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  • Champions League começa com ingleses gastões favoritos

    Champions League começa com ingleses gastões favoritos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em seu segundo ano sob novo formato, a Champions League entra nesta terça-feira (16) na fase de liga, com 288 partidas ao longo dos próximos cinco meses, entre 36 equipes. A primeira rodada já reúne alguns confrontos entre grandes clubes do Velho Continente.

    Na quarta-feira (17), o atual campeão alemão, Bayern de Munique, enfrenta o Chelsea, campeão do mundo, na Allianz Arena, em reedição da final de 2012, quando o time inglês chegou ao primeiro título.

    Na quinta (18), é a vez de o Manchester City, de Pep Guardiola e Haaland, receber o Napoli, atual campeão italiano, em partida que vai marcar o reencontro do meia Kevin de Bruyne com a torcida dos citizens, no Etihad Stadium.

    Atual campeão, o PSG (Paris Saint-Germain) recebe a Atalanta no Parque dos Príncipes, na terça-feira (16).

    Apesar da campanha irretocável da edição passada, encerrada com a goleada por 5 a 0 sobre a Inter de Milão, o time parisiense não é o favorito para voltar a levantar a taça, ao menos segundo as projeções do supercomputador da empresa de estatísticas esportivas Opta Analyst.

    Campeão e vice da Premier League, o Liverpool, que faz sua estreia contra o Atlético de Madrid, e o Arsenal, que mede forças com o Athletic Bilbao, são apontados como os favoritos para ficar com a orelhuda.

    Com alguns bilhões de reais em gastos com reforços para a temporada, os times de Liverpool e de Londres aparecem como os campeões da edição 2025/26 da Champions em 20,4% e 16% das 10 mil simulações do supercomputador, respectivamente.

    Responsável por eliminar a dupla da disputa na temporada passada, o PSG vem logo atrás, com 12,1% de probabilidade de sagrar-se bicampeão. Ele é seguido por Manchester City e Barcelona, com 8,4% cada, e pelo Chelsea, com 7%.

    No novo formato da Champions, as 36 equipes classificadas à fase de liga -29 diretamente pelas campanhas nas ligas nacionais e 7 via classificatório preliminar- enfrentam oito equipes cada, em partidas de ida e volta.

    Os confrontos são definidos via sorteio, com os times divididos em quatro potes, de acordo com critérios técnicos. Cada equipe enfrenta duas de cada um dos potes. Times do mesmo país não podem se enfrentar nessa fase, e uma equipe só pode jogar contra duas de um mesmo país.

    As oito melhores classificadas ao fim da fase de liga -com término previsto para 28 de janeiro- avançam às oitavas de final.

    Aquelas que ficarem entre a 9ª e 24ª posição na tabela disputam um playoff pelas oito vagas restantes, entre 17 e 24 de fevereiro.

    As oitavas de final estão programadas para acontecer entre 10 e 17 de março, com as quartas de final de 7 a 14 de abril. As semifinais acontecem de 28 de abril a 5 de maio.

    A final está marcada para 30 de maio, em jogo único, na Puskás Aréna, em Budapeste, na Hungria. O país do leste europeu receberá a final da Champions pela primeira vez.

    Na TV aberta, o SBT transmite as partidas, e na TV fechada, TNT e Space. A plataforma de streaming HBO Max também fará a transmissão.

    Na fase de liga, o PSG enfrenta em casa Atalanta, Bayern de Munique, Tottenham e Newcastle, e visita Barcelona, Bayer Leverkusen, Sporting e Athletic Bilbao.

    O time sob o comando de Luis Enrique manteve boa parte do elenco que conquistou a tríplice coroa na temporada passada -Champions League, Campeonato Francês e Supercopa da França.

    A principal mudança foi no gol. Com o contrato perto do fim e fora dos planos do treinador, Gianluigi Donnarumma seguiu para o Manchester City, com o PSG trazendo para o seu lugar o francês Lucas Chevalier, tirado do Lille por 40 milhões de euros (R$ 251,5 milhões).

    Para a partida contra a Atalanta, o time ainda não deverá poder contar com a dupla de ataque formada por Ousmane Dembélé e Désiré Doué, lesionada durante partida da França contra a Ucrânia pelas Eliminatórias europeias para a Copa do Mundo, no início do mês.

    Mesmo sem a dupla responsável por um terço dos gols (51 de 168) na temporada passada, o time não deve ter dificuldade para superar os italianos dentro de casa. Os prognósticos da Opta apontam que o PSG sai vencedor em 62,1% das simulações.

    Principal ameaça ao bicampeonato dos franceses, o Liverpool e o Arsenal não pouparam na contratação de reforços.

    Em uma temporada em que os clubes ingleses bateram o recorde de investimentos na janela de transferências, com gastos da ordem de R$ 22 bilhões, os times de Liverpool e de Londres foram o primeiro e o terceiro na lista dos mais gastadores, com R$ 3 bilhões e R$ 1,9 bilhão, respectivamente. O Chelsea foi o segundo, com R$ 2 bilhões.

    Com a meta de voltar a reinar na Europa após o último título da Champions na temporada 2018/19, o atual campeão inglês sacudiu o mercado ao anunciar as três contratações mais caras da janela: o centroavante sueco Alexander Isak, trazido do Newcastle por R$ 911,5 milhões; o meia alemão Florian Wirtz, contratado do Leverkusen por R$ 786 milhões; e o atacante francês Hugo Ekitiké, que chegou do Eintracht Frankfurt por R$ 597 milhões.

