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  • Palmeiras leva três no primeiro tempo, perde da LDU e se complica na Libertadores

    Palmeiras leva três no primeiro tempo, perde da LDU e se complica na Libertadores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS – O Palmeiras terá de superar uma difícil missão para manter vivo seu sonho de chegar ao quarto título da Libertadores. Nesta quinta-feira (24), a equipe alviverde viu ficar mais distante o objetivo de chegar à final da atual edição ao perder o jogo de ida pela semifinal para a LDU, do Equador, por 3 a 0.

    Todos os gols saíram na primeira etapa do confronto, disputado em Quito, onde os donos da casa fizeram uma pressão desde o começo da partida. Villamíl, duas vezes, aos 16 minutos e nos acréscimos, e Alzugaray, aos 27, convertendo pênalti, fizeram os gols que difiniram a vitória equatoriana.

    Dono da melhor campanha na fase de grupos, o time alviverde vai decidir a semifinal da Libertadores no Allianz Parque, na quinta-feira da próxima semana. Na ocasião, o time precisa, ao menos, vencer o rival pela mesma diferença para forçar a decisão por pênaltis.

    O revés diante da LDU encerrou, ainda, uma longa invencibilidade do time de Abel Ferreira no torneio.

    Desde abril de 2023, quando perdeu para o Bolívar, também na altitude, em La Paz, a equipe alviverde não perdia para equipes estrangeiras em partidas pela competição continental. No período, foram 24 partidas, com ampla vantagem para o time da Barra Funda: 19 vitórias e seis empates.

    Com a derrota na capital equatoriana, a formação alviverde também perdeu a chance de igualar sua maior sequência invicta contra times estrangeiros na competição.

    O recorde do clube foi estabelecido entre 2000 e 2006, com 15 vitórias e 11 empates em 26 jogos. O time brasileiro carregava, ainda, uma invencibilidade de 12 jogos como visitante na competição, até então, com dez vitórias e dois empates desde o revés para o Bolívar, em 2023.

    Campeão em 1999, 2020 e 2021, o Palmeiras luta para chegar a sua sétima decisão. A equipe brasileira foi vice em 1961, 1968 e 2000.

    Messi está no Inter Miami desde 2023, onde tem 82 jogos disputados, marcou 71 gols e deu 37 assistências; “Fico muito feliz em ficar aqui e continuar com esse projeto que, além de ser um sonho, se tornou uma bela realidade”, disse o jogador

    Folhapress | 22:36 – 23/10/2025

    Palmeiras leva três no primeiro tempo, perde da LDU e se complica na Libertadores

  • México condena ataques militares dos EUA a embarcações

    México condena ataques militares dos EUA a embarcações

    “Existem leis internacionais que regem como lidar com o suposto transporte ilegal de drogas ou armas em águas internacionais”, declarou Claudia Sheinbaum; operações dos Estados Unidos já mataram 37 pessoas

    A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, condenou, nesta quinta-feira (23), os ataques militares realizados pelos Estados Unidos contra embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico em águas internacionais, incluindo uma ocorrência recentemente relatada no Pacífico Oriental.

    “Obviamente, discordamos. Existem leis internacionais que regem como lidar com o suposto transporte ilegal de drogas ou armas em águas internacionais e já expressamos isso ao governo dos Estados Unidos”, declarou a presidente durante entrevista coletiva.
    A declaração ocorre após a revelação do Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, de um “ataque cinético letal” ordenado pelo presidente Donald Trump contra uma embarcação no Pacífico, que deixou três mortos. 

    A autoridade americana enfatizou nas redes sociais que “esses ataques continuarão, dia após dia. Eles não são simplesmente traficantes de drogas, mas narcoterroristas que semeiam morte e destruição em nossas cidades.”

    Execuções

    Este incidente é o oitavo ataque dos EUA desde setembro, resultando em pelo menos 37 mortes sem julgamento, levando especialistas das Nações Unidas a denunciar essas ações como execuções extrajudiciais.

    Sheinbaum enfatizou que a soberania e o direito internacional devem prevalecer, aludindo à reforma constitucional aprovada no México este ano para fortalecer a soberania e a autodeterminação diante de qualquer intervencionismo.

    Após ser questionada sobre a polêmica pública entre o presidente Trump e o presidente colombiano Gustavo Petro, Sheinbaum respondeu que “cada um tem sua maneira de lidar” com os debates internacionais.

    A presidente mexicana reafirmou sua estratégia de política externa, que prioriza um “sistema de diálogo franco” com o governo dos EUA, buscando acordos, mas “nunca renunciando à nossa soberania e autodeterminação”. No caso do México, Sheinbaum indicou que seu foco principal tem sido defender os mexicanos que vivem nos Estados Unidos. 

