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  • Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

    Faturamento foi R$ 1,39 trilhão, representando 10,8% do PIB; Demanda doméstica foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período

    No ano passado, a indústria brasileira de alimentos e bebidas apresentou um faturamento de R$ 1,39 trilhão, o que representou alta de 8,02% na comparação com o ano anterior. O montante representa 10,8% do Produto Interno Bruto (PIB) estimado para 2025.

    Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), o grande destaque do ano foi o mercado interno, que respondeu por R$ 1,02 trilhão desse total, sendo que R$ 732 bilhões são decorrentes do varejo e o restante, do food service, que vem retomando sua fatia de participação.

    A demanda doméstica, diz a associação, também foi determinante para sustentar o crescimento real das vendas, que avançaram 2,2% no período. De acordo com a Abia, esse resultado reflete a recomposição gradual do consumo das famílias, o avanço do consumo fora do lar e também os ganhos de eficiência obtidos pelas empresas ao longo do ano. 

    Quanto às exportações, a indústria de alimentos e bebidas registrou um crescimento de 0,7% em 2025, somando US$ 66,73 bilhões. A Ásia foi o principal destino, alcançando US$ 27,4 bilhões. Já os Estados Unidos importaram US$ 4,9 bilhões em produtos brasileiros, um aumento de 9,2% no período, apesar das elevações tarifárias que foram aplicadas ao setor.

    O balanço apresentado pela associação também apontou que a força de trabalho direta alcançou 2,12 milhões de empregados, um crescimento de 2,4% em relação a 2024. Somando os empregos indiretos, a cadeia produtiva chegou a 10,6 milhões de postos de trabalho o que corresponde, de acordo com a Abia, a 10,3% de toda a força de trabalho ocupada do país.

    Perspectivas

    Para este ano, a Abia espera que as vendas reais cresçam entre 2% e 2,5%, impulsionadas pelo mercado doméstico e pela recuperação gradual do mercado internacional. A geração de empregos também deve crescer, com alta entre 1% e 1,5%.

    “Em 2026, a combinação de estabilidade da safra, redução gradual dos juros e um ambiente econômico de crescimento moderado, no Brasil e no mundo, cria condições mais previsíveis para o planejamento e o investimento. Ainda haverá desafios, especialmente do lado dos custos, mas o setor entra nesse ciclo com bases sólidas para crescer de forma sustentável, gerar empregos e seguir cumprindo seu papel estratégico no desenvolvimento do país”, disse João Dornellas, presidente executivo da Abia.

    Indústria de alimentos e bebidas cresceu 8% em 2025, diz Abia

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  • Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

    Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

    Atriz Luisa Arraes diz ter sido vítima de ataque com pedra e fez alerta aos amigos: “Cuidado ao usar o celular no táxi e, caraca, vamos eleger alguém mais legal para São Paulo”, disse

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Luisa Arraes afirmou ter sido vítima de um assalto em São Paulo. Via redes sociais, a atriz, que é carioca, relatou aos seguidores e amigos que foi roubada enquanto estava em um táxi.

    Ela não deu detalhes sobre o local onde a violência teria ocorrido, mas contou que o assaltante jogou uma pedra contra o vidro do carro.

    “Olá, amigos! Estou bem, mas ontem fui assaltada aqui em São Paulo naquele estilo clássico que todos já viveram. Pedra na janela do carro, passa o celular, etc.”, escreveu Luisa.

    “Cuidado ao usar o celular no táxi e, caraca, vamos eleger alguém mais legal para São Paulo, não custa lembrar!”, completou.

    Luisa Arraes diz que foi assaltada em São Paulo

  • Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Parte significativa do planejamento esportivo e financeiro do Botafogo para a temporada depende do jogo desta terça-feira (10), contra o Barcelona de Guayaquil, no Nilton Santos. Se passar após o empate no jogo de ida, o Alvinegro joga a Libertadores. Se perder, terá de se contentar com a Sul-Americana.

    Mas John Textor, dono da SAF alvinegra, diz que não vai ao estádio pensando em dinheiro.