    Em Anfield, o Liverpool receberá Real Madrid, Atlético de Madrid, PSV e Quarabag, e irá jogar como visitante contra Inter de Milão, Eintracht Frankfurt, Olympique de Marselha e Galatasaray.

    Vice da Champions na temporada 2005/06 e há mais de duas décadas sem erguer o troféu da Premier League –a última vez foi na temporada 2003/04–, vindo de três vices seguidos, o Arsenal gastou 260 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) em apenas quatro reforços para tentar sair da fila: o volante espanhol Martín Zubimendi (R$ 440 milhões), que estava no Real Sociedad; o meia inglês Eberechi Eze (R$ 435,7 milhões), vindo do Crystal Palace; o centroavante sueco Viktor Gyökeres (R$ 413,7 milhões), do Sporting; e o ponta direita inglês Noni Madueke (R$ 352 milhões), do Chelsea.

    Jogando no Emirates Stadium, em Londres, o time do técnico Mikel Arteta receberá Bayern de Munique, Atlético de Madrid, Olympiacos e Kairat, e visitará Inter de Milão, Club Brugge, Slavia Praga e Athletic Bilbao.

    Confrontos da primeira rodada da fase de liga da Champions League 2025/26

    Terça-feira (16)
    Athletic Club x Arsenal, às 13h45*
    PSV x Union Saint-Gilloise, às 13h45
    Juventus x Borussia Dortmund, às 16h
    Real Madrid x Olympique de Marseille, às 16h
    Benfica x Qarabag, às 16h
    Tottenham x Villarreal, às 16h

    Quarta-feira (17)
    Olympiacos x Pafos, às 13h45
    Slavia Praga x Bodø/Glimt, às 13h45
    Ajax x Inter de Milão, às 16h
    Bayern de Munique x Chelsea, às 16h
    Liverpool x Atlético de Madrid, às 16h
    Paris Saint-Germain x Atalanta, às 16h

    Quinta-feira (18)
    Club Brugge x Monaco, às 13h45
    Copenhagen x Bayern Leverkusen, às 13h45
    Eintracht Frankfurt x Galatasaray, às 16h
    Manchester City x Napoli, às 16h
    Newcastle x Barcelona, às 16h
    Sporting x Kairat, às 16h
    *horário de Brasília

    Champions League começa com ingleses gastões favoritos

  • Gilmar Mendes cita 'incoerências' e 'contradição' em voto de Fux no julgamento de Bolsonaro

    Gilmar Mendes cita 'incoerências' e 'contradição' em voto de Fux no julgamento de Bolsonaro

    Gilmar classificou a possibilidade de sanções aos ministros da Corte e o uso da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras como um “neocolonialismo tecnológico”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ministro Gilmar Mendes, decano do STF (Supremo Tribunal Federal), criticou o voto do colega Luiz Fux durante o julgamento da trama golpista e disse que, caso estivesse na Primeira Turma, encarregada do processo, condenaria Jair Bolsonaro (PL) e os demais acusados “de maneira inequívoca”.

    “Acho que, com todas as vênias, como vocês costumam dizer, o voto do ministro Fux está prenhe [cheio] de incoerências. Porque, a meu ver, se não houve golpe, não deveria ter havido condenação. Condenar o [tenente-coronel Mauro] Cid e o [general Walter] Braga Netto e deixar todos os demais de fora parece uma contradição nos próprios termos.”

    Gilmar falou sobre o caso com jornalistas após a inauguração de uma sede do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa) em São Paulo, entidade da qual é sócio.

    O ministro afirmou, contudo, que divergências em julgamentos são normais e que o voto de Fux não deve servir para fortalecer um projeto de anistia, que ele já classifica como inconstitucional. Disse também que o Brasil, com o julgamento, deu um exemplo ao mundo de como punir ataques à democracia.

    “Teve uma divergência, mas é absolutamente normal nesse contexto. Os votos mostraram a coerência do julgamento e acho que o Brasil, num momento bastante delicado da vida internacional, da vida mundial e também da nossa vida local, deu um belo exemplo para o mundo de que tentativas de golpe, de atentados contra a democracia precisam ser punidas.”

    Fux se manifestou por mais de 12 horas na última quarta-feira (10). Seu voto divergiu dos demais colegas e optou pela condenação apenas de Cid e Braga Netto, com a absolvição dos demais acusados.

    Gilmar e o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, compareceram no dia seguinte, o que foi interpretado como uma tentativa de passar a mensagem de que o Supremo estava unido no caso.

    “Eu acho que nós estamos unidos e precisamos nos manter unidos diante desses desafios que se colocam. Nesses 40 anos de democracia, nós não passamos por nenhum momento tão grave de ataque às instituições como vivemos durante o governo Bolsonaro, nesses dias finais do governo Bolsonaro e início do governo Lula. De modo que é preciso que uma instituição forte como o Supremo mostre a sua união e a sua fortaleza”, disse.

    Questionado por jornalistas, o ministro voltou a criticar as declarações dadas pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que, na manifestação bolsonarista de 7 de Setembro, na avenida Paulista, criticou a “tirania” do ministro Alexandre de Moraes.

    “Todos sabem que não há tirania nem ditadura no Brasil. Certamente havia uma proposta de ditadura que nós logramos desmantelar. Isso é que precisa ficar anotado. Ninguém assume uma posição tirânica no Supremo Tribunal Federal. Os próprios advogados que estiveram na tribuna, advogados de figuras importantes, como o presidente Bolsonaro ou Braga Netto, reconheceram que havia uma situação golpista”, disse Gilmar.