    México condena ataques militares dos EUA a embarcações

  • Após sanções, Putin diz que Rússia não cederá a pressão dos EUA

    Após sanções, Putin diz que Rússia não cederá a pressão dos EUA

    Vladimir Putin afirmou que o país não cederá à pressão dos Estados Unidos ou de qualquer outra nação; porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, afirmou que as sanções dos EUA são “extremamente contraproducentes”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Rússia criticou nesta quinta-feira (23) a imposição de sanções a seu setor petrolífero pelo governo de Donald Trump devido à Guerra da Ucrânia. O presidente Vladimir Putin afirmou que o país não cederá à pressão dos Estados Unidos ou de qualquer outra nação.

    Ele chamou as sanções de um ato “pouco amigável” e acrescentou que haverá “certas consequências”. O russo disse ainda que as punições são uma “tentativa de pressionar” o seu governo, mas que “nenhum país que se respeite e nenhum povo que se respeite jamais toma qualquer decisão sob pressão”.

    Para a chancelaria russa, a medida é contraproducente, enquanto a linha dura do país a chamou de “declaração de guerra”. As punições, anunciadas na quinta-feira (22), são as primeiras tomadas neste mandato do republicano, que até aqui apostava na via de negociação para acabar com a Guerra da Ucrânia. Agora, cancelou uma cúpula com Vladimir Putin e disse que “sentiu ser hora de sanções”.

    É mais uma mudança na condução americana em relação à guerra, após o cavalo de pau dado por Trump ao assumir, em janeiro. Após quase três anos de relações praticamente rompidas com Moscou, o americano aproximou-se de Putin, iniciando um vaivém que agora chegou a um ponto de inflexão.

    A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, afirmou que as sanções são “extremamente contraproducentes” e repetem o padrão da gestão de Joe Biden, antecessor de Trump, que para ela fracassaram.

    Trump e a nota do Departamento do Tesouro sobre o caso foram explícitos ao dizer que a medida visa forçar Putin a encerrar a guerra. No governo Biden, diversas sanções foram aplicadas à economia e a indivíduos russos, mas o republicano até aqui evitava isso.

    “Nós precisamos de uma configuração de soluções negociadas que eliminem as raízes do conflito e garantam uma paz confiável”, disse Zakharova, que reafirmou os termos russos: concessão total dos territórios que anexou ilegalmente em 2022, e ainda não controla, e neutralidade militar da Ucrânia, entre outros.

    A linha dura russa não foi tão diplomática, como seria esperado. Seu expoente público mais vocal, o ex-presidente Dmitri Medvedev, afirmou que “as decisões tomadas são um ato de guerra contra a Rússia, e agora Trump se alinhou totalmente com a Europa maluca”, em referência à posição mais dura de líderes continentais ante Moscou.

    “Os Estados Unidos são nossos adversários, e o falante ‘pacificador’ deles agora embarcou totalmente em um caminho de guerra com a Rússia”, disse Medvedev, número 2 do Conselho de Segurança do país, na rede Telegram.

    Suas falas incendiárias viraram uma mistura de piada e termômetro, pois dão gravidade ao que pensam correntes mais radicais da elite e do governo russos. Ele se envolveu antes em altercações diretas com Trump. Em agosto, o republicano disse ter enviado submarinos nucleares para perto da Rússia devido às provocações de rede social do ex-presidente.

    Seja como for, as sanções inauguram uma nova fase de incertezas estratégicas em torno do conflito, um campo em que Putin vinha jogando com vantagem ante Washington.

    Desde as vésperas da invasão de 2022, o presidente russo usa a carta de seu arsenal nuclear, o mais poderoso do mundo, para enfatizar o risco das intervenções estrangeiras na guerra. Se não impediu que Kiev virasse um depósito de armas ocidentais, moderou a qualidade ofensiva do material enviado.

    O próprio Trump passou esse recibo na sexta passada (17), quando recebeu na Casa Branca Volodimir Zelenski e negou ao presidente ucraniano o fornecimento de mísseis de cruzeiro Tomahawk, capazes de atingir alvos em toda a Rússia europeia.

    Na quinta, ele reiterou sua negativa, ao lado do belicoso secretário-geral da aliança militar Otan, Mark Rutte, dizendo que quer acabar, não escalar a guerra. Já Zakharova criticou os exercícios nucleares anuais da Otan como desestabilizadores, sem comentar o fato de que a Rússia fez os seus na véspera.

    Putin, por sua vez, afirmou que quaisquer ataques de longo alcance em território russo serão respondidos com rigor. É retórica: na prática, drones ucranianos atingem alvos a mais de mil quilômetros de distância de seu ponto de lançamento com certa regularidade.

    Como seria previsível, Zelenski comemorou a mudança de posição de Trump. Em redes sociais, disse que agora o alvo deverá ser os estimados US$ 300 bilhões em reservas russas congeladas no exterior, 90% dos quais estão com a gestora belga Euroclear.

