Autor: REDAÇÃO

  • Preços ‘exorbitantes’ não desanimam torcedores brasileiros de irem à Copa

    Preços ‘exorbitantes’ não desanimam torcedores brasileiros de irem à Copa

    LUCAS BOMBANA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Faltando 74 dias para o início da Copa do Mundo, torcedores brasileiros juntam suas economias e se preparam para embarcar rumo à América do Norte para acompanhar de perto as partidas da seleção brasileira, na expectativa de ver in loco o fim de um jejum de 24 anos.

    Os preços elevados dos ingressos para acompanhar as partidas não desanimam os aficionados, esperançosos na conquista do hexa, com ou sem a presença de Neymar.

    Além do privilégio de presenciar a nata do futebol mundial em ação, eles dizem que também são atraídos pela atmosfera incomum que costuma marcar a competição, com festas e confraternização entre as torcidas, e pela oportunidade de fazer uma viagem internacional e conhecer novos lugares e pessoas.

    O empresário Raphael Ravagnani, 39, natural de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, conta que as primeiras lembranças que tem a respeito das Copas do Mundo são do torneio de 1994, nos Estados Unidos, quando se encantou pelo evento acompanhando as partidas pela TV.

    “A partir dali, virou uma paixão à primeira vista. Acho que a Copa do Mundo é muito interessante porque tem um pacote completo: a festa, a decoração, juntar os familiares e amigos. Os álbuns de figurinha, as camisas, as mascotes. Fiquei fascinado”, afirmou.

    A primeira oportunidade de acompanhar jogos da Copa de dentro dos estádios viria duas décadas depois, em 2014, quando acompanhou da Neo Química Arena a vitória da Holanda sobre o Chile e a da Argentina contra a Suíça.
    Em 2018, após fazer uma poupança nos três anos anteriores, foi à Copa da Rússia acompanhado de um grupo de amigos.

    Além do futebol propriamente, ele disse também ter se dado conta da oportunidade de turistar pelo país para conhecer uma nova cultura. “Ali de fato virou uma chave, do quanto a Copa traz de riqueza cultural, de troca de experiências.”

    Ele esteve presente novamente no Qatar, e agora se prepara para um giro pela América do Norte. Acompanhado da esposa e de um amigo, embarca no dia 10 de junho para Toronto, onde pretende acompanhar a estreia do Canadá, no dia 12, contra o vencedor do duelo entre Itália e Bósnia e Herzegovina pela repescagem europeia.

    Seguem na sequência para Nova York, para conhecer a cidade e acompanhar, no dia 13, na vizinha Nova Jersey, a estreia do Brasil contra Marrocos. Vão em seguida para a Filadélfia, para o duelo contra o Haiti.
    Com o “pressentimento” de que o Brasil não será o líder na primeira fase, Ravagnani continuará a viagem para o México, onde jogará a equipe que se classificar na segunda posição no grupo da seleção brasileira. “Para mim, é inegociável ver um jogo no Estádio Azteca, extremamente clássico, que respira futebol.”

    O empresário retorna então para São Paulo, para acompanhar o restante do torneio acompanhado de familiares e amigos. Ele estima que, considerando gastos com passagem, hospedagem, alimentação e ingressos, deve gastar entre R$ 30 mil e R$ 35 mil.

    Analista de sistemas natural de Campo Grande (MT), Ynara Costa, 54, diz que não sabe exatamente quanto irá gastar durante a viagem.
    “Não coloquei no papel e não quero pôr, porque senão dá um desânimo, porque é muito caro. Se o Brasil ficar até a final então… sei lá. É um valor bem alto que não sei dizer”, afirmou.

    Integrante do MVA (Movimento Verde Amarelo), torcida conhecida por acompanhar atletas brasileiros em diversas competições ao redor do mundo, a analista acompanha Copas in loco desde 1994.

    Foi a todas as edições seguintes, com exceção de 2002 e 2006, e a quatro finais –1994, 1998, 2014 e 2022. “É meu investimento de vida. Deixo de trocar meu carro para fazer essas viagens”, disse Ynara, que já tem ingressos garantidos para todos os jogos do Brasil.

