Autor: REDAÇÃO

  • Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

    Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

    Damares Alves, Eduardo Girão, Márcio Bittar e Izalci Lucas fizeram uma visita ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e publicaram vídeo nas redes sociais

    Nesta segunda-feira (17), os senadores Damares Alves, Eduardo Girão, Márcio Bittar e Izalci Lucas visitaram o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para conhecer a estrutura do presídio que pode receber o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que fariam uma ‘visita técnica’ ao local.

    O perfil do senador Eduardo Girão no X (ex-Twitter) publicou um vídeo do momento da visita ao presídio, no qual os parlamentares alegam que tentam verificar se o local tem estrutura adequada para receber presos condenados pela tentativa de golpe. “Na tarde de hoje, realizamos uma visita técnica na Papuda, representando a Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, para verificar as instalações do complexo penitenciário para onde pretendem enviar o Presidente Bolsonaro”, disse.

    No vídeo, os senadores citam os problemas de saúde de Bolsonaro e contestam a possibilidade do ex-presidente ser levado para a Papuda para cumprir pena. “Aqui não seria o local adequado. Deveria ficar na prisão domiciliar”, disse Izalci Lucas. Damares Alves citou ainda outros presos doentes, com mais de 80 anos, que estão cumprindo pena no presídio, mas não citou nenhuma iniciativa para o cuidado destes outros detentos. Apenas sinalizou a preocupação com a saúde do ex-presidente.

    Nas redes sociais, a iniciativa não caiu bem e os senadores foram duramente criticados pela postura, uma vez que sempre criticaram Direitos Humanos e nunca discuram ou apresentaram pautas para debater o sistema prisional. “Isso é um vexame! Há milhares de presos que ainda nem foram condenados, nem receberam uma sentença e estão presos em lugares horríveis. O outro que foi condenado precisa de atenção e piedade?”, “O que me impressiona é que essa galera não teve esse mesmo cuidado com as pessoas que sofreram durante a pandemia. Ninguém visitou um único hospital. Nem o próprio Bolsonaro, que enquanto as pessoas estavam morrendo, ele tava ocupado demais andando de jetski”, “Vocês passam anos a fio debochando dos Direitos humanos, como é mesmo? Direito dos manos. E só agora as portas de Bolsonaro ser preso, é que tem valor? E presos, cancerosos, tuberculosos, doentes renais crônicos, aidéticos, quando foi que vocês lutaram por direitos humanos?” e “Que cagada, hein Senador? Podia pelo menos ter ido ver mas ficar quieto. Esse vídeo pegou muito mal”, foram alguns comentários.

    Vale destacar que a publicação teve mais comentários com críticas dos seguidores dos senadores do que com ‘likes’.

     

    Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

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  • Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

    Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

    Trump decidiu ofender um jornalista que o questionou sobre a liberação dos arquivos de Jeffrey Epstein, no qual o presidente norte-americano é citado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Em meio a discussão sobre a liberação dos arquivos de Jeffrey Epstein pela Câmara dos Estados Unidos, Donald Trump falou mais uma vez sobre o caso.

    Trump não gostou da pergunta sobre o caso Epstein e chamou o repórter de “péssimo”. Isso aconteceu em uma entrevista para jornalistas na Casa Branca, durante visita do príncipe saudita Bin Salman.

    Presidente foi questionado sobre o que espera sobre a divulgação dos arquivos de Epstein. Ele se irritou com a pergunta e continuou disparando contra o repórter da ABC News: “Eu acho que você é um repórter péssimo (…) pergunta terrível, pessoa terrível”, concluiu

    Republicano se defendeu dizendo não ter relação com o caso. Ele acredita que a discussão sobre os arquivos de Epstein seja uma “farsa democrática”.

    “Eu não tenho nada a ver com Jeffrey Epstein. Eu o joguei fora do meu clube há muitos anos, porque eu pensei que ele era um pervertido doente. Mas acho que me acahei certo”, disse Donald Trump.

    Trump foi ligado a Epstein após seu nome aparecer em e-mails recentemente divulgados. Apesar disso, ele nega ter conexão com os crimes sexuais cometidos.

    Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

  • Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

    Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

    Investidores analisam efeitos da liquidação do banco de Daniel Vorcaro, preso nesta terça, no setor; no câmbio, preocupação é saber se o Fed fará um novo corte na taxa de juros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa brasileira está em queda nesta terça-feira (18), tendo como pano de fundo a liquidação do Banco Master e a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição.

