Blog

  • Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Levantamento da revista Forbes reúne 70 brasileiros entre os bilionários do mundo. Eduardo Saverin lidera pelo terceiro ano seguido, seguido por nomes do setor financeiro e de grandes grupos empresariais, como André Esteves, Jorge Paulo Lemann e integrantes da família Moreira Salles

    (FOLHAPRESS) – O ranking anual de bilionários da Forbes divulgado nesta terça-feira (10) tem 70 brasileiros. No topo pelo terceiro ano consecutivo está o cofundador do Facebook (hoje Meta) Eduardo Saverin, com fortuna de US$ 35,9 bilhões (R$ 184,3 bilhões).

    Membros da família Moreira Salles, fundadora do Unibanco e hoje parte do Itaú, André Esteves, do BTG Pactual, além de Jorge Paulo Lemann e Carlos Alberto Sicupira também marcam presença na lista dos dez mais riscos.

    Entre os nomes, a maioria (7) tem atividades nos setores bancário e de investimentos. A lista é elaborada com base nos preços de ações negociadas em Bolsa, com fechamento em 1º de março, além de itens como imóveis e obras de arte.

    Líder da lista, Saverin foi colega de Mark Zuckerberg na Universidade Harvard em 2004, quando fundaram, com outras três pessoas, a rede social Facebook. A fortuna do empresário brasileiro subiu de US$ 34,5 bilhões para US$ 35,9 bilhões de 2025 para 2026, um aumento de cerca de 4%.

    A alta acompanha o avanço das receitas da Meta, que registrou US$ 59,9 bilhões no quarto trimestre de 2025. A empresa tem intensificado os investimentos em IA.

    O patrimônio de Saverin o coloca distante do segundo lugar, o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que registrou uma fortuna de US$ 20,2 bilhões no ranking.

    Entre as bilionárias, destaque para Ana Lucia Villela, membro do conselho de administração do Itaú que aparece na 30ª posição entre os ricos brasileiros, com fortuna de US$ 2,5 bilhões.

    A lista também traz a brasileira Amelie Voigt Trejes, 20, como uma das bilionárias mais jovens do mundo. A fortuna vem da herança de seu avô, Werner Ricardo Voigt, fundador da WEG, e totaliza US$ 1,1 bilhão.

    BRASILEIROS MAIS RICOS DE 2026, SEGUNDO A FORBES

    1. Eduardo Saverin (Facebook): US$ 35,9 bilhões
    2. André Esteves (BTG Pactual): US$ 20,2 bilhões
    3. Jorge Paulo Lemann e família (3G e Ambev): US$ 19,8 bilhões
    4. Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú): US$ 9,9 bilhões
    5. Pedro Moreira Salles (Itaú): US$ 9,1 bilhões
    6. Jorge Moll Filho e família (Rede D’Or): US$ 7,5 bilhões
    7. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles (3G e Ambev): US$ 7,4 bilhões
    8. Carlos Alberto Sicupira e família (3G e Ambev): US$ 6,9 bilhões
    9. Miguel Krigsner (Boticário): US$ 6,8 bilhões
    10. Alex Behring (3G): US$ 5,8 bilhões

    Brasil tem 70 bilionários em lista anual da Forbes

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

    Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

    A disputa política no Barcelona ganhou novos capítulos às vésperas da eleição presidencial do clube, marcada para o próximo domingo. O clima nos bastidores ficou ainda mais tenso após declarações do ex-treinador Xavi Hernández, que acusou o atual presidente, Joan Laporta, de ter impedido o retorno de Lionel Messi ao clube em 2023.

    Em entrevista ao jornal espanhol La Vanguardia, Xavi afirmou que o argentino não voltou ao Barcelona após deixar o Paris Saint-Germain porque Laporta teria bloqueado a negociação. Segundo o ex-técnico, a justificativa de que a contratação não ocorreu por causa das regras financeiras da La Liga ou por exigências salariais de Messi não corresponde à realidade.

    De acordo com Xavi, o próprio presidente do clube teria deixado claro que não queria a volta do craque. Ele afirmou que Laporta disse diretamente que, caso Messi retornasse, isso poderia provocar um conflito interno de poder dentro do clube.

    O ex-jogador também contou que chegou a conversar com Jorge Messi, pai e empresário do atacante, tentando entender por que as negociações não avançaram.