    Com uma série de queixas em torno dos preços dos ingressos, a torcedora com experiência em Copas diz ter notado um aumento bem acima da média. “Acho que tem subido progressivamente em todas as Copas, mas nessa me parece que subiu de uma forma desproporcional. Estão realmente muito altos os valores.”

    “Os preços estão extremamente exorbitantes”, endossou Ravagnani. “Está terrível. Ingressos que na Copa passada comprei por cerca de R$ 350, agora estão saindo por R$ 2.500.”

    Apesar dos custos elevados, os torcedores dizem que a “magia” e a “energia” que envolvem uma Copa do Mundo, e a chance de presenciar a conquista do hexa histórico do Brasil, compensam o investimento.

    “Acho que não vai ser uma Copa fácil. Vamos aos trancos e barrancos, com muito jogo com o coração na boca. Mas acredito que dá para ganhar”, afirmou Ravagnani. Ele acrescentou que, embora seja fã de Neymar, avalia que o time tem hoje “peças incríveis” que, se não têm o mesmo talento do camisa 10 do Santos em seu auge, trazem uma “unicidade” que pode ser o diferencial na Copa.

    Ynara afirmou que gostaria de ver Neymar nos Estados Unidos, mas entende que ele tem de estar mais focado para convencer Carlo Ancelotti, sem distrações como noites de pôquer a poucas semanas do início do Mundial.

    “Estou com uma expectativa muito boa. Temos um técnico muito experiente, com força para bancar suas decisões”, disse a torcedora. “Acredito que o hexa possa vir, mas tem várias outras seleções que também são favoritas.”

    Em meio à política imigratória adotada pelo governo de Donald Trump e a atuação criticada do ICE (a polícia da imigração americana), os brasileiros dizem não estar com grandes preocupações relacionadas a isso.

    “Pelo que tenho acompanhado, não vi ninguém deixar de ir por causa desse momento conturbado. Espero que as coisas estejam um pouco mais tranquilas até lá e que todos que queiram consigam ir”, afirmou Ynara.

    “Eu e minha esposa temos dupla nacionalidade, ela italiana e eu portuguesa, e só precisamos pedir online o visto americano para quem é cidadão europeu. Meu amigo, que só tem a brasileira, teve de ir até o consulado americano solicitar o visto e deu tudo certo. Então não temos hoje essa preocupação”, disse Ravagnani.

    Preços ‘exorbitantes’ não desanimam torcedores brasileiros de irem à Copa

  • Neymar destaca importância de jogo-treino com sub-20 do Santos: ‘Já estive do outro lado’

    Neymar destaca importância de jogo-treino com sub-20 do Santos: ‘Já estive do outro lado’

    Neymar usou um jogo-treino no CT Rei Pelé para olhar além do próprio desempenho. Em atividade com o elenco profissional e o sub-20 do Santos, o camisa 10 chamou atenção para a importância da experiência para os jovens da base, relembrando o início da própria trajetória.

    \”Importante, né? Tanto para treinar nosso time quanto para os meninos também. Já estive do outro lado e sei como era um jogo importantíssimo nas nossas carreiras de base. Uma oportunidade para todos eles também\”, disse o jogador.

    A atividade foi realizada na manhã deste sábado, com dois tempos de 45 minutos. O Santos não divulgou o placar nem as formações utilizadas por Cuca, mas Neymar revelou que participou diretamente de dois gols.

    O jogo-treino também serviu para dar ritmo ao elenco após um período sem partidas oficiais. Neymar, que vinha sendo titular recentemente, ficou fora do último compromisso pelo Campeonato Brasileiro, no empate contra o Cruzeiro.

    \”Ficamos felizes de estar fazendo esse tipo de treino. Depois desses longos dias sem jogos, é bom para adquirir ritmo. Foi bom, foi gostoso participar. Está bom. Um gol e uma assistência, tudo certo (risos)\”, completou o craque.

    A tendência é que o atacante volte a ficar à disposição na próxima rodada, contra o Remo. O planejamento do clube, porém, segue cauteloso, com controle de carga para evitar desgaste físico.

    Com a convocação da seleção brasileira no horizonte, o Santos monitora de perto a condição do camisa 10. O técnico Carlo Ancelotti anuncia a lista final em 18 de maio. Até lá, o clube terá uma agenda cheia entre Brasileiro, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana.

