Blog

  • Trump insulta operário que o chamou "protetor de pedófilo"; veja

    Trump insulta operário que o chamou "protetor de pedófilo"; veja

    Gravado por celulares, Trump reagiu com xingamentos e mostrou o dedo do meio a um funcionário que o teria insultado. A Casa Branca saiu em defesa do presidente, enquanto a montadora decidiu suspender o trabalhador envolvido.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou um momento de tensão durante uma visita a uma fábrica da Ford Motor Company no estado de Michigan, na terça-feira. Gravado por celulares, Trump reagiu com xingamentos e mostrou o dedo do meio a um funcionário que o teria insultado. A Casa Branca saiu em defesa do presidente, enquanto a montadora decidiu suspender o trabalhador envolvido.

    As imagens, divulgadas inicialmente pelo TMZ, mostram Trump caminhando pelas instalações industriais quando interrompe a visita para responder ao funcionário, a quem dirige um gesto obsceno e uma ofensa verbal. De acordo com o site, o trabalhador teria chamado o presidente de “protetor de um pedófilo”, em referência ao caso de Jeffrey Epstein, empresário condenado por crimes sexuais e conhecido por manter relações com figuras influentes.

    A Casa Branca classificou a reação do presidente como adequada. Em declaração à CBS News, o diretor de Comunicação do governo, Steven Cheung, afirmou que “um lunático estava a gritar palavrões de forma descontrolada” e que Trump respondeu de maneira “adequada e inequívoca”.

    Após a repercussão do episódio, a Ford confirmou a suspensão do funcionário, identificado como membro do sindicato United Auto Workers. Em nota, o porta-voz da empresa, David Tovar, afirmou que a companhia não tolera comportamentos considerados inadequados dentro de suas instalações. “Um dos nossos valores fundamentais é o respeito. Quando isso é violado, temos procedimentos internos para lidar com a situação”, declarou, sem entrar em detalhes sobre o caso específico.

    A visita de Trump ao Michigan incluiu um discurso no Detroit Economic Club e uma passagem pela fábrica da Ford, localizada em Dearborn. Mais tarde, o presidente participou de um evento no Sound Board Theater, no complexo do MotorCity Casino, onde exaltou indicadores econômicos, celebrou a vitória no estado nas eleições de 2024 e voltou a defender a política de tarifas adotada por sua administração, dizendo que a palavra “tarifa” está entre as suas preferidas.

     

    Trump insulta operário que o chamou "protetor de pedófilo"; veja

  • Michelle testa popularidade de Tarcísio nas redes, retoma viagens e sinaliza ressentimento com Flávio

    Michelle testa popularidade de Tarcísio nas redes, retoma viagens e sinaliza ressentimento com Flávio

    A publicação feita nesta terça-feira (13) também é vista por aliados como uma forma de testar a popularidade de Tarcísio dentro do campo bolsonarista. Segundo uma pessoa próxima à ex-primeira-dama, as redes sociais de Michelle e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) tornaram-se dois dos principais termômetros do bolsonarismo

    (CBS NEWS) — Aliados da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) interpretaram um vídeo publicado por ela nas redes sociais com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, como um recado indireto ao enteado mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A leitura é de que Michelle teria ficado contrariada com o anúncio da pré-candidatura de Flávio à Presidência da República.

    A publicação feita nesta terça-feira (13) também é vista por aliados como uma forma de testar a popularidade de Tarcísio dentro do campo bolsonarista. Segundo uma pessoa próxima à ex-primeira-dama, as redes sociais de Michelle e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) tornaram-se dois dos principais termômetros do bolsonarismo. De acordo com esse interlocutor, o nível de engajamento nas postagens ajuda a medir o humor do eleitorado.

    Michelle teria se incomodado por ter sido surpreendida com o lançamento da pré-candidatura de Flávio. Na véspera do anúncio, em dezembro, ela visitou Jair Bolsonaro (PL), mas, segundo aliados, os dois não trataram de política durante os cerca de 30 minutos em que estiveram juntos. Flávio, por sua vez, não teria procurado a madrasta para avisá-la de que havia sido escolhido pelo pai.