    A polêmica ganhou ainda mais repercussão depois que o ex-diretor esportivo do Barcelona, Mateu Alemany, reforçou a versão apresentada por Xavi. Em entrevista à emissora espanhola Movistar, Alemany afirmou que havia a percepção dentro do clube de que a La Liga permitiria a inscrição de Messi.

    Diante das declarações, o presidente da La Liga, Javier Tebas, decidiu se manifestar publicamente e negou que a liga espanhola tenha autorizado qualquer operação para o retorno do argentino.

    Segundo Tebas, o Barcelona não tinha condições financeiras para registrar Messi naquele momento e sequer teria apresentado um pedido formal à entidade. Ele afirmou ainda que, pelas regras do controle financeiro da liga, a contratação seria inviável, independentemente do valor do contrato.

    O dirigente também comparou a situação com o caso do português João Félix, que foi emprestado pelo Atlético de Madrid ao Barcelona na temporada 2023/24. Na época, para viabilizar a transferência, o jogador teria reduzido temporariamente seu salário.

    Inicialmente, foi divulgado que João Félix receberia cerca de 400 mil euros por ano, o que permitiu sua inscrição no campeonato. Posteriormente, surgiram informações de que o valor poderia chegar a cerca de 4 milhões de euros, dependendo de bônus e desempenho, o que levantou suspeitas de que o acordo teria sido estruturado para contornar as regras de fair play financeiro.

    Com a eleição presidencial do clube se aproximando, as trocas de acusações envolvendo Messi, Laporta e dirigentes da liga aumentaram ainda mais a tensão nos bastidores do Barcelona.
     
     

    Ex-treinador do Barcelona afirma que a diretoria não disse a verdade sobre sua demissão e revela que Lionel Messi chegou a negociar retorno ao clube. Segundo Xavi, a decisão de impedir a volta do argentino partiu diretamente do presidente Joan Laporta.

    Notícias ao Minuto | 05:45 – 09/03/2026

     

    Xavi expõe Laporta e diz que presidente impediu volta de Messi

  • Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

    Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

    Vitória Figueiredo Barreto, de 30 anos, foi vista pela última vez após pegar um ônibus da Universidade de Essex para a cidade litorânea de Brightlingsea. Família e polícia afirmam que ela parecia abalada no dia do desaparecimento e seguem mobilizados nas buscas

    Uma brasileira de 30 anos está desaparecida na Inglaterra há mais de uma semana, e o caso mobiliza autoridades e familiares. Vitória Figueiredo Barreto foi vista pela última vez no dia 3 de março, após sair da Universidade de Essex, em Colchester, no sudeste do país.

    Vitória estava na região para visitar uma amiga e participar de um projeto de pesquisa ligado à universidade. Naquele dia, ela deixou o campus no início da tarde e embarcou em um ônibus com destino à cidade litorânea de Brightlingsea, localizada a cerca de 30 minutos de distância.

    De acordo com a Polícia de Essex, a brasileira pegou o ônibus pouco depois das 13h e desembarcou em Bellfield Avenue, em Brightlingsea. Cerca de uma hora depois, por volta das 14h30, ela foi vista caminhando na região de Hurst Green. Desde então, não houve mais notícias sobre seu paradeiro.

    O desaparecimento foi comunicado às autoridades no dia seguinte, 4 de março, por uma amiga que havia passado o dia anterior com ela na universidade.

    No momento em que foi vista pela última vez, Vitória usava casaco escuro, blusa de gola alta azul, calça jeans azul-clara e tênis pretos. Ela também carregava uma bolsa tiracolo com a frase “people over profit” (“pessoas acima do lucro”), que foi encontrada posteriormente na área costeira de Brightlingsea.

    Amigos afirmam que o comportamento da brasileira no dia do desaparecimento chamou atenção. Segundo Liliane Silva, amiga que estava com Vitória na universidade, a jovem parecia diferente do habitual.

    “Ela estava muito quieta, o que não é nada típico dela. Vitória é uma pessoa muito comunicativa, alegre e divertida”, contou Liliane à BBC.

    A amiga disse ainda que a família está extremamente preocupada com o desaparecimento. “Sabemos que provavelmente ela não estava bem naquele momento. Só queremos que ela esteja segura e possa voltar para casa”, afirmou.

    Durante as buscas, investigadores analisaram imagens de câmeras de segurança próximas ao local onde a bolsa foi encontrada. Segundo a polícia, um dos vídeos mostra uma pessoa pulando uma cerca e entrando em um terreno na região pouco antes da meia-noite do dia 4 de março.

    As autoridades acreditam que a pessoa registrada nas imagens possa ser a própria Vitória.

    A detetive Anna Granger, responsável pela investigação, afirmou que equipes seguem mobilizadas para encontrar a brasileira.

    “Todos os policiais envolvidos nesta busca estão determinados a fazer tudo o que for possível para localizar Vitória”, disse.

    A investigadora destacou ainda que, além de ser uma apuração policial, o caso envolve uma jovem muito querida por quem a conhece.

    “Estamos falando do desaparecimento de uma filha, de uma companheira e de uma amiga profundamente amada”, afirmou.

    Brasileira desaparece misteriosamente na Inglaterra: "Não estava bem"

  • Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

    Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

    Instalação de 3,6 metros foi colocada no National Mall e mostra os dois na famosa posição de Jack e Rose. A obra, criada por um coletivo anônimo, traz críticas à relação entre o presidente dos EUA e o financista Jeffrey Epstein

    Uma estátua inusitada instalada em Washington, nos Estados Unidos, chamou a atenção de moradores e turistas na manhã de terça-feira (10). A obra mostra o presidente Donald Trump e o financista Jeffrey Epstein na mesma posição icônica do filme “Titanic”, em referência aos personagens Jack e Rose.

    A escultura, com cerca de 3,6 metros de altura, foi colocada no National Mall, área central da capital americana que abriga monumentos históricos e fica próxima ao Washington Monument.

    A peça é dourada e retrata Trump segurando Epstein nos braços, enquanto o financista mantém os braços abertos, reproduzindo a famosa cena do filme estrelado por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet.

    Segundo o jornal The Washington Post, a obra foi instalada de forma anônima por um coletivo artístico chamado “The Secret Handshake”.

    Ao lado da escultura, há uma placa com um texto crítico que faz referência à relação entre Trump e Epstein. O texto compara a história fictícia de Jack e Rose, marcada por luxo e festas, com a amizade entre os dois.

    A mensagem diz:
    “A trágica história de amor entre Jack e Rose foi construída em viagens luxuosas, festas extravagantes e desenhos secretos de nus. Este monumento homenageia o vínculo entre Donald Trump e Jeffrey Epstein, uma amizade aparentemente construída sobre viagens luxuosas, festas extravagantes e desenhos secretos de nus.”

    A instalação também é cercada por dez bandeiras, que exibem uma foto de Trump ao lado de Epstein acompanhada da frase “Make America Safe Again” (“Tornar a América segura novamente”, em tradução livre).

    Jeffrey Epstein foi acusado de comandar um esquema de exploração sexual de menores e morreu em 2019 enquanto aguardava julgamento em uma prisão de Nova York. O caso ganhou repercussão internacional por envolver figuras influentes da política, negócios e entretenimento.
     

     
     

    Estátua de Trump e Epstein em pose de Titanic aparece em Washington; veja

  • Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

    Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

    Influenciadora estaria em busca de uma profissional para cuidar do filho caçula, José Leonardo. Entre os requisitos mencionados nas redes sociais estariam formação em enfermagem, experiência com crianças e disponibilidade para acompanhar a rotina do ex-casal, incluindo viagens.

    Uma possível vaga para trabalhar com a influenciadora Virginia Fonseca virou assunto nas redes sociais nesta semana. De acordo com informações que começaram a circular na internet, a empresária estaria procurando uma nova profissional para ajudar nos cuidados com o filho mais novo, José Leonardo.

    Segundo os relatos divulgados online, a vaga ofereceria um salário de cerca de R$ 18,5 mil. Entre os requisitos mencionados estaria a formação em enfermagem, além de experiência comprovada no cuidado de crianças.

    Outro ponto citado seria a disponibilidade para viagens internacionais. Como Virginia costuma cumprir compromissos profissionais fora do país, a profissional precisaria ter passaporte válido e flexibilidade para acompanhar a rotina da família.

    Virginia e o cantor Zé Felipe, de quem se separou em 2025, são pais de três filhos: Maria Alice, Maria Flor e o caçula José Leonardo. Atualmente, eles moram em casas diferentes, mas seguem dividindo os cuidados com as crianças.

    A possível contratação acontece após a saída da babá Vilmeci Passarinho, conhecida nas redes sociais como “Tia Vil”. Ela trabalhou por cerca de cinco anos com a família e acompanhou o crescimento das crianças desde o nascimento da primogênita.

    Em publicações recentes nas redes sociais, Vilmeci explicou que decidiu deixar o trabalho para se dedicar à filha. Segundo ela, a família enfrenta um momento delicado após a denúncia de abuso sexual contra a menina, caso que está sendo analisado pela Justiça. A ex-babá afirmou que não pode divulgar detalhes do processo enquanto as investigações seguem em andamento.
      

     
     
     
     
     
     

    Virginia e Zé Felipe procuram babá e salário pode chegar a R$ 18,5 mil

  • Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

    Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

    Ivanna Ortiz, acusada de tentativa de homicídio após disparos contra a casa de Rihanna em Los Angeles, já havia aberto um processo contra Billie Eilish por causa de um show na Flórida, alegando barulho excessivo e transtornos no trânsito.

    A mulher suspeita de ter disparado contra a casa da cantora Rihanna, no último fim de semana, já havia se envolvido anteriormente em uma disputa judicial com outra artista famosa. Segundo documentos citados pelo jornal New York Post, Ivanna Ortiz, de 35 anos, chegou a processar a cantora Billie Eilish após um show realizado em Orlando, na Flórida, em outubro do ano passado.

    Na ação, Ortiz alegou que o evento causava “danos imediatos e irreparáveis” por causa do barulho e do aumento do trânsito na região. O processo também incluiu a empresa Live Nation, responsável pela produção de grandes turnês e eventos musicais.

    O caso voltou à tona após a prisão de Ortiz, acusada de tentativa de homicídio depois de, segundo a polícia, ter efetuado vários disparos contra a residência de Rihanna.

    De acordo com o site TMZ, a suspeita dirigiu até uma área próxima à mansão da cantora, em Los Angeles, e abriu fogo contra a propriedade enquanto ainda estava dentro do carro. As autoridades afirmam que ainda não está claro o que motivou o ataque.

    Policiais foram acionados após relatos de tiros nas proximidades da residência. Informações preliminares indicam que Rihanna estava em casa no momento dos disparos, mas ninguém ficou ferido.

    Também não há confirmação se A$AP Rocky, companheiro da cantora, e os filhos do casal, RZA, Riot Rose e Rocki, estavam na residência quando o incidente ocorreu.

    As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do caso e possíveis motivações da suspeita.
     
     
     

    Mulher que disparou contra casa de Rihanna também atacou Billie Eilish

  • Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

    Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait detectaram projéteis e drones disparados pelo Irã. Parte dos ataques teria como alvo bases militares dos Estados Unidos na região, elevando a tensão no Oriente Médio

    Autoridades de Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Kuwait informaram nesta terça-feira que detectaram mísseis e drones lançados pelo Irã, alguns deles direcionados a bases militares dos Estados Unidos na região do Oriente Médio.

    Em Israel, as Forças de Defesa do país (IDF) afirmaram ter identificado projéteis disparados a partir do território iraniano em direção ao país. Diante da ameaça, os sistemas de defesa aérea foram acionados para interceptar os ataques.

    “As Forças de Defesa de Israel detectaram mísseis lançados do Irã em direção ao Estado de Israel. Os sistemas de defesa estão em operação para interceptar a ameaça”, informou o Exército israelense em comunicado divulgado no Telegram.

    Jornalistas da agência France-Presse em Jerusalém relataram ter ouvido sirenes de alerta e explosões à distância durante o episódio. Pouco depois, as autoridades autorizaram que a população deixasse os abrigos antiaéreos.

    Até o momento, não há confirmação de vítimas graves. O serviço de emergência Magen David Adom, equivalente à Cruz Vermelha em Israel, informou que prestou atendimento a um pequeno número de pessoas que se machucaram enquanto corriam para áreas protegidas.

    A emissora israelense Canal 12 relatou que houve feridos após ataques aéreos iranianos nas proximidades de Tel Aviv.

    Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa anunciou que sete mísseis balísticos disparados pelo Irã foram interceptados. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas norte-americanas perto da capital Riad.

    Segundo o governo saudita, todos os projéteis direcionados à base foram destruídos pelos sistemas de defesa do país. Outro míssil, que seguia em direção à região leste do território saudita, também foi neutralizado.

    As autoridades sauditas também informaram que cinco drones foram abatidos na região de Al-Kharj, onde fica a base aérea, além de dois drones na área de Hafar Al-Batin, próxima à fronteira com o Kuwait.

    Dois outros drones foram interceptados quando se aproximavam do campo petrolífero de Shaybah, importante instalação energética localizada perto da fronteira com os Emirados Árabes Unidos.

    Nos Emirados Árabes Unidos, o Ministério da Defesa confirmou que o país enfrenta um ataque envolvendo drones e mísseis. Em comunicado, o governo informou que os sistemas de defesa aérea foram ativados para responder às ameaças e pediu que a população permaneça em casa.

    Já o Kuwait informou que seus radares detectaram cinco drones hostis que entraram no espaço aéreo do país. Segundo as forças armadas kuwaitianas, quatro foram destruídos e um caiu fora da área considerada de risco.

    A Guarda Revolucionária do Irã confirmou que lançou uma nova ofensiva contra Israel e também contra bases militares dos Estados Unidos no Iraque, além de operações direcionadas às forças navais americanas no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência iraniana Fars, a força de elite afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de bases consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos Estados Unidos, que atua no Golfo.

    Outra nota, divulgada pela agência Tasnim, afirmou que a ofensiva teria sido “a mais intensa desde o início do conflito”, com ataques que se estenderam por mais de três horas.

    Segundo o Irã, os ataques também teriam atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses danos.

    Irã lança mísseis e drones e ativa defesas em Israel e países do Golfo

  • Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

    Ministério da Justiça deu cinco dias para a plataforma explicar como monitora e remove conteúdos ligados à tendência “No caso de ela dizer não”. Polícia Federal abriu investigação após vídeos simularem agressões contra mulheres viralizarem nas redes

    O governo federal deu prazo de cinco dias para que o TikTok explique quais medidas adotou para combater uma série de vídeos que circulavam na plataforma incentivando a violência contra mulheres. A cobrança foi feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, após a viralização de conteúdos ligados à tendência chamada “No caso de ela dizer não”.

    Segundo o ministério, os vídeos começaram a se espalhar nas redes sociais por volta do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, e mostravam jovens simulando agressões contra figuras femininas.

    As publicações exibiam cenas em que homens davam socos, chutes ou simulavam ataques com faca contra manequins que representavam mulheres, acompanhadas de mensagens que sugeriam ou justificavam violência em caso de rejeição amorosa.

    Diante da repercussão, a Advocacia-Geral da União (AGU) acionou a Polícia Federal, que abriu uma investigação para identificar os responsáveis pelos conteúdos. Até o momento, pelo menos quatro perfis que divulgaram os vídeos já foram identificados pelas autoridades.

    O governo também solicitou explicações detalhadas ao TikTok Brasil sobre como funciona o sistema de moderação da plataforma. Entre os pontos questionados estão os mecanismos automáticos de detecção de conteúdo, a revisão feita por moderadores humanos, o monitoramento de tendências virais e o funcionamento do algoritmo de recomendação.

    Além disso, a empresa deverá informar se os perfis que divulgaram os vídeos receberam algum tipo de monetização ou benefício financeiro por meio da plataforma.

    As autoridades também pretendem analisar metadados das publicações para ajudar a identificar os usuários por trás dos perfis responsáveis pela disseminação do conteúdo.

    O Ministério da Justiça afirmou que a responsabilidade das redes sociais vai além de simplesmente remover postagens denunciadas. Segundo a pasta, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) ampliaram a responsabilidade civil das plataformas, que devem agir de forma preventiva diante de conteúdos que possam configurar crimes, especialmente aqueles relacionados à violência contra mulheres.

    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também se manifestou sobre o caso e alertou que esse tipo de publicação pode configurar incitação ao feminicídio, agressões físicas e violência psicológica.

    Em resposta à agência de notícias AFP, o TikTok afirmou que os conteúdos citados já foram removidos da plataforma e que suas equipes trabalham para identificar e eliminar publicações que violem as regras da comunidade.

    O caso ocorre em meio à preocupação crescente com a violência de gênero no país. Um estudo acadêmico citado pelo governo aponta que o Brasil registrou cerca de 6.900 vítimas de feminicídio ou tentativa de feminicídio em 2025, número 34% maior do que o registrado em 2024.

    Brasil pede que TikTok remova vídeos virais de violência contra mulheres

  • Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

    Atriz britânica voltou a usar um vestido Versace que marcou sua passagem pela Met Gala de 1999. A peça reapareceu durante uma viagem à Índia, e Hurley compartilhou nas redes sociais a comparação entre o look antigo e o atual

    A atriz britânica Elizabeth Hurley, de 60 anos, surpreendeu os fãs ao reutilizar um vestido que havia usado há quase três décadas. A peça, da grife Versace, foi usada originalmente por ela na Met Gala de 1999, em Nova York, e voltou a aparecer recentemente durante uma viagem da atriz à Índia.