    Em conversa com jornalistas na festa do Carioca, a primeira pergunta foi sobre o impacto que o duelo desta noite pode ter para o cenário financeiro da equipe.

    “Ninguém pensa sobre futebol desse jeito. Eu sou um cara do futebol, eu amo futebol. Eu vim para o Rio para me divertir, para construir um time campeão. Conseguimos. E agora temos que fazer outro. Eu não vou para o jogo pensando: ‘Espero que vendamos mais ingressos’. Eu espero que a gente dê uma surra neles amanhã (nesta terça-feira (10)). É nisso que estou pensando”, disse o dirigente.

    Mas o cotidiano do Botafogo nos últimos tempos tem sido turbulento, não só pelos desafios de reformulação do time, mudança de técnico para a temporada atual e os problemas financeiros.

    Há um contexto de disputa societária entre Textor e investidores da Eagle que movimenta a Justiça dentro e fora do Brasil. O dono da SAF, no entanto, alega que há um grau de civilidade na disputa.

    “Eu não estou lutando com a Ares. Estou tentando comprar a parte deles. Eles estão considerando comprar a minha parte. É uma negociação amigável. Perece uma guerra civil na imprensa. Mas eu falo com eles, tenho amigos que trabalham na Ares. É muito dinheiro, muitos interesses e muitas negociações.

    O que se vê parece uma guerra civil porque advogados gostam de falar besteira, assessores de imprensa gostam de falar besteira. Mas tenho uma relação muito direta e cordial com a Ares. Temos diferenças de opinião. Eu quero comprar a parte deles, eles estão tentando comprar a minha parte na França”, acrescentou, incluindo na discussão o cenário no Lyon, do qual foi afastado.

    O que os jogadores acham da briga?

    “Os jogadores não dão a mínima para isso. Eles vão lá, jogam futebol. Todo mundo me pergunta sobre o momento. O momento é de jogadores que têm que jogar e treinador que tem que treinar. E donos que têm que trabalhar suas coisas fora de campo”, completou.

    O Botafogo fez movimentos recentes no mercado, com as chegadas de Medina, Edenilson e Ferraresi. Derrubar o transfer ban por causa da dívida com o Atlanta por Thiago Almada foi crucial. Textor contou que tem aberto a porta para as indicações que recebe dos dirigentes alvinegros.

    “Temos um dos melhores departamentos de scout do Brasil, talvez da América do Sul. Eu confio no Alessandro Brito, no Léo Coelho (diretor de futebol). Não estou dizendo ‘não’ aos jogadores que eles trazem para mim. Estou dizendo ‘sim’ sempre que posso. Temos que ser racionais, temos muitos jogadores, temos um elenco saudável”, afirmou.

    O norte-americano ainda considera que tem jogadores bons o suficiente para fazer uma boa temporada em 2026, mas também no futuro.

    “Eu vou ao treino e vejo talento. Temos veteranos, mas também um dos melhores projetos de sub-20 do Brasil no momento. Podemos espalhar jogadores entre Copinha e Carioca e eles ainda são bons. Temos muito talento. Precisamos reunir isso e ganhar jogos”, comentou Textor.

    Nas últimas semanas, a SAF do Botafogo teve a saída de figuras até então importantes na administração, como Thairo Arruda, ex-CEO, e o ex-vice-presidente executivo, Jonas Marmello. Sem se referir especificamente a algum deles, Textor soltou:

    “Muitas pessoas foram demitidas, mas dizem que pediram demissão. Espero que elas se deem muito bem na vida”.

    Diante das perguntas do UOL sobre o cenário administrativo, Textor encerrou a conversa pedindo mais perguntas sobre futebol. Como elas não vieram, despediu-se dos jornalistas.

    Textor diz que não vê jogo pensando em dinheiro e quer ‘surra’ do Botafogo

  • Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

    Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

    Joel Borges Corrêa foi preso no país vizinho quando tentava atravessar a Cordilheira dos Andes; o homem foi condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo Supremo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Autoridades da Argentina concederam pela primeira vez refúgio a um brasileiro foragido da Justiça por envolvimento nos ataques às sedes dos três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A decisão foi tomada nesta terça-feira (10).

