Autor: REDAÇÃO

  • Governo Trump ordena destruição de R$ 52 milhões em contraceptivos

    Governo Trump ordena destruição de R$ 52 milhões em contraceptivos

    Os produtos ficaram meses parados em um depósito na Bélgica depois que o Departamento de Estado declarou que a contracepção não era “vital” e que o governo não financiaria mais esse tipo de compra.

    Milhões de dólares em contraceptivos comprados para pessoas em países de baixa renda foram destruídos por ordem do governo do então presidente Donald Trump, segundo documentos obtidos pelo New York Times. A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) havia adquirido pílulas, dispositivos intrauterinos e implantes hormonais avaliados em cerca de US$ 9,7 milhões (R$ 52 milhões) antes de ser amplamente desmantelada neste ano. Os produtos ficaram meses parados em um depósito na Bélgica depois que o Departamento de Estado declarou que a contracepção não era “vital” e que o governo não financiaria mais esse tipo de compra.

    Correspondências internas mostram que organizações como a Fundação Gates e a Fundação Children’s Investment Fund (CIFF) se ofereceram para comprar ou receber os contraceptivos sem custo para o governo. Mesmo assim, a gestão Trump optou pela destruição, que custou cerca de US$ 167 mil (R$ 893 mil).

    Um porta-voz da Usaid afirmou falsamente que os produtos induziam o aborto. Por lei, a agência não pode adquirir abortivos, e listas de inventário confirmam que os itens destruídos — como implantes hormonais — não tinham essa função, mas apenas impediam a ovulação ou a fertilização.

    Documentos revelam que funcionários veteranos esclareceram repetidas vezes ao Departamento de Estado que os produtos não eram abortivos. Beth Schlachter, da MSI Reproductive Choices, chamou a decisão de “ato ultrajante de crueldade” que pode custar vidas e prejudicar o progresso da saúde global.

    A destruição foi ordenada em junho por Jeremy Lewin, alto funcionário do Departamento de Estado. Autoridades belgas tentaram impedir a incineração, invocando até uma proibição legal, mas sem sucesso.

    Memorandos internos sugeriam vender os produtos ao Fundo de População da ONU (UNFPA), recuperando pelo menos US$ 7 milhões, ou doá-los a organizações interessadas. No entanto, nomeados políticos da Usaid recomendaram a destruição para evitar conflitos com diretrizes do governo Trump, e Lewin aprovou a ordem minutos depois.

    Em agosto, o secretário Marco Rubio transferiu os restos da Usaid para Russell Vought, responsável por encerrar definitivamente a agência.

    Governo Trump ordena destruição de R$ 52 milhões em contraceptivos

  • "Saiu de mim?" Mulher dá à luz bebê com 6,3 kg nos EUA – um 'recorde'

    "Saiu de mim?" Mulher dá à luz bebê com 6,3 kg nos EUA – um 'recorde'

    Annan nasceu no passado dia 3 de setembro e é “um dos maiores bebês, se não o maior, já nascido” no St. Joseph’s Hospital-South, em Riverview, na Florida. Quando nasceu, a mãe pensou: “De quem é este bebê? Ele saiu de mim?”

    Daniella Hines, uma mãe de 40 anos, teve a surpresa da sua vida no último dia 3 de setembro, quando deu à luz um bebê de 6,3 quilos em um hospital da Flórida, nos Estados Unidos.

    Segundo o St. Joseph’s Hospital-South, em Riverview, na Flórida, trata-se “de um dos maiores bebês — se não o maior — já nascido” naquela unidade hospitalar.

    “Grande milagre, grande amor! Este é o menino Annan, nascido em nosso hospital no dia 3 de setembro. Acredita-se que Annan seja um dos maiores bebês, se não o maior, já nascido no St. Joseph’s Hospital-South. Esse homenzinho nada pequeno pesava 6,3 kg!”, anunciou o hospital nas redes sociais.

