Autor: REDAÇÃO

  • Avião apresenta problemas, e São Paulo adia viagem para o Chile

    Avião apresenta problemas, e São Paulo adia viagem para o Chile

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo informou, nesta terça-feira, que a viagem da delegação para o Chile, onde enfrenta o O’Higgins pela Copa Sul-Americana, precisou ser adiada por conta de um problema na aeronave que levaria o elenco.

    Segundo nota oficial do clube, o avião apresentou falhas sistêmicas ainda no pátio do Aeroporto de Guarulhos, antes mesmo do embarque da equipe. Com isso, o voo foi remarcado para a tarde desta quarta-feira.

    A mudança altera parcialmente a programação. O elenco treinará no CT da Barra Funda na manhã de quarta antes de seguir viagem. Inicialmente, estava previsto um trabalho no centro de treinamento da Universidad Católica, já em solo chileno.

    A delegação deve desembarcar em Santiago no fim da tarde e, na sequência, seguirá diretamente para Rancagua, onde já estava programada a estadia antes do confronto. O restante do cronograma está mantido, com retorno ao Brasil logo após a partida.

    A bola rola na quinta-feira às 19h (de Brasília), em embate válido pela 4ª rodada do Grupo C. O São Paulo lidera a chave, com sete pontos em três jogos.

    Avião apresenta problemas, e São Paulo adia viagem para o Chile

  • Trump volta a criticar Papa Leão XIV: "Coloca muitos católicos em perigo"

    Trump volta a criticar Papa Leão XIV: "Coloca muitos católicos em perigo"

    Presidente afirma que pontífice acha ‘tudo bem’ que Teerã tenha arma nuclear; líder católico nunca disse isso. Papa responde afirmando que continua pregando a paz, mas que as pessoas são livres para criticá-lo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em novo ataque a o papa Leão 14, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o líder da Igreja Católica de colocar fiéis em risco com sua posição sobre o Irã.

    “Acho que ele está colocando em perigo muitos católicos e muitas pessoas. Mas acho que, se depender do papa, ele acha que está tudo bem o Irã ter uma arma nuclear”, disse Trump em entrevista ao radialista conservador Hugh Hewitt na segunda-feira (4).

    Leão 14, que nunca defendeu que Teerã tenha armamento nuclear, respondeu às acusações nesta terça-feira (5), ao dizer que espera difundir a mensagem cristã falando sobre a paz. “A missão da Igreja é pregar o Evangelho, pregar a paz. Se alguém quiser me criticar por pregar o Evangelho, espero simplesmente ser ouvido por causa do valor da palavra de Deus.”

    A fala se junta a uma série de ataques que o presidente dos EUA faz a Leão 14 por se posicionar de forma contrária à guerra no Irã. Em abril, Trump chamou o papa de fraco e que ele não devia se concentrar em ser político, além de compartilhar imagens geradas por inteligência artificial onde aparecia como Jesus Cristo.

    Leão 14 se tornou o primeiro papa americano da história, apesar de também ter se naturalizado peruano. Durante seu primeiro ano como líder da Igreja Católica, manteve um perfil relativamente discreto no cenário global, mas emergiu nas últimas semanas como um firme crítico do governo Trump, afirmando que Deus rejeita orações de líderes que praticam guerras e pedindo o fim dos conflitos.

    As declarações do presidente americano surgem logo após o Vaticano anunciar que o secretário de Estado, Marco Rubio, irá se reunir com o papa para amenizar as tensões e tratar de interesses em comum na próxima quinta-feira (7). Junto a eles estará o cardeal e principal diplomata da Santa Sé, Pietro Parolin.

    De acordo com o embaixador americano no país, Brian Burch, Rubio espera ter uma reunião “franca”. “Nações têm divergências, e acho que uma das maneiras de resolver isso é por meio da fraternidade e do diálogo autêntico”, disse, negando a ideia de existir ruptura profunda entre Washington e a Santa Sé.

    Quando questionado por jornalistas sobre a última declaração de Trump, Parolin afirmou que o pontífice seguirá fazendo seu trabalho. “O papa continua em seu caminho, no sentido de pregar o Evangelho, de pregar a paz -como diria São Paulo- em tempo oportuno e inoportuno.”

