Autor: REDAÇÃO

  • Governo Lula prepara reestruturação do Coaf para aumentar cerco a crimes financeiros

    Governo Lula prepara reestruturação do Coaf para aumentar cerco a crimes financeiros

    O plano em discussão, ao qual a Folha teve acesso, prevê a criação de 66 cargos comissionados e seis subunidades regionais. A proposta de decreto presidencial foi encaminhada pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao Ministério da Gestão. O prazo dado para resposta é de cerca de um mês.

    NATHALIA GARCIA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prepara uma reestruturação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) para aumentar o cerco a crimes financeiros depois de uma série de episódios que colocaram à prova a segurança do sistema em 2025.

    O plano em discussão, ao qual a Folha teve acesso, prevê a criação de 66 cargos comissionados e seis subunidades regionais. A proposta de decreto presidencial foi encaminhada pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ao Ministério da Gestão. O prazo dado para resposta é de cerca de um mês.

    Ao contextualizar o tema em documento que terá Lula como destinatário, Galípolo argumenta que a evolução das transações financeiras, que passaram a incorporar novas tecnologias, como criptoativos, e a integrar fluxos monetários em uma escala global, impõe desafios operacionais e analíticos ao Coaf.

    O presidente do BC destaca também que houve ampliação de responsabilidades do órgão desde 2019, quando o Coaf passou a ser vinculado administrativamente à autoridade monetária, em um momento de maior necessidade de processar um grande volume de informações -hoje, são mais de 7,5 milhões de comunicações por ano.

    Com a reestruturação proposta, o número total de cargos comissionados -funções de confiança para as quais não há exigência de concurso público- subirá de 75 para 141. Dos 66 novos postos, 48 serão destinados à reestruturação da sede e outros 18 à implementação das subunidades.

    Na exposição de motivos, em esboço obtido pela Folha, Galípolo reproduz apontamentos feitos em nota técnica elaborada pelo próprio Coaf sobre a limitação de pessoal e a defasagem da estrutura atual do órgão.

    Ao diagnosticar a situação, o presidente do BC cita impacto do reduzido quadro de funcionários efetivos sobre a capacidade operacional da unidade de inteligência financeira e menciona que a alta rotatividade de servidores cedidos de outros órgãos dificulta a consolidação de equipes técnicas especializadas.

    Além disso, avalia que a estrutura da organização precisa ser atualizada para atender a demandas legais, tecnológicas e operacionais do sistema de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo. Essa defasagem, segundo ele, compromete a celeridade das análises de inteligência e a efetividade das ações de supervisão.

    A criação de novos cargos em ano de eleições, como é o caso de 2026, não é vedada pela legislação eleitoral. No entanto, as regras da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) trazem impedimento em caso de aumento de despesa nos 180 dias finais do mandato.

    De 4 de julho até a posse dos eleitos, é proibido nomear ou contratar servidores. No entanto, existem exceções legais, entre elas, para cargos em comissão e funções de confiança, como é o caso proposto pelo Coaf.

    A reestruturação do órgão ganha contorno poucos meses depois de o próprio Banco Central endurecer uma série de regras regulatórias para fortalecer a segurança do sistema financeiro nacional depois de ataques hackers e da identificação da infiltração do crime organizado na economia.

    Os ataques cibernéticos se intensificaram em 2025 após megaoperação realizada contra a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) em negócios regulares da economia formal, como os setores de combustíveis e financeiro.

    O Coaf também está no centro de um inquérito sigiloso aberto pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para apurar se houve quebra de sigilo na Receita Federal ou no Coaf de integrantes da corte e familiares.

    Além do reforço de funcionários, a reestruturação do Coaf prevê a criação de seis subunidades de inteligência financeira com o objetivo de ampliar sua presença regional.

    Segundo nota técnica do órgão, que subsidiou o documento de Galípolo, a carência de estruturas locais restringe a capacidade de resposta rápida, limita a compreensão individualizada dos riscos e ameaças de cada região, e dificulta o compartilhamento eficiente de dados com órgãos estaduais e regionais.

    Cada subunidade será composta por um coordenador-geral, dois coordenadores e oito servidores especializados. Análise financeira, inteligência estratégica, fiscalização suplementar de pessoas supervisionadas na região e cooperação com autoridades estaduais e federais estão entre as principais funções que deverão ser exercidas.

    As localidades sugeridas são Campo Grande (MS) e Foz do Iguaçu (PR), por serem rotas de tráfico e de crimes transfronteiriços; Recife (PE), pela presença de facções criminosas; Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), pela grande concentração de instituições financeiras e pelo alto volume de comunicações; além de Belém (PA).

    Em algumas delas, como Belém, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, o BC tem sede. Já cidades como Campo Grande e Foz do Iguaçu a autarquia não tem representação local.

