Blog

  • Governo avalia cenário energético antes de decidir sobre horário de verão

    Governo avalia cenário energético antes de decidir sobre horário de verão

    Ministro Alexandre Silveira afirmou que o país vive um momento de segurança energética e que o governo está tecnicamente preparado para decidir sobre a medida. Silveira lembrou que o Brasil é um país que depende naturalmente de suas hidrelétricas

    SÃO PAULO, SP (AGÊNCIA BRASIL) – O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta terça-feira (14) que o governo federal está “completamente seguro” de que o país não precisará retomar o horário de verão neste ano.

    “O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico se reúne mensalmente para discutir a segurança energética nacional e a modicidade tarifária [princípio que garante cobrança de tarifas justas]. Chegamos à conclusão que, graças ao planejamento e ao índice pluvial dos últimos anos, estamos em condição de segurança energética completa e absoluta para este ano.”

    Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa “Bom Dia, Ministro”, Silveira lembrou que o Brasil é um país que depende naturalmente de suas hidrelétricas.

    “Elas nos dão segurança energética e dependem das nossas térmicas. Por isso, estamos implementando e vamos, na próxima semana, lançar o leilão das térmicas.”

    “O Brasil produz muita energia, em especial, com o advento das energias renováveis. São energias ainda intermitentes. Por isso, também estamos com uma expectativa muito grande de lançar, ainda este ano, nosso leilão de bateria. A gente vai literalmente armazenar vento. O vento vai ser armazenado através das baterias.”

    “Através da bateria, vamos ter o sol até 22 horas armazenado. Energia solar armazenada em baterias. É um grande sistema que vem estabilizar o nosso sistema”, completou.

    O ministro destacou que as chamadas energias intermitentes cresceram rapidamente não apenas Brasil, mas em todo o mundo.

    “É um grande problema é não é um problema nacional, é um problema no mundo inteiro. Portugal, Espanha sofreram agora recentes apagões de longo prazo por causa dessa intermitências”.

    “Mas o nosso sistema é muito robusto. Há um planejamento muito bem feito e nós estamos completamente seguros de que não precisamos do horário de verão neste ano.”

    “O que não pode é faltar energia para o povo brasileiro. Por isso, teríamos coragem completa e absoluta, caso fosse necessário, independentemente das opiniões e das controvérsias sobre o horário de verão, de implementá-lo”, concluiu.

    Governo avalia cenário energético antes de decidir sobre horário de verão

  • Paolla Oliveira teve outra profissão antes de ser atriz; sabe qual?

    Paolla Oliveira teve outra profissão antes de ser atriz; sabe qual?

    Em entrevista à Rádio Renascença, em Lisboa, Paolla Oliveira relembrou o início da carreira como fisioterapeuta, comentou a participação na série “Rabo de Peixe”, gravada nos Açores, e falou sobre sua decisão de não ser mãe, afirmando que aprendeu a respeitar o próprio tempo e suas escolhas

    A atriz Paolla Oliveira participou do programa “As Três da Manhã”, da Rádio Renascença, em Portugal, onde falou sobre o início de sua carreira e sobre sua participação na nova temporada da série portuguesa “Rabo de Peixe”, da Netflix.

    Durante a entrevista, Paolla contou às apresentadoras Joana Marques, Ana Galvão e Inês Lopes Gonçalves que antes da fama chegou a seguir outro caminho profissional: o da fisioterapia.

    Ela explicou que sempre ouviu do pai que precisava estudar e que, quando dizia que queria fazer teatro, ele não aceitava. Por isso, com 17 anos, já estava na faculdade de fisioterapia, muito por influência da mãe, que é enfermeira e sempre sonhou em ser médica.

    Paolla contou ainda que a mãe realizou esse sonho aos 60 anos, depois de criar os três filhos. Disse que escolheu a área da saúde porque queria trabalhar com pessoas e que chegou a atuar durante um ano, passando por estágios em unidades de terapia intensiva, neonatais e lares de idosos. Segundo a atriz, a experiência foi marcante e ensinou muito sobre empatia e humanidade.

    A atriz destacou que o aprendizado na fisioterapia também a ajudou na atuação, já que ambas as áreas envolvem observar e compreender as emoções humanas.

