Autor: REDAÇÃO

  • Jeffrey Epstein se descreveu como "predador sexual de categoria um"

    Jeffrey Epstein se descreveu como "predador sexual de categoria um"

    Declaração consta em entrevista incluída nos novos documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. No material, Jeffrey Epstein também fala sobre dinheiro, ética e filantropia, enquanto arquivos revelam detalhes de sua prisão, morte e relações com figuras públicas

    Em uma entrevista incluída nos documentos recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, Jeffrey Epstein afirmou ser um “predador sexual de categoria um”, que classificou como “o mais baixo”.

    O material faz parte de um conjunto de arquivos que vêm sendo tornados públicos desde o ano passado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Na última sexta-feira, foram divulgadas cerca de três milhões de páginas, além de 180 mil imagens e dois mil vídeos relacionados ao caso.

    Na entrevista, cuja data exata não foi informada, Epstein é questionado se seria um predador sexual de categoria três. Ele responde de forma direta: “Categoria um. Sou o mais baixo”.

    Embora o entrevistador não apareça nas imagens, há indícios de que se trate de Steve Bannon, ex-assessor de Donald Trump durante os primeiros meses do primeiro mandato do republicano.

    Em outro momento da conversa, Epstein é questionado se seria “o próprio diabo”. Ele responde: “Não, mas tenho um bom espelho”. O entrevistador insiste, afirmando que a pergunta era séria, antes de a gravação ser interrompida.

    “Não sei. Porque você diria isso? […] O diabo me assusta”, disse o criminoso.

    Na mesma entrevista, Jeffrey Epstein também fala sobre a origem de sua fortuna. Questionado se o dinheiro que acumulou poderia ser considerado “dinheiro sujo”, ele respondeu de forma categórica: “Não, não é”.

    “Eu mereci”, afirmou. O entrevistador rebateu dizendo que ele teria construído sua riqueza aconselhando “as piores pessoas do mundo, que fazem coisas terríveis, tudo para ganhar mais dinheiro”.

    Epstein respondeu que “a ética é sempre um assunto complicado” e acrescentou que doou recursos para iniciativas voltadas à erradicação da poliomielite no Paquistão e na Índia.

    Durante a conversa, o entrevistador o define como financista e propõe um cenário hipotético no qual Epstein entraria em um hospital e diria às pessoas mais pobres que o dinheiro disponível vinha de um criminoso. Em seguida, questiona qual seria a porcentagem de pessoas que recusariam os recursos. “Qual é a porcentagem de pessoas que diriam: ‘Não me importo, quero o dinheiro para os meus filhos?’”, perguntou.

    “Eu diria que todos diriam: ‘Quero o dinheiro para os meus filhos’”, respondeu Epstein.

    Na sexta-feira, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou novos documentos ligados ao caso de Jeffrey Epstein. O material inclui informações sobre o período em que ele esteve preso, como um relatório psicológico, além de registros relacionados às circunstâncias de sua morte e a investigações envolvendo Ghislaine Maxwell, condenada por ajudar no tráfico sexual de menores.

    Os arquivos também reúnem páginas de e-mails trocados entre Epstein e diversas figuras públicas norte-americanas e internacionais, entre elas o então presidente Donald Trump. A maioria das mensagens é de mais de uma década atrás e expõe relações mantidas pelo financista ao longo dos anos.
     
     
    Jeffrey Epstein, então com 66 anos, foi preso em 6 de julho de 2019 após ser acusado de tráfico sexual. Cerca de um mês depois, o multimilionário foi encontrado morto em sua cela. A autópsia concluiu que a morte foi causada por suicídio.

    Jeffrey Epstein se descreveu como "predador sexual de categoria um"

  • Técnico do Corinthians critica Fifa sobre denúncia de espionagem do Arsenal

    Técnico do Corinthians critica Fifa sobre denúncia de espionagem do Arsenal

    (UOL/FOLHAPRESS) – Lucas Piccinato, técnico do time feminino Corinthians, se pronunciou sobre a denúncia de espionagem protocolada pelo Timão à Fifa durante o último treino das Brabas no campo do Barnet FC antes da final contra o Arsenal no Mundial.

    Na coletiva de imprensa após a derrota para o Arsenal, Piccinato contou que achou estranho trabalhar no mesmo CT onde onde jogadoras da categoria de base do rival também realizavam treinamentos.

    “É difícil falar, pois foi uma situação onde fomos colocados para treinar em um CT onde as categorias de base do Arsenal feminino também treinam. Desde o primeiro momento, passamos uma certa estranheza, pois vamos enfrentar uma equipe e a categoria mais nova estava treinando no mesmo setor.”

    A situação ficou mais complicada depois do time se classificar para a final contra as Gunners.

    “Solicitamos para o pessoal da Fifa envolvido que cuidasse para que não houvesse ninguém acompanhando o treinamento e o pessoal do nosso staff acabou vendo atletas e alguns membros da comissão assistindo. Não deveria acontecer, poderia ter tido um pouco mais de cuidado da Fifa para que a gente não tivesse ninguém no CT, para que a gente pudesse ter a clareza de que ninguém espionaria ou olharia. neste domingo (1), por exemplo, a gente treinou penalidades, e mesmo sendo uma menina da categoria de base, ou ser um treinador da categoria de base, você assistir a um treinamento de pênalti, tirar uma foto de onde a atleta bate pênalti, provavelmente numa disputa a gente teria uma situação ruim. É uma estranheza que a gente teve, entramos com um processo na Fifa. Não sei o que andou a partir disso.”

    O UOL fez a mesma questão na coletiva da treinadora do Arsenal, Renée Slegers. A holandesa foi curta na resposta e minimizou o caso: “Eu acho que Corinthians estava jogando no The Hive, e tinha jogadoras da academia observando. Foi uma infelicidade”.

    ENTENDA O CASO

    Segundo o portal Meu Timão, durante o período em Londres, a delegação do Corinthians relatou ter observado a presença de pessoas com uniformes do Arsenal no estádio The Hive, do Barnet FC, clube onde o time fez a preparação para o Mundial de Clubes. O local também é usado por jogadores da base do Arsenal.

    No sábado (31), a comissão do Corinthians voltou a observar durante treinos fechados o que seriam pessoas relacionadas ao time inglês, supostamente fazendo anotações. O alvinegro protocolou uma denuncia à FIFA, que confirmou a reclamação no sábado. A entidade disse que as informações fornecidas pelo Corinthians seriam analisadas e que atualizações seriam divulgadas em um momento oportuno.

    Após críticas duras na temporada passada, Casemiro voltou a se destacar pelo Manchester United, com gol e assistência contra o Fulham. A atuação levou Jamie Carragher a rever declarações antigas e afirmar que o brasileiro “parece um jogador completamente diferente”

    Notícias ao Minuto | 08:15 – 02/02/2026

    Técnico do Corinthians critica Fifa sobre denúncia de espionagem do Arsenal

  • Economistas preveem inflação abaixo de 4% pela primeira vez

    Economistas preveem inflação abaixo de 4% pela primeira vez

    A expectativa dos analistas é que a próxima reunião, marcada para março, acabará com a estabilidade que persiste desde o ano passado e haverá um corte de 0,5 ponto percentual para 14,5%.

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os economistas preveem que a inflação neste ano ficará abaixo de 4% na quarta semana consecutiva de redução. É a primeira vez que os analistas avaliam que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficará abaixo deste patamar.

    Houve uma diminuição de 0,01 ponto percentual em relação à semana passada. Apesar da queda, a previsão ainda segue distante do centro da meta estipulada pelo BC que é de 3%, com variação de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

    Ao mesmo tempo, os economistas mantiveram as perspectivas para a inflação nos próximos três anos em 3,8% (2027) e 3,5% (2028 e 2029).

    Nos outros principais índices, o mercado não fez mudanças em relação ao último levantamento. A taxa de juros permaneceu em 12,25% neste ano. Na última quarta-feira (28), o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a Selic em 15%.

    A expectativa dos analistas é que a próxima reunião, marcada para março, acabará com a estabilidade que persiste desde o ano passado e haverá um corte de 0,5 ponto percentual para 14,5%.

    Já o PIB (Produto Interno Bruto) deve terminar o ano em 1,8%, de acordo com os economistas, enquanto a previsão do dólar continua em R$ 5,50.

