Autor: REDAÇÃO

  • Ana Paula Renault relembra polêmica e alfineta Aline Campos

    Ana Paula Renault relembra polêmica e alfineta Aline Campos

    Ex-BBB voltou a provocar Aline Campos em programa de TV ao usar camiseta com referência a polêmica antiga; troca de acusações começou dentro do reality e segue gerando repercussão fora da casa.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A troca de farpas entre Ana Paula Renault e Aline Campos, que marcou os primeiros dias do BBB 26, continua repercutindo fora da casa.

    Durante participação no TVZ, do Multishow, nesta segunda-feira (4), a campeã apareceu vestindo uma camiseta que faz referência a um vídeo de 2016, em que ela critica o look de Aline.

    No programa, a jornalista também voltou a provocar a dançarina ao comentar o caso. “Eu vou ficar bem caladinha, porque qualquer coisa que eu falo… Já imaginou, daqui a 10 anos?”, disse.

    O conflito começou após Aline afirmar, no reality, que se sentiu ofendida pelo comentário que a colega fez anos atrás. Na ocasião,ela disse que Ana Paula a comparou a uma ‘acompanhante de luxo’”.

    Fora do programa, Ana Paula chegou a retirar o pedido de desculpas feito durante a discussão. Segundo ela, houve um mal-entendido sobre o teor da fala original. “Eu estava falando do look”, afirmou, acrescentando que a interpretação de Aline não corresponde ao que foi dito.

    Ana Paula Renault relembra polêmica e alfineta Aline Campos

  • Palmeiras é denunciado por invasão de ‘Hulk’, e Santos, por atraso

    Palmeiras é denunciado por invasão de ‘Hulk’, e Santos, por atraso

    (UOL/FOLHAPRESS) – Palmeiras e Santos foram denunciados pela procuradoria do STJD por conta dos episódios no clássico de sábado (2), pelo Brasileiro, no ex-Allianz Parque, agora Nubank Parque.

    No caso do Palmeiras, o mandante, a acusação é pela invasão de um torcedor pintado de verde e fantasiado de Hulk.

    Em relação ao Santos, a denúncia é por conta do atraso na chegada ao estádio, que teve efeito dominó no protocolo e início da partida.

    PERDA DE MANDO?

    O caso relativo ao palmeirense foi enquadrado no artigo 213 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê punição a quem “deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir invasão do campo”.

    O clube pode ser multado em até R$ 100 mil. O artigo abre brecha para perda de mando de campo, caso os julgadores entendam que a desordem foi de “elevada gravidade”.

    “Houve efetiva repercussão sobre a dinâmica da partida, com atendimento médico, entrada de ambulância e paralisação do jogo. A invasão por torcedor mandante revela falha relevante no dever de organização, segurança, prevenção e resposta operacional do clube responsável pela praça desportiva”, apontou um trecho da denúncia assinada pelo procurador Tairone Messias.

    MULTA MAIS PESADA POR ATRASO

    No caso do Santos, a proposta da procuradoria é punir o clube com uma multa mais pesada do que a que está prevista no artigo 206, dispositivo normalmente usado para tratar atraso de jogo.

    A argumentação do órgão é que o Santos desrespeitou o regulamento com uma sucessão de situações que gerou, por exemplo, a imagem apenas do time do Palmeiras perfilado durante o Hino Nacional.

    Com o enquadramento no artigo 191 do CBJD, o clube pode levar uma multa de até R$ 100 mil.

    Conforme ofício da Polícia Militar, o Santos informou previamente à PM que a delegação sairia às 16h20 do Hotel Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. Contudo, ao chegarem ao local indicado às 15h50, as equipes policiais foram informadas pela recepção de que a delegação santista não se encontrava hospedada naquele endereço.

    Segundo consta na denúncia, “o mesmo documento registra que a escolta precisou realizar sucessivas tentativas de contato com os responsáveis indicados pelo clube, tendo obtido êxito apenas às 16h07, quando foi informada de que a delegação, na realidade, encontrava-se no Hotel Grand Mercure São Paulo Vila Olímpia. As equipes policiais deslocaram-se ao novo local, chegaram às 16h15, acompanharam o embarque, concluído às 16h45, e conduziram a delegação ao Allianz Parque, com chegada às 17h24, isto é, com 1h06 de antecedência em relação ao horário previsto para o início da partida. O ofício é categórico ao afirmar que não foram registradas intercorrências durante o trajeto”.