    Paolla também falou sobre o desafio de atuar em “Rabo de Peixe”, série gravada nos Açores que retrata um episódio real ocorrido na ilha, quando um carregamento de cocaína caiu no mar e mudou a vida dos moradores locais.

    Ela contou que não conhecia a história e que, ao pesquisar, achou impressionante e quase trágica, mas contada de forma genial. Ressaltou ainda que há gerações marcadas por esse acontecimento.

    Na trama, Paolla interpreta uma traficante brasileira, chefe de um cartel internacional. A atriz contou que aceitou o papel com entusiasmo por se tratar de uma personagem forte e desafiadora.

    Paolla também comentou sobre sua decisão de não ser mãe, tema que costuma gerar polêmica. Em entrevista anterior ao programa Roda Viva, da TV Cultura, ela contou que já foi julgada por essa escolha e que chegou a perder uma campanha publicitária por não representar o perfil considerado “familiar”.

    A atriz afirmou que, apesar das críticas, aprendeu a respeitar o próprio tempo e as próprias escolhas, reforçando que não se sente menos mulher por não desejar a maternidade.
     
     

     

    Paolla Oliveira teve outra profissão antes de ser atriz; sabe qual?

  • Instagram reforça proteção a menores e limita conteúdo para adolescentes

    Instagram reforça proteção a menores e limita conteúdo para adolescentes

    A rede social anunciou novas regras para reduzir o acesso de adolescentes a conteúdos com conotação sexual, linguagem imprópria e desafios perigosos. A partir de 2026, jovens também terão restrições ao interagir com bots de inteligência artificial, e só poderão alterar configurações com autorização dos pais

    O Instagram anunciou uma nova atualização voltada para contas de adolescentes, reforçando medidas de segurança semelhantes às classificações indicativas usadas em filmes com conteúdo impróprio para menores de 13 anos.

    “Assim como em um filme para maiores de 13 anos, em que pode haver alguma linguagem forte ou cenas sugestivas, adolescentes podem ocasionalmente ver algo semelhante no Instagram — mas continuaremos fazendo tudo o que for possível para que essas situações sejam muito raras”, afirmou a plataforma em comunicado.

    As contas de adolescentes continuarão a ter filtros que ocultam conteúdos com conotação sexual, nudez ou poses sugestivas. Além disso, o Instagram deixará de recomendar publicações com palavrões, comportamentos de risco ou desafios perigosos. Também será bloqueado o envio de links com material impróprio em mensagens privadas.

    Com as novas regras, usuários menores de 18 anos não poderão alterar essas configurações sozinhos. Qualquer modificação exigirá autorização dos pais ou de um responsável legal.

    A rede social informou ainda que, a partir do próximo ano, aplicará restrições adicionais às interações de adolescentes com bots de inteligência artificial na plataforma, estendendo as mesmas proteções a esse tipo de conversa.

    Instagram reforça proteção a menores e limita conteúdo para adolescentes

  • Kate Middleton troca casaco de luxo por look rural em visita à Irlanda

    Kate Middleton troca casaco de luxo por look rural em visita à Irlanda

    Durante visita com o príncipe William à Irlanda do Norte, a princesa de Gales chamou atenção ao substituir um casaco Alexander McQueen por um modelo Barbour mais simples e prático. O casal conheceu projetos que incentivam o empreendedorismo jovem em comunidades rurais

    O príncipe William e Kate Middleton surpreenderam admiradores com uma visita à Irlanda do Norte nesta terça-feira (14). Durante o compromisso, a princesa de Gales chamou atenção por uma mudança de visual ao trocar um de seus clássicos casacos da grife Alexander McQueen por um modelo mais rústico da marca Barbour, adequado às atividades em áreas rurais, segundo a revista Marie Claire.

    De acordo com o Palácio de Kensington, o objetivo da visita foi conhecer organizações que promovem crescimento e investimento em regiões rurais, especialmente aquelas que oferecem oportunidades criativas e empreendedoras para os jovens.

    No início do dia, Kate apareceu com um look mais formal, usando o sobretudo da Alexander McQueen que já havia sido visto em ocasiões anteriores, incluindo o Natal de 2022. Ela combinou a peça com botas Gianvito Rossi e brincos Daniella Draper.

    Mais tarde, ao chegar à região de County Tyrone, a princesa adotou um visual mais casual. Ela escolheu botas Penelope Chilvers, que segundo a imprensa britânica têm mais de 20 anos, um casaco Barbour, saia midi Ralph Lauren e um cardigan cinza, apostando em um estilo confortável e elegante.