    Em resposta à publicação, a mãe fez questão de agradecer “pela excelente hospitalidade” e também aos internautas “pelos votos de felicidade e risadas”. Ela contou que o peso do recém-nascido “foi uma surpresa” até mesmo para os pais.

    “Ele é uma bênção tão grande e linda. E, para quem está se perguntando, sim, eu tive uma cesariana”, revelou.

    Daniella também contou que, com apenas oito dias de vida, o pequeno (e grande) Annan já usava roupas indicadas para bebês de seis a nove meses.

    Em entrevista ao Today, ela disse que, ao contrário do que aconteceu quando deu à luz o filho mais velho, Andre Jr. — que também nasceu acima da média, com 5,6 kg —, sentiu algo muito diferente desta vez.

    “Ele foi o assunto da maternidade!”, disse. “Lembro de pensar: ‘O que estão tirando de mim? O que está acontecendo aqui?’ Senti muita pressão.”

    No entanto, quando viu o recém-nascido pela primeira vez, entendeu o que tinha acontecido.

    “Ele era tão grande. Eu pensei: ‘De quem é esse bebê? Ele saiu de mim?’”, recordou. “Então todo mundo começou a entrar, porque não é todo dia que se vê um bebê de 6,3 kg nascer. Ele parecia uma pequena celebridade.”

    “Mal posso esperar para mostrar isso a ele quando crescer: ‘Olha, você saiu nas notícias’”, acrescentou.

    Daniella acredita que o peso do bebê esteja relacionado ao fato de tanto ela quanto o marido, Andre Sr., terem mais de 1,80 m de altura. E contou que, apesar dos 6,3 quilos, Annan é “um bebê muito tranquilo”.

    “Não esperávamos uma bênção tão grande”, destacou. “Mas é mais amor!”

    Vale lembrar que, de acordo com o Centro Médico da Universidade de Rochester, o peso médio de um bebê ao nascer é de cerca de 3,2 quilos. Ou seja, o pequeno Annan nasceu praticamente com o dobro da média, com seus impressionantes 6,3 quilos.

    "Saiu de mim?" Mulher dá à luz bebê com 6,3 kg nos EUA – um 'recorde'

  • Príncipe Harry aparece de surpresa em Kiev e promete apoiar militares

    Príncipe Harry aparece de surpresa em Kiev e promete apoiar militares

    O príncipe Harry viajou até à Ucrânia com a equipe da sua fundação Invictus Games através da qual vai apoiar os militares ucranianos feridos durante a guerra. O ex-membro da realeza está na capital do país, Kiev.

    O príncipe Harry está na Ucrânia. O filho mais novo do rei Charles III apareceu de surpresa na capital do país, Kyiv, nesta sexta-feira, 12 de setembro.

    De acordo com o jornal The Guardian, que acompanhou sua viagem de trem durante a noite, Harry recebeu um convite do governo ucraniano.

    O príncipe vai apoiar, por meio de sua fundação Invictus Games, os militares ucranianos feridos durante a guerra.

    “Não podemos parar a guerra, mas o que podemos fazer é tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar no processo de recuperação”, disse Harry à publicação.

    “Podemos continuar a humanizar as pessoas envolvidas nesta guerra e o que elas estão passando. Precisamos manter isso em mente. Espero que esta viagem ajude as pessoas a entenderem isso, porque é fácil se tornar insensível ao que está acontecendo”, acrescentou o membro sênior da realeza.

     
     
     

     
     
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    Como chegou este convite?

    Harry também explicou ao jornal como surgiu o convite para ir à Ucrânia. O príncipe conheceu Olga Rudnieva, fundadora e CEO do Centro de Trauma Superhumans, em Lviv, que é focado no tratamento de militares amputados. Harry já havia visitado o local em abril deste ano.

