Blog

  • Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

    Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

    Segundo o portal Notícias da TV, o presidente da Globo, Paulo Marinho, entrou em contato por telefone com Cláudio Giordani, CEO da Band, na terça-feira (14), para um pedido formal de desculpas. A decisão foi tomada após forte repercussão negativa dentro da própria cúpula global, que ficou incomodada com o tom das piadas feitas no evento.

    A TV Globo pediu desculpas à Band após os comentários considerados depreciativos feitos durante o Upfront 2026, evento realizado na última segunda-feira (13), quando foram apresentadas as novidades da programação da emissora para o próximo ano.

    Segundo o portal Notícias da TV, o presidente da Globo, Paulo Marinho, entrou em contato por telefone com Cláudio Giordani, CEO da Band, na terça-feira (14), para um pedido formal de desculpas. A decisão foi tomada após forte repercussão negativa dentro da própria cúpula global, que ficou incomodada com o tom das piadas feitas no evento.

    Fontes próximas à direção da Globo afirmaram que a família Marinho mantém uma relação histórica de cordialidade com os Saad, proprietários da Band, e que o episódio foi considerado um deslize que não representa a postura da empresa.

    Em nota divulgada logo após as críticas, a Globo declarou que “comparar não significa desmerecer o trabalho de outros players e profissionais”, tentando minimizar o impacto das declarações.

    Entenda o caso
    Durante o Upfront, a Band e a HBO Max foram alvo de provocações por parte de representantes da Globo. O jornalista William Bonner, âncora do Jornal Nacional, ironizou o fato de a Fórmula 1 voltar à emissora em 2025, após anos sendo exibida pela Band.
    “No ano que vem, a Fórmula 1 está na Globo. E vocês sabem o que é Fórmula 1 ainda, né? Porque saiu da Globo… Fórmula 1 é um esporte interessante”, disse Bonner, em tom sarcástico.

    A chef Renata Vanzetto, ao lado de Ana Maria Braga, também fez comentários provocativos ao anunciar a nova temporada do reality culinário “Chef de Alto Nível”. “Para vocês terem uma noção, um episódio nosso deu mais audiência do que todas as temporadas do MasterChef juntas”, afirmou, em referência ao programa de sucesso da Band.

    As falas geraram reação negativa do público e de profissionais do setor, o que levou a Globo a agir rapidamente para tentar contornar a crise e preservar a boa relação entre as emissoras.

    Globo se desculpa com a Band após piada de William Bonner; entenda

  • Descriminalização do aborto: entenda o que está em discussão no STF e o que pode mudar

    Descriminalização do aborto: entenda o que está em discussão no STF e o que pode mudar

    “As mulheres são seres livres e iguais, dotadas de autonomia, com autodeterminação para fazerem suas escolhas existenciais”, escreveu o ministro em seu último dia no STF antes de se aposentar. A votação foi suspensa na sequência por um pedido de destaque do decano Gilmar Mendes.

    O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, 17, a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

    “As mulheres são seres livres e iguais, dotadas de autonomia, com autodeterminação para fazerem suas escolhas existenciais”, escreveu o ministro em seu último dia no STF antes de se aposentar. A votação foi suspensa na sequência por um pedido de destaque do decano Gilmar Mendes.

    Barroso usou a mesma estratégia de Rosa Weber, que deu o primeiro voto a favor da descriminalização às vésperas da aposentadoria, em setembro de 2023. Foi ela quem definiu o limite das 12 semanas. Barroso a acompanhou integralmente.

    Entenda o que está em discussão

    A votação se refere a uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 442 (ADPF 442) que foi protocolada ainda em 2017 pelo PSOL e pelo Instituto Anis. Em linhas gerais, a ação questiona se a mulher e quem realizou o procedimento de aborto devem responder na Justiça.

    Na prática, a ADPF 442 pede que o aborto seja permitido em quaisquer circunstâncias até a 12ª semana de gestação, mesmo modelo adotado na Alemanha.

    Como é a lei sobre o aborto atualmente?

    Atualmente, a legislação brasileira autoriza o aborto apenas nos casos em que não há outra forma de salvar a vida da gestante, se a gravidez for resultado de estupro ou se o feto for anencéfalo.

    No entanto, quem propôs a ação afirma que as razões jurídicas que criminalizaram o aborto em 1940 não se sustentam. Segundo a petição inicial, elas “violam os preceitos fundamentais da dignidade, da cidadania, da não discriminação, da inviolabilidade da vida, da liberdade, da igualdade, da proibição de tortura”, dentre outros.

    Na peça, as autoras citam ainda o alto número de abortos no País, com riscos sobretudo para as mulheres e adolescentes mais vulneráveis, como as negras e pobres.

    A descriminalização do aborto foi debatida?

    A discussão sobre a descriminalização do aborto foi objeto de audiência pública em 2018 convocada pela então ministra Rosa Weber. O objetivo era debater o tema com especialistas e representantes de entidades governamentais e da sociedade civil.

    Naquela audiência, a CNBB se posicionou contra a descriminalização por “razões de ética, moral e religiosa”. A entidade vê na liberação um “atentado contra a vida nascente”.

    A Pesquisa Nacional do Aborto, de 2021, feita por pesquisadores da UnB, apontou que uma em cada sete mulheres até 40 anos já realizou um aborto e os números mais altos estão “entre as entrevistadas com menor escolaridade, negras e indígenas e residentes em regiões mais pobres”.

    Dados de 2020 da Organização Mundial da Saúde apontam que cerca de 45% dos abortos feitos no mundo são inseguros e, dentre eles, 97% são feitos em países em desenvolvimento.

    O relatório “Tendências na mortalidade materna de 2000 a 2020”, feito por várias agências ligadas à ONU (OMS, Unicef, Fundo de População das Nações Unidas, Banco Mundial e Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas) coloca complicações por aborto inseguro como uma das principais causas de mortalidade materna – ao lado de pressão alta, sangramentos e infecções.

    O que é uma ADPF?

    A sigla significa ação de arguição de descumprimento de preceito fundamental. É um dos processos do controle de constitucionalidade – igual a ADI, ação de declaração de inconstitucionalidade, por exemplo – que serve para avaliar se uma lei anterior à Constituição está ou não de acordo com ela.

    Como foi o voto de Barroso?

    Como o Estadão mostrou, o ministro buscou enquadrar o tema a partir de uma perspectiva essencialmente jurídica, com destaque para os direitos da mulher sexuais e reprodutivos da mulher, mas registrou o respeito às doutrinas religiosas que se opõem ao procedimento.

    “Direitos fundamentais não podem depender da vontade das maiorias políticas. Ninguém duvide: se os homens engravidassem, aborto já não seria tratado como crime há muito tempo”, diz um trecho do voto.

    Barroso fez a ressalva de que não é a favor do aborto em si, mas sim contra a prisão de mulheres que se submetem ao procedimento. “É perfeitamente possível ser simultaneamente contra o aborto e contra a criminalização”, argumentou.

    O ministro também defendeu que o aborto seja tratado como uma questão de saúde pública, não de direito penal. E argumentou que a criminalização não diminui o número de ocorrências, o que na avaliação dele torna a norma ineficiente.

    Descriminalização do aborto: entenda o que está em discussão no STF e o que pode mudar

  • Vulcão Kilauea no Havai entra (de novo) em erupção. Veja as imagens

    Vulcão Kilauea no Havai entra (de novo) em erupção. Veja as imagens

    Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), a mais recente atividade vulcânica começou às 9h34 de sexta-feira no Havai (20h34 em Lisboa). Esta é a 35.ª vez que o Kilauea entra em erupção.

    O vulcão Kilauea, no Havaí, está novamente em erupção. Esta já é a 35ª vez que o vulcão entra em atividade desde dezembro de 2024, sendo considerado um dos mais ativos do mundo.

    Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), a erupção mais recente começou às 9h34 de sexta-feira no horário do Havaí (20h34 em Lisboa).