    A escolha das roupas reforça a atenção de Kate Middleton à imagem que transmite em cada evento. No início de setembro, durante uma visita à base da Royal Air Force, ela havia optado por um terno cinza, cor que vem usando com frequência e que, segundo especialistas em moda, simboliza equilíbrio, autoridade e sofisticação.

    A consultora de moda Constance Richardson explicou que o cinza é uma alternativa mais suave ao preto e se encaixa na tendência do luxo discreto, que valoriza paletas neutras e elegância atemporal. Segundo ela, com o visual monocromático cinza, Kate comunica força e refinamento sem parecer excessivamente formal. A consultora acrescentou que a escolha da princesa mostra uma preferência por visuais versáteis e alinhados à nova fase de sobriedade e sutileza da moda britânica.
     
     

    Kate Middleton troca casaco de luxo por look rural em visita à Irlanda

  • Senado dos EUA rejeita proposta e crise do governo se prolonga

    Senado dos EUA rejeita proposta e crise do governo se prolonga

    Com 49 votos contrários e 45 favoráveis, o Senado não atingiu o mínimo para aprovar o financiamento temporário do governo. O impasse entre democratas e republicanos mantém a paralisação federal, já na quarta semana, e Trump ameaça cortar programas sociais se o bloqueio continuar

    A votação no Senado dos Estados Unidos, realizada na tarde de terça-feira (14) em Washington, terminou com 49 votos contrários e 45 favoráveis, ficando abaixo dos 60 necessários para aprovar o avanço da proposta.

    O projeto, de autoria republicana e já aprovado pela Câmara dos Representantes, previa o financiamento temporário do governo federal até 21 de novembro. Os democratas votaram em bloco contra a medida, defendendo que a aprovação deveria estar condicionada à ampliação dos programas de saúde pública que expiram ainda neste ano.

    Os republicanos se recusaram a renegociar o texto, alegando que o programa de saúde conhecido como Obamacare beneficia imigrantes em situação irregular, embora não tenham apresentado provas.

    Seis senadores não participaram da votação, entre eles John Fetterman, da Pensilvânia, um dos poucos democratas que havia apoiado o projeto em votações anteriores.

    Ainda não há data definida para uma nova tentativa de votação no Senado. O recesso de fim de ano se aproxima e a Câmara, sob controle republicano, não convocou novas sessões.

    Antes da votação, o presidente Donald Trump ameaçou cortar programas de assistência pública caso a paralisação do governo se prolongue por mais uma semana. Em conversa com jornalistas na Casa Branca, o republicano disse estar pronto para divulgar, na sexta-feira (17), uma lista de projetos apoiados pelos democratas que pretende suspender, chamando-os de ultrajantes e semicomunistas.

    A paralisação já levou à demissão de centenas de servidores federais e provocou atrasos em aeroportos e nas fronteiras com o México. Democratas e republicanos continuam sem acordo sobre as medidas emergenciais de financiamento, deixando o país na quarta semana consecutiva de paralisação desde 1º de outubro.

     

    Senado dos EUA rejeita proposta e crise do governo se prolonga

  • Argentina goleia Porto Rico por 6 a 0 em amistoso nos EUA

    Argentina goleia Porto Rico por 6 a 0 em amistoso nos EUA

    A atual campeã mundial, a Argentina, já classificada para a Copa do Mundo de 2026, goleou Porto Rico por 6 a 0 em amistoso realizado nesta terça-feira (14) em Fort Lauderdale, nos Estados Unidos.

    A partida foi disputada na casa do Inter Miami, clube de Lionel Messi, e teve domínio total dos argentinos. Alexis Mac Allister marcou duas vezes, aos 14 e 36 minutos; Gonzalo Montiel fez aos 23; Steven Echevarria marcou contra, aos 64; e Lautaro Martínez completou a goleada com dois gols, aos 79 e 84.

    Messi, que chegou a 195 partidas pela seleção principal, não balançou as redes, mas participou diretamente de cinco dos seis gols — apenas o gol contra não teve sua participação. O craque fez duas assistências e chegou a 61 passes para gol com a camisa da Argentina.