    O caso afeta as negociações no setor bancário. O mercado teme que os maiores bancos do país precisem desembolsar recursos volumosos para cobrir as perdas do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) com indenizações a investidores do Banco Master.

    Às 15h05, o índice caía 0,16%, a 156.741 pontos. O dólar, no mesmo horário, recuava 0,19%, a R$ 5,321, movido pela cautela dos operadores em relação ao futuro dos juros nos Estados Unidos.

    A prisão de Daniel Vorcaro pegou o mercado de surpresa nesta terça. O banqueiro se preparava para embarcar em um voo particular quando foi detido no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, pela Polícia Federal.

    Segundo integrantes da corporação que acompanham o caso, havia uma suspeita de que Vorcaro pudesse deixar o país para evitar a prisão. Os advogados dele, por outro lado, afirmam que o banqueiro estava a caminho de Dubai para assinar o contrato de venda do Banco Master para investidores sauditas. Na véspera, a Fictor Holding Financeira havia anunciado uma oferta de compra do banco.

    A prisão faz parte da Operação Compliance Zero, que investiga uma fraude estimada em R$ 12 bilhões e da qual o Master teria envolvimento. Augusto Lima, sócio de Vorcaro, também foi detido.

    O BC (Banco Central), na esteira da prisão, anunciou a liquidação do Banco Master, no que deve representar a maior operação de resgate do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) da história. O Fundo, uma espécie de “colchão” de segurança para casos de falência de instituições financeiras, precisará honrar entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões em depósitos.

    A avaliação é que o caso não traz risco para o sistema financeiro, uma vez que o FGC tem mais de R$ 120 bilhões em caixa. No entanto, é possível que bancos precisem fazer contribuições adicionais ao órgão para manter sua liquidez. O FGC deve elevar a alíquota de contribuição e pedir a antecipação de cinco anos de pagamentos às instituições.

    Grandes bancos, que têm tradicionalmente mais depósitos, terão algumas semanas para transferir os recursos bilionários para o FGC.

    Parte dessa operação já era um risco anunciado para o setor, afirma Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos. “O risco iminente de solvência já estava sendo alertado há muito tempo.”

    Mesmo assim, o setor bancário na Bolsa sofre os efeitos da operação. Liderando as quedas, Banco do Brasil recuava 1,96%, seguido pelas ações preferenciais e ordinárias do Bradesco, com perdas de 0,67% e 0,49%, respectivamente. Itaú perdia 0,3%; Santander, 0,21%.

    “A reação reflete o receio de que o FGC vai exigir contribuições extras para recompor o patrimônio”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. “Apesar da volatilidade imediata e do impacto no Ibovespa, a leitura é de que o evento não contamina os fundamentos do sistema financeiro nacional e nem gera risco sistêmico, tratando-se de um ajuste pontual, ainda que oneroso, às regras e ao saldo do FGC por parte das principais instituições financeiras.”

    Para o mercado cambial, o caso Master pouco faz preço. Os investidores estão atentos ao cenário externo, sobretudo a sinalizações sobre a trajetória dos juros dos Estados Unidos.

    A continuidade do ciclo de cortes foi colocada em dúvida na última semana. Uma série de declarações de autoridades do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) aponta que, para a próxima reunião de política monetária, não há consenso sobre uma nova redução nos juros.

    Na segunda, o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, afirmou que o banco central precisa “proceder lentamente” com quaisquer outros cortes nas taxas de juros diante dos efeitos sobre o processo inflacionário.

    “A postura atual da política monetária ainda é um pouco restritiva, mas nós a aproximamos de seu nível neutro, que não restringe nem estimula a economia”, disse Jefferson. “A evolução do equilíbrio de riscos ressalta a necessidade de prosseguirmos lentamente à medida que nos aproximamos da taxa neutra.”

    A cautela de Jefferson espelha a de Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, e a de Neel Kashkari, presidente do Fed de Minneapolis. Enquanto Daly afirma que qualquer decisão sobre o próprimo passo do banco central agora seria “prematura”, Kashkari avalia os sinais da economia como “mistos”.

    As pontuações têm sugerido que os próximos passos do banco central não estão dados. “Longe disso”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, já na entrevista coletiva após o encontro de outubro.

    Operadores agora estão divididos: 40,9% deles apostam em um corte de 0,25 ponto em dezembro, enquanto os 59,1% restantes vêem uma manutenção como mais provável, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

    “Há um mês, 90% dos operadores apostavam em um corte. A perspectiva de reduções mais lentas favorece a rentabilidade dos títulos americanos e ajuda na atração de investimentos externos, o que tende a fortalecer o dólar globalmente”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Nesse sentido, investidores seguem à espera da divulgação de novos dados sobre a economia norte-americana após o fim da paralisação do governo. O destaque será o relatório de empregos payroll, a ser divulgado na quinta-feira. Antes disso, na quarta-feira, sairá a ata do último encontro de política monetária do Fed e o balanço corporativo da Nvidia.

    A fabricante de chips de inteligência artificial inspira cautela nos investidores globais, que temem que o setor de tecnologia esteja com valores de mercado inflados. O risco de uma bolha tem despertado preocupações nos últimos meses e, na última semana, provocou uma liquidação nas principais Bolsas de Valores do mundo.

    Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

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  • Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

    Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

    Primeira Turma do STF julga núcleo acusado de ações táticas, a maior parte ‘kids pretos’; pela primeira vez, ministro defende absolvição de réu e diz faltar provas contra Theophilo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta terça-feira (18) para condenar nove réus do chamado núcleo operacional da trama golpista, que envolve militares acusados de atuar na tentativa de golpe de Estado no fim de 2022, no governo Jair Bolsonaro (PL).

    Ele defendeu, porém, que dois deles respondam apenas por crimes mais leves, de incitação à animosidade contra as Forças Armadas e associação criminosa. Além disso, manifestou-se pela absolvição do general da reserva Estevam Theophilo por falta de provas. É a primeira vez que Moraes se posiciona pela absolvição de um réu da trama golpista.

    A Primeira Turma do STF retomou nesta terça o julgamento dos militares acusados de atuar como o braço operacional da tentativa de golpe.

    Esse núcleo é composto por nove militares e um policial federal. A maior parte dos denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) é composta por oficiais do Exército com formação em forças especiais, os chamados “kids pretos”.

    Moraes votou para condenar por cinco crimes Bernardo Romão Correa Neto (coronel da reserva), Fabrício Moreira de Bastos (coronel), Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel), Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel), Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel), Sérgio Ricardo Cavaliere (tenente-coronel da reserva) e Wladimir Matos Soares (policial federal).

    Eles são acusados de organização criminosa armada, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, deterioração do patrimônio público e dano ao patrimônio tombado.

    Já os que, para Moraes, podem responder por penas mais leves são Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel da reserva) e Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel).

    A PGR já havia entendido que Ronald não participou de reuniões golpistas, mas somente espalhou informações falsas sobre fraudes no processo eleitoral para incitar as Forças Armadas à ruptura democrática.

    No caso de Theophilo, Moraes entendeu que, “em que pesem fortes indícios da participação do réu [na trama golpista]”, não é possível condená-lo a partir das provas produzidas em juízo.

    A principal delas é uma reunião que Theophilo teve com Bolsonaro em 2022, na qual ambos afirmam que não houve apresentação da minuta do golpe ou discussão nesse sentido. Ela seria, segundo eles, apenas para o então presidente “desopilar” suas insatisfações com o processo eleitoral.

    Ao ler o seu voto, Moraes entendeu que os militares tentaram cooptar o Alto Comando do Exército para aderir ao plano de manter Bolsonaro no poder após a derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.

    Segundo o ministro, isso ocorreu na reunião dos militares com formação em Operações Especiais, os “kids pretos”, no fim de novembro de 2022. Na ocasião, eles aproveitaram que o Alto Comando do Exército estava reunido em Brasília para juntar os assistentes dos generais em uma confraternização.

    “De início havia a ideia da cooptação das três armas, mas o comandante da Marinha já demonstrava que havia aderido a essa possibilidade, então se centrou na cooptação do Alto Comando do Exército, e principalmente do comandante-geral do Exército, o general Freire Gomes”, disse Moraes, na leitura do seu voto.

    O ex-chefe da Marinha, almirante Almir Garnier, foi condenado a 24 anos de prisão no julgamento do núcleo central da tentativa de golpe.