    No vídeo compartilhado por Michelle, Tarcísio critica a política econômica do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Quando você tem mais inflação, o juro sobe ou o juro baixa? É isso que está acontecendo, o país está gastando demais”, diz o governador no trecho selecionado.

    Para correligionários da ex-primeira-dama, a publicação também sinaliza que ela ainda não estaria totalmente convencida de que Flávio seja o nome mais competitivo do bolsonarismo para enfrentar Lula em uma eventual disputa presidencial.

    No fim do ano passado, Michelle se desentendeu publicamente com os enteados em razão de uma articulação do PL com Ciro Gomes (PSDB) para o governo do Ceará. Após o episódio, Jair Bolsonaro pediu que a família se reconciliasse e demonstrasse unidade. Michelle pediu desculpas a Flávio e recebeu um pedido de desculpas do senador. Quando o clima parecia mais ameno, Flávio anunciou que havia recebido o aval do pai para disputar a Presidência.

    Antes do anúncio público, Flávio viajou de Brasília a São Paulo para comunicar pessoalmente a decisão a Tarcísio de Freitas, mas não entrou em contato com Michelle, nem mesmo por telefone. Em entrevista à Folha, em 8 de dezembro, o senador reconheceu que a madrasta pode ter ficado surpresa.

    “Acredito que possa ter ficado surpreendida porque eu não sei se o presidente Bolsonaro conversava diretamente com ela sobre isso. Comigo ele conversava. Pode ser que ela tenha ficado surpresa no momento, mas com toda certeza ela imaginava que esse era um cenário bem possível”, afirmou Flávio.

    Pessoas próximas à ex-primeira-dama relatam que o encontro dela com Jair Bolsonaro em 4 de dezembro, um dia antes do anúncio, foi particularmente sensível porque a filha do casal, Laura, estava presente.

    Quatro dias após a confirmação da pré-candidatura de Flávio, Michelle anunciou uma pausa na agenda política. Ela desmarcou um encontro nacional que ocorreria no Rio de Janeiro em 13 de dezembro e se afastou temporariamente da presidência do PL Mulher, alegando questões de saúde.

    Aliados afirmam que Michelle queria passar mais tempo com a filha, que havia acabado de entrar em férias, e que também teria dificuldade em disfarçar o descontentamento por ter sido, na avaliação deles, atropelada politicamente.

    A ex-primeira-dama deve retomar a agenda de viagens pelo país em 6 de fevereiro, começando por Palmas (TO). O presidente do diretório do PL no Tocantins, senador Eduardo Gomes, pré-candidato à reeleição, diz que a expectativa para o evento é alta.

    “Michelle é uma figura pública amplamente reconhecida em todo o país, que vem cumprindo essa agenda partidária de maneira muito significativa e trazendo para as fileiras do PL lideranças femininas muito importantes para o Brasil”, afirmou o senador.
     
     

     

    Michelle testa popularidade de Tarcísio nas redes, retoma viagens e sinaliza ressentimento com Flávio

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

    Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

    Ator nasceu em Salvador, mas cresceu no sertão da Bahia, em uma cidade destruída pela construção da hidrelétrica de Itaparica. A infância em Rodelas marcou a formação pessoal e artística do primeiro brasileiro a vencer um Globo de Ouro.

    O caminho que levou Wagner Moura ao reconhecimento internacional começou longe dos grandes centros culturais do país. Embora tenha nascido em Salvador, foi no sertão da Bahia que o ator passou parte decisiva da infância e construiu referências que, anos depois, ajudariam a moldar sua trajetória artística.

    Ainda criança, Wagner se mudou com a família para Rodelas, município localizado às margens do Rio São Francisco. Ele viveu na cidade até os 11 anos de idade, período marcado por uma transformação radical: Rodelas foi completamente destruída nos anos 1980 para dar lugar ao reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaparica.

