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  • Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6×1

    Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6×1

    A votação no plenário se deu em dois turnos e a proposta foi aprovada por ampla maioria; apenas 22 parlamentares foram contra a proposta

    Na noite de quarta-feira (27), a Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala 6×1, instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. 

    A votação no plenário se deu em dois turnos e a proposta foi aprovada por ampla maioria. Na primeira votação, foram 472 votos a favor e 22 contra. No segundo turno, votaram a favor da PEC 461 parlamentares; 19 foram contra.  

    Considerando as 27 bancadas estaduais, os votos contra o fim da escala 6x 1 vieram de apenas cinco estados: Roraima, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

    Votaram contra a proposta, considerando os dois turnos, apenas os seguintes parlamentares: 

    Adriana Ventura (Novo-SP)  
    Bibo Nunes (PL-RS) 
    Carlos Chiodini (MDB-SC) 
    Caroline de Toni (PL-SC) 
    Daniel Freitas (PL-SC)  
    Daniela Reinehr (PL-SC) 
    Fabio Schiochet (União-SC) 
    Fausto Pinato (União-SP) 
    Gilson Marques (Novo-SC) 
    Julia Zanatta (PL-SC) 
    Kim Kataguiri (Missão-SP)  
    Lucas Redecker (PSD-RS) 
    Marcel van Hattem (Novo-RS) 
    Mauricio Marcon (PL-RS) 
    Nicoletti (PL-RR) 
    Paulo Marinho Jr (PL-MA) 
    Pezenti (MDB-SC) 
    Ricardo Guidi (PL-SC) 
    Ricardo Salles (Novo-SP) 
    Rosangela Moro (PL-SP) 
    Sérgio Turra (PP-RS) 
    Zé Trovão (PL-SC) 

    Confira abaixo a lista completa de como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1: 

    1º turno 

    2º turno 

    Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6×1

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  • Lore Improta diz que ficou 15 horas em trabalho de parto para ter Levi

    Lore Improta diz que ficou 15 horas em trabalho de parto para ter Levi

    Lore Improta deu à luz seu segundo filho com Léo Santana na última terça-feira (26), em Salvador, na Bahia; dançarina e cantor já são pais de Liz, de 4 anos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A dançarina e influenciadora Lore Improta afirma que ficou mais de 15 horas em trabalho de parto para dar à luz Levi, seu segundo filho com o cantor Léo Santana. Com ele, ela também tem Liz, 4.

    “Mais de 15 horas de trabalho de parto, a mãe em qualquer possibilidade que Levi deixa: dorme”, disse ela no stories.

    O menino nasceu em Salvador (BA), por volta das 8h20 de terça (26) com 3 quilos e 50 centímetros, segundo informações divulgadas pela equipe do cantor.

     

     
     
     

     
     
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    Um post compartilhado por Lorena Improta (@loreimprota)

    Em seu perfil, Lore também mostrou o primeiro encontro entre os irmãozinhos. “Liz foi minha parceirinha durante toda a gravidez, sempre perguntava do irmão, esperava ansiosa, queria fazer parte de cada detalhe. Ontem, finalmente, eles se encontraram e acho que nunca vou esquecer o jeitinho que ela olhou para ele pela primeira vez”, publicou a mãe coruja.

    Lore Improta diz que ficou 15 horas em trabalho de parto para ter Levi

  • Perguntas sobre Neymar irritam Casemiro antes de treino da seleção brasileira

    Perguntas sobre Neymar irritam Casemiro antes de treino da seleção brasileira

    TERESÓPOLIS, RJ (FOLHAPRESS) – Escalados para conceder as primeiras entrevistas da seleção brasileira na preparação para a Copa do Mundo, em Teresópolis, Casemiro e Weverton tinham boas histórias para contar. Pouco tempo atrás, no caso do volante de 34 anos, e muito pouco tempo atrás, no caso do goleiro de 38, a presença deles no Mundial estava praticamente descartada.