    Este será o segundo encontro de Marco Rubio com o papa. Na primeira ocasião, em 2025, o secretário de Estado e o vice-presidente americano, J. D. Vance -ambos católicos- participaram da missa de posse de Leão 14 e tiveram uma reunião privada com ele pontífice no dia seguinte, onde o convidaram para visitar a Casa Branca. Após as críticas de Trump, Vance afirmou que o papa devia tomar cuidado ao misturar teologia e guerra.

    Rubio também se encontrará com a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e o ministro de Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, na sexta-feira. Apesar de ter sido uma das principais apoiadoras de Donald Trump, Meloni faz duras críticas a Washington desde sua entrada na guerra, além de declarar apoio direto a Leão 14.

    “O papa é o chefe da Igreja Católica, e é correto e normal que ele peça a paz e condene todas as formas de guerra.”, disse a primeira-ministra em um comunicado em abril.

    Trump volta a criticar Papa Leão XIV: "Coloca muitos católicos em perigo"

  • Renan Oliveira, rival de Ana Paula Renault no BBB 16, chama Boninho de 'moleque'

    Renan Oliveira, rival de Ana Paula Renault no BBB 16, chama Boninho de 'moleque'

    Ex-participante afirma que diretor minimizou episódio de agressão na edição passada. Veterana foi expulsa na edição 16 após dar dois tapas no rosto de brother durante o programa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Renan Oliveira, rival de Ana Paula Renault no BBB 16, usou as redes sociais para rebater declarações de Boninho. O ex-participante foi chamado de “mala” e “pentelho” pelo diretor, em comentário sobre a expulsão da jornalista na edição passada.

    No desabafo, Renan afirma que a fala de Boninho minimiza o episódio de agressão ocorrido no programa. “Eu pedi a expulsão de uma pessoa que estava descontrolada e me agrediu com dois tapas na cara. Isso não é opinião, é agressão”, disse.

    Ele também criticou o tom adotado pelo diretor nas redes: “O mais feio é você, com 60 anos, vir na internet agir como moleque”.

    O ex-BBB ainda reclamou dos ataques que passou a receber após a repercussão do caso. “Eu, pai de família, trabalhador, faço o meu corre, tenho meu caráter, minha posição, e você foi lá me expor. Um monte de gente veio me atacar”, afirma.

    A reação veio após Boninho relembrar, em publicação no X, bastidores do BBB 16. O diretor disse que torcia pela permanência de Ana Paula e lamentou o desfecho. “Eu até torci para o mala não pedir a expulsão dela, mas o pentelho pediu a cabeça dela”, escreveu.

    A veterana foi expulsa do programa após dar dois tapas no rosto de Renan. O modelo denunciou a rival, que foi retirada da edição.

    Renan Oliveira, rival de Ana Paula Renault no BBB 16, chama Boninho de 'moleque'

  • PT vai ao STF contra redução de penas de Bolsonaro, diz líder do partido

    PT vai ao STF contra redução de penas de Bolsonaro, diz líder do partido

    Partido questionará manobra de Alcolumbre para derrubar veto de Lula ao projeto. Petistas querem expor acordo do centrão com oposição para enterrar pedido de CPI do Master

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O PT vai acionar o STF (Supremo Tribunal Federal) contra a derrubada do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria, que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A decisão foi confirmada à Folha pelo líder do partido na Câmara, o deputado Pedro Uczai (PT-SC).

    No caso de Bolsonaro, o projeto de dosimetria reduz o tempo que vai passar em regime fechado do intervalo atual de 6 a 8 anos para entre 2 anos e 4 meses e 4 anos e 2 meses, a depender da interpretação. O ex-presidente foi condenado em 2025 a 27 anos e três meses de prisão pelo STF por cinco crimes, como líder da trama golpista.

    O parlamentar afirmou que o PT aguarda apenas a promulgação da lei para acionar o STF. O Congresso informou oficialmente a derrubada do veto ao Planalto na segunda-feira (4). Dessa forma, Lula tem até esta quarta-feira (6) para promulgá-la.

    Oficialmente, o PT argumentará inconstitucionalidade formal, apontando violação do processo legislativo porque o Congresso não apreciou todos os dispositivos do veto total, e material, apontando supostas violações à Constituição.