    O modelo preto chama atenção pelo decote profundo, fenda na coxa e aplicações de pedrarias em tons de rosa e laranja. Hurley compartilhou nas redes sociais uma comparação entre duas fotos: uma de 1999, quando usou o vestido no famoso evento de moda, e outra atual, em 2026, usando a mesma peça.

    Na legenda da publicação, feita no Instagram, a atriz comentou o retorno do look.

    “Viva a Versace! Para a aventura deste fim de semana na Índia, fui aos meus arquivos e resgatei uma das minhas peças favoritas, que usei pela última vez na Met Gala em 1999. Podem ter se passado 27 anos, mas alguns amores nunca desaparecem”, escreveu.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1)

    Em outra postagem, Hurley também falou sobre a relação que tem com a Índia, país que visita com frequência. Segundo ela, o local ocupa um espaço especial em sua vida há mais de duas décadas.

    “A Índia tem sido uma parte importante da minha vida por mais de 20 anos e eu valorizo cada momento neste país maravilhoso. Que noite mágica de volta ao paraíso, reencontrando algumas das minhas pessoas favoritas do planeta”, afirmou.

     
     
     

     
     
    Ver esta publicação no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação partilhada por Elizabeth Hurley (@elizabethhurley1)

    Atualmente, Elizabeth Hurley vive um relacionamento com o cantor Billy Ray Cyrus, pai da artista Miley Cyrus. O romance foi assumido publicamente nas redes sociais durante a Páscoa do ano passado.

    Os dois se conheceram em 2022, durante as filmagens de um filme de Natal. O relacionamento começou algum tempo depois, quando o cantor country finalizou o divórcio de sua terceira esposa, Firerose, em 2024.

     

    Elizabeth Hurley repete vestido Versace que havia usado há 27 anos

  • Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait

    Guarda Revolucionária diz que dois projéteis atingiram a base de Arifjan, que abriga forças americanas no Golfo. Arábia Saudita afirma ter interceptado mísseis iranianos, enquanto Teerã anuncia nova ofensiva contra Israel e alvos ligados aos Estados Unidos

    A Guarda Revolucionária do Irã afirmou nesta terça-feira que lançou mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos no Kuwait. A informação foi divulgada pelas agências iranianas Mehr e Fars, embora o governo do Kuwait ainda não tenha confirmado oficialmente o ataque.

    Segundo as agências, dois mísseis teriam atingido a base de Arifjan, uma importante instalação militar localizada ao sul da Cidade do Kuwait. O local abriga o quartel-general avançado da componente terrestre do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos (Centcom), responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio.

    Horas antes do suposto ataque, autoridades da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos e do próprio Kuwait haviam informado que detectaram mísseis lançados a partir do território iraniano. Alguns deles teriam como alvo bases militares dos EUA na região.

    O Ministério da Defesa da Arábia Saudita informou que sete mísseis balísticos foram disparados pelo Irã. Seis deles tinham como alvo a Base Aérea Príncipe Sultan, que abriga tropas americanas perto da capital Riad.

    De acordo com o governo saudita, todos os seis mísseis direcionados à base foram interceptados e destruídos pelas defesas do país. Um outro projétil, que seguia em direção ao leste do território saudita, também foi neutralizado.

    A Guarda Revolucionária do Irã também anunciou novos ataques contra Israel e bases militares americanas no Iraque, além de operações contra forças navais dos Estados Unidos no Oriente Médio.

    Em comunicado divulgado pela agência Fars, a força de elite iraniana afirmou que seus mísseis atingiram “o coração de Tel Aviv”, além de instalações consideradas inimigas em Erbil, principal cidade da região do Curdistão iraquiano, e alvos ligados à Quinta Frota da Marinha dos EUA, que atua no Golfo.

    Segundo outra nota divulgada pela agência Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária, esta ofensiva teria sido “a mais intensa e devastadora” desde o início do conflito, com ataques realizados durante mais de três horas.

    As forças armadas iranianas também afirmaram ter atingido um centro de comunicações israelense no sul de Tel Aviv, além de instalações militares em Jerusalém e Haifa. Até o momento, autoridades israelenses não confirmaram esses ataques.
     
     

     

    Irã afirma ter lançado mísseis contra base militar dos EUA no Kuwait