    “A erupção atual tem sido caracterizada por fontes de lava episódicas”, informou o serviço em seu site oficial. “Cada um dos episódios anteriores de fontes de lava teve duração que variou de algumas horas até uma semana, e foi acompanhado por uma forte deflação na região do cume”, acrescentou a entidade.

    Até o momento, o USGS destaca que não há atividade sísmica relevante e que os níveis de dióxido de enxofre no ar permanecem dentro dos limites seguros para os seres humanos.

    O último episódio de erupção do Kilauea havia ocorrido no dia 1º de outubro deste ano, com duração de cerca de seis horas. Na ocasião, duas fontes de lava saíram das aberturas norte e sul e chegaram a atingir três metros de altura.

    Pode acompanhar ao vivo a erupção aqui.

    Vulcão Kilauea no Havai entra (de novo) em erupção. Veja as imagens

  • Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

    Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

    Celebridades que se assumiram publicamente após os 40 anos

    Assumir-se como membro da comunidade LGBTQ+ pode ser uma jornada difícil para alguns, e se assumir publicamente quando se é uma celebridade pode ser ainda mais difícil. Para alguns desses astros e estrelas que se assumiram depois dos 40 anos de idade (ou muito perto disso), foi o medo de perder o emprego, os fãs ou a família que os impediu. Para outros, no entanto, foi simplesmente o medo de não encontrarem sua pessoa ou seu lugar na comunidade LGBTQ+ até um pouco mais tarde na vida.

    Seja qual for o motivo, esses rostos famosos mostraram que não há limite de idade para se assumir e agora estão abraçando suas novas identidades públicas com orgulho. Clique para descobrir quem são.

    Famosos LGBTQ+ que se assumiram mais tarde na vida

  • Irã anuncia que acordo de 2015 para restringir programa nuclear expirou

    Irã anuncia que acordo de 2015 para restringir programa nuclear expirou

    O Irã anunciou que já não est[a vinculado às restrições do seu programa nuclear definidas num acordo internacional concluído há 10 anos, que expira neste sábado (18), reiterando, no entanto, o seu compromisso com a diplomacia.

    Este acordo, assinado em 2015 pelo Irã, França, Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Rússia e China, tinha como objetivo regular as atividades nucleares da República Islâmica em troca do levantamento das sanções da ONU, que pesavam fortemente sobre a economia iraniana.

    A data de expiração foi fixada para 18 de outubro de 2025, exatamente 10 anos após o texto ter sido aprovado pela ONU por meio da resolução 2231.

    O acordo limitava o enriquecimento de urânio do Irã a 3,67% e previa a supervisão rigorosa das atividades nucleares pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o órgão de monitoramento nuclear da ONU.

    Apesar de negar, o Irã é frequentemente acusado pelo Ocidente e por Israel, seu inimigo declarado, de desenvolver secretamente armas nucleares.

    A partir de agora, “todas as disposições [do acordo], incluindo as restrições ao programa nuclear do Irã e os mecanismos relacionados, são consideradas encerradas”, declarou o Ministério das Relações Exteriores em comunicado divulgado sobre a expiração do pacto.

    O acordo já havia sofrido vários reveses. Em 2018, durante o primeiro mandato de Donald Trump, os Estados Unidos se retiraram do tratado e restabeleceram suas sanções contra o Irã.

    Em retaliação, o Irã foi gradualmente descumprindo certos compromissos estabelecidos no acordo.

    Segundo a AIEA, o Irã é o único país sem armas nucleares a enriquecer urânio em nível elevado (60%), muito próximo do limite técnico de 90%, necessário para fabricar uma bomba atômica.

    Teerã também suspendeu toda a cooperação com a AIEA em julho, após uma guerra de 12 dias desencadeada por Israel, que incluiu bombardeios contra instalações nucleares iranianas.

    Os Estados Unidos também realizaram ataques contra algumas instalações no Irã durante esse conflito e, em resposta, Teerã lançou mísseis e drones contra Israel.