    A obra, iniciada durante a ditadura militar, tinha como objetivo ampliar a geração de energia no Nordeste, mas provocou o deslocamento forçado de milhares de moradores. Em 1986, trabalhadores rurais chegaram a ocupar a barragem em protesto contra a desocupação da cidade. Pouco depois, a antiga Rodelas foi inundada, dando origem ao Lago de Itaparica.

    Wagner se mudou ainda criança para Rodelas, onde morou com a família até os 11 anos de idade. A permanência na cidade foi interrompida de forma abrupta nos anos 1980, quando o município foi destruído para a construção da Usina Hidrelétrica de Itaparica, no Rio São Francisco. A obra provocou o deslocamento forçado de toda a população local e deu origem ao Lago de Itaparica.

    À época, o então menino Wagner chegou a falar com um repórter sobre a mudança. Em uma entrevista resgatada recentemente nas redes sociais, ele comentou, com naturalidade infantil, o impacto da decisão. “Não estava com vontade de mudar, não, mas agora já mudei”, disse. Em seguida, confessou o estranhamento com a nova realidade: “Lá, é tudo estranho para a gente”.

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Um post compartilhado por Fred Alencar | Popsi (@freddiepopsi)

    Décadas depois, o contraste entre a projeção internacional do ator e a realidade social de Rodelas voltou a chamar atenção. Mais de 90% da população do município está cadastrada no CadÚnico em situação de pobreza ou extrema pobreza. O PIB per capita gira em torno de R$ 15 mil, e a cidade enfrenta desafios estruturais, como baixo índice de saneamento básico, número limitado de escolas e ausência de hospital de referência.

    Apesar das dificuldades, Rodelas mantém forte identidade cultural, com vínculos históricos com comunidades indígenas e territórios tradicionais do sertão baiano. É nesse cenário que se inscreve a infância de Wagner Moura, marcada pela convivência com o interior nordestino e pelas consequências sociais de grandes obras de infraestrutura no país.

    Na adolescência, o ator retornou a Salvador, onde iniciou os estudos em teatro e passou a se apresentar em espetáculos locais. Mais tarde, cursou jornalismo na Universidade Federal da Bahia, etapa decisiva para a consolidação de sua formação artística e política.

    Em entrevista ao programa Papo de Segunda, em 2021, Wagner Moura resumiu a importância dessas experiências para a própria identidade. Disse ser resultado direto dos lugares onde viveu, do sertão da Bahia e da capital, das vivências culturais e humanas que o cercaram desde cedo.

    “Sou resultado do lugar de onde vim, da minha infância, do contexto cultural onde fui forjado, tanto do sertão da Bahia quanto de Salvador”, afirmou o ator. “Do que vi, do que vivi, do que vi de produção cultural, de produção artística em Salvador, de estar ali naquela cidade com aquelas pessoas.”

     

    Cidade marcada pela extrema pobreza: onde Wagner Moura passou a infância

  • Quem é Erfan Soltani, jovem que pode ser enforcado no Irã nesta quarta

    Quem é Erfan Soltani, jovem que pode ser enforcado no Irã nesta quarta

    Aos 26 anos, trabalhador do setor têxtil foi preso durante manifestações contra o regime, não teve acesso a advogado nem julgamento formal e pode se tornar o primeiro manifestante executado nesta nova onda de repressão no país.

    Erfan Soltani tem 26 anos, trabalha no setor têxtil e pode se tornar o primeiro manifestante executado pelo regime iraniano desde o início da nova onda de protestos no país. Organizações internacionais de direitos humanos afirmam que ele corre risco iminente de ser enforcado já nesta quarta-feira, após ter sido detido durante manifestações contra o governo.