    Zakharova voltou a dizer que tal movimento será equivalente a um roubo, ferindo o direito internacional e exigindo uma resposta dura da Rússia.

    SANÇÕES PODEM AFETAR CHINA, ÍNDIA E BRASIL

    As sanções, como em todos os casos, precisam de tempo para serem avaliadas. O aspecto mais vital da medida é a punição secundária a entes financeiros que fizerem negócios com a Rosneft, estatal que é a maior empresa da Rússia, e a Lukoil, empresa privada ligada ao Kremlin que é a terceira maior.

    A maior parte dos negócios das empresas no exterior passa por intermediários, até pelo fato de a Rússia ter sido desconectada do sistema de pagamentos internacional devido à guerra. “Traders” chineses, indianos e do mundo árabe dominam esse mercado.

    A aposta das sanções é coibir esse grupo de negociar, sob medo de ser punido e ficar proibido de fazer negócios com os EUA. Isso pode afetar aliados de Washington, como a Hungria de Viktor Orbán, que ainda é grande compradora de petróleo russo, e mesmo o Brasil, que importa 60% de seu óleo diesel do país de Putin.

    Mas o foco real de Trump é a China, maior compradora de petróleo russo, com quem trava uma dura guerra comercial. Antes de atacá-la diretamente, o americano foi no pescoço da então aliada Índia, impondo tarifas extras de 25% sobe seus produtos por ter se tornado a segunda maior importadoa de óleo da Rússia.

    Já a União Europeia não escondeu as cartas. Em seu 19º pacote de sanções, divulgado em detalhes nesta quinta, incluiu uma “trader” chinesa e duas petrolíferas do país de Xi Jinping na lista de punidos.

    Após sanções, Putin diz que Rússia não cederá a pressão dos EUA

  • Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com exterior no foco dos investidores

    Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com exterior no foco dos investidores

    Mercado aguarda dados de inflação dos Estados Unidos, que serão divulgados na sexta (24); no cenário doméstico, medidas do governo para equilibrar o Orçamento seguiram no radar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 0,21% nesta quinta-feira (23), cotado a R$ 5,385. A Bolsa, por outro lado, subiu 0,58%, a 145.720 pontos, endossada pelo avanço da Petrobras na esteira da alta dos preços do petróleo no exterior.

    O cenário internacional pautou as decisões de investimento dos operadores, à espera dos dados de inflação dos Estados Unidos previstos para sexta-feira (24).

    Na ponta doméstica, o foco esteve nos esforços do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em equilibrar o Orçamento, com falas do presidente na Indonésia também no radar.

    Os investidores se posicionaram à espera da principal divulgação da semana: o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, na sexta-feira.

    A expectativa do mercado é que os números de setembro mostrem alta de 3,1% na base anual -uma aceleração que torna mais desafiador o trabalho do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) em levar o índice à meta de 2% ao ano.

    Ainda que não seja a métrica preferida do Fed para a inflação -o banco central é mais afeito aos dados do PCE (índice de preços para gastos de consumo pessoal)-, o relatório CPI ganha mais importância à luz da paralisação do governo federal norte-americano, que suspendeu divulgações macroeconômicas até a regularização da verba orçamentária.

    Desde o início do shutdown, no começo do mês, operadores estão no escuro sobre o estado da economia dos Estados Unidos. Mais do que isso, o Fed, dependente de dados para tomar decisões sobre juros, está sem a referência dos números oficiais.

    O presidente da autarquia, Jerome Powell, reconheceu que a paralisação pode virar um problema maior no longo prazo para a autoridade monetária. Por ora, os dirigentes têm se munido de publicações laterais para aferir a temperatura da economia.

    O comitê de política monetária do BC norte-americano se reúne na semana que vem, entre os dias 28 e 29 de outubro. A expectativa do mercado é que ele dê continuidade ao ciclo de cortes de juros iniciado na reunião passada, quando a taxa foi reduzida em 0,25 ponto percentual, a 4% e 4,25%. Operadores precificam quase 100% de probabilidade de uma nova redução de 0,25 ponto percentual no próximo encontro, segundo a ferramenta CME FedWatch.

    Isso porque, mesmo sem a referência dos dados oficiais, o Fed vê a continuidade da desaceleração do mercado de trabalho como um fator de preocupação. “Um corte de juros em outubro está dado”, afirma Julia Coronado, fundadora da empresa de pesquisa MacroPolicy Perspectives e ex-economista do Fed. “Nada mudou a perspectiva de que ainda há riscos de queda no mercado de trabalho.”

