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  • Críticas de Anitta a bets causam mal-estar com patrocinador de festival no qual ela vai cantar

    Críticas de Anitta a bets causam mal-estar com patrocinador de festival no qual ela vai cantar

    Executivos da Superbet se incomodaram com discurso da cantora contra publicidade do setor. Artista segue confirmada como atração principal de evento patrocinado pela marca durante a Copa

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – As recentes declarações de Anitta sobre apostas on-line provocaram desconforto nos bastidores da Superbet. A marca é patrocinadora de um festival que ocorrerá de 3 de junho a 19 de julho no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro, e terá a cantora como uma de suas principais atrações.

    O F5 apurou que, às vésperas do evento, executivos da empresa não gostaram do discurso da intérprete de “Envolver” e “Downtown”, entre outras. Procurada desde quarta-feira (27) por email, telefone e Whatsapp, a equipe de Anitta não respondeu aos contatos da reportagem. A assessoria de imprensa da Superbet disse que não iria se manifestar.

    Nas redes sociais, Anitta disse que se recusa a atrelar seu nome a qualquer casa de apostas. Ela também afirmou que vê com preocupação o crescimento das bets no Brasil e os impactos financeiros causados em parte da população. Defendeu ainda uma discussão mais ampla sobre os limites da publicidade ligada ao setor.

    O discurso foi recebido com incômodo porque a Superbet comprou os “naming rights” da festa para se aproximar do público carioca durante a Copa do Mundo. O evento inclusive mudou de nome: de Village Rio para Village Superbet.

    A avaliação interna é que a situação criou uma saia justa para a marca, que vem ampliando investimentos em entretenimento e música para fortalecer sua imagem no país. Ainda assim, pessoas próximas às negociações afirmam que a relação contratual, por enquanto, segue inalterada.

    Ou seja, Anitta segue confirmada no evento. Ela se apresenta no dia 11 de julho, com ingressos a partir de R$ 442 (meia/feminino). Entre outros nomes, também estão escalados para o Village nomes como Ludmilla, Thiaguinho, Luísa Sonza, João Gomes, Marina Sena, Pabllo Vittar e Marisa Monte.

    Críticas de Anitta a bets causam mal-estar com patrocinador de festival no qual ela vai cantar

  • Com Messi e Flaco López, Argentina anuncia convocados para a Copa de 2026

    Com Messi e Flaco López, Argentina anuncia convocados para a Copa de 2026

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Argentina anunciou, nesta quinta-feira, os 26 jogadores convocados para a próxima Copa do Mundo. A seleção comandada pelo técnico Lionel Scaloni viaja a Estados Unidos, Canadá e México em busca de seu quarto título mundial.

    Um dos destaques da lista é o atacante Flaco López, do Palmeiras – seu colega Giay, por outro lado, não foi selecionado. O ídolo Lionel Messi também está confirmado para disputar a sua sexta Copa, afastando rumores de ausência por opção pessoal.

    VEJA LISTA DE CONVOCADOS

    GOLEIROS

    Emiliano Martínez (Aston Villa-ING), Juan Musso (Atlético de Madri-ESP) e Gerónimo Rulli (Olympique de Marselha-FRA).

    DEFENSORES

    Leonardo Balerdi (Olympique de Marselha-FRA), Lisandro Martínez (Manchester United-ING), Facundo Medina (Olympique de Marselha-FRA), Nahuel Molina (Atlético de Madri-ESP), Gonzalo Montiel (River Plate-ARG), Nicolás Otamendi (sem clube), Cristian Romero (Tottenham-ING) e Nicolás Tagliafico (Lyon-FRA).

    MEIO-CAMPISTAS

    Valentín Barco (Strasbourg-FRA), Rodrigo De Paul (Inter Miami-EUA), Enzo Fernández (Chelsea-ING), Giovani Lo Celso (Real Betis-ESP), Alexis Mac Allister (Liverpool-ING), Exequiel Palacios (Bayer Leverkusen-ALE) e Leandro Paredes (Boca Juniors-ARG).