    Erfan foi preso na noite de 8 de janeiro, nas proximidades de sua casa, no distrito de Fardis, na cidade de Karaj, região metropolitana de Teerã. Durante três dias, a família não recebeu qualquer informação sobre seu paradeiro. O contato só ocorreu no domingo seguinte, quando agentes de segurança confirmaram que o jovem estava sob custódia e já havia sido condenado à morte.

    Segundo relatos reunidos por entidades independentes, Erfan não teve acesso a advogado, não foi formalmente acusado e não passou por julgamento. A condenação teria sido baseada na acusação de “moharebeh”, termo usado pelo regime para classificar opositores como “inimigos de Deus”, crime que pode levar à pena capital no Irã.

    A família foi autorizada a um único encontro com o jovem, com duração de cerca de dez minutos. De acordo com fontes próximas, os agentes deixaram claro que se tratava de uma despedida final antes da execução da sentença. Parentes também teriam sido ameaçados para que não falassem com a imprensa nem denunciassem o caso publicamente.

    Erfan Soltani trabalhava na indústria do vestuário e havia começado recentemente em uma empresa privada. Pessoas próximas relatam que ele tinha interesse por moda, praticava musculação e levava uma vida discreta. Seu perfil em redes sociais, ainda ativo, mostra um jovem comum, distante de qualquer histórico de militância armada ou envolvimento violento.

    Organizações de direitos humanos alertam que o caso pode abrir caminho para uma escalada de execuções relacionadas aos protestos que tomam o país desde o fim de dezembro, motivados inicialmente pela inflação elevada e pelo colapso da moeda iraniana, o rial, e que rapidamente se transformaram em manifestações contra o regime.

    Segundo essas entidades, o Irã vive um cenário de repressão comparável ao dos anos 1980, período marcado por execuções em massa de opositores políticos. O temor é de que Erfan seja apenas o primeiro de muitos manifestantes a enfrentar punições extremas sem o devido processo legal.

    Grupos internacionais pedem pressão diplomática imediata e afirmam que a comunidade internacional tem a responsabilidade de agir para impedir execuções sumárias e proteger civis que protestam contra o governo iraniano.

    Quem é Erfan Soltani, jovem que pode ser enforcado no Irã nesta quarta

  • Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

    Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

    Virginia comenta os rumores de casamento, fala sobre o relacionamento recente, explica a boa relação com o ex-marido por causa dos filhos e esclarece se pensa em ampliar a família neste momento

    Virginia Fonseca fez questão de negar rumores sobre um possível casamento em 2026 e falou abertamente sobre o momento atual da vida pessoal. A declaração foi dada durante entrevista ao vivo, nesta terça-feira (13), no programa Jornal dos Famosos, da LeoDias TV.

    Questionada sobre a possibilidade de subir ao altar, a influenciadora reagiu de forma direta. “Gente, pelo amor de Deus. Casamento? Acabei de começar um relacionamento, não tem nem três meses”, afirmou. Em seguida, reforçou que não há qualquer conversa sobre o assunto no momento. “Não tem casamento, não tem conversa de casamento”, completou.

    Apesar de descartar planos futuros mais sérios, Virginia admitiu estar vivendo uma fase positiva no relacionamento com o jogador Vinícius Júnior. “Tô apaixonadíssima. Tô feliz”, disse. Ao comentar sobre o sentimento, destacou: “É sempre muito bom. Eu tô muito feliz com o Vini, estou me sentindo amada, tá sendo muito incrível”.

    Durante a entrevista, Virginia também comentou a relação com o ex-marido, Zé Felipe, após ele agradecê-la publicamente por ter emprestado um jato particular para que conseguisse realizar um show. Na ocasião, o cantor se referiu a ela pelo apelido “Vivíbora”, o que gerou curiosidade entre os apresentadores.

    Sobre o termo, a influenciadora minimizou qualquer polêmica. “Vivíbora é um apelido que todo mundo me chama. O Lucas Guedez começou e agora todo mundo fala”, explicou. Segundo ela, a relação com o ex segue respeitosa por causa dos filhos. “Eu tenho um respeito muito grande pelo Zé e ele também por mim. A gente tem uma relação muito boa por causa dos nossos filhos, temos três filhos”, afirmou.