    A guerra pôs fim a uma série de negociações indiretas entre Estados Unidos e Irã sobre o programa nuclear, que vinham acontecendo desde abril.

    Por iniciativa da França, Reino Unido e Alemanha, a ONU restabeleceu em setembro as sanções contra o Irã, que haviam sido suspensas por 10 anos.

    A expiração do acordo nuclear torna as sanções “nulas e sem efeito”, afirmou o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, em carta enviada hoje à ONU.

    Apesar de o Irã ter assinado, em setembro, no Cairo, um acordo com a AIEA para definir a retomada da cooperação, os três países europeus criticaram a falta de colaboração de Teerã com a agência nuclear da ONU e pediram a retomada das negociações com os Estados Unidos.

    “Os esforços do Irã para retomar as discussões [com a AIEA] que levaram ao acordo do Cairo também foram sabotados pelas ações irresponsáveis dos três países europeus”, acrescentou o Ministério das Relações Exteriores iraniano.

    Ainda assim, completou: “O Irã reafirma firmemente seu compromisso com a diplomacia”.

    O programa nuclear iraniano há muito envenena as relações entre Teerã e os países ocidentais.

    O Irã nega querer fabricar uma bomba atômica, mas insiste no direito de usar energia nuclear para fins civis, principalmente para gerar eletricidade.

    Irã anuncia que acordo de 2015 para restringir programa nuclear expirou

  • Meta adiciona controle parental para interações de adolescentes com IA

    Meta adiciona controle parental para interações de adolescentes com IA

    A Meta anunciou hoje que está adicionando controle parental para as interações entre crianças e os ‘chatbots’ de Inteligência Artificial (IA), incluindo a capacidade de desativar parcialmente os modelos de IA a partir do início do próximo ano.

    A empresa informou que a nova atualização não permite que os pais desativem totalmente o assistente de IA da Meta, que “continuará disponível para oferecer informações úteis e oportunidades educacionais, com proteções padrão adequadas à idade para ajudar a manter os adolescentes seguros”.

    Nesse sentido, os pais poderão desativar apenas alguns aspectos e funcionalidades específicas dos chatbots, além de poderem receber “informações” sobre o que os filhos estão conversando com as ferramentas — embora não tenham acesso completo ao histórico das conversas.

    As mudanças acontecem em um momento em que a gigante das redes sociais enfrenta críticas sobre os danos causados às crianças pelas plataformas digitais, enquanto os chatbots de IA também vêm sendo alvo de escrutínio devido às interações com menores de idade.

    Mais de 70% dos adolescentes já usaram modelos de IA e metade deles utiliza regularmente, de acordo com um estudo recente da Common Sense Media, uma organização sem fins lucrativos que pesquisa e defende o uso consciente da tecnologia.

    Na última terça-feira, a empresa também anunciou que reforçou a segurança das contas de adolescentes no Instagram, para filtrar ainda mais conteúdos relacionados a tendências virais consideradas potencialmente nocivas.

    A gigante da tecnologia afirmou que também vai ocultar “qualquer publicação que contenha linguagem grosseira e certos desafios considerados arriscados”, bem como conteúdos que possam incitar “comportamentos potencialmente prejudiciais”, segundo comunicado citado pela agência France Presse (AFP).

    Meta adiciona controle parental para interações de adolescentes com IA

  • Jorge Jesus arriscou falar inglês e o momento já se tornou viral; assista

    Jorge Jesus arriscou falar inglês e o momento já se tornou viral; assista

    O Al Nassr, de Cristiano Ronaldo, João Félix e Jorge Jesus, volta a jogar na Arábia Saudita na tarde deste sábado contra o Al-Fateh, comandado por José Gomes. Nesta sexta-feira, a equipe realizou mais um treino e o técnico português acabou sendo o centro das atenções.

    No momento em que subia ao gramado antes do início da atividade, Jorge Jesus se deparou com uma pequena gatinha e decidiu chamá-la para brincar. “Bichinha”, disse o treinador.

