Blog

  • Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

    Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Neymar pode levar de quatro a seis semanas para voltar a jogar futebol em alto nível, segundo o ortopedista Maurício Leite. O atacante do Santos e da seleção brasileira sofreu uma lesão na panturrilha no último dia 17, véspera da convocação dos 26 atletas do Brasil para a Copa do Mundo.

    Ou seja, se o prazo de recuperar for o maior pelo especialista, o jogador só estaria à disposição do time na segunda fase do Mundial, a partir de 28 de junho.
    Assim, é muito difícil que Neymar esteja à disposição de Carlo Ancelotti no início da Copa do Mundo. A estreia do Brasil no Grupo C ocorrerá em 13 de junho, 16 dias contados a partir de quinta. Após essa partida contra Marrocos, em East Rutherford, a equipe enfrentará o Haiti, em 19 de junho, na Filadélfia, e a Escócia, em 24 de junho, em Miami Gardens.

    Nesta quinta-feira (28), o médico da seleção, Rodrigo Lasmar, afirmou que o problema na panturrilha direita do jogador é bem mais grave do que diziam o próprio jogador e o Santos.

    Os exames realizados pelo departamento médico da seleção brasileira apontaram uma lesão de grau 2, o que significa que houve ruptura parcial das fibras musculares, não apenas um edema, como dito anteriormente.

    “Ele se apresentou ontem [quarta] aqui na Granja Comary. Fez todos os exames aqui, também os exames complementares [em uma clínica de Teresópolis], com uma ressonância magnética. Foi identificada uma lesão de grau 2 na panturrilha, não apenas um edema. O jogador segue em tratamento. A expectativa é que no prazo de duas a três semanas esteja liberado”, disse Lasmar.

    À reportagem o ortopedista Maurício Leite afirmou que a expectativa é de que o atacante seja liberado para treinos em duas ou três semanas, mas, para jogar em alto nível, ele deverá estar totalmente pronto entre quatro e seis semanas, a partir do dia que se machucou.

    Conforme Leite, as lesões musculares são graduadas de acordo com a gravidade. Na de grau 2, diagnosticada em Neymar, há um dano parcial das fibras musculares. “Não há apenas um estiramento”, diz o médico, que realiza cirurgias no Hospital SOS Mão e Ortopedia, de Recife e é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Sociedade Americana de Cirurgiões Ortopedistas.

    “Vai ser necessário um tratamento de reabilitação com fisioterapia e um certo repouso para que ele possa estar junto com o time para a Copa do Mundo”, diz.
    André Pedrinelli, médico ortopedista e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte, explica que na lesão de grau 2 já acontece ruptura até um vível de 20% das fibras musculares.

    “A evolução clínica depende muito da idade do atleta, tamanho e localização da lesão ou perna dominante de chute ou não e se é é uma lesão nova ou recidiva ou se há outras prévias”, afirma ele, que também estima até seis semanas de recuperçaão.

    André Andrade, ortopedista da Unicamp (Universidade de Campinas) e médico do esporte explica que essas lesões musculares vão de graus 1 a 3 no exame de ressonância magnética.

    Na primeira, a imagem mostra um edema muscular (processo inflamatório, mas sem rompimento da fibra). Nesse caso, o paciente sente menos dor e limitação, e o atleta se recupera à medida que o processo inflamatório normaliza.

    A lesão de grau 2 caracteriza-se pela ruptura das fibras musculares e, geralmente, há sangramento local.

    A dimensão da ruptura pode ser menor ou maior, nesse caso, com mais dores, maior limitação e tempo de recuperação.

    “Em uma lesão parcial de 10%, a pessoa pode andar bem. Em outra de 50%, pode haver dificuldade de contração muscular . Embora não seja sempre uma regra”, afirma.

    No terceiro nível, o músculo rompe-se por completo.

    A recuperação vai depender do tamanho da lesão, do nível de dor, da disfunção muscular, de lesão prévia local, entre outros fatores.