    Economistas preveem inflação abaixo de 4% pela primeira vez

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  • Fictor entra com pedido de recuperação judicial, com dívida de R$ 4 bilhões

    Fictor entra com pedido de recuperação judicial, com dívida de R$ 4 bilhões

    A Fictor faz parte de um conglomerado que possui negócios em setores como alimentos, gestão de recursos, pagamentos, energia e imóveis. O grupo, fundado em 2007, diz que tem cerca de 30 empreendimentos que somam mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões)

    (FOLHAPRESS) – A holding financeira Fictor protocolou neste domingo (1) um pedido de recuperação judicial no TJSP (Tribunal de Justiça de São Paulo). De acordo com a empresa, a dívida soma R$ 4 bilhões.

    No pedido, a empresa solicitou tutela de urgência para suspender execuções e bloqueios por um período inicial de 180 dias. Segundo a Fictor, isso reduziria o risco de “corridas individuais que pressionem ainda mais a liquidez e prejudiquem uma solução coletiva e equânime”.

    A Fictor faz parte de um conglomerado que possui negócios em setores como alimentos, gestão de recursos, pagamentos, energia e imóveis. O grupo, fundado em 2007, diz que tem cerca de 30 empreendimentos que somam mais de US$ 1 bilhão (R$ 5,2 bilhões).

    O pedido de recuperação judicial atinge a Fictor Holding e a Fictor Invest, empresas que formam o braço financeiro do grupo. Segundo a companhia, a maior parte dos credores é composta por sócios participantes dos negócios oferecidos.

    “A medida busca criar um ambiente de negociação estruturada e com tratamento isonômico, que possa garantir a continuidade das atividades de forma sustentável”, diz a Fictor em comunicado nesta segunda (2).

    Subsidiárias do grupo, como a Fictor Alimentos S.A. (empresa listada na B3), devem seguir com suas rotinas, contratos e projetos normalmente. Segundo o advogado Carlos Deneszczuk, do Dasa Advogados, o objetivo da recuperação é evitar que empresas economicamente viáveis sejam afetadas por restrições típicas de um processo recuperacional, impossibilitando as atividades do grupo como um todo.

    Em novembro do ano passado, o Banco Master chegou a anunciar que seria comprado pela Fictor. Isso aconteceu um dia antes de o banco ter sua liquidação anunciada. A operação acabou barrada pelo Banco Central. Atualmente, Master e o resto de seu conglomerado financeiro, como o Will Bank e o Letsbank, estão em processo de liquidação.

    A companhia vinha recebendo uma série de questionamentos judiciais nas últimas semanas por problemas de pagamento de dividendos de clientes. No último dia 27, o TJSP já havia determinado o bloqueio de R$ 150 milhões da conta da Fictor, após um cliente que faz a intermediação de pagamentos com cartões de crédito empresariais alegar que a companhia retirou dinheiro de uma conta de garantia.

    Pelas regras do contrato, a Fictor era obrigada a manter R$ 150 milhões nesta conta como forma de evitar riscos de inadimplência.

    A operadora de meios de pagamentos, que foi mantida sob sigilo judicial, dizia temer que a crise gerada com a liquidez do Banco Master tivesse criado algum problema de liquidez na Fictor. Neste cenário, que foi reconhecido pela Justiça ao aceitar o pedido de bloqueio judicial das contas, a Fictor poderia ter adquirido ações do bando de Daniel Vorcaro antes da conclusão do negócio, causando problemas na liquidez.

    À época da negociação com o Master, a Fictor injetaria mais de R$ 3 bilhões na operação.

    “Nesse período, pela lei, a companhia garante o direito de negociar um plano de recuperação, prevendo novas condições e prazos de pagamento de seus compromissos, sem interromper as operações e, consequentemente, preservando mais de 10.000 empregos diretos e indiretos”, afirma a Fictor em nota sobre sua recuperação judicial.

    Antes de acionar a Justiça para paralisar processos judiciais, a empresa dizia passar por um período atípico, mas negava um cenário de insolvência maior. No último dia 14, a Fictor afirmou que os pagamentos de investidores seriam regularizados até 12 de fevereiro e explicou ter ficado um pouco mais exposta após a tentativa de compra do Master.

    Esse cenário teria resultado em um “desafio temporário de liquidez e de timing operacional”, agravado por ajustes em relações com fornecedores estratégicos, mas que não decorre de problemas estruturais, como uma situação de insolvência, por exemplo.