    Antes que os experientes jogadores pudessem celebrar a reviravolta, tiveram que deixar a bancada livre para Rodrigo Lasmar. O médico da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) fez um pronunciamento, explicando que a lesão do atacante Neymar é bem mais grave do que vinha sendo dito pelo próprio jogador e por seu clube, o Santos.

    Não houve espaço para perguntas ao médico. Então, sobrou para um constrangido Casemiro responder sobre o companheiro lesionado.

    “Foi até legal o doutor vir aqui já para não ficar tanta pergunta em cima do Neymar”, afirmou. “Acho que o doutor já deixou bem claro qual é a evolução dele, a gente tem que respeitar. Claro que nenhum jogador gosta de estar lesionado. Tomara que o Neymar e todos os jogadores estejam saudáveis, precisamos de todos os jogadores.”

    A cada resposta sobre o atacante, o cabeça de área do Manchester United citava “todos os jogadores”. Havia uma preocupação em dar declarações que fossem coletivas, não específicas sobre o camisa 10.

    “A gente está aqui aguardando ansiosamente… todos os jogadores disponíveis, assim como os jogadores que vão jogar a final da Champions”, disse, referindo-se a Marquinhos, do Paris Saint-Germain, e Gabriel Magalhães e Martinelli, do Arsenal, que disputarão a decisão europeia no sábado (30). “Todos os jogadores aqui são importantes como o Neymar.”

    Quando começou a ser feita a terceira pergunta sobre o atleta lesionado, Casemiro sorriu ironicamente. E recomendou que a questão fosse feita para o próprio atacante ou para o técnico Carlo Ancelotti.

    “Toda vez que a gente vem aqui, tem que falar de Neymar, Neymar, Neymar… Acho que o Neymar é como outro jogador dentro do grupo, é outro jogador importante do grupo, entre os 26. É um jogador que está cuidando da sua lesão, que está querendo voltar a treinar. Tem que ser por partes: voltar a estar bem de saúde, depois pensar em jogar, pensar em protagonismo. Primeiro, tem que cuidar da saúde”, declarou.

    Na sequência, enfim, Casemiro pôde falar sobre sua volta à seleção brasileira. O cabeça de área estava fora das convocações havia um ano e meio, porém ganhou nova chance com a chegada de Ancelotti, seu velho conhecido dos tempos de Real Madrid.

    “É o sonho de qualquer jogador na seleção. Tive uma grande resiliência para voltar, estar aqui, ajudar o Brasil. Voltar à seleção, sem dúvida, era um dos meus objetivos. Graças a Deus e graças ao meu trabalho, estou tendo outra grande oportunidade de jogar uma Copa do Mundo”, disse o atleta, que já esteve nas edições de 2018 e 2022 do Mundial.

    Em seguida, assumiu a bancada de entrevistas Weverton, cuja convocação foi ainda mais surpreendente. Ele não havia sido chamado por Ancelotti nenhuma vez, mas, na última hora, superou a concorrência de Bento e Hugo Souza. No momento em que seu nome foi anunciado, desabou.

    “Acho que minha comemoração, o meu pequeno desmaio, diz tudo. Vivi aquela emoção, o coração acelerado. A minha queda foi de alívio, de emoção, pensando no que passei”, afirmou o goleiro, que, após anos muito vitoriosos vestindo a camisa do Palmeiras, transferiu-se para o Grêmio.

    “Minha filha tem nove anos. Eu tinha receio, pensava se ela se adaptaria a outra cultura, outro estado. Aí fui bem recebido pela torcida gremista, veio a convocação. Era mais confortável permanecer em São Paulo, mas tomei a decisão de buscar esse desafio e fui premiado com mais uma Copa do Mundo”, concluiu o acriano, que já foi ao Mundial em 2018, também como reserva.

    Terminadas as entrevistas, os atletas foram ao campo para o segundo treinamento da seleção na Granja Comary na reta final da preparação para a Copa. Ainda que só os primeiros 15 minutos da atividade tenham sido companhados pelos jornalistas, é possível afirmar que Neymar dela não participou.