    Caso seja convocado, Neymar pode ser preservado nos jogos seguintes pelo Santos para se apresentar em plenas condições físicas, sem correr riscos às vésperas da Copa do Mundo.

    Neymar destaca importância de jogo-treino com sub-20 do Santos: ‘Já estive do outro lado’

  • Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

    Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

    O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islâmico Hamas, denunciou hoje que os ataques israelitas mataram mais de 700 pessoas desde a declaração, em outubro de 2025, de um cessar-fogo virtualmente inexistente.

    O Hamas acusou Israel de violar o cessar-fogo em diversas ocasiões, enquanto o Exército israelense afirmou que os ataques foram provocados por ações de milícias palestinas, contrariando o que havia sido acordado.

    No balanço divulgado hoje, o Ministério da Saúde controlado pelo Hamas informou que o número de mortos desde então subiu para 702, incluindo dez mortes e 18 feridos registrados apenas nas últimas 24 horas.

    Com esses dados, o órgão eleva para 72.270 o total de mortos na guerra na Faixa de Gaza e para 172.013 o número de feridos desde outubro de 2023.

    Ataques de Israel matam mais de 700 pessoas em Gaza apesar do cessar-fogo

  • Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

    Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

    GABRIELA CHABATURA
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Depois de Vitor Reis ser chamado por Carlo Ancelotti para o amistoso contra a Croácia, o Palmeiras pode emplacar três jogadores da “geração do bilhão” já na Copa do Mundo de 2026. Estêvão, Endrick e Reis fazem parte do ambicioso projeto que reposicionou o clube como um dos principais formadores no país e no mundo.

    A presença dos jovens atletas na seleção chancelam o sucesso do coordenador João Paulo Sampaio nas categorias de base. Ele chegou ao Palmeiras em 2015, na gestão do então presidente Paulo Nobre, para substituir Erasmo Damiani, e foi o grande responsável pela reformulação da área e faturamento bilionário envolvendo os talentos da Academia.

    Dos três nomes da “geração do bilhão”, a presença mais consolidada no Mundial é de Estêvão. Embora não tenha sido chamado para os amistosos internacionais, porque estava machucado no período da convocação, o atacante do Chelsea caiu nas graças do treinador da seleção. Ancelotti elogiou o talento e maturidade do ex-palmeirense.

    E não é pra menos. Desde que o italiano assumiu, Estêvão se tornou o artilheiro da seleção brasileira com cinco gols – à frente de Rodrygo (2) e Vini Jr (2). Ele balançou as redes nos jogos contra o Chile, nas Eliminatórias, e nos amistosos contra o Tunísia, Senegal e Coreia do Sul (duas vezes).

    Já Endrick tem recuperado o prestígio após transferência para o Lyon (FRA), em dezembro do ano passado. No clube francês, voltou a balançar as redes com quatro gols em 11 partidas, além de quatro assistências. Na derrota para a França por 2 a 1, na quinta-feira (26), esteve no banco de reservas, mas não foi acionado.

    Do trio, a situação mais imprecisa é de Vitor Reis. O zagueiro do Girona (ITA) foi chamado pela primeira vez por Ancelotti depois de Marquinhos apresentar dores na região do quadril às vésperas do confronto contra os franceses. O episódio abriu uma brecha para ser analisado mais de perto e, quem sabe, cavar um lugar na lista definitiva para a disputa do Mundial.

    O setor defensivo da seleção, no entanto, é uma das grandes incertezas de Ancelotti. Desde que chegou, foram 12 nomes chamados para a posição: Marquinhos, Gabriel Magalhães, Fabrício Bruno, Danilo, Militão, Beraldo, Alexsandro, Léo Ortiz, Bremer, Léo Pereira, Ibañez e Vitor Reis – os quatro últimos convocados pela primeira vez para os amistosos contra França e Croácia.

    Na próxima terça-feira (31), Endrick e Vitor Reis têm a chance de mostrar serviço e, quem sabe, encantar Ancelotti.

    Com Vitor Reis, geração do bilhão do Palmeiras pode chegar à Copa em 2026

  • França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

    França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

    LUCIANO TRINDADE
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Entre os dez primeiros colocados do ranking da Fifa, a seleção brasileira acumula o pior desempenho nos últimos cinco jogos, com 46,7% de aproveitamento, figurando na sétima posição da lista. Ainda que a série histórica nem sempre seja um reflexo fiel da realidade das equipes, serve como parâmetro para indicar os favoritos para a próxima Copa do Mundo.