    “Portanto, ninguém está negando que houve uma tentativa de golpe. Pediram atenuação de penas, mas reconheceram a gravidade da situação e defenderam o Supremo Tribunal Federal dos ataques perpetrados pelos seus próprios defendidos”, complementou o ministro.

    Gilmar classificou a possibilidade de sanções aos ministros da Corte e o uso da Lei Magnitsky contra autoridades brasileiras como um “neocolonialismo tecnológico”.

    “A rigor, a gente está vivendo, até com essa aplicação da Lei Magnitsky e outras situações similares, talvez um ressurgimento de outro tipo de colonialismo: um neocolonialismo tecnológico ou digital. E o país precisa se preocupar com isso. Nós precisamos nos preocupar com isso, sermos mais independentes”, afirmou.

    O ministro, contudo, disse que “não faz nenhum sentido” medidas como as sanções.

    “Seria absurdo que o governo brasileiro colocasse na sua pauta de reivindicações de uma negociação a liberação lá do ‘Epstein Files’ [arquivos do caso Jeffrey Epstein, que envolve uma rede de pedofilia relacionada a milionários e autoridades dos EUA e constrange o presidente Donald Trump], nos Estados Unidos. Isso não tem nada a ver com política comercial. Da mesma forma, é absurdo pedir ao Brasil que libere alguém que está respondendo a um processo regular para fazer qualquer negociação comercial”, disse.

    “Acho que a democracia brasileira sai mais forte desse resultado. As sanções não afetam a vida institucional do país e nós vamos seguir aplicando as leis brasileiras”, afirmou Gilmar.

    Gilmar Mendes cita 'incoerências' e 'contradição' em voto de Fux no julgamento de Bolsonaro

  • Com Paola Carosella à frente, Fabão é o jurado 'gente como a gente' de 'Infiltrado na Cozinha'

    Com Paola Carosella à frente, Fabão é o jurado 'gente como a gente' de 'Infiltrado na Cozinha'

    Novo reality do GNT propõe o desafio de identificar quem sabe cozinhar de verdade e quem está fingindo; missão do influenciador é avaliar receitas com espontaneidade, sem medo de falar o que pensa

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Quem será o impostor? É com essa premissa que o Infiltrado na Cozinha estreia no próximo dia 24, no GNT, sob o comando de Paola Carosella, 52. Em cada episódio do novo reality de culinária, três pessoas participam do programa, mas uma delas não tem experiência alguma com as panelas. Sua missão é enganar os jurados -e, por tabela, o público.

    Um dos responsáveis por descobrir o farsante é o influenciador Fábio Cruz, mais conhecido como Fabão, 33. No seu segundo programa como coapresentador (o primeiro foi o Beija Sapo, da MTV), Fabão diz que mesmo sem saber sobre a participação de Paola, de quem já era amigo há quatro anos, aceitou o convite que chegou por e-mail. “Disse sim na hora. Senti que estava pronto para esse passo na minha carreira, que vinha caminhando da internet para a TV”, explica.

    Para ele, o programa se diferencia por colocar o telespectador na posição de jurado, com ele e Luana Zuccolotto avaliando pratos sem a experiência profissional. “Não estou ali como chef, mas como alguém que representa o público. Às vezes, a gente come um prato elaborado e aí pensa: se tivesse um orégano aqui, ficaria melhor“, diz. “É o gosto pessoal que faz a diferença, e também traz humor ao programa”, comenta.

    Apesar de se virar bem na cozinha desde os tempos em que morava com a mãe no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio, ele confessa que evita alguns alimentos, como miúdos ou jiló, mas se permite experimentar sempre. “Em um dos episódios (foram gravados 12), eu comi mocotó. Estava uma delícia e repeti duas vezes”.

    Com formação em publicidade e passagem pelo mercado de influenciadores, ele revela que foi a própria trajetória na internet que o preparou para a televisão. “Aprendi a lidar com oportunidades, estudar, entender os tempos da TV e o humor televisivo, que é diferente do humor rápido da internet. Cada oportunidade que surgiu eu abracei e transformei em aprendizado”, afirma Fabão.

    O humor é, para ele, uma ferramenta de sobrevivência e também uma forma de conectar pessoas. “Eu sempre usei o humor comigo mesmo para lidar com dificuldades, mas acredito que ele deve agregar. Quando alguém não ri, é hora de recalcular a rota.”

    Atualmente, Fabão se dedica à televisão e à escrita, explorando esquetes e crônicas, e se diz aberto a novas oportunidades. “Quero aprender mais, continuar estudando e escrevendo, porque amo escrever e amo aprender. Quero me dedicar cada vez mais à TV, que me acolheu de uma forma muito especial. É curioso pensar nisso: era um lugar onde eu sempre quis estar e que agora me recebeu tão bem”.

    Com Paola Carosella à frente, Fabão é o jurado 'gente como a gente' de 'Infiltrado na Cozinha'

  • Veja como atualizar o iPhone com o iOS 26, e os modelos que não são compatíveis

    Veja como atualizar o iPhone com o iOS 26, e os modelos que não são compatíveis

    Veja a lista dos aparelhos que não vão receber a atualização do iOS 26 e quais são comaptíveis!

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Apple lançou seu novo sistema operacional -o iOS 26-, nesta segunda-feira (15), para os usuários de iPhone. A novidade está disponível para todos os modelos lançados nos últimos seis anos (do iPhone 11 em diante).

    O lançamento foi acompanhado por outras novidades anunciadas na última semana, como os celulares iPhone 17 e iPhone Air, os fones AirPods Pro 3 e os relógios Apple Watch SE, Series 11 e Ultra 3. Os novos celulares vêm com iOS 26 instalado de fábrica.