    O beneficiado é Joel Borges Correa, preso no país vizinho quando tentava atravessar a Cordilheira dos Andes rumo ao Chile em novembro de 2024.

    Ele vivia em Buenos Aires e foi detido pela Polícia Federal argentina na localidade turística de El Volcán, na província de San Luis, após parar em um controle de trânsito. No carro, levava uma mala com roupas.

    No Brasil, Correa tinha sido condenado a 13 anos e seis meses de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    A decisão de refúgio foi da Conare (Comissão Nacional para Refugiados da Argentina), órgão do governo responsável por analisar pedidos de refúgio e decidir quem recebe o status de refugiado no país.

    Ela funciona de forma semelhante ao Conare brasileiro, sendo um órgão estatal integrado por funcionários de diferentes ministérios do governo argentino.

    Como mostrou reportagem da Folha de S.Paulo, ao menos quatro pessoas envolvidas nos atos de 8 de Janeiro foram detidas por diferentes órgãos de segurança argentinos.

    Além de Corrêa, também foram presos Wellington Luiz Firmino (condenado a 17 anos de prisão), Joelton Gusmão de Oliveira (17 anos) e Rodrigo de Freitas Moro Ramalho (14 anos). Assim como Correa, Firmino foi detido enquanto tentava fugir para o Chile.

    A maior parte desses brasileiros tem solicitado refúgio no país, um processo que costuma ser lento. Nos pedidos, eles alegam ser perseguidos políticos no Brasil. O país vizinho tem atraído acusados dos ataques golpistas desde a posse do presidente Javier Milei, em 2023, que é alinhado politicamente com o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Segundo a Conare argentina, um refugiado é uma pessoa que se encontra fora de seu país devido a fundados temores de perseguição por motivos de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a determinado grupo social ou opiniões políticas, e que não pode ou não quer, em razão desses temores, recorrer à proteção de seu país.

    Também é considerado refugiado quem fugiu de seu país porque sua vida, segurança ou liberdade estão ameaçadas pela violência generalizada, por conflitos armados, por violações massivas de direitos humanos ou por outras circunstâncias que tenham perturbado gravemente a ordem pública.

    Argentina concede refúgio a condenado do 8 de Janeiro pela primeira vez

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  • Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

    Na tarde desta terça-feira (10), a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142; Bolsa avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em queda nesta terça-feira (10), com investidores repercutindo declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o fim da guerra no Irã estar próximo.

    Na segunda-feira, o republicano afirmou que o conflito está “praticamente encerrado” e que Washington está “muito à frente” do prazo, inicialmente estimado entre quatro e cinco semanas. Com isso, o preço do petróleo chegou a desabar mais de 10%, e índices acionários em todo o mundo operam em alta.

    No Brasil, a moeda norte-americana tinha queda de 0,43%, a R$ 5,142, por volta das 15h30. A Bolsa, por outro lado, avançava 1,91%, a 184.380 pontos, com empresas ligadas ao setor energético, como Petrobras e Braskem, entre os destaques negativos.

    A declaração de Trump foi vista com alívio em meio às preocupações sobre o mercado de energia.

    Desde que Estados Unidos e Israel bombardearam o Irã no fim de fevereiro, o Oriente Médio vive um cenário de guerra regional, à medida que os ataques se espalharam por territórios vizinhos e passaram a dar sinais de que a área -estratégica para o comércio de petróleo do mundo- poderia estar diante de um gargalo em formação.

    Na segunda, o petróleo chegou a ficar próximo de US$ 120 por barril, com países cogitando cortar a produção depois que o Irã ameaçou incendiar navios que trafegassem pelo estreito de Hormuz, canal por onde passam 20% de todo petróleo e gás do mundo. A via também é fundamental para o transporte de fertilizantes, plásticos, carnes e grãos.

    Um bloqueio prolongado do estreito poderia gerar um efeito cascata na economia mundial, com repique na inflação e, por consequência, nas taxas de juros de países já avançados dos ciclos de afrouxamento.