    Encontrei a Olga em Nova York. Foi um encontro casual, e perguntei o que eu poderia fazer para ajudar. Ela disse: ‘O maior impacto que você pode causar é vir a Kyiv’. Eu precisava entender se haveria algum problema com minha esposa e com o governo britânico para garantir que estava tudo certo. Então veio o convite oficial”, contou.

    “Em Lviv, você não vê muito da guerra. É bem mais a oeste. Esta é a primeira vez que veremos a verdadeira destruição da guerra”, disse Harry sobre sua segunda visita ao país.

    Vale lembrar que Harry esteve nesta semana no Reino Unido para participar de vários eventos dos Invictus Games, ocasião em que se reencontrou com o pai, Charles III, após cerca de 20 meses sem estarem juntos.

    “Ele está muito bem, obrigado”, declarou o príncipe à revista People.

    Desde 2020, Harry vive nos Estados Unidos com a esposa, Meghan Markle, e os dois filhos do casal: Archie, de sete anos, e Lilibet, de quatro.

    Príncipe Harry aparece de surpresa em Kiev e promete apoiar militares

  • Otamendi desabafa após recuo que custou empate: “Jogada de m****…”

    Otamendi desabafa após recuo que custou empate: “Jogada de m****…”

    O Benfica recebeu nesta sexta-feira o Santa Clara e empatou com a equipe em 1 a 1, após um erro grave de Otamendi, mesmo com o time comandado por Vasco Matos ficando com um jogador a menos ainda no intervalo da partida.

    O atacante grego Vangelis Pavlidis abriu o placar para a equipe dirigida pelo técnico Bruno Lage, após uma jogada ensaiada de bola parada bem executada.

    Mas Vinicius Lopes tinha outros planos e acabou empatando o jogo para o Santa Clara, que foi bastante difícil devido à expulsão de Paulo Victor no primeiro tempo. O Benfica não teve um bom desempenho e passou por muitas dificuldades ao longo do confronto. 

    Erro no gol sofrido:

    “Foi um jogo complicado, em que não conseguimos aproveitar certas situações e, infelizmente, assumo toda a responsabilidade pelo gol. A verdade é que a equipe estava tranquila e, em uma jogada de m**** que acontece, saiu o empate — merecido. Tentamos dar todos o exemplo, mas eu cometi um erro e assumo isso. Agora é seguir em frente, pensar no próximo passo.”

    Pedido de desculpas à torcida:
    “Sou sempre grato ao clube e à instituição, porque me receberam com muito carinho, mas me sinto mal porque tínhamos feito um jogo muito controlado, não tínhamos cometido nenhum erro, mas não conseguimos conquistar os três pontos.”

    Otamendi desabafa após recuo que custou empate: “Jogada de m****…”

  • Viúva de Charlie Kirk se pronuncia após assassinato do marido

    Viúva de Charlie Kirk se pronuncia após assassinato do marido

    A esposa de Charlie Kirk, o ativista conservador que foi assassinado durante um debate universitário, na quarta-feira, garantiu que dará continuidade ao seu legado e que “ninguém esquecerá” o seu nome.

    A esposa de Charlie Kirk, o ativista conservador assassinado durante um debate universitário diante de centenas de pessoas, na Universidade Utah Valley, na quarta-feira, declarou, na sexta-feira, que “ninguém esquecerá o nome” do marido e que continuará seu legado.

    Em uma transmissão ao vivo a partir da sede da organização de Kirk, a Turning Point USA, Erika Kirk agradeceu não apenas aos socorristas que tentaram salvar a vida do ativista de 31 anos, mas também ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao vice-presidente, JD Vance, e à segunda-dama, Usha Vance, pelo apoio.

    “Senhor presidente, meu marido amava o senhor e sabia que o senhor também o amava. Amava de verdade. A amizade de vocês era incrível. O senhor o apoiou muito, assim como ele sempre apoiou o senhor”, disse, em lágrimas.

    Ao lado da cadeira vazia do marido e diante de um púlpito com a inscrição “que Charlie seja recebido nos braços misericordiosos de Jesus, nosso Salvador”, Erika Kirk destacou que, “acima de tudo, Charlie amava seus filhos”, um menino de um ano e uma menina de três anos.

    “Quando cheguei em casa ontem à noite, nossa filha correu para os meus braços… e disse: ‘Mamãe, senti sua falta.’ Eu respondi: ‘Também senti sua falta, querida.’ Ela perguntou: ‘Onde está o papai?’ O que se diz a uma criança de três anos? Eu respondi: ‘Querida, o papai te ama muito. Não se preocupe. Ele está em uma viagem de trabalho com Jesus’”, contou.

    “A todos que estão ouvindo nesta noite em toda a América, o movimento que meu marido construiu não vai morrer. Não vai morrer, eu me recuso a deixar isso acontecer… Todos nós nos recusaremos a deixar isso acontecer. Ninguém esquecerá o nome do meu marido, e eu vou garantir isso. Esse movimento se tornará mais forte, mais ousado, mais alto e maior do que nunca. A missão do meu marido não vai acabar”, afirmou.

    Dirigindo-se aos “malfeitores”, Erika Kirk alertou: “Se vocês achavam que a missão do meu marido era poderosa antes, não fazem ideia do que acabaram de desencadear neste país e no mundo. Não fazem ideia do fogo que acenderam dentro desta esposa; os gritos desta viúva ecoarão pelo mundo como um grito de guerra.”

    Erika Kirk revelou ainda que a turnê do marido pelos campi universitários dos Estados Unidos continuará, assim como seu podcast, sem dar mais detalhes.

    “Meu marido deu a vida por mim. Pela nossa nação. Pelos nossos filhos. Ele demonstrou o amor verdadeiro e definitivo da aliança. Nunca terei palavras para descrever a perda que sinto no meu coração”, disse.

    E acrescentou: “Charlie, eu prometo: nunca deixarei o seu legado morrer, querido. Não deixarei. Prometo que farei da Turning Point USA a maior força que esta nação já viu.”

    Quem era Charlie Kirk?
    Charlie Kirk era um forte defensor do direito à posse de armas, se opunha firmemente ao aborto, criticava os direitos das pessoas transgênero e propagava afirmações falsas sobre a Covid-19.

    O jovem conservador, que teve papel fundamental na reeleição de Trump, foi baleado fatalmente na primeira parada da turnê The American Comeback Tour, durante o painel Prove Me Wrong (Prove que estou errado, em tradução livre), enquanto respondia a uma pergunta sobre violência armada e pessoas transgênero.

    Trump anunciou que concederá a Kirk a Medalha Presidencial da Liberdade – a mais alta honra civil do país – postumamente, afirmando que seu aliado era um “gigante de sua geração e um defensor da liberdade”.

    JD e Usha Vance, por sua vez, viajaram até Salt Lake City, em Utah, na quinta-feira, para buscar o caixão de Kirk e levá-lo para Phoenix, no Arizona, a bordo do avião vice-presidencial, o Air Force Two.

    Tyler Robinson, um jovem de 22 anos acusado de assassinar Kirk, foi capturado ontem. Segundo as autoridades, um familiar o denunciou após o rapaz sugerir que havia cometido o crime.

    Trump também já declarou que pretende comparecer ao funeral de Kirk, que deve acontecer no Arizona na próxima semana.

     

    Viúva de Charlie Kirk se pronuncia após assassinato do marido

  • Executivo da Apple desafia jornalista a quebrar iPhone Air; vídeo

    Executivo da Apple desafia jornalista a quebrar iPhone Air; vídeo

    O iPhone Air foi um dos aparelhos anunciados pela Apple esta semana, mas o fato de ter 5,6mm fez com que muitos seguidores da empresa tivessem receio.

    A linha iPhone 17 foi anunciada no começo da semana e, entre os quatro dispositivos móveis apresentados pela Apple em seu evento anual, o destaque ficou para o iPhone Air – o celular mais fino já lançado pela Apple, com apenas 5,6 mm de espessura.

    Por ser tão fino, o iPhone Air despertou algumas preocupações entre os usuários de longa data, que se lembraram do iPhone 6 Plus, de 2014. Vale recordar que aquele modelo esteve envolvido em uma pequena polêmica — conhecida como Bendgate — por entortar e até quebrar com facilidade.

    Se com 7,1 mm de espessura já ocorreram problemas estruturais no iPhone 6 Plus, será que não podemos estar diante de uma situação semelhante com o iPhone Air e seus 5,6 mm?

    A Apple, no entanto, parece confiante de que o iPhone Air não terá os mesmos problemas registrados há mais de dez anos. Tão confiante, aliás, que dois de seus executivos chegaram a emprestar uma unidade do iPhone Air justamente para que se tentasse dobrá-lo ao meio.

    Como pode ser visto no vídeo acima, o chefe de Marketing da Apple, Greg “Joz” Joswiak, participou de uma entrevista com o site Tom’s Guide e, questionado sobre a durabilidade do iPhone Air, mostrou-se tranquilo. Ele chegou a lançar o celular na mesa e convidou os jornalistas presentes — Mark Spoonauer, do Tom’s Guide, e Lance Ulanoff, do TechRadar — a fazerem o possível para quebrar o aparelho ao meio.

    “Tenta quebrar”, declarou Joswiak, desafiando o repórter que fez a pergunta. “Se conseguir, é por minha conta”.

    Apesar de ter demonstrado alguma flexibilidade em duas tentativas, o iPhone Air não quebrou, transmitindo assim confiança de que o aparelho tem uma durabilidade respeitável.

    Abaixo, você pode assistir à entrevista completa, que contou também com a participação do vice-presidente de Engenharia de Hardware da Apple, John Ternus.

    Executivo da Apple desafia jornalista a quebrar iPhone Air; vídeo

  • Produção industrial opera acima do nível pré-pandemia em 9 dos 15 locais, revela IBGE

    Produção industrial opera acima do nível pré-pandemia em 9 dos 15 locais, revela IBGE

    Os parques industriais que superaram o pré-covid foram Rio de Janeiro (19,5% acima do nível pré-pandemia), Minas Gerais (14,8% acima), Amazonas (10,9% acima); São Paulo (-0,4%) ficou aquém do pré-covid

    A produção industrial operava em julho em nível superior ao de fevereiro de 2020, no pré-pandemia de covid-19, em nove dos 15 locais pesquisados, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Os parques industriais que superaram o pré-covid foram Rio de Janeiro (19,5% acima do nível pré-pandemia), Minas Gerais (14,8% acima), Amazonas (10,9% acima), Santa Catarina (9,5% acima), Paraná (8,9% acima), Goiás (7,5% acima), Mato Grosso (7,1% acima), Pernambuco (6%) e Espírito Santo (2,9% acima).

    Na média nacional, a indústria brasileira operava em patamar 1,7% acima do pré-crise sanitária.

    Os locais com nível de produção aquém do pré-covid foram São Paulo (-0,4%), Rio Grande do Sul (-0,4%), Ceará (-8,2%), Pará (-9,3%), Nordeste (-16,9%) e Bahia (-21,1%).

    Produção industrial opera acima do nível pré-pandemia em 9 dos 15 locais, revela IBGE

  • Política militar norte-coreana combinará armas nucleares e convencionais

    Política militar norte-coreana combinará armas nucleares e convencionais

    O líder norte-coreano, Kim Jong-un, anunciou que o próximo congresso do Partido dos Trabalhadores apresentará uma política que combinará o desenvolvimento de forças nucleares com a modernização de armas convencionais, informaram hoje os meios de comunicação estatais.

    Kim fez esse anúncio durante uma visita, na quinta e sexta-feira, aos institutos de armamento blindado e eletrônico da Academia de Ciências da Defesa, onde supervisionou testes de novos veículos blindados, sistemas de proteção ativa e armas eletrônicas, segundo a agência norte-coreana KCNA.

    O líder norte-coreano destacou a necessidade de Pyongyang continuar a “modernizar” as forças convencionais para construir um exército poderoso, ao mesmo tempo em que reiterou que o nono congresso do partido irá definir a estratégia de impulsionar, em paralelo, as capacidades nucleares e convencionais.

    A próxima reunião magna do Partido dos Trabalhadores foi aprovada em junho, e a última ocorreu em janeiro de 2021, quando Pyongyang anunciou um ambicioso plano de armamento que incluía satélites espiões e mísseis intercontinentais de combustível sólido.

    As declarações de Kim reforçam a expectativa de que o regime intensifique os programas de armamento tradicional, além das capacidades nucleares, em um contexto no qual a Coreia do Sul mantém vantagem em poderio militar convencional.

    Durante a inspeção, Kim recebeu explicações sobre o desenvolvimento de blindagens compostas e de um sistema inteligente de proteção ativa para veículos, além de acompanhar testes de defesa contra mísseis antitanque de diferentes tipos.

    O líder norte-coreano também supervisionou uma competição de tiro de unidades de atiradores de elite, onde insistiu na necessidade de treinamento e expansão dessas forças especiais.

    Nos últimos meses, Kim Jong-un tem enfatizado a prioridade de substituir tanques e blindados por modelos avançados e de intensificar o treinamento militar. Essa ênfase acontece após o regime ter enviado cerca de 15 mil soldados para apoiar a guerra da Rússia na Ucrânia.

    Política militar norte-coreana combinará armas nucleares e convencionais

  • Governo mapeia cargos e ameaça demitir aliados de quem votar por anistia a Bolsonaro

    Governo mapeia cargos e ameaça demitir aliados de quem votar por anistia a Bolsonaro

    A orientação do governo é de oposição ao projeto de lei, e a principal tarefa é evitar que o tema seja levado ao plenário da Câmara. Cabe ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), pautar o projeto.

    VICTORIA AZEVEDO
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo Lula (PT) deve rever indicações para cargos federais dos deputados e senadores que votarem a favor do projeto de lei que prevê anistia aos condenados pelos ataques golpistas do 8 de Janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo cinco pessoas que estão a par das conversas. O alerta foi passado por integrantes do Palácio do Planalto a ministros e líderes partidários.

    A orientação do governo é de oposição ao projeto de lei, e a principal tarefa é evitar que o tema seja levado ao plenário da Câmara. Cabe ao presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), pautar o projeto.

    Caso isso ocorra, o Planalto usará todos os instrumentos que tem à disposição, segundo um interlocutor do presidente da República. Isso passa por rever as indicações aos cargos na máquina federal e também pelo pagamento de emendas parlamentares ao Orçamento.

    Nas palavras de outro aliado de Lula, a votação da anistia será um divisor de águas, definindo quem é de fato do governo e quem não é. Ele diz que é preciso saber disso até mesmo para pensar no cenário eleitoral de 2026 e entender quais partidos ou alas dessas siglas irão caminhar com Lula no próximo ano.

    As negociações em torno da proposta da anistia avançaram na última semana em resposta ao julgamento de Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal) e envolveram partidos do centrão e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). O ex-presidente foi condenado pela Primeira Turma da corte a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma trama para permanecer no poder.

    Motta, que até então se mostrava contrário à votação do projeto de anistia, afirmou nos últimos dias que estava discutindo essa possibilidade, diante da maior pressão dos líderes.

    Esse não é o primeiro alerta que o governo faz sobre rever cargos diante de votações consideradas importantes no Congresso e numa tentativa de organizar sua base de apoio, que é marcada por instabilidades.