    ATACANTES

    Thiago Almada (Atlético de Madri-ESP), Julián Alvarez (Atlético de Madri-ESP), Nicolas González (Atlético de Madri-ESP), Flaco López (Palmeiras), Lautaro Martínez (Inter de Milão-ITA), Lionel Messi (Inter Miami-EUA), Nico Paz (Como-ITA) e Giuliano Simeone (Atlético de Madri-ESP).

    A seleção argentina estreia na Copa no dia 16 de junho, contra a Argélia, em Kansas City. Áustria e Jordânia serão as outras adversárias da atual campeã do mundo no Grupo J.

    Com Messi e Flaco López, Argentina anuncia convocados para a Copa de 2026

  • Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA

    Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA

    O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%); Bolsa recua 0,39%, na contramão do mercado externo

    O dólar fechou em queda, e a bolsa brasileira encerrou o pregão no campo negativo nesta quinta-feira (28), em um dia marcado pela redução das tensões geopolíticas no Oriente Médio. A divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos também ajudou moedas de países emergentes.

    O dólar comercial encerrou esta quinta vendido a R$ 5,032, com recuo de R$ 0,029 (-0,57%). A cotação iniciou o dia a R$ 5,07, mas recuou após a abertura dos mercados estadunidenses. Na mínima do dia, por volta das 15h15, chegou a R$ 5,02.

    Apesar da queda desta quinta, a moeda norte-americana ainda acumula alta de 1,60% em maio. Em 2026, no entanto, a divisa cai 8,33%.O alívio no câmbio não se repetiu no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quinta aos 175.063 pontos, com recuo de 0,39%. O indicador foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras e pela cautela em relação à evolução dos juros no Brasil.

    Câmbio perde força

    A moeda norte-americana operou em baixa durante quase toda a sessão, acompanhando o movimento observado no exterior. O mercado reagiu positivamente às informações de que Estados Unidos e Irã avançaram em um entendimento preliminar para ampliar o cessar-fogo no Oriente Médio e iniciar novas negociações sobre o programa nuclear iraniano.

    A possibilidade de redução das tensões na região diminuiu a procura global por ativos considerados mais seguros, como o dólar. O real acabou sendo beneficiado pelo movimento e teve desempenho superior ao de outras moedas emergentes.

    Outro fator que influenciou o câmbio foi a divulgação do índice PCE nos Estados Unidos, principal indicador de inflação acompanhado pelo Federal Reserve (Fed). O dado veio ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, reforçando a percepção de inflação mais controlada na economia americana.

    Ibovespa recua

    Mesmo com as bolsas em Nova York batendo recorde, o Ibovespa terminou o dia em baixa. O índice brasileiro foi pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, que acompanharam a volatilidade dos preços do petróleo e fecharam em queda.

    Os papéis preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) da estatal recuaram 0,72%, enquanto as ações ordinárias (com voto em assembleia de acionistas) caíram 1,16%. O desempenho negativo ocorreu apesar do anúncio de reajuste da gasolina nas refinarias feito pela companhia.O mercado também monitorou indicadores de inflação e as perspectivas para a taxa Selic. Mesmo com sinais de desaceleração da atividade econômica, como a queda na criação de empregos formais em abril, a percepção de inflação ainda elevada mantém dúvidas sobre o ritmo de cortes de juros pelo Banco Central.

    Petróleo oscila

    Os preços do petróleo tiveram um dia de forte volatilidade em meio às notícias envolvendo o Oriente Médio.

    O petróleo Brent, referência internacional usada pela Petrobras, avançou 0,49% e fechou cotado a US$ 92,70 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 0,25%, para US$ 88,90.

    A expectativa de um acordo que permita a reabertura plena do Estreito de Ormuz chegou a pressionar para baixo as cotações do produto. No entanto, as incertezas sobre o conflito e novos relatos de ataques na região mantiveram os investidores cautelosos, ajudando os contratos futuros a encerrar o dia em alta moderada.