    Pedrinelli explica que existem vários métodos de tratamento, que vão de uso de medicamentos, carga progressiva e controlada de exercícios, ortobiológicos, câmara hiperbárica, fisioterapia convencional, liberação mio fascial e outras.

    Segundo o ortopedista Maurício Leite, existem terapias que podem tentar acelerar um pouco o processo, com previsão de que possa jogar em três a cinco semanas.

    “No entanto, para estar pronto para jogar em nível competitivo, em alto rendimento, como ele estava acostumado e como o Brasil precisa para render o necessário e ser campeão do mundo, o tempo é um pouco maior. Portanto, ele deve ser liberado para os treinos em duas a três semanas, mas para voltar efetivamente aos jogos em alto nível, o prazo estimado é de quatro a seis semanas.”

    Além das avaliações clínicas, afirma, o acompanhamento pode ser feito com termografia e ultrassonografia.

    Quando se machucou, Neymar reclamou muito ao ser substituído na vitória por 3 a 0 do time alvinegro sobre o Coritiba, na Neo Química Arena, em São Paulo. Houve um engano na placa exibida pela equipe de arbitragem, e o camisa 10 acabou saindo, dizendo que tinha condições de continuar dentro de campo.

    “Tomei uma pancada no primeiro tempo. Eu ia sair, mas o Escobar sentiu, e eu falei: ‘Consigo ficar, posso ficar’”, afirmou, pouco após a partida. No dia seguinte, teve o nome anunciado por Ancelotti em um faustoso evento no Museu do Amanhã. Em seguida, publicou uma série de vídeos celebrando a convocação.

    O atleta, desde então, não jogou mais. No dia 20, ficou fora da partida do Santos contra o San Lorenzo, pela Copa Sul-Americana, quando se iniciou todo um mistério sobre suas reais condições físicas. A lesão foi tratada como um edema, isto é, um acúmulo de líquido entre as fibras musculares.

    Na última terça (26), Neymar esteve na Vila para acompanhar a partida do Santos contra o Deportivo Cuenca. Cercado de microfones e questionado sobre o problema, ironizou: “Problema do quê?”. Ouviu, claro, que o assunto era a sua panturrilha. “Está aqui, inteira”, respondeu, sarcasticamente.

    Indagados sobre o tema, os médicos do Santos apontavam um “contrato de confidencialidade” e tratavam o assunto superficialmente. Extraoficialmente, falava-se em um edema de dois milímetros. A CBF dizia apenas que aguardava o jogador -e todos os outros- para exames na apresentação do grupo.

    Eles foram realizados na quarta (27), quando já brotavam informações de que a situação não era exatamente a pintada no litoral paulista. Cientes de que muito provavelmente seria necessária uma ressonância magnética, os médicos da seleção reservaram uma clínica em Teresópolis, aonde o atacante foi levado enquanto os demais atletas treinavam na Granja Comary.

    Neymar pode levar até seis semanas para voltar a jogar, diz especialista

  • Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

    Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

    PEC que propõe redução de jornada semanal para 40 horas foi aprovada na Câmara na quarta (27), e texto segue ao Senado. Já proposta apresentada por Rogério Marinho (PL-RN) libera empregador a contratar por hora trabalhada, fora da CLT

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou nesta quinta-feira (28) o avanço no Congresso Nacional da proposta de redução da escala 6×1-em que se trabalha seis dias com um de descanso. Enquanto isso, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, assinou a proposta apresentada como contraponto.

    “Ontem o Congresso Nacional na Câmara dos Deputados aprovou o fim da escala 6×1 criando condições para que as pessoas só possam trabalhar 5 dias por semana, 8 horas por dia e descansar dois dias por semana. Isso foi uma conquista da sociedade brasileira”, declarou o petista durante a recepção de Lula a presidente do Suriname, Jennifer Geerlings-Simons, que cumpre visita oficial ao Brasil.

    O texto, que prevê a redução na jornada semanal de trabalho de 44 horas para 40 horas, foi aprovado pela Câmara e agora segue para o Senado. A primeira etapa de aprovação representou uma vitória para os governistas, que pretendem usar o tema na campanha eleitoral.