    Em seu histórico recente, o Brasil perdeu para a França e o Japão, venceu a Coreia do Sul e o Senegal e empatou com a Tunísia. A sequência irregular foi agravada pela péssima impressão deixada após a derrota na quinta-feira (26) diante dos franceses, quando a seleção de Carlo Ancelotti foi dominada e saiu derrotada mesmo jogando boa parte do segundo tempo com um jogador a mais.

    O recorte ajuda a dimensionar o momento das principais candidatas ao título e reforça a ideia de que, embora o Brasil siga entre os favoritos, chega ao ciclo final em condição menos estável do que seus principais concorrentes.

    No topo do ranking, a seleção da Espanha aparece como a equipe mais consistente da atualidade. Atual campeã da Eurocopa, em uma campanha com sete vitórias em sete jogos, incluindo triunfos sobre quatro campeões mundiais, a seleção espanhola tem uma base formada por jovens talentos liderada pelo craque Lamine Yamal, bem entrosada, com um meio de campo técnico capaz de controlar o ritmo dos jogos.

    Nesta data Fifa, venceu a Sérvia por 3 a 0, mantendo sua invencibilidade no recorte de cinco jogos, com quatro vitórias e um empate.

    A manutenção de um modelo claro de jogo, aliada à reposição de peças sem queda brusca de rendimento, faz da Espanha uma das seleções mais confiáveis neste momento.
    Segunda colocada no ranking da Fifa, a Argentina ainda colhe os frutos do ciclo vitorioso iniciado com o título da Copa do Mundo de 2022. Mesmo em processo gradual de renovação, o time mantém competitividade elevada e liderou as Eliminatórias da América do Sul.

    Embora também mantenham um bom retrospecto recente, com quatro vitórias em cinco jogos, os argentinos, no entanto, optaram por não enfrentar seleções europeias ao longo do ciclo até a Copa de 2026. Nesta sexta (27), por exemplo, venceram um amistoso contra a Mauritânia, por 2 a 1.

    Messi começou a partida contra a seleção africana no banco de reservas e entrou no segundo tempo, já com 2 a 0 a favor dos atuais campeões mundiais. Embora continue jogando em alto nível, o astro ainda não confirmou sua presença na Copa do Mundo. A dúvida afeta diretamente a condição de favoritismo da Argentina no Mundial e deve se arrastar por mais um tempo.

    Esse tipo de preocupação não passa pela cabeça dos franceses, que depositam suas principais esperanças no craque Kylian Mbappé, que chegará à Copa no auge de seus 27 anos. Autor do primeiro gol da França sobre o Brasil, ele lidera uma geração farta em talentos que, mesmo após a renovação do elenco, finalista das duas últimas Copas e campeã em 2018, mantém sua força. O retrato atual da equipe mostra quatro vitórias nos últimos cinco jogos.

    Embora ainda não tenha se traduzido em conquistas recentes, a seleção inglesa também integra o grupo das favoritas, apoiada em uma geração talentosa e cada vez mais madura. Jogadores como Jude Bellingham e Phil Foden elevam o nível técnico da equipe, que passou a apresentar maior controle ofensivo nos últimos jogos.

    Ainda assim, persistem dúvidas sobre a capacidade de transformar desempenho em títulos, especialmente em jogos decisivos contra adversários do mesmo patamar. Em seus últimos cinco jogos, venceu os quatro confrontos pelas Eliminatórias e empatou o recente amistoso com o Uruguai, por 1 a 1.

    Fechando a primeira metade do top 10, que representa o grupo com maior condição de vencer a Copa do Mundo, a seleção portuguesa levará para a Copa novamente aquela que é vista como uma das mais promissoras gerações do país.

    A convivência entre Cristiano Ronaldo e uma nova geração ofensiva oferece múltiplas soluções, embora a equipe ainda oscile em termos de consistência tática. O astro, porém, representa hoje a maior dúvida do país. Ninguém duvida de seu apetite de disputar o Mundial, mas, aos 41, sua condição física está bem longe do ideal.
    Mesmo sem o capitão, ausente nesta data Fifa por causa de uma lesão na coxa direita, Portugal mantém sua condição de candidata ao título pela ótima safra de jogadores.

