nuclear iraniano.

    Ontem, ao fazer novas ameaças, o presidente disse que o Irã “não sabe como assinar um acordo não nuclear”. Ele falou sobre o assunto ao publicar uma foto de IA que mostra ele mesmo armado diante de explosões, com a legenda “chega de ser bonzinho”.

    Em novo comunicado, líder supremo diz que Irã protegerá sua força nuclear

  • Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

    Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

    Deputado federal tem apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro; neta de Brizola recebeu apoio de Lula e PT. Vice-governador tenta emplacar sucessão a Eduardo Leite (PSD), que não vai concorrer a nada neste ano

    PORTO ALEGRE, RS (CBS NEWS) – A pesquisa Genial/Quaest para as eleições de outubro divulgada nesta quinta-feira (30) aponta para um empate técnico entre Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) no primeiro turno da disputa pelo Governo do Rio Grande do Sul, com vantagem da pedetista na segunda rodada.

    A neta de Leonel Brizola marca 24% das intenções de voto na primeira etapa de votação, contra 21% do deputado federal. Na sequência, aparecem Gabriel Souza (MDB), com 6%, e Marcelo Maranata (PSDB), com 2%, e Rejane Oliveira (PSTU), com 1%.

    Votos brancos ou nulos somam 12%, e 34% dos entrevistados se declararam indecisos. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

    A pesquisa ouviu 1.104 eleitores do Rio Grande do Sul por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais de 24 a 28 de abril.

    SEGUNDO TURNO

    Em simulação de segundo turno entre Brizola e Zucco, a candidata do grupo do presidente Lula (PT) no estado aparece à frente, com 35%, ante 27% do nome apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    No confronto entre Zucco e Gabriel Souza, o deputado marca 28%, contra 20% do candidato apoiado por Eduardo Leite (PSD).

    Já em uma disputa entre Brizola e Gabriel, a pedetista supera o vice-governador por 35% a 17%.

    AVALIAÇÃO DO GOVERNO LEITE

    A pesquisa também mediu a avaliação do governo de Eduardo Leite (PSD). Entre os entrevistados, 24% consideraram o governo negativo, 39% o avaliaram como regular e 34% como positivo.

    SENADO

    Na disputa pelas duas vagas ao Senado, Manuela D’Ávila (PSOL) aparece com 14%. Germano Rigotto (MDB) tem 12%, e Paulo Pimenta (PT) e Marcel Van Hattem (Novo) registram ambos com 9% cada um. Frederico Antunes (PSD) marca 2%, e Cláudio Diaz (PSDB), 1%.

    Brancos e nulos somam 18%, enquanto 28% permanecem indecisos.

    Os atuais senadores do Rio Grande do Sul são Luis Carlos Heinze (PP) e Paulo Paim (PT), que não concorrem à reeleição. A chapa do PSDB ainda não decidiu o segundo nome que lançará para o Senado.

    O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e registrado na Justiça Eleitoral sob o número RS-03000/2026.

    MUDANÇAS EM OITO MESES

    Esta é a primeira pesquisa Genial/Quaest realizada desde que Edegar Pretto (PT) abriu mão da candidatura ao governo do Estado, por pressão da direção nacional do partido, e passou a integrar como vice a chapa de Juliana Brizola.

    O levantamento anterior, divulgado em agosto de 2025, apontava Juliana Brizola com 21%, Zucco com 20%, Pretto com 11% e Gabriel com 5%.

    Desde então, Zucco oficializou uma aliança à direita e garantiu o apoio do PP, maior partido do Rio Grande do Sul, que indicou como vice a deputada estadual Silvana Covatti.

    Já Gabriel tem como vice o deputado federal Ernani Polo, que deixou o PP em discordância com o apoio da sigla a Zucco e se filiou ao PSD, partido do governador Eduardo Leite.

    Maranata ainda não constava na pesquisa. Ele disputaria a eleição ao lado da produtora rural Betty Cirne Lima, coordenadora da feira agrícola Expointer, mas ela abriu mão da pré-candidatura a vice-governadora para se dedicar à organização do evento, que ocorre em setembro.

    Juliana Brizola empata com Zucco no 1º turno no RS, mas ganha no 2º, aponta Genial/Quaest

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  • Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

    Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

    Ator resolveu se afastar dos holofotes após repercussão de boatos. Ambos namoraram por cerca de um ano, entre 2023 e 2024

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Longe dos holofotes para preservar sua vida íntima, o ator Barry Keoghan, 33, enfim se pronunciou a respeito dos boatos de que ele teria traído a cantora Sabrina Carpenter, 26.

    Os dois namoraram entre 2023 e 2024. Na época do término, ele recebeu ataques de ódio por uma suposta infidelidade e se calou.

    Foi nesse contexto que o artista se pronunciou sobre o caso em entrevista ao podcast Friends Keep Secrets. “Havia uma narrativa circulando que nunca foi realmente discutida, uma narrativa que não é verdadeira, e eu nunca a confirmei nem disse nada a respeito. E simplesmente desapareci”, começou ele.

    “Não estou pedindo para as pessoas se tornarem minhas fãs ou gostarem de mim, mas estou para que parem de fazer suposições, de se apegar a essa narrativa absolutamente repugnante e vil.”

    Diante disso, Keoghan diz que jamais terá um relacionamento público novamente. “Eu nunca vou trazer ninguém para dentro disso, mas infelizmente, ter uma relação nos olhos do público, nossas próprias histórias, quando você coloca para fora, tudo é amplificado”, disse.

    Na ocasião do rompimento, uma influenciadora chegou a reunir supostas evidências para tentar comprovar a infidelidade do ator.

    “Se você ver a história, uma garota fez um vídeo e pediu desculpas por inventar isso, mas ninguém viu esse vídeo [do arrependimento dela]”, comentou.

    Conforme relato, um dos motivos de nunca ter levado a história adiante teria sido para proteger a influenciadora, por ele ter noção do quão ruim é ter seu nome envolvido em polêmicas. Sabrina Carpenter não comentou o episódio quando procurada pela imprensa internacional.

    Barry Keoghan rebate rumores de traição a Sabrina Carpenter

  • Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans

    Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – “2DIE4: 24 Horas no Limite” estreia nesta quinta-feira (30) no circuito como o primeiro filme brasileiro produzido no formato Imax. Com 60 minutos, o média-metragem entra na pista da legendária corrida 24 Horas de Le Mans para acompanhar o piloto brasileiro Felipe Nasr.

    Dirigido pela dupla de irmãos André e Salomão Abdala, o filme literalmente entrou no Porsche de Nasr durante a edição de 2025. “A corrida acontece em 24 horas. Então, você tem basicamente dois dias para gravar um filme”, afirmam os irmãos, que lideravam uma equipe de oito pessoas.

    “A gente queria contar a história de um artista obcecado”, conta o mais novo dos irmãos, André, 27. “Como o cara do ‘Whiplash’, por exemplo. Eu não entendo nada de jazz, nada de bateria, mas eu entendo que aquele cara não vai parar até conseguir.”

    A comparação serve para definir o foco de “2DIE4”. “O filme não explica o automobilismo. A gente não gasta tempo dando explicação”, afirma Salomão, 29. Em vez de didatizar o esporte, o filme acompanha a ação. “É sobre o Felipe, que quer ganhar mais que tudo”, completa.

    Nasr entrou no projeto após um encontro em São Paulo. Os diretores relatam a frase que definiu o filme: “Ele disse, naquela noite: ‘O sonho da minha vida é vencer Le Mans. Eu venço isso ou morro tentando.’ Pronto, A gente tinha nosso personagem obcecado”.

    Foi daí também que saiu o título “to die for” (ou algo pelo qual se morreria, em português) que brinca com as palavras ao substituí-las por números. Chega-se assim ao ‘2 die 4’ do título -números esses que também estão no nome da tradicional corrida francesa.

    André e Salomão, ou os Abdala Brothers, vieram da publicidade, principalmente automotiva, onde produziram conteúdo para Porsche, BMW e Red Bull, entre outros. Estão se arriscando pela primeira vez em um filme comercial.

    “A gente estava há anos buscando alguma coisa que fosse de impacto”, diz Salomão, 29. Segundo eles, a trajetória na publicidade foi planejada como preparação. “Toda a nossa carreira foi desenvolvida com o objetivo de nos treinar para fazer o nosso primeiro filme”, conta André, 27.

    A escolha do tema também veio do contato com o automobilismo. “A gente nunca tinha visto um filme que mostrasse o lado individual do piloto”, afirmam. E detalham o recorte: “O que é ser um piloto. Não a equipe, não o chefe, não o mecânico, mas apenas um piloto.”

    Ao mesmo tempo, decidiram não seguir o modelo tradicional de documentário. “A gente não queria que isso fosse como um documentário, com entrevistas.” A ideia foi filmar uma corrida real e depois montar como cinema.

    O filme foi rodado com câmeras 8K e lentes do Sistema 65, em parceria com a Panavision, e finalizado no padrão Imax. Para chegar ao formato, a dupla apresentou o projeto diversas vezes à empresa. “Foram várias viagens, vários encontros, até o filme ser aprovado.”

    Antes do Brasil, o longa estreou nos Estados Unidos, na semana passada, e aparece com 7,6 no iMDB. Segundo os diretores, as sessões registraram alta ocupação mesmo sem campanha tradicional. “Absolutamente zero marketing. Só o poder da internet.”

    Eles concluem dizendo que o filme não depende de conhecimento prévio de automobilismo. “Se você entende de corrida, você vê mais coisa. Mas se não entende, você sabe que ele quer ganhar. É só isso que você precisa saber.”

    2DIE4: 24 HORAS NO LIMITE

    – Quando nesta quinta (30)
    – Onde Nos cinemas
    – Elenco Felipe Nasr
    – Direção André Abdala e Salomão Abdala

    Primeiro filme brasileiro feito em Imax segue piloto Felipe Nasr em Le Mans

  • Doente dos Cuidados Paliativos sai para cumprir sonho de ver neta dançar

    Doente dos Cuidados Paliativos sai para cumprir sonho de ver neta dançar

    Hospital espanhol preparou uma surpresa para Paula, para que pudesse ver a sua neta Claudia dançar, antes da jovem participar numa competição fora do país. Um momento especial para a família e para todos os profissionais de saúde

    Aos 82 anos, Paula, mulher internada nos Cuidados Paliativos do Hospital General Universitário Gregorio Marañón, na Espanha, realizou um dos seus mais antigos desejos: ver a sua neta dançar.

    Claudia é bailarina profissional de Pole Dance, e graças à ajuda dos profissionais de saúde deste hospital conseguiu protagonizar um espetáculo único para a sua avó, no terraço do edifício.

    Tudo aconteceu depois de os enfermeiros terem percebido que avó e neta têm uma relação muito próxima e que a idosa estaria se sentindo triste porque Claudia iria participar numa competição fora da Espanha e que não poderia estar presente para apoiá-la.

    Assim, o hospital organizou-se para tornar este momento possível, garantindo todas as condições a nível de segurança e de saúde para que a mulher pudesse sair do seu quarto para assistir a este espetáculo único.

    O encontro tornou-se um momento muito especial não só para Paula e para a sua família, mas também para os profissionais e outros doentes que puderam compartilhar a experiência. Médicos, enfermeiros e funcionários do centro uniram-se nesta iniciativa que, segundo os próprios, visa valorizar o papel do acompanhamento e da humanização nos cuidados de saúde.

    A Unidade de Cuidados Paliativos salienta que o seu trabalho não se limita a aliviar a dor e a controlar os sintomas físicos, mas inclui também o cuidado emocional e a preservação da identidade de cada paciente.

    “A doença pode tirar muitas coisas, mas não o que há de mais profundo na pessoa. Recuperar esses laços e aquilo que dá sentido à sua vida também faz parte do tratamento”, defende Celia Suárez, médica de cuidados paliativos do Marañón.