    Perguntas sobre Neymar irritam Casemiro antes de treino da seleção brasileira

  • Caged: Brasil cria mais de 85 mil empregos com carteira assinada em abril

    Caged: Brasil cria mais de 85 mil empregos com carteira assinada em abril

    Apesar do resultado positivo, houve redução no ritmo de geração de empregos na comparação com abril do ano anterior, que havia registrado 238.216 vagas formais

    O mercado de trabalho brasileiro abriu 85.888 postos de trabalho em abril, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 28, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. É o pior resultado desde 2020, início do Novo Caged, quando o saldo ficou negativo em 981.342.

    O saldo do mês passado é resultado de 2.268.655 admissões e 2.182.767 desligamentos. Em março, o saldo havia sido positivo em 227.974 vagas, já incorporando os ajustes na série. Já em abril de 2025, o saldo foi de 238.216.

    O resultado ficou abaixo da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava para um abertura líquida de 211.100 vagas, e também do piso projetado de 130 mil vagas.

    Acumulado do ano

    De janeiro a abril de 2026, foram gerados 699.762 vínculos no País, valor 23,4% inferior ao valor do mesmo período de 2025 (913.827). É o menor saldo de empregos formais para o primeiro quadrimestre de um ano desde 2020, início do Novo Caged, quando o saldo foi negativo em 946.878.

    No acumulado dos últimos 12 meses (de maio de 2025 a abril de 2026), o saldo é de 1.059.860 vagas.

    No acumulado do ano, quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos. O maior crescimento do emprego formal ocorreu no setor de serviços, com saldo de 451.996 postos, seguido pela construção, com 143.547, pela indústria, com 124.085, e pela agropecuária, com 6.760. Apenas o comércio registrou saldo negativo de 26.614 postos formais de trabalho.

    Caged: Brasil cria mais de 85 mil empregos com carteira assinada em abril

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  • Castro comunica desistência de pré-candidatura ao Senado após ser alvo de operações da PF

    Castro comunica desistência de pré-candidatura ao Senado após ser alvo de operações da PF

    Ex-governador do Rio foi alvo de duas operações da PF em um intervalo de 11 dias. Divulgação de mensagens com Daniel Vorcaro selou fim de postulação de Castro

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) comunicou ao presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, nesta quinta-feira (28) sua desistência de concorrer a uma cadeira no Senado.

    A retirada da pré-candidatura ocorre após ele ser alvo de duas operações da Polícia Federal num intervalo de 11 dias. Ele deve divulgar um comunicado em suas redes sociais sobre a decisão.

    O fim da pré-candidatura atende aos desejos de aliados do PL. O temor era que as suspeitas contra Castro contaminasse a campanha do próprio Flávio e de seu palanque no estado, o deputado Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

    As mensagens de Castro agradecendo a Vorcaro por jantares em restaurantes de luxo tornaram inviável qualquer reabilitação do ex-governador. Aliados avaliam que os diálogos poderiam ser associados aos áudios já divulgados de Flávio para o ex-banqueiro, agravando o desgaste sobre pré-candidatura presidencial do senador.

    Castro foi alvo de operação nesta terça que apura a transferências de R$ 3,7 bilhões do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro, para o Banco Master e fundos ligados à instituição.

    A ação ocorreu 11 dias depois de outra operação contra o ex-governador, para apurar na ocasião sua atuação em favor do grupo Refit, ligado ao empresário Ricardo Magro, apontado como um sonegador contumaz.

    Os diálogos sobre jantares com whisky, charutos e até carne folheada a ouro tornaram o cenário distinto do da semana passada, quando uma ala do PL defendia calma e evitava abandonar abruptamente o ex-governador após a operação sobre as relações com Ricardo Magro.

    Esse grupo apostava na proximidade de Castro com prefeitos do Rio de Janeiro e a alta na popularidade de Castro após a Operação Contenção, em que 117 pessoas foram mortas pela polícia no Complexo do Alemão em supostos confrontos -cinco policiais também morreram.