    Há pouca expectativa de sucesso no STF. A avaliação entre governistas é que, como há digitais de ministros da própria corte na construção do projeto de dosimetria, o Supremo dificilmente derrubaria o texto.

    Para o PT, porém, há o interesse de acionar o STF para manter o assunto em alta. O partido quer usar a derrubada do veto da dosimetria para questionar o acordo feito pela oposição com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A derrubada do veto foi articulada em troca de suspender a pressão pela instauração da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) mista sobre o Banco Master.

    “Vamos expor o acordão. Os vitoriosos da semana passada são a organização criminosa que tentou o golpe à democracia, com a derrubada do veto, e a do banco Master. Essa foi a ‘vitória’ do acordão, que de um lado derrubou a dosimetria e do outro protegeu o ministro Alexandre de Moraes, os congressistas envolvidos com o Master, derrubando a CPI. Ficou claro esse acordo”, disse Uczai.

    A oposição passou meses pedindo uma CPI para investigar o escândalo do Master, mas isso gerou um impasse para a derrubada do veto da dosimetria. Esse tipo de comissão tem instalação obrigatória na primeira sessão do Congresso após a reunião das assinaturas necessárias.

    Dessa forma, Alcolumbre indicou que não convocaria a reunião do Congresso para derrubar o veto porque queria evitar a instalação da CPI. A sessão foi convocada somente após a construção de um acordo com bolsonaristas para a oposição não pedir, durante a derrubada do veto, que a comissão fosse aberta. De fato, o PL de Flávio Bolsonaro não pressionou pela abertura do colegiado.

    DERRUBADA DO VETO

    O veto de Lula foi revisto na última quinta-feira (30) com os votos de 318 deputados e 49 senadores. Dessa forma, a proposta original se tornará lei. Eram necessários ao menos 257 votos de deputados e 41 votos de senadores, computados separadamente.

    Até o início da sessão, havia dúvida sobre qual seria a solução apresentada pelo Congresso para evitar que a derrubada do veto de Lula afetasse o endurecimento de penas para outros crimes, como organização criminosa e feminicídio.

    Isso aconteceria porque a dosimetria utilizou como base uma versão da Lei de Execução Penal anterior às mudanças feitas pela Lei Antifacção, que dificultou a progressão de regime para determinados crimes. Dessa forma, ao derrubar o veto de Lula, as regras anteriores poderiam voltar a valer.

    Na terça-feira (28), a Câmara aprovou a tramitação em urgência de um projeto de lei para resolver a questão. Entretanto, Alcolumbre decidiu resolver a controvérsia por meio da presidência e declarou sem efeito os artigos do projeto que conflitam com a Lei Antifacção. É essa manobra que embasará o questionamento do PT no STF.

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  • Everton confirma prisão de torcedor após racismo contra jogador do City

    Everton confirma prisão de torcedor após racismo contra jogador do City

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Everton emitiu um comunicado nesta segunda-feira (4) em que confirma a prisão de um torcedor durante o empate com o Manchester City, no Campeonato Inglês, após insultos racistas contra o ponta ganês Antoine Semenyo.

    O homem que foi preso tem 71 anos, segundo o clube. Torcedores e seguranças teriam relatado o incidente racista, e a polícia de Merseyside deteve o homem.

    Ele foi liberado após pagamento de fiança. “Incluindo restrições que o impedem de se aproximar a menos de uma milha de qualquer estádio esportivo designado por um período de até quatro horas antes do início da partida, durante os jogos e até quatro horas após o apito final”, disse o Everton.

    Depois, o City condenou os insultos racistas contra Semenyo, também em nota. “Recebemos com satisfação a rápida ação tomada pelo Everton e pela polícia para identificar o responsável”, afirmou.

    Semenyo já sofreu ataques racistas no início da temporada. O caso aconteceu em jogo entre Liverpool e Bournemouth, time pelo qual jogava no início de 2025/26. A partida chegou a ser paralisada pelo árbitro, e um torcedor chegou a ser preso na época.

    O vice-líder da Premier League revelou que o zagueiro Marc Guéhi, inglês nascido na Costa do Marfim, foi insultado racialmente nas redes sociais. “Continuaremos a oferecer todo o nosso apoio a Antoine e a Marc e jamais aceitaremos qualquer tipo de discriminação em nosso esporte”, finalizou o clube.

