Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Suzana Alves relembra depressão e conversão após fama como Tiazinha

    Suzana Alves relembra depressão e conversão após fama como Tiazinha

    “A questão da sensualidade me limitava. Falavam: ‘Ela só fez sucesso por causa do corpo’. Aquilo doía em mim porque sabia do meu talento e da minha capacidade artística”, disse Suzana

    FORTALEZA, CE (UOL/CBS NEWS) – Suzana Alves, 47, falou sobre a depressão enfrentada após o sucesso como Tiazinha e revelou como a conversão religiosa mudou sua vida.

    Em entrevista, Suzana afirmou que sofreu com os julgamentos sobre sua carreira e sentia necessidade de provar seu talento artístico. “A questão da sensualidade me limitava. Falavam: ‘Ela só fez sucesso por causa do corpo’. Aquilo doía em mim porque sabia do meu talento e da minha capacidade artística. Sabia por que aquilo era uma missão na minha vida. Mas só eu. A personagem ficou muito maior do que eu. Queria mostrar para as pessoas que eu tinha talento em vez de buscar a Deus”, declarou no podcast +Forte, de Karina Bacchi.

    A artista também relembrou o período em que enfrentou um quadro de depressão, numa época em que o tema ainda era pouco discutido. “Tinha medo. Estava vivendo uma depressão e não podia dar nome.Naquela época, a gente não falava muito sobre isso porque as pessoas achavam que você era maluco. Tinha medo de confessar para as pessoas os pensamentos que eu tinha. Não tinha muita vontade de viver. Passei muita coisa sozinha”, desabafou.

    Segundo Suzana, a transformação começou por meio da escrita. Ela contou que passou a registrar sentimentos em diários e cartas, o que considera ter sido essencial para atravessar aquele momento difícil. “Comecei a comprar vários cadernos e falar com Ele na escrita. Foi a intuição do Espírito Santo me ajudando porque eu não teria aguentado. A escrita era uma forma de jogar tudo para fora. Sentia que Deus estava conversando comigo naquelas cartas. Não voltei para Jesus. Realmente me converti, há 20 anos, a partir da leitura do livro ‘Uma vida com propósito’. Mudei a rota”, afirmou.

    Suzana Alves relembra depressão e conversão após fama como Tiazinha

  • Whindersson Nunes diz que já gastou R$ 40 milhões em droga e 'com o que não presta'

    Whindersson Nunes diz que já gastou R$ 40 milhões em droga e 'com o que não presta'

    Humorista relembra fase em que recebeu R$ 40 milhões em um ano. Revelações foram feitas em entrevista para o canal de Maya Massafera nas redes sociais

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O humorista Whindersson Nunes, 31, revelou em entrevista ao podcast de Maya Massafera que já torrou cifras milionárias “com o que não presta”.

    No bate-papo, a apresentadora tentou adivinhar quanto de mais dinheiro ele já havia ganhado em um ano. O palpite dela foi R$ 15 milhões. Foi então que o comediante contou a ela quanto já recebeu e como gastou a quantia.

    “Já teve ano que ganhei uns R$ 40 milhões. E gastei tudo com droga. Gastei tudo com gente e com o que não presta”, disse ele, rindo.

    Maya quis saber se ele utilizou os serviços de garotas de programa, e ele negou. “Não, não. Isso aí eu não gasto dinheiro, não. Porque eu não preciso”, comentou.

    Em 2021, Nunes falou pela primeira vez sobre a luta contra as drogas, e esse tema fez parte de sua biografia “Vivendo Como Um Guerreiro”, escrita por Gabriel Chalita e lançada pela Editora Serena. Ele disse que se afundou no vício após o fim do casamento com a cantora Luísa Sonza, em 2020.

    “Quando acabou com a Luísa, eu também tive o meu penhasco [alusão à música de mesmo nome que Luísa gravou]. A minha forma de lidar com essas situações é muito minha. Eu falo com o silêncio. Eu falo com o recolhimento. E, às vezes, falo errado. Reconheço que errei. Que as drogas foram me destruindo.”

    Na época, reforçou que a cantora não teve culpa nisso, porque já era usuário antes mesmo de conhecê-la, em 2017. “Quando a vi, pela primeira vez, eu a vi no efeito da droga. Eu a vi meio que brilhando. Foi o começo de uma viagem.”

    Whindersson Nunes diz que já gastou R$ 40 milhões em droga e 'com o que não presta'

  • Rafa Kalimann nega que marido a abandonou durante gravidez

    Rafa Kalimann nega que marido a abandonou durante gravidez

    Rafa Kalimann rebateu rumores de abandono após trechos do documentário “Tempo para Amar” repercutirem nas redes sociais. Influenciadora afirmou que falas sobre solidão na gravidez foram retiradas de contexto e negou qualquer afastamento de Nattan durante a gestação

    (CBS NEWS) – Rafa Kalimann usou as redes sociais para negar rumores de que teria sido abandonada pelo marido, Nattan, durante a gestação da filha Zuza. A repercussão começou após a estreia do documentário “Tempo para Amar”, exibido no último sábado (9) no GNT e no Globoplay.

    No Instagram, Rafa afirmou que trechos da produção passaram a circular nas redes fora de contexto. “Ninguém me abandonou, o Nattan não me abandonou. Essa palavra não existiu no documentário”, declarou.

    A influenciadora explicou que o projeto foi pensado para mostrar conflitos vividos por um casal durante a primeira gestação, sem tentar vender uma imagem idealizada da maternidade.

    “Eu não queria um documentário comercial de margarina que mostrasse uma coisa utópica. Eu quis mostrar a realidade como ela é, com conflitos, fragilidades, amor e aprendizados”, disse.

    Na produção, Rafa relata ter sentido solidão e ansiedade no fim da gravidez. Segundo ela, a sensação não tinha relação com a ausência física de pessoas próximas, mas com a dificuldade de se sentir compreendida naquele momento.

    Já Nattan admite que demorou a entender as necessidades emocionais da companheira durante a gestação. “Às vezes eu estava em casa, mas não estava presente de verdade”, disse o cantor.

    Ela também comentou a repercussão de outro trecho do documentário, em que internautas passaram a sugerir que o parto de Zuza teria sido induzido apenas para que Nattan pudesse acompanhar o nascimento. Rafa negou a interpretação e explicou que a decisão médica ocorreu porque a gestação já havia chegado a 41 semanas.

    Rafa Kalimann nega que marido a abandonou durante gravidez

  • 'Repensem a masculinidade', diz Vera Iaconelli em debate com Juliana Cazarré

    'Repensem a masculinidade', diz Vera Iaconelli em debate com Juliana Cazarré

    Durante debate na GloboNews, Vera Iaconelli criticou discursos sobre masculinidade defendidos por Juliano Cazarré e afirmou que homens precisam ouvir mais as mulheres. Atriz também rebateu falas do ator sobre violência e poder masculino na sociedade

    (CBS NEWS) – Ao participar do debate exibido pela GloboNews sobre o papel do homem na sociedade atual, ao lado do ator Juliano Cazarré e do jornalista Ismael dos Anjos, a psicanalista Vera Iaconelli, colunista da Folha de S.Paulo, defendeu que a masculinidade seja repensada.

    Voltado aos homens, o curso “O Farol e a Forja”, idealizado por Cazarré provoca controvérsia e foi o mote do encontro levado ao ar na terça-feira (12).

    Para a psicanalista, a consciência de estar fazendo coisas erradas é o que provoca a crise atual da masculinidade, como uma ressaca moral, um mal-estar que deveria despertar nos homens o desejo de mudanças.

    “E o que os homens estão fazendo? ‘Vamos nos juntar e se sentir bem de novo’”, disse, ao comentar a iniciativa do ator.

    Iaconelli acredita que é preciso passar mal o suficiente para mudar o discurso do homem que se considera forte, “a gente faz, a gente acontece” e que culminou na situação de violência atual.

    “Essa é a causa do problema, a brodegarem entre os homens que nos trouxe até aqui”, disse.

    No debate, Cazarré negou ter ligação com o movimento red pill e afirmou que os homens também são vítimas da violência no Brasil.

    “O Brasil é um país violento contra homens, contra negros, contra brancos, contra crianças, contra idosos. É um dos países que mais matam no mundo. Mata muito homem, inclusive mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres”, disse, sem citar a fonte.

    Ao rebater o discurso do ator, a psicanalista tentou explicar que a forma como os homens se colocam na posição de poder afeta diretamente as mulheres. A reação é contra uma masculinidade que quer dominar os corpos femininos e decidir o futuro das mulