Autor: REDAÇÃO

  • Campeã do BBB 23, Amanda Meirelles vai apresentar programa de saúde na Record News

    Campeã do BBB 23, Amanda Meirelles vai apresentar programa de saúde na Record News

    A proposta do Fala Doutor é ampliar o acesso a informações sobre saúde e bem-estar em linguagem acessível. O formato prevê entrevistas com especialistas de diferentes áreas, abordando temas atuais, dúvidas recorrentes e questões relacionadas à qualidade de vida, sempre com base técnica.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A médica e vencedora do BBB 23, Amanda Meirelles, vai apresentar um novo programa de saúde na Record News. Intitulada Fala Doutor, a atração estreia em 10 de maio e será exibida aos domingos, das 8h30 às 9h.

    A proposta do Fala Doutor é ampliar o acesso a informações sobre saúde e bem-estar em linguagem acessível. O formato prevê entrevistas com especialistas de diferentes áreas, abordando temas atuais, dúvidas recorrentes e questões relacionadas à qualidade de vida, sempre com base técnica.

    “Receber o convite para apresentar o programa foi muito especial para mim. Eu sempre gostei de comunicação, e poder fazer isso falando de saúde, que é a minha área, faz ainda mais sentido. A minha expectativa é que o Fala Doutor ajude as pessoas, trazendo informação clara e de fontes seguras”, afirmou Amanda, em comunicado.

    A emissora confirmou à reportagem a chegada de Amanda Meirelles ao grupo e informou que Fala Doutor é uma atração de horário locado -ou seja, o espaço na grade foi comprado.

    Não é a primeira incursão da ex-BBB na televisão. Após deixar o reality, ela integrou o Encontro com Patrícia Poeta, com um quadro voltado a temas semelhantes. À época, a participação de Amanda foi alvo de críticas de parte do público, sobretudo em relação à sua desenvoltura diante das câmeras, e acabou sendo encerrada pouco tempo depois.

    Campeã do BBB 23, Amanda Meirelles vai apresentar programa de saúde na Record News

  • 'Misógino arrogante da extrema direita', diz Gleisi sobre conselheiro de Trump que criticou brasileiras

    'Misógino arrogante da extrema direita', diz Gleisi sobre conselheiro de Trump que criticou brasileiras

    Em entrevista a uma rede italiana, o conselheiro também se referiu às brasileiras como “putas” e “raça maldita”. Nas redes, Gleisi chamou o conselheiro de “misógino arrogante da extrema direita”.

    MARIANA BRASIL
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A ex-ministra e pré-candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann (PT), rebateu nesta sexta-feira (24) a fala do enviado especial para assuntos globais no governo de Donald Trump, Paolo Zampolli, de que mulheres brasileiras são “programadas para causar confusão.”

    Em entrevista a uma rede italiana, o conselheiro também se referiu às brasileiras como “putas” e “raça maldita”. Nas redes, Gleisi chamou o conselheiro de “misógino arrogante da extrema direita”.

    “Esse Paolo Zampolli, enviado especial do Donald Trump para assuntos globais, é o tipo de misógino arrogante da extrema direita. Quem cria confusão e guerras que afetam o mundo inteiro é o chefe dele. Respeite as mulheres, respeite as brasileiras! No Brasil você não é bem-vindo!”, escreveu a ex-chefe da articulação política do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “As mulheres brasileiras causam confusão com todo mundo, certo? Não é que essa foi a primeira”, disse ele na entrevista à rede italiana RAI e em referência à sua ex-mulher, a ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por quase 20 anos.

    O repórter italiano questionou se esta seria uma “questão genética” das brasileiras. Zampolli respondeu que não e afirmou que as “mulheres brasileiras são programadas”.

    “Para extorquir?”, questiona o jornalista. “Não, para causar confusão”, respondeu ele.

    Em nota, o Ministério das Mulheres também se manifestou contra a declaração de Zampolli, afirmando que as falas do funcionário do governo americano reforçam discursos de ódio.

    “O Ministério das Mulheres repudia veementemente a declaração ofensiva proferida pelo assessor especial do governo dos Estados Unidos, Paolo Zampolli, contra meninas e mulheres brasileiras. O assessor fez afirmações que reforçam um discurso de ódio e desvalorizam as mulheres do país, em afronta à dignidade e ao respeito.”

    “A misoginia não constitui opinião. Trata-se de manifestação de ódio, aversão e incitação à violência, configurando prática criminosa”, diz ainda a nota. “Nesse sentido, o ministério ressalta que o ódio contra meninas e mulheres não pode ser relativizado sob o argumento da liberdade de expressão.”