    Dólar cai para R$ 5,03 com alívio geopolítico e foco nos EUA

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  • Suzana Alves relembra desconforto com fama de Tiazinha

    Suzana Alves relembra desconforto com fama de Tiazinha

    Atriz diz que ficou horrorizada com figurino da personagem no início da carreira na TV. Ex-símbolo sexual dos anos 1990 afirma que só aceitou papel por estar devendo à faculdade

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Passadas mais de duas décadas desde a despedida da personagem Tiazinha, em 2002, Suzana Alves ainda convive com os reflexos da fama que marcou a televisão brasileira nos anos 1990. Em participação no The Noite com Danilo Gentili, do SBT, ela relembrou os bastidores do sucesso, falou sobre o desconforto com a fama e exposição do corpo e também comentou arrependimentos ligados ao período em que se tornou símbolo sexual da TV.

    Durante a entrevista, Suzana contou que hesitou antes de aceitar participar do piloto do quadro no programa H, apresentado por Luciano Huck na Band. “Eu fiquei um pouco horrorizada com a questão da lingerie. Eu falei que não, agradeci. Na semana seguinte ele me ligou novamente dizendo que ficaram comigo na cabeça”, afirmou.

    Segundo ela, a máscara que virou marca registrada da personagem surgiu como uma tentativa de reduzir o incômodo com a proposta inicial. “Eu estava devendo a faculdade e perguntei para eles se eles me dariam o valor da faculdade e eu faria o piloto. Mas eu pedi para usar uma máscara, porque tudo já começou muito desconfortável para mim”, disse.

    Suzana também comentou as comparações frequentes com a personagem Feiticeira e refletiu sobre os efeitos da superexposição em sua vida pessoal e profissional. “Eu me arrependo da exposição do nu, de algo tão íntimo. Não é um arrependimento que eu sofro”, declarou.

    Formada em Jornalismo, Suzana também estudou balé clássico no Theatro Municipal de São Paulo e cursou Psicologia. Atualmente, além da carreira artística, atua como empresária.

    A participação no programa, que vai ao ar nesta quinta-feira (28) também marcou a divulgação do livro “Por Trás da Máscara – 21 Dias de Cura para Você Encontrar sua Verdadeira Identidade”, em que revisita episódios da própria trajetória e propõe reflexões sobre autoestima e identidade.

    “Quis fazer um livro acessível, uma leitura simples, voltada ao povão que me projetou. Uma leitura de 21 dias, em três partes, para você entender o meu processo e também se reencontrar nele”, explicou.

    Suzana Alves relembra desconforto com fama de Tiazinha

  • Duilio Alves anuncia desligamento do quadro de sócios do Corinthians

    Duilio Alves anuncia desligamento do quadro de sócios do Corinthians

    (UOL/FOLHAPRESS) – O ex-presidente do Corinthians Duilio Monteiro Alves publicou uma carta aberta para anunciar o desligamento do quadro associativo do clube.

    Duilio renunciou ao cargo no Conselho Deliberativo e do Conselho de Orientação (Cori) do clube. O ex-mandatário alegou que o custo pessoal de seguir no clube em meio a uma “guerra política” tem sido alto demais.

    Na carta, Duilio pondera que o modelo associativo não é mais adequado para o Corinthians e avalia como o clube funcionaria enquanto SAF.

    Duilio Monteiro Alves foi presidente do Corinthians por dois mandatos, entre janeiro de 2021 e janeiro de 2024, sucedendo Andrés Sanchez – expulso do clube na última segunda – e sendo sucedido por Augusto Melo.

    VEJA A CARTA NA ÍNTEGRA

    “Muitos vão comemorar este que considero meu último gesto como sócio do Corinthians.

    Em breve, porém, as pessoas racionais perceberão que não há nada a festejar.
    Minha renúncia ao título de sócio remido e ao meu espaço como conselheiro vitalício poderá soar como sonho realizado para muitos. Para alguns, talvez até como música.