    Everton e City empataram por 3 a 3, nesta segunda-feira (4), em jogo válido pela 35ª rodada do Inglês. O empate deixou o time de Guardiola e companhia a cinco pontos do líder Arsenal, mesmo com uma partida a menos.

    O QUE DIZ O EVERTON:

    “O Everton Football Club pode confirmar que um torcedor foi preso durante o empate por 3 a 3 da Premier League na noite de segunda-feira contra o Manchester City, no Hill Dickinson Stadium, após relatos de abuso racista direcionado a um jogador da equipe adversária. A polícia de Merseyside prendeu um homem de 71 anos sob suspeita de crime de ordem pública com agravante racial, após torcedores e seguranças relatarem o incidente. Ele foi posteriormente liberado sob fiança, com condições, incluindo restrições que o impedem de se aproximar a menos de uma milha de qualquer estádio esportivo designado por um período de até quatro horas antes do início da partida, durante os jogos e até quatro horas após o apito final. O racismo e a discriminação em todas as formas são completamente inaceitáveis. Não têm lugar em nossos estádios, em nosso esporte ou na sociedade, e comportamentos dessa natureza não serão tolerados. Uma resposta rápida de outros torcedores, seguranças e da polícia de Merseyside levou à identificação do indivíduo e à adoção das medidas cabíveis. O clube continuará a trabalhar em estreita colaboração com as autoridades para apoiar a investigação e tomará as medidas mais severas possíveis, em linha com sua política de tolerância zero.”

    O QUE DIZ O CITY:

    “O Manchester City condena veementemente os abusos racistas direcionados a Antoine Semenyo na partida desta segunda-feira (04). Recebemos com satisfação a rápida ação tomada pelo Everton e pela polícia para identificar o responsável. Também estamos extremamente decepcionados ao saber que Marc Guéhi foi alvo de uma série de postagens racistas repugnantes nas redes sociais na noite passada. Continuaremos a oferecer todo o nosso apoio a Antoine e a Marc e jamais aceitaremos qualquer tipo de discriminação em nosso esporte.”

    Everton confirma prisão de torcedor após racismo contra jogador do City

  • Justiça de Israel prorroga prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila

    Justiça de Israel prorroga prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila

    Brasileiro foi capturado em embarcação que levava ajuda para Gaza; Ministério das Relações Exteriores de Israel informou que Thiago Ávila seria levado para interrogatório

    O Tribunal de Magistrados de Ashkelon, de Israel, prorrogou até o próximo domingo (10) a prisão do ativista Thiago Ávila, capturado ilegalmente por Israel durante missão humanitária. A decisão é do juiz Yaniv Ben-Haroush. 

    O brasileiro estava a bordo de um navio da Global Sumud Flotilla, que levava alimentos e itens básicos de sobrevivência para a população de Gaza. A embarcação navegava por águas internacionais, perto da ilha grega de Creta, no dia 30 de abril, no momento em que foi interceptada pelas forças israelenses. Ávila foi levado a Israel juntamente com o palestino-espanhol Saif Abukeshek. Os demais ativistas da flotilha foram levados à Grécia.

    Em nota distribuída à imprensa, o movimento internacional afirma que Israel os privam de liberdade sem que exista nenhum indício ou prova contra os dois, nem acusação formal, consequentemente. As advogadas da Adalah, Hadeel Abu Salih e Lubna Tuma, organizações de direitos humanos e jurídicas que representam Ávila e Abukeshek, argumentam que Israel acusa os ativistas com base em provas sigilosas, ao qual não tiveram acesso. A equipe de defesa afirma ainda que socorrer civis atingidos pela violência sionista não configura crime ou sinaliza ligações com o terrorismo.

    “A Adalah esclarece que nenhuma acusação formal foi apresentada e que a detenção se destina a interrogatórios em curso. Durante uma audiência anterior, o Ministério Público israelense apresentou uma lista de supostos crimes, incluindo auxílio ao inimigo em tempo de guerra, contato com um agente estrangeiro participação e prestação de serviços a uma organização terrorista e transferência de bens para uma organização terrorista”, destaca a Global Sumud no informe.