    Apesar de já ter admitido que não gosta de gatos, Jesus conversou com o animal em inglês. O vídeo do momento já se tornou viral. “I don’t like cats, I like dogs” (“Eu não gosto de gatos, gosto de cachorros”, em português), afirmou o técnico, arrancando muitas risadas.

    Confira o vídeo:

    Jorge Jesus arriscou falar inglês e o momento já se tornou viral; assista

  • Urso rouba encomenda de sacada: "Os ladrões vêm em todas as formas"

    Urso rouba encomenda de sacada: "Os ladrões vêm em todas as formas"

    Um urso-negro foi ‘flagrado’ roubando uma encomenda de uma sacada nos Estados Unidos, provavelmente pensando que estava levando comida – e não uma camiseta. “Os ladrões vêm em todas as formas, incluindo peludos e de quatro patas”, alertaram as autoridades locais.

    Conselho de amigo: se pedir comida por delivery, não deixe que ela fique muito tempo na porta. Um urso pode acabar roubando.

    A recomendação foi feita pelo Departamento de Pesca e Vida Selvagem de Washington, nos Estados Unidos, na descrição de um vídeo em que exatamente essa situação acontece.

    Nas imagens, um urso-negro, comum na região, é visto invadindo a varanda de uma casa. Na boca, ele carrega uma embalagem e sai calmamente da propriedade, pronto para apreciar o que imagina ser uma refeição.

    “Os ladrões vêm em todas as formas, inclusive peludos e de quatro patas”, brincou a autoridade na publicação no Facebook, explicando em seguida que, em praticamente toda a região de Washington, os ursos-negros são bastante comuns.

    “Ao se prepararem para a hibernação no outono e depois de acordarem na primavera, eles procuram fontes de alimento altamente calóricas e fáceis de encontrar”, acrescentou o departamento. “Infelizmente, para esse urso-negro perto de Ocean Shores, o pacote continha apenas uma blusa e não comida”, revelou.

    “Mas, se os ursos se acostumarem a encontrar alimentos calóricos em determinada área, eles vão voltar”, alertou ainda a entidade. “A melhor maneira de incentivá-los a seguir em frente e se concentrarem em fontes naturais de alimento é remover potenciais atrativos” — ou seja, não deixar comida do lado de fora de casa, evitando que um ladrão peludo apareça.

    Mas esses animais não se limitam a roubar comida nas varandas. Na quarta-feira, dia 15, na Califórnia, durante a noite, outro urso foi flagrado com o focinho dentro de um balde de lixo, que havia caído — provavelmente derrubado pelo próprio animal.

    No vídeo, o urso aparece poucos segundos depois com um saco branco na boca e segue em direção a uma área de árvores, onde provavelmente fez sua refeição com o lixo da vizinhança.

    Também nesse caso, as autoridades locais reforçaram que há muitos ursos na região e que é comum vê-los circulando. Mas alertaram os moradores a manter o lixo dentro de casa até a manhã da coleta, para evitar situações possivelmente perigosas.

    Urso rouba encomenda de sacada: "Os ladrões vêm em todas as formas"

  • Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"

    Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"

    Virginia Giuffre lançou um livro de memórias póstumas – ela morreu em abril – onde relata a época da sua vida em que trabalhou para Jeffrey Epstein e o dia em que conheceu o príncipe André, com que diz ter tido relações sexuais em três ocasiões diferentes.

    Virginia Giuffre, alegada vítima do príncipe Andrew, lançou um livro de memórias póstumo intitulado Nobody’s Girl (A Menina de Ninguém, em tradução livre), no qual acusa o filho da rainha Elizabeth II de ser “arrogante” e relata ter tido relações sexuais com ele em três ocasiões diferentes.

    Na quinta-feira, o jornal The Guardian publicou um trecho do livro, em que Giuffre recorda o encontro com o príncipe Andrew no dia 10 de março de 2001, na casa de Ghislaine Maxwell — parceira de Jeffrey Epstein, em Londres. Na época, ela tinha 17 anos.