    Com o iOS 26, os usuários poderão gerenciar ligações desconhecidas. A “Filtragem de Ligações” atenderá automaticamente chamadas de números desconhecidos sem interromper o usuário. Após a pessoa se identificar e dizer o motivo da ligação, o telefone tocará e será possível decidir se a ligação vai ser atendida ou não.

    QUAIS APARELHOS NÃO RECEBERÃO A ATUALIZAÇÃO?

    Não receberão o iOS26 aparelhos lançados antes do iPhone 11. Entre eles estão:
    – iPhone XS e iPhone XS Max
    – iPhone XR
    – iPhone X
    – iPhone 8, iPhone 8 Plus
    – iPhone 7, iPhone 7 Plus
    – iPhone SE (1ª geração)
    – iPhone 6s, iPhone 6s Plus
    – iPhone 6, iPhone 6 Plus
    – iPhone 5s
    – iPhone 5c
    – iPhone 5

    QUAIS SÃO OS APARELHOS COMPATÍVEIS COM O IOS26?

    – iPhone 17, iPhone 17 Pro, iPhone 17 Pro Max
    – iPhone Air
    – iPhone 16e, iPhone 16, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max
    – iPhone 15, iPhone 15 Plus, iPhone 15 Pro, iPhone 15 Pro Max
    – iPhone 14, iPhone 14 Plus, iPhone 14 Pro, iPhone 14 Pro Max
    – iPhone 13, iPhone 13 mini, iPhone 13 Pro, iPhone 13 Pro Max
    – iPhone 12, iPhone 12 mini, iPhone 12 Pro, iPhone 12 Pro Max
    – iPhone 11, iPhone 11 Pro, iPhone 11 Pro Max
    – iPhone SE (2ª geração e posterior)

    Outra novidade do sistema, que foi anunciado em junho, é design chamado Liquid Glass, que apresenta uma interface translúcida inspirada em vidro.

    O novo design será aplicado à tela bloqueada, à tela de início, à central de controle e aos aplicativos. Na tela de bloqueio, o relógio agora se adapta à foto de fundo e às notificações, preservando o destaque para a pessoa ou objeto principal.

    Segundo a Apple, ao mover o iPhone, um novo efeito 3D irá alterar a perspectiva da imagem. Além disso, os usuários poderão personalizar os ícones dos aplicativos com diferentes opções: modo claro ou escuro, ícones coloridos ou transparentes.

    No período de apresentação do novo sistema, os executivos disseram que, ao tornar controles e menus transparentes, o usuário poderá se concentrar mais no conteúdo exibido.

    O novo sistema também conta com a Apple Intelligence, inteligência artificial com foco em tarefas diárias. Entre as novidades, está a tradução automática de textos enviados por meio do aplicativo “Mensagens”.

    Além disso, ela também exibe, no FaceTime, legendas traduzidas na hora e fala em voz alta as traduções de ligações feitas no aplicativo “Telefone”.

    No AirPods Pro 3, nova versão de fones de ouvido sem fio da marca, a principal novidade é a tradução simultânea, ou seja, o produto traduzirá a fala do interlocutor para o idioma desejado pelo ouvinte.

    A função poderá ser ativada por um toque simples nos próprios fones, segundo a empresa. O preço inicial é de R$ 2.699 no site brasileiro e de US$ 249 (R$ 1.353,24) no site americano. A pré-venda está aberta desde a última terça-feira (9), mas o produto só estará disponível nesta sexta-feira (19).

    Também como o novo sistema, o aplicativo “Mapas” passa a entender os trajetos percorridos com mais frequência pelo usuário e avisará quando houver atrasos no caminho.

    Para os fãs de jogos, os celulares também passarão a contar com um novo aplicativo chamado “Jogos”. Nele, será possível descobrir novidades e receber recomendações personalizadas.

    COMO BAIXAR O IOS26?

    1. Desbloqueie o aparelho e vá em “Ajustes”
    2. Clique em “Geral”
    3. Selecione “Atualização de Software”
    4. No final da página estará disponível a opção “Atualizar para o iOS 26”

    QUAL É O PREÇO DOS NOVOS APARELHOS DA APPLE?

    No Brasil, os preços do iPhone 17 padrão, Air, Pro e Pro Max começam, respectivamente, em R$ 7.999, R$ 10.499, R$ 11.499 e R$ 12.499.

    O modelo mais caro, com 2 TB de armazenamento, custa R$ 18.499 na loja oficial. A pré-venda começa nesta terça-feira (16), com entregas a partir do dia 19 de setembro.

    Os relógios Apple Watch SE, Series 11 e Ultra 3 saem, respectivamente, por R$ 3.299, R$ 5.499 e R$ 10.499, ainda sem data definida para o Brasil.

    Veja como atualizar o iPhone com o iOS 26, e os modelos que não são compatíveis

  • Vizinhos dizem que suspeito de matar Kirk é 'patriota' de 'ótima família'

    Vizinhos dizem que suspeito de matar Kirk é 'patriota' de 'ótima família'

    Tyler Robinson, de 22 anos, está preso desde a última quinta-feira (11), quando foi entregue à polícia pelo próprio pai, após imagens suas serem divulgadas pelo FBI

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Os vizinhos de Tyler Robinson – suspeito de matar o comentarista conservador Charlie Kirk, na última quarta-feira – viram a rotina da pacata cidade de Washington, no Estado de Utah (EUA), mudar desde o assassinato. Segundo alguns deles, os Robinsons são “patriotas” e “uma boa família”.

