Autor: REDAÇÃO

  • Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

    Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

    A foto publicada no perfil do Iscar nas redes sociais foi feita no Governors Awards, cerimônia da Academia que distribui estatuetas honorárias

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Foto de Wagner Moura no perfil oficial do Oscar virou mais um caso clássico de “invasão brasileira” nos comentários de publicações da Academia. Postada nesta segunda (17) após o Governors Awards, a imagem do ator foi tomada por fãs e famosos do Brasil, que transformaram a seção de mensagens em torcida organizada pela indicação dele à estatueta.

    Em pouco mais de uma hora, o registro já era o mais curtido e comentado entre todos os do evento, com mais de 23 mil comentários. “Pronto pra trazer outra estatueta pra gente”, escreveu uma seguidora. “Já podemos sonhar??”, perguntou outra, enquanto um “oscar winner” pipocava entre os comentários.

    Famosos e colegas de elenco de Wagner em “O Agente Secreto”, como Alice Carvalho também comentário demonstrando torcida pelo ator. “Vai, Waguito!”, escreveu a atriz. Em outro, brincou: “O cheiro de lavanda exalando”.

     
     
     

     
     
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    Daniela Mercury também comentou na publicação, assim como Renato Góes, que mandou um “Te liga, Academia”, e a influenciadora Gabi Lopes, que deixou vários registros de apoio ao ator.

    A foto foi feita no Governors Awards, cerimônia da Academia que distribui estatuetas honorárias. Entre cliques de estrelas de Hollywood, quem acabou puxando o engajamento foi justamente o brasileiro, que atravessa a temporada de premiações como um dos nomes mais observados.

    Protagonista de “O Agente Secreto”, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2026. Wagner já abriu essa corrida com um troféu de peso. Ele venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, em maio, quando o longa de Kleber Mendonça Filho foi exibido pela primeira vez. O diretor, que também esteve no Governors Awards, saiu de lá consagrado como Melhor Diretor na mesma edição de Cannes.

    No ano passado, fãs brasileiros também dominaram as publicações da Academia relacionadas à Fernanda Torres e o filme “Ainda Estou Aqui”.

    Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

  • Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

    Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

    Johnson Wen, que pulou uma cerca e correu em direção à atriz na estreia de ‘Wicked 2’, recebe a punição de um tribunal nesta segunda-feira (17); australiano é suspeito de ter perturbado outros eventos esportivos e shows internacionais no passado

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Um tribunal em Singapura condenou, nesta segunda-feira (17), um australiano a nove dias de prisão por ter avançado sobre Ariana Grande, 32, durante a estreia asiática do filme “Wicked: Parte II” na semana passada. A cantora e atriz estava presente na apresentação quando o homem, identificado como Johnson Wen, pulou uma cerca e correu em direção à protagonista do longa.

    Vídeos que viralizaram mostram Wen, 26, envolvendo Ariana Grande – visivelmente surpresa – com o braço, enquanto sua colega de elenco, Cynthia Erivo,38, corre para protegê-la.

    Wen, que é suspeito de ter perturbado outros eventos esportivos e shows internacionais no passado, “mostrou um padrão de comportamento que sugere que ele fará isso novamente”, declarou o juiz Christopher Goh antes de proferir a sentença.

    Ariana Grande começou a carreira ainda adolescente na Broadway antes de se tornar uma das maiores estrelas do pop.

    Em 2017, um de seus shows foi alvo de um atentado. O ataque na Manchester Arena deixou 22 mortos, mais de mil feridos, e a cantora desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático.

    Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

  • Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Dados do IBC-Br, que mede a atividade da economia do país, ficaram abaixo do esperado; discursos de autoridades do Fed mexeram com apostas sobre ciclo monetário

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em alta de 0,67% nesta segunda-feira (17), cotado a R$ 5,3317, com o mercado avaliando os dados da atividade econômica do Brasil medidos pelo IBC-Br, considerado uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto).

    Na ponta internacional, investidores monitoraram discursos de autoridades do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) à procura de pistas sobre as próximas decisões de política monetária da instituição.

    A valorização da moeda se deu globalmente, com investidores prevendo a manutenção da taxa de juros norte-americana na próxima reunião. O índice DXY, que compara o dólar a outras seis divisas fortes, subiu 0,27%, a 99,56 pontos.

    Já a Bolsa caiu 0,47%, a 156.992 pontos, com o tombo de mais de 8% da Rumo entre os destaques negativos.

    Parte do movimento desta segunda deriva dos dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que registraram queda de 0,2% em setembro ante agosto, acima das expectativas de retração de 0,1% de economistas consultados pela Reuters.

    A atividade ainda encolheu 0,9% em relação ao trimestre anterior. Os dados, segundo o economista Rafael Perez, da Suno Research, confirmam a tendência de desaquecimento da economia, “tendo em vista os efeitos da política monetária restritiva sobre o crédito, o consumo e os investimentos, somado com uma base de comparação elevada do primeiro semestre”.

    Na comparação com setembro de 2024, o indicador teve alta de 2%, avançando 3% em 12 meses. Os dados oficiais do PIB do terceiro trimestre serão divulgados no início de dezembro, e a mediana das expectativas dos economistas é de alta de 1,8% sobre o trimestre anterior, após crescimento de 0,4% no segundo trimestre, segundo o BC.

    O BC tem sinalizado convicção de que a manutenção da taxa de juros em 15%, maior patamar em quase 20 anos, vai assegurar a volta da inflação à meta de 3%. O objetivo perseguido pela autarquia tem margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo -ou seja, será considerado cumprido caso o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) fique entre 1,5% e 4,5%.

    Nesta segunda, economistas ouvidos pelo BC para o Boletim Focus previram, pela primeira vez no ano, que a inflação ficará dentro da meta em 2025. A expectativa é que o dado terminal seja de 4,46% ao fim de dezembro.

    Os dados abrem margem para a possibilidade do ciclo de cortes da Selic ter início no começo do ano. Essa perspectiva, apesar de estimular a renda variável, faz pressão contra a moeda brasileira.

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real. Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas duas reuniões do Fed- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    Por outro lado, a continuidade do ciclo de cortes nos Estados Unidos foi colocada em dúvida na última semana. Uma série de declarações de autoridades do Fed aponta que, para a próxima reunião de política monetária, não há consenso sobre uma nova redução nos juros.

    Nesta segunda, o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, afirmou que o banco central precisa “proceder lentamente” com quaisquer outros cortes nas taxas de juros diante dos efeitos sobre o processo inflacionário.

    “A postura atual da política monetária ainda é um pouco restritiva, mas nós a aproximamos de seu nível neutro, que não restringe nem estimula a economia”, disse Jefferson. “A evolução do equilíbrio de riscos ressalta a necessidade de prosseguirmos lentamente à medida que nos aproximamos da taxa neutra.”

    As falas dele aceleraram a valorização do dólar globalmente e, no Brasil, aprofundaram a queda na Bolsa de Valores.

    A cautela de Jefferson espelha a de Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, e a de Neel Kashkari, presidente do Fed de Minneapolis. Enquanto Daly afirma que qualquer decisão sobre o próprimo passo do banco central agora seria “prematura”, Kashkari avalia os sinais da economia como “mistos”.

    As pontuações têm sugerido que os próximos passos do banco central não estão dados. “Longe disso”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, já na entrevista coletiva após o encontro de outubro.

    Operadores agora estão divididos: 40,9% deles apostam em um corte de 0,25 ponto em dezembro, enquanto os 59,1% restantes vêem uma manutenção como mais provável, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

    “Há um mês, 90% dos operadores apostavam em um corte. A perspectiva de reduções mais lentas favorece a rentabilidade dos títulos americanos e ajuda na atração de investimentos externos, o que tende a fortalecer o dólar globalmente”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Para o Brasil, o tarifaço ainda entra em cena. Trump assinou na sexta-feira uma medida para reduzir tarifas sobre a importação de carne bovina, tomate, café e banana, em movimento voltado para controlar a inflação dos alimentos nos EUA.