    Não foram poucos os que apontaram que minha expulsão, assim como a de outros, seria a salvação do Corinthians.

    Nesta sexta-feira (29), no entanto, o sol nascerá, e todos terão de se fazer uma pergunta: quem será o próximo que deveremos expulsar? Ou vocês acham que acabou?

    O Corinthians foi o clube em que me criei. Fui presenteado com o título de sócio remido pelo meu avô, Orlando Monteiro Alves, ainda na maternidade, no dia do meu nascimento e respirei os ares da Democracia Corinthiana graças ao meu pai, Adilson Monteiro Alves. Ganhei Paulistas, Brasileiro, Libertadores, Mundial e Recopa, como diretor e fui o presidente que me comprometi a ser. Dediquei muitos anos à vida política do clube, mas jamais imaginei que o custo pessoal, na saúde mental e na física seriam tão caros, a mim e a minha família. É hora, porém, de buscar alguma paz.

    A guerra política do Corinthians deixou muita gente cega. O clube se tornou ingovernável. E, em vez de debater regras, responsabilidades e mecanismos de controle, preferiram criminalizar práticas próprias da vida de uma empresa que fatura R$ 1 bilhão, como renegociação de dívidas e o uso de cartão corporativo, no meu caso, com o valor total utilizado nos 3 anos de gestão com média inferior a R$ 35,00 por dia e com uso estritamente institucional, ou seja, transformaram atos administrativos ordinários em narrativas criminais, sem o devido contexto técnico e contábil.

    A verdade é que o Corinthians entrou na era da guerra nuclear. Em vez de unir o clube, algo que tentei fazer, não apenas com palavras, mas de forma efetiva, nomeando inclusive opositores como diretores -, o que se vê nesta quinta-feira (28) é um campo minado político, jurídico, midiático e institucional, do qual não pretendo mais fazer parte.

    Por tudo isso, o modelo associativo do Corinthians já não tem mais condições de conduzir um gigante de 35 milhões de torcedores. Multiplicam-se leituras viciadas e casuísticas de um estatuto velho, que fazem de tudo para não deixar que seja modernizado. A ordem agora é expulsar todo e qualquer opositor antes da próxima eleição.

    A pergunta que fica, para quem presta atenção, já não é apenas se o Fiel Torcedor terá ou não direito a voto. A pergunta é mais dura: o Corinthians será uma SAF com um dono sem voto ou será um clube controlado por interventores jurídicos, também sem voto?

    Com minha saída, talvez muita gente finalmente abra os olhos para os três grandes problemas realmente preocupantes do presente, que tantos fingem não enxergar:

    A reforma tributária tornará a vida dos clubes associativos mais cara do que a das SAFs.

    A dívida que estava controlada em 2023, com três superávits sucessivos nos anos da minha gestão, foi catapultada em mais R$ 1 bilhão nos anos Augusto/Osmar, com aprovação de gente que agora deseja se candidatar.

    E a agência de fair play financeiro implementada pela CBF prevê penas como transfer ban e até rebaixamento para clubes que contratam sem pagar – ainda mais para aqueles que se comportam como se não precisassem pagar.

    Minha retirada do quadro associativo não resolve nada disso. Mas ao menos comprova que não tenho vaidade, estou desapegado e disposto a ver o Corinthians discutir, de fato, o seu futuro.

    Em 2023, eu saí da presidência do Corinthians pela porta da frente, com todas as contas aprovadas, inclusive no último ano, com o balanço fechado e apresentado por opositores ferrenhos.

    Fizeram da minha vida um inferno, e eu caminho por ele, com a certeza de que tudo vai ser esclarecido.

    Nesta quinta-feira (28), tenho dúvidas se os próximos presidentes conseguirão cumprir três anos de mandato. Muito menos com três superávits ano a ano, recorde de faturamento e controle responsável da dívida, como prometi e fiz.

    Não me arrependo de nada. E me defenderei na Justiça.

    O resto, eu deixo para o tempo.