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  • Quando atores morrem nas filmagens: Conheça os substitutos

    Quando atores morrem nas filmagens: Conheça os substitutos

    De sucessos de bilheteria inacabados a papéis icônicos que tiveram de ser reformulados

    A morte de um ator no meio da produção ou entre sequências de uma franquia coloca os diretores diante de uma escolha difícil: reescrever, recriar digitalmente ou reescalar. Algumas substituições honraram perfeitamente as atuações originais, enquanto outras dividiram os fãs. De figuras lendárias como James Dean e Richard Harris a dubladores de personagens animados adorados, essas mudanças revelam o quão frágeis, porém duradouros, os legados cinematográficos podem ser.

    Clique para ver os atores que foram escalados após o falecimento dos intérpretes originais.

    Quando atores morrem nas filmagens: Conheça os substitutos

  • Aneel define que maio terá bandeira tarifária amarela

    Aneel define que maio terá bandeira tarifária amarela

    Segundo a Aneel, a decisão foi tomada devido à redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. 

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou hoje (24) que a bandeira tarifária em maio será amarela, com um acréscimo nas contas de luz para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

    Segundo a Aneel, a decisão foi tomada devido à redução de chuvas na transição do período chuvoso para o seco, o que leva a uma geração hidrelétrica menor e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. 

    Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos”, explicou a agência reguladora.

     

    A conta de luz está com bandeira verde, sem acréscimo, desde janeiro, definida devido às condições favoráveis de geração de energia, com os reservatórios das usinas hidrelétricas em níveis satisfatórios. 

    Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. 

    Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

    A cada mês, as condições de operação do sistema de geração de energia elétrica são reavaliadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS),  que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda e traça uma previsão de custos a serem cobertos pelas bandeiras. 

    As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta tem acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido.

    Os valores cobrados são os seguintes: 

    bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumido; bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido; bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com acréscimo na tarifa de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido. 

    Aneel define que maio terá bandeira tarifária amarela

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  • Campeã do BBB 26, Ana Paula Renault se emociona ao encontrar Xuxa após o reality

    Campeã do BBB 26, Ana Paula Renault se emociona ao encontrar Xuxa após o reality

    Em entrevista ao Fantástico, que vai ao ar no domingo (26), a campeã se comove ao encontrar Xuxa Meneghel pela primeira vez após o reality.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A vitória de Ana Paula Renault no BBB 26 (Globo) ganhou contornos ainda mais emocionais fora da casa mais vigiada do Brasil. Em entrevista ao Fantástico, que vai ao ar no domingo (26), a campeã se comove ao encontrar Xuxa Meneghel pela primeira vez após o reality.

    O reencontro carrega um peso simbólico. Nos últimos dias de confinamento, Ana Paula perdeu o pai, Gerardo Renault, e viveu o dilema de deixar ou não o programa. Durante a reta final, ela chegou a citar um episódio envolvendo Xuxa para reunir forças em meio ao luto. “Eu acho que eu assisti quando o pai dela morreu. Isso me marcou”, disse, ainda na casa. Em seguida, completou: “A Xuxa nunca teve medo de ser ela. Ela apresentou o programa e disse que tinha que ir mesmo… É muito forte”.

    Sensibilizada, Xuxa respondeu publicamente e manifestou o desejo de abraçar a jornalista. “Ana, eu queria te dar um abraço de coração com coração”, afirmou a apresentadora nas redes sociais.

    O momento, enfim, acontece na entrevista. Em trecho divulgado do encontro na casa da apresentadora no Rio, Xuxa explica o gesto: “O que eu mais queria receber em alguns momentos da minha vida não eram palavras, e sim abraços. Quando te vi lá, eu queria muito te dar esse abraço”.

    Campeã do BBB 26, Ana Paula Renault se emociona ao encontrar Xuxa após o reality

  • Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1

    Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1

    A CCJ só analisa se os textos estão aderentes à Constituição Federal. O mérito caberá à comissão especial.

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), publicou nesta sexta-feira (24) ato criando a comissão especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 que trata da redução da jornada de trabalho no país. O texto teve a admissibilidade aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quarta-feira (22).

    A CCJ só analisa se os textos estão aderentes à Constituição Federal. O mérito caberá à comissão especial.

    A comissão será composta de 37 membros titulares e de igual número de suplentes. Pelo regimento, o colegiado terá o prazo de até 40 sessões para proferir seu parecer.