    Tyler Robinson, de 22 anos, está preso desde a última quinta-feira. Ele foi entregue à polícia pelo próprio pai, após imagens suas serem divulgadas pelo FBI.

    Rotina do bairro mudou após prisão. Helicópteros e viaturas de polícia fazem rondas, e policiais e repórteres circulam pelas ruas e batem de porta em porta, na tentativa de obter mais informações a respeito do assassinato que tomou o debate público nos EUA e no mundo.

    Segundo moradores, “bairro inteiro é muito próximo”. Em entrevista à BBC, vizinhos dos Robinson disseram que eles “são uma ótima família, cidadãos comuns. A avó de um dos entrevistados chegou a afirmar que eles são “pessoas muito patriotas”.

    “É uma boa família”, disse o governador de Utah, Spencer Cox, no sábado, à CNN. De acordo com o republicano, o suspeito “teve uma infância normal. Todas aquelas coisas que você esperaria que nunca levassem a algo assim. E, infelizmente, levaram”.

    Tyler especificamente “era um garoto bem quieto”, contou outra vizinha à BBC. Também segundo ela, os irmãos mais novos dele costumavam se envolver mais em atividades comunitárias e esportes.

    Nos últimos tempos, suspeito morava com Lance Twiggs, 22, com quem teria um relacionamento, segundo a imprensa local. Em depoimento, Twiggs mostrou à polícia posts de Robinson no Discord. Nas mensagens, o suspeito falava sobre a “necessidade de recuperar um rifle”.

    Vizinhos se mostraram chocados. “Durante todo esse tempo, eu nunca imaginei que estava morando ao lado de alguém capaz de fazer algo assim”, disse uma das pessoas entrevistadas à BBC. “Isso faz você se perguntar: quão próxima eu estou de alguém que poderia fazer algo assim?”

    RELEMBRE O CASO

    Charlie Kirk foi assassinado na quarta-feira, aos 31 anos. Ele foi baleado no pescoço durante um evento na Universidade Utah Valley, em Orem, no estado de Utah (EUA). O influenciador chegou a ser socorrido, mas morreu enquanto passava por uma cirurgia, segundo a CBS.

    Confirmação da morte foi feita pelo próprio presidente dos EUA, Donald Trump, na sua rede social. “O grande, e até mesmo lendário, Charlie Kirk está morto. Ninguém compreendia o coração da juventude dos Estados Unidos da América melhor do que Charlie. Ele era amado e admirado por TODOS, especialmente por mim”, escreveu.

    Antes da prisão de Tyler, dois suspeitos foram detidos e liberados após interrogatório. A informação foi confirmada pelo diretor do FBI, Kash Patel, em post no X. Eles foram considerados “pessoas de interesse”, mas não tiveram qualquer relação com o crime, segundo o FBI.

    Suspeito teria confessado assassinato ao pai, que é um veterano da polícia local, depois de ser reconhecido por ele em fotos divulgadas pelo FBI. O homem o manteve em custódia com a ajuda de um pastor até a chegada da polícia.

    Tyler Robson não confessou crime em depoimento. Porém, os vestígios de DNA encontrados na cena do assassinato coincidem com o DNA dele, declarou Patel nesta segunda-feira (15).

    Trump afirmou que “espera pena de morte” para o caso. “Eles têm pena de morte em Utah e há um ótimo governador lá. Ele é bem favorável à pena de morte neste caso”, afirmou o presidente.

    Polícia deve apresentar acusações formais contra Robinson nesta terça-feira (16). Na sequência, ele deve ser levado para sua primeira audiência em tribunal.

    Vizinhos dizem que suspeito de matar Kirk é 'patriota' de 'ótima família'

  • 'Heleninha me desafia': Paolla Oliveira comenta sobre 'Vale Tudo'

    'Heleninha me desafia': Paolla Oliveira comenta sobre 'Vale Tudo'

    A atriz falou da importância que a personagem da novela da TV Globo trouxe para sua vida: “Eu saio com a sensação de missão cumprida”, disse

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Paolla Oliveira comentou sobre a personagem Heleninha em “Vale Tudo”, Globo, durante sua passagem no último dia do The Town, que acontece no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

    A atriz falou da importância que a personagem trouxe para sua vida. “Eu fui atrás dessa personagem porque queria um desafio, e ela me trouxe isso em vários aspectos.”

    “Eu saio com a sensação de missão cumprida e de ter crescido artisticamente. Também foi um legado importante, porque trouxe temas sérios que eu levei para as minhas redes”, declarou Paolla Oliveira.

    Paolla também comentou sobre a repercussão da novela nas ruas e também no festival. “Recebo depoimentos todos os dias, na rua e por mensagens, e isso mostra que o trabalho alcançou muito mais do que eu imaginava.”

    “Acho que sinônimo de sucesso é todo mundo falando da novela. A galera aqui gritando o nome dos personagens foi muito legal. É gostoso quando as pessoas gostam, quando se envolvem e quando gera debate. Acho que entretenimento também tem essa função de levantar discussões.”

    Mais cedo, intérpretes das rivais Raquel e Heleninha, Taís Araújo e Paolla Oliveira curtiram juntas o show de João Gomes. Paolla Oliveira registrou o momento nos Stories de seu Instagram.

    No vídeo, as duas se abraçam ao se encontrarem. “Achei minha dupla”, escreveu Paolla.

    'Heleninha me desafia': Paolla Oliveira comenta sobre 'Vale Tudo'

  • ‘Na dúvida, a recomendação é retirar’, diz médico da CBF sobre Brazão

    ‘Na dúvida, a recomendação é retirar’, diz médico da CBF sobre Brazão

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A comissão médica da CBF vai analisar o atendimento feito ao goleiro Brazão, do Santos, para ver se houve alguma irregularidade no atendimento durante a partida contra o Atlético-MG, considerando o protocolo de concussão.