    O ex-governador tinha também empecilhos jurídicos para se candidatar, após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) condená-lo à inelegibilidade pelo uso de funcionários contratados em campanhas eleitorais.

    Castro comunica desistência de pré-candidatura ao Senado após ser alvo de operações da PF

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  • Hugo Motta, sobre fim da 6×1: Alcolumbre dará a tramitação correta à proposta

    Hugo Motta, sobre fim da 6×1: Alcolumbre dará a tramitação correta à proposta

    Hugo Motta, presidente da Câmara, também disse que avalia positivamente as conversas sobre o assunto que têm tido com os senadores, além de Alcolumbre

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira, 28, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), tem “amplo espírito colaborativo” e dará a “tramitação correta” à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala de trabalho 6×1.

    “Eu converso com o presidente Alcolumbre quase que diariamente sobre diversos temas, e o que tenho percebido dele é que há um amplo espírito colaborativo com essa pauta da PEC”, disse Motta, em coletiva de imprensa após participar do painel de abertura do Brasília Tech Summit, na capital federal. “Com certeza, dará a tramitação correta a essa proposta.”

    A Câmara concluiu na quarta-feira, 27, a votação que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O texto, uma das bandeiras eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e encampado pelo presidente da Casa segue agora para análise do Senado.

    A PEC foi aprovada com ampla margem nos dois turnos: no primeiro, por 472 votos a 22, acima dos 308 necessários; no segundo, por 461 a 19.

    Motta avaliou de forma “extremamente positiva” a aprovação da PEC e afirmou que o relatório do deputado Leo Prates reuniu, de forma equilibrada, o que seria o anseio da maioria da população brasileira.

    Segundo ele, a Câmara fez “a maior entrega” aos trabalhadores desde a redemocratização, lembrando que a última redução da jornada ocorreu na Constituinte, há quase 40 anos.

    O parlamentar disse que ainda não há cronograma definido e que a Câmara aguardará a aprovação da proposta no Senado. Segundo ele, se o texto da Câmara for mantido, haverá prazo de 60 dias para implementar a primeira transição, com redução de duas horas na jornada, período que considera suficiente para aprovar o projeto de lei.

    “Tenho plena convicção de que a PEC andará no Senado Federal e, após a promulgação da PEC, nós temos ainda esses 60 dias”, disse o presidente da Câmara. “Nós vamos usar esse prazo para que esse projeto de lei, que irá tratar das excepcionalizações de setores da nossa economia, possa ser aprovado também na Câmara”.

    Enquanto o prazo para entrada em vigor da nova escala começa a correr, a Câmara pretende utilizar esses dois meses para acelerar a votação de um projeto que regulamentará os detalhes das novas regras trabalhistas.

    Motta afirmou que a Câmara pretende avançar em pautas como inteligência artificial, ampliação do limite de faturamento de MEIs e empresas do Simples, contratação de mais trabalhadores com carteira assinada, segurança privada, combate à violência contra a mulher e feminicídio, além do projeto de lei dos combustíveis e outras propostas de interesse das bancadas.

    Hugo Motta, sobre fim da 6×1: Alcolumbre dará a tramitação correta à proposta

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  • Israel rompe com a ONU após suposta inclusão em lista de violência sexual em conflitos

    Israel rompe com a ONU após suposta inclusão em lista de violência sexual em conflitos

    Israelense Danny Danon afirma que organização colocou país em mesma relação que Hamas; Nações Unidas não confirmam. Representante repudia suposta ação e faz referência a texto do New York Times com acusações de estupro de palestinos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O embaixador de Israel na ONU anunciou, nesta quinta-feira (28), a suspensão das relações com o secretário-geral da organização, António Guterres, ao denunciar a suposta decisão, ainda não tornada pública, de incluir Israel na lista de países responsáveis por violência sexual em conflitos.

    “Estamos fartos desse secretário-geral”, declarou o embaixador Danny Danon em uma mensagem de vídeo publicada no X. A missão israelense esclareceu que isso significa o “congelamento” de suas relações com o gabinete do secretário-geral da ONU até o final de seu mandato, em 31 de dezembro de 2026.