    Sobre a tentativa frustrada de compra do Master, a Fictor disse que teve sua reputação atingida por “especulações de mercado”, gerando um volume de “notícias negativas” que atingiram a liquidez do grupo.

    “Com a crise, o Grupo Fictor colocou em prática um plano e reestruturação que, incluiu uma diminuição de sua estrutura física e corpo de colaboradores. O Grupo teve a preocupação, porém, de fazer esse movimento antes do pedido de recuperação judicial para proteger os direitos dos colaboradores e agilizar o recebimento das indenizações trabalhistas”, afirma em nota.

    Fictor entra com pedido de recuperação judicial, com dívida de R$ 4 bilhões

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  • Rússia diz não ter interesse na Groenlândia

    Rússia diz não ter interesse na Groenlândia

    Até o momento, o Kremlin não havia se pronunciado sobre as acusações do líder americano. Medvedev disse ainda que essa narrativa estava sendo inventada por líderes ocidentais para “justificar seu próprio comportamento”

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Rússia disse que alegações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que estaria interessada em invadir a Groenlândia são falsas.

    Para o país, suposta ameaça russa ou chinesa sobre a Groenlândia são “histórias falsas de terror”. As declarações foram dadas nesta segunda-feira (2) por DmitrI Medvedev, um alto funcionário de segurança do Kremlin e que foi presidente da Rússia de 2008 a 2012.

    Até o momento, o Kremlin não havia se pronunciado sobre as acusações do líder americano. Medvedev disse ainda que essa narrativa estava sendo inventada por líderes ocidentais para “justificar seu próprio comportamento”.

    Trump tem justificado querer anexar a ilha para impedir que o mesmo seja feito pela China e pela Rússia. O porta-voz da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Alison Hart, também afirmou que o objetivo da negociação era garantir que as duas nações nunca ganhassem influência ou militar sobre o território.

    Trump diz já ter definido com a organização a estrutura de um futuro acordo referente à Groenlândia. Republicano não detalhou, porém, como seria esse acordo. “Essa solução, se concretizada, será excelente para os Estados Unidos da América e para todos os países da Otan”, escreveu Truo presidente na Truth Social.

    SEM USO DA FORÇA

    Trump havia pedido negociações e disse que “não usará a força”. Durante discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, o líder norte-americano ameaçou os europeus e disse que os Estados Unidos “vão se lembrar” caso não recebam apoio para incorporar a Groenlândia.

    O republicano falou ainda que a Groenlândia é um “grande pedaço de gelo” e que Dinamarca não protegeu região. O presidente americano afirmou que os EUA buscam “negociações imediatas” e que a Dinamarca não gastou o prometido na ilha. “Não há sinal da Dinamarca ali”, alegou. Não ficou claro se o novo acordo pela ilha envolveria aumentar presença militar da Dinamarca.

    Rússia diz não ter interesse na Groenlândia

  • Cruzeiro muda rota, desfaz acordo por venda de Kaiki Bruno e quer renovação

    Cruzeiro muda rota, desfaz acordo por venda de Kaiki Bruno e quer renovação

    (UOL/FOLHAPRESS) – Kaiki Bruno não deixará o Cruzeiro nesta janela de transferências.

    DUAS NEGOCIAÇÕES, UM ACERTO

    Como o UOL revelou, o Cruzeiro havia chegado, no fim da última semana, a um acordo verbal pela saída do lateral para o Como, da Itália.

    A operação giraria em torno dos 15 milhões de euros (cerca de R$ 93,6 milhões) e pendia por questões burocráticas e menores detalhes.

    Na sexta-feira, no entanto, a Raposa apalavrou um acerto com o Borussia Dortmund pelo também lateral Kauã Prates, de apenas 17 anos.

    Esta segunda negociação está avaliada em 12 milhões de euros (quase R$ 75 milhões), mas garantirá ao clube mineiro uma fatia de 10% a 25% de uma futura venda de Prates.

    A diretoria cruzeirense, então, recuou do primeiro acerto, temendo a perda de dois laterais nesta mesma janela.

    Entre as duas opções na mesa, a avaliação de Bruno Spindel e dos diretores da Raposa é que a operação envolvendo Kauã Prates faz mais sentido financeiramente. Ele fará 18 anos em agosto, quando poderá se transferir ao clube alemão.