    A entidade já pediu os relatórios do médico Maurício Zenaide, que atuou na partida em Belo Horizonto, para entender se ele adotou procedimentos corretos depois do choque de cabeça de Brazão. A recomendação é: na dúvida, tire o jogador de campo.

    “Cabe ao médico do clube. Há a orientação nítida, o protocolo bem rígido, para fazer o diagnóstico de concussão. Em caso de dúvida, a recomendação é retirar. Agora, vai ser analisado todo o procedimento. Vamos analisar o atendimento da situação toda para ver como ocorreu: a primeira (permanência), a segunda (saída de ambulância) e o return to play (procedimento para voltar após cinco dias)”, disse Jorge Pagura, presidente da comissão médica da CBF, à reportagem.

    Se a CBF concluir que houve problemas no atendimento do Santos, pode direcioná-lo para uma requalificação sobre o tema concussão.

    O goleiro do Santos chegou a permanecer em campo imediatamente após a pancada na cabeça, mas depois ficou tonto e saiu de ambulância. Segundo a súmula, Brazão foi substituído por concussão, tanto que o Santos fez seis alterações.

    O pedido dos relatórios para análise do atendimento é comum na comissão médica.

    A ideia é checar a conduta no exame de reconhecimento rápido da concussão e também no questionário que é estipulado para verificar o nível de consciência do jogador.

    Segundo Rodrigo Zogaib, coordenador do núcleo de Saúde do Santos, Brazão estava consciente, orientado e respondeu as perguntas de forma correta. Agora, isso será apresentado à CBF.

    O goleiro ficou com um galo na cabeça e depois alertou o médico de que estava com tontura. Por isso, foi para o hospital.

    A CBF vai acompanhar o caso e só terá uma conclusão sobre a condução depois que Brazão voltar a jogar, porque vai checar também como será o trabalho para voltar a jogar. O goleiro obrigatoriamente ficará cinco dias fora de atividade, como prevê o protocolo de concussão.

    A comissão médica analisa os lances com vídeos da transmissão, com imagens do VAR e também pela plataforma Wyscout, que mapeia as lesões.
    A prerrogativa de definição da gravidade e da reação à lesão é do médico que faz o atendimento em campo, de cada clube.

    A CBF não é como a NFL, por exemplo, que tem um médico do jogo para retirar o jogador em caso de concussão. De todo modo, a comissão médica usa o “em dúvida, tira” como recomendação.

    O QUE É PARA FAZER NO CAMPO?

    Pelo protocolo da CBF, há alguns sinais claros de concussão, que demandam retirada imediata do jogo: perda de consciência, convulsão, jogador deitado no chão sem se mover, marcha instável com a cabeça baixa e olhar vago.

    É preciso ainda olhar sinais de alerta, como visão dupla, dor de cabeça intensa, olhar fixo para um ponto, vômitos, lesão facial visível.

    Depois, o médico faz o teste de memória: Qual o campeonato? Contra quem é o jogo? Em que cidade? Qual o placar? Qual o nome do técnico?

    Se houver respostas incoerentes, o jogador deve ser substituído.

    ‘Na dúvida, a recomendação é retirar’, diz médico da CBF sobre Brazão

  • Câmara dos Deputados autoriza novo concurso público com salários de até R$ 34 mil

    Câmara dos Deputados autoriza novo concurso público com salários de até R$ 34 mil

    As vagas serão destinas ao cargo de analista legislativo, que contava com salário inicial de RS 34.812,19 no último edital

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), autorizou, na última quinta-feira (11), a realização de um novo concurso público para a Casa.

    A decisão foi anunciada em uma cerimônia de apresentação de nova gestão e da agenda 2025-2027 e, depois, publicada no Diário da Câmara dos Deputados.

    As vagas serão destinas ao cargo de analista legislativo, que contava com salário inicial de RS 34.812,19 no último edital, nas especialidades de registro e redação, processo legislativo e gestão, comunicação social, documentação e informação legislativa, museólogo, engenheiro e médico.

    A seleção terá vagas também para o cargo de técnico legislativo, nas atribuições de policial legislativo federal e assistente legislativo e administrativo. No último concurso da Câmara, o salário inicial para o cargo era de R$ 26.196,30.

    A quantidade de vagas para provimento imediato e de cadastro de reserva será definida no edital do concurso.

    COMO ESTUDAR ANTES DA PUBLICAÇÃO DO EDITAL?

    Diego Fonte, professor do Gran Concursos, diz que, historicamente, a Câmara dos Deputados costuma tomar por base seus editais anteriores. “Por exemplo, o edital da polícia legislativa de 2014 é bem semelhante ao anterior de 2007, o de consultor legislativo de 2023 é quase uma cópia do último de 2014, entre outros editais que seguem essa lógica”, afirma o especialista.

    Ele não recomenda estudar com base nos editais mais recentes do Senado Federal.

    NO QUE PRECISO PRESTAR ATENÇÃO?

    Fonte diz que quem conseguir estabelecer um bom ritmo no período pré-edital estará alguns passos à frente, já que a maior parte dos candidatos só começa a estudar com a publicação do edital.

    “Quem for concorrer para o cargo de Policial Legislativo já deve começar desde já a se preparar para o TAF (Teste de Aptidão Física), etapa que costuma ser negligenciada por muitos inscritos que, infelizmente, por vezes são aprovados nas provas téoricas e acabam se lesionando durante os treinamentos e nem mesmo conseguem realizar a prova física”, afirma o professor.