    Segundo a defesa, os procedimentos seriam ilegais pelo fato de os ativistas não serem cidadãos israelenses. Portanto, a legislação israelense não poderia ser aplicada, conforme o Adalah, centro de prestação de assistência jurídica a palestinos. Outro aspecto que invalidaria a lei de Israel, também levantado pelo coletivo, é a distância de mais de 1 mil quilômetros entre o ponto no qual foram sequestrados e Gaza.

    Em nota anterior, a Global Sumud Flotilla informou que Ávila foi interrogado pela agência de inteligência Shabak (ISA) e que questionamentos teriam seriam feitos pelo Mossad, o instituto de inteligência de Israel.

    “Embora os advogados da Adalah tenham exigido informações sobre as acusações, as autoridades israelenses se recusaram a fornecê-las”, disse.

    O Public Committee Against Torture in israel (PCATI) assinala que as autoridades israelenses têm usado uma prerrogativa do Chefe do Estado-Maior das FDI (Forças de Defesa de israel) para justificar as ordens de detenção, sob argumento de que a libertação do indivíduo prejudica a segurança do Estado.

    O Ministério das Relações Exteriores de Israel informou, na última quinta-feira (30), em sua conta oficial no X, que Thiago Ávila seria levado para interrogatório, suspeito de atividades ilegais, e, da mesma forma, Saif Abukeshek, acusado de pertencer a uma organização terrorista.

    Israel nega as denúncias de violações dos direitos dos ativistas.

    Justiça de Israel prorroga prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila

  • Morre Guto Graça Mello, produtor musical criador da trilha do Fantástico, aos 78

    Morre Guto Graça Mello, produtor musical criador da trilha do Fantástico, aos 78

    O produtor musical estava internado há mais de um mês no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, após sofrer uma queda, e teve uma parada cardiorrespiratória

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Morreu, nesta terça-feira (5), o produtor musical Guto Graça Mello, aos 78 anos, no Rio de Janeiro. A morte foi confirmada pela família. Ele foi responsável por centenas de discos, incluindo trabalhos de nomes como Rita Lee, Roberto Carlos, Maria Bethânia e Xuxa, e também criador da trilha do programa Fantástico, da TV Globo.

    Mello estava internado há mais de um mês no Hospital Barra D’Or, no Rio de Janeiro, após sofrer uma queda, e teve uma parada cardiorrespiratória.

    Com 50 anos de carreira, incluindo uma vasta experiência na gravadora Som Livre, Mello produziu mais de 500 álbuns, além de popularizar trilhas sonoras de novelas da TV Globo, como “Paraíso” e “Pecado Tropical”. Ele foi onde foi diretor musical da emissora entre os anos 1970 e 1980, e lá criou a abertura do programa Fantástico.

    Além de organizar as trilhas sonoras de telenovelas, Mello também escolheu músicas para os programas infantis “Pirlimpimpim” e “Plunct, Plact, Zuuum”.

    Também compositor, Mello iniciou a carreira em 1967, quando compôs as canções “Manifesto”, interpretada por Elis Regina, e “Cabra Macho”, popularizada na voz de Nara Leão. No início da década de 1970, o produtor foi estudar na conceituada Universidade de Berkeley, na Califórnia, e voltou ao Brasil a convite do então diretor-geral da Globo, Walter Clark.

    Em 1989, deixou tanto a Globo como a Som Livre, e se afastou da TV para se dedicar a discos, jingles publicitários e trilhas de peças de teatro, como o espetáculo “Se Eu Fosse Você”, em 2014, e “Chatô e os Diários Associados – 100 anos de Paixão”, no ano passado.

    Mello deixa a mulher, Sylvia Massari, duas filhas e dois enteados.

    Morre Guto Graça Mello, produtor musical criador da trilha do Fantástico, aos 78

  • Vendas de veículos sobem 19% e têm melhor mês de abril em 12 anos, revela Fenabrave

    Vendas de veículos sobem 19% e têm melhor mês de abril em 12 anos, revela Fenabrave

    Foram vendidos 248,4 mil veículos em abril, o que leva para 873,4 mil unidades o total vendido desde o começo do ano

    As vendas de veículos zero quilômetro no País tiveram no mês passado o melhor mês de abril em 12 anos, com crescimento de 19% na comparação com o mesmo período de 2025. Frente a março, as vendas recuaram 7,8%, já que o mês passado teve dois dias úteis a menos. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 5, pela Fenabrave, a associação das concessionárias, e engloba carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.

    Foram vendidos 248,4 mil veículos em abril, o que leva para 873,4 mil unidades o total vendido desde o começo do ano.

    O crescimento na comparação com o número acumulado nos quatro primeiros meses do ano passado foi de 14,9%.

    Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, apesar das taxas de juros elevadas, as vendas de carros estão sendo sustentadas pelas alíquotas reduzidas do IPI, dentro do Programa Carro Sustentável, e pelas crescentes promoções realizadas pelas marcas.

    Em um novo marco da invasão dos carros chineses, o balanço da Fenabrave confirma a liderança da BYD no varejo, com 12,2% do mercado. Na sequência, a Volkswagen teve 12,1% das vendas feitas nos showrooms das concessionárias.

    Quando se inclui as vendas diretas, a clientes como locadoras de automóveis, a BYD, com 7,8%, aparece na quinta colocação no mês, atrás de Fiat (19,2%), Volkswagen (16,4%), General Motors (10,6%) e Hyundai (7,8%).

    Vendas de veículos sobem 19% e têm melhor mês de abril em 12 anos, revela Fenabrave

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  • Casemiro entra na mira do Los Angeles Galaxy e agita mercado na MSL

    Casemiro entra na mira do Los Angeles Galaxy e agita mercado na MSL

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Casemiro entrou na mira do Los Angeles Galaxy, de acordo com a rádio britânica talkSPORT. O brasileiro também desperta interesse do Inter Miami, time de Lionel Messi.

    Los Angeles Galaxy entrou na briga pela contratação do volante de 34 anos. Casemiro deixará o Manchester United ao final da temporada em tem a MLS como principal destino.

    O time tem como concorrente o Inter Miami. Segundo a rádio, o brasileiro estaria inclinado a aceitar a proposta do time da Flórida.

    O clube de Los Angeles, porém, teria como vantagem os “direitos de descoberta” de Casemiro. O regulamento da MLS prevê uma preferência para os times contratar atletas que atuam no exterior. Para isso, o clube precisa registrar uma intenção de contratação no sistema da MLS. Isso, porém, não impede que Casemiro feche com outro time.

    Galaxy e Inter Miami ainda precisam contornar regras de teto salarial para encaixar o brasileiro. De acordo com a rádio inglesa, nenhum dos dois tem vaga aberta de “jogador designado”, mas ambos trabalham com alternativas para viabilizar a contratação no meio do ano.

    Negociações com o Galaxy colocariam Casemiro ao lado de Marco Reus. O TalkSPORT diz que a equipe tem capacidade financeira para atender às exigências do jogador, que também recebe sondagens de Arábia Saudita e Turquia.

    Saída do Manchester United já está definida para o fim da temporada europeia. O volante confirmou em janeiro que deixará Old Trafford.

    Casemiro também despertou o interesse do Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo. Segundo o jornal espanhol Marca, o português trabalha para convencer seu ex-companheiro de Real Madrid a ir para o futebol saudita.

    Casemiro entra na mira do Los Angeles Galaxy e agita mercado na MSL

  • Trump diz que Irã deveria se render, e Teerã afirma que conflito 'ainda nem começou'

    Trump diz que Irã deveria se render, e Teerã afirma que conflito 'ainda nem começou'

    “Eles fazem jogos, mas vou dizer uma coisa: eles querem fazer um acordo. E quem não iria querer, quando seu poder militar praticamente desapareceu?”, disse o norte-americano Donald Trump

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, minimizou nesta terça-feira (5) a capacidade militar do Irã e disse que o país deveria “hastear a bandeira branca”. Teerã, por sua vez, aumentou o tom das ameaças diante da operação de Washington para escoltar navios no estreito de Hormuz.

    A nova troca de farpas ocorre um dia após vários ataques na região colocarem o cessar-fogo em xeque. Os dois países travam uma disputa pelo controle da passagem marítima, por onde passava cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo antes da guerra.

    “Sabemos perfeitamente que a continuidade da situação atual é insustentável para os EUA, enquanto nós ainda nem começamos”, disse Mohamad Bagher Ghalibaf, chefe do Parlamento e o principal negociador do Irã, em uma mensagem na rede social X. Ele afirmou também que a “presença maligna” de forças americanas diminuirá na região.