    A mudança de trajetória do Cruzeiro foi completa. Neste momento, o clube já definiu internamente que oferecerá uma renovação de contrato a Kaiki Bruno, que tem vínculo até dezembro do ano que vem.

    Após críticas duras na temporada passada, Casemiro voltou a se destacar pelo Manchester United, com gol e assistência contra o Fulham. A atuação levou Jamie Carragher a rever declarações antigas e afirmar que o brasileiro “parece um jogador completamente diferente”

    Notícias ao Minuto | 08:15 – 02/02/2026

    Cruzeiro muda rota, desfaz acordo por venda de Kaiki Bruno e quer renovação

  • Caetano e Bethânia vencedores do Grammy: Quais brasileiros já ganharam o prêmio? Muitos!

    Caetano e Bethânia vencedores do Grammy: Quais brasileiros já ganharam o prêmio? Muitos!

    A produção premiada é um registro da turnê dos dois artistas. A conquista coroou o momento artístico marcado por reencontros afetivos com o público e pela reafirmação da força da canção brasileira no cenário internaciona

    O Grammy Awards é mais do que uma celebração da música. É um reflexo da mudança cultural. Ao longo das décadas, certas vitórias transcenderam os troféus, marcando feitos históricos e redefinindo quem é reconhecido no maior palco da música. De lendas do jazz e pioneiros do folk a superestrelas do pop e inovadores do rap, esses vencedores do Grammy não apenas ganharam prêmios — eles fizeram história! Inclusive, Caetano Veloso e Maria Bethânia levaram o prêmio de Melhor Álbum de Música Global (categoria antes conhecida como Melhor Álbum de World Music) pelo disco ‘Caetano e Bethânia Ao Vivo’. Por sinal, quais foram os brasileiros que há ganharam a estatueta na principal premiação da música? A lista é longa e surpreendente! E mais importante: não incluímos vitórias do Grammy Latino.

    Clique para conhecer os artistas cujas vitórias mudaram o Grammy para sempre.

    Caetano e Bethânia vencedores do Grammy: Quais brasileiros já ganharam o prêmio? Muitos!

  • Influenciador brasileiro apoiador de Trump é preso pelo ICE nos EUA

    Influenciador brasileiro apoiador de Trump é preso pelo ICE nos EUA

    Conhecido nas redes por defender o presidente Donald Trump, Junior Pena foi detido por agentes de imigração após faltar a uma audiência migratória. Segundo um amigo, a prisão ocorreu por um problema administrativo e não há ordem de deportação

    O influenciador brasileiro Junior Pena, conhecido nas redes sociais por apoiar publicamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi preso no sábado, dia 31, por agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE). Ele vive nos Estados Unidos desde 2009 e soma mais de 480 mil seguidores no Instagram, onde publica conteúdos sobre imigração e a vida de brasileiros no país.

    Segundo o policial Maycon MacDowel, amigo pessoal do influenciador, Junior Pena está detido no centro de detenção Delaney Hall, em Nova Jersey. De acordo com ele, a prisão ocorreu por um problema administrativo relacionado a uma audiência migratória à qual o brasileiro não compareceu.

    MacDowel afirmou ainda que o influenciador não possui ordem de deportação e que uma advogada foi contratada para tentar reverter a situação. Em vídeo publicado nas redes sociais, o policial explicou que Junior havia recebido autorização judicial para dar continuidade ao processo de regularização, mas a ausência na audiência acabou resultando na detenção. “Para não ter fofoca: ele não tem carta de deportação nenhuma”, afirmou.

    Antes de ser preso, Junior Pena havia minimizado preocupações com deportações em vídeos publicados nas redes sociais. Nas gravações, defendeu as políticas migratórias de Trump e afirmou que as medidas seriam direcionadas apenas a imigrantes em situação irregular ou envolvidos em crimes.

    “Eu estou andando na linha, pagando taxas e tentando me legalizar, assim como muitos imigrantes que querem ficar em ordem. Ele vai deportar quem estiver irregular, os bandidos e as pessoas que estão fazendo coisa errada. Você acha que ele vai deportar quem está querendo ajudar o país? De jeito nenhum”, disse.

    O caso repercutiu nas redes sociais, especialmente no X (antigo Twitter), onde usuários ironizaram a prisão do influenciador e relacionaram o episódio às posições políticas defendidas por ele.

    Influenciador brasileiro apoiador de Trump é preso pelo ICE nos EUA

  • 5 pontos do acordo UE-Mercosul que podem mudar o agronegócio brasileiro

    5 pontos do acordo UE-Mercosul que podem mudar o agronegócio brasileiro

    Entre os impactos imediatos está a ampliação de cotas para produtos como carne bovina, aves, açúcar, arroz e mel, que poderão entrar na União Europeia com tarifas reduzidas. Contudo, essas concessões vêm acompanhadas de mecanismos de proteção aos produtores europeus, como cláusulas de salvaguarda

    A entrada em vigor provisória do acordo entre União Europeia e Mercosul, prevista para 2026, marca uma nova etapa nas relações comerciais do Brasil com um dos maiores mercados consumidores do mundo. Após mais de duas décadas de negociações, o tratado promete ampliar o acesso de produtos agrícolas brasileiros ao mercado europeu, ao mesmo tempo em que impõe desafios regulatórios, ambientais e concorrenciais ao setor do agronegócio nacional.

    De acordo com Igor Fernandez de Moraes, sócio do Silva Nunes Advogados e especialista em Direito do Agronegócio, o acordo deve ser interpretado como um divisor de águas. “Estamos diante de uma reconfiguração das regras do jogo para exportadores brasileiros. O agronegócio ganha oportunidades concretas de expansão, mas precisará lidar com um nível de exigência jurídica e sanitária muito mais elevado”, avalia.

    Entre os impactos imediatos está a ampliação de cotas para produtos como carne bovina, aves, açúcar, arroz e mel, que poderão entrar na União Europeia com tarifas reduzidas. Contudo, essas concessões vêm acompanhadas de mecanismos de proteção aos produtores europeus, como cláusulas de salvaguarda. “Isso significa que, diante de um aumento brusco de exportações brasileiras, a UE poderá suspender benefícios tarifários, o que gera insegurança comercial para produtores”, explica o advogado.

    Outro ponto sensível diz respeito às exigências ambientais e sanitárias, que não serão flexibilizadas com o acordo. A União Europeia mantém padrões rigorosos sobre rastreabilidade, uso de defensivos agrícolas e sustentabilidade da produção. “Quem não se adaptar a essas exigências ficará fora do mercado europeu, enquanto quem investir em conformidade jurídica e ambiental terá vantagem competitiva relevante”, alerta Fernandez.

    O acordo também tende a estimular mudanças estruturais no campo brasileiro, com maior profissionalização da cadeia produtiva. “O produtor deixa de ser apenas agricultor e passa a ser também gestor de risco jurídico, regulatório e comercial”, afirma o especialista. Esse movimento pode impulsionar investimentos em tecnologia, certificações internacionais e governança corporativa no setor rural.

    Apesar dos desafios, a avaliação é que o tratado abre espaço para diversificação de mercados e redução da dependência comercial de poucos parceiros. “O Brasil pode se posicionar como fornecedor estratégico de alimentos para a Europa, desde que esteja preparado juridicamente para cumprir os compromissos assumidos”, conclui o advogado.

    Saiba 5 impactos do acordo UE-Mercosul para o agronegócio brasileiro:

    Ampliação de cotas agrícolas com tarifas reduzidas

    Produtos como carne e açúcar ganham acesso facilitado ao mercado europeu, mas dentro de limites quantitativos rigorosos, o que exige planejamento exportador.

    Aumento das exigências sanitárias e ambientais

    O acordo não flexibiliza regras da UE. Pelo contrário, reforça a necessidade de rastreabilidade e sustentabilidade jurídica da produção brasileira.

    Cláusulas de salvaguarda comercial

    A União Europeia poderá suspender benefícios se considerar que suas cadeias produtivas foram prejudicadas, reforçando a necessidade de planejamento e análise mercadológica internacional para manter competitividade e longevidade internacional para exportadores brasileiros, para que tenham maior previsibilidade e invistam com mais segurança.

    Maior concorrência interna e externa

    Produtores brasileiros enfrentarão tanto a competição europeia quanto a pressão por preços e qualidade superiores.

    Valorização da governança e da segurança jurídica no campo

    O produtor que investir em compliance, certificações e assessoria jurídica terá mais chances de se manter no mercado internacional.

    5 pontos do acordo UE-Mercosul que podem mudar o agronegócio brasileiro

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  • Trump ameaça processar Trevor Noah após piada sobre ilha de Epstein

    Trump ameaça processar Trevor Noah após piada sobre ilha de Epstein

    Presidente dos Estados Unidos reagiu a comentários feitos durante o Grammy Awards e voltou a negar qualquer ligação com a ilha do financista Jeffrey Epstein. Declarações ocorrem após a divulgação de novos documentos ligados ao caso

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou processar o comediante Trevor Noah, que apresentou a 68ª edição do Grammy Awards, após uma menção à suposta visita do republicano à ilha de Jeffrey Epstein.

    Em publicação na rede Truth Social, nesta segunda-feira, Trump criticou duramente a cerimônia e a emissora CBS. “O Grammy Awards é o pior, praticamente impossível de assistir. A CBS tem sorte de não ter mais esse lixo em sua programação”, escreveu.

    Na sequência, atacou o apresentador. “O apresentador Trevor Noah, seja lá quem for, é quase tão ruim quanto Jimmy Kimmel no Low Ratings Academy Awards”, afirmou.

    Trump voltou a negar qualquer ligação com a ilha de Epstein e acusou Noah de divulgar informações falsas. “Noah disse, incorretamente, que Donald Trump e Bill Clinton passaram um tempo na ilha de Epstein. Errado. Não posso falar por Bill, mas eu nunca estive na ilha de Epstein, nem em qualquer lugar próximo”, declarou.

    O presidente afirmou ainda que “nunca” foi acusado de ter estado no local, “nem mesmo pelas fake news”. Em tom agressivo, disse que o comediante deveria “verificar os fatos rapidamente” e ameaçou acionar seus advogados. “Parece que vou pedir aos meus advogados para processar esse pobre, patético, sem talento, idiota. Perguntem ao pequeno George Slopadopolus e a outros como isso funciona. Perguntem também à CBS”, escreveu, acrescentando: “Noah, prepare-se, vou me divertir com você”.

    As declarações ocorrem dias após a divulgação de um grande volume de documentos ligados ao caso Epstein. Na sexta-feira, autoridades tornaram públicos cerca de três milhões de páginas, 180 mil imagens e dois mil vídeos que integram os arquivos do criminoso sexual. O material inclui informações sobre o período em que Epstein esteve preso, um relatório psicológico, registros relacionados à sua morte e documentos da investigação envolvendo Ghislaine Maxwell, condenada por ajudar no tráfico sexual de menores.

    Entre os arquivos, há também trocas de e-mails entre Epstein e diversas personalidades norte-americanas e internacionais, inclusive Donald Trump. A maior parte das mensagens é de mais de uma década atrás e indica relações sociais mantidas pelo empresário.

    O nome de Trump aparece diversas vezes nos documentos divulgados. Ele e Epstein mantiveram amizade por anos, embora o presidente afirme que os dois romperam relações e que desconhecia os crimes cometidos pelo financista.

    Os novos arquivos incluem ainda uma lista elaborada pelo FBI no ano passado, com alegações feitas contra Trump por meio de uma linha direta do Centro Nacional de Operações contra Ameaças. Segundo as autoridades, trata-se de denúncias não verificadas, sem provas que as sustentem, incluindo alegações de abuso sexual contra Trump, Epstein e outros nomes citados.

    Trump nega qualquer irregularidade relacionada a Epstein e nunca foi acusado formalmente de crimes de abuso sexual pelas vítimas do empresário. Em nota, a Casa Branca e o Departamento de Justiça dos EUA afirmaram que “alguns dos documentos contêm alegações falsas e sensacionalistas contra o presidente Trump, enviadas ao FBI pouco antes das eleições de 2020”.

    “Para deixar claro, as alegações são infundadas e falsas. Se tivessem qualquer credibilidade, certamente já teriam sido usadas como arma contra o presidente”, diz o comunicado.

    Após a divulgação dos novos arquivos, Trump declarou que o conteúdo dos documentos o “absolve” de qualquer ligação criminosa com Epstein. “Pessoas muito importantes me disseram que isso não apenas me absolve, como mostra exatamente o oposto do que a esquerda radical esperava”, afirmou.
     
     

     

    Trump ameaça processar Trevor Noah após piada sobre ilha de Epstein