    “Aqui é importante lembrar que desde 1943 quando foi criada a jornada de trabalho de 48 horas a gente só tinha conseguido mudar a jornada em 1988 na Constituinte para 44 [horas] e agora conseguimos para 40. E a meninada agora só quer trabalhar 36. Quem sabe um dia a gente consiga fazer com que as pessoas trabalhem o suficiente para sobreviver, o suficiente para enriquecer a economia brasileira, mas o suficiente para que elas possam ser felizes no mundo do trabalho”, disse ainda o presidente.

    Já Flávio manifestou apoio à proposta de emenda à Constituição apresentada pelo coordenador de sua pré-campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN). A PEC 12 de 2026, que a oposição chama de “PEC do horário flexível”, libera o empregador a pagar o trabalhador por hora trabalhada, em um regime alternativo ao da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

    No texto de justificativa da PEC, Marinho afirma que a flexibilidade vai permitir que o trabalhador concilie vida pessoal e trabalho, uma vez que poderá decidir quantas horas quer trabalhar.

    Essa flexibilidade permite que o trabalhador decida o modelo de jornada que melhor atenda às suas necessidades, conciliando sua vida pessoal com seu trabalho, e possibilita que ele adapte sua rotina às demandas e oportunidades do mercado de trabalho”, diz o texto.

    A PEC de Marinho foi protocolada nesta quinta-feira (28) com o apoio de 40 dos 81 senadores –13 a mais que os 27 necessários. O texto foi enviado pela presidência do Senado para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

    Flávio já havia antecipado sua posição na semana passada. Em nota, o senador afirmou que discussão sobre o fim da escala 6×1 era legítima, porém “inoportuna e eleitoreira”.

    “A remuneração por hora trabalhada traz liberdade, aumento da renda e proteção. Quem quer trabalhar mais ganha mais. Quem precisa de menos horas tem essa liberdade”, afirmou o texto distribuído pelo senador no último dia 19.

    Na mesma linha, Marinho chamou o fim da escala 6×1 encabeçado pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “estelionato eleitoral”. O senador argumentou que o empregado vai trabalhar menos, mas também ganhar menos, e que haverá aumento de preços -o que, consequentemente, diminuirá o poder de compra.

    “Se há uma redução da jornada, é evidente que vai haver um aumento no custo da produção de bens e serviços gerados por qualquer empresa no Brasil”, disse Marinho, o relator da reforma trabalhista e articulador da reforma da Previdência.

    Na Câmara, a oposição também prometia trabalhar contra a aprovação do fim da escala 6×1. O medo dos deputados federais de se indispor com o eleitorado, porém, fez com que a PEC fosse aprovada nesta quarta (27) por 472 votos a 22.

    Questionado nesta quinta sobre qual será a posição dos senadores do PL, o senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou que o grupo vai trabalhar para aprovar a proposta de Marinho.

    Tem a proposta agora de uma PEC do Rogério Marinho, que é a melhor alternativa. Para deixar o pessoal escolher. Qualquer trabalhador pode escolher trabalhar quatro horas, cinco horas, dez horas… Quem tem que escolher isso é o trabalhador, não é o governo”, disse.

    Lula celebra avanço do fim da escala 6×1, e Flávio assina proposta alternativa

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Influenciador morre após colidir moto em poste em Santo André (SP)

    Influenciador morre após colidir moto em poste em Santo André (SP)

    O influenciador Saymon Carvalho morreu na tarde dessa quarta-feira (27) após colidir a moto que pilotava em um poste em Santo André, na Grande São Paulo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O influenciador Saymon Carvalho, 24, morreu na tarde desta quarta-feira (27) após colidir a moto que dirigia com um poste de sinalização na Avenida Presidente Costa e Silva, no bairro Área Industrial 16, em Santo André (SP).

    Uma testemunha informou à PM que Saymon se inclinou sobre a motocicleta para cobrir a placa com a mão. Nesse momento, o veículo acelerou e virou bruscamente, causando a colisão.