    Portanto, renuncio ao meu título de sócio remido, entrego meu lugar como conselheiro vitalício e membro do CORI e me retiro, de forma definitiva, do quadro de sócios do Parque São Jorge, para que o Corinthians possa, enfim, assim espero, cuidar do presente e do futuro.

    Vai Corinthians. Sempre.”

    Duilio Alves anuncia desligamento do quadro de sócios do Corinthians

  • A um dia do fim do prazo, 5,1 milhões não enviaram declaração do IR

    A um dia do fim do prazo, 5,1 milhões não enviaram declaração do IR

    Receita recebeu 38,9 mi de documentos desde o início da entrega

    Faltando um dia para o fim do prazo, 11,5% dos contribuintes, cerca de 5,1 milhões de pessoas, ainda não acertaram as contas com o Leão. Até as 18h52 desta quinta-feira (28), a Receita Federal recebeu 38.919.869 Declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026 (ano-base 2025).

    O número equivale a 88,5% do total de 44 milhões de declarações previstas para 2026. Tradicionalmente, o ritmo de entrega aumenta nas últimas semanas do prazo.

    Quem não enviar a declaração no prazo pagará multa de R$ 165,74 ou 1% do imposto devido, prevalecendo o maior valor. 

    Segundo a Receita Federal, 58,4% das declarações entregues até agora terão direito a receber restituição, 22,5% terão que pagar Imposto de Renda e 19,1% não têm imposto a pagar nem a receber.A maioria dos documentos foi preenchida a partir do programa de computador (78,1%), enquanto 15,5% dos contribuintes recorreram ao preenchimento on-line, que deixa o rascunho da declaração salvo nos computadores do Fisco (nuvem da Receita), e 6,4% declararam pelo aplicativo Meu Imposto de Renda para smartphones e tablets.

    Um total de 59,6% dos contribuintes que entregaram o documento à Receita Federal usaram a declaração pré-preenchida, por meio da qual o declarante baixa uma versão preliminar do documento, bastando confirmar as informações ou retificar os dados. A opção de desconto simplificado representa 55% dos envios.

    O prazo para entregar a declaração começou em 23 de março e termina às 23h59min59s desta sexta-feira, 29 de maio. O programa gerador da declaração está disponível desde 19 de março.

    As pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, assim como aquelas que obtiveram receita bruta da atividade rural acima de R$ 177.920, são obrigadas a declarar. As pessoas que receberam até dois salários mínimos mensais em 2025 estão dispensadas de fazer a declaração, salvo se se enquadrarem em outro critério de obrigatoriedade.

    A um dia do fim do prazo, 5,1 milhões não enviaram declaração do IR

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  • Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

    Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

    Senador informou em ofício à Casa que estaria fora do País entre 24 e 28 de maio; pré-candidato à Presidência esteve nos Estados Unidos e se encontrou com Donald Trump

    O Senado Federal informou nesta quarta-feira, 27, que o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), não apresentou requerimento de missão oficial com despesas para a Casa. Na última quinta-feira, 21, ele protocolou ofício comunicando ausência do País no período de 24 a 28 de maio.

    Pelo regimento interno do Senado, a apreciação dos requerimentos de licença para missão é exigida apenas quando os custos da viagem, seja no País ou no exterior, ficam a cargo da Casa. Nesses casos, a Mesa Diretora delibera sobre os pedidos.

    Flávio viajou aos Estados Unidos e postou foto ao lado do presidente Donald Trump, na Casa Branca, na terça-feira, 26. Ele afirmou que a visita era um “reconhecimento” de Trump de que sua candidatura é “séria”, “sólida” e “confiável“, e que quis oferecer uma “alternativa” aos EUA de um presidente “aliado.

    Segundo o senador, não houve declaração de apoio de Trump a sua pré-campanha presidencial. A viagem ocorreu duas semanas após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ser recebido pelo presidente americano.