    Horas depois, Trump respondeu. O presidente afirmou a repórteres no Salão Oval que o poder militar iraniano foi reduzido e que Teerã, nos bastidores, quer fechar um acordo, apesar de sua retórica agressiva em público.

    “Eles fazem jogos, mas vou dizer uma coisa: eles querem fazer um acordo. E quem não iria querer, quando seu poder militar praticamente desapareceu?”, disse. O republicano também elogiou o bloqueio dos portos iranianos pelos EUA e disse que a estratégia está “funcionando muito bem”.

    Já o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, disse a jornalistas mais cedo nesta terça que a operação dos EUA para proteger navios comerciais é temporária, que Washington não está buscando um confronto e que a trégua com o Irã ainda está em vigor. Hegseth disse, no entanto, que uma ação militar não está descartada, acrescentando que qualquer ataque iraniano provocará uma resposta “devastadora”.

    “Não estamos buscando um conflito. Mas também não podemos permitir que o Irã bloqueie países inocentes e suas mercadorias em uma via navegável internacional”, acrescentou o secretário. “O presidente [Donald Trump] pode tomar uma decisão caso algo evolua para uma violação do cessar-fogo.”

    A troca de ameaças seguiu mais tarde, desta vez através da Guarda Revolucionária iraniana. Em um comunicado veiculado na TV estatal, a guarda prometeu uma “resposta firme” a navios que tentem passar pelo estreito por áreas que não sejam as delimitadas por Teerã.

    “Alertamos todos os navios que planejam transitar pelo estreito de Ormuz que a única passagem segura é o corredor previamente anunciado pelo Irã. Qualquer desvio de navios para outras rotas é perigoso e resultará em uma resposta firme da Marinha da Guarda Revolucionária iraniana”, afirmou a força no comunicado.

    Desde o início da guerra, o estreito está bloqueado por Teerã. A situação provocou um aumento expressivo do preço do petróleo. Para tentar pressionar o rival, Washington respondeu com um bloqueio aos portos iranianos.

    Na segunda-feira (4), os EUA iniciaram a chamada operação “Projeto Liberdade” para permitir que os navios bloqueados há semanas consigam atravessar o estreito. Segundo empresas especializadas, mais de 900 embarcações estavam no golfo Pérsico no fim de abril, com quase 20 mil marinheiros.

    Vários navios no Golfo relataram explosões ou incêndios em seguida, e um porto de petróleo nos Emirados Árabes Unidos, que abriga uma grande base militar dos EUA, foi incendiado por mísseis iranianos.

    Segundo o Comando Central dos EUA, dois navios mercantes com bandeira americana, escoltados por destróieres com mísseis guiados da Marinha, atravessaram o estreito na segunda-feira.

    A empresa dinamarquesa de transporte Maersk confirmou que um de seus navios, que transportava veículos e estava bloqueado na região desde fevereiro, conseguiu atravessar a via acompanhado por forças americanas.

    Os EUA informaram que destruíram seis embarcações iranianas “que ameaçavam a navegação comercial” e que mísseis lançados contra seus navios na região foram interceptados. Teerã negou qualquer dano em seus navios e acusou Washington de matar cinco civis em ataques contra duas embarcações que partiram de Omã com destino à costa iraniana.

    O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, afirmou que os episódios de segunda-feira mostraram que não há solução militar para a crise. Ele afirmou que as negociações de paz estão avançando com a mediação do Paquistão e alertou EUA e Emirados Árabes contra o risco de se envolverem em um “atoleiro”.

    As tentativas de retomar as negociações entre Irã e EUA fracassaram até o momento. após uma primeira rodada infrutífera em Islamabad, novas etapas foram postergadas enquanto os dois lados se acusavam de dificultar a discussão.

    Nem Teerã, nem Washington, parecem dispostos a ceder em pontos que o outro lado interpreta como limites do debate. Atualmente, por exemplo, o Irã tenta empurrar as negociações sobre seu programa nuclear para um futuro pós-acordo, o que a Casa Branca rejeita e tenta incluir no pacote do trato para encerrar o conflito.

    Trump diz que Irã deveria se render, e Teerã afirma que conflito 'ainda nem começou'