    Ele também diz que será essencial uma preparação forte em língua portuguesa, que costuma ter uma grande quantidade de questões e maior peso nos concursos da Câmara. Além disso, também é recomendado uma preparação específica para a prova discursiva.

    Segundo o especialista, no último concurso para analista de técnica legislativa um elevado número de candidatos foi reprovado na prova discursiva, não sendo possível nem mesmo compor o cadastro de reserva esperado pelo órgão.

    QUAIS SÃO AS MELHORES ESTRATÉGIAS DE ESTUDO PARA O MOMENTO?

    Nesta etapa inicial, Diego Fonte diz que é ideal estabelecer ciclos de estudos com variadas disciplinas (não estudar apenas uma matéria por vez), alternar estudo teórico com a resolução de questões de concursos anteriores, utilizar técnicas acessórias (como flashcards) para memorizar conteúdos “decorebas”, além de realizar revisões periódicas.

    Ele afirma ainda que as revisões “ativas” são importantes, por meio da resolução de questões e da confecção de um cadernos dos erros para que o candidato entenda os pontos de maior dificuldade.

    Câmara dos Deputados autoriza novo concurso público com salários de até R$ 34 mil

  • Bolsonaro pede a Moraes para receber Valdemar, líderes e relator de anistia após condenação

    Bolsonaro pede a Moraes para receber Valdemar, líderes e relator de anistia após condenação

    A solicitação de Bolsonaro é feita uma semana após ele ser condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) pela tentativa frustrada de golpe de Estado em 2022 e receber pena de prisão de 27 anos e 3 meses

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao ministro Alexandre de Moraes nesta segunda-feira (15) autorização para receber seis políticos em sua prisão domiciliar nos próximos dias.

    A solicitação foi feita uma semana após Bolsonaro ser condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) pela tentativa frustrada de golpe de Estado em 2022. A sentença é de 27 anos e 3 meses de prisão.

    A lista inclui o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, os líderes do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e da oposição no Senado, Rogério Marinho (RN), e o deputado Rodrigo Valadares (União Brasil-SE), que relatou o projeto de lei da anistia na Comissão de Constituição e Justiça.

    O senador Wilder Morais (PL-GO) e o ex-ministro de Minas e Energia Adolfo Sachsida completam a lista de pedidos de visita enviada pela defesa do ex-presidente ao Supremo nesta segunda.

    Os advogados também comunicaram ao STF que Bolsonaro pretende continuar recebendo um grupo de oração às quartas-feiras em sua casa. O grupo é coordenado pela pastora Ezenete Rodrigues e conta com a participação de outras 15 pessoas.

    O deputado distrital Thiago Manzoni (PL), do Distrito Federal, está com o nome na lista para participar do grupo de oração.

    “Cumpre renovar os esclarecimentos de que esse grupo de oração já se reunia regularmente na residência do Peticionante antes mesmo da imposição das medidas cautelares. Assim, em atenção ao que já foi reconhecido por Vossa Excelência quanto à preservação da rotina familiar, informa-se que tais encontros continuarão a ocorrer semanalmente, às quartas-feiras, salvo determinação em sentido diverso”, diz o advogado Celso Vilardi na petição.

    Bolsonaro tem recebido visitas em sua casa desde que foi decretada sua prisão domiciliar, em 4 de agosto. Os visitantes precisam ter autorização do ministro Alexandre de Moraes. Os encontros ocorrem de segunda a sexta, um por dia, e é proibido o uso de celular.

    Moraes também determinou que todas as pessoas que entrarem e saírem da casa de Bolsonaro precisam passar por revista no carro, para evitar possível tentativa de fuga.

    Nos pedidos enviados nesta segunda, a defesa de Bolsonaro apresentou motivos que justificariam o encontro do ex-presidente com os políticos que pretendem visitá-lo.

    Para Rogério Marinho, por exemplo, a defesa diz que a visita seria importante para a “manutenção de tratativas institucionais contínuas com o Parlamentar, cujas atribuições no Congresso Nacional exigem diálogo direto com o Peticionante, inclusive para definição de estratégias e acompanhamento de pautas relevantes ao partido e à representação popular”.

    “A autorização ora pleiteada harmoniza-se com a preservação do controle judicial sobre a medida cautelar imposta, ao mesmo tempo em que assegura condições mínimas para o exercício da atuação política do Peticionante, ainda que em prisão domiciliar”, diz Vilardi.

    Os advogados de Bolsonaro dizem que a interlocução com Valdemar é “indispensável […] para coordenação de pautas institucionais e planejamento de ações políticas de alcance nacional”.

    Nos outros casos, a defesa afirma que o encontro deve ocorrer “em razão da necessidade de diálogo pessoal com o Peticionante”.

     

    Bolsonaro pede a Moraes para receber Valdemar, líderes e relator de anistia após condenação

  • Em contraponto a Trump, Lula focará Palestina, democracia e clima na ONU

    Em contraponto a Trump, Lula focará Palestina, democracia e clima na ONU

    Donald Trump é o principal aliado de Israel pela ofensiva na Faixa de Gaza, critica instituições internacionais e adota políticas para esvaziar o combate ao aquecimento global

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Em viagem aos Estados Unidos para participar da Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) focará agendas sobre a questão palestina, a defesa da democracia e dos organismos multilaterais e sobre mudança climática.

    Todas essas pautas são pontos de forte divergência com as posições do presidente dos EUA, Donald Trump. O líder americano é o principal aliado de Israel pela ofensiva na Faixa de Gaza, critica instituições internacionais e adota políticas para esvaziar o combate ao aquecimento global.

