Autor: REDAÇÃO

  • Pedro lidera artilharia de nomes cotados para Copa desde última convocação

    Pedro lidera artilharia de nomes cotados para Copa desde última convocação

    (UOL/FOLHAPRESS) – A menos de duas semanas para a convocação para a Copa do Mundo, os atacantes brasileiros seguem no radar de Carlo Ancelotti -uns para se assegurarem na lista da seleção e outros para tentarem garantir uma vaga nos últimos instantes.

    Dentre os nomes cotados, quase todos balançaram as redes nos últimos dias, e o UOL levantou seus principais números desde o último amistoso do Brasil, disputado contra a Croácia, no dia 31 de março.

    MOSTRANDO SERVIÇO

    No sábado, Igor Thiago e Luiz Henrique foram às redes. O primeiro marcou na vitória por 3 a 0 do Brentford contra o West Ham, enquanto o segundo fez um golaço na derrota do Zenit para o CSKA Moscou.

    No domingo, cinco nomes marcaram: Pedro (contra o Vasco), Vini Jr (contra o Espanyol), Matheus Cunha (contra o Liverpool), Endrick (contra o Rennes) e Rayan (contra o Crystal Palace). O destaque ficou com o camisa 7 do Real Madrid, que anotou dois gols.

    Por fim, João Pedro fez uma pintura na segunda-feira. Embora o Chelsea tenha perdido para o Nottingham Forest, o atacante marcou para os Blues com uma bicicleta.

    Dos principais atacantes cotados para Copa, apenas Neymar e Gabriel Martinelli não marcaram, mas também não foram a campo. O camisa 10 do Santos foi poupado da partida contra o Palmeiras, enquanto o jogador do Arsenal não saiu do banco contra o Fulham,

    PEDRO NA LIDERANÇA DA ARTILHARIA

    Embora nunca tenha sido convocado por Ancelotti, Pedro tem despontado como um nome forte na reta final da análise do treinador -o italiano esteve no Maracanã, no último domingo, para acompanhar Flamengo 2 x 2 Vasco, que teve gol do camisa 9 rubro-negro.

    O atacante do Fla é o “artilheiro” entre os atacantes desde o último amistoso, com oito gols em 10 jogos. Ele também é o que precisa de menos tempo para marcar, com uma bola na rede a cada 76 minutos.

    Abaixo de Pedro aparecem Vini Jr e Igor Thiago. O camisa 7 do Real, que está praticamente garantido na Copa, marcou quatro vezes em 7 partidas. Já o centroavante do Brentford foi às redes três vezes em apenas 4 jogos e é o segundo que menos precisa de tempo para marcar – um gol a cada 120 minutos.

    Martinelli é o único que não balançou as redes desde a última convocação. Em sete partidas, o atacante do Arsenal deu apenas uma assistência.

    Matheus Cunha, João Pedro, Luiz Henrique, Rayan e Endrick marcaram duas vezes cada. Os três primeiros são constantemente chamados por Ancelotti e devem estar na Copa. Já entre os dois últimos, Endrick se destacou mais que Rayan, com duas assistências no período -o camisa 9 do Lyon também teve uma atuação de destaque contra o Paris Saint-Germain recentemente.

    Raphinha, Rodrygo e Estêvão não foram considerados. O primeiro se lesionou na última Data Fifa e ainda não voltou a campo, mas deve retornar para a Copa. Rodrygo, por sua vez, já sabe que estará fora do torneio após lesionar gravemente o joelho. O caso mais incerto é de Estêvão, que teve lesão de grau 4 na coxa e luta para se recuperar a tempo do Mundial.

    E O NEYMAR?

    O meia-atacante do Santos, que ainda não foi chamado por Ancelotti, busca convencer o treinador de que está bem fisicamente para ir à Copa. Para isso, das 10 partidas que o Peixe fez desde a última Data Fifa, Neymar participou de seis, sendo titular e jogando os 90 minutos em todas elas.

    Só que o desempenho ainda não anima. Ele marcou apenas um gol e deu uma assistência em 540 minutos em campo. Além disso, alguns resultados geraram críticas em cima do camisa 10 e da equipe santista em geral, como os empates contra Deportivo Recoleta e Coritiba.

    OS NÚMEROS DOS ATACANTES COTADOS PARA A COPA DESDE A ÚLTIMA DATA FIFA

    Pedro: 10 jogos, 8 gols, 1 assistência (76 minutos para marcar)
    Vini Jr: 7 jogos, 4 gols, 1 assistência (141 minutos para marcar)
    Igor Thiago: 4 jogos, 3 gols e nenhuma assistência (120 minutos para marcar)
    Matheus Cunha: 3 jogos, 2 gols e nenhuma assistência (129 minutos para marcar)
    João Pedro: 4 jogos, 2 gols e nenhuma assistência (161 minutos para marcar)
    Luiz Henrique: 6 jogos, 2 gols e 1 assistência (231 minutos para marcar)
    Endrick: 5 jogos, 2 gols e 2 assistências (179 minutos para marcar)
    Rayan: 4 jogos, 2 gols e 1 assistência (150 minutos para marcar)
    Neymar: 6 jogos, 1 gol e 1 assistência (540 minutos para marcar)
    Martinelli: 7 jogos, nenhum gol e 1 assistência

    Pedro lidera artilharia de nomes cotados para Copa desde última convocação

  • Dólar cai a R$ 4,92 e Bolsa sobe com ata do Copom e queda do petróleo

    Dólar cai a R$ 4,92 e Bolsa sobe com ata do Copom e queda do petróleo

    No fim da manhã desta terça-feira (5), a moeda norte-americana caía 0,85%, cotada a R$ 4,924 (na mínima, o dólar chegou a R$ 4,921). Ata do Copom indica cautela diante de tensões externas, enquanto cenário global favorece moedas emergentes

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar registra firme queda nesta terça-feira (5), em meio ao maior apetite global por risco, impulsionado pela queda dos preços internacionais do petróleo.

    Analistas também repercutem a ata do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada nesta manhã, que indica uma postura mais cautelosa do Banco Central diante das incertezas relacionadas à guerra no Irã.

    Às 11h55, a moeda norte-americana caía 0,85%, cotada a R$ 4,924 (na mínima, o dólar chegou a R$ 4,921). Caso se confirme, seria a menor cotação desde 2 de fevereiro de 2024, quando fechou a R$ 4,915.

    No mesmo horário, a Bolsa avançava 0,46%, a 186.455 pontos.

    O comportamento de apetite por risco é global. Nos EUA, as Bolsas S&P 500, Dow Jones e Nasdaq sobem entre 0,53% e 0,88% durante o pregão.

    No câmbio, o dólar se desvaloriza frente a moedas emergentes, como peso mexicano e rand sul-africano, o que indica uma busca por ativos de mercados alternativos.

    No exterior, investidores continuam acompanhando o cenário de tensão no Oriente Médio. Relatos de passagens de embarcações, contudo, têm animado.

    O conflito no Oriente Médio tem sido responsável pelo bloqueio do fluxo no estreito de Hormuz, via por onde passa cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás. A paralisação tem gerado um temor de um repique inflacionário global por levar os preços de petróleo a dispararem.

    As cotações da commodity subiram mais de 5% na segunda-feira (4), mas registram queda durante o pregão desta terça. Por volta das 11h30, o Brent, referência mundial, era negociado a US$ 111,25, em queda de 2,84%.

    O ânimo surge de relatos de passagem pela importante via global. Segundo a empresa Maersk, uma das principais do transporte marítimo, um de seus navios-petroleiros, Alliance Fairfax, conseguiu atravessar o estreito sem incidentes.

    Na segunda-feira, EUA e Irã travaram uma disputa de versões. Os norte-americanos informaram que dois navios dos EUA atravessaram o estreito de Hormuz, mas sem informar quando a passagem ocorreu.

    Já o Irã disse ter bombardeado um navio da Marinha dos EUA, o que foi negado pelos norte-americanos. Por fim, os EUA relataram que impediram seis embarcações do Irã na região, o que foi desmentido pelos iranianos.

    Durante a tarde, uma importante zona da indústria petrolífera dos Emirados Árabes Unidos foi alvo de um ataque de drones. A suspeita é de que o Irã foi responsável pela ofensiva, que feriu ao menos três pessoas.

    No ambiente doméstico, ata do Copom é o destaque. Na ata divulgada nesta terça-feira, o comitê disse ver impacto do conflito no Oriente Médio sobre a inflação e piora nas expectativas no longo prazo.

    Apesar do cenário mais desafiador, o comitê avaliou que os eventos recentes não impedem a continuação do ciclo de queda de juros, julgando a redução de 0,25 ponto percentual na taxa básica como a mais adequada.

    “As últimas divulgações de inflação, tanto ao consumidor quanto ao produtor, mostraram sinais claros de efeitos dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, situando-se em valores significativamente acima dos inicialmente esperados”, afirmou.

    O colegiado do Banco Central optou por um ajuste conservador depois de ver as projeções para inflação mais distantes da meta de 3% e não sinalizou abertamente o rumo de seus próximos movimentos.

    O alvo central do BC é 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. No atual modelo, de meta contínua, o objetivo é considerado descumprido quando a inflação acumulada permanece durante seis meses seguidos fora do intervalo, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto).

    No acumulado de 12 meses até março, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) chegou a 4,14%. O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15), que sinaliza uma tendência para a inflação oficial do país, mostrou em abril pressão sobre preços de combustíveis e alimentos.

    Analistas concordam que a ata não trouxe sinais sobre os próximos passos do Copom, mas indica uma postura dependente de dados.

    Para Otávio Araújo, consultor sênior da Zero Markets Brasil, a ata do Copom deve ser lida como uma peça-chave para calibrar as apostas sobre a Selic, “especialmente depois da alta recente do petróleo e da elevação das incertezas geopolíticas no Oriente Médio”.

    Gabriel Pestana, economista sênior da Genial Investimentos, reforça que a ata não sinaliza corte em junho, mas, sob o cenário de arrefecimento da atividade e perda de fôlego nos núcleos de inflação, destaca que este deve ser o cenário-base. “Avaliamos que a ata de hoje segue consistente com a nossa expectativa de que o comitê cortará a Selic”, diz

    Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, afirma que o comunicado reforça que a taxa está sendo reprecificada para cima. “Para o investidor, a leitura prática é que juro real alto veio para ficar mais tempo. A renda fixa indexada à inflação segue como o lugar mais óbvio da carteira. Bolsa exige seletividade -o cenário não favorece nomes muito alavancados nem teses dependentes de queda rápida de juros”.

    A ata também sinaliza que o diferencial de juros do Brasil e EUA deve se manter em alta. Para Márcio Rialba, head da mesa de operações da StoneX, o dólar opera em queda frente ao real em um ambiente de maior apetite ao risco, com fluxo positivo para emergentes e o diferencial de juros doméstico voltando a pesar.

    “A combinação de dólar global mais comportado, entrada de recursos para renda fixa local e performance favorável das commodities sustenta o real. Além disso, a leitura de política monetária ainda contracionista no Brasil reforçam o carry trade e limitam movimentos defensivos no câmbio”.

    No carry trade, investidores captam recursos em economias com juros mais baixos, como os Estados Unidos, e aplicam em ativos de países com taxas mais elevadas, como o Brasil, buscando ganhos com o diferencial de juros. O comportamento é citado como um dos principais responsáveis pela alta recente da Bolsa e do real.

    Dólar cai a R$ 4,92 e Bolsa sobe com ata do Copom e queda do petróleo

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

    Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

    Mudança segue regras do ECA Digital e aponta conteúdos inadequados, mas não impede acesso; plataforma pode recorrer da decisão

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O governo federal elevou a classificação indicativa do YouTube de 14 para 16 anos após uma nota técnica apontar a presença de conteúdos considerados inadequados.

    Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) reclassificou o YouTube para 16 anos nesta terça-feira (5). A medida integra a regulamentação do ECA Digital, lei aprovada no ano passado para reforçar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente online.

    Nova faixa etária funciona como alerta e não bloqueia automaticamente o acesso à plataforma. A classificação indicativa serve para orientar famílias e usuários sobre o tipo de conteúdo mais frequente no serviço, sem impedir a veiculação de vídeos.

    YouTube pode recorrer da reclassificação em até dez dias após a publicação no Diário Oficial da União.

    O QUE MUDA COM O ECA DIGITAL

    ECA Digital atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente para criar regras de proteção no ambiente digital. Entre os pontos citados no material estão medidas de segurança online, proteção de dados, prevenção de riscos e responsabilização de plataformas por conteúdos ilegais e práticas abusivas.

    Lei prevê exigências como verificação de idade e versões mais seguras para menores em determinados serviços. O texto proíbe autodeclaração de idade em serviços restritos a maiores de 18 anos e prevê que redes sociais ofereçam versões sem conteúdos proibidos ou publicidade direcionada.

    Norma também trata de apostas, pornografia, marketplaces e jogos com caixas de recompensa. O descumprimento pode gerar multas de R$ 10 por usuário cadastrado, até o limite de R$ 50 milhões, além de possibilidade de suspensão temporária ou definitiva das atividades, conforme a infração.

    Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi transformada em agência reguladora com atribuições ligadas ao estatuto. A lei também exige relatórios de moderação de plataformas com mais de 1 milhão de crianças e adolescentes cadastrados.

    OUTRAS PLATAFORMAS JÁ TINHAM SIDO RECLASSIFICADAS

    Governo já havia revisto a classificação indicativa de outros aplicativos e redes sociais no fim de abril. Segundo o G1, TikTok e Kwai passaram a ter indicação de 16 anos.

    Levantamento citado pelo Estadão inclui mudanças em mais serviços, como LinkedIn, Pinterest e Snapchat. O jornal também apontou que o Quora foi reclassificado para 18 anos e que algumas plataformas mantiveram as idades já indicadas, como Instagram (16 anos) e X (18 anos).

    Governo Lula eleva classificação indicativa do YouTube para 16 anos

  • Apresentador liga ao vivo para a polícia após repórter do SBT ser agredido

    Apresentador liga ao vivo para a polícia após repórter do SBT ser agredido

    O repórter Pedro Corsini participava do programa “Tá na Hora Minas”, trazendo informações sobre o acidente aéreo ocorrido na capital mineira

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Um apresentador da TV Alterosa, afiliada do SBT em Minas Gerais, acionou a polícia ao vivo após um repórter da emissora ser agredido ao vivo.

    O repórter Pedro Corsini participava do programa “Tá na Hora Minas”, trazendo informações sobre o acidente aéreo ocorrido na capital mineira. Ele estava posicionado em frente ao Hospital João XXIII, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.

    Durante a transmissão, o jornalista se envolveu em uma discussão com um vendedor ambulante. O homem acabou partindo para agressão, pois não queria ser filmado pela imprensa, segundo informações passadas durante o telejornal.

    Ao perceber a situação, o apresentador Hiago Rocha interrompeu o programa e ligou para a polícia. Ainda ao vivo, ele pediu ajuda para a equipe de reportagem. “Nossa equipe estava ao vivo e ela está sendo agredida por um homem revoltado. Daqui do estúdio eu não consigo ter dimensão do que está acontecendo e eu preciso de um apoio policial no local”, disse o apresentador.

    Na sequência, ele chamou o intervalo para conseguir falar com mais calma com as autoridades. “Tá, eu já acionei o 190. Vou para o intervalo rápido para conversar com você com calma e a gente volta com a cobertura séria. É um minuto só, me desculpe a situação”, declarou antes de sair do ar.

    Após o ocorrido, Pedro Corsini usou as redes sociais para tranquilizar o público. “Sei que muita gente ficou preocupada com o que aconteceu ao vivo, e por isso passo aqui para tranquilizar vocês: estou bem”, escreveu no Instagram.

    O repórter também detalhou que chegou a levar um tapa no rosto, o que causou sangramento. “Meus colegas de imprensa intervieram e conseguiram conter a situação. Quando os militares chegaram, o homem alegou que ficou irritado por aparecer na televisão sem autorização, embora não fosse o foco da imagem”, revelou.

    Pedro disse ao UOL que o caso foi registrado na Polícia Civil de Minas Gerais.

    Apresentador liga ao vivo para a polícia após repórter do SBT ser agredido

  • Hantavírus pode estar se propagando entre passageiros de navio Hondius

    Hantavírus pode estar se propagando entre passageiros de navio Hondius

    Navio que fazia trajeto entre a Argentina e Cabo Verde teria já registrado sete casos de hantavírus

    As autoridades de saúde internacional creem que a síndrome respiratória que já matou três pessoas a bordo de um cruzeiro, que navega no Atlântico, estaria se propagando entre os passageiros da embarcação.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), médicos vão entrar, esta terça-feira (5), no navio Hondius a fim de retirar dois doentes.

    A informação surge momentos depois de a OMS ter afirmado que o risco de uma infecção global era mínima. Porém, admite-se agora, poderá estar a se verificando vários casos de infecção de humano para humano a bordo do navio, como entre pessoas que estabeleceram contatos diretos com outras pessoas infectadas.

    Os passageiros que vão ser retirados são dois tripulantes que apresentam sintomas respiratórios, um leve e outro grave, e que precisam de assistência médica urgente.

    Detectados 7 casos a bordo

    O navio de cruzeiro está de quarentena em Cabo Verde depois de se ter confirmado um segundo caso de hantavírus no navio e outros cinco casos suspeitos.

    Os dois casos confirmados são o de uma mulher que teve contato próximo com o passageiro que morreu no dia 11 de abril e o de um passageiro, de nacionalidade britânica, que foi retirado do navio e transportado para Joanesburgo, onde está em estado grave nos cuidados intensivos.

    Os restantes cinco casos suspeitos, ainda não confirmados em laboratório, são os dois passageiros que morreram a 11 de abril (um homem) e a 2 de maio (uma mulher) e os três casos que estão a bordo com sintomas gastrointestinais e/ou febre alta, dois deles elementos da tripulação.

    Navio pode atracar em Espanha

    O navio, com 147 pessoas a bordo, poderá estar a caminho das ilhas Canárias. A diretora de prevenção e preparação para epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, afirmou em Genebra que esta organização está “trabalhando com as autoridades espanholas” e deu como certo que as Canárias “acolherão o navio [e a Espanha] realizará uma investigação exaustiva, uma investigação epidemiológica completa, uma desinfecção total do navio e, claro, avaliará o risco dos passageiros a bordo”.

    Contudo, segundo o El Pais, o Ministério da Saúde espanhol ainda não teria confirmado esta situação.  

    OMS atenta à situação

    A OMS garantiu estar trabalhando com as autoridades locais e a operadora de cruzeiros Oceanwide em uma “avaliação completa de risco para a saúde pública”. 

    “Estão em curso investigações detalhadas, incluindo mais testes laboratoriais e investigações epidemiológicas”, disse a organização, frisando que “cuidados médicos e apoio estão a ser prestados aos passageiros e à tripulação”.

    Hantavírus pode estar se propagando entre passageiros de navio Hondius

  • Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

    Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

    A possibilidade de José Mourinho deixar o Benfica para retornar ao Real Madrid, clube que comandou entre 2010 e 2013, voltou a ganhar força e já movimenta debates na imprensa espanhola.

    Nesta terça-feira, comentaristas do programa “El Larguero”, da rádio Cadena SER, discutiram o tema. O jornalista Antón Meana afirmou que o nome do treinador português é, até o momento, o único claramente considerado. “É o único nome que sabemos que está sobre a mesa. Imagino que existam outros, mas o único confirmado é o de Mourinho”, disse.

    Para Manu Carreño, a cada semana o encaixe do técnico no perfil buscado pelo clube parece mais evidente. “Cada vez mais Mourinho parece combinar com o que o clube quer neste momento para o elenco. Depois vem a ideia de jogo, mas como motivador, competitivo e alguém capaz de controlar o vestiário, ele pode se encaixar”, analisou.

    Carreño também destacou a necessidade de liderança firme no grupo. “Com o vestiário na situação atual, o Real Madrid pode se perguntar quem tem autoridade para assumir o comando, impor respeito e deixar claro que não há espaço para caprichos dos jogadores”, acrescentou.

    Já o jornalista Javier Herráez discordou dessa visão. Para ele, Mourinho viveu seu auge no passado e se tornou uma figura mais controversa nos últimos anos. “É um treinador que teve seu momento de glória, mas depois se tornou mais polêmico. Também diziam que Ancelotti estava ultrapassado, e vimos como foi a segunda passagem dele”, ponderou.

    O ex-jogador Álvaro Benito também questionou a possível decisão da diretoria. “Por que não deram plenos poderes ao Xabi Alonso? É uma incoerência muito grande”, afirmou.

    Mourinho entre saída e possível renovação

    José Mourinho chegou ao Benfica em setembro, após a saída de Bruno Lage, e assinou contrato até junho de 2027. O acordo inclui uma cláusula que facilita a rescisão até dez dias após o último jogo da temporada 2025/26.

    Caso seja acionada, a multa cai pela metade, ficando em cerca de 3 milhões de euros. A inclusão dessa condição esteve ligada ao contexto político do clube, que passou por eleições recentes e manteve Rui Costa na presidência.

    Apesar das especulações sobre uma possível saída, a diretoria do Benfica avalia tentar a permanência do treinador. Segundo o jornal O Jogo, Rui Costa pretende se reunir com Mourinho para discutir uma renovação e encerrar as dúvidas sobre o futuro do técnico.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Mourinho no Real Madrid abre discussão: “É uma incongruência tão grande”

  • Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

    Especialistas alertam que manter a conexão ativa aumenta a vulnerabilidade a ataques, principalmente em locais públicos; ajuste nas configurações e atenção a pedidos desconhecidos ajudam a evitar acesso indevido aos dados

    Praticamente todos os celulares e dispositivos eletrônicos vendidos atualmente contam com conexão sem fio Bluetooth, que permite ligar outros aparelhos, como fones de ouvido, microfones e caixas de som, para ouvir música, gravar vídeos e realizar diversas funções.

    Como o Bluetooth é usado com frequência, muitas pessoas acabam deixando a conexão sempre ativada. Afinal, é mais prático do que ficar ligando e desligando toda vez que quiser conectar um dispositivo. Isso é ainda mais comum entre quem usa relógios inteligentes ou pulseiras fitness, que enviam dados em tempo real para o celular.