    Os membros analisarão duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 36 horas semanais. A transição se daria ao longo de dez anos.

    A outra proposta apensada (PEC 8/25), da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho por semana, com limite de 36 horas no período.

    Na prática, as PECs acabam com a escala de seis dias de trabalho por um de descanso (6×1). Se aprovadas na comissão especial, irão depois para votação no plenário.

    As duas propostas ganharam força com o movimento “Vida Além do Trabalho”, que busca o fim da escala 6×1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos trabalhadores. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação simbólica.

    Quando a PEC for à votação no plenário, será exigido um quórum de três quintos dos votos dos deputados, o que corresponde a 308 parlamentares, em dois turnos.

    Proposta do governo

    Como essa tramitação pode se estender por meses e diante da tentativa da oposição de barrar a PEC, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, enviou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.

    O PL com urgência precisa ser votado em até 45 dias ou tranca a pauta do plenário da Câmara.

    Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1

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  • Tribunal barra ordem de Trump que restringia pedidos de asilo na fronteira

    Tribunal barra ordem de Trump que restringia pedidos de asilo na fronteira

    Painel dividido de três juízes da Corte de Apelações do Circuito do Distrito de Columbia, em Washington, decidiu nesta sexta-feira (24) que a lei migratória não autoriza a medida de Trump. A informação foi publicada pela CBS News.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Um tribunal federal de apelações dos Estados Unidos bloqueou uma medida do presidente Donald Trump que suspendia pedidos de asilo para migrantes que cruzassem ilegalmente a fronteira com o México.

    Painel dividido de três juízes da Corte de Apelações do Circuito do Distrito de Columbia, em Washington, decidiu nesta sexta-feira (24) que a lei migratória não autoriza a medida de Trump. A informação foi publicada pela CBS News.

    A maioria entendeu que o presidente não pode criar novos procedimentos de remoção sumária nem suspender o direito de pedir asilo previsto em lei federal. “Concluímos que o texto, a estrutura e a história da Lei de Imigração e Nacionalidade deixam claro que, ao fornecer poder para suspender a entrada por proclamação presidencial, o Congresso não pretendeu conceder ao Executivo a ampla autoridade de remoção que ele afirma ter”, escreveu a juíza J. Michelle Childs.

    Childs também afirmou que a proclamação e a orientação do governo violam regras existentes ao contornar os ritos de deportação previstos na legislação. “A Proclamação e a Orientação são, portanto, ilegais na medida em que contornam os procedimentos de remoção da INA (sigla em inglês, Lei de Imigração e Nacionalidade) e deixam de lado leis federais que garantem às pessoas o direito de solicitar e ter seu pedido de asilo analisado, ou de obter proteção contra remoção”, acrescentou.

    O juiz Justin Walker concordou que o Executivo não pode retirar de migrantes o acesso a procedimentos que os protegem de voltar a países onde poderiam ser perseguidos ou torturados, mas divergiu em parte. Ele disse que estaria dentro da discricionariedade do presidente negar todos os pedidos de asilo, segundo o relato da CBS News.

    Para a ACLU, que contestou a política na Justiça, a decisão pode evitar que pessoas em risco sejam devolvidas sem análise do caso. “[A decisão] pode potencialmente salvar a vida de milhares de pessoas que fogem de grave perigo e que foram privadas até mesmo de uma audiência sob a proibição horrível de asilo do governo Trump”, disse o advogado Lee Gelernt, em comunicado.

    O QUE A DECISÃO IMPEDE E QUAIS OS PRÓXIMOS PASSOS

    A decisão afirma que a lei não permite remoções por procedimentos criados pelo governo e nem a suspensão do direito de pedir asilo. “A INA não permite que o presidente remova os autores da ação por procedimentos sumários de remoção criados por ele. Também não permite que o Executivo suspenda o direito de solicitar asilo, negue acesso à proteção contra remoção prevista na INA ou reduza procedimentos obrigatórios para avaliar pedidos ligados à Convenção contra a Tortura”, escreveu Childs.

    Segundo a maioria, barrar pedidos de asilo de pessoas já em território americano conflita com a própria lei. “Ao contrário, impedir que estrangeiros que estão fisicamente presentes nos Estados Unidos solicitem asilo e, se demonstrarem por lei que são elegíveis, tenham seus pedidos considerados, não é compatível com o estatuto”, afirmou a juíza.

    Childs disse que mudanças nesse sistema precisam passar pelo Congresso, e não por ato do Executivo. “Se o governo quiser modificar esse sistema cuidadosamente estruturado e complexo, precisa apresentar esses argumentos ao único poder capaz de alterar a INA: o Congresso”, escreveu.

    O governo Trump ainda pode pedir que o caso seja reavaliado pelo plenário do próprio tribunal ou recorrer à Suprema Corte. A disputa é uma de várias frentes judiciais que atingem a agenda migratória de Trump no segundo mandato, que inclui a promessa de deportações em massa.

    O processo começou em fevereiro de 2025, quando entidades de defesa de imigrantes acionaram a Justiça contra a tentativa de fechar a via do asilo na fronteira. Em julho, o juiz federal Randolph Moss certificou uma ação coletiva e concluiu que nem a lei migratória nem a Constituição dão ao presidente a “autoridade abrangente” alegada na proclamação, conforme a CBS News.

    Tribunal barra ordem de Trump que restringia pedidos de asilo na fronteira

  • Para 'ficar mais ágil', Nike anuncia corte de 1.400 postos de trabalho

    Para 'ficar mais ágil', Nike anuncia corte de 1.400 postos de trabalho

    O corte atinge a equipe de Operações Globais e representa pouco menos de 2% do quadro total da empresa. A Nike informou que as demissões vão alcançar funcionários na América do Norte, na Ásia e na Europa. As notificações começaram nesta quinta-feira (23).

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Nike anunciou que vai demitir cerca de 1.400 pessoas, com foco na área de tecnologia, como parte de uma nova etapa de reestruturação, de acordo com a CNBC e a Fox Business.

    O corte atinge a equipe de Operações Globais e representa pouco menos de 2% do quadro total da empresa. A Nike informou que as demissões vão alcançar funcionários na América do Norte, na Ásia e na Europa. As notificações começaram nesta quinta-feira (23).

    A empresa diz que a medida faz parte da estratégia de retomada chamada “Win Now”. Em nota à CNBC, o diretor de operações, Venkatesh Alagirisamy, afirmou: “No total, essas mudanças vão resultar em uma redução de aproximadamente 1.400 funções em operações globais, com a maioria em tecnologia”.

    Alagirisamy reconheceu o impacto interno do anúncio. “Essas reduções são muito difíceis para os colegas diretamente afetados e também para as equipes ao redor”, escreveu, em nota à CNBC.

    A empresa afirma que o objetivo é simplificar a operação e reagir mais rápido ao mercado. Em memorando à Fox Business, Alagirisamy disse que a mate da companhia é ficar mais ágil: “Essas mudanças têm o objetivo de tornar a empresa menos complexa e mais responsiva”.

    A Nike também pretende centralizar operações de tecnologia em dois polos. Segundo a Fox Business, os hubs ficam em Beaverton, no Estado do Oregon, e no Nike India Technology Center.

    OUTRAS RODADAS DE CORTES E AJUSTES RECENTES

    Este é mais um corte em uma sequência de ajustes anunciados pela companhia nos últimos meses. Em janeiro, a Nike já havia informado a eliminação de 775 vagas, principalmente em centros de distribuição nos EUA, em um movimento ligado ao aumento do uso de automação.

    O CEO Elliott Hill tenta reverter a queda nas vendas e acelerar lançamentos. No balanço do terceiro trimestre fiscal divulgado no mês passado, a Nike alertou que as vendas devem continuar caindo no restante do ano e projetou recuo de cerca de 20% na China no trimestre atual.

    O QUE FOI DIFERENTE NA REESTRUTURAÇÃO DO ANO PASSADO

    Em fevereiro de 2024, a Nike anunciou um plano para reduzir a força de trabalho em cerca de 2%, o que equivalia a mais de 1.600 empregos. A medida foi apresentada como uma forma de cortar despesas em meio a pressões de demanda, segundo a Reuters.

    Meses depois, em agosto de 2025, a empresa também falou em reduzir menos de 1% do quadro corporativo. Na ocasião, a Nike disse que buscava reorganizar equipes e recolocar o esporte no centro da estrutura, ainda sob a liderança de Hill, de acordo com a Reuters.

    Agora, a companhia diz que o foco é acelerar a execução do que já vinha sendo feito, sobretudo em tecnologia e cadeia de suprimentos. À medida que olhamos para frente, isso significa simplificar partes de como operamos, usar automação mais avançada quando isso ajuda a trabalhar melhor e construir uma base ainda mais forte de ponta a ponta para o crescimento futuro”, afirmou Alagirisamy à Fox Business.

    Para 'ficar mais ágil', Nike anuncia corte de 1.400 postos de trabalho

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  • Petro faz 1ª visita de um chefe de Estado à Venezuela após queda de Maduro

    Petro faz 1ª visita de um chefe de Estado à Venezuela após queda de Maduro

    A ida de Petro trata-se da primeira visita oficial de um chefe de Estado à Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro. Petro, que era um aliado de Maduro, condenou as operações militares em território venezuelano e classificou inicialmente a captura como um sequestro.

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, chegou nesta sexta-feira (24) à Venezuela para um encontro bilateral com a líder do regime, Delcy Rodríguez. O foco previsto do encontro é segurança fronteiriça e cooperação energética. Os dois se reuniram no Palácio de Miraflores, sede do regime, em Caracas.

    A ida de Petro trata-se da primeira visita oficial de um chefe de Estado à Venezuela após a captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, em janeiro. Petro, que era um aliado de Maduro, condenou as operações militares em território venezuelano e classificou inicialmente a captura como um sequestro.

    Tutelada pela Casa Branca, Delcy retomou as relações diplomáticas com Washington e tem impulsionado reformas com o objetivo de facilitar o investimento privado e estrangeiro em petróleo, gás e mineração. Colômbia e Venezuela têm projetos pendentes de venda de gás e de interconexão elétrica.

    O presidente colombiano e a delegação que o acompanha foram recebidos pelo chanceler venezuelano, Yván Gil. Uma reunião anterior entre Petro e Delcy estava prevista para meados de março no lado colombiano da fronteira, mas foi cancelada de última hora por alegados motivos de segurança. Pouco depois, uma delegação de alto nível da Colômbia viajou a Caracas.

    Petro, primeiro presidente de esquerda da Colômbia, visitou a Venezuela pela última vez em abril de 2024. Os países compartilham uma porosa fronteira de 2.200 km onde grupos armados competem pelo controle dos lucros do narcotráfico, da mineração ilegal e do contrabando de mercadorias e pessoas.

    Durante a viagem do presidente colombiano, seu país viveu mais um dia de violência política. A explosão de um possível carro-bomba atingiu o entorno de um batalhão na cidade de Cali. Informações preliminares falam em um ferido.

    O atentado ocorre há um mês das eleições presidenciais no país, quando o sucessor de Petro será escolhido. O candidato da esquerda, Iván Cepeda lidera as intenções de voto para o primeiro turno nas pesquisas mais recentes, seguido do direitista Abelardo de la Espriella.

    Petro faz 1ª visita de um chefe de Estado à Venezuela após queda de Maduro

  • Mãe de Wagner Moura encanta americanos em festa da revista Time

    Mãe de Wagner Moura encanta americanos em festa da revista Time

    Enquanto Wagner falava sobre sua trajetória, ela foi chamada para comentar as origens do filho e acabou virando o centro das atenções. O apresentador Terrence J entrou na brincadeira e perguntou se ela aceitaria ser sua “mãe” por uma noite. Bem-humorada, Alderiva topou na hora.

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Na família de Wagner Moura, o talento parece vir de berço -mas, segundo quem convive de perto, há quem diga que a verdadeira estrela não é exatamente o ator premiado no mundo afora, e sim a mãe dele, Alderiva Moura. Ela brilhou em um evento da revista Time, nesta quinta-feira (23), ao conquistar um jornalista durante uma entrevista que rapidamente viralizou nas redes sociais.

    Enquanto Wagner falava sobre sua trajetória, ela foi chamada para comentar as origens do filho e acabou virando o centro das atenções. O apresentador Terrence J entrou na brincadeira e perguntou se ela aceitaria ser sua “mãe” por uma noite. Bem-humorada, Alderiva topou na hora.

    A conversa seguiu leve, com o jornalista querendo saber mais sobre o Brasil e ela não perdeu tempo ao prometer preparar um típico vatapá caso ele visite o país. Wagner Moura foi foi incluído na lista das cem personalidades mais influentes do mundo, em ranking publicado anualmente pela Time. Ele também estampou uma das capas da tradicional revista americana.

    Entre risos, o ator de “O Agente Secreto” ainda tentou explicar a receita do prato, sendo prontamente ajudado pela mãe, que completou os ingredientes. O ator aproveitou o momento para destacar a importância da cultura brasileira em sua formação pessoal e artística.

    Ao final, o jornalista se despediu agradecendo a entrevista e, mantendo a brincadeira, voltou a chamar Alderiva de “mãe”, reforçando o carisma que fez dela, sem esforço, a verdadeira estrela da noite.

    Mãe de Wagner Moura encanta americanos em festa da revista Time