    Como de praxe, o Brasil fará fazer o discurso de abertura da Assembleia, no próximo dia 23. Logo em seguida, pela regra, é a vez do anfitrião, os EUA; ou seja, Trump fala imediatamente depois. No mesmo dia, está previsto um encontro bilateral entre Lula e o secretário-geral da ONU, António Guterres.

    Também está prevista a participação do presidente brasileiro na 2ª sessão da conferência de alto nível para tratar da questão Palestina e da defesa de uma solução de dois Estados com Israel.

    O petista será ainda copresidente -ao lado de Gabriel Boric, do Chile, e Pedro Sánchez, da Espanha- de um evento sobre a defesa da democracia e a luta contra o extremismo, que focará fortalecer o Estado de Direito e os organismos multilaterais.

    Ele também deve participar da abertura da Semana de Clima de Nova York e copresidirá a Cúpula Virtual sobre Ambição Climática, ao lado de Guterres.

    Outros temas de interesse do Brasil nos Estados Unidos, segundo o Itamaraty, serão a reforma da ONU e de seu Conselho de Segurança, a busca pela paz no mundo e o desenvolvimento sustentável.

    O Ministério das Relações Exteriores não divulgou quais agendas bilaterais Lula cumprirá com outros chefes de Estado.

    A relação entre Brasil e Estados Unidos entrou em crise após o Donald Trump impor tarifas unilaterais sobre produtos brasileiros e justificar seu ato em razão do inquérito contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por liderar a trama golpista.

    O presidente dos EUA também impôs sanções ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, relator do processo, além de outros políticos brasileiros e seus familiares, o que incluiu a perda do visto para entrar no país norte-americano.

    O Itamaraty afirmou que não sabe ainda qual o tamanho da delegação brasileira que vai aos EUA e disse que há representantes que ainda não receberam o documento de autorização, mas ponderou que mesmo nesses casos tudo transcorre, por enquanto, conforme o protocolo normal. Segundo o ministério, não são esperados problemas.

    Por causa de um tratado de 1947 que rege as obrigações dos EUA como país-sede da ONU, Washington é obrigado a conceder vistos para todas as delegações. O documento, que tem força de lei nos EUA por ter sido aprovado pelo Congresso americano, formaliza Nova York como cidade-sede das Nações Unidas, concede imunidade diplomática às instalações e pessoal da ONU, e proíbe Washington de impedir ou obstar a entrada de membros das delegações de cada país.

    Ainda assim, os EUA aplicam restrições a países inimigos com os quais não têm relações, como Irã, Venezuela e Coreia do Norte. Enviados dessas nações não são autorizados a se afastar mais de 40 quilômetros da ilha de Manhattan.

    “Existe uma obrigação claramente estabelecida que obriga os Estados Unidos a conceder esses vistos. Então, qualquer medida que não se conforme com o que está estabelecido no acordo, é uma violação legal”, disse o ministro Marcelo Viegas, diretor do departamento de organismos internacionais do Itamaraty.

    O Brasil participou na última sexta-feira (12) de uma reunião com uma série de nações, que teve como objetivo discutir a entrada de representantes palestinos nos EUA, e expressou preocupação com a possibilidade de não cumprimento desse compromisso.

    Na última sexta-feira (12), o Supremo determinou que Bolsonaro e mais oito cumpram prisão por terem articulado a trama golpista, no que foi a primeira condenação de militares e de um ex-presidente por tentar abolir o Estado brasileiro. Trump disse estar descontente com a decisão. “Acho que é algo terrível. Muito terrível. Acho que é muito ruim para o Brasil.”

    Em artigo publicado no jornal The New York Times, neste domingo (14), Lula disse estar orgulhoso do STF, falou em manter um diálogo “aberto e franco” com o presidente dos EUA, mas enfatizou que “a democracia e soberania do Brasil não estão na mesa de discussão”.

    Agenda climática

    Na agenda ambiental, Lula deve participar da abertura da Semana do Clima de Nova York e será copresidente do evento de alto nível pela ação climática, ao lado de Guterres.

    Espera-se que neste evento os países apresentem suas novas NDCs, as metas de descarbonização a que cada país se compromete perante a ONU. Esses documentos deveriam ter sido divulgados no início do ano, mas até agosto nem 30 países o tinham feito -o Brasil foi um dos primeiros.

    As NDCs são especialmente importantes neste ano, porque as Nações Unidas precisam delas para elaborar um relatório geral sobre metas climáticas, que será fundamental para as negociações da COP30, a conferência de clima da ONU que ocorrerá em Belém (PA), em novembro.

    Lula também deve participar de um evento sobre adaptação climática, que será focado em fortalecer esta pauta dentro do debate ambiental mundial. Também está prevista sua participação em um evento temático sobre florestas, na qual ele deve tentar mobilizar apoio para o TFFF, sigla em inglês para o Fundo Florestas para Sempre, idealizado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

    O TFFF é uma das principais apostas do país para tentar mobilizar recursos para preservação da Amazônia e outros biomas.

    Diferentemente de mecanismos tradicionais, este não funciona apenas à base de doações, mas se propõe a ser um fundo de investimento que dê retorno aos seus acionistas, de acordo com taxas praticadas pelo mercado.

    A expectativa do Brasil é tornar o fundo operacional até a COP, mas para isso precisa conseguir levantar pelo menos US$ 25 bilhões (R$ 132,8 bilhões).

    Em contraponto a Trump, Lula focará Palestina, democracia e clima na ONU