    Flávio afirmou ter se reunido nesta quarta-feira com o vice-presidente americano, J.D. Vance, e com o secretário de Estado, Marco Rubio. Segundo o senador, as conversas serviram para ele reforçar o pedido de classificar as organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas.

    Indagado sobre por que a Casa Branca não se pronunciou sobre o encontro, Flávio afirmou: “Não sei, só sei que estou muito honrado em ser recebido pelas mais altas autoridades da maior democracia do mundo. Demonstra preocupação com o que está acontecendo no Brasil”.

    A viagem do pré-candidato foi analisada pelo governo Lula como uma tentativa de fugir do escândalo do Banco Master. Para interlocutores do presidente ouvidos pela Coluna do Estadão, o senador tenta “desesperadamente” “mudar de assunto” em relação a seus elos com o banqueiro Daniel Vorcaro.

    Ele tenta reverter crise em sua pré-campanha causada por revelações de pedidos de dinheiro a Vorcaro, preso e investigado por fraudes financeiras do Banco Master.

    Segundo reportagem publicada pelo site Intercept Brasil, cerca de R$ 61 milhões dos R$ 134 milhões acertados entre Flávio e Vorcaro para a produção do filme “Dark Horse”, sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, foram repassados entre fevereiro e maio de 2025.

    Flávio Bolsonaro não registrou missão oficial com ônus para viagem aos EUA, diz Senado

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  • EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

    EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

    Decisão foi divulgada pelo Departamento do Estado e ignora tentativa do Brasil de barrar rotulação. Governo Lula buscava negociar um pacote com Trump para combater o crime organizado

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Os Estados Unidos decidiram determinar que o CV (Comando Vermelho) e PCC (Primeiro Comando da Capital) são organizações terroristas, nesta quinta-feira (28).

    A decisão acontece após a visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, ao presidente Donald Trump, além de outros membros do gabinete americano, como Marco Rubio, do Departamento do Estado, e JD Vance, vice-presidente dos EUA.

    Pelas redes sociais, Rubio afirmou que as organizações criminosas “são as mais perigosas do Brasil”. “Seu alcance se etende por toda a nossa região e ao nosso país. A administração Trump continuará usando todas as ferramentas disponíveis para proteger nossos interesses de segurança nacional e negar o financiamento e recursos narcoterroristas.”

    Em entrevista a jornalistas na quarta-feira, Flávio tinha dito que Rubio pareceu ser favorável à designação. “Ele me pareceu mais favorável a isso”, disse o pré-candidato que afirmou ter passado cerca de 30 minutos com o secretário.

    A decisão já era esperada e, uma reportagem do UOL no início de março mostrou que o martelo já estava batido sobre esta definição. Segundo o The New York Times, em reportagem publicada também em março, os EUA avaliavam a designação após lobby de dois filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, entre eles Flávio e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro.

    Apesar disso, o governo Lula tentava evitar que esta designação fosse imposta pelos EUA, pelo receio de influenciar nas eleições e interferência americana no Brasil. Lula afirmou que, durante a conversa de mais de três horas que teve com Trump há cerca de 20 dias, o assunto não foi tratado, mas foi entregue a proposta de uma cooperação entre os dois países.

    Chefe da assessoria especial de Lula, Celso Amorim, comentou sobre a designação nesta quinta-feira antes do anúncio. “O crime organizado deve ser combatido com a máxima energia e determinação. Equiparar o crime organizado ao terrorismo, contudo, não é útil. Compreender as motivações é essencial para a eficácia do combate a todas as formas de criminalidade.”

    Em março, em evento em Dallas, no estado dos Texas, Flávio chegou a falar que, se encontrasse com o presidente Donald Trump, não pediria que o PCC e CV fossem considerados terroristas, pois ele mesmo faria isso.

    “Não vou pedir para o Trump designar ninguém, eu vou designar PCC e CV como terroristas. Já que o Lula não teve coragem de fazer”, disse.

    A classificação do que é terrorismo varia em cada país. A versão mais aceita é a que o classifica como uma ação violenta deliberada contra civis que têm por objetivo intimidar a população ou o governo, normalmente em associação a uma causa política e/ou religiosa.