    O julgamento deve ser agendado para esta semana.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Palmeiras é denunciado por invasão de ‘Hulk’, e Santos, por atraso

  • Rejeição a Messias sinaliza isolamento de Lula na eleição e aliança restrita à esquerda

    Rejeição a Messias sinaliza isolamento de Lula na eleição e aliança restrita à esquerda

    Derrota no Senado é vista como sinal de afastamento do centrão e reorganização de forças em torno da oposição; aliados minimizam impacto eleitoral imediato, mas avaliam dificuldades futuras para alianças e sustentação política

    (CBS NEWS) – A rejeição histórica da indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) foi lida por lideranças partidárias como um sinal do isolamento do presidente Lula (PT) nesta eleição. A avaliação é que está em curso uma reorganização de forças em torno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que está empatado com o presidente nas pesquisas de intenção de voto para o segundo turno.

    O cálculo é que a rejeição não tira votos do petista, mas o episódio ilustra como partidos do centrão se afastaram de Lula, que nesta eleição deve contar com uma aliança restrita a partidos de esquerda. Esse cenário, sim, teria capacidade de prejudicá-lo eleitoralmente a longo prazo.

    Do lado petista, a avaliação é a que o presidente deverá reforçar o discurso antissistema que tenta emplacar para a campanha eleitoral. Por esse raciocínio, Lula poderia dizer ao eleitorado que o Senado o impediu de colocar uma pessoa íntegra no STF. A corte está pressionada por causa do escândalo do Banco Master.

    Políticos próximos a Lula avaliam também que a derrota de seu indicado ao Supremo poderá ter influência sobre a aliança do petista em pelo menos dois estados.

    O presidente gostaria que seu candidato a governador em Minas Gerais fosse Rodrigo Pacheco (PSB-MG), mas parte dos governistas avalia que ele atuou para derrotar Messias. Isso deixaria a aliança ainda mais difícil -sem contar que Pacheco nunca assumiu publicamente uma candidatura.

    Outro possível desdobramento é no Maranhão. Aliados de Lula acreditam que a rejeição de Messias também teve participação do ministro do STF Flávio Dino, que governou o estado por oito anos. Parte dos petistas defende que, confirmada a participação de Dino, o partido apoie Orleans Brandão (MDB) para o governo maranhense. Ele é sobrinho do atual governador, Carlos Brandão, que rompeu com o ministro do Supremo.

    Neste terceiro mandato, Lula conseguiu atrair alas de legendas como União Brasil, PP e Republicanos oferecendo ministérios e cargos. Tal operação, porém, deixou de ser interessante, e os partidos, diante de uma perspectiva de possível vitória de Flávio, têm pouca iniciativa de ajudar Lula.

    O presidente tentou atrair o MDB para sua coligação na disputa presidencial deste ano, mas não obteve sucesso. A tendência é que tenha ao seu lado, além da esquerda, apenas setores de partidos de centro que podem se beneficiar eleitoralmente de uma proximidade com o petista. Por exemplo, políticos da Bahia e outros estados onde o presidente é popular.

    Demonstrações de força de Flávio e da oposição poderão reduzir a capacidade do presidente da República de atrair o apoio desses setores partidários.

    Por mais que a rejeição de Messias não tire votos de Lula diretamente, a classe política entende que a derrota é sintoma da dificuldade que o PT terá para garantir palanques para Lula, já que há menos parlamentares dispostos a se associar ao governo.

    A derrota também mostrou que o petista não conseguiu contar com a boa vontade do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), chefe de uma Casa que era considerada pelo governo a mais segura do Legislativo. Ele trabalhou pela rejeição de Messias, embora negue publicamente.

    Líderes políticos, porém, acreditam que a derrota de Messias não tirará votos de Lula por dois fatores. O primeiro, que o fato político ocorre mais de cinco meses antes da eleição de outubro. O segundo, que o episódio se restringe a um assunto do Legislativo.

    Nessa ótica, a opinião dos senadores não refletiria o pensamento médio do brasileiro, que pouco acompanharia o rito de indicações à Suprema Corte. Ou seja, o clamor pela rejeição de Messias ao STF estaria restrita apenas ao eleitorado bolsonarista.

    Petistas ouvidos pela reportagem acreditam que o tema não chegará à eleição. 

    O eleitorado teria mais interesse em projetos como o novo Desenrola e outras ações ligadas a temas econômicos.

    Além disso, integrantes do partido avaliam que a rejeição de Messias pelo Senado dá ao presidente da República e a seu grupo político uma deixa para tentar colar no centrão escândalos de corrupção, tentando atingir Flávio Bolsonaro.

    Aliados do petista avaliam que ele costuma se fortalecer depois de situações de crise.

    Citam como exemplo a reação do governo depois de o Congresso derrubar a tentativa do Executivo de aumentar o IOF (imposto sobre operações financeiras), em 2025. O grupo político do presidente adotou um discurso de “ricos contra pobres” que o ajudou a sair das cordas e, meses depois, foi importante para Lula recuperar a própria popularidade.

    Um sinal de que o presidente pretende se apresentar como um andidato antissistema foi dado na noite de quinta-feira (30), no pronunciamento de Lula divulgado em rede nacional de TV. “Cada vez que damos um passo adiante para melhorar a vida do povo brasileiro, o sistema joga contra. O andar de cima, os bilionários, a elite que só pensa em manter privilégios às custas do povo. Se dependesse do sistema, nem a escravidão teria sido abolida no Brasil”, disse o presidente.

    Integrantes de outros partidos avaliam que isso poderá ser um tiro no pé do governo porque afastará outras forças políticas de Lula. Ficaria mais difícil para o presidente obter apoio para seus projetos no Congresso até o fim do mandato e também para atrair novos deputados e senadores para sua base de apoio.

    Aliados do presidente, porém, destacam que a medidas importantes do governo em termos de popularidade também não devem ser afetadas pela derrota recente. Petistas apostam que o apelo do fim da escala 6×1 não deixará Alcolumbre postergar a pauta e que o Desenrola 2.0 está sendo executado via MP (Medida Provisória), sem necessidade de aval do Congresso.

    Rejeição a Messias sinaliza isolamento de Lula na eleição e aliança restrita à esquerda

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  • Aos 14 anos, Blue Ivy estreia no Met Gala ao lado de Beyoncé

    Aos 14 anos, Blue Ivy estreia no Met Gala ao lado de Beyoncé

    Adolescente de 14 anos chamou atenção ao surgir ao lado de Beyoncé com vestido marcante, em participação rara de menores no evento; cantora celebrou momento em família e retornou ao baile após cerca de dez anos como uma das anfitriãs.

    (CBS NEWS) – A estreia de Blue Ivy Carter no Met Gala 2026 foi um dos momentos mais comentados da noite. Aos 14 anos, a jovem marcou presença ao lado da mãe, Beyoncé.

    Para a primeira participação no baile, Blue Ivy apostou em um vestido branco de silhueta volumosa, no estilo balonê, com estrutura arredondada e aspecto escultórico.

    A presença da adolescente também marca uma quebra de padrão já que, tradicionalmente, menores de 18 anos não podem comparecer ao baile. No entanto, há exceções quando o menor está acompanhado dos pais.

    “É surreal porque minha filha está aqui”, diz Beyoncé em entrevista à Vogue. 

    “Ela está tão linda. É incrível poder compartilhar isso com ela”, afirma.

    Além da estreia da filha, Beyoncé voltou ao evento após cerca de uma década como uma das anfitriãs da edição, ao lado de Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour.

    A cantora apostou em um vestido assinado por Olivier Rousteing, marcado por transparência e brilho. A peça reproduz a estrutura de um esqueleto humano com aplicações de strass, e foi complementada por uma capa de plumas em degradê cinza.

    Aos 14 anos, Blue Ivy estreia no Met Gala ao lado de Beyoncé

  • São Paulo descarta rescisão, e Arboleda fica no clube até a próxima janela

    São Paulo descarta rescisão, e Arboleda fica no clube até a próxima janela

    (UOL/FOLHAPRESS) – O zagueiro Robert Arboleda voltou ao Brasil, se reuniu com a diretoria do São Paulo nesta segunda-feira e definiu que permanecerá no clube até a próxima janela de transferências.

    FIM DA NOVELA

    O São Paulo já definiu que não se opõe à saída do zagueiro e já aguarda propostas oficiais por uma operação para o meio do ano. Até lá, ele seguirá treinando no clube.

    A decisão ocorre exatamente um mês após o episódio em que o jogador deixou de se apresentar no CT da Barra Funda. Arboleda ‘sumiu’ no dia 4 de abril, horas antes da partida contra o Cruzeiro, e permaneceu no Equador desde então, com contatos esporádicos e sem avanço nas tratativas de saída.

    O caso gerou forte desgaste interno e levou o clube, inicialmente, a considerar uma rescisão por justa causa.

    A avaliação jurídica, no entanto, sempre foi tratada com cautela. Internamente, o São Paulo entendia que precisaria de um período maior de ausência -cerca de 30 dias- para sustentar uma eventual disputa na Fifa.

    Por isso, adotou medidas formais, como o envio de notificações ao jogador exigindo seu retorno, além de manter o pagamento salarial como forma de proteção em caso de questionamentos futuros.

    Arboleda chegou a demonstrar, via empresário, vontade em negociar uma rescisão amigável, mas que esfriou após rivais brasileiros demonstrarem interesse no atleta. Com o cenário travado e sem segurança jurídica clara para uma ruptura unilateral, a diretoria passou a tratar o caso com maior cautela e esperava o defensor retornar ao Brasil para encaminhar uma definição.

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    São Paulo descarta rescisão, e Arboleda fica no clube até a próxima janela

  • Dinheiro esquecido em bancos será usado como garantia no Desenrola; veja como consultar

    Dinheiro esquecido em bancos será usado como garantia no Desenrola; veja como consultar

    Os recursos não resgatados estão disponíveis na tesouraria das instituições financeiras. Segundo o governo, será publicado um edital para que interessados possam reclamar os recursos no período de 30 dias. Decorrido o prazo, os valores transferidos não contestados ficarão incorporados de forma definitiva ao patrimônio do FGO

    (FOLHAPRESS) – Lançado nesta segunda-feira (4), o Desenrola, programa de renegociação de dívidas do governo federal, deve utilizar parte do dinheiro esquecido nos bancos como garantia em caso de calote.

    Como antecipou a Folha de S.Paulo, o governo poderá aplicar entre R$ 5 bilhões e R$ 8 bilhões do chamado SVR (Sistema Valores a Receber) no FGO (Fundo Garantidor de Operações) para assegurar casos de inadimplência -a falta de pagamentos dentro do prazo.

    Os recursos não resgatados estão disponíveis na tesouraria das instituições financeiras. Segundo o governo, será publicado um edital para que interessados possam reclamar os recursos no período de 30 dias. Decorrido o prazo, os valores transferidos não contestados ficarão incorporados de forma definitiva ao patrimônio do FGO.

    No total, R$ 10,5 bilhões podem ser sacados hoje por 47 milhões de pessoas físicas e 5 milhões de empresas, segundo dados do Banco Central para abril.
    De acordo a medida provisória oficializada no DOU (Diário Oficial da União) nesta segunda, haverá segregação de um percentual a definir do saldo transferido para cobrir eventuais pedidos de resgate.

    “O FGO está sendo mobilizado pelo governo e é isso que faz com que os juros possam ser menores”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante o lançamento. O governo projeta uma taxa de juros máxima de 1,99% ao mês, abaixo da média do mercado.

    O programa dará descontos de até 90% em dívidas, vai limpar o nome de quem deve até R$ 100 e permitirá o uso de até 20% do saldo do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) ou até R$ 1.000 para pagar os débitos em aberto.

    A consulta para saber se tem dinheiro esquecido é gratuita e deve ser feita exclusivamente pelo site do SVR (www.bcb.gov.br/meubc/valores-a-receber). É necessário informar CPF ou CNPJ e, caso haja saldo disponível, acessar o sistema com uma conta Gov.br.

    A maioria dos beneficiários, contudo, tem direito a quantias pequenas, que podem chegar a centavos.

    Para aqueles que utilizam chave Pix com número de CPF, o resgate automático está disponível desde o ano passado. Nesse caso, o BC não avisa quando a transferência é feita, e o valor é depositado pelo banco ou instituição financeira onde o dinheiro estava “esquecido”.

    O QUE É O SVR?

    Criado pelo Banco Central, o SVR devolve dinheiro parado em instituições financeiras por motivos como tarifas cobradas indevidamente, contas encerradas com saldo e reembolsos não creditados.

    COMO CONSULTAR OS VALORES ESQUECIDOS?

    Vá ao site do BC neste link.
    – Clique em “Consulte valores a receber” ou “Acesse o Sistema de Valores a Receber”
    – Preencha os campos com o seu CPF ou CNPJ, como data de nascimento ou abertura da empresa transcreva os caracteres e clique em “Consultar”
    – Caso haja valores a receber, clique em “Acessar o SVR”
    – Faça login com a sua conta Gov.br, é preciso ser nível prata ou ouro para acessar
    – Acesse “Meus Valores a Receber”
    – Leia e aceite o Termo de Ciência
    – Ao solicitar o valor, o sistema vai informar orientações de transferência

    QUEM PODE TER DINHEIRO ESQUECIDO?

    Qualquer pessoa física ou jurídica que teve relacionamento com bancos ou financeiras em algum momento poderá ter direito aos valores a receber.

    O dinheiro a ser devolvido pelas instituições é referente a:
    – Contas corrente ou poupança encerradas com saldo disponível
    – Cotas de capital e rateio de sobras líquidas de ex-participantes de cooperativas de crédito
    – Recursos não procurados de grupos de consórcio encerrados
    – Tarifas cobradas indevidamente
    – Parcelas ou despesas de operações de crédito cobradas
    – Contas de pagamento pré ou pós-paga encerradas com saldo disponível
    – Contas de registro mantidas por corretoras e distribuidoras encerradas com saldo disponível
    – Outros recursos disponíveis nas instituições para devolução

    COMO CONSULTAR VALORES DE PESSOAS FALECIDAS?

    É necessário que um herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal faça a consulta e preencha um termo de responsabilidade. Após esse processo, é preciso entrar em contato com as instituições que possuem os valores e verificar como prosseguir.

    Depois disso, os passos para a consulta são os mesmos. Mas é necessário entrar com a conta gov.br do herdeiro ou sucessor e fornecer o número do CPF e a data de nascimento da pessoa que faleceu.

    COMO POSSO ATIVAR A SOLICITAÇÃO AUTOMÁTICA DE RESGATE DE VALORES?

    – Acesse o site do SVR por meio deste link
    – Clique em “Fazer login”
    – Informe CPF e senha da conta Gov.br de nível prata ou ouro, com verificação de duas etapas ativada
    – Você será direcionado para uma página em que poderá ativar a opção “Receber valores automaticamente”

    Dinheiro esquecido em bancos será usado como garantia no Desenrola; veja como consultar

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  • Palmeiras joga no Peru cobrado por melhor desempenho e na busca da liderança na Libertadores

    Palmeiras joga no Peru cobrado por melhor desempenho e na busca da liderança na Libertadores

    Antes dominante na Libertadores, o Palmeiras enfrenta o Sporting Cristal nesta terça-feira, no Peru, tentando retomar a consistência apresentada nas últimas edições para não se complicar no Grupo F. A bola rola às 19h (de Brasília), no Estádio Alejandro Villanueva, em Lima.

    Segundo colocado, com cinco pontos, o time alviverde faz sua pior campanha em uma década na fase de grupos e precisa vencer para reassumir a liderança. O próprio Sporting Cristal lidera a chave, com seis pontos.

    O adversário peruano foi o único que o Palmeiras venceu até aqui na competição. Nos outros dois jogos, empatou com Junior Barranquilla e Cerro Porteño, ambos fora de casa. A equipe de Abel Ferreira tem apresentado um futebol burocrático e com pouca criatividade ofensiva. No empate com o Santos, parte da torcida chegou a vaiar o time no intervalo.

    “É seguir em frente, não há outra forma com este calendário, campeonato. Olhar em frente. Não conseguimos, próximo jogo. Temos que mentalizar assim”, afirmou Vitor Castanheira, auxiliar de Abel, que, assim como o treinador, reclamou da sequência desgastante de partidas.

    O retrospecto do Palmeiras no Peru é positivo. A equipe venceu os últimos cinco confrontos contra clubes locais: Alianza Lima, em 2018; Melgar, em 2019; Universitario, em 2021; Sporting Cristal, em 2025; e novamente Universitario, em 2025.

    Ao longo do século, o clube paulista venceu 13 dos 15 jogos disputados contra adversários peruanos na Libertadores. A única derrota foi justamente para o Sporting Cristal, fora de casa, na fase de grupos de 2013, por 1 a 0.

    O Peru é o segundo país onde o Palmeiras mais atuou como visitante, com 42 partidas, atrás apenas da Argentina. Também é onde mais venceu, com 28 triunfos, e onde mais marcou gols, com 97.

    “Temos de focar em buscar mais uma vitória que pode ser muito importante pensando na classificação”, disse o volante Luis Pacheco. No clube desde 2020, o jogador de 18 anos entrou nos minutos finais do clássico contra o Santos, teve boa atuação e viajou com a delegação para Lima.

    Paulinho também foi relacionado após voltar a atuar depois de 302 dias. O camisa 10 começa no banco e pode ganhar minutos para recuperar o ritmo ideal. Já o atacante Luighi, com desconforto muscular, ficou em São Paulo.

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    FICHA TÉCNICA

    SPORTING CRISTAL X PALMEIRAS

    SPORTING CRISTAL – Enriquez; Sosa, Araújo, Lutiger e Cristiano; Cazonatti, Yotún e Castro; Ávila, Santiago González e Ibérico. Técnico: Zé Ricardo.

    PALMEIRAS – Carlos Miguel; Giay, Gómez, Murilo e Arthur; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Maurício e Allan; Sosa e Flaco López. Técnico: Abel Ferreira.

    ÁRBITRO – Darío Herrera (Argentina).

    HORÁRIO – 19h (de Brasília).

    LOCAL – Estádio Alejandro Villanueva, em Lima (PER).

    Jovem atacante pediu acesso às imagens do treino após relatar agressão; Santos abriu sindicância interna, enquanto Neymar se desculpou novamente e caso segue em apuração nos bastidores, com possibilidade de desdobramentos contratuais.

    Folhapress | 06:10 – 05/05/2026

    Palmeiras joga no Peru cobrado por melhor desempenho e na busca da liderança na Libertadores

  • Tarifa zero no transporte poderia ser novo Bolsa Família, diz estudo

    Tarifa zero no transporte poderia ser novo Bolsa Família, diz estudo

    Estudo de universidades aponta que medida poderia movimentar até R$ 60 bilhões por ano, aumentar o consumo das famílias e reduzir desigualdades, com impacto comparável a programas sociais de transferência de renda.

    A implementação da gratuidade no transporte público nas 27 capitais brasileiras representaria uma injeção de R$ 60,3 bilhões anuais na economia do país e poderia ter um efeito semelhante ao do Bolsa Família.

    Essa é a principal conclusão de um estudo divulgado, nesta terça (5), por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

    Clique aqui e confira a íntegra da pesquisa.

     

    Intitulada A Tarifa Zero no Transporte Público como Política de Distribuição de Renda, a pesquisa foi coordenada pelo professor Thiago Trindade, do Instituto de Ciência Política da UnB, e defende que essa seria uma ação que poderia ajudar a combater desigualdades raciais.

    O estudo foi financiado pela Frente Parlamentar em Defesa da Tarifa Zero no Congresso Nacional, e conta com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo.  

    Liquidez imediata

    Essa gratuidade estaria relacionada ao transporte metropolitano de ônibus e trilhos. Os pesquisadores utilizaram dados da Pesquisa Nacional de Mobilidade, de 2024, e de indicadores das operadoras de ônibus e sistemas metroferroviários.

    O estudo descontou 24,38% das isenções e gratuidades que já existem hoje – como idosos, estudantes e pessoas com deficiências. Isso representa cerca de R$ 14,7 bilhões, que já circulam na economia. Por isso, segundo os pesquisadores, a injeção real seria de R$ 45,6 bilhões.

    “Estamos falando de uma injeção de liquidez imediata no bolso das famílias brasileiras. Ao converter o gasto compulsório com passagens em renda disponível, o Estado promove um estímulo econômico que volta para a sociedade na forma de consumo e arrecadação de impostos sobre produtos”, explica o professor Thiago Trindade.

    Salário indireto

    Os pesquisadores defendem que, no atual cenário, a tarifa zero pode ter um papel tão relevante para o Brasil quanto o Programa Bolsa Família teve há duas décadas, já que poderia representar um “salário indireto”.

    Isso porque a gratuidade beneficiaria mais as camadas vulneráveis, a população negra e os moradores de periferias.

    Segundo o estudo, a gratuidade poderia ser tratada como um direito social, nos moldes do SUS ou da Educação Pública.

    “A implementação da tarifa zero em escala nacional reforçaria o protagonismo do Brasil na vanguarda das experiências globais de redução de desigualdades e aprofundamento democrático.” 

    Financiamento

    As possibilidades para o financiamento de uma política nacional de transporte gratuito poderiam incluir, segundo argumentaram professores da UnB, no ano passado, a substituição do sistema de vale-transporte por um outro tipo de financiamento inicialmente de empresas privadas e públicas que tenham a partir de dez funcionários.

    A estimativa do grupo de pesquisa é de que  81,5% dos estabelecimentos estariam isentos da contribuição. “A gente tem como fazer um programa de tarifa zero sem onerar o orçamento da União”, diz Trindade.

     

    Tarifa zero no transporte poderia ser novo Bolsa Família, diz estudo

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  • Moraes diz que lei da dosimetria ainda não está em vigor e rejeita redução de pena para 'Débora do Batom'

    Moraes diz que lei da dosimetria ainda não está em vigor e rejeita redução de pena para 'Débora do Batom'

    Os advogados da mulher conhecida como Débora do Batom embasou o pleito com a derrubada pelo Congresso Nacional de veto presidencial do projeto de lei da dosimetria, dada na última quinta (30)

    (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou que a lei que reduz as penalidades dos condenados pelos atos do 8 de Janeiro ainda não está em vigor e rejeitou nesta segunda-feira (6) o pedido da defesa da cabeleireira Débora Rodrigues, por redução de pena.

    Os advogados da mulher conhecida como Débora do Batom embasou o pleito com a derrubada pelo Congresso Nacional de veto presidencial do projeto de lei da dosimetria, dada na última quinta (30).

    Na decisão, o relator afirmou que a medida ainda não foi formalizada. Dessa forma, a redução das penas ainda não estaria em vigor.

    “O Congresso Nacional, em sessão realizada em 30/4/2026, derrubou o veto da Presidência da República (VET 3/2026), ressalvados dispositivos prejudicados, ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023), não tendo ocorrido, até o momento, nem a promulgação, tampouco a publicação do diploma normativo, que, portanto, não está em vigor”, disse Moraes.

    O Congresso Nacional derrubou na quinta-feira (30) o veto integral do presidente Lula (PT) ao PL.

    A partir disso, os trechos correspondentes são encaminhados à promulgação pelo presidente da República em até 48 horas. Em caso de omissão, o Legislativo promulga a lei. Até o momento, o material segue no Parlamento e ainda não foi enviado ao Planalto.

    A cabeleireira participou dos ataques de 8/1 e ficou conhecida pela pichação de batom em uma estátua diante do STF, com a frase “perdeu, mané”. Ela foi condenada a 14 anos de prisão pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano ao patrimônio tombado, dano qualificado com violência e associação criminosa armada.

    Débora está cumprindo a pena em prisão domiciliar desde o ano passado. Os advogados também queriam a liberdade da cabeleireira.

    O texto aprovado diz que as penas pelos crimes de tentativa de golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito não devem ser aplicadas de forma cumulativa quando inseridas no mesmo contexto. Valerá a pena mais grave ou, se iguais, uma delas, aumentada de um sexto até a metade.

    O projeto prevê ainda redução de pena de um a dois terços para os crimes de tentativa de golpe ou abolição quando eles tiverem sido praticados em multidão, desde que o agente não tenha praticado ato de financiamento ou exercido papel de liderança.

    Além disso, o texto permite que os condenados pelo 8 de Janeiro tenham progressão de regime depois de um sexto da pena cumprida. Pelas regras anteriores, a progressão viria depois de um quarto da pena cumprida.
    Os benefícios previstos com as mudanças não são automáticos, dependendo de as defesas solicitá-los à Justiça.

    Moraes diz que lei da dosimetria ainda não está em vigor e rejeita redução de pena para 'Débora do Batom'

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  • Durigan defende Desenrola e nega que estímulos do governo Lula causem juros altos

    Durigan defende Desenrola e nega que estímulos do governo Lula causem juros altos

    Ministro da Fazenda afirma que juros altos estão ligados à inflação global e não ao gasto público; ele defende programas como o Desenrola e medidas fiscais para estimular a economia, além de descartar uso de recursos públicos para socorrer bancos sem risco sistêmico.

    (FOLHAPRESS) – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, negou que exista um excesso de estímulo fiscal na economia por parte do governo Lula e defendeu o uso de políticas públicas como a segunda edição do Desenrola e a aplicação de benefícios e subsídios setoriais para corrigir desarranjos econômicos.