    Em abril, integrantes do Executivo cobraram parlamentares da base aliada que assinaram o pedido de urgência ao projeto da anistia –apesar disso, o requerimento teve apoio em peso de deputados de siglas que integram o governo, como PSD, União Brasil, PP, Republicanos e MDB.

    Em fevereiro de 2024, integrantes do Executivo afirmaram a parlamentares na Câmara que aqueles que assinassem pedido de impeachment contra Lula por ele ter comparado as mortes na Faixa de Gaza ao Holocausto iriam sofrer consequências.

    O alerta agora acontece em outro contexto: a eleição de 2026 está mais próxima, partidos como PP e União Brasil já ameaçam um desembarque e a anistia tem potencial de gerar uma crise entre os Poderes, além de causar implicações no cenário internacional.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, há uma avaliação entre integrantes do governo e até mesmo do próprio presidente da República que a aprovação da anistia representaria uma vitória do governo dos Estados Unidos, num momento em que Donald Trump lança uma ofensiva contra o Brasil e impõe sobretaxa de 50% a produtos brasileiros.

    Um aliado de Lula no Congresso diz que a aprovação da anistia representaria uma interferência direta de Trump no Brasil, e diz que o próprio Legislativo sairia enfraquecido nesse processo.

    Além disso, essas negociações em torno do projeto de lei avançaram no mesmo momento em que o União Brasil e o PP anunciaram um desembarque do governo federal e apoio à anistia, inclusive do ex-presidente. A possibilidade de o governo rever indicações foi afirmada publicamente pela ministra Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais) em publicação nas redes sociais.

    Ela disse, em reação à decisão dos partidos, que ninguém é obrigado a ficar, mas que quem permanecer na gestão petista “deve ter compromisso com o presidente Lula e com as pautas principais que este governo defende”.

    “Isso vale para quem tem mandato e para quem não tem mandato, inclusive para aqueles que indicam pessoas para posições no governo, seja na administração direta, indireta ou regionais”, afirmou.

    A SRI já está elaborando um relatório com todas as indicações a cargos federais –desde postos em empresas, autarquias e na estrutura da Esplanada até nos postos regionais. Como a Folha mostrou, o União Brasil e o PP falam em desembarque, mas mantêm ministérios, estatais e cargos nos estados que não pretendem entregar neste momento.

    Nesta semana, Gleisi convocou ministros de partidos do centro para traçar uma estratégia que evite o avanço do projeto de lei no Congresso. De acordo com relatos, ela pediu empenho dos colegas de Esplanada e afirmou que eles devem atuar junto aos líderes partidários para evitar que o projeto seja pautado.

    Gleisi também cobrou que esses ministros ajudem a destravar votações consideradas prioritárias para o Planalto, sobretudo as que integram um pacote eleitoral, como o projeto de lei que dá isenção do IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5.000.
    Além disso, ficou definido que, caso o Planalto julgue necessário, ministros que têm mandatos (ou seja, são deputados e senadores licenciados) deverão retomar seus cargos para votar contra a proposta.

    Governo mapeia cargos e ameaça demitir aliados de quem votar por anistia a Bolsonaro

  • Coisas surpreendentes que seu celular sabe sobre você

    Coisas surpreendentes que seu celular sabe sobre você

    Até se você está feliz ou triste

    Seu celular não serve apenas para fazer chamadas e enviar mensagens. O telefone armazena silenciosamente grandes quantidades de dados pra lá de pessoais. Desde rastrear a sua localização a saber informações de saúde, até guardar senhas e prever seu humor naquele dia, os dispositivos móveis sabem mais sobre você do que pode imaginar. Essa coleta constante de material levanta questões que envolvem privacidade, pois cada aplicativo e recurso que é usado contribui para ser traçado um perfil digital detalhado sobre você.

    Curioso? Clique para descobrir as coisas surpreendentes que seu celular sabe sobre a sua vida.

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