    O Samu foi acionado e confirmou a morte ainda no local. Foram solicitados exames ao IC e IML e o caso foi registrado como morte suspeita no 5° DP de Santo André, informou a Secretária de Segurança Pública a Splash, em nota.

    Saymon Carvalho tinha mais de 140 mil seguidores no Instagram. Produzia conteúdo de dança, de humor e mostrava o cotidiano ao lado da namorada.
    Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

    Influenciador morre após colidir moto em poste em Santo André (SP)

  • Israel ataca capital Beirute após matar ao menos 12 em operações no sul do Líbano

    Israel ataca capital Beirute após matar ao menos 12 em operações no sul do Líbano

    Exército israelense afirma ter operado com precisão; apartamento foi destruído, segundo agência AFP. Forças de Tel Aviv estão expandindo operações no território libanês para áreas nunca antes ocupadas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Exército de Israel afirmou ter lançado um ataque aéreo contra Beirute, capital do Líbano, após ataques anteriores no sul do país terem matado pelo menos 12 pessoas nesta quinta-feira (28).

    “Há pouco tempo, as Forças de Defesa de Israel atacaram Beirute com precisão. Mais detalhes em breve”, disse um curto comunicado publicado nesta manhã. Um militar libanês disse à agência AFP que o ataque atingiu um apartamento ao sul de Beirute, na área de Choueifat.

    O Ministério da Saúde do Líbano informou que ataques israelenses no sul do país mataram pelo menos 11 pessoas, incluindo duas crianças, e feriram outras 21 nesta quinta. O Exército libanês acrescentou que um soldado foi morto em um ataque separado “enquanto dirigia na estrada” na região de Nabatieh.

    O Ministério afirmou que um dos ataques foi realizado contra um prédio na cidade de Sidon, onde matou cinco pessoas, incluindo duas mulheres, e feriu 21, cinco delas crianças. A agência de defesa civil do Líbano, por sua vez, disse à AFP que houve oito ataques à cidade de Tiro, no sul do país, desde a noite de quarta, além de outros nos arredores.

    O cessar-fogo entre Israel e Líbano entrou em vigor em 17 de abril, mas não foi respeitado por ambos os lados. As forças israelenses seguem atacando diariamente alvos no sul libanês que afirma serem ligados ao grupo Hezbollah.

    No início da semana, o primeiro-ministro Binyamin Netanyahu havia afirmado que intensificaria os ataques contra o Hezbollah. Nesta quarta, O Exército de Israel cumpriu a ameaça e declarou todo o território do Líbano ao sul do rio Zahrani uma “zona de guerra”, cobrindo como espaço potencial de operações aéreas e terrestres uma área inédita neste século e que vai além da que ocupou de 1982 a 2000.

    A expansão das operações foi anunciada pelo porta-voz em língua árabe do Exército israelense, Avichay Adraee, acompanhada de uma ordem de retirada de todos os habitantes ao sul do rio, incluindo cidades maiores e até então fora da zona de exclusão, como Tiro, na costa, e Nabatieh, esta já além do rio Litani -ambas já atingidas por novos ataques.

    A divisa geográfica do rio Litani é o limite ao sul do qual se retiraram as forças de Israel após a invasão no início da década de 1980 e da ocupação do território libanês; é também ao sul desse rio que ainda opera a frágil missão da ONU (Unifil), cujo mandato termina no fim do ano sem resultados esperados e sem renovação prevista.

    As ordens para que civis se retirem para o norte do rio Zahrani, portanto, indicam nova fase do conflito entre Israel e o Hezbollah, o que sugere planejamento e disposição de Tel Aviv de ampliar sua presença militar em uma área ainda maior do território vizinho.

    De acordo com o Ministério da Saúde libanês, mais de 3.200 pessoas morreram desde o início dos ataques, sendo ao menos 600 após o cessar-fogo. Mais de 1,2 milhão foram deslocadas pelo conflito desde que o Hezbollah se juntou à reação do Irã aos ataques de Israel e Estados Unidos, no fim de fevereiro.