    Questionada se considera o apelido carinhoso, Virginia desconversou, aos risos. “Se é carinhoso ou não, eu não sei, mas eu levei numa boa, não me incomodei”, declarou.

    Casamento à vista? Virginia Fonseca quebra o silêncio sobre a vida a dois

  • Jude Bellingham explode após saída de Xabi Alonso: “Palhaços”

    Jude Bellingham explode após saída de Xabi Alonso: “Palhaços”

    Jude Bellingham reagiu publicamente nesta terça-feira a rumores de que teria ficado satisfeito com a demissão de Xabi Alonso do comando do Real Madrid. As especulações apontavam uma suposta relação difícil entre jogador e treinador, o que provocou forte indignação do meio-campista inglês.

    A resposta veio por meio de um comunicado publicado no aplicativo pessoal do atleta, o JB5. No texto, Bellingham criticou duramente as informações divulgadas e as classificou como falsas. Ele afirmou que vinha ignorando esse tipo de comentário, esperando que os fatos se esclarecessem naturalmente, mas decidiu se manifestar diante do que chamou de desinformação.

    O jogador também fez críticas diretas a fontes não identificadas e a conteúdos produzidos, segundo ele, apenas em busca de cliques e polêmica. Bellingham pediu cautela aos torcedores e seguidores, alertando para que não acreditem em tudo o que circula nas redes e na imprensa sensacionalista.

    A irritação do inglês ganhou força depois que seu nome foi incluído na lista de atletas que não teriam se despedido publicamente de Xabi Alonso após a confirmação da saída do treinador, anunciada oficialmente na segunda-feira. O silêncio inicial foi interpretado por parte da imprensa como sinal de distanciamento entre os dois.

    Ainda na tarde de terça-feira, porém, Bellingham usou as redes sociais para publicar uma mensagem de agradecimento ao técnico espanhol. Em um story no Instagram, escreveu: “Obrigado, míster. Foi um prazer. Desejo-lhe tudo de melhor para o futuro”.

    Apesar da manifestação do camisa 5, nem todos os jogadores do elenco merengue se pronunciaram. Enquanto a maioria prestou homenagens a Xabi Alonso poucas horas após o anúncio da demissão, três atletas seguem sem declarações públicas: Trent Alexander-Arnold, Franco Mastantuono e Vinícius Júnior. No caso do brasileiro, já eram conhecidos desentendimentos com o agora ex-treinador.

    Xabi Alonso, por sua vez, acertou uma rescisão amigável com a diretoria presidida por Florentino Pérez. Apesar de ter contrato até junho de 2028, o clube deverá pagar apenas um ano de vínculo ao técnico, em razão de uma cláusula específica. O valor da indenização deve ficar entre 7 e 9 milhões de euros, descontados os salários recebidos nos sete meses à frente da equipe.

    Na manhã de terça-feira, o treinador espanhol se despediu oficialmente do clube pelas redes sociais. Xabi Alonso afirmou deixar o Real Madrid com a sensação de dever cumprido, embora reconheça que o projeto terminou antes do esperado. “Treinar o Real Madrid foi uma honra e uma grande responsabilidade. Agradeço ao clube, aos jogadores e aos torcedores pela confiança e apoio”, escreveu.

    O técnico encerrou a mensagem afirmando sair com respeito, gratidão e orgulho pelo trabalho realizado, ficando agora livre no mercado para negociar com outros clubes.
     
     

    Parte do elenco manteve silêncio nas redes sociais após a demissão do treinador, enquanto outros atletas publicaram mensagens de agradecimento. Sete jogadores ainda não se pronunciaram publicamente sobre a saída do espanhol do comando do clube

    Notícias ao Minuto | 08:10 – 13/01/2026

     

    Jude Bellingham explode após saída de Xabi Alonso: “Palhaços”

  • Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

    Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

    A atriz brasileira aparece entre os indicados após sua estreia em Hollywood no filme Alarum. A nomeação ao prêmio que satiriza as piores atuações do ano reacende discussões sobre as dificuldades de adaptação de artistas brasileiros ao mercado cinematográfico dos Estados Unidos.

    A estreia de Isis Valverde no cinema norte-americano ganhou repercussão internacional, mas não da forma esperada. A atriz brasileira foi incluída na lista de indicados ao Framboesa de Ouro 2026, prêmio satírico que destaca os piores desempenhos e produções do ano, após sua participação no filme de ação Alarum.

    Radicada nos Estados Unidos e em processo de transição de carreira, Isis concorre na categoria de pior atriz coadjuvante. A indicação chamou atenção por marcar seu primeiro grande projeto em Hollywood e por evidenciar os riscos enfrentados por artistas estrangeiros ao ingressar em um mercado altamente competitivo e pouco tolerante a estreias irregulares.

    Lançado como uma aposta no gênero de ação, Alarum reuniu um elenco experiente e nomes consagrados do cinema, mas não conseguiu agradar à crítica. O longa foi alvo de avaliações negativas, principalmente pelo roteiro previsível e pela condução pouco inspirada das atuações. Nesse contexto, o desempenho da atriz brasileira acabou sendo associado ao fracasso do projeto.

    A indicação ao Framboesa de Ouro, no entanto, não coloca Isis em isolamento. A edição deste ano também inclui produções de grande estúdio e orçamento elevado que não corresponderam às expectativas, como o live-action de Branca de Neve, da Disney. Historicamente, o prêmio já teve entre seus indicados artistas premiados e respeitados, o que relativiza o impacto do rótulo.

    No Brasil, a reação foi dividida. Enquanto críticas surgiram nas redes sociais, sobretudo relacionadas à atuação em inglês, muitos fãs apontaram que a fragilidade do filme comprometeu todo o elenco. Também houve comparações com trajetórias internacionais de outros atores brasileiros que enfrentaram rejeição inicial antes de se consolidarem fora do país.

    Apesar da repercussão negativa, Isis Valverde segue investindo na carreira internacional. Estabelecida em Los Angeles, ela continua participando de testes e avaliando novos projetos.

    Isis Valverde é indicada ao prêmio de pior atriz no Framboesa nos EUA

  • Irã anuncia julgamentos sumários e execuções para manifestantes detidos

    Irã anuncia julgamentos sumários e execuções para manifestantes detidos

    Chefe do Judiciário defende condenações rápidas, sem garantias plenas de defesa, em meio à repressão que já deixou mais de 2.500 mortos. Medida eleva tensão internacional e provoca alertas de organizações de direitos humanos.

    O chefe do Judiciário do Irã, Gholamhossein Mohseni-Ejei, anunciou nesta quarta-feira que pessoas detidas por participação nos protestos recentes contra o regime poderão ser submetidas a julgamentos sumários, com possibilidade de condenações rápidas e até execuções.

    Esse tipo de julgamento se caracteriza por processos acelerados, conduzidos sem as garantias básicas do devido processo legal, como direito pleno à defesa, tempo adequado para apresentação de provas e julgamento por um tribunal independente. Organizações internacionais de direitos humanos consideram esse procedimento uma grave violação das normas jurídicas internacionais.

    As manifestações, iniciadas em 28 de dezembro, se espalharam por todo o país e vêm sendo reprimidas com extrema violência. Segundo organizações não governamentais, mais de 2.500 pessoas já morreram desde o início dos protestos, número que pode ser ainda maior devido às dificuldades de comunicação no país.

    Ao justificar a adoção de julgamentos sumários, Mohseni-Ejei afirmou que a rapidez das punições seria essencial para conter os protestos. “Se quisermos fazer o trabalho, temos de fazê-lo agora. Se demorarmos dois ou três meses, não terá o mesmo efeito”, declarou, deixando claro o caráter punitivo e dissuasório das medidas.