    Reduções nos juros dos Estados Unidos costumam ser uma boa notícia para os mercados globais. Como a economia norte-americana é vista como a mais sólida do mundo, os títulos do Tesouro, chamados de “treasuries”, são um investimento praticamente livre de risco. Quando os juros estão altos, os rendimentos atrativos das treasuries levam operadores a tirar dinheiro de outros mercados. Quando eles caem, a estratégia de diversificação vira o norte, e investimentos alternativos ganham destaque.

    Em relação ao Brasil, há ainda mais um fator que favorece os ativos domésticos: o diferencial de juros. Quando a taxa nos Estados Unidos cai e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”. Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    “Se o CPI não vier mais forte amanhã e com corte de juros pelo Fed na próxima quarta-feira, não seria surpresa o real voltar a subir e o dólar se aproximar de R$ 5,30 novamente”, avaliou o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em comentário enviado a clientes.

    Ao que parece, a taxa Selic permanecerá elevada por tempo “bastante prolongado”, segundo informou o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) na última reunião. Os juros estão em 15% ao ano, o maior patamar em quase duas décadas, à medida que a autoridade monetária segue “bastante incomodada” com a inflação e as expectativas inflacionárias ainda fora da meta.

    “A inflação e expectativas seguem fora do que é a meta, isso é um ponto de bastante incômodo para o Banco Central, mas estamos falando de uma inflação que está num processo de redução e retorno para a meta em função de um Banco Central que vem se mostrando sempre bastante diligente e tempestivo no combate a qualquer tipo de processo inflacionário”, disse Gabriel Galípolo, presidente do BC, durante apresentação no Fórum Econômico Indonésia-Brasil, em Jacarta.

    No entanto, ele não fez previsões sobre quando a inflação pode atingir a meta de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo. Ou seja, o objetivo é considerado cumprido quando o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo, indicador oficial da inflação) fica entre 1,5% e 4,5%. A pesquisa Focus mais recente apontou que o IPCA deve encerrar em 4,70%, sem perspectiva de que o índice atinja o centro do objetivo ao final de cada ano até 2028.

    Os investidores ainda monitoram o cenário das contas públicas do país. O governo Lula segue em busca de uma solução para o Orçamento depois que o Congresso enterrou, no início do mês, a MP (medida provisória) dos Impostos.
    Segundo o ministro Fernando Haddad (Fazenda), em informação adiantada pela Folha na terça-feira e posteriormente confirmada em entrevista à Globonews, o Executivo vai fatiar as medidas de compensação à MP em dois projetos de lei.

    Um dos projetos conterá medidas de controle de despesas, com impacto estimado em R$ 20 bilhões, e o segundo prevê o aumento da taxação de apostas esportivas (bets), fintechs e JCP (Juros sobre Capital Próprio, uma forma de remunerar os acionistas de uma empresa), que pode incrementar as receitas em R$ 8,3 bilhões em 2025, segundo cálculos iniciais do governo.

    Ainda, o presidente Lula confirmou que irá disputar a reeleição no ano que vem nesta quinta, no mesmo evento do qual participou Galípolo, na Indónesia. “Eu vou completar 80 anos, mas pode ter certeza que eu estou com a mesma energia de quando eu tinha 30 anos de idade. E vou disputar um quarto mandato no Brasil”, disse Lula, ao lado do presidente da Indonésia, Prabowo Subianto.

    Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com exterior no foco dos investidores

  • Lavagem intestinal, citada por Gaby Amarantos, não emagrece e pode ser perigosa em excesso

    Lavagem intestinal, citada por Gaby Amarantos, não emagrece e pode ser perigosa em excesso

    Especialistas dizem que o método de lavagem intestinal citado pela cantora em entrevista não serve para emagrecimento e que o uso indiscriminado pode trazer riscos à flora intestinal

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Gaby Amarantos viralizou ao dizer em entrevista que perdeu 15 kg após realizar procedimento de lavagem intestinal, também conhecida como enema ou “chuca”. Especialistas dizem que o método não serve para emagrecimento e que o uso indiscriminado pode trazer riscos à flora intestinal.

    “A minha mente limpou. O meu corpo limpou. Eu consegui emagrecer com estes processos. Foi a solução mais radical que encontrei. Eu já tinha feito de tudo e não conseguia emagrecer”, disse a cantora no programa De Frente com Blogueirinha, exibido no canal Dia TV.

    Procedimentos como o enema vêm surgindo como método de emagrecimento fácil e rápido. Eles são divulgados em clínicas de estética como uma forma de “desintoxicação” do corpo. Contudo, segundo médicos consultados pela Folha de S.Paulo, não há evidências científicas sólidas que comprovem os benefícios.
    O QUE É A LAVAGEM INTESTINAL, OU ENEMA?

    O enema é uma limpeza intestinal feita pelo orifício do reto, com a introdução de líquido no intestino grosso, diz Alexandre Nishimura, cirurgião coloproctologista da clínica Procto Prime, em São Paulo.