    “A ideia era pegar aqueles que tinham muita proximidade [com o Alto Comando]”, disse o ministro sobre a reunião. “Vários núcleos repetiram em sustentações orais e memoriais que ‘os subordinados nas Forças Armadas não exercem influência em relação aos seus comandantes’. Não é verdade”, completou.

    “Eles não exercem poder em relação aos seus comandantes, mas aquele que está trabalhando diariamente e aquele que exerce a função de chefe de gabinete ou de segundo no comando dá as suas opiniões. Aqui, claramente, eles queriam pressionar os seus generais, os seus comandantes, para que eles pressionassem o comandante do Exército, general Freire Gomes”, acrescentou.

    Moraes também votou pela condenação de uma parte dos militares pela participação no grupo clandestino chamado “Copa 2022”. Segundo a PGR, os dois militares, sob codinomes, estavam a postos para neutralizar o ministro do Supremo, mas acabaram abortando a operação, sem o aval do Comando do Exército.

    Depois de Moraes, votam Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino (presidente). A previsão é a análise ser concluída até a manhâ de quarta (19).

    Luiz Fux não participa do julgamento. Único a votar pela absolvição dos réus da trama golpista, ele deixou a Primeira Turma em outubro e não formalizou à presidência do Supremo o desejo manifestado no plenário de manter seu direito a voto nos processos do caso.

    No voto, Moraes exibiu mensagens dos réus para o tenente-coronel Mauro Cid, para demonstrar o que seria um alinhamento desse núcelo com o dos principais condenados pela trama golpista -entre eles, Bolsonaro.

    As mensagens, segundo Moraes, tentavam deslegitimar as eleições e as urnas eletrônicas para fomentar um golpe de Estado. Também falavam sobre a necessidade de manifetações no Congresso e no Supremo com apoio das Forças Armadas.

    “Eles já falavam abertamente em uso de tropas e ida até o Congresso Nacional e STF no dia 11 de novembro, dois meses antes da tentativa de golpe”, disse.

    Na última semana, o plenário ouviu as sustentações orais das partes do processo, incluindo a PGR e as defesas dos dez réus. Cada um teve até uma hora para apresentar seus argumentos -Paulo Gonet teve duas horas.

    No geral, os advogados afirmam que a acusação se baseou em poucos indícios, insuficientes para a condenação, além de desconsiderar provas absolutórias apresentadas pelas defesas nos autos e até mesmo depoimentos de testemunhas e do delator Mauro Cid.

    As defesas de parte dos envolvidos, que não são kids pretos, negaram à Primeira Turma que eles tenham participado do plano de assassinato de Moraes.

    Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

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  • Marido de Luiz Fernando Guimarães lembra internação do ator por alcoolismo

    Marido de Luiz Fernando Guimarães lembra internação do ator por alcoolismo

    Luiz Fernando Guimarães (foto) estava lutando contra o vício do álcool em 2017

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Luiz Fernando Guimarães, 75, passou por um período difícil em 2017, quando foi internado por alcoolismo.

    Em 2017, o ator precisou ser internado contra a própria vontade devido ao consumo excessivo de álcool, episódio lembrado por seu marido, Adriano Medeiros. “Foi a fase mais difícil de todas. Ou entrava forte nessa tentativa, ou eu tomava outro rumo”, relembra Adriano à “Veja Rio”.

    Luiz também afirmou que não cogitava a paternidade. “Não cogitava a paternidade, mas um dia olhei para o Adriano e falei: está faltando algo… Repasso aos meus filhos um conselho que sempre dei a meus amigos: vai no impulso”, afirma Luiz Fernando.

    Medeiros ainda disse que ele e o artista querem inspirar as pessoas com sua história. “Somos uma família como outra qualquer. Queremos inspirar as pessoas a viver de forma natural”.

    Marido de Luiz Fernando Guimarães lembra internação do ator por alcoolismo

  • Segurança? Louvre fecha galeria devido a "fragilidade de vigas"

    Segurança? Louvre fecha galeria devido a "fragilidade de vigas"

    A fragilidade de algumas vigas da Galeria Campana, no Museu do Louvre, que sustentam os pisos do segundo andar na ala sul levou ao encerramento do espaço, que exibe uma coleção de vasos gregos

    O Museu do Louvre está, de novo, com problemas de segurança: desta vez, não por causa de um assalto, mas sim devido a problemas estruturais da Galeria Campana, onde é exibida uma coleção de vasos gregos.