    Doente dos Cuidados Paliativos sai para cumprir sonho de ver neta dançar

  • Diretor de documentário sobre acusações contra Michael Jackson critica filme

    Diretor de documentário sobre acusações contra Michael Jackson critica filme

    Dan Reed falou de suposta pedofilia em ‘Deixando Neverland’. Nova biografia do artista já bateu recordes de bilheteria

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O diretor britânico Dan Reed, responsável pelo documentário “Leaving Neverland”, criticou duramente a cinebiografia “Michael” e afirmou que o longa funciona como uma “versão higienizada” da história de Michael Jackson, ao omitir completamente as acusações de abuso sexual infantil feitas contra o cantor.

    Em entrevista para a Variety, Reed disse que o filme produzido “vira a verdade de cabeça para baixo” ao retratar Jackson como uma figura excêntrica e infantilizada, sem enfrentar as denúncias relatadas em “Leaving Neverland” por Wade Robson e James Safechuck.

    “Estão dizendo que o motivo pelo qual Jackson gostava de crianças era porque ele era um anjo e só queria ser gentil com elas, não que ele quisesse ter relações sexuais com elas”, disse.

    No documentário lançado em 2019, Robson e Safechuck afirmam ter sido abusados sexualmente por Jackson quando tinham 7 e 10 anos, respectivamente, entre o fim dos anos 1980 e o início dos anos 1990. Para Reed, a cinebiografia evita deliberadamente esse debate ao encerrar a narrativa em 1988, cinco anos antes de as primeiras acusações públicas surgirem, no caso envolvendo Jordan Chandler.

    “O filme seria uma resposta a ‘Leaving Neverland’, e eles tentaram isso em um roteiro inicial, mas não deu certo. Então, criaram esse filme com músicas já conhecidas, mas não conseguiram desenvolver uma narrativa plausível que explique o carinho de Jackson por crianças”, afirmou.

    Reed disse ainda que o êxito comercial de “Michael” demonstra a dificuldade de a cultura pop incorporar as acusações ao legado artístico do cantor.

    A cinebiografia estreou no último fim de semana e arrecadou cerca de US$ 217 milhões mundialmente, impulsionando também o aumento nas reproduções das músicas de Jackson em plataformas digitais.

    Reed também atribuiu a dificuldade de circulação de “Leaving Neverland” na América do Norte a acordos jurídicos entre a HBO e o espólio do cantor. Desde 2020, o documentário original foi retirado das plataformas da emissora nos Estados Unidos e no Canadá após disputa arbitral envolvendo cláusulas contratuais.

    Diretor de documentário sobre acusações contra Michael Jackson critica filme

  • Fifa dribla opressão do Talibã e autoriza seleção feminina do Afeganistão

    Fifa dribla opressão do Talibã e autoriza seleção feminina do Afeganistão

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Fifa aprovou, na noite da última terça-feira (28), uma reforma no Regulamento de Governança que permite jogadoras afegãs representem o Afeganistão em competições oficiais internacionais. A medida dribla a proibição da federação local – nesta quarta-feira (29) sob o controle do governo fundamentalista Talibã.

    A nova determinação, costurada em coordenação com a Confederação Asiática de Futebol (AFC), reconhece o grupo Afghan Women United (Mulheres Afegãs Unidas, em tradução livre) como apto a representar a nação de origem. A equipe é formada por atletas que vivem atualmente na diáspora, em condição de exílio.

    A alteração permite que a Fifa registre seleções nacionais em “circunstâncias excepcionais”, mesmo quando a federação local do país não puder ou não quiser fazê-lo. O objetivo visa proteger atletas de situações políticas fora de seu controle, “garantindo os princípios de universalidade e não discriminação”.

    Entre as atletas e especialistas em direitos humanos, entende-se que houve morosidade da Fifa em apresentar uma resolução para o caso. A entidade, por sua vez, entende que a questão exigia um esforço em diferentes frentes e que não tinha uma solução simples a ser apresentada.

    Para Khalida Popal, ex-capitã e ativista que lidera a luta pelo reconhecimento da equipe, o anúncio em Vancouver, no Canadá, foi um marco.

    Embora a mudança tenha efeito imediato, haverá um período de transição administrativa de até dois anos. O time já tem um acampamento de treinamento agendado para junho de 2026, na Nova Zelândia, onde enfrentará as Ilhas Cook.