    O método é usado para aliviar constipação intensa, tratar impactação fecal (quando fezes muito endurecidas bloqueiam o intestino), preparar o intestino para exames (como a colonoscopia ou exames de imagem relacionados ao cólon) ou, em alguns casos, para aplicar medicamentos.

    ENEMA EMAGRECE?

    O enema não faz emagrecer, diz Fernando Flaquer, gastroenterologista do Einstein Hospital Israelita. “O procedimento somente limpa a parte do intestino onde não há mais absorção de nutrientes. Ou seja, somente limpa os resíduos, as fezes.”

    Nishimura diz que o procedimento pode causar uma perda momentânea de peso “porque elimina fezes e líquidos, mas não queima gordura nem acelera o metabolismo”.

    QUALQUER UM PODE FAZER?

    Segundo Nishimura, o enema só deve ser feito com orientação médica, principalmente em quem tem problemas intestinais, inflamações ou já fez cirurgias abdominais. Como a maioria dos procedimentos, possui riscos, que podem ser agravados quando é feito de forma incorreta.

    “O enema pode causar irritação, ferimentos no intestino, infecções e até desequilíbrio de sais minerais do corpo. Usar com frequência também pode deixar o intestino ‘preguiçoso’”, diz o médico. Também há risco de alteração do funcionamento do esfíncter anal, podendo levar à incontinência urinária.

    COMO É O PROCEDIMENTO?

    O enema é realizado introduzindo um tubo ou frasco próprio no reto. Injeta-se uma solução líquida, que pode ser água ou medicamentos. “O exame é desconfortável, com distensão e sensação de urgência para evacuar”, diz Flaquer.

    ‘SUPER CHUCA’

    Gaby Amarantos também cita uma “super chuca” como método de emagrecimento. O termo é usado popularmente para se referir à limpeza intestinal feita com maior volume de líquido, para alcançar o intestino grosso.

    O termo faz referência à “chuca” é uma lavagem interna do ânus e do reto, também chamada de ducha higiênica, usada para limpar fezes e garantir a higiene antes do sexo anal.

    Os médicos reforçam que o uso do procedimento com forma de “detox” não tem benefício comprovado e pode ser prejudicial à saúde. “Para emagrecer de forma sustentável, é preciso alimentação adequada, exercício, e mudança de estilo de vida”, diz Nishimura.

    Lavagem intestinal, citada por Gaby Amarantos, não emagrece e pode ser perigosa em excesso

  • Caio Souza quer dicas de campeão antes da final das argolas no Mundial

    Caio Souza quer dicas de campeão antes da final das argolas no Mundial

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Depois de fechar no top 10 no individual geral, Caio Souza ainda tem mais uma final no Mundial de ginástica artística, em Jacarta, na Indonésia. Ele briga por medalha nas argolas e, em busca do pódio, vai pegar dicas com ninguém menos que Arthur Zanetti.

    O currículo de Zanetti explica o motivo da procura. O brasileiro foi uma das referências no aparelho, com o ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012 e prata no Rio-2016, além de ouro no Mundial da Antuérpia-2013, e prata em Tóquio-2011, Nanjing-2014 e Doha-2018.

    “Tenho mais dois dias [de Mundial], um de treino e um de competição. Pensando nas argolas, é entrar com a mesma cabeça que eu entrei, tanto na classificatória quanto hoje [final do individual geral]. Ir para fazer o melhor, fazer a melhor série, cravar… Acho que eu vou ligar pro Zanetti também para pedir umas dicas”, afirmou Caio, ao SporTV.

    Zanetti se aposentou como atleta no começo do ano. Desde então, ele vem se dedicando a dar aulas para crianças no São Caetano e também vem atuando como árbitro.

    A final das argolas será a última da programação de sexta-feira (24), que começa às 4h (horário de Brasília). O primeiro aparelho é o solo masculino, seguido por salto feminino, cavalo com alça, barras assimétricas e por último as argolas. A prova deve ocorrer por volta de 7h.

    CAIO SOUZA NO TOP 10

    Caio Souza se classificou a duas finais no Mundial de ginástica artística, em Jacarta: individual geral -ao lado de Diogo Soares- e argolas.

    A decisão do individual geral ocorreu na manhã desta quarta-feira (22), e Caio fechou na nona colocação, com 80.530 pontos. O ouro ficou com o japonês Daiki Hashimoto, que fez 85.131, a prata com o chinês Zhang Boheng, com 84.333, e o bronze com o suíço Noe Seifert, que acumulou 82.831.

    O brasileiro alcançou 12.366 (17º) no solo, 12.466 (17º) no cavalo com alças, 13.866 (3º) nas argolas, 14.133 (5º) no salto, 13.833 (9º) nas paralelas e 13.866 (10º) na barra fixa.