    As seleções que completam o top 10 do ranking da Fifa apresentam cenários distintos. A Holanda segue organizada e competitiva, com destaque para a defesa liderada por Virgil van Dijk, mas encontra limitações no ataque diante de adversários mais fortes. Já o Marrocos vive uma ascensão recente, com campanhas marcantes e forte disciplina tática, embora tenha menos opções no elenco para suportar torneios longos.

    A Bélgica atravessa um período de transição após o auge de sua principal geração e já não repete o mesmo desempenho coletivo. A Alemanha, por sua vez, tenta retomar protagonismo após anos de instabilidade, ainda em busca de regularidade. O panorama indica uma Copa do Mundo com vários candidatos, mas com níveis diferentes de consistência, enquanto o Brasil segue pressionado a transformar potencial em resultados mais sólidos.

    França e Espanha se firmam como favoritas para Copa, e Brasil preocupa no top 10

  • Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

    Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

    Apesar do clima leve do encontro, o ex-BBB admitiu que viveu dias de expectativa ao deixar o programa. Segundo ele, havia um receio real sobre como seria recebido pelo público. “A gente sempre pensa que pode estar cancelado, ams foi melhor do que eu imaginava”, contou.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pouco tempo após deixar o confinamento do BBB 26, Jonas Sulzbach já retomou a rotina fora da casa. O influenciador participou, neste sábado (28), de um torneio de beach tennis em São Paulo, ao lado de outros famosos.

    Apesar do clima leve do encontro, o ex-BBB admitiu que viveu dias de expectativa ao deixar o programa. Segundo ele, havia um receio real sobre como seria recebido pelo público. “A gente sempre pensa que pode estar cancelado, ams foi melhor do que eu imaginava”, contou.

    A percepção, no entanto, mudou rapidamente. Mesmo com a agenda cheia de compromissos e entrevistas –e ainda sem ter circulado muito pelas ruas –, Jonas disse já sentir o carinho das pessoas. “Estou muito, muito feliz com tudo que tenho ouvido”, afirmou a revista Quem.

    Durante a conversa, ele também relembrou os objetivos que tinha ao entrar no reality. Mais do que chegar longe na competição ou disputar o prêmio, havia um desejo pessoal de reposicionar sua imagem diante do público.

    “Era a oportunidade das pessoas conhecerem um outro lado do Jonas, não aquele que sempre foi julgado”, explicou. A experiência, segundo ele, serviu justamente para mostrar facetas menos conhecidas de sua personalidade.

    Jonas Sulzbach participa de torneio e fala sobre pós-reality: 'Melhor do que eu esperava'

  • Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

    Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

    Filipe Luís está atualmente na Europa e, ao que tudo indica, ainda não pretende assumir um novo trabalho como treinador profissional tão cedo. Em entrevista ao jornal espanhol “As”, o ex-lateral explicou que tem priorizado um período de aprendizado e atualização desde que encerrou a carreira como jogador, em 2023.

    Segundo ele, a rotina intensa dos últimos anos não havia permitido esse tipo de pausa. Agora, porém, o cenário é diferente. “Estou dando um passo de cada vez. Desde que me aposentei em 2023, não parei um instante. Agora é a primeira vez que tenho tempo para visitar treinadores, assistir a treinos… para atualizar meu entendimento sobre o estilos de jogo e conhecer pessoas para integrar à comissão técnica. No momento, é nisso que estou pensando, não em onde treinar. Os modelos de jogo são atualizados a cada semana, e quero me manter a par do futebol moderno.”

    Apesar da forte ligação com o Flamengo, construída desde a infância e consolidada durante sua trajetória no clube, Filipe também mantém uma identificação marcante com o Atlético de Madrid. Aos 40 anos, ele não poupou elogios à equipe comandada por Diego Simeone, especialmente ao comentar o confronto contra o Barcelona pelas quartas de final da Champions League.

    “O que eu sinto é orgulho de ver o Atlético de Madrid no estado em que está. Eles estão maiores do que quando eu saí, graças em grande parte à gestão do clube, Simeone, e à chegada de jogadores incrivelmente talentosos. É um time muito difícil de marcar. Capaz de se defender recuado, pressionar alto e ser muito direto, o que os torna muito difíceis de enfrentar. Não quero dar azar, mas espero que o Atlético de Madrid passe pelo Barça. Vai ser interessante.”