    Desde agosto de 2021, quando voltou ao poder, o Talibã impôs uma proibição total à prática de esportes por mulheres e meninas, incluindo o futebol. À época, a restrição provocou uma série de protestos em Cabul e outras cidades do país.

    Fifa dribla opressão do Talibã e autoriza seleção feminina do Afeganistão

  • Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta quinta-feira

    Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta quinta-feira

    Cerca de 415 mil contribuintes receberão R$ 592 milhões. Desse total, R$ 256,8 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso

    Cerca de 415 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão.

    Nesta quinta-feira (30), a Receita Federal paga o lote da malha fina de abril, que também contempla restituições residuais de anos anteriores.

    Ao todo, 415.277 contribuintes receberão R$ 592,2 milhões. Desse total, R$ 256,8 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.

    As restituições estão distribuídas da seguinte forma:

    • 334.614 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
    • 32.231 contribuintes sem prioridade;
    • 28.572 contribuintes de 60 a 79 anos;
    • 10.521 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
    • 4.731 contribuintes acima de 80 anos;
    • 4.608 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.

    A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet desde o último dia 23. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

    Pagamento

    O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

    Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.

    Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

    Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu Declarações e Demonstrativos, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no campo Solicitar Restituição Não Resgatada na Rede Bancária.

    Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta quinta-feira

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  • Prime Video inicia filmagens de 'Tremembé 2' com Ícaro Silva e João Vicente

    Prime Video inicia filmagens de 'Tremembé 2' com Ícaro Silva e João Vicente

    Marina Ruy Barbosa retorna como Suzane von Richthofen em busca de aceitação social. Primeira temporada foi a estreia de maior sucesso entre séries brasileiras do Prime Video

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Prime Video iniciou as filmagens de “Tremembé 2”, trama que aborda a vida de criminosos rotulados como “celebridades” na penitenciária paulista. Ainda não há data para estreia.

    Gravada em São Paulo, a série terá nomes novos no elenco. Dentre eles Giovanna Antonelli, como a estelionatária Dominique Scharf; João Vicente de Castro na pele de Thiago Brennand, e Ícaro Silva como o ex-jogador Robinho, ambos condenados por estupro.

    A nova leva de episódios girará em torno da chegada de Dominique Scharf à detenção e de Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que tentará descobrir se será aceita pela sociedade na vida fora da prisão.

    Elize Matsunaga (Carol Garcia) também buscará recomeçar no regime aberto enquanto se arrisca em uma nova profissão.

    “‘Tremembé’ se tornou um fenômeno cultural, retratando histórias reais por meio de um trabalho de excelência exercido desde o roteiro até a pós-produção. É a série Original Prime brasileira com a melhor estreia da história do Prime Video no país, e a segunda temporada traz ainda mais histórias para o público que demonstrou um forte apetite por esta série”, diz Julia Priolli, Head of Creative para o Amazon MGM Studios no Brasil.

    Uma baixa é a atriz Letícia Rodrigues, que não retornará como Sandrão na segunda temporada. A decisão foi tomada após a artista ser informada de que a personagem não faria mais parte do núcleo principal da trama. Houve um convite para uma participação especial, que ela optou por recusar.

    Prime Video inicia filmagens de 'Tremembé 2' com Ícaro Silva e João Vicente

  • Derrubada de veto para aliviar pena de Bolsonaro pode beneficiar mais de 200 mil condenados

    Derrubada de veto para aliviar pena de Bolsonaro pode beneficiar mais de 200 mil condenados

    Políticos de direita e extrema-direita defendem o projeto de lei da dosimetria que poderá beneficiar mais de 200 mil condenados por diversos crimes

    RAPHAEL DI CUNTO
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A derrubada do veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria, que reduz a pena do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros incriminados pela tentativa de golpe de Estado, beneficiará mais de 200 mil condenados por outros crimes.

    Atualmente, quem está em regime de prisão domiciliar não pode diminuir sua pena por estudo ou trabalho, exceto em casos específicos, com autorização do juiz. O projeto amplia essa possibilidade de remição para todos que cumprem pena em casa.