    Entre outros países exportadores de commodities, as medidas devem beneficiar o Brasil, maior produtor global de café e segundo maior produtor de carne bovina, atrás apenas dos EUA, segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA).

    O decreto publicado por Trump, no entanto, se aplica apenas à alíquota de 10% das chamadas “tarifas recíprocas” impostas em abril a todos os países. A sobretaxa de 40% sobre o Brasil segue em vigor.

    “Isso prejudica a competitividade dos produtos brasileiros, o que prejudiciaria as exportações brasileiras. Menos dólares entrando no Brasil implicam na desvalorização do real”, diz Mattos.

    Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

    Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

    Na postagem, diretor marcou TV Record e plataforma Disney+; ‘Quanto menos influencer melhor’, escreveu o diretor nas redes

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O diretor J.B de Oliveira, o Boninho, anunciou em suas redes sociais o seu novo reality show de confinamento. Na postagem, ele marcou a TV Record e o streaming Disney+.

    “Tá confirmado! Se você quiser participar já vai preparando seu vídeo, fala para a gente porque devemos te escolher. E não fique preocupado, quanto menos ‘influencer’, ‘blogueirinho’ e ativo nas redes melhor! As inscrições serão limitadas!”, escreveu Boninho.

    Segundo a postagem, o período para as inscrições deve começar em breve.

    Na postagem, um logo prateado formado pelas letras “C” e “P” é acompanhado de legendas animadas como “sem ex”, “sem celebridades,” “reality raiz”, “pessoas reais”, “gente como você” e vem acompanhado da música “Back In Black” do AC/D.

    Em abril, o diretor conseguiu aprovação no INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, um pedido de registro para a marca Casa do Patrão. Trata-se do seu primeiro registro de marca desde que saiu da Globo, no fim de 2024.

    Segundo apurou a coluna Outro Canal, esse deve ser o nome do reality de confinamento que será produzido por sua empresa, criada em sociedade com o publicitário Julio Casares, presidente do São Paulo Futebol Clube.

    Boninho trabalhou 40 anos na TV Globo, onde foi um dos criadores dos realities ‘No Limite’, ‘Hipertensão’ e ‘Jogo Duro’ e responsável por comandar o Big Brother Brasil desde a primeira edição, além de dirigir programas como “No Limite”, “Fama”, “Estrelas” e “The Voice”.

    Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

  • Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

    Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

    Presidente pediu que correligionários aprovem medida que obrigaria departamento a publicar materiais; republicano ainda afirma que não há nada a temer e que pretende pôr um fim à ‘farsa democrata’ sobre o caso

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em uma reviravolta no caso Epstein, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu para os deputados republicanos apoiarem a medida que obrigaria o Departamento de Justiça a divulgar os arquivos do caso do financista condenado por abuso de menores. Mais tarde, afirmou ainda que assinará a lei para liberar os documentos caso seja aprovada no Congresso.

    Após dias de pressão feita por um bloco republicano que ganha corpo no partido, Trump declarou que daria seu aval ao texto. “Claro que sim. Deixe o Senado analisar. Deixe qualquer um analisar, mas não fale muito sobre isso”, disse a repórteres -ele teria poder de veto sobre a lei.

    Mais cedo, após fazer o pedido a seus correligionários, o presidente afirmou que não tem nada a esconder. “É hora de superarmos essa farsa democrata perpetrada por lunáticos da esquerda radical para desviar a atenção do sucesso do Partido Republicano, incluindo nossa recente vitória sobre a paralisação do governo pelos democratas”, escreveu na rede Truth Social.