    Ao analisar a competição europeia, Filipe também apontou o Real Madrid como um dos favoritos ao título, mesmo reconhecendo certa resistência pessoal. “Dói dizer isto, mas o Real Madrid é sempre um dos favoritos devido à sua história, mas o Bayern também pode ser finalista porque tem um dos melhores plantéis do mundo.”

    Na Europa, Filipe Luís aponta Real Madrid como favorito

  • Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

    Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

    Após o divórcio com Nicole Kidman, Keith Urban pode estar a enfrentar algumas dificuldades financeiras o que o levou a aceitar um trabalho num cruzeiro. Segundo algumas fontes, este tipo de shows dão dinheiro apesar de serem considerados menores.

    Parece que a carreira de Keith Urban está passando por uma fase mais complicada desde o divórcio com Nicole Kidman.

    Segundo a revista australiana New Idea, o cantor estaria aceitando trabalhos mais “modestos” para conseguir pagar as contas.

    O artista participou de um cruzeiro, onde integrou a equipe de entretenimento do navio.

    “Shows em cruzeiros não são exatamente um emprego dos sonhos, mas pagam as contas e dão ao Keith um objetivo para se concentrar”, afirmou uma fonte à publicação.

    Keith Urban foi uma das atrações do Top Shelf Country Cruise, que aconteceu entre 27 de fevereiro e 6 de março, com trajeto da Flórida até as Bahamas.

    “É o tipo de apresentação para a qual Keith teria torcido o nariz durante o casamento com Nicole Kidman. Ele está tentando se manter ocupado agora que o divórcio foi finalizado”, acrescentou a fonte.

    Alguns amigos do cantor acreditam que ele sofreu um impacto financeiro após a separação. “Quando há muito dinheiro envolvido, os advogados não são baratos, independentemente do resultado”, disseram, explicando que esse tipo de show menor “ajuda a manter o fluxo de caixa”.

    Ainda de acordo com a revista, a ideia do artista é encerrar o ano com mais trabalho e uma nova fase na carreira.

    Separação após 19 anos

    A notícia do fim do casamento entre Nicole Kidman e Keith Urban foi divulgada em setembro de 2025. À revista People, uma fonte afirmou que os dois já estavam separados desde o verão.

    Segundo informações, as filhas do casal, Sunday Rose e Faith Margaret, ficaram com a mãe.

    Em entrevista recente à revista Variety, Nicole Kidman disse estar tentando ver “o lado positivo” da situação.

    “Sim, estou bem, porque sempre procuro ver o lado positivo em tudo”, afirmou ao ser questionada sobre como está lidando com a separação.

    “Sou grata pela minha família e por mantê-la unida, seguindo em frente. É isso. Não falo sobre o resto por respeito. Estou focada na família e é isso que continuaremos sendo. Minhas lindas filhas, que de repente se tornaram mulheres”, completou.

    Vale lembrar que o ex-casal se casou em 2006, em Sydney, um ano após se conhecerem.

    Após divórcio, Keith Urban aceita trabalho 'menor' para "pagar as contas"

  • Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

    Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

    O Flamengo trabalha nos bastidores para dar um novo passo na logística do futebol. O clube negocia o aluguel de uma aeronave que ficaria à disposição integral da delegação, com a ideia de reduzir desgaste e ganhar autonomia nas viagens ao longo da temporada.

    A expectativa interna é fechar o acordo após a Copa do Mundo. A proposta em discussão prevê um contrato de três a quatro anos. Hoje, o Flamengo já utiliza voos fretados em todos os deslocamentos, mas ainda depende da disponibilidade das companhias aéreas.

    Com uma aeronave dedicada, o cenário muda. A ideia é ter o avião baseado no Rio de Janeiro, pronto para uso conforme a necessidade do clube, tanto nas idas quanto nos retornos.

    \”Vamos garantir 30/35 voos com uma companhia. Se tudo der certo, essa aeronave fica em chão no Rio de Janeiro e só decola quando a gente quiser\”, afirmou o presidente Bap em entrevista à Flamengo TV.