    A fala de Trump, nesse sentido, tirou pressão dos mercados. Um desfecho rápido pode normalizar o tráfego pelo estreito e impedir que a disparada de preços seja profundamente sentida por consumidores em todo o mundo. O fim do conflito também permitiria que países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Qatar retomassem a produção de petróleo paralisada.

    O barril do petróleo Brent, em resposta, viveu uma das sessões de maior volatilidade de sua história na segunda. O barril chegou a alcançar o pico de US$ 119,46 pela manhã, perdeu fôlego e rondou US$ 100 à tarde, até desabar para US$ 90 após a declaração de Trump. Nesta terça, a queda era de mais de 10%, a US$ 88.

    “Claramente, os comentários de Trump sobre uma guerra de curta duração acalmaram os mercados. Embora tenha havido uma reação exagerada para o lado positivo ontem, achamos que há uma reação exagerada para o lado negativo hoje”, avalia Suvro Sarkar, líder da equipe do setor de energia do DBS Bank, acrescentando que o mercado estava subestimando os riscos nesses níveis para o Brent.

    Ainda na segunda-feira, porém, após os comentários de Trump, a Guarda Revolucionária do Irã disse que irá determinar o fim da guerra e que Teerã não permitirá que um litro de petróleo seja exportado da região se os ataques dos EUA e de Israel continuarem.

    Nos mercados, prevaleceu o discurso de Trump. Mas especialistas em energia avaliam que a guerra no Irã já causou a maior disrupção na produção de petróleo da história e que os riscos de um efeito cascata na economia global dependem da duração do conflito.

    Grandes bancos, como Barclays e JPMorgan Chase, por exemplo, afirmam que o barril pode testar a casa de US$ 120 se o conflito persistir por mais algumas semanas. Para efeito de comparação, o Brent chegou à máxima de US$ 128 logo no início da guerra da Ucrânia, em março de 2022, o maior valor desde a crise financeira de 2008 (US$ 144 no pico).

    “Esses números podem parecer muito altos, especialmente considerando o pessimismo generalizado em relação às perspectivas do mercado de petróleo para este ano, mas reiteramos que os fundamentos são mais sólidos e os riscos são maiores do que no conflito entre Rússia e Ucrânia, quando vimos esses níveis se materializarem”, afirma o Barclays.

    No cenário mais pessimista, o Barclays vê o Brent em torno de US$ 150 por barril antes do final do mês.

    Diante do cenário de incertezas, Trump também considera reduzir sanções contra a Rússia, segundo três fontes familiarizadas com o planejamento.

    Países do G7, além disso, consideram liberar estoques emergenciais de petróleo para lidar com a crise de abastecimento, segundo a AIE (Agência Internacional de Energia).

    Em resposta à queda do petróleo, ações de empresas ligadas à commodity caíam no pregão da B3 desta terça. A Petrobras recuava 1%; Braskem e Prio, 5% e 2%, respectivamente.

    O Grupo Pão de Açúcar também estava nos destaques negativos, em queda de 0,73% após pedir recuperação extrajudicial. Nesse processo, a empresa escolhe um grupo de credores para fechar uma negociação e homologá-la depois junto ao judiciário.

    Dólar cai e Bolsa avança 2% após Trump falar em fim da guerra no Irã

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  • Apoline anuncia fim do casamento e acusa o ex de nova traição

    Apoline anuncia fim do casamento e acusa o ex de nova traição

    Influenciadora Apoline surpreendeu os seguidores ao anunciar o fim do casamento com Vitor Andrade; criadora de conteúdo ficou conhecida por falar de sua transição de gênero nas redes e é considerada afilhada artística de Carlinhos Maia

    FORTALEZA, CE (UOL/CBS NEWS) – A influenciadora Apoline, 33, surpreendeu os seguidores ao anunciar o fim do casamento com Vitor Andrade. Segundo ela, a decisão ocorreu após descobrir uma suposta traição do marido.