    Segundo o relato, o dia começou quando foi acordada por Maxwell: “Seria um dia muito especial, disse ela. Assim como a Cinderela, eu conheceria meu príncipe encantado”.

    Mais tarde, quando o príncipe chegou, teria sido desafiado a adivinhar a idade de Virginia.

    “O duque de York, que tinha 41 anos, acertou: 17. ‘Minhas filhas são só um pouquinho mais novas que você’, disse ele, justificando sua precisão. Como de costume, Maxwell fez uma piada: ‘Acho que vamos ter que trocá-la em breve’”, escreveu Giuffre.

    Virginia contou ainda que, assim como Epstein, chamava o príncipe Andrew de “Andy” e que, naquela primeira noite, tirou uma foto com ele.

    “Minha mãe nunca me perdoaria se eu conhecesse alguém tão famoso quanto o príncipe Andrew e não tirasse uma foto”, disse. Ela acrescenta que pegou uma câmera descartável Kodak FunSaver no quarto, e foi Epstein quem fez o registro.

    “Lembro-me do príncipe colocando o braço em volta da minha cintura, enquanto Maxwell sorria ao nosso lado. Epstein tirou a foto”, relata.

    Depois, seguiram para um jantar e, em seguida, para a boate Tramp. Virginia descreve Andrew como um “dançarino desajeitado” e que “suava muito”.

    “No caminho de volta, Maxwell me disse: ‘Quando chegarmos em casa, você fará por ele o que fez por Jeffrey’.”

    E continua: “Ele foi muito amigável, mas ainda assim arrogante — como se acreditasse que fazer sexo comigo fosse um direito de nascença.”

    A terceira vez em que se envolveu sexualmente com Andrew teria sido em uma “orgia”, onde Jeffrey Epstein também estava presente, assim como oito garotas menores de 18 anos.

    “Não se deixem enganar por aqueles do círculo de Epstein que dizem não saber o que ele estava fazendo. Epstein não apenas não escondia o que acontecia, como também parecia sentir prazer em fazer as pessoas assistirem”, escreve.

    Virginia também revelou que começou a tomar calmantes para lidar com o trabalho, chegando a ingerir “oito comprimidos de Xanax por dia”.

    Após deixar de trabalhar para Jeffrey Epstein, mudou-se para a Austrália, onde viveu com o marido e os três filhos. No entanto, em abril de 2025, aos 41 anos, cometeu suicídio.

    Vale lembrar que o príncipe Andrew sempre negou conhecer Virginia — embora exista a famosa foto dos dois juntos, que ele afirma ser falsa.

    Príncipe Andrew renuncia a todos os seus títulos reais

    Nesta sexta-feira, o Daily Mail noticiou que o rei Charles III estaria considerando retirar o irmão da Ordem da Jarreteira.

    Cerca de uma hora depois, foi divulgado que o príncipe Andrew havia renunciado a todos os títulos reais que lhe foram atribuídos, incluindo o de duque de York.

    “Após conversa com o rei e com minha família, tanto imediata quanto ampliada, concluímos que as acusações constantes contra mim desviam a atenção do trabalho de Sua Majestade e da família real. Decidi, como sempre, priorizar meu dever para com minha família e meu país. Mantenho a decisão tomada há cinco anos de me afastar da vida pública”, disse em comunicado citado pela BBC.

    Ele acrescentou: “Com a concordância de Sua Majestade, sentimos que devo agora dar um novo passo. Portanto, não usarei mais meu título nem as honras que me foram conferidas. Como já disse anteriormente, nego veementemente as acusações contra mim.”

    Andrew já havia deixado de fazer parte do núcleo ativo da realeza britânica e anteriormente perdera o título de Sua Alteza Real.

    É importante lembrar que o príncipe Andrew enfrentou intenso escrutínio após se tornarem públicas suas ligações com Jeffrey Epstein.

    Em entrevista ao programa BBC Newsnight, o irmão do rei Charles III afirmou que rompeu os laços com Epstein depois de terem sido fotografados juntos em Nova York, em dezembro de 2010. No entanto, e-mails enviados meses depois indicaram que o contato teria continuado.