    Antes mesmo de avançar na negociação, o clube já vinha ajustando processos internos para tentar minimizar problemas logísticos. A ideia tem sido antecipar o planejamento das viagens e encaixar os deslocamentos de acordo com a rotina de treinos e jogos.

    \”Essa aeronave poderia prestar serviço para outros clubes, para o Flamengo fica mais barato e é conveniente para todos. Quando o Flamengo está no Rio, a aeronave estaria em chão e poderia voar com outros clubes. O que o Flamengo está comprando é ter a aeronave no chão no dia e na hora que quisermos voar. Sempre trabalhando na busca da excelência, e a logística não é diferente, ainda mais em um ano como esse. Depois da Copa do Mundo vai ser punk\”, explicou.

    Até a parada para a Copa do Mundo, o calendário será apertado. O último compromisso antes da pausa está marcado para 31 de maio. Nesse intervalo, o Flamengo terá 18 partidas e deve percorrer mais de 27 mil quilômetros em compromissos pelo Brasileiro, Libertadores e Copa do Brasil.

    Depois do Mundial, o cenário tende a ser ainda mais exigente, com as competições em fases decisivas e um calendário mais apertado ainda pela paralisação de quase dois meses.

    Flamengo negocia aluguel de avião exclusivo para reduzir desgaste em viagens

  • Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês

    Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês

    Após um sexto lugar, um abandono e agora a oitava colocação no Japão, o tetracampeão Max Verstappen está considerando seriamente deixar a Fórmula 1 após a temporada de 2026. De acordo com o jornal holandês De Telegraaf, de Amsterdã, o piloto de 28 anos está pela primeira vez na carreira está abertamente questionando o seu futuro na categoria.

    Verstappen chegou à Fórmula 1 aos 17 anos e terminou fora do top 5 em três corridas consecutivas pela primeira vez desde 2017, quando abandonou as provas no Canadá, no Azerbaijão e na Áustria. Ele já previa que a Red Bull não seria a equipe líder este início de temporada, mas o maior problema é que a escuderia não sabe identificar exatamente a origem de suas dificuldades. Com várias peças novas em seu RB22 no Japão, Verstappen afirmou que carro estava muito imprevisível e inconsistente.

    A próxima etapa da Fórmula 1 acontece somente no início de maio, nos EUA, e a Red Bull terá tempo para investigar os maiores problemas do carro. E Verstappen deve refletir nas próximas semanas sobre sua própria carreira.

    A maior frustração do piloto não está no fato de a Red Bull estar tecnicamente atrás de suas adversárias, mas sim no regulamento da Fórmula 1. A ideia de se aposentar após este ano, apesar de ter contrato até 2028, é cogitada pelo holandês. \”Como me motivar neste momento? Essa é uma pergunta válida. Todas as manhãs, quando acordo, me convenço a tentar novamente.\”

    Verstappen não é o único crítico das regras atuais, que prevê que metade da potência dos motores venha dos componentes elétricos. Na opinião de alguns pilotos, as ultrapassagens muitas vezes parecem artificiais. São mais frequentes, um carro ultrapassar o rival à frente apenas para ser superado novamente alguns segundos depois.

    \”Principalmente aqui neste circuito, com duas retas próximas, era quase impossível ultrapassar. Se você conseguisse, a bateria descarregaria de novo e você estaria fora da disputa\”, afirmou Verstappen, que não conseguiu ultrapassar Pierre Gasly, seu ex-companehrio de equipe e agora na Alpine. \”Na classificação, você não pode ir com tudo. Para fazer uma volta rápida, você precisa ir mais devagar nas curvas. Não deveria ser assim.\”

    \”Talvez devêssemos usar o termo segurança com mais frequência. Quando se trata de segurança, as regras podem ser ajustadas rapidamente\”, afirmou Verstappen, referindo-se ao grave acidente de Oliver Bearman, da Haas, que se viu repentinamente diante de uma enorme diferença de velocidade com Franco Colapinto, da Alpine, à sua frente no Circuito de Suzuka.

    Verstappen espera grandes mudanças para 2027 para avaliar se compensa continuar na Fórmula 1. Se isso acontecer, a Red Bull tentará convencer o holandês de que a equipe ainda é o lugar certo para ele.

    Verstappen considera se aposentar ao fim de 2026, afirma jornal holandês