    O jogo também marcou quatro estreias pela seleção: José Manuel “Flaco” López e Aníbal Moreno, ambos do Palmeiras; Lautaro Rivero, do River Plate; e o goleiro Facundo Cambeses, do Racing Club.

    O zagueiro Nicolás Otamendi, capitão do Benfica, foi titular, mas deixou o campo no intervalo.

    O próximo compromisso da Argentina deve ser a Finalíssima, duelo entre os campeões da América do Sul e da Europa — no caso, Espanha —, previsto para março de 2026, ainda sem confirmação oficial.
     
     

    O volante brasileiro, de 33 anos, tem contrato até o fim da temporada, mas o clube inglês quer reduzir seus vencimentos para mantê-lo. Casemiro é um dos jogadores mais bem pagos do elenco e desperta interesse de equipes da Arábia Saudita e do São Paulo

    Notícias ao Minuto | 04:27 – 15/10/2025

     

    Argentina goleia Porto Rico por 6 a 0 em amistoso nos EUA

  • Palestino libertado por Israel descobre que família morreu em Gaza

    Palestino libertado por Israel descobre que família morreu em Gaza

    Após quase dois anos preso e torturado, Naseem al-Radee saiu da prisão israelense acreditando que reencontraria a esposa e os filhos. Ao tentar ligar para casa, descobriu que todos haviam morrido nos bombardeios em Gaza. “Minha alegria foi embora com eles”, disse

    Naseem al-Radee foi um dos quase dois mil prisioneiros palestinos libertados por Israel na segunda-feira (13). Antes de deixar a prisão, no entanto, ele diz ter recebido uma “despedida à altura dos últimos dois anos”: um espancamento dentro de uma cela imunda.

    Radee, de 33 anos, contou ao The Guardian que foi detido por soldados israelenses em uma escola que havia sido transformada em abrigo para refugiados em Beit Lahiya, no norte da Faixa de Gaza. A captura, em 9 de dezembro de 2023, dois meses após o início da guerra, foi violenta, ele levou um golpe de bota no rosto e até hoje tem sequelas no olho.

    Durante 22 meses, Radee passou por diferentes centros de detenção israelenses, incluindo cem dias em uma cela subterrânea. Ele relata ter vivido sob espancamentos, torturas e fome. “As condições eram extremamente duras. Ficávamos com as mãos e os pés amarrados e éramos submetidos às formas mais cruéis de tortura”, disse, ao lembrar o período na prisão de Nafha, no deserto de Negev.

    Segundo o palestino, as agressões eram constantes e faziam parte de um “sistema cronometrado” de abusos. “Eles usavam gás lacrimogêneo, balas de borracha e cães para nos intimidar. Gritavam para deitarmos no chão e começavam a nos espancar sem piedade”, relatou.

    As celas, segundo ele, eram superlotadas, até 14 pessoas em um espaço para cinco. As condições insalubres causavam doenças de pele e infecções que não eram tratadas.

    A libertação de Radee coincidiu com o aniversário de três anos de sua filha mais nova, Saba. “Planejei fazer o melhor presente de todos, para compensar o aniversário que não pudemos celebrar por causa da guerra”, contou. Mas, ao tentar ligar para a família, descobriu que a esposa e quase todos os filhos haviam morrido em Gaza. “Tentei sentir alegria pela liberdade, mas ela morreu junto com a minha filha.”

    Prisões sem acusação formal

    O caso de Radee reflete a situação de milhares de palestinos detidos por Israel desde 7 de outubro de 2023, muitos sem acusação formal. Uma mudança na lei israelense, em dezembro daquele ano, passou a permitir a detenção administrativa quando houver “motivos razoáveis para acreditar” que a pessoa é um “combatente ilegal”  na prática, suspeita de ligação com o Hamas.

    Essas detenções podem ser renovadas indefinidamente. Segundo o Comitê Público contra a Tortura em Israel (PCATI), em junho de 2025 havia 11 mil palestinos presos, dos quais 2.780 eram residentes da Faixa de Gaza. “O nível de tortura e abuso aumentou drasticamente desde outubro de 2023”, afirmou Tal Steiner, diretor do PCATI, responsabilizando o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir, que chegou a se vangloriar nas redes sociais de fornecer “o mínimo de comida” aos detidos.