    A fragilidade das vigas deve-se, em parte, ao fato de as últimas renovações terem sido feitas na década de 30.

    “A EPML iniciou imediatamente uma investigação complementar para determinar as causas destas alterações recentes e realizar os trabalhos necessários o mais rápido possível”, continuou a mesma nota. 

    A Galeria Campana, como é conhecida hoje, só abriu ao público em 2023. No início de 2020, o espaço foi alvo de uma intervenção significativa, que teve como prioridade a modernização da ala – e não a segurança, segundo relata o jornal Le Parisien.

    O encerramento acontece cerca de um mês depois de o museu mais famoso do mundo ter sido assaltado por um grupo de homens encapuzados. Em 19 de outubro, os assaltantes conseguiram invadir a Galeria Apollo e roubar oito peças da coleção de joias de Napoleão. 

    Ao todo, e até ao momento, as autoridades identificaram sete pessoas suspeitas de estarem envolvidas no assalto ao Louvre que, afinal, não teria demorado os sete minutos de que se falava no início.

    Segundo o Le Parisien, o roubo não teria chegado sequer aos quatro minutos: aos três minutos e cinquenta e dois segundos os ladrões já estavam saindo pela janela por onde entraram com as joias na mão. 

    Pelo caminho, ficou a coroa da Imperatriz Eugênie, encontrada já do lado de fora do museu e no chão – e, dizem as autoridades, danificada.

    Até ao momento o ‘cabeça’ do assalto ainda não foi encontrado, assim como as joias.

    Segurança? Louvre fecha galeria devido a "fragilidade de vigas"

  • Jennifer Aniston surge em evento pela primeira vez com novo namorado

    Jennifer Aniston surge em evento pela primeira vez com novo namorado

    Atriz aparece pela primeira vez em evento público com Jim Curtis, recebe elogios emocionados de Adam Sandler e celebra o novo relacionamento, destacando a generosidade e o impacto do namorado na vida de outras pessoas

    Jennifer Aniston e o namorado, Jim Curtis, surgiram pela primeira vez num evento público e posaram juntos. Adam Sandler, amigo da atriz, fez elogios ao casal, especialmente à grande amiga. “Tem um calor humano contagiante.”Depois de terem assumido publicamente a relação, Jennifer Aniston esteve pela primeira vez com o namorado, Jim Curtis, num evento público. 

    A atriz marcou presença no Elle Women In Hollywood 202, que decorreu no Four Seasons Hotel Los Angeles, na Califórnia, na segunda-feira, dia 17 de novembro. A estrela de ‘Friends’, aliás, foi uma das homenageadas da noite. 

    No que ao look diz respeito, Jennifer Aniston usou um deslumbrante vestido preto Ralph Lauren com decote halter. Por sua vez, Jim Curtis, de 50 anos, optou por um visual clássico, um fato preto, gravata e camisa azul-clara por baixo. 

    Apesar de ter passado sozinha na passadeira vermelha do evento, Jennifer Aniston contou com a companhia do namorado no evento e até chegaram a posar juntos. Surgiram junto das produtoras de “The Morning Show”, Kristin Hahn e Amanda Anka, e com a colega de elenco e amiga de longa data da atriz, Andrea Bendewald. 

    Durante a cerimónia, o casal foi visto sentado lado a lado. E naquela mesma noite, o grande amigo de Jennifer, o também ator Adam Sandler, dedicou carinhosas palavras a ambos. 

    “Quando estamos perto de ti, eu e [a minha mulher] Jackie [Sandler] ficamos muito felizes por tu e o Jim se terem encontrado e estarem a viver o romance que os dois merecem”, disse Adam Sandler, de 59 anos. “Amamos-te, Jim. O mundo inteiro ama-te, Jack.”

    Mas não ficou por aqui. “Posso dizer honestamente que a Jen é a melhor em muitos aspetos e uma das pessoas mais sólidas que já conheci”, destacou Adam Sandler. “Só a vi zangada umas duas vezes e meia nos 40 anos que convivo com ela. A Jennifer é linda, todas as pessoas sabem disso. Ela faz-nos sorrir e rir. E ela tem um calor humano que é contagiante. Ela é a melhor amiga de sempre”, acrescentou, falando ainda da grande amiga Jennifer Aniston. 