    Outro brasileiro no individual geral, Diogo Soares ficou na 17ª colocação. Ele somou 77.264 pontos na final.

    A Fifa fez uma postagem nas redes sociais do Mundial de Clubes com imagens de dez treinadores que já levantaram o troféu do torneio

    Folhapress | 18:48 – 23/10/2025

    Caio Souza quer dicas de campeão antes da final das argolas no Mundial

  • Saiba como nova lei dos estrangeiros afeta brasileiros em Portugal

    Saiba como nova lei dos estrangeiros afeta brasileiros em Portugal

    Legislação entra em vigor nesta quinta-feira (23) e endurece regras; veja o que muda com as novas regras!

    As alterações da Lei dos Estrangeiros de Portugal, com as regras de autorização para entrada, permanência e residência de cidadãos não europeus, entraram em vigor nesta quinta-feira (23). O decreto de regulamentação, assinado pelo presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, alterou a lei portuguesa n.º 23 de 2007.

    A comunidade brasileira em Portugal deve ser diretamente impactada pelas novas medidas, que, entre outros pontos, tornam mais rigoroso o processo de aquisição de vistos de residência, trabalho ou estudo e alteram o processo de solicitação de nacionalidade portuguesa.

    Os brasileiros representam a principal comunidade estrangeira residente em Portugal (31,4% do total), de acordo com 

    dados de 2024 da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (Aima) portuguesa. Estimativas do Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil apontam que cerca de 513 mil brasileiros viviam em Portugal, no ano de 2023. 

    O que muda com as novas regas

    A mudança mais impactante para os brasileiros e demais cidadãos de países de língua portuguesa é o fim da possibilidade de regularização de residência para quem entra como turista. Também foram ampliadas restrições ao visto de procura de trabalho.

    A regra restringe o visto a uma minoria de profissionais estrangeiros altamente qualificados que procuram trabalho em terras portuguesas. São exemplos: cargos de direção, acadêmicos ou técnicos especializados.

    Na prática, a medida desincentiva a entrada de estrangeiros que procuram trabalho em setores não qualificados e solicitam o visto geral de permanência. Antes, existia um visto de curta duração (120 dias, prorrogável por mais 60) que permitia a entrada para buscar emprego.

    Confira as principais alterações da nova lei portuguesa:

    • fim da regularização in loco: o novo regime elimina a possibilidade de cidadãos da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) entrarem em Portugal como turista e, somente depois, solicitarem a autorização de residência com base em contrato de trabalho. Com isso, os brasileiros e somente podem solicitar o visto ainda no país de origem.
    • ilegais: o governo português pode recusar o visto (residência, procura de trabalho qualificado ou estada temporária) de quem tenha entrado ou permanecido ilegalmente no país;
    • obtenção de visto de trabalho: restringe as condições para a obtenção de visto de trabalho. A lei cria a modalidade de visto para procura de trabalho altamente qualificado, destinado apenas a pessoas com “competências técnicas especializadas”.
    • reagrupamento familiar: o titular de residência válida em Portugal tem direito ao reagrupamento familiar. Porém, a nova regra geral passa a exigir do requerente um período mínimo de dois anos morando legalmente no país para solicitar a concessão de autorização de residência aos demais familiares, exceto para cônjuges com filhos menores ou incapazes. Na lei anterior, o pedido de reagrupamento familiar podia ser feito imediatamente após a obtenção do título de residência.
    • duração da autorização de residência do cônjuge/parceiro reagrupado: a nova lei estabelece o que o casal deve demonstrar que morou junto, por pelo menos 18 meses, antes da entrada do residente em Portugal. No caso de casais sem filhos com união estável, o tempo de espera para pedir o reagrupamento é de 15 meses.
    • prazo de análise: a nova lei amplia de 90 dias para 270 dias o prazo para que Agência portuguesa para a Integração, Migrações e Asilo (Aima) analise os pedidos de reagrupamento familiar naquele no território europeu.
    • processos anteriores: a lei estendeu o prazo para conclusão dos pedidos de residência pendentes até 31 de dezembro de 2025.

    Transição

    Os trabalhadores brasileiros que residem legalmente no país por já cumprirem os requisitos de salário e qualificação profissional terão 180 dias (a contar da data de entrada em vigor da nova lei) para que possam se adaptar à nova lei. O objetivo é que o residente estrangeiro entre com pedido de conversão de seu título de residência comum para o de trabalho altamente qualificado.

    A lei concede o mesmo prazo (180 dias) para que residente estrangeiro solicite o visto de residência para seus familiares que já moram legalmente em Portugal.

    Recusa ao estrangeiro

    Em caso de rejeição de um pedido de autorização de residência, o cidadão estrangeiro deverá ser formalmente informado, por meio de notificação que deverá detalhar os fundamentos da rejeição do pedido. O requerente poderá recorrer da decisão.