    “Não acho que o fiscal seja a razão do juros altos no país. A gente teve corte de juros em 2023, quando a gente teve um resultado primário pior do que 2024 e 2025. Ainda que naqueles anos o resultado não tenha sido superávit, foi um déficit muito pequeno, houve uma melhora gradual do fiscal. Isso é indisputável”, disse o ministro em participação no programa Roda Viva, nesta segunda-feira (4).

    Como mostrou a Folha de. S.Paulo, a possibilidade de o governo Lula (PT) acelerar no pacote de bondades em ano eleitoral acendeu o alerta para o risco de que as medidas atrapalhem a política de juros e de combate à inflação do Banco Central.

    Para Durigan, o problema principal para uma redução mais acelerada da Selic é a pressão inflacionária decorrente da guerra no Irã. Ele defendeu, no entanto, que o Brasil não deve ser “sócio da guerra” e que o uso das políticas fiscais não deva ser baseado no desenrolar do conflito.

    O ministro citou como exemplo de políticas localizadas a crise das chuvas no Rio Grande do Sul e a guerra comercial aplicada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, contra o Brasil. Em sua visão, as medidas foram adotadas para evitar uma crise mais profunda entre os setores diretamente afetados.

    “Não estamos em um cenário de paraíso fiscal, no sentido de que está tudo bem. Tem vários desafios pela frente, mas o que a gente fez nesses últimos tempos foi um grande esforço de 2% do PIB”, disse o ministro sobre a adoção de políticas econômicas para evitar o congelamento da economia.

    Para Durigan, não existe “bala de prata” na solução dos gastos públicos, porém é necessário seguir com as políticas para melhorar a vida da população e evitar que o país volte ao mapa da fome. Em sua visão, o aumento da dívida federal é explicado, em parte, pelos juros altos.

    Durigan também disse esperar que os efeitos do novo Desenrola sejam sentidos em conjunto com a queda da taxa de juros, como aconteceu com os meses seguintes ao lançamento da primeira fase do programa, em 2023.

    Segundo o ministro, a retomada da alta dos juros em meados de 2024 contribuiu para o novo avanço da inadimplência.

    O ministro explicou que o governo aprendeu com erros da primeira versão do programa e facilitou o acesso à plataforma de renegociação, incluindo a possibilidade de os bancos procurarem diretamente os devedores.

    Outro aperfeiçoamento citado por ele foi a possibilidade de bloquear o gasto daquela pessoa com as casas de apostas após a adesão ao programa.

    O ministro também indicou seu desejo de que a rejeição ao nome de Jorge Messias como ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) não influencie a pauta econômica no Congresso Nacional. Ele afirmou que seu compromisso é tratar das questões econômicas para o futuro do país, sem a aprovação de pautas-bombas.

    O chefe da Fazenda classificou o caso Master como grave e defendeu a punição dos envolvidos. Em sua visão, a responsabilidade principal é da gestão do ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que foi quem permitiu e autorizou a operação do Banco Master por Daniel Vorcaro.

    “A responsabilidade é de quem acompanhou esse processo no Banco Central, da autorização até as últimas aquisições de banco, de 2019 a 2024, que foi na gestão do Banco Central anterior, a responsabilidade primordial pode ter outras”, pontuou Durigan.

    O ministro disse que não é atribuição do governo federal salvar o BRB (Banco de Brasília) e que este é um problema do governo do Distrito Federal. O banco estadual busca soluções para evitar sua liquidação após uma série de operações com o Banco Master que geraram um rombo de pelo menos R$ 12 bilhões.

    Durigan defendeu que o governo só entre nas conversas por uma resolução dos problemas do BRB quando houver risco sistêmico apontado pelo Banco Central. Para ele, não é possível usar dinheiro público para salvar um banco que fez negócios sem explicação.

    “O BRB fez operações que quebraram o banco. A responsabilidade é do GDF. Se não tiver risco sistêmico, existem os mecanismos para lidar com isso e não tem que se falar em intervenção especial e ajuda do Tesouro.”

    Durigan também comentou sobre os problemas financeiros dos Correios, que deve chegar a um rombo de R$ 10 bilhões neste ano. Ele defendeu que é necessário encontrar uma solução para estancar a crise no serviço postal brasileiro e afirmou que não é contra algum tipo de “flexibilização” da companhia, como a criação de uma joint venture ou de parcerias com o setor privado, por exemplo.

    Durigan defende Desenrola e nega que estímulos do governo Lula causem juros altos

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