    Quando chegou a vez de a atriz Jennifer Aniston subir ao palco, relata a People, aproveitou para abordou um tema muito atual, a inteligência artificial. 

    “É isso que me motiva a continuar todos os dias: as amizades e crença partilhada de que contar histórias ainda importa, de que expor as nossas almas como atores e criadores ainda importa, algo que a IA jamais conseguirá replicar, por mais inteligente que se torne”, realçou. 

    Jennifer Aniston diz que namorado é “especial” depois de ter oficializado o romance com Jim Curtis 

    A atriz está muito apaixonada e já não esconde, de todo, os seus sentimentos. Em conversa com a Elle, Jennifer Aniston falou do companheiro, a quem teceu rasgados elogios. 

    “A hipnose é uma das muitas coisas que ele faz. Ele é extraordinário e ajuda muitas, muitas pessoas. Ele é muito especial, muito normal e muito gentil, e quer ajudar as pessoas a curarem-se, a superarem os seus traumas e a encontrarem clareza. É uma coisa linda dedicar a vida a isso.”

    Este comentários chegaram depois de a estrela de ‘Friends’ ter oficializado o romance com Jim Curtis numa publicação que fez no Instagram.  

    “Feliz aniversário, meu amor. Precioso”, pode ler-se na partilha onde destaca uma fotografia de ambos e onde acrescentou ainda um emoji em forma de coração. A publicação foi deita no dia em que o coach de relações Jim Curtis completou 50 anos de vida. 

    Jennifer Aniston surge em evento pela primeira vez com novo namorado

  • PIS/Pasep terá novas regras em 2026; veja quem pode perder o benefício

    PIS/Pasep terá novas regras em 2026; veja quem pode perder o benefício

    A partir de 2026, o limite de renda para receber o PIS/Pasep deixará de acompanhar o salário mínimo e será corrigido apenas pela inflação. A mudança deve reduzir gradualmente o número de trabalhadores com direito ao benefício, segundo projeções do governo federal.

    O abono salarial do PIS/Pasep, benefício pago anualmente a trabalhadores formais do setor público e privado, passará por mudanças significativas a partir de 2026. A principal alteração está no critério de renda: o limite para ter direito deixará de acompanhar o valor do salário mínimo e será reajustado apenas pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

    A decisão faz parte do pacote fiscal aprovado pelo Congresso no fim de 2024 e tem como objetivo reduzir despesas do governo e concentrar o pagamento entre as faixas de menor renda. Na prática, o número de pessoas que recebem o benefício deve cair gradualmente nos próximos anos.

    Atualmente, o PIS é voltado a trabalhadores da iniciativa privada, e o Pasep, a servidores públicos. O valor máximo é de um salário mínimo, pago de forma proporcional ao tempo de trabalho no ano-base — dois anos antes do pagamento. Em 2025, as regras continuam as mesmas: quem recebeu até dois salários mínimos mensais em 2023, o equivalente a R$ 2.640, poderá sacar o abono.

    Com a nova fórmula, o limite de renda deixará de subir junto com o salário mínimo, que costuma ter reajustes acima da inflação. Assim, a cada aumento real do piso nacional, menos pessoas se enquadrarão nas condições do programa. Projeções do governo indicam que, até 2035, o benefício deve ficar restrito a quem recebeu até um salário e meio por mês.

    O Ministério da Fazenda explica que a mudança busca preservar o poder de compra do abono sem comprometer o equilíbrio das contas públicas. Como o reajuste do mínimo considera a inflação somada ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o número de beneficiários aumentava a cada ano, elevando também o custo total do programa.

    Os critérios básicos para receber o benefício permanecem os mesmos: estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada por no mínimo 30 dias no ano-base, ter recebido até o limite de renda estipulado e ter os dados informados corretamente pelo empregador na RAIS ou no eSocial.

    O calendário de pagamentos de 2026 ainda será definido pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Em 2025, o Ministério do Trabalho destinou R$ 30,7 bilhões para o abono de cerca de 25,8 milhões de pessoas.

    Para verificar se tem direito ao benefício, o trabalhador pode consultar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, acessando com CPF e senha do gov.br. Também é possível conferir informações nos aplicativos Caixa Trabalhador e Caixa Tem, disponíveis para beneficiários do setor privado.