    A criadora de conteúdo, que soma mais de 10 milhões de seguidores nas redes sociais, contou nesta segunda-feira (9) que decidiu encerrar o relacionamento com o também influenciador, com quem tem um filho de 2 anos. “Mais uma vez, descobri outra mentira, eu não estou mais casada. Descobri mais uma vez uma traição”, acusou ela nos Stories.
    Splash entrou em contato com a assessoria de Vitor Andrade sobre o fim do relacionamento e a suposta traição, mas não obteve retorno até o momento. O espaço permanece aberto e será atualizado.

    A história do casal já havia ganhado repercussão em 2024, quando Apoline viralizou ao ir até a casa do então companheiro para tirar satisfação após suspeitas de traição. Na ocasião, um vídeo mostrou o momento em que ela o confronta ao encontrá-lo na cama com outro homem.

    Na época, a informação sobre o suposto caso teria sido enviada à influenciadora por meio de um perfil anônimo. Durante a discussão, transmitida em uma live pelo próprio Vitor Andrade, ele negou que tenha traído a parceira e afirmou que ela não teria aceitado o término do relacionamento.

    Apesar da polêmica, os dois decidiram reatar pouco tempo depois. O relacionamento havia começado por volta de 2019.

    Conhecida por conteúdos de humor nas redes e pela semelhança com a cantora Anitta após sua transição de gênero, Apoline é considerada afilhada artística de Carlinhos Maia. Em 2025, ela realizou a cirurgia de redesignação sexual, que definiu como a etapa final de sua transição, iniciada cerca de dois anos antes.

    Apoline anuncia fim do casamento e acusa o ex de nova traição

  • Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

    O esquiador Cristian Ribera garantiu a medalha de prata nesta terça-feira (10) na Paralimpíada de Inverno de Milão-Cortina (Itália) e tornou-se o primeiro brasileiro a subir ao pódio na história do megaevento esportivo. Atual campeão mundial, o atleta de 23 anos dominou boa parte da prova de sprint do esqui cross-country, classe sitting (para atletas com deficiência nos membros inferiores), mas na reta final foi ultrapassado pelo chinês Liu Zixu (2min29s9). O brasileiro (2min29s6) cruzou a linha de chegada em segundo lugar, com apenas sete décimos de diferença para o asiático. O bronze ficou com o cazaque Yerbol Khamitov (2min29s90).  

    “Quero só agradecer meu time. A gente sempre trabalhou muito duro. Minha família estava torcendo, fiz isso por eles. Queria o ouro, foi por muito pouco, mérito do chinês. Foi o sprint final do maior evento. Todo mundo chega muito forte. Os esquis estavam bons. […] Foi muito acirrado. Enfim, sou campeão mundial, do Globo de Cristal e agora é a prata. Estou muito feliz, mais um sonho realizado. Agora a meta é o ouro”, projetou o rondoniense, radicado em Jundiaí (SP), em entrevista ao canal SporTV.


    Ribera ainda tem chances de subir ao pódio novamente no Tesero Cross-Country Stadium, nas Dolomitas. Nesta quarta-feira (11) ele competirá na prova de 10 quilômetros do esqui-cross country. Ele também está inscrito na prova de revezamento misto no sábado (14), e na disputa dos 20 km no domingo (15), último dia dos Jogos.  

    Antes do pódio inédito conquistado hoje, o melhor resultado do Brasil fora a sexta posição obtida pelo próprio Cristian Ribera, aos 15 anos, na edição dos Jogos de Inverno de PyeongChang (Coreia do Sul), em 2018. Na edição seguinte, em Pequim 2022, o rondoniense terminou em oitavo lugar.

    Quem também foi destaque nesta terça (10) foi a paranaense Aline Rocha, que encerrou em quinto lugar a prova feminina do esqui cross-country da classe sitting. É o melhor resultado de uma mulher brasileira na Paralimpíada de Inverno. Nascida em Pinhão (PR), a esquiadora de 35 anos concluiu a disputa como tempo de 3min21s00.

    “É uma emoção imensa. Estou muito feliz de chegar pela primeira vez na final da prova de sprint. […] Eu espero que os resultados que estamos conquistando aqui incentive mais mulheres a conhecer o esporte. O esqui é incrível. […] Eu consegui fazer uma ótima classificatória, uma ótima semifinal. Na final, faltou um pouquinho de braço, mas foi um ótimo resultado. Ainda tem mais”, comemorou Aline, em depoimento ao SporTV.

    A campeã da prova de sprint foi a norte-americana Oksana Masters (3min07s1), seguida pela sul-coreana Yunji Kim (3min10s1) e a chinesa Shiyu Wang (3min17s9), com prata e bronze, respectivamente.

    Programação dos brasileiros nos Jogos de Milão-Cortina

    Quarta (11) 
    5h45 – Esqui cross-country – 10km Interval Start Classic – Finais sentado/em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    Sexta (13)
    6h  Biatlo – Sprint Pursuit (Qualificação)
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    8h30 – Biatlo – Sprint Pursuit (Final )
    Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula

    Sábado (14)
    6h – Esqui cross-country – Finais – Revezamento misto
    4 x 2.5 km

    6h e 7h55 – Snowboard – Banked Slalom – Finais
    Andre Arenhart Barbieri e Vitória Machado

    Domingo (15)
    5h00e 6h20 – Esqui cross-country – 20km Interval Start Free – Finais sentado e em pé
    Aline Rocha, Cristian Ribera, Elena Sena, Guilherme Rocha, Robelson Lula e Wellington da Silva

    16h30
    Cerimônia de Encerramento

     


    Cristian Ribera fatura pódio inédito para o Brasil na Paralimpíada

  • Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

    Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

    O governo dos Estados Unidos considera que as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital são ameaças significativas à segurança regional devido ao tráfico, a violência e o crime transnacional

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – O governo de Donald Trump considera que as facções criminosas brasileiras CV (Comando Vermelho) e PCC (Primeiro Comando da Capital) são ameaças significativas à segurança regional devido ao seu envolvimento com o tráfico de drogas, a violência e o crime transnacional.

    A descrição é de um porta-voz do Departamento de Estado, que tem função semelhante ao Ministério das Relações Exteriores. De acordo com uma reportagem do UOL, Washington já decidiu classificar as facções como terroristas.

    Em nota à Folha de S.Paulo, a pasta não descarta a possibilidade, mas afirma que não antecipa possíveis designações de terrorismo e nem deliberações “relacionadas a essas designações”. “Estamos plenamente comprometidos em tomar as medidas apropriadas contra grupos estrangeiros que se envolvam em atividades terroristas”, diz o departamento.

    O governo Lula (PT) trabalha para evitar esta classificação, que já vem sendo estudada desde o ano passado. À Folha de S.Paulo, uma autoridade brasileira que se encontrou com integrantes do governo Trump disse que os americanos estiveram no Brasil no ano passado para coletar informações sobre as facções.

    Segundo este funcionário, os americanos não deram espaço para o Brasil apresentar qual a sua interpretação em relação ao terrorismo e solicitaram informações a respeito do funcionamento das facções. Por isso, a mudança na classificação não é considerada uma surpresa na gestão Lula.

    Nos Estados Unidos, a reportagem conversou com três funcionários que trabalham na diplomacia brasileira e solicitaram anonimato. Eles disseram que, apesar de existir a presença de integrantes das facções em território americano, o objetivo dos criminosos é principalmente a lavagem de dinheiro, mas há registro de tráfico de drogas nos Estados Unidos.

    Flórida e Massachusetts são os estados com a maior presença de membros das duas facções -são também os que concentram a maior parcela da população brasileira em solo americano.

    Lula disse nas últimas semanas que pretende visitar Trump, em Washington, mas ainda não há data para que isso aconteça. A expectativa é que o tema possa ser debatido na conversa.

    O presidente brasileiro disse diversas vezes que quer negociar com o homólogo americano um projeto que apresentou ao Departamento do Estado para que os dois países combatam o crime organizado em parceria. De acordo com uma pessoa ligada ao governo americano, Washington recusou a proposta porque ela classifica as facções como narcoterroristas.

    Apesar dos esforços do governo federal, no ano passado, parlamentares e governadores da direita brasileiros solicitaram ao governo Trump a classificação do Comando Vermelho como grupo terrorista. O governo Cláudio Castro (PL) chegou a enviar um documento para Washington com o pedido. A facção tem origem no Rio de Janeiro.

    A possível decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras como terroristas teria efeitos práticos limitados, segundo avaliação de Douglas Farah, especialista em crime transnacional, que assessorou o Departamento de Estado durante os governos de Barack Obama, Joe Biden (ambos democratas) e o primeiro mandato de Donald Trump (que é do Partido Republicano).

    Para ele, a medida ampliaria principalmente as ferramentas legais e de inteligência disponíveis para autoridades americanas, permitindo monitorar movimentações financeiras, rastrear integrantes e aplicar sanções. No entanto, o impacto direto sobre esses grupos seria restrito, já que eles não têm presença significativa nem estruturas financeiras formais dentro do território americano.

    Na avaliação do especialista, há também um risco de banalização do uso da categoria “terrorismo”. “Se tudo passa a ser classificado como organização terrorista, nada mais é de fato terrorismo”, afirma.

    Ele argumenta que facções como PCC e CV se enquadram mais claramente na lógica do crime organizado: utilizam violência para controlar mercados ilegais, mas não têm como objetivo central produzir terror com fins políticos ou atacar os Estados Unidos, como ocorreu com grupos como a Al-Qaeda, responsável pelo 11 de Setembro.

    Farah ressalta ainda que a designação não abriria automaticamente caminho para operações americanas em território brasileiro. Qualquer ação desse tipo dependeria da autorização do governo brasileiro, algo que ele considera improvável no atual contexto político.

    “Mesmo quando houve operações contra cartéis em outros países, os EUA fizeram questão de apresentá-las como ações conjuntas com os governos locais”, diz. No caso do Brasil, uma intervenção unilateral teria alto custo diplomático e econômico, dado o peso do país na região.

    Para ele, a tendência mais provável é que uma eventual designação gere repercussão política e midiática no curto prazo, mas com poucas mudanças concretas no combate às facções.

    O especialista também vê na atual política externa americana uma tentativa de militarizar novamente o combate ao narcotráfico, estratégia que ganhou força nos anos 1980 e que, segundo ele, produziu resultados limitados e efeitos colaterais graves, como violações de direitos humanos e aumento da influência política das Forças Armadas em países da região.

    Governo Trump vê CV e PCC como ameaça regional, mas não confirma classificação de terrorista

  • PT aciona TSE contra vídeo do PL que liga governo Lula aos escândalos do INSS e do Master

    PT aciona TSE contra vídeo do PL que liga governo Lula aos escândalos do INSS e do Master

    Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB, acusa o PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, de “insinuar que o presidente e membros de sua família são integrantes de uma quadrilha criminosa”

    O Partido dos Trabalhadores (PT) acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira, 9, contra um vídeo publicado pelo Partido Liberal (PL) vinculando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e figuras do PT aos escândalos do Banco Master e as denúncias de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A sigla definiu o material como um “vídeo leviano e de caráter eleitoreiro”.

    Segundo a representação protocolada pela Federação Brasil da Esperança, composta por PT, PV e PCdoB, o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro “insinua que o presidente e membros de sua família são integrantes de uma quadrilha criminosa”.

    No vídeo publicado pelo PL, intitulado “A Grande Quadrilha”, foram utilizadas imagens feitas com inteligência artificial (IA) para fazer uma sátira à série de comédia “A Grande Família”, sugerindo que pessoas próximas do presidente Lula fazem parte de uma organização criminosa. O material foi publicado no perfil oficial do partido no Instagram, no domingo, 8, mas foi retirado do ar.

    A federação alega que o vídeo é uma propaganda eleitoral antecipada irregular e negativa. Pelas regras do TSE para propaganda eleitoral na internet, a propaganda antecipada negativa pode resultar em multa de R$ 5 mil a R$ 25 mil, ou valor equivalente ao custo da propaganda, se esse montante for maior.