    Cerca de 235 mil pessoas cumpriam pena em regime domiciliar em 30 de junho de 2025, dado mais recente disponível na Secretaria Nacional de Políticas Penais do Ministério da Justiça. O número de presos nessa modalidade tem crescido em velocidade acelerada, principalmente por causa da pandemia, e aumentou 3.812% em nove anos.

    Cada obra lida corresponde à remição de quatro dias de pena e exige comprovação com a apresentação de um relatório, que é avaliado por uma comissão. Os participantes do programa podem apresentar a resenha de até 12 livros por ano.

    Ou seja, é possível reduzir a pena em até 48 dias no período de 12 meses. Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista.

    No caso de trabalho, é possível abater um dia de pena a cada três dias em serviço.

    O dispositivo para autorizar os presos em regime domiciliar possam abater da pena os esforços com estudo e trabalho foi incluído pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator do projeto na Câmara.

    A mudança legislativa fazia parte de um acordo que envolvia Bolsonaro cumprir pena em casa por sua condição de saúde e idade. O ex-presidente, porém, tentou romper a tornozeleira eletrônica, foi enviado para o regime fechado em novembro e só voltou para casa em março por causa do agravamento dos problemas de saúde.

    A alteração é criticada por especialistas. Felippe Angeli, diretor da plataforma Justa, afirma que a redução da pena por trabalho ou estudo no regime domiciliar já é autorizada por alguns tribunais, embora não esteja prevista na legislação. Caso vire lei, o uso será ampliado, o que abre um potencial de fraudes.

    “Hoje tudo é organizado a partir da custódia pelo Estado. O preso sai do estabelecimento e retorna [após o trabalho/estudo] ou no regime fechado tem acesso a possibilidade trabalho e educação dentro do estabelecimento. Então, isso já fica registrado para fins da própria remição. No caso domiciliar, não se tem essa informação, vai precisar de uma prova muito robusta”, diz.

    Angeli destaca que a mudança exigirá uma regulamentação para evitar fraudes, considerando que o regime domiciliar dificulta a fiscalização pelo Estado sobre as vedações. “O problema é que por causa de uma pessoa [Bolsonaro], você está alterando todo um sistema que vai impactar centenas de milhares de pessoas sem saber como você vai fazer isso, sem um maior debate.”

    O advogado Pierpaolo Bottini, que foi membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, afirma que é a favor do abatimento da pena, mas que o modo como está sendo instituída é um problema. “O instituto sozinho não é ruim, no fundo é um instrumento de ressocialização. A questão é que ele não pode ser casuística e vir num projeto que busca beneficiar um determinado grupo de pessoas”, afirmou.

    Ele diz que o texto exigirá uma regulamentação e um debate mais amplo sobre como ser aplicado. “Eu sei que é mais difícil [do que no regime fechado ou semiaberto], mas não é impossível. Ele vai precisar de um trabalho que ele consiga comprovar que efetivamente trabalhou ou, no caso de um curso, assistir com a câmera aberta”, opina.

    Procurado pela Folha de S.Paulo, Paulinho da Força afirmou que sua assessoria jurídica elaborou o texto e garantiu que o projeto só beneficiaria o caso de Bolsonaro, para permitir a diminuição da pena por estudo na prisão domiciliar, e que não terá um efeito mais amplo sobre o sistema prisional.

    O projeto foi aprovado pela Câmara por 291 votos a 148 e por 48 a 25 no Senado, mas foi vetado integralmente pelo presidente Lula (PT). O veto será votado nesta quinta (30) em sessão do Congresso Nacional e a tendência é de que seja derrubado, o que faz com que entrem em vigor as mudanças legislativas aprovadas inicialmente pelo Legislativo.

    Bolsonaro solicitou em janeiro ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal) que pudesse abater a pena com leitura. Os relatórios do 19º Batalhão de Polícia Militar na Papuda, prédio conhecido como “Papudinha”, no entanto, mostram que ele não leu nenhum livro no período e, por isso, não teve nenhuma redução nos dias encarcerado.

    Derrubada de veto para aliviar pena de Bolsonaro pode beneficiar mais de 200 mil condenados

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