    Os valores de 2025 poderão ser sacados até 29 de dezembro.

     

    PIS/Pasep terá novas regras em 2026; veja quem pode perder o benefício

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  • Melody expõe 'brigas' com Anitta e anuncia parceria com cantora

    Melody expõe 'brigas' com Anitta e anuncia parceria com cantora

    Melody contou que as trocas de farpas com Anitta eram combinadas e usadas para gerar repercussão, e revelou que as duas gravaram três músicas juntas, incluindo Rapariga, em que transformam as antigas provocações em letra.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Melody, 18, revelou que as brigas e alfinetadas que trocava publicamente com Anitta eram fingimento. A cantora anunciou ainda uma música ao lado da “rival”.

    Em entrevista ao De Frente com Blogueirinha desta segunda-feira (17), Melody comentou as alfinetadas públicas que trocava com Anitta. “Para ser sincera, toda essa briguinha, a gente sempre fez na brincadeira. A gente sempre brincou muito. Quando ela queria mídia, ela puxava de lá. Quando eu queria mídia, eu puxava daqui”

    “A gente não avisava. A gente não tinha esse contato nesse começo. A gente olhava uma pra outra e falava: ‘Sei o que você está fazendo e vou fazer também”, disse Melody.

    Melody elogiou a cantora. “Acho ela uma diva e a gente tem uma relação muito boa”.

    Ela revelou ainda que gravou três novas músicas em parceria com Anitta e, em uma delas, chamada “Rapariga”, elas brincam sobre os xingamentos em público. “De tanto a gente brigar de brincadeira, a gente falou: ‘Vamos brigar na música? Vamos colocar ali o que todo mundo quer ouvir a gente falando uma pra outra’. E na música a gente se esculacha!”.

    Melody expõe 'brigas' com Anitta e anuncia parceria com cantora

  • Dólar volta a subir por cautela externa e de olho em Comef, Master e PF

    Dólar volta a subir por cautela externa e de olho em Comef, Master e PF

    Os mercados operam com sinais de cautela diante da liquidação do Banco Master, das prisões ligadas ao caso e da expectativa pelos desdobramentos no Banco Central, enquanto indicadores de inflação e movimentos no câmbio mantêm os investidores atentos.

    O dólar no mercado à vista e os juros futuros voltam a subir nesta terça-feira, 18, em meio à cautela internacional. Investidores estão de olho também na reunião do Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central e nos desdobramento da liquidação extrajudicial do Banco Master e da operação da Polícia Federal contra crimes financeiros. No radar dos investidores estão ainda os leilões do Tesouro de NTN-B e LFT (11h) e um discurso do diretor do Federal Reserve Michael Barr (12h30) em dia de agenda esvaziada.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que para o Banco Central ter liquidado extrajudicialmente o Banco Master, o processo contra a instituição financeira deve ser robusto. Ele não quis fazer mais comentários por ser um assunto do BC, mas declarou que a Fazenda dará suporte às consequências se houver.

    O dono do Master Daniel Vorcaro foi preso pela Polícia Federal, e a Justiça determinou o afastamento do presidente do BRB por negócio com o Master. Nomeada liquidante do Master, a EFB Regimes Especiais de Empresas terá de levantar todos os ativos e passivos da instituição financeira liquidada nesta manhã pelo Banco Central.

    A Mastercard os segue engajada nas conversas sobre a venda do Will Bank. A liquidação extrajudicial do Banco Master não alterou a disposição da empresa de apoiar financeiramente a aquisição, a depender do comprador.

    No campo da inflação, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou alta de 0,32% na segunda prévia de novembro, após ter recuado 0,38% na mesma leitura de outubro, segundo a FGV. Já o IPC-S acelerou em quatro das sete capitais na segunda quadrissemana de novembro. No geral, o índice passou de alta de 0,23% para 0,24% entre a primeira e a segunda leitura do mês.

    No mercado cambial, após se fortalecer e romper recentemente os R$ 5,30, o real tende a enfrentar mais dificuldades. O aumento sazonal de remessas de dólar ao exterior em dezembro, a expectativa de cortes maiores de juros pelo BC e a volatilidade da corrida presidencial em 2026 podem reduzir o apelo da moeda.

    Dólar volta a subir por cautela externa e de olho em Comef, Master e PF

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