    Os advogados que representam a federação alegam que “o vídeo foi arquitetado unicamente com o objetivo de divulgar à população, de forma equivocada e leviana, suposto envolvimento ou chancela, principalmente do presidente da República, de fatos reprováveis da sociedade, como o desvio de valores oriundos de aposentadoria e benefícios sociais, o apoio a desvios financeiros e até a concordância com suposto envolvimento de familiares a ilícitos – o que não ocorreu e não é aprovado pelo chefe do Executivo Nacional.”

    Ainda segundo os advogados, “a divergência política é saudável e necessária dentro do regime democrático. Sem ela, não há alternância de Poder e, portanto, não há democracia. É necessário, portanto, existir um respeito mínimo ao adversário político, ao menos uma tolerância à coexistência pacífica, ou então a democracia não se estabelecerá”.

    O vídeo insinua ligações do presidente Lula com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O material também sugere envolvimento nos escândalos da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e dos ministros Sidônio Palmeira (Comunicação), Fernando Haddad (Fazenda) e Guilherme Boulos (Secretaria-Geral).

    Vale destacar que até o momento não foram divulgas provas de ligação de Lula e sua família em qualquer esquema ligado ao banco. Por outro lado, diversos parlamentares de direita e extrema-direita já foram relacionados em documentos vazados na imprensa.

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  • Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

    Dono da Tesla e X (ex-Twiter) registra patrimônio de US$ 839 bilhões no ranking anual de bilionários; número de ricaços no mundo bate recorde pelo terceiro ano consecutivo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Elon Musk é o homem mais rico do mundo pelo segundo ano consecutivo, segundo lista da revista Forbes divulgada nesta terça-feira (10).

    O CEO da Tesla e da SpaceX e controlador do X (ex-Twitter) tem, segundo o ranking para 2026, uma fortuna de US$ 839 bilhões, um salto de 145% em relação aos US$ 342 bilhões no ano passado.

    O período foi marcado pelo envolvimento com o governo Donald Trump, sua posterior saída e pela aprovação, em novembro, de um bônus da Tesla que pode fazer de Musk o primeiro trilionário do mundo.

    A lista teve um novo recorde de bilionários pelo terceiro ano consecutivo. Foram 3.428 bilionários no mundo, 400 a mais do que em 2025. A soma das fortunas também estabeleceu um novo marco: um total de US$ 20,1 trilhões, alta de US$ 4 trilhões em relação ao ano passado.

    Os Estados Unidos têm o maior número de bilionários, com um recorde de 989, incluindo 15 dos 20 mais ricos do mundo. A China aparece em seguida, com 610, e a Índia ocupa o terceiro lugar, com 229 bilionários. O Brasil registrou 70 bilionários.

    A lista dos cinco mais ricos do mundo é também composta por Larry Page e Sergey Brin (cofundadores do Google), Jeff Bezos (fundador da Amazon) e Mark Zuckerberg (CEO da Meta).

    Entre os 10 mais ricos do ano, sete são do setor de tecnologia, o que reforça a concentração do poder econômico global no setor. A primeira mulher mencionada na lista, na 14ª posição, é Alice Walton, filha do fundador do Walmart, com fortuna estimada em US$ 134 bilhões.

    OS DEZ MAIORES BILIONÁRIOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1 – Elon Musk (Tesla): US$ 839 bilhões
    2 – Larry Page (Google): US$ 257 bilhões
    3 – Sergey Brin (Google): US$ 237 bilhões
    4 – Jeff Bezos (Amazon): US$ 224 bilhões
    5 – Mark Zuckerberg (Meta): US$ 222 bilhões
    6 – Larry Ellison (Oracle): US$ 190 bilhões
    7 – Bernard Arnault e família (LVMH): US$ 171 bilhões
    8 – Jensen Huang (Nvidia): US$ 154 bilhões
    9 – Warren Buffett (Berkshire Hathaway): US$ 149 bilhões
    10 – Amancio Ortega (Zara): US$ 148 bilhões

    Elon Musk dobra fortuna e se mantém como homem mais rico do mundo, mostra lista da Forbes

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