    Apesar da praticidade, manter o Bluetooth sempre ligado pode representar um risco. Por ser uma porta de entrada digital, a conexão pode deixar o aparelho mais vulnerável a ataques de pessoas mal-intencionadas.

    O perigo aumenta em locais com muitas pessoas, onde o usuário pode acabar se conectando a um dispositivo desconhecido sem perceber e, assim, expor seus dados. Segundo o site BGR, também já foram identificados vírus capazes de infectar celulares e computadores com o Bluetooth ativo, mesmo sem necessidade de pareamento.

    O que fazer?

    Se você não usa o Bluetooth com frequência, o ideal é mantê-lo desativado. Por outro lado, quem utiliza fones sem fio, smartwatches ou costuma conectar o celular à TV ou a caixas de som pode deixá-lo ligado sem grandes problemas, já que o impacto no consumo de bateria não é tão alto quanto muitos imaginam.

    Ainda assim, é importante redobrar a atenção, principalmente em locais públicos e movimentados, como shows ou transporte coletivo. Caso receba uma solicitação de pareamento de um dispositivo desconhecido, recuse imediatamente.

    Outra medida importante é ajustar as configurações do aparelho, seja Android ou iOS, para impedir que o dispositivo fique visível para desconhecidos, evitando conexões indesejadas.
     

     

    Celular com Bluetooth sempre ligado? Conheça os riscos

  • Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

    Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

    (UOL/FOLHAPRESS) – Pilar do Brasil tetracampeão do mundo em 2002, Gilberto Silva não vê a seleção como favorita em 2026, e aponta alguns rivais que considera estarem melhor preparados para a Copa do Mundo que se aproxima. Lançando a terceira temporada do programa Encontros da Premier League, da ESPN, no qual entrevista jogadores brasileiros que atuam na Inglaterra, o volante concedeu entrevista à reportagem.

    “Temos seleções que são muito melhores, como a França, que tem um trabalho longevo. Portugal também tem um trabalho bom, a Espanha… Então não vai ser fácil. Não acho que disputa cabeça a cabeça, mas tem chance de competir. Depende de quanto cada um vai estar disposto a se entregar para isso e reverter toda a desconfiança”, afirmou o ex-jogador, que integrou o elenco campeão no Japão e na Coreia do Sul.

    A seleção chega ao Mundial enfraquecida por uma série de lesões. Rodrygo rompeu os ligamentos do joelho e está fora da competição. Nas últimas semanas, Eder Militão e Estêvão sofreram lesões musculares graves: o zagueiro do Real Madrid passou por cirurgia e também está descartado. O jovem atacante está em uma queda de braço com seu clube, o Chelsea, e tenta vir ao Brasil para fazer tratamento conservador na esperança de conseguir jogar.

    Gilberto diz que entende que o desejo de atuar em uma Copa mundo leve jogadores ao sacrifício, mas faz um alerta: na visão dele, apostar em jogadores vindos de lesão grave, mesmo que recuperados a tempo, traz um risco não só para os atletas, mas para a própria seleção brasileira.

    “A Copa do Mundo é muito curta, e quando você precisa de um jogador lá, ele tem que estar 100% à disposição. Você enfrenta os maiores jogadores, com alto nível e intensidade. Mesmo que se recuperem, se não estiverem 100%, vão precisar de mais tempo para estar nivelados”, explica. “Perdem condição e ritmo de jogo, estarão em um ritmo totalmente diferente dos demais. A carga da Copa do Mundo torna a situação arriscada de levar”.

    Gilberto ainda falou sobre a sua geração vencedora em 2002, a capacidade do Brasil desde então para seguir produzindo talentos de alto nível, o trabalho de Ancelotti e respondeu às perguntas mais frequentes a ex-atletas nessa reta final pré-Copa: se levaria Neymar e Endrick entre os 26 convocados.
    *
    Confira os principais trechos da entrevista:

    PERGUNTA – Você é parte da última geração campeã do mundo, e agora vê o Brasil em risco de superar o maior jejum sem Copas (o recorde de 24 anos entre 1970 e 1994 foi igualado agora). Qual seu diagnóstico?
    GILBERTO SILVA – Pra mim o desafio maior é estar do lado de fora e torcer. Está demorando – após 2002, joguei mais duas Copas e a gente parou no meio do caminho. Isso mostra o quanto é difícil ganhar uma Copa, o quanto é trabalhoso. Tem que se esforçar muito, uma dedicação de corpo, alma e coração para entender o que é representar a camisa amarela e a nossa nação. Vai ser difícil novamente em 2026, mas do lado de fora estaremos na torcida para voltar a ser campeão.

    P – Você foi parte de uma das maiores gerações da história em 2002. O que você acha da geração atual, dá para comparar?
    GS – O Brasil, desde que me entendo por gente, sempre formou muitos talentos. As pessoas olham para 2002 e fazem essas comparações. Imagina quando ganhou em 1994 e as pessoas olhavam para 1970 – também ficamos esse tempo sem ganhar a Copa e aqueles jogadores também ouviram isso. A diferença é que a comunicação nesta segunda-feira (4) é mais rápida e o volume de informação é muito alto. O Brasil tem sim jogadores muito talentosos. Mesmo sem êxito em conquistas de Copa, continuamos formando grandes talentos, que estão nos maiores clubes da Europa. A não conquista gera uma pressão muito maior.

    P – Mesmo com a grande geração, a seleção de 2002 chegou questionada à Copa, assim como a atual. Isso atrapalha ou pode ajudar?
    GS – Estar na seleção brasileira é uma pressão muito grande. O Brasil chega numa condição de muita pressão pela dificuldade dentro do ciclo. Mudança de treinadores é algo difícil para a seleção. As eliminatórias foram difíceis lá em 2002, e nesse ciclo também não foi fácil. Mas a diferença é que em 2002 você tinha os melhores jogadores do mundo, os melhores laterais do mundo. Quatro anos antes, a gente tinha chegado na final. Me marcou muito os jogadores que estavam em 1998 dizerem: “não quero chorar de novo, vamos trabalhar duro, sacrificar o que precisar para vencer.” E foi isso que aconteceu. Cada um deixou o ego e o individual de lado.

    P – Esse era um traço do trabalho do Felipão, que você viveu. Ancelotti tem um perfil parecido de se aproximar dos jogadores. Como avalia o trabalho e o fato de ser um treinador estrangeiro no comando do Brasil?
    GS – Avaliar o trabalho é difícil, o tempo é muito curto. Não é nada muito diferente do que os brasileiros já tiveram – o Felipão foi parecido. Tem a questão da cultura, de ter trabalhado com alguns dos jogadores, o que facilitou bastante. O Ancelotti, pela experiência dele, acredito que tira um pouco da pressão dos jogadores, por tudo que conquistou, pelo perfil, por ser calmo, tranquilo – e isso reflete para os jogadores. Tudo que ele fez até nesta segunda-feira (4) como treinador o credencia para dar essa tranquilidade.

    P – Casemiro é o ponto de equilíbrio no meio de campo do Ancelotti, em uma posição que você conhece bem. É possível um jogador de 34 anos carregar essa função uma Copa inteira? Ele tem substituto?
    GS – Lógico que é possível. O Modric faz isso com 40 anos e jogando o fino da bola. Eles fazem isso pela qualidade técnica, maturidade e experiência em jogos difíceis, sempre no mais alto nível. Conhecem bem os atalhos do campo, o que diminui o esforço. O Casemiro é um dos poucos jogadores com esse perfil, que fica na frente da zaga para proteger. Torço para que tenhamos outros, porque o jogador não é eterno. Temos poucos perfis para o primeiro volante. Segundo temos vários, mas o primeiro, eu vejo poucos.

    P – E o que acha da possibilidade de Neymar ir à Copa?
    GS – Até a convocação Neymar tem duas semanas para jogar mais e estar numa condição melhor. Já recuperou bastante e acredito que vai estar em condições de jogar a Copa. Depois da convocação ainda tem mais jogos. Mas a gente não deve esperar o Neymar de 2014, 2018 e 2022 – não pode esperar. Pode esperar um Neymar que vai dar sua contribuição pelo tempo que jogar. Estou super na torcida. É um jogador diferente dos demais.

    P – E Endrick? Você esteve com Kaká bem jovem em 2002, acha importante que esses jogadores de grande futuro estejam no grupo?
    GS – Vejo como positivo, mas não só pensando nas próximas Copas, pelo presente. O Endrick está fazendo a parte dele bem feita. Tem feito bons jogos e está fazendo por merecer – está correndo contra o tempo. Se for convocado, não vai ser nenhuma surpresa.

    P – Ancelotti está em vias finais de renovar o contrato. Manter o treinador por um ciclo completo é importante?
    GS – É um sonho. Sempre é um desafio ter continuidade no Brasil. Com Felipão, foi uma pena ele não ter continuado. Tivemos um ciclo com Parreira que foi sensacional – tivemos sucesso, apesar de não ter vencido a Copa, a preparação foi muito boa. O grande desafio que temos é ter essa sequência de trabalho.

    P – Alguma mensagem final pros jogadores que forem convocados e que irão disputar a Copa?
    GS – Façam o melhor que puderem – estaremos daqui torcendo de verdade. A gente quer ver vocês brilharem, nos representarem da melhor forma. Sucesso para vocês, e vamos juntos com essa corrente positiva para que o Brasil possa voltar de uma forma muito especial. Torcendo para ser campeões, mas se não acontecer, que vocês tenham muito orgulho do que fizeram.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Brasil não é favorito na Copa, diz Gilberto Silva

  • Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

    Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

    Banco Central sinaliza cautela diante de incertezas globais e destaca impactos do Oriente Médio na inflação; Selic teve segundo corte seguido, mas projeções seguem acima da meta nos próximos anos.

    O Comitê de Política Monetária (Copom) reafirmou, nesta terça-feira (5), que os próximos passos na calibração da taxa Selic podem incorporar novas informações sobre os impactos dos conflitos no Oriente Médio sobre a inflação. O colegiado também reforçou a necessidade de serenidade e cautela na condução da política monetária.

    “No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, afirmou.

    A mensagem consta na ata da reunião de abril do Copom, divulgada na manhã desta terça-feira (5). No encontro, encerrado na última quarta-feira (29), o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14,75% para 14,50%.

    Foi o segundo corte consecutivo da taxa básica de juros. Na reunião anterior, em março, o Copom havia iniciado o ciclo de “calibração”, ao reduzir os juros de 15% para 14,75%, no primeiro corte em quase dois anos.

    Na ata, o comitê voltou a afirmar que a decisão de reduzir a Selic é compatível com a estratégia de convergência da inflação para níveis próximos da meta ao longo do horizonte relevante. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, acrescentou.

    O Copom manteve as projeções para a inflação já apresentadas anteriormente. A expectativa é de alta de 4,6% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2026, acima do teto da meta, de 4,5%. Para 2027, atual horizonte relevante da política monetária, a previsão é de 3,5%, também acima do centro da meta, de 3%.

    Para os preços livres, a projeção é de alta de 4,5% em 2026 e 3,5% em 2027. Já para os preços administrados, a expectativa é de 4,8% e 3,6%, respectivamente.

    As estimativas consideram o cenário de referência, com base na trajetória de juros do Relatório Focus, divulgado em 27 de abril, além de bandeira tarifária amarela de energia elétrica em dezembro de 2026 e 2027. A taxa de câmbio parte de R$ 5,00 e evolui conforme a paridade do poder de compra, enquanto os preços do petróleo seguem a curva futura por seis meses e, depois, sobem cerca de 2% ao ano.

    Ata do Copom reforça que passos futuros podem incorporar informações novas sobre a guerra

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Atriz de 'The Pitt' critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway

    Atriz de 'The Pitt' critica gritos de fãs da série durante musical na Broadway

    Atriz criticou fãs que interrompem apresentação com gritos durante musical na Broadway e pediu respeito ao teatro, destacando que comportamento prejudica artistas e público; Isa Briones vive Connie Francis no espetáculo após sucesso recente na TV

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Isa Briones usou as redes sociais para repreender o comportamento de parte do público durante sua atual temporada no musical “Just In Time”, na Broadway. Em um Story publicado no sábado, a artista criticou os fãs de “The Pitt” que interrompem a apresentação com gritos enquanto ela está em cena.

    Conhecida por interpretar a médica Trinity Santos na série da HBO, Briones vive agora a cantora Connie Francis no musical. Segundo ela, gritos e interrupções vindos da plateia têm prejudicado a experiência no teatro.

    “Mais uma vez, a Broadway não é um circo. Não grite qualquer coisa para os artistas”, escreveu, classificando a atitude como desrespeitosa tanto com os artistas quanto com outros espectadores. A atriz também pediu mais consciência coletiva ao público. “Vocês estão ocupando um espaço compartilhado e assistindo arte”, afirmou.

    Briones estreou na Broadway em 2024, no papel de Eurídice em “Hadestown”, e passou a integrar o elenco de “Just In Time” em abril deste ano. O espetáculo acompanha a trajetória do cantor Bobby Darin e tem no elenco nomes como Jeremy Jordan, que assumiu o papel principal recentemente.

    Já a série “The Pitt” se consolidou como um dos maiores sucessos recentes da HBO. A primeira temporada recebeu 13 indicações ao Emmy e levou cinco prêmios, incluindo melhor série dramática.

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