    Perda de peso e tortura

    Radee perdeu 30 quilos durante a prisão, caindo de 93 para 63. Outro detido, Mohammed al-Asaliya, de 22 anos, relatou ter emagrecido de 75 para 42 quilos. Ele descreve torturas como ser pendurado nas paredes, molhado e exposto ao frio, além de ouvir música em volume máximo por dois dias seguidos. “Às vezes jogavam pimenta em pó sobre nós”, contou.

    Sem assistência médica, os prisioneiros tentavam tratar ferimentos com desinfetante de chão. As celas eram sujas, a comida contaminada e as doenças de pele, comuns.

    O hospital Nasser, em Gaza, que recebeu os libertados, informou ter precisado transferir vários ex-detentos para tratamento de emergência devido ao estado crítico de saúde.
     

    Palestino libertado por Israel descobre que família morreu em Gaza

  • Britney Spears vigiava filhos dormindo com uma faca, diz ex-marido

    Britney Spears vigiava filhos dormindo com uma faca, diz ex-marido

    Kevin Federline afirma em seu livro de memórias que Britney Spears observava os filhos enquanto dormiam, segurando uma faca. O ex-marido da cantora diz que o comportamento aconteceu mais de uma vez e revela preocupação com o estado mental da artista e o impacto sobre os filhos

    Kevin Federline, ex-marido e pai dos dois filhos de Britney Spears, fez revelações impactantes em seu livro de memórias You Thought You Knew (“Você achava que sabia”).

    Segundo o cantor e dançarino, seus filhos contaram que Britney os observava dormir segurando uma faca. Federline, de 47 anos, afirmou que o comportamento se repetiu diversas vezes. “Às vezes, eles acordavam à noite e a viam parada na porta, em silêncio, com uma faca na mão. Ela apenas dizia: ‘Ah, estão acordados?’ e saía sem explicar nada”, relatou.

    Britney, de 43 anos, foi casada com Federline entre 2004 e 2007. O casal protagonizou uma longa disputa pela guarda dos filhos, Sean Preston, hoje com 20 anos, e Jayden James, de 19. A relação da cantora com os meninos foi marcada por afastamentos, em meio aos problemas de saúde mental que a levaram a viver sob tutela judicial por 13 anos.

    Em 2023, Britney publicou uma foto com Jayden no Instagram, dizendo que “o sonho de ser mãe havia se tornado realidade”. No ano anterior, o jovem havia afirmado ao Daily Mail que acreditava em uma reconciliação com a mãe: “Vai exigir tempo e esforço. Só quero que ela melhore mentalmente. Quero vê-la quando ela estiver melhor.”

    No livro, Federline diz estar preocupado com o estado atual da artista, afirmando que a situação “está chegando a um ponto sem retorno”. “Está se tornando impossível fingir que está tudo bem. Do meu ponto de vista, é uma questão de tempo. Algo ruim vai acontecer se nada mudar, e meu maior medo é que nossos filhos fiquem destruídos”, escreveu.

    Ele também critica o movimento Free Britney, que apoiou o fim da tutela imposta ao pai da cantora, Jamie Spears. Para Federline, o movimento acabou prejudicando mais do que ajudando. “Agora, mais do que nunca, eles [os filhos] precisam de apoio. Fui o para-raios deles por anos, mas isso já me ultrapassou. É hora de soar o alarme”, conclui.

    O livro será lançado em 21 de outubro.
     
     

     

    Britney Spears vigiava filhos dormindo com uma faca, diz ex-marido

  • GP dos EUA de F1: confira os horários e o retorno da corrida Sprint

    GP dos EUA de F1: confira os horários e o retorno da corrida Sprint

    O Mundial de Fórmula 1 retorna no próximo fim de semana após uma semana de pausa. A caravana da categoria atravessa o Atlântico para dar início à fase americana do calendário, começando pelo Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin, no Texas.

    Piastri defende a liderança

    Chegando ao Circuito das Américas, Oscar Piastri, da McLaren, lidera o campeonato. O australiano não subiu ao pódio nas duas últimas etapas e agora tem 22 pontos de vantagem sobre o companheiro Lando Norris.

    A McLaren viveu momentos de tensão na corrida anterior e precisa se manter focada diante da ameaça de Max Verstappen. O piloto da Red Bull aparece em terceiro lugar, vem de quatro pódios consecutivos e está a 63 pontos da liderança — ainda com chances matemáticas de disputar o título.