    Em entrevista concedida no domingo à ABC News, o deputado republicano Thomas Massie, do Kentucky, que tem liderado os esforços no Congresso para a divulgação dos arquivos, sugeriu que cem ou mais partidários poderiam votar a favor da liberação dos arquivos de Epstein nesta semana, apesar da oposição de Trump. O presidente da Câmara, Mike Johnson, também previu um número significativo de votos republicanos.

    Johnson disse, na semana passada, que anteciparia a votação do projeto de lei para esta semana e afirmou no programa “Fox News Sunday” que a Câmara precisava concluir isso e seguir em frente. Ele acrescentou, em tom semelhante ao de Trump, que não há nada a esconder.

    A longa amizade de Trump e Jeffrey Epstein chegou a um aparente fim em meados dos anos 2000. Mas Epstein permaneceu focado em Trump por anos, buscando explorar os resquícios de seu relacionamento até ser preso por acusações federais de tráfico sexual, em 2019 -mesmo ano em que morreu na prisão, antes de uma condenação final. Ele já havia sido condenado e preso em caso estadual semelhante, na Flórida, em 2008.

    Em mais de 20 mil páginas de emails repletos de erros de digitação e outras mensagens de Epstein divulgadas por um comitê do Congresso americano na quarta-feira (12), o milionário insulta Trump e insinua que possuía informações comprometedoras sobre o republicano.

    Ora em tom de fofoca, ora mordazes e conspiratórias, as mensagens mostram pessoas influentes pressionando Epstein por informações sobre Trump. O financista se apresentava como uma espécie de intérprete definitivo de Trump, alguém que o conhecia intimamente e seria “o único capaz de derrubá-lo”.

    O presidente americano tem lidado com críticas em relação ao caso até mesmo de apoiadores mais radicais. Parte importante de sua base de apoio tem demonstrado insatisfação com as declarações de Trump e ações de seu governo no sentido de não divulgar todo o material sobre o caso e subestimar as revelações contidas nele.

    O governo tem reagido para conter essas críticas. Se o caso ficou relativamente dormente enquanto durou a maior paralisação do governo federal americano da história, depois que ela foi encerrada o foco voltou para as relações entre Epstein e Trump.

    Em uma tentativa de desviar esse foco, por exemplo, o Pentágono anunciou o início da operação Lança do Sul na América Latina, na noite de quinta-feira (13) -ou seja, no dia seguinte à divulgação de milhares de novos emails sobre Epstein. Embora Washington tenha ampliado drasticamente a presença militar na região, o anúncio não mudou, na prática, as ações que já vinham sendo feitas desde setembro, e nenhum detalhe adicional sobre a operação foi fornecido.

    Já na sexta-feira (14), com a questão ainda em alta, Trump voltou à carga contra os democratas. A pedido do presidente, o Departamento de Justiça abriu investigação contra conhecidos nomes democratas no caso Epstein, como o do ex-presidente Bill Clinton.

    Além de Clinton, foram citados por Trump Larry Summers, ex-secretário do Tesouro, Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn um dos maiores doadores à campanha de Kamala Harris durante a corrida presidencial de 2024 e o banco JPMorgan, o maior do país.

    “Epstein era democrata e é um problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu Trump na sexta-feira. “Não perca seu tempo com Trump. Eu tenho um país para governar!”

    Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

  • ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território

    ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território

    Último rascunho da resolução dizia que Estados-membros do órgão podiam participar de conselho de reconstrução; Washington vinha pressionando Nações Unidas a aprovar o texto para não fragilizar ainda mais o cessar-fogo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Conselho de Segurança da ONU aprovou, nesta segunda-feira (17), uma resolução dos Estados Unidos que endossa o plano de paz do presidente Donald Trump para a Faixa de Gaza e autoriza uma força internacional de estabilização no território palestino.

    O último rascunho da resolução, visto pela agência de notícias Reuters, dizia que os Estados-membros do órgão das Nações Unidas podiam participar do chamado Conselho de Paz, previsto como uma autoridade transitória para reconstruir Gaza, e autorizava uma força internacional para desmilitarizar o território.

    Além disso, o plano de 20 pontos de Trump, que interrompeu a guerra em Gaza no mês passado, estava anexado ao documento. Embora tenha sido vago em questões espinhosas sobre o futuro da região, a proposta do republicano encerrou o conflito de dois anos que devastou o território palestino e libertou todos os reféns vivos que estavam em poder do Hamas.

    Nos últimos dias, Washington pressionou o órgão das Nações Unidas a aprovar o texto sob a justificativa de que a recusa poderia fazer o frágil cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista ruir. Para ser aprovada, a resolução precisava que 9 dos 15 membros do conselho votassem a favor, incluindo todos os cinco membros permanentes -incluindo Rússia e a China, que têm poder de veto.

    A aprovação era considerada incerta até a semana passada. Assim como o plano de Trump, a resolução era vista como uma forma de marginalizar a Autoridade Palestina, que representa o território em órgãos internacionais, uma vez que não lhe conferia qualquer papel em Gaza.

    A Rússia, que possui poder de veto no Conselho de Segurança, havia sinalizado potencial oposição à resolução nos últimos dias, e inclusive apresentou uma resolução rival. Na última sexta-feira (14), porém, Autoridade Palestina divulgou uma declaração apoiando a resolução, o que reforçou suas chances de aprovação.

    A resolução é polêmica em Israel, já que menciona a possibilidade de um Estado para os palestinos no futuro. O último rascunho diz que as “condições podem finalmente estar em vigor para um caminho credível para a autodeterminação e condição de Estado palestino”.

    O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, sob pressão de ultranacionalistas que compõem o seu governo, disse no domingo (16) que Israel continua se opondo à medida e prometeu desmilitarizar Gaza “pelo caminho fácil ou pelo difícil”.

    O Hamas condiciona o desarmamento a um Estado para os palestinos. No final do domingo, um movimento que reúne facções palestinas lideradas pelo grupo terrorista emitiu uma declaração contra a resolução, chamando-a de um passo perigoso em direção à imposição de tutela estrangeira sobre o território.

    ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território

  • Morre o músico Jards Macalé

    Morre o músico Jards Macalé

    Autor de arranjos de ‘Transa’ uniu a bossa nova aos morros; artista ajudou a modernizar música brasileira nos anos 1960

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O músico Jards Macalé morreu nesta segunda (17), aos 82 anos. “Jards Macalé nos deixou hoje”, postou sua equipe nas redes sociais do artista. “Chegou a acordar de uma cirurgia cantando ‘Meu Nome é Gal’, com toda a energia e bom humor que sempre teve.”

    O artista participou recentemente do festival Doce Maravilha, no Rio de Janeiro. Macalé levou o público ainda tímido à emoção apresentando as canções do seu disco homônimo de 1972. Lançado no período mais repressivo da ditadura, versos como “não me calo”, “já comi muito da farinha do desprezo” e “também posso chorar” soam atuais quando entoados por jovens de roupas coloridas.

    Há dois anos, o músico lançou “Coração Bifurcado”, álbum com participações de Maria Bethânia e Ná Ozzetti.

    As 12 canções tratavam das diferentes formas do amor. “Diante do cenário de genocídio emocional, pai brigando com filho, marido brigando com a sogra, uma porradaria horrorosa, ninguém falava de amor”, ele conta. “Estava na hora de retomar o amor que eu tenho para dar e fazer um disco de amor como gesto político.”

    Em “Besta Fera”, de 2019, Macalé retratou o governo Bolsonaro como um período de trevas. Agora, ele se engaja na tentativa de pacificar o país, ainda dividido pela ideologia política. O cantor se sente confiante, depois de ter feito um show na posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. “Quando Lula subiu a rampa com a Janja e aquela vira-lata, eu me senti o próprio vira-lata. Depois, ainda ouvi Heitor Villa-Lobos, até agora estou emocionado.”

    Nascido na Tijuca, Macalé passou a juventude entre Copacabana e Ipanema, nas mesas da Churrascaria Pirajá e do restaurante La Fiorentina. Com Nara, a afinidade foi instantânea. Ela havia rompido com o lirismo descompromissado da época, unindo a bossa nova à música dos morros. Na época, Macalé chegou a acompanhar a cantora ao violão em shows no clube Caiçaras, na Lagoa.

    No ensaio biográfico “Eu só Faço O que Quero”, Fred Coelho assinala que, em diversos momentos da carreira, Macalé andou em grupos, mas nunca fez parte deles de fato. Ao contrário, estava preocupado em fundar sua própria linguagem artística.

    Assim, na era dos festivais, ficou deslocado, porque ainda se detinha à poética viniciana. Nos anos 1970, foi um dos agentes do processo de eletrificação da música brasileira, adquirindo a face mórbida e romântica dos sucessos “Só Morto” e “Hotel das Estrelas”, de 1970 e 1972, respectivamente.

    Morre o músico Jards Macalé

  • A maior ferrovia do mundo cruza oito fusos horários em sete dias de viagem

    A maior ferrovia do mundo cruza oito fusos horários em sete dias de viagem

    A Ferrovia Transiberiana russa conecta Moscou ao Pacífico e segue como uma das viagens mais impressionantes do todo o mundo

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Ferrovia Transiberiana é conhecida como a linha ferroviária contínua mais longa do mundo. Passa por oito fusos horários e pode levar até sete dias para ser percorrida de ponta a ponta.

    CONSTRUÇÃO MONUMENTAL

    Concluída em 1916, a ferrovia liga Moscou ao Extremo Oriente russo, em Vladivostok. No total, são cerca de 9.289 km de extensão.

    Além de unir o país, a Transiberiana é um importante elo de conexão entre Europa e Ásia. A partir dela, existem rotas que seguem rumo à Mongólia, China e até Coreia do Norte.

    Considerada um monumento histórico, a ferrovia teve papel estratégico durante grandes conflitos, incluindo a Segunda Guerra Mundial. Foi utilizada tanto pelas tropas alemãs quanto por judeus que fugiam da Europa em direção à Ásia.

    Por atravessar regiões muito distintas, a Transiberiana cruza múltiplos climas e paisagens – de áreas mais acessíveis a zonas extremamente remotas. Entre os trechos mais desafiadores está a Sibéria, que passou a ser mais explorada, habitada e industrializada após a construção da ferrovia.

    A importância da Transiberiana para a Rússia é enorme. Ela responde por cerca de 30% das exportações do país e é fundamental tanto para o transporte de cargas quanto para viagens domésticas.

    Além disso, tornou-se um dos trajetos ferroviários mais famosos do mundo, atraindo diversos turistas. Segundo o Russia Beyond, o trem que percorre a rota clássica Moscou-Vladivostok transporta cerca de 200 mil passageiros por ano.

    MANUTENÇÃO É O MAIOR DESAFIO

    A manutenção dessa ferrovia gigantesca é um dos maiores desafios. Para garantir a estabilidade dos trilhos, a Rússia reforça a base da linha com isolantes térmicos e geossintéticos que protegem o solo dos impactos da geada e do degelo.

    Todos os anos, milhares de quilômetros de trilhos são renovados e pontes antigas são substituídas. Em 2020, por exemplo, a Russian Railways (RZD) renovou 5.480,8 km de trilhos. Pontes e estruturas críticas também passam por inspeções com tecnologias modernas, com o monitoramento de drones, reduzindo a necessidade de interrupções no tráfego.

    No rigoroso inverno russo, cercas de contenção e barreiras naturais ajudam a evitar o acúmulo de neve sobre os trilhos. Em algumas regiões, até o reflorestamento é usado estrategicamente para diminuir o impacto das tempestades de neve.

    Hoje, a Ferrovia Transiberiana permanece como a espinha dorsal da rede ferroviária russa. Por isso, é considerada uma obra monumental que continua permitindo que milhões de pessoas atravessem o maior país do planeta.

    A maior ferrovia do mundo cruza oito fusos horários em sete dias de viagem

  • Ricky Martin reafirma paixão pelo Carnaval e anuncia retorno ao Brasil em fevereiro

    Ricky Martin reafirma paixão pelo Carnaval e anuncia retorno ao Brasil em fevereiro

    Durante o lançamento da nova temporada de Palm Royale, ele diz que a folia mudou sua vida: Elevação espiritual; bem-humorado, o porto-riquenho afirma estar solteiro e disposto a curtir a festa brasileira

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Durante o lançamento da segunda temporada de “Palm Royale”, produção da AppleTV+, neste fim de semana, Ricky Martin, 53, reafirmou sua paixão pelo Carnaval brasileiro – e aproveitou para anunciar que estará no país em fevereiro. Bem-humorado, o cantor porto-riquenho comentou sobre a fase atual e a disposição para curtir a festa: “Estou solteiro”.

    O artista relembrou a experiência marcante que viveu na folia. “O Carnaval mudou minha vida. Quando você está cercado por 500 tambores tocando com força total, é uma elevação espiritual. É realmente maravilhoso. Transformou minha música, e eu preciso voltar. Agora ainda mais porque estou solteiro”, disse em entrevista à Caras.

    Martin foi casado por sete anos com o artista plástico sírio Jwan Yosef, com quem tem dois filhos, Lúcia, de 7 anos, e Renn, de 6. Antes disso, ele já era pai dos gêmeos Matteo e Valentino, nascidos em 2008.

    A série “Palm Royale” é ambientada na Palm Beach no início dos anos 1970. Criada por Abe Sylvia e inspirada no livro “Mr. and Mrs. American Pie”, de Juliet McDaniel, a trama acompanha uma mulher determinada a entrar no restrito círculo dos ricos e poderosos.

    A protagonista é Maxine Simmons (Kristen Wiig), uma ex-miss falida que chega à cidade ao lado do marido, Douglas Dellacorte (Josh Lucas), acreditando que herdará a fortuna da tia idosa dele, Norma Dellacorte (Carol Burnett)e entrar para a high society. Ricky Martin interpreta Robert, cuidador de Norma e um personagem cercado por segredos.

    Ricky Martin reafirma paixão pelo Carnaval e anuncia retorno ao Brasil em fevereiro

  • Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos

    Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos

    Dona do animal foi condenada a pagar 1.250 euros e considera decisão injusta; Sociedade Protetora dos Animais alerta que decisão contraria o Código Rural francês

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um tribunal no sul da França determinou que Rémi, um gato laranja da cidade de Agde, está proibido de sair de casa. A decisão veio depois que um vizinho processou a tutora do animal, alegando que o felino invadia repetidamente seu jardim e atrapalhava o uso do espaço.

    Segundo informações da AFP, a dona de Rémi, Dominique Valdès, foi condenada a pagar 1.250 euros (cerca de R$ 7,6 mil) em indenização e custos do processo. Valdès não recorreu o processo devido aos custos e afirmou considera a condenação injusta.

    O vizinho acusa Rémi de impedi-lo de desfrutar da área externa e causar danos no jardim. Dominique contesta o exagero, mas acabou se rendendo às ordens da Justiça e hoje mantém o animal trancado em casa, mesmo contra a natureza exploradora do bichano. “Um gato sobe com facilidade no muro, salta muito alto”, disse ela à agência francesa.

    A decisão também acendeu o alerta entre entidades de proteção animal. A Sociedade Protetora dos Animais lembra que o Código Rural francês garante aos gatos o direito de circular num raio de até 1 km de sua casa e teme que o caso crie um precedente para forçar tutores a manterem os bichos presos para evitar processos.

    Gato é condenado à 'prisão domiciliar' na França após briga de vizinhos