    Israel ataca capital Beirute após matar ao menos 12 em operações no sul do Líbano

  • João Fonseca encara Novak Djokovic amanhã em Roland Garros

    João Fonseca encara Novak Djokovic amanhã em Roland Garros

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca enfrentará Novak Djokovic, nesta sexta-feira (29), pela terceira rodada de Roland Garros, Grand Slam disputado em Paris (França).

    O jogo está previsto para não antes das 10h30 (de Brasília). O confronto será o terceiro da quadra Philippe-Chartrier. Antes, jogam Magda Linette x Iga Swiatek e Mirra Adreeva x Marie Bouzkova.

    Será o primeiro duelo entre os dois em torneios da ATP. Fonseca vem de triunfo de virada, por 3 sets a 2, sobre Dino Prizmic. Já Djoko bateu o francês Valentin Royer por 3 sets a 1.

    O brasileiro afirmou que enfrentar Djokovic é a realização de um objetivo pessoal: “Eu sempre falei para a galera: quero estar na chave do Djokovic uma vez, ver se consigo pegar pelo menos uma chance ali e ver como é que é. Eu gosto de jogo grande, gosto de jogo em que a vibe é diferente. Então é partir com tudo, com a cabeça em aproveitar a partida, mas querendo ganhar”, afirmou.

    O sérvio também elogiou o carioca: “Fonseca tem sido muito aplaudido nos últimos anos. Eu acho que seu potencial e qualidade como jogador de tênis é óbvio, sem dúvida. Eu acho que ele é um jogador de grande nível. Ele realmente gosta dos grandes palcos. Ele fez um ótimo jogo com o Sinner, eu acho, neste ano, em Indian Wells. Ele ganhou do Rublev, eu acho, na Austrália, em sets diretos. Então ele definitivamente pode fazer grandes jogos”, comentou.

    João Fonseca encara Novak Djokovic amanhã em Roland Garros

  • Nicolas Cage abandona sobrenome da família e legaliza nome artístico

    Nicolas Cage abandona sobrenome da família e legaliza nome artístico

    Ator nasceu Nicolas Kim Coppola e é sobrinho do diretor Francis Ford Coppola. Sobrenome foi inspirado em Luke Cage, da Marvel, e no compositor John Cage

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nicolas Cage não quer mais deixar dúvidas sobre quem é dentro e fora das telas. Nascido Nicolas Kim Coppola, o ator contou que transformou seu nome artístico em nome legal no ano passado em entrevista publicada pela Variety nesta quarta-feira (27).

    “É melhor ser o patriarca da minha própria família do que o primo palhaço à margem da família de outra pessoa, então decidi que vou encarar o desafio e ser o ‘Cage’”, disse o ator, que faz parte de uma das dinastias mais conhecidas de Hollywood, ao site.

    Cage nasceu em uma família de sobrenome pesado no cinema. Ele é filho de August Coppola, que é irmão de Francis Ford Coppola e de Talia Shire. Também é parente de nomes como Sofia Coppola e Jason Schwartzman.

    Apesar disso, o ator construiu a carreira longe do sobrenome Coppola. Ele adotou “Cage” ainda no início da trajetória profissional, após perceber que a associação familiar atrapalhava seu trabalho. Durante as filmagens de “Picardias Estudantis”, de 1982, contou que ouvia piadas constantes com frases ligadas a “Apocalypse Now”, filme de seu tio Francis Ford Coppola.

    O sobrenome escolhido veio de referências diferentes. Cage já explicou que se inspirou no personagem Luke Cage, da Marvel, e também em John Cage, compositor de vanguarda citado por sua família. Ele queria ainda um nome curto e doce, na linha de James Dean.

    O ator manteve “Nicolas” devido ao pai, embora brinque que a grafia francesa sempre tenha causado confusão. “Todo mundo coloca um ‘h’”, disse. Mesmo assim, ele afirma não se importar se o chamam de Nick ou Nicolas. “Sou os dois.”

    Nicolas Cage abandona sobrenome da família e legaliza nome artístico

  • União e GDF fecham acordo para viabilizar empréstimo ao BRB

    União e GDF fecham acordo para viabilizar empréstimo ao BRB

    Crédito é uma exigência do BC para recompor contas após fraudes; empréstimo deverá ser tomado pelo BRB junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC)

    A União e Governo do Distrito Federal (GDF) fecharam um acordo nesta quinta-feira (28) para viabilizar uma operação de crédito ao Banco Regional de Brasília (BRB), envolvido nas investigações de fraudes do caso Master.

    Conforme o acordo, o empréstimo deverá ser tomado pelo BRB junto ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC), entidade privada que reúne bancos públicos e privados, mas não contará com aval financeiro do governo federal. O GDF pretende pedir um empréstimo de R$ 6,6 bilhões.

    O FGC terá como garantia a verbas federais que são destinadas ao Distrito Federal por meio do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). 

    O acordo foi fechado após uma audiência de conciliação promovida pelo ministro Luiz Fux. O GDF recorreu ao Supremo para que o Tesouro Nacional revise a nota de crédito do governo distrital e permita a operação de crédito. Com o acordo, não foi necessária uma decisão judicial sobre o caso.

    O empréstimo é uma exigência do Banco Central (BC) para recompor as contas do banco após as fraudes apontadas pelas investigações da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal. Em setembro do ano passado, o BC rejeitou a compra do Master pelo BRB ao encontrar diversas fraudes, entre elas, ativos financeiros sem lastro financeiro.

    União e GDF fecham acordo para viabilizar empréstimo ao BRB

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Polícia Civil pede acesso a dados financeiros sigilosos de produtora de 'Dark Horse'

    Polícia Civil pede acesso a dados financeiros sigilosos de produtora de 'Dark Horse'

    Delegado quer relatórios do Coaf em investigação sobre contrato de R$ 108 mi com Prefeitura de SP. Gestão Nunes diz não ter identificado nenhuma irregularidade; dona de empresa defendeu contratação

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça acesso a movimentações financeiras sigilosas de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora do filme “Dark Horse” (que trata da vida de Jair Bolsonaro), e do Instituto Conhecer Brasil, presidido por ela.

    A solicitação é para obter relatórios de inteligência financeira, por meio de intercâmbio com autorização judicial, produzidos pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) sobre “movimentações atípicas e comunicações de operações suspeitas” tanto no CPF de Karina quanto no CNPJ do instituto.

    No pedido, o delegado Antonio Carlos Manuera Silveira, encarregado do caso, também solicitou que a Justiça determine sigilo deste trecho das investigações.

    A solicitação foi feita no âmbito das apurações sobre um contrato firmado pelo Instituto Conhecer Brasil para fornecimento de wi-fi à Prefeitura de São Paulo, na gestão de Ricardo Nunes (MDB), por R$ 108 milhões. A polícia investiga suspeitas de superfaturamento e desvio de recursos públicos.

    Em nota, a gestão Nunes disse que “não identificou nenhuma irregularidade nos serviços prestados” pelo instituto até o momento e que, se for identificada alguma pela investigação, “as providências serão tomadas”.

    A reportagem procurou a assessoria de Karina para comentar o pedido do delegado, mas ainda não houve resposta. Anteriormente, ela negou que o filme sobre Bolsonaro tenha recebido dinheiro de pessoas ou empresas brasileiras, seja verba pública ou privada, e disse que a contratação pela Prefeitura de São Paulo se deu de maneira regular, sem ligação com “Dark Horse”.

    ‘Consistentes suspeitas’

    “Dark Horse” (azarão, em inglês) trata da trajetória de Jair Bolsonaro, com destaque para a facada sofrida em 2018. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, pediu recursos para financiamento do longa-metragem a Daniel Vorcaro, do Banco Master. Ele nega irregularidades e diz ter sido um pedido sem o envolvimento de recursos públicos. Karina é dona da Go UP Entertainment, empresa responsável pela produção do filme.