    “A decisão de incluir Israel na lista e nos acusar de usar violência sexual como arma de guerra é ultrajante”, afirmou Danon. “O secretário e sua equipe continuam espalhando mentiras contra Israel para nos colocar, juntamente com os terroristas do Hamas, na mesma lista. Isso é inaceitável”, acrescentou.

    As Nações Unidas não confirmaram a informação e, até o momento da publicação deste texto, não se pronunciaram.

    “A decisão vergonhosa e absurda da ONU de incluir entidades israelenses no anexo do relatório sobre CRSV [violência sexual relacionada a conflitos] é mais uma prova da verdadeira natureza da ONU: uma organização politizada e corrupta que abandonou seus princípios fundadores e tem como missão principal atacar sistematicamente Israel”, disse Oren Marmorstein, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, em publicação no X.

    Segundo Danon, Israel convidou representantes da ONU para irem ao país verificar as acusações. “Eles optaram por não vir e preferiram continuar com a campanha contra Israel. Vimos a mentira no New York Times e agora vemos outra mentira vinda da ONU”, diz, em referência a texto publicado pelo jornal americano que compila denúncias de violência sexual contra palestinos em prisões israelenses.

    Um dia após a publicação do texto, Israel divulgou um relatório de 300 páginas em que acusa o grupo terrorista Hamas e outras facções palestinas de “violência sexual sistemática” e “em larga escala” durante o ataque de 7 de outubro de 2023, que desencadeou a guerra em Gaza, e contra os reféns sequestrados.

    O artigo do New York Times reúne entrevistas com homens e mulheres que relatam estupros, torturas sexuais e humilhações atribuídas a guardas prisionais, soldados, colonos e interrogadores de Israel. O texto é assinado por Nicholas Kristof, colunista do jornal desde 2001.

    Em paralelo, o Parlamento de Israel aprovou uma lei que cria um tribunal militar especial para julgar palestinos acusados de participar dos ataques do Hamas. O projeto recebeu apoio tanto da coalizão governista quanto da oposição; nenhum dos 120 parlamentares votou contra.

    O tribunal especial julgará suspeitos capturados durante ou após o ataque liderado pelo Hamas. Também serão julgadas pessoas acusadas de manter ou abusar de reféns na Faixa de Gaza. Segundo a imprensa israelense, cerca de 400 devem ser levados a julgamento.

    Mais recentemente, na última semana, a organização Global Sumud Flotilla, que organiza flotilhas com destino à Gaza, acusou soldados de Israel de agressões e estupros de ativistas detidos na última missão do grupo. Foram mais de 400 detidos, que em seguida foram deportados para a Turquia.

    O serviço prisional israelense negou as acusações. “São falsas e inteiramente sem base factual. Todos os prisioneiros e detidos são mantidos de acordo com a lei, com toda consideração pelos seus direitos básicos e sob a supervisão de equipe prisional treinada e profissional”, afirmou um porta-voz em comunicado.

    Em vídeos divulgados pela organização, parte dos deportados é deslocada de maca ao chegar à Turquia, e outros mostram marcas de feridas e hematomas que teriam sido resultado de violência praticada por soldados.

    A deportação dos ativistas estrangeiros ocorreu um dia após uma avalanche de críticas internacionais, que culminaram numa crise diplomática, devido à divulgação de um vídeo pelo ministro da Segurança Nacional de Israel, o extremista Itamar Ben-Gvir, que mostrava os ativistas detidos com as mãos amarradas e a testa apoiada no chão enquanto o hino nacional israelense era reproduzido em volume alto.

    Diversas nações -incluindo França, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Itália, Irlanda e Turquia- repudiaram o ato e até mesmo representantes dos Estados Unidos, aliado de Tel Aviv, criticaram o episódio. O embaixador Mike Huckabee disse que, apesar de a flotilha ser uma “ação estúpida”, Ben-Gvir “traiu a dignidade” de Israel pela forma como agiu.