    Suspensão de pedidos de visto de trabalho

    Como primeira medida, o Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal suspendeu, a partir desta quinta-feira (23), o recebimento pelos órgãos oficiais de novos pedidos de visto de trabalho qualificado para estrangeiros.

    A decisão de suspensão é válida até a regulamentação das profissões qualificadas pelo governo de Portugal.   Assim, todos os agendamentos com esta finalidade estão automaticamente cancelados, diz a nota pública.

    Saiba como nova lei dos estrangeiros afeta brasileiros em Portugal

  • Bolsonaristas temem que investigação sobre Valdemar atrapalhe articulações de 2026

    Bolsonaristas temem que investigação sobre Valdemar atrapalhe articulações de 2026

    Moraes negou pedido da defesa de Bolsonaro para presidente do PL visitá-lo em prisão domiciliar; proibição no passado causou ruídos no partido e atrapalhou eleições municipais, segundo aliados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) temem que a investigação sobre o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, atrapalhe as articulações para as eleições de 2026.

    Reservadamente, disseram ver com estranheza a decisão de retomada da apuração contra o dirigente por suposta participação na trama golpista. Para eles, trata-se de uma tentativa de enquadrar quem é hoje o principal articulador da sigla.

    A decisão de reabrir o inquérito sobre Valdemar foi tomada pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) por sugestão do ministro Alexandre de Moraes.

    A principal consequência prática será a dificuldade de interlocução com Bolsonaro, avaliam seus aliados. O ex-presidente já está proibido de receber visitas, com as exceções autorizadas por Moraes.

    Nesta quarta, ele já negou que Valdemar encontrasse o ex-presidente, sob a justificativa de que Bolsonaro está proibido de manter contato com demais réus e investigados do caso da trama golpista.

    A proibição já aconteceu no passado, quando o dirigente era investigado também. Eles ficaram nessa situação por um ano, enquanto a Polícia Federal apurava a tentativa de golpe de Estado.

    O presidente do PL chegou a ser indiciado no inquérito, mas acabou não sendo incluído na denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República).

    Na época, bolsonaristas já apontavam a dificuldade de articulação e a proliferação de ruídos na sigla que a situação causava. Para eles, isso atrapalhou nas eleições municipais, como em Curitiba, onde o ex-presidente foi na contramão do partido.

    Bolsonaro também se queixou em entrevistas do presidente do partido e chegou ameaçar deixar a legenda -algo que aliados atribuíram à falta de conversas entre os dois.

    Agora, com o ex-presidente em prisão domiciliar e impedido de falar com as pessoas, esse diálogo tende a ficar ainda mais prejudicado, porque muitas decisões têm de passar pelos dois.

    Além de se ocupar dessas conversas e articulações pelo cargo que ocupa, Valdemar tem intensificado viagens pelo país, algo que ficava mais a cargo de Bolsonaro.

    Em casa e preocupado com uma possível ida para um presídio quando terminar a fase de recursos no STF, o ex-presidente não tem sido muito atuante nas articulações para 2026, de acordo com interlocutores. Ainda cabe a ele a definição, sobretudo, de nomes para o Senado. E, para aliados, isso ficará ainda mais difícil se Moraes mantiver proibição de Valdemar visitá-lo.

    Nas redes sociais, parlamentares saíram em defesa do presidente do PL. “[A investigação] É apenas uma desculpa para alcançar seu objetivo de cassar o registro do PL. Mais um gol de mão que o VAR da 1ª turma do STF vai validar, pelo bem da democracia, claro”, disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

    “Que isso sirva de alerta a outros partidos, incluindo PP, União Brasil, Republicanos, PSD e até o PT. Se o vento na biruta do biruta mudar, ele vai pra cima de qualquer um, sem nenhuma cerimônia. Basta ousar contrariar seus interesses”, completou.

    Já o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse reafirmar seu “total apoio ao presidente Valdemar Costa Neto, que atuou dentro da legalidade e com respeito às instituições brasileiras”.

    “Questionar as urnas buscando o aprimoramento do processo eleitoral se tornou crime”, afirmou o deputado Carlos Jordy (PL-RJ).

    POR QUE O INQUÉRITO FOI REABERTO

    A reabertura do inquérito foi definida pela maioria dos ministros da Primeira Turma do STF, derrotada a posição defendida pelo ministro Luiz Fux.

    A sugestão foi dada por Moraes ao votar pela condenação de Carlos Cesar Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, contratado pelo PL em 2022 para produzir relatório contra as urnas eletrônicas.

    A Primeira Turma condenou Rocha a sete anos e seis meses de pena pelos crimes de organização criminosa e tentativa de abolição do Estado democrático de Direito. Ele é acusado de produzir um relatório que criava falsas suspeitas de fraudes em parte das urnas utilizadas nas eleições de 2022.

    Com base nesse relatório, o PL entrou com uma representação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a anulação dos votos de quase metade das urnas. A ação foi rejeitada na Justiça Eleitoral, e o partido foi condenado a pagar multa de quase R$ 23 milhões por litigância de má-fé.

    Além da decisão sobre Valdemar, o STF também publicou nesta quarta-feira (22) o acórdão com a decisão que condenou o ex-presidente e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado, ampliando a pressão sobre o bolsonarismo.

    Com a publicação, que formaliza o resultado do julgamento, passam a contar os prazos para que as defesas possam recorrer. Um eventual cumprimento de pena em regime fechado pode se dar depois do esgotamento desses recursos -algo que ministros da corte preveem ocorrer ainda em 2025.

    Bolsonaristas temem que investigação sobre Valdemar atrapalhe articulações de 2026

  • Intérprete de Dona Florinda vem ao Brasil com espetáculo sobre relação com criador de 'Chaves'

    Intérprete de Dona Florinda vem ao Brasil com espetáculo sobre relação com criador de 'Chaves'

    Florinda Meza promete noite de confissões, lembranças e emoção ao revisitar a vida ao lado de Roberto Gómez Bolaños; apresentação única será realizada em São Paulo, após nova polêmica com série da HBO Max

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A eterna Dona Florinda está prestes a subir aos palcos brasileiros -desta vez, para contar sua própria história. A atriz Florinda Meza anunciou que virá ao Brasil para uma apresentação especial intitulada “Florinda Meza – Entre Risos e Verdades”, em que promete compartilhar lembranças, reflexões e memórias do relacionamento que viveu com Roberto Gómez Bolaños, criador dos personagens Chaves e Chapolin.

    O espetáculo, que acontecerá no Teatro Sheraton WT, em São Paulo, foi divulgado pela própria atriz nas redes sociais. Na publicação, Florinda descreve o encontro como uma oportunidade de revelar o lado humano e íntimo por trás dos bastidores do sucesso que marcou gerações.

    “Há histórias que o mundo conhece Mas só quem as viveu sabe a verdade por trás dos risos e das câmeras”, escreveu. “Será uma noite única, onde compartilho o amor, as memórias e as lições de vida que vivi ao lado do meu eterno Chespirito.”

    A atriz de 75 anos também promete revisitar momentos marcantes de sua trajetória artística, além de abordar os desafios pessoais enfrentados ao longo da relação. No início do romance, Florinda foi apontada pela imprensa mexicana como amante de Bolaños, que à época era casado com Graciela Fernández, mãe de seus seis filhos -tema que deve ganhar espaço na apresentação.

    A vinda de Florinda ao país ocorre em meio a uma nova polêmica envolvendo a série “Chespirito: Sem Querer Querendo”, produção da HBO Max que dramatiza a vida de Roberto Gómez Bolaños. A atriz criticou abertamente a forma como o relacionamento do casal foi retratado.

    “É um melodrama de ficção que busca o escândalo para vender”, escreveu em julho, em um desabafo publicado em seu Instagram.

    Intérprete de Dona Florinda vem ao Brasil com espetáculo sobre relação com criador de 'Chaves'

  • Trump diz que EUA vão realizar ação terrestre na Venezuela em breve

    Trump diz que EUA vão realizar ação terrestre na Venezuela em breve

    Presidente americano aumenta pressão sobre Caracas, que diz que agressões americanas não vão prosperar; mais cedo, republicano desmentiu relatos de bombardeios dos EUA se aproximando do espaço aéreo venezuelano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (23) que haverá “operações terrestres” americanas contra a Venezuela “muito em breve”, segundo a agência de notícias Reuters, aumentando a pressão sobre o ditador Nicolás Maduro em meio a ataques a embarcações nas águas da América do Sul que já mataram pelo menos 37 pessoas.

    Em conversa com a imprensa, Trump disse que os EUA estão “muito instatisfeitos” com a Venezuela. Setores importantes do governo americano liderados pelo secretário de Estado, Marco Rubio, defendem que Washington use a força para derrubar o regime de Maduro -a CIA recebeu autorização de Trump para realizar operações secretas em solo venezuelano com esse fim.

    Em paralelo, a Casa Branca busca justificar ao Congresso os ataques contra embarcações, que acusa de levarem drogas a território americano, embora não tenha apresentado provas. O direito internacional só permite ataques do tipo, quando não há ameaça iminente, em situações de guerra declarada, o que não é o caso.

    “Não precisamos fazer uma declaração de guerra”, disse Trump nesta quinta. “Nós simplesmente vamos matar quem tentar trazer drogas ao nisso país. Matar, assim.”

    Trump diz que EUA vão realizar ação terrestre na Venezuela em breve