    Mulher que acusou príncipe André de estupro lança livro: "Arrogante"

  • "Acreditamos que Trump quer acabar com esta guerra", diz Zelensky

    "Acreditamos que Trump quer acabar com esta guerra", diz Zelensky

    Depois de ter estado reunido com o presidente dos Estados Unidos, Volodymyr Zelensky afirmou que houve “sinais positivos” e disse ainda confiar nos EUA, assim como acreditar que “o presidente Trump quer acabar” com a guerra na Ucrânia. Sobre os mísseis de longo alcance, disse não poder falar sobre o assunto.

    O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta sexta-feira que houve “sinais positivos” na reunião com Donald Trump, acrescentando que entende “o desafio existente de ambos os lados”.

    Em declarações a jornalistas, quando questionado se ainda confia no presidente Donald Trump, destacou: “Nós confiamos nos Estados Unidos e acreditamos que o presidente Trump quer acabar com esta guerra”.

    “É difícil. É uma solução difícil. É compreensível o motivo. Para nós, é essencial, para a nossa terra e para o nosso país, porque faz parte da nossa independência”, disse.

    Ele também fez referência ao acordo de paz alcançado no Oriente Médio, ressaltando que Trump “foi bem-sucedido” e que isso pode ser um bom sinal para resolver o conflito na Ucrânia.

    Zelensky acrescentou ainda que, após a reunião com Donald Trump, participou de uma chamada telefônica conjunta com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, com o presidente do Conselho Europeu, António Costa, além de outros líderes europeus.

    O presidente ucraniano destacou também que um dos “principais pontos” da reunião foi sobre as garantias de segurança que os Estados Unidos podem oferecer à Ucrânia.

    Já sobre os mísseis de longo alcance Tomahawk, Zelensky afirmou que não falaria a respeito com a imprensa: “Falamos sobre mísseis de longo alcance, é claro, [mas] não quero fazer declarações sobre isso”.

    Segundo ele, isso se deve ao fato de que os Estados Unidos não querem “uma escalada” na guerra.

    Vale lembrar que Donald Trump e Volodymyr Zelensky se reuniram na tarde desta sexta-feira para tratar da guerra na Ucrânia, tendo o norte-americano começado por elogiar seu homólogo ucraniano.

    Enquanto falava com jornalistas, Trump declarou que revelaria o conteúdo da conversa telefônica que teve na quinta-feira com o presidente russo, Vladimir Putin, acrescentando acreditar que o líder do Kremlin “quer acabar com a guerra” na Ucrânia.

    Embora Zelensky também queira encerrar o conflito, mostrou-se cauteloso em relação a essa possibilidade. Ainda assim, ressaltou que é preciso que todos se sentem, conversem e cheguem a um acordo de cessar-fogo.

    Trump e Putin se reúnem em duas semanas

    O presidente norte-americano, vale lembrar, vai se encontrar com o presidente russo dentro de duas semanas, em Budapeste, na Hungria. A reunião terá como objetivo “colocar fim à guerra inglória” entre Moscou e Kiev.

    A confirmação e os detalhes do encontro foram divulgados pelo próprio Trump, que explicou em sua rede social, a Truth Social, que a reunião foi “acertada” após sua conversa por telefone com Putin. Segundo ele, a ligação foi “muito produtiva”. Mais tarde, o Kremlin também confirmou que estava sendo organizada a cúpula entre os dois líderes.

    Antes da reunião entre Trump e Putin na Hungria, “haverá um encontro de conselheiros de alto nível” já na próxima semana, sendo que as reuniões iniciais dos Estados Unidos “serão lideradas pelo secretário de Estado Marco Rubio, juntamente com outras pessoas a serem designadas”. Rubio deverá se reunir, inclusive, com “seu colega Sergey Lavrov”, ministro das Relações Exteriores da Rússia.

    "Acreditamos que Trump quer acabar com esta guerra", diz Zelensky