    O chanceler israelense, Gideon Saar, acusou Ben-Gvir de prejudicar a imagem internacional do país, o que evidenciou um racha na coalizão governista. Já o premiê Binyamin Netanyahu disse ter ordenado a deportação dos ativistas, mas afirmou que “a maneira como Ben-Gvir lidou com eles não está de acordo com os valores e normas de Israel”.

    Israel rompe com a ONU após suposta inclusão em lista de violência sexual em conflitos

  • São Paulo consulta volante do Botafogo, mas encontra entrave no negócio

    São Paulo consulta volante do Botafogo, mas encontra entrave no negócio

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo recebeu um aceno do Botafogo para avançar pelo volante Newton, mas esbarra no modelo de negócio desejado pelo clube carioca.

    INTERESSE

    O UOL apurou que o time alvinegro tem a venda como prioridade, enquanto o Tricolor avalia formas de tentar viabilizar um empréstimo.

    O Botafogo não descarta negociar o volante temporariamente, mas considera uma saída definitiva o cenário ideal. Ciente da condição, o São Paulo discute internamente como poderia estruturar uma investida sem comprometer ainda mais o orçamento em meio ao cenário financeiro delicado.

    A busca por um volante ocorre em paralelo à necessidade urgente por um zagueiro. Como o UOL mostrou nesta semana, Adryelson, nome que também jogou no Botafogo, foi sondado recentemente.

    Além de um volante e de um ou até dois zagueiros, o São Paulo também procura um atacante de velocidade para a sequência da temporada.

    Nos bastidores, o departamento de futebol já iniciou um mapeamento de mercado. O diretor executivo Rui Costa e o gerente esportivo Rafinha, com aval do presidente Harry Massis Júnor, vêm sondando nomes e avaliando oportunidades consideradas financeiramente viáveis, dentro de um cenário de forte restrição orçamentária.

    Na temporada, Newton soma 17 partidas pelo Botafogo e um gol marcado. Em diferentes momentos, chegou a ser utilizado de maneira improvisada no sistema defensivo, antes de perder espaço.

    São Paulo consulta volante do Botafogo, mas encontra entrave no negócio

  • PGR denuncia lobista, ex-chefe de gabinete e ex-servidor do STJ em caso de venda de decisões

    PGR denuncia lobista, ex-chefe de gabinete e ex-servidor do STJ em caso de venda de decisões

    PGR denunciou sete investigados por suposto esquema de venda e vazamento de decisões judiciais no STJ. Entre os acusados estão um lobista, ex-servidores do tribunal e operadores financeiros ligados à Operação Sisamnes

    (CBS NEWS) – A Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nesta quarta-feira (27) sete pessoas investigadas por suspeita de participação em um esquema de venda e vazamento de decisões judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

    Entre os denunciados estão o lobista Andreson de Oliveira Gonçalves e a esposa dele, Mirian Gonçalves. Também foram denunciados Márcio José Toledo Pinto, ex-servidor do STJ que atuou em diversos gabinetes da Corte, e Daimler Campos, ex-chefe de gabinete da ministra Isabel Gallotti.

    Esta é a primeira denúncia apresentada no âmbito da Operação Sisamnes, iniciada em 2024 para investigar suspeitas de corrupção e tráfico de influência envolvendo o segundo tribunal mais importante do país.

    Andreson foi denunciado pelos crimes de corrupção ativa, exploração de prestígio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar em Mato Grosso.

    Segundo a PGR, o lobista era o “principal eixo de intermediação” entre pessoas interessadas na compra de decisões judiciais e integrantes de tribunais em Brasília.

    “Cabia-lhe estabelecer a conexão entre terceiros interessados, em geral advogados, e assessores de desembargadores e ministros com acesso ou influência sobre decisões judiciais”, afirma a denúncia.

    Daimler Campos e Márcio Toledo foram denunciados por corrupção passiva, violação de sigilo funcional e participação em organização criminosa. Toledo também responde por lavagem de dinheiro.