    Russell em quarto e Ferrari em busca da primeira vitória

    George Russell, da Mercedes, ocupa a quarta posição após conquistar sua segunda vitória na temporada, em Singapura. Logo atrás vêm Charles Leclerc e Lewis Hamilton, ambos da Ferrari, que seguem em busca do primeiro triunfo de 2025. A equipe italiana está em terceiro no Mundial de Construtores, mas sob pressão da Red Bull, que está apenas oito pontos atrás.

    Formato Sprint no GP dos EUA

    O GP dos Estados Unidos será o quarto da temporada com formato Sprint. Assim, haverá apenas um treino livre na sexta-feira, seguido pela classificação para a corrida Sprint no mesmo dia. No sábado, ocorre a prova Sprint que distribui pontos aos oito primeiros colocados e, à noite, a classificação para o Grande Prêmio. A corrida principal será disputada no domingo.

    Horários do GP dos Estados Unidos (horário de Brasília)
    Sexta-feira, 17 de outubro

    14h30 – 15h30: Treino livre
    18h30 – 19h14: Classificação Sprint

    Sábado, 18 de outubro
    14h00 – 14h30: Corrida Sprint
    18h00 – 19h00: Classificação

    Domingo, 19 de outubro
    16h00: Corrida principal

    O volante brasileiro, de 33 anos, tem contrato até o fim da temporada, mas o clube inglês quer reduzir seus vencimentos para mantê-lo. Casemiro é um dos jogadores mais bem pagos do elenco e desperta interesse de equipes da Arábia Saudita e do São Paulo

    Notícias ao Minuto | 04:27 – 15/10/2025

    GP dos EUA de F1: confira os horários e o retorno da corrida Sprint

  • EUA batem recorde de execuções em 2025, com 37 mortes no ano

    EUA batem recorde de execuções em 2025, com 37 mortes no ano

    A Flórida lidera o país com 14 execuções, o maior número em uma década. Entre os casos mais recentes está o de Samuel Smithers, de 72 anos, morto por injeção letal. O método segue cercado de polêmicas por falhas e questionamentos éticos sobre o sofrimento dos condenados

    Os Estados Unidos já registram um recorde histórico de execuções em 2025, com 37 penas de morte aplicadas até o momento, superando o antigo máximo de 35, registrado em 2014. A Flórida lidera o ranking nacional, com 14 execuções neste ano, o maior número no estado em mais de uma década.

    Na terça-feira (14), o estado executou Samuel Smithers, de 72 anos, condenado pelo assassinato de duas mulheres em 1996, em Tampa. Ele foi morto por injeção letal na Prisão Estadual da Flórida, em Raiford, tornando-se um dos presos mais idosos a serem executados no estado.

    De acordo com documentos judiciais, Smithers trabalhava como jardineiro quando matou as vítimas, a quem havia pago por sexo. Ele as espancou, estrangulou e jogou os corpos em um lago. O Supremo Tribunal da Flórida rejeitou na semana passada um recurso da defesa, que alegava que a idade avançada do condenado o tornava inelegível para a pena de morte por violar a proibição constitucional de punições “cruéis e incomuns”.

    A execução foi feita com o protocolo padrão da Flórida, que utiliza três substâncias: um sedativo, um paralisante e um fármaco que causa parada cardíaca. O método segue cercado de polêmicas por falhas relatadas em outros casos e por questionamentos éticos sobre o sofrimento dos condenados.

    Desde 1976, quando a Suprema Corte dos EUA restabeleceu a pena de morte, a Flórida não havia ultrapassado oito execuções em um único ano. O governador republicano Ron DeSantis autorizou, até agora, 16 execuções em 2025.

    Outros estados também seguem aplicando o castigo máximo. No mesmo dia, o Missouri executou Lance Shockley, de 48 anos, condenado pelo assassinato de um sargento da patrulha rodoviária em 2005.

    Segundo o Centro de Informação sobre a Pena de Morte, o Texas ocupa o segundo lugar no ranking de execuções em 2025, com cinco casos, seguido por Carolina do Sul e Alabama, com quatro cada. Já em Ohio, onde há 27 execuções agendadas, o governador Mike DeWine afirmou que elas não serão realizadas enquanto não houver um novo método, classificando a injeção letal como “inviável na prática”.
     
     

     

    EUA batem recorde de execuções em 2025, com 37 mortes no ano