    A implementação da subunidade do Rio de Janeiro responde a uma determinação judicial de Moraes nos autos da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) das Favelas, que restringe operações policiais nas comunidades do município.

    Para instalação física e tecnológica e para aquisição de equipamentos das seis subunidades em 2026, o investimento inicial calculado é de R$ 2,49 milhões. Já o gasto anual para manutenção delas, incluindo remuneração de cargos comissionados e despesas operacionais, é estimado em cerca de R$ 30,8 milhões.

    A expectativa interna é que a reestruturação organizacional traga benefícios como aprimoramento analítico, melhora na governança e consolidação de uma política nacional integrada de inteligência financeira.

    “A proposta reforça o papel do COAF como autoridade central do sistema nacional de inteligência financeira, garantindo a sustentabilidade de sua missão e o cumprimento das recomendações de organismos internacionais, como o GAFI [Grupo de Ação Financeira], em termos de autonomia, estabilidade e capacidade técnica. Como resultado, ocorrerá o fortalecimento da atividade de combate ao crime organizado”, diz Galípolo no documento.

    O aumento de pessoal e a criação de núcleos regionais fazem parte de um plano mais amplo para reforçar o trabalho do Coaf, que inclui renovação de sistema para elaboração de relatórios de inteligência financeira, com uso de inteligência artificial. Ricardo Saadi, ex-diretor da Polícia Federal, assumiu o comando do Coaf em meados do ano passado, após receber do BC promessa de mais investimentos.

    Governo Lula prepara reestruturação do Coaf para aumentar cerco a crimes financeiros

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Juliano sofre punição gravíssima por não fazer Raio-X no BBB 26

    Juliano sofre punição gravíssima por não fazer Raio-X no BBB 26

    O dançarino dormiu, não fez o Raio-X neste domingo e foi punido. Com a punição gravíssima, ele perdeu 500 estalecas.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Juliano Floss recebeu uma punição gravíssima na manhã deste domingo (1º) no BBB 26 (Globo).

    O dançarino dormiu, não fez o Raio-X neste domingo e foi punido. Com a punição gravíssima, ele perdeu 500 estalecas.

    Ele acordou quando a produção avisou que tinha perdido estalecas. Alberto Cowboy explicou a situação a ele, Babu e Sarah ainda o questionaram sobre o descumprimento da regra e afirmaram que não sabiam que o relógio ainda estava contando.

    Outros brothers se preocuparam com o Tá com Nada. Como a punição de Juliano aumenta a quantidade de vacilos no Vacilômetro, a casa corre mais riscos de parar na condição -que reduz a quantidade de alimentos e retira os privilégios de Líder e quem está no VIP.

    Juliano sofre punição gravíssima por não fazer Raio-X no BBB 26

  • Fluminense faz consulta por Icardi, que recebe R$ 62 milhões por ano

    Fluminense faz consulta por Icardi, que recebe R$ 62 milhões por ano

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Fluminense continua buscando um centroavante após negociação frustrada com o Atlético-MG por Hulk. Mauro Icardi foi sondado pela diretoria tricolor, mas os salários do jogador foram considerados “fora da realidade”.

    O atacante argentino está no Galatasaray, da Turquia. O UOL apurou que ele até se animou com uma vinda ao Brasil, mas o negócio acabou sendo descartado nos estágios embrionários.

    O Tricolor das Laranjeiras ouviu do estafe de Icardi que os salários ultrapassam os R$ 62 milhões por ano. A quantia equivale cerca de R$ 5 milhões por mês.

    Icardi também está com moral na Turquia. Mesmo sendo reserva, ele é o reserva imediato de Osimhen e assumiu a condição de titular na ausência do nigeriano, entregue a Copa Africana de Nações.

    Ele já pode assinar um pré-contrato com a equipe que desejar, porque restam menos de seis meses em seu vínculo com o Galatasaray. Ao todo, ele marcou dez gols e distribuiu duas assistências em 28 partidas pelo clube turco.

    Quem também teve o nome vinculado ao Fluminense recentemente foi Anderson Talisca. Segundo a imprensa turca, o meia-atacante do Besiktas foi procurado pelo Tricolor.

    Apesar disso, o jogador do Fenerbahçe não tem interesse em retornar ao Brasil neste momento. Pelo menos foi o que ele afirmou em entrevista exclusiva ao UOL, em dezembro.

    “Agora não. O foco está aqui, o foco está aqui em conquistar o título pelo Fenerbahçe. Eu não fico pensando nessas coisas ainda não. Lá na frente, sim, quem sabe. Não (prioridade ao Bahia), aí é coisa de só lá na frente para se pensar e tomar decisões”, disse Anderson Talisca.

    Fluminense faz consulta por Icardi, que recebe R$ 62 milhões por ano

  • Hugo Calderano conquista vaga na Copa do Mundo de tênis de mesa

    Hugo Calderano conquista vaga na Copa do Mundo de tênis de mesa

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Hugo Calderano conseguiu avançar à semifinal da Copa América de tênis de mesa. O resultado, que o coloca entre os quatro melhores do continente, também garantiu vaga direta na Copa do Mundo da modalidade.

    O brasileiro venceu o americano Nikhil Kumar por 4 sets a 1, parciais de 11/4, 11/6, 4/11, 11/5 e 11/2. O duelo aconteceu no último sábado.

    Agora, o terceiro colocado no ranking da World Table Tennis (WTT) enfrentará o argentino Horácio Cifuentes. O confronto está marcado para as 17h40 (de Brasília), deste domingo.

    Assim como Calderano, Bruna Takahashi também avançou para a semifinal em sua categoria. A brasileira garantiu vaga na Copa do Mundo com vitória sobre a americana Sally Moyland, por 4 sets a 0, parciais de 11/1, 11/6, 14/12 e 11/9.

    Ela vai enfrentar a americana Amy Wang, pouco antes de Hugo Calderano. O jogo está previsto para 16h50 (de Brasília).

    Caso avançem, Hugo Calderano e Bruna Takahashi disputam as respectivas finais ainda neste domingo. A feminina acontece às 21h, enquanto a masculina começa 50 minutos mais tarde.

    Hugo Calderano conquista vaga na Copa do Mundo de tênis de mesa

  • Ivete homenageia Preta Gil em estreia em megabloco patrocinado no Rio de Janeiro

    Ivete homenageia Preta Gil em estreia em megabloco patrocinado no Rio de Janeiro

    A apresentação de Ivete ocorreu na rua Primeiro de Março, reservada pela Prefeitura do Rio desde 2022 para os chamados “megablocos”, que são os cortejos com estimativa de público de centenas de milhares de pessoas, como o bloco da Anitta e o Cordão da Bola Preta.

    YURI EIRAS
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Ivete Sangalo estreou neste domingo (1°) no circuito de blocos do Rio de Janeiro e homenageou Preta Gil durante a apresentação. A cantora baiana comandou pela primeira vez o megabloco “SeráQPede?”, patrocinado por empresa de mobilidade. O cortejo de Ivete também vai acontecer em São Paulo, no dia 7.

    A apresentação de Ivete ocorreu na rua Primeiro de Março, reservada pela Prefeitura do Rio desde 2022 para os chamados “megablocos”, que são os cortejos com estimativa de público de centenas de milhares de pessoas, como o bloco da Anitta e o Cordão da Bola Preta.

    O circuito da rua Primeiro de Março foi batizado ano passado de circuito Preta Gil, que morreu em julho de 2025 e comandou ali, durante anos, o Bloco da Preta.

    A filha de Gilberto Gil foi homenageada logo no início do bloco. Ivete embargou a voz ao citá-la e voltou a se emocionar ao cantar “Sinais de Fogo”, um dos sucessos da amiga.

    “Este dia de sol não estava previsto pela meteorologia. Esse sol que vos ilumina hoje é ela, é a presença dela. Estou muito feliz, embora muito emocionada, de cantar no circuito que ela criou. Ela inventou isso aqui. Aonde ela estiver que ela receba meu amor, minha saudade, e o aplauso de vocês”, disse Ivete.

    A cantora afirmou que comandar um bloco no Carnaval de rua carioca é a realização de um sonho. “Chegava Dia das Mães, chegava Dia dos Pais mas não chegava esse dia”, brincou.

    Em seguida, Ivete executou “Vampirinha”, aposta da cantora para ser o hit do carnaval baiano. Ela foi denunciada à Promotoria da Bahia por cantar a música em um show ao lado de uma criança. A canção tem trechos com teor sexual, e a coreografia também remete a isso.

    A assessoria de imprensa afirmou na quarta-feira (28) que não iria se pronunciar. Ivete não mencionou o caso durante o cortejo deste domingo.

    O Ministério Público afirmou que a denúncia está sob sigilo, por envolver menores de idade.

    Muitos fãs de Ivete foram ao bloco com referências a vampiros, como dentes postiços, capas e pinturas no maxilar que remetem a sangue.

    O bloco começou às 9h15, e o público que o acompanhou foi sensivelmente maior do que o da apresentação de Léo Santana, no Bloco da Gold, neste sábado (31), também na rua Primeiro de Março.
    Durante a passagem dos megablocos, as ruas de acesso à Primeiro de Março são fechadas por grades e policiais militares. Para entrar no circuito é preciso passar por uma revista obrigatória da PM.

    Neste domingo, além da rua principal estar ocupada ao longo de seis quarteirões, as ruas transversais, como a rua do Ouvidor, a rua Sete de Setembro e a rua São José também tinham aglomeração, com pessoas tentando enxergar o trio de longe.

    O bloco foi criado e patrocinado pela empresa de mobilidade 99. Placas com a logomarca da empresa e imensos objetos infláveis amarelos, entre eles um capacete de motocicleta, adornavam o trio elétrico, mas, segundo alguns fãs, dificultavam enxergar a cantora.
    “Estou na fila da revista há 15 minutos, e o trio passou muito rápido. Tentei daqui avistar Ivete, ou a banda, mas não enxerguei nada. Só placas”, afirmou a foliã Bruna Magalhães, 23.

    No dia 7, também sob patrocínio da empresa de mobilidade, Ivete se apresenta no bloco “Quem Pede, Pede” no circuito do parque Ibirapuera, na capital paulista.

    Ao longo de fevereiro o circuito de megablocos ainda terá o Bloco da Favorita (7), Cordão do Boitatá (8 e 15), Cordão da Bola Preta (14), Fervo da Lud, da cantora Ludmilla (17, terça-feira de Carnaval), Bloco da Anitta (21), da cantora Anitta, e o Monobloco (22).

    Ivete homenageia Preta Gil em estreia em megabloco patrocinado no Rio de Janeiro

  • Higuita brinca com Messi e ensaia ‘escorpião’ antes de amistoso do Inter Miami na Colômbia

    Higuita brinca com Messi e ensaia ‘escorpião’ antes de amistoso do Inter Miami na Colômbia

    O duelo amistoso entre Inter Miami e Atlético Nacional, neste sábado, no estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia, foi marcado pelo inusitado encontro entre o astro argentino Lionel Messi e o icônico ex-goleiro René Higuita.

    Campeão da Copa Libertadores de 1989 pelo clube de Medellín e goleiro titular da seleção colombiana na Copa de 1990, Higuita também ficou famoso ao realizar uma defesa conhecida como \”escorpião\” – saltou para frente, apoiou as mãos no chão e elevou as pernas para trás – em um chute de Jamie Redknapp em amistoso de sua seleção com a Inglaterra, em Wembley, em 1995.

    Atualmente líder institucional do Atlético Nacional, o ex-goleiro de 59 anos trocou passes com Messi antes do jogo, no qual deu o pontapé inicial, e aproveitou uma bola alta do camisa 10 para tentar repetir sua famosa defesa, desta vez sem se lançar ao gramado. O ídolo colombiano também recebeu uma bola autografada do argentino.

    Em campo, o Inter Miami venceu sua primeira partida na turnê sul-americana da pré-temporada, por 2 a 1, antes de lutar pelo bicampeonato da MLS (Major League Soccer). O Atlético Nacional saiu na frente, com Rengifo, mas levou a virada com tento de Luís Suárez, na sobra de um chute na trave de Messi, e com um gol contra de Rivero nos minutos finais.

    Agora com uma vitória e uma derrota, diante do Alianza Lima, no Peru, na semana passada, o time americano vai ao Equador enfrentar o Barcelona de Guayaquil no Estádio Monumental no sábado (7).

    Higuita brinca com Messi e ensaia ‘escorpião’ antes de amistoso do Inter Miami na Colômbia

  • Paolla Oliveira publica vídeo tomando banho de cachoeira: 'Para energizar e encerrar'

    Paolla Oliveira publica vídeo tomando banho de cachoeira: 'Para energizar e encerrar'

    Nas imagens, Paolla aparece sorridente, usando um maiô vinho com recortes laterais e detalhe em aro dourado, peça que chamou atenção pelo visual elegante mesmo em meio ao cenário rústico.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Paolla Oliveira escolheu a natureza como cenário para encerrar o mês de janeiro. No sábado (31), a atriz compartilhou nas redes sociais registros de um banho de cachoeira e resumiu o momento com poucas palavras: “Pra energizar e encerrar janeiro”.

    Nas imagens, Paolla aparece sorridente, usando um maiô vinho com recortes laterais e detalhe em aro dourado, peça que chamou atenção pelo visual elegante mesmo em meio ao cenário rústico.

    A publicação rapidamente reuniu elogios de fãs e colegas, que celebraram o momento de pausa da atriz em meio à rotina intensa de trabalho.

     
     
     

     
     
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    O banho de cachoeira surge como um respiro após semanas agitadas, especialmente no período de pré-Carnaval. Recentemente, Paolla esteve no ensaio de quadra da Grande Rio, escola da qual foi rainha de bateria por anos e que agora tem Virginia Fonseca à frente do posto. A presença da atriz não passou despercebida e gerou comentários nas redes.

    Na ocasião, Paolla também falou abertamente sobre a nova fase da vida pessoal. Ao ser questionada sobre como tem vivido o Carnaval após o fim do relacionamento de quase cinco anos com o cantor Diogo Nogueira, ela tratou o assunto com serenidade. “Nem melhor, nem pior. As pessoas criam as emoções, criam o furor. Estou apenas solteira”, afirmou.

    Paolla Oliveira publica vídeo tomando banho de cachoeira: 'Para energizar e encerrar'

  • Vini Jr. marca e Mbappé evita empate do Real Madrid com o ameaçado Rayo nos acréscimos

    Vini Jr. marca e Mbappé evita empate do Real Madrid com o ameaçado Rayo nos acréscimos

    O Real Madrid abusou da paciência de sua torcida e, com uma atuação apática e sem qualquer organização tática, precisou de inexplicáveis dez minutos de acréscimos para conseguir derrotar o modesto Rayo Vallecano por 2 a 1, neste domingo, no Santiago Bernabéu.

    No reencontro com seus fãs após a dura derrota para o Benfica por 4 a 2, em Lisboa, pela Champions League, o time da casa abriu o placar com Vinicius Jr., mas caiu de rendimento e foi vaiado durante a maior parte do jogo – e com razão. Somente nos acréscimos, com um a mais em campo e com gol de pênalti de Mbappé, os comandados de Álvaro Arbeloa conseguiram somar os três pontos e ficar apenas um atrás do líder Barcelona em La Liga (55 a 54). Os visitantes, com 22, podem entrar na zona de rebaixamento ainda nesta rodada.

    Os primeiros minutos foram desafiadores para o Real Madrid. As primeiras vaias da torcida apareceram logo aos 5 minutos, quando Akhomach aproveitou a instabilidade defensiva dos donos da casa, invadiu a área livre e finalizou à esquerda de Courtois. Três minutos depois, Bellingham sentiu dores musculares na coxa e acabou substituído por Brahim Díaz.

    O que se desenhava outra partida decepcionante do Real Madrid se transformou em alívio aos 14 minutos, quando Vini Jr. recebeu a bola na esquerda, cortou Ratiu duas vezes e mandou a bola no ângulo do goleiro Batalla para abrir o placar com um golaço. O time da casa se animou e, quatro minutos depois, o brasileiro quase ampliou.

    A partir daí, porém, o conjunto branco diminuiu o ritmo e os visitantes passaram a pressionar, assustando Courtois em dois tiros de longe. A atuação decepcionante diante de um adversário que luta contra o rebaixamento e que só venceu uma vez nas 11 rodadas anteriores irritou a torcida, que novamente expressou sua reprovação na saída os atletas para o intervalo.

    A indignação dos torcedores merengues aumentou no início da etapa final. Logo aos 3 minutos, em outra falha defensiva, Álvaro García recebeu o lançamento nas costas de Valverde e cabeceou para o meio da área, onde De Frutos levou a melhor sobre a marcação de Tchouaméni e bateu de primeira para igualar o marcador. Aos 18, o Rayo só não virou porque Ratiu chutou em cima de Courtois.

    O Real Madrid reagiu apenas aos 23 minutos do segundo tempo, quando Mbappé partiu em velocidade no contra-ataque, deu um drible da vaca no goleiro e mandou a bola no travessão com a meta vazia. Com o jogo aberto e mais perto de levar um gol do modesto adversário do que de buscar a vitória, Arbeloa acionou Rodrygo e Alaba aos 30 minutos.

    Somente a partir dos 35 minutos, após a expulsão de Ciss por uma entrada violenta sobre Ceballos, o Real Madrid agrediu em busca do tento salvador. Apesar da desorganização, Camavinga acertou a trave e, já nos acréscimos, aos 52 minutos, graças a um pênalti infantil de Mendy em Brahim, Mbappé bateu no canto esquerdo para dar a vitória – nada merecida – ao irreconhecível time anfitrião.

    Vini Jr. marca e Mbappé evita empate do Real Madrid com o ameaçado Rayo nos acréscimos

  • Danielle Winits questiona as aparências da atualidade em lixão assombrado por aliens

    Danielle Winits questiona as aparências da atualidade em lixão assombrado por aliens

    “Estou sempre buscando personagens que talvez as pessoas não esperem de mim”, diz ela, que se firmou na TV com mulheres obcecadas pela beleza e por usar a sensualidade para conseguir o que queriam. “Sinto que, hoje, furar bolhas é uma tarefa necessária para o feminino e para aqueles que procuram um lugar distante do que os outros desejam que você ocupe.”

    DAVI GALANTIER KRASILCHIK
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – As modelos que Danielle Winits interpretou em produções da Globo, como “Sex Appeal” e “Corpo Dourado”, dificilmente se sentiriam à vontade num lixão a céu aberto. Mas é exatamente onde sua nova protagonista, uma catadora que acredita em ETs, está agora, em “Choque! Procurando Sinais de Vida Inteligente”, espetáculo em cartaz no Teatro Faap, em São Paulo.

    “Estou sempre buscando personagens que talvez as pessoas não esperem de mim”, diz ela, que se firmou na TV com mulheres obcecadas pela beleza e por usar a sensualidade para conseguir o que queriam. “Sinto que, hoje, furar bolhas é uma tarefa necessária para o feminino e para aqueles que procuram um lugar distante do que os outros desejam que você ocupe.”

    É com o cabelo desarrumado e sem maquiagem que Trudy, papel de Winits, vaga por um verdadeiro fim de mundo. Ela encontra um cenário sem nada, à exceção dos restos de comida, das latas amassadas e das sacolas de lixo enormes. São restos de uma sociedade que abusou das técnicas de produção em massa.
    Distante da vida materialista moderna, a personagem devaneia e esconjura a rotina que deixou –antes, era consultora criativa de uma empresa de marketing.

    O projeto é o primeiro monólogo de Winits, ainda que outros seres apareçam vez ou outra durante a peça. Coprodutora atrás das cortinas, a artista sequer tem tempo para sentir a solidão desse universo em palco.

    “A recepção que tivemos no Rio de Janeiro [onde a peça foi apresentada, no ano passado] foi incrível, mas estou longe de estar com a luta ganha. Sou coprodutora há anos, mas quis vir com um pé a mais na porta porque sempre sobra espaço para o preconceito”, afirma Winits, comentando a vigilância das redes sociais.

    Gerald Thomas, diretor da peça, é tão célebre pelo radicalismo do seu trabalho teatral nas últimas décadas quanto pelas polêmicas em que se envolveu na carreira. Em 2003, por exemplo, agitou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro após mostrar a bunda e simular uma masturbação diante da plateia que vaiava sua montagem da ópera “Tristão e Isolda”. Foi parar na Justiça, sob acusação de ato obsceno e absolvido pelo Supremo Tribunal Federal.

    Já no ano passado, se desculpou por defender Leo Lins –à época, disse ter visto a condenação do humorista, acusado de propagar discursos considerados discriminatórios, como um ataque à liberdade. Depois, diz ter entendido melhor o caso e se arrependido.
    “Gerald é um artista provocador, que sempre povoou meu imaginário. Ele tem uma habilidade enorme de desmembrar o que é feito para ser belo o tempo todo. No processo, não dá respostas ao público, e faz do teatro um lugar livre em que artista e plateia se transformam”, diz Winits.

    Se trabalhar com Gerald, para ela, foi a realização de um sonho, o dramaturgo diz que não a conhecia antes de receber um convite. Nada que uma ida à internet não tenha resolvido –ele explica que três cenas curtas da atriz, eróticas e intensas, serviram para convencê-lo do talento dela. Dias depois, diz ter conhecido, por Zoom, uma mulher muito sábia, séria e “politicamente por dentro das coisas”, longe da imagem apenas sexy que projetara.

    “Eu mesma me questiono muito”, afirma a artista. “Já fui uma mulher de excessos. Eu tinha peito, mas botei um pouco mais. Nessa profissão, cada dia é diferente e vivo em eterna construção de mim mesma.”

    Dona de sua própria produtora, a atriz fez sua primeira peça em 2006. Assinada por Marcelo Rubens Paiva, autor de “Ainda Estou Aqui”, “Amo-Te” trazia Winits como vítima de um relacionamento abusivo e debatia com humor a complexidade das conexões amorosas.

    Com o tempo, a Winits Produções Artísticas também chegou aos musicais, e títulos recentes como “O Mágico de Oz”, em que a atriz encarnou a Bruxa Má do Oeste, e “Meninas Malvadas”, representam outra paixão da artista.

    “Essa área me permite dizer o que realmente quero falar. Os projetos se tornam mais genuínos e, mesmo sendo um claro ato político, não deixa de ser uma conquista pessoal. Sempre serei essa mulher que bate em todas as portas. Talvez muitos nem queiram saber que sou assim, mas isso já não é problema meu.”

    Em “Choque!”, esse mundo digital que embaralha sinais de vida inteligente vira motivo de piada. Inspirado num texto da americana Jane Wagner, de 1985, o espetáculo atualiza a obra e condensa as várias personagens do original numa só figura que contesta os desdobramentos do capitalismo.

    Assim, preserva referências a nomes como Andy Warhol –com quadros que surgem no palco e tensionam limites entre a arte e os bens de consumo–, zomba de influenciadores e plataformas, como o Instagram, e abusa de efeitos de luz, canções e outros estímulos que satirizam a hiperconexão.

    Afinal, os ETs que Trudy insiste serem reais –cuja existência é sugerida, no palco, por roupas gigantes que pendem do teto– não são tão diferentes dos usuários que mantém a relevância de celebridades no plano real. São presenças que se manifestam, o tempo todo, por ideias e rastros de uma vida concreta.

    Gerald compara o Speaker’s Corner, espaço em Londres onde os cidadãos podem subir para criticar tudo e todos –à exceção da família real e do governo britânico–, com a lógica dos debates online.

    “De tarde, você vê muitas pessoas ao lado umas das outras, discursando em várias línguas, pregando e vomitando verdades diferentes. Nada mais são do que um bando de malucos, cada um com a sua verdade. A internet é exatamente assim”, afirma o dramaturgo, de sua residência em Nova York.

    “A igreja é assim, o teatro é assim, a academia é assim, o mundo inteiro é assim desde sempre e nada mudou. Mas, hoje, há uma sede enorme de falar e pular para fora das telas de monitores e celulares, de convencer o outro de algo, mesmo que o próximo post vá contradizer absolutamente tudo que foi dito.”

    No ano passado, o diretor veio ao Brasil para lançar “Sabius, Os Moleques”, espetáculo apocalíptico em que a própria Terra sucumbe à humanidade. Após alguns meses no país, voltou para os Estados Unidos, onde sua rotina foi registrada pela equipe de um documentário sobre sua vida. “Só paravam a câmera quando eu ia ao banheiro”, diz. Enquanto isso, deixou a temporada em São Paulo às ordens de seu assistente, Osni Silva, e vai acompanhar o processo como um avatar virtual.

    “O Gerald é uma verdadeira entidade. Estou acostumada com espetáculos com equipes muito grandes, mas durante esse meu primeiro solo eu nunca me senti só”, diz Winits. O contraste que ela descreve se aplica à peça em si, que mobiliza um espaço cênico rico em detalhes, mas sintetiza dramas de toda a humanidade em uma só personagem.

    É o tipo de dualidade, explica Gerald, que encanta os mais jovens e pode desagradar veteranos, como a sua amiga Fernanda Montenegro, habituada a produções mais intimistas. “Acho que o meu excesso nunca é demais. Cabe ao público ignorar o que não querem ver ou esquecer o que não gostaram. É um pouco como a digestão –você caga aquilo que não digeriu.”

    À luz de episódios recentes, o diretor defende que o choque humano jamais será banalizado. Ele diz que as mortes que vem acontecendo em Minneapolis, nos Estados Unidos, evidenciam que grandes líderes mundiais se esforçam cada vez menos para manter as boas aparências. “Não há metáfora. Eles estão construindo o quarto Reich dentro da sua própria casa.”

    Para Winits, essa força eletromagnética também não vai se dissipar. “Não posso entrar numa zona de conforto, porque muitos dos avanços que acontecem hoje se dão na oratória, mas não nas atitudes”, diz. “Minha marcha não possui linha de chegada, mas devo mostrar para outras mulheres que ela perseverá.”

    Choque! Procurando Sinais de Vida Inteligente
    Quando: Sex. e sáb., às 20h; Dom., às 17h; Até 29/3
    Onde: Teatro FAAP – Rua Alagoas, 903, São Paulo
    Preço: R$ 160, em teatrofaap.showare.com.br
    Classificação: 12 anos
    Autoria: Jane WagnerElenco Danielle Winits
    Direção: Gerald Thomas

    Danielle Winits questiona as aparências da atualidade em lixão assombrado por aliens

  • Virginia fala sobre ansiedade, críticas e fantasia ousada na estreia como rainha da Grande Rio

    Virginia fala sobre ansiedade, críticas e fantasia ousada na estreia como rainha da Grande Rio

    Em sua primeira vez no posto, a influenciadora admite ansiedade na reta final, mas diz que tem buscado manter o foco e a tranquilidade para aproveitar cada etapa da preparação até o grande dia na Marquês de Sapucaí.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Faltando duas semanas para o Carnaval, Virginia Fonseca, 26, vive a expectativa de sua estreia como rainha de bateria da Grande Rio. Em sua primeira vez no posto, a influenciadora admite ansiedade na reta final, mas diz que tem buscado manter o foco e a tranquilidade para aproveitar cada etapa da preparação até o grande dia na Marquês de Sapucaí.

    Entre ensaios intensos e compromissos profissionais, ela afirma que prefere viver um dia de cada vez. Sem espaço para pesadelos de última hora, Virginia confia que tudo vai dar certo na avenida. Sobre a fantasia, a rainha antecipa um visual ousado, marcado pela “entrega de shape”. “Queria a bunda um pouco mais tampada, mas disseram que ela é linda e tinha que aparecer (risos)”, conta.

    Apesar da intensa repercussão em torno da família, de sua saída do SBT e, em especial, da relação com o jogador Vini Jr., Virgina firma viver um momento de gratidão e acolhimento. Ela antecipa que o jogador, no entanto, não estará presente no Carnaval por causa dos compromissos profissionais com o Real Madrid, mas deve acompanhar o desfile à distância, pela televisão. Confira abaixo a entrevista.
    *
    F5 – Faltam duas semanas para o Carnaval. É a sua estreia e logo como rainha de bateria da Grande Rio. Você está ansiosa?
    Virginia Fonseca – Estou muito ansiosa, sim, mas estou evitando pensar demais. Estou focada só no Carnaval (risos). Vivo um dia de cada vez, cumprindo muitos compromissos nessa reta final. Estou feliz, grata e tentando manter a calma.
    F5 – Tem pesadelos nessa reta final? Tipo a fantasia rasgar na avenida ou a sandália estourar?
    Virginia Fonseca – Não! Não penso nessas coisas. Se Deus quiser, vai dar tudo certo. Sapato, roupa, tudo vai funcionar. Vai na fé.
    F5 – Agora todo mundo está elogiado seu samba no pé, mas no começo houve muitas críticas. Você sofreu com elas? A repercussão da sua apresentação, substituindo Paolla Oliveira, te abalou?
    Virginia Fonseca – Primeiro, graças a Deus, as aulas estão funcionando e eu me sinto um pouquinho mais segura. Não sofri com as críticas porque eu já entrei sabendo que não sabia sambar. Eu improvisava um pouco, mas sambar mesmo eu não sabia. Entrei de peito aberto, disposta a aprender. Já imaginava que teria críticas e usei isso como força para melhorar.
    F5 – Já viu a fantasia? Fez algum pedido especial?
    Virginia Fonseca – Vi o croqui há um tempo e achei lindo. Só pedi para entregarem tudo na fantasia e falei: ‘Vamos fazer algo incrível’. É isso que vai acontecer no dia do desfile da Grande Rio. O único pedido que fiz, eles não atenderam: eu queria a bunda um pouco mais tampada, mas disseram que ela é linda e tinha que aparecer (risos).
    F5 – Então podemos dizer que é uma fantasia mais ousada?
    Virginia Fonseca – Amor, é entrega de shape. A bunda tem que estar no lugar certo, aparecendo. A virilha também, tudo bem cavado. Cheguei a falar: ‘Gente, vamos fazer algo um pouco mais tampadinho, porque ainda não estou preparada’.
    F5 – O carnavalesco e o figurinista aceitaram?
    Virginia Fonseca – Não muito (risos). Vou ter que treinar, jogar o corpo, e a fantasia vai sustentar bem. A única coisa que pedi e eles atenderam foi deixar a roupa o mais confortável possível.
    F5 – O que você espera do desfile?
    Virginia Fonseca – Que todo mundo sinta a energia surreal que é desfilar na Sapucaí. Quero ser feliz, me jogar e viver intensamente esse momento, porque é um lugar que poucas pessoas têm a oportunidade de estar.
    F5 – Pensa em voltar no ano que vem como rainha de bateria?
    Virginia Fonseca – Com certeza. A comunidade de Caxias me abraçou demais, a Grande Rio nem se fala. Quero voltar em 2027, se Deus quiser.
    F5 – Como é essa vida corrida entre Goiânia, Rio, Madrid e São Paulo?
    Virginia Fonseca – Uma loucura que eu amo (risos). Essa correria é o que me move e me preenche, sabe. E o fato de conseguir fazer tudo isso perto da minha família torna tudo mais especial.
    F5 – O namoro vai bem?
    Virginia Fonseca – Vai muito bem, obrigada. [Estou] muito feliz.
    F5 – Como você vê a repercussão em torno da sua família e a relação com a família do Vini Jr.?
    Virginia Fonseca – Essa repercussão já acontece há anos. As pessoas gostam da nossa família, e eu me sinto muito abraçada. A família do Vini também é maravilhosa. É só gratidão. Vivo um momento maravilhoso na minha vida.
    F5 – O Vini Jr. vai estar presente no Carnaval?
    Virginia Fonseca – Não, zero chance. Ele ama Carnaval, mas não consegue vir por causa dos jogos do Real Madrid. São compromissos importantes. Ele é muito profissional, e eu jamais prejudicaria isso. Ele vai acompanhar de longe, pela televisão, torcendo por nós.

    Virginia fala sobre ansiedade, críticas e fantasia ousada na estreia como rainha da Grande Rio