    Segundo o Departamento de Defesa, os EUA classificam grupos terroristas quando eles integram alguns critérios, como a violência e a ameaça ao território americano –as organizações, claro, tem que ser estrangeiras. Antes do anúncio, a pasta já havia manifestado que considerava ambas as organizações como um “perigo” para a região.

    A partir desta designação é criminalizado qualquer tipo de apoio, bloqueio de recursos e isolamento destas organizações. De acordo com o departamento, integrantes destas organizações não podem entrar nos EUA e podem ser expulsos se já estiverem no país.

    Além disso, bancos americanos com contas destes membros devem bloquear fundos ligados ao grupo e reportar ao governo. O Brasil, porém, discorda da denominação, uma vez que no território brasileiro a designação de terrorismo é aplicada para atos violentos motivados por xenofobia, discriminação ou preconceito para provocar terror social generalizado.

    As conversas sobre a possibilidade de designar facções criminosas brasileiras como terroristas acontecem desde o ano passado.

    O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, que participou de um dos encontros com integrantes do governo Trump, afirmou que os americanos não deram espaço para o Brasil apresentar qual a sua interpretação em relação ao terrorismo e apenas solicitaram informações a respeito do funcionamento das facções.

    Ele defende que, apesar dos perigos de crimes praticados pelas organizações, elas não são terroristas, já que o termo só seria aplicado para grupos que praticam atos de terror com objetivo político ou ideológico.

    Apesar dos esforços do governo federal, no ano passado, parlamentares e governadores da direita brasileiros solicitaram ao governo Trump a classificação do Comando Vermelho como grupo terrorista. O governo Cláudio Castro (PL) chegou a enviar um documento para Washington com o pedido. A facção tem origem no Rio de Janeiro.

    Por outro lado, o governo Lula trabalhava para tentar evitar essa classificação e encaminhou, no fim do ano passado, uma proposta para que os países firmassem um acordo para combate ao crime organizado.

    Porém, o governo dos EUA considerou a proposta inadaquada e sugeriu, como mostrou uma reportagem da Folha de S.Paulo, que o Brasil recebesse estrangeiros capturados nos EUA e exigiu um plano para acabar com o PCC e CV.

    Na visão do governo Lula, a designação abriria brecha legal para intervenções dos EUA em território brasileiro. O governo teme ainda a exploração política do tema pelos bolsonaristas durante a campanha eleitoral.

    Oura preocupação é que as leis antiterrorismo dos EUA preveem punições não apenas para as facções, mas também para pessoas e instituições financeiras que possuam ou tenham conhecimento de fundos relacionados a essas organizações.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou em uma série de reportagens, o CV e o PCC já estão presentes em todos os estados brasileiros e exercem hegemonia em ao menos 13 deles. As facções também expandiram sua atuação para além das fronteiras: o CV mantém negócios com ao menos oito países da América Latina, enquanto o PCC tem presença em ao menos 16 nações.

    FACÇÕES NA MIRA DO GOVERNO TRUMP

    O PCC foi incluído em 2021 na lista de organizações designadas do Ofac (Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA), o que resulta no confisco de todas as propriedades e ativos nos EUA ligadas a seus membros e proibição de instituições e cidadãos americanos de manterem qualquer relacionamento comercial com a facção. Mas o grupo criminoso não foi classificado como organização terrorista.

    Em visita a Brasília em maio do ano passado, o responsável pelo setor de sanções do Departamento de Estado, David Gamble, pediu formalmente que o Brasil adotasse a designação de organizações terroristas para o PCC e CV. Representantes do Ministério da Justiça rejeitaram o pedido.

    A Lei Antiterrorismo brasileira, de 2016, define como atos terroristas aqueles motivados por “xenofobia, discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia e religião, quando cometidos com a finalidade de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública”.