    A escalada repressiva aumentou a tensão internacional. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a alertar que Washington poderá adotar “medidas muito fortes” caso o regime iraniano avance com execuções de manifestantes. Trump já havia apoiado, em junho, a ofensiva militar de Israel contra Teerã.

    Paralelamente, ativistas contrários ao regime informaram que o serviço de internet via satélite Starlink, da empresa de Elon Musk, começou a oferecer acesso gratuito no Irã. A iniciativa ocorre após o governo bloquear quase totalmente a internet desde 8 de janeiro, como forma de dificultar a mobilização e a divulgação de informações sobre a repressão.

    Embora chamadas telefônicas internacionais a partir do Irã tenham sido parcialmente restabelecidas, contatos do exterior para dentro do país seguem restritos, o que mantém a população isolada em meio ao agravamento da crise política e humanitária.

    Irã anuncia julgamentos sumários e execuções para manifestantes detidos

  • Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

    Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

    Serviço da SpaceX, de Elon Musk, passou a funcionar sem custo para usuários iranianos em meio à repressão aos protestos e ao corte da internet. Ativistas confirmam que terminais já operam no país.

    A SpaceX, empresa de Elon Musk, passou a oferecer acesso gratuito à internet por meio do sistema de satélites Starlink no Irã. A informação foi divulgada por ativistas que atuam para manter a comunicação da população iraniana com o exterior após o bloqueio da internet imposto pelo governo.

    Mehdi Yahyanejad, ativista iraniano radicado em Los Angeles e envolvido no envio de equipamentos ao país, afirmou à Associated Press que o serviço já está funcionando sem custo para os usuários. Segundo ele, testes foram realizados com terminais recém-ativados dentro do Irã, confirmando a liberação do acesso.

    Outros ativistas também relataram nas redes sociais que a assinatura gratuita está operacional. Em comunicado, Yahyanejad declarou que o funcionamento pleno do serviço foi verificado em território iraniano, em meio às restrições impostas pelo governo local.

    Atualmente, a Starlink tem sido uma das poucas alternativas para que iranianos consigam se comunicar com o exterior desde que as autoridades interromperam o acesso à internet na noite de quinta-feira passada. O bloqueio ocorreu após a intensificação dos protestos em várias regiões do país e o início de uma repressão violenta contra manifestantes.

    A SpaceX não comentou oficialmente, até o momento, a liberação do serviço gratuito. No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pretendia conversar com Elon Musk para discutir o reposicionamento de satélites Starlink com o objetivo de manter a internet ativa no Irã.

    Com a internet fora do ar, a avaliação independente do alcance das manifestações se tornou mais difícil, embora moradores tenham conseguido retomar chamadas internacionais nos últimos dias.

    O Irã vive uma onda de protestos desde 28 de dezembro, iniciada em Teerã por comerciantes e setores da economia afetados pela desvalorização do rial e pela inflação elevada. As manifestações se espalharam rapidamente para mais de 100 cidades. A inflação anual supera 42%, e, no último ano, a moeda iraniana perdeu cerca de 69% de seu valor frente ao dólar, em um cenário agravado por sanções impostas pelos Estados Unidos e pela ONU em razão do programa nuclear do país.

    Embora o governo tenha reagido inicialmente com cautela, a repressão foi intensificada nas semanas seguintes. Manifestantes passaram a ser classificados pelas autoridades como terroristas ligados aos Estados Unidos e a Israel, e há relatos de condenações à morte de pessoas detidas durante os atos.

    Segundo a Agência de Notícias dos Ativistas pelos Direitos Humanos, organização criada por iranianos no exílio, o número de mortos nos protestos já chega a pelo menos 2.571. Do total, 2.403 seriam manifestantes e 147 teriam ligação com o governo. A entidade informou ainda que ao menos 12 crianças morreram e que o número de presos ultrapassa 18.100.
     

     
     

    Starlink libera internet grátis no Irã após bloqueio imposto pelo regime

  • 2025 foi o terceiro ano mais quente da história, aponta centro europeu

    2025 foi o terceiro ano mais quente da história, aponta centro europeu

    Planeta registrou o terceiro ano consecutivo com temperaturas acima do limite de 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais. Relatório alerta que a meta do Acordo de Paris pode ser ultrapassada de forma permanente ainda nesta década.

    O ano de 2025 foi o terceiro mais quente já registrado no planeta e marcou o terceiro ano consecutivo em que a temperatura global ficou acima do limite de 1,5 °C em relação ao período pré-industrial. Os dados constam do relatório anual divulgado nesta terça-feira pelo Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF).

    Segundo o levantamento, 2025 foi apenas 0,01 °C mais frio do que 2023 e 0,13 °C mais quente do que 2024, considerado o ano mais quente da história em escala global. A temperatura média do planeta no ano passado chegou a 14,97 °C, valor 0,59 °C acima da média registrada no período de referência entre 1991 e 2020.

    Na Europa, o cenário foi semelhante. O continente viveu o terceiro ano mais quente de sua série histórica, com temperatura média de 10,41 °C. O índice ficou 0,3 °C abaixo do recorde observado em 2024, mas ainda 1,17 °C acima da média de longo prazo.

    O relatório destaca ainda que o mundo já enfrenta três anos seguidos com temperaturas superiores a 1,5 °C em relação aos níveis pré-industriais, limite definido no Acordo de Paris, firmado em 2015, como meta para conter o aquecimento global no longo prazo. “Nenhum de nós queria chegar a esse marco”, afirmou Mauro Facchini, responsável pela área de Observação da Terra da Comissão Europeia.

    De acordo com os cientistas, o avanço das temperaturas é impulsionado principalmente pelo acúmulo contínuo de gases de efeito estufa na atmosfera e pelas temperaturas excepcionalmente elevadas da superfície dos oceanos. Esses fatores foram potencializados pelo fenômeno El Niño e por outras variações naturais do sistema oceânico, agravadas pelas mudanças climáticas.

    O estudo aponta que o aquecimento global de longo prazo já alcança cerca de 1,4 °C acima dos níveis pré-industriais. Com esse ritmo, o limite estabelecido no Acordo de Paris pode ser atingido até o fim desta década, mais de dez anos antes do que se previa inicialmente.

    O ECMWF é responsável pela gestão do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S) e do Serviço de Monitoramento Atmosférico da União Europeia. Para o diretor do C3S, Carlo Buontempo, o desafio agora não é mais evitar a ultrapassagem do limite, mas lidar com seus efeitos. “A escolha que enfrentamos é como gerenciar essa superação inevitável e suas consequências para a sociedade e para os sistemas naturais”, afirmou, lembrando que os últimos 11 anos foram os mais quentes já registrados.

    Em 2025, a Antártida registrou a maior temperatura média anual de sua história, enquanto o Ártico teve o segundo maior valor já observado. Outras regiões também bateram recordes, como o Pacífico Noroeste e Sudoeste, o Atlântico Nordeste, o extremo leste e noroeste da Europa e áreas da Ásia Central.

    A diretora de estratégia climática do C3S, Samantha Burgess, destacou que os impactos são globais. “Nenhum país ou cidade escapou das mudanças climáticas”, afirmou durante a apresentação do relatório.

    O documento também chama atenção para os efeitos diretos do calor extremo na saúde. Em 2025, cerca de metade da superfície terrestre enfrentou mais dias do que o normal com estresse térmico severo, definido por índice de calor igual ou superior a 32 °C. Segundo a Organização Mundial da Saúde, esse tipo de exposição é hoje a principal causa de mortes relacionadas ao clima em todo o mundo.
     

    2025 foi o terceiro ano mais quente da história, aponta centro europeu