    O ex-chefe de gabinete da ministra Isabel Gallotti está afastado desde o início das investigações. Apesar da denúncia, ele não havia sido indiciado anteriormente pela Polícia Federal. Já Márcio Toledo foi exonerado do STJ após apuração administrativa interna.

    Segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, o grupo atuou de forma estruturada entre junho de 2019 e dezembro de 2023 para obter vantagens financeiras ilícitas em troca de interferência em decisões judiciais no STJ.

    A denúncia afirma que integrantes da organização tinham acesso a minutas de decisões cadastradas no sistema interno do tribunal e repassavam informações sigilosas a terceiros interessados.

    De acordo com Gonet, os investigados também orientavam e, em alguns casos, elaboravam textos alinhados ao resultado desejado pela organização criminosa.

    Apesar das acusações, nenhum ministro do STJ foi denunciado até o momento. A PGR afirma, porém, que a atuação dos ex-assessores comprometeu decisões judiciais proferidas pelas ministras Nancy Andrighi e Isabel Gallotti, além do ministro Moura Ribeiro.

    As defesas dos acusados negam irregularidades.

    Os advogados de Daimler Campos classificaram a denúncia como “teratológica” e afirmaram que documentos apresentados pela defesa teriam sido ignorados.

    Já a defesa de Andreson e Mirian Gonçalves afirmou que o Supremo Tribunal Federal não teria competência para julgar o caso.

    Os outros denunciados são a esposa de Márcio Toledo e dois suspeitos apontados como operadores financeiros do esquema.

    O relator dos inquéritos da Operação Sisamnes é o ministro Cristiano Zanin, do STF. A denúncia ainda precisará ser analisada pela Primeira Turma da Corte para decidir se os acusados se tornarão réus.

    As investigações começaram após a análise do celular do advogado Roberto Zampieri, assassinado em 2023 em Cuiabá. No aparelho, a Polícia Federal encontrou conversas envolvendo desembargadores, empresários e o lobista Andreson Gonçalves.

    PGR denuncia lobista, ex-chefe de gabinete e ex-servidor do STJ em caso de venda de decisões

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  • Internet lenta? Estes aparelhos podem interferir com a sua rede Wi-Fi

    Internet lenta? Estes aparelhos podem interferir com a sua rede Wi-Fi

    Especialistas alertam que eletrônicos comuns, como smart TVs, câmeras e babás eletrônicas, podem interferir no sinal do roteador. Em muitos casos, apenas mudar os aparelhos de lugar já melhora a conexão da internet

    Quem já enfrentou problemas com um Wi-Fi lento ou instável sabe como a posição do roteador pode influenciar diretamente na qualidade do sinal dentro de casa. Mas o que muita gente não percebe é que o local onde o aparelho fica não é o único fator que interfere na conexão.

    Alguns eletrônicos e dispositivos comuns podem atrapalhar o funcionamento do Wi-Fi e prejudicar o alcance da internet sem que o usuário perceba.

    Segundo o site BGR, a boa notícia é que, em muitos casos, não é preciso trocar o roteador nem mexer nas configurações do aparelho. Apenas reorganizar alguns itens da casa já pode melhorar significativamente a conexão.

    O motivo é que vários dispositivos utilizam frequências semelhantes às do Wi-Fi, causando interferências no sinal.

    Entre os aparelhos que podem afetar a qualidade da internet estão:

    • Babás eletrônicas
    • Telefones sem fio
    • Câmeras de segurança
    • Caixas de som sem fio e soundbars
    • Smart TVs
    • Dispositivos de casa inteligente

    Especialistas recomendam manter esses aparelhos afastados do roteador sempre que possível, principalmente em ambientes menores, onde a interferência tende a ser maior.

    Além disso, posicionar o roteador em um local mais aberto, longe de paredes grossas, espelhos e objetos metálicos, também ajuda a melhorar o alcance do sinal Wi-Fi dentro de casa.
     
     

    Internet lenta? Estes aparelhos podem interferir com a sua rede Wi-Fi