    A definição do que é terrorismo varia em cada país. A versão mais aceita interacionalmente é a que o classifica como uma ação violenta deliberada contra civis que têm por objetivo intimidar a população ou o governo, normalmente em associação a uma causa política e/ou religiosa.

    Governadores de direita e parlamentares da oposição pressionam pela votação de um projeto de lei de autoria do deputado Danilo Forte (União Brasil-CE) que equipara facções criminosas brasileiras a organizações terroristas.

    EUA determinam que CV e PCC são organizações terroristas

  • Olivia Rodrigo rebate críticas a look

    Olivia Rodrigo rebate críticas a look

    Cantora apontou suas principais inspirações para os looks e explicou que não tinha a intenção de construir uma estética ‘sexy’

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Olivia Rodrigo, 23, rebateu críticas após usar um vestido “babydoll” durante um show. A cantora dividiu opiniões pelo visual usado no especial Spotify Billions Club, gravado em Barcelona. O look, com um estilo de boneca, deu o que falar por ser considerado “infantilizado” por alguns.

    Olivia lamentou os comentários de que a escolha desse estilo teria sido “inapropriada”. “É realmente perturbador que eu já eu tenha usado looks que são, provavelmente, mais reveladores no palco. […] E isso não foi inapropriado, mas eu totalmente coberta com um vestido que as pessoas consideraram ‘infantil’ foi inapropriado”, disse ela ao podcast do The New York Times. “Eu acho que isso mostra como nós realmente normalizamos a pedofilia na nossa cultura.”

    A artista criticou a sexualização do visual. “É essa retórica que nós, meninas, ouvimos desde que somos muito pequenas, que é: não vista isso porque aí um homem vai sexualizar seu corpo e isso será sua culpa. Isso é muito estranho”, desabafou.

    Ela ressaltou que não quis parecer “sexy” com o vestido e que buscou apenas se inspirar em ícones que admira. “Eu não acho que eu estava sexy com aquilo. Eu só estava tipo: ‘isso é muito legal!’. Eu senti que estava como Kathleen Hanna ou Courtney Love, todas essas pessoas que são minhas heroínas, e me senti descolada e confortável com isso”, pontuou.

    Olivia Rodrigo rebate críticas a look

  • Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, anuncia saída do técnico Jorge Jesus

    Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo, anuncia saída do técnico Jorge Jesus

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Jorge Jesus não é mais o treinador do Al-Nassr, da Arábia Saudita, e está oficialmente livre no mercado. O time de Cristiano Ronaldo publicou, nesta quinta-feira, um vídeo para se despedir do técnico português de 71 anos, que não teve o contrato renovado após conquistar a Liga Saudita desta temporada.

    Al-Nassr deixou uma mensagem de agradecimento a Jorge Jesus. “Que jornada, que capítulo. Obrigado, Mister”, escreveu o clube nas redes sociais. O treinador já havia anunciado que não seguiria no comando para 2026/27 após a vitória sobre o Damac, por 4 a 1, quando o clube confirmou o título saudita na última rodada.

    Ídolo do Flamengo, técnico quer voltar ao Brasil, mas não a trabalho. Em entrevista à emissora portuguesa Sport TV, ele manifestou o desejo de passar férias no país, onde conquistou cinco títulos em um ano no comando do Rubro-Negro.

    Recentemente, Jesus falou sobre a recusa à seleção brasileira. Ele admitiu ter errado ao não aceitar o convite feito por Ednaldo Rodrigues, então presidente da CBF, em janeiro de 2025. “Naquele momento considerei que não devia abandonar os desafios que tinha em mãos com o Al-Hilal”, disse em coluna do jornal Record.

    Jorge Jesus fez temporada de sucesso no Al-Nassr. Em um ano de vínculo, o português comandou a equipe em 49 jogos, com 40 vitórias, dois empates e sete derrotas. Com ele, o time voltou a conquistar a Liga Saudita, após sete anos de espera, e foi vice-campeão da AFC Champions League Two -o Gamba Osaka, do Japão, venceu a decisão por 1 a 0.

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