    O portal The Intercept Brasil revelou que Vorcaro repassou R$ 61 milhões para o longa-metragem. A Polícia Federal investiga se parte do dinheiro foi usado para financiar gastos do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos.

    “Há consistentes suspeitas de confusão patrimonial [entre o instituto e a produtora] e de que os recursos públicos do programa ‘WiFi Livre SP’ tenham sido desviados para custear as atividades de produção do referido filme, utilizando as contas das empresas subcontratadas e das demais organizações sociais geridas pela investigada para a lavagem dos valores desviados do erário de São Paulo”, afirma o ofício assinado pelo delegado, que está sob análise da Vara Regional de Garantias do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo).

    O delegado afirma também haver “indícios materiais contundentes” de desvio, porque, segundo as investigações, o instituto não tinha capacidade técnica para executar os serviços de wi-fi e cobrava R$ 1.800 por ponto de conexão, valor considerado acima do mercado.

    Outro aspecto que chamou a atenção da polícia foi o recebimento antecipado de R$ 26 milhões por serviços ainda não executados, o que, segundo o delegado, “pode evidenciar o desvio de finalidade na aplicação do dinheiro público municipal”.

    “Diante disso, o rastreamento do fluxo financeiro é o único meio capaz de descortinar a destinação final das verbas recebidas pelo Instituto Conhecer Brasil e repassadas de forma suspeita a empresas subcontratadas e às contas pessoais da investigada Karina Ferreira da Gama e de suas firmas individuais, como a Go Up Entertainment”, afirma o delegado no pedido.

    A polícia pediu acesso a dados a partir de junho de 2024, quando o contrato do wi-fi foi firmado. O inquérito policial foi aberto após denúncias de irregularidades na contratação, no fim de 2025.

    Além de dizer que não identificou nenhuma irregularidade nos serviços até agora, a prefeitura afirmou, em nota, que havia às 15h17 desta quinta-feira (28) 3.161 pontos ativos e 39 off-line (números satisfatórios) dos 3.200 pontos contratados.

    “Obviamente, se for identificada qualquer irregularidade na investigação, que contará com total apoio da administração, as providências serão tomadas”, diz a gestão.

    Polícia Civil pede acesso a dados financeiros sigilosos de produtora de 'Dark Horse'

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • STJD suspende Carrascal em 3 jogos por expulsão no Flamengo; Jardim é absolvido

    STJD suspende Carrascal em 3 jogos por expulsão no Flamengo; Jardim é absolvido

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Superior Tribunal de Justiça Desportiva decidiu suspender Carrascal por três jogos em função da expulsão na derrota do Flamengo por 3 a 0 para o Palmeiras, no Maracanã, no último dia 23. Já o técnico Leonardo Jardim foi absolvido.

    REINCIDÊNCIA PESOU EM PUNIÇÃO

    Carrascal foi enquadrado no artigo 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) por conduta violenta. A pena variava entre um a seis jogos de suspensão.

    O colombiano recebeu o cartão vermelho direto ao acertar com o pé o rosto do zagueiro Murilo em disputa de bola. Pesou na punição o fato do meia já ter sido duas outras vezes nesta temporada.

    A decisão cabe recurso e o Flamengo já indicou que irá recorrer. Por ora, Carrascal está suspenso dos jogos contra Coritiba, Chapecoense e São Paulo.
    Como está com a seleção da Colômbia, o jogador já não iria atuar na partida deste sábado, diante do Coritiba, no Maracanã. Já as partidas contra Chape e São Paulo acontecerão somente após a Copa do Mundo.

    CARRASCAL FOI UTILIZADO EM ÚLTIMO JOGO ANTES DA COPA

    Carrascal foi xingado pela torcida do Flamengo, no Maracanã, antes da bola rolar na vitória por 3 a 0 sobre o Cusco, na última terça-feira. O jogo foi sua despedida do Rubro-Negro antes de se apresentar à seleção colombiana. Ele ficou apenas no banco de reservas.

    Antes de ser hostilizado, o jogador havia pedido desculpas aos torcedores em texto em suas redes sociais.

    STJD suspende Carrascal em 3 jogos por expulsão no Flamengo; Jardim é absolvido

  • Prazo para entregar o IR 2026 termina nesta sexta-feira

    Prazo para entregar o IR 2026 termina nesta sexta-feira

    Volume esperado é de 44 milhões de documentos. Prazo de entrega termina nesta sexta-feira, 29 de maio

    SÃO PAULO, SP, E CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) – O prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2026 termina às 23h59 desta sexta-feira (29). Quem perder a data terá de pagar multa, que começa em R$ 165,74 e pode chegar a 20% do imposto devido no ano.

    O prazo para alterar o modelo de tributação da declaração (entre desconto simplificado e deduções legais) também termina nesta sexta-feira. Quem é obrigado, mas não envia a declaração pode ficar com o CPF classificado como pendente de regularização.

    A declaração pode ser enviada pelo PGD (Programa Gerador da Declaração), instalado no computador, pelo aplicativo da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda”, ou ainda de forma online, pelo e-CAC, também em “Meu Imposto de Renda”.

    Para acessar a declaração pré-preenchida no programa instalado no computador, é necessário ter conta Gov.br nos níveis prata ou ouro. O contribuinte deve informar todos os rendimentos recebidos em 2025, além de declarar bens, dívidas, investimentos, financiamentos e despesas dedutíveis, como gastos com saúde, educação, dependentes, previdência oficial e privada e livro-caixa, no caso de profissionais autônomos. Também é necessário guardar os documentos que comprovem todas as informações declaradas.

    Especialistas ouvidos pela Folha recomendam que o contribuinte envie a declaração dentro do prazo, mesmo que incompleta, para evitar a multa. Depois, é possível enviar declarações retificadoras quantas vezes forem necessárias para corrigir ou complementar os dados.

    A Folha de S.Paulo também produziu uma série de reportagens para ajudar quem deixou a entrega para a reta final:

    QUEM É OBRIGADO A DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA 2026?

    Deve entregar a declaração neste ano o contribuinte que, em 2025:

    – Recebeu rendimentos tributáveis -como salário e aposentadoria- a partir de R$ 35.584,00
    – Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (como rendimento de poupança ou FGTS) acima de R$ 200 mil
    – Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeito à incidência do Imposto;
    – Realizou operações de venda na Bolsas de Valores cuja soma foi superior a R$ 40 mil ou teve apuração de ganhos líquidos sujeitos à incidência do imposto
    – Obteve, na atividade rural, receita bruta em valor superior a R$ 177.920 ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025
    – Tinha, em 31 de dezembro, a posse ou a propriedade de bens ou direitos de valor acima de R$ 800 mil
    – Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro;
    – Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, caso o produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de cento e oitenta dias, contado da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005
    – Optou por declarar os bens, direitos e obrigações detidos pela entidade controlada, direta ou indireta, no exterior como se fossem detidos diretamente pela pessoa física, nos termos do regime de transparência fiscal de entidade controlada estabelecido no art. 8º da lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023
    – Era titular, em 31 de dezembro, de trust e demais contratos regidos por lei estrangeira com características similares, nos termos dos arts. 10 a 13 da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023
    – Tinha capital investido em aplicações financeiras no exterior, a que se referem os arts. 2º a 4º e 9º da Lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023:
    – Teve rendimentos ou pretenda compensar, no ano-calendário de 2025 ou posteriores, perdas de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2025
    – Teve lucros ou dividendos de entidades no exterior, nos termos dos arts. 2º e 5º a 6º-A da lei nº 14.754, de 12 de dezembro de 2023

    CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DA RESTITUIÇÃO

    Serão quatro lotes.

    Lote Data de pagamento
    1º lote 29 de maio
    2º lote 30 de junho
    3º lote 31 de julho
    4º lote 31 de agosto

    Prazo para entregar o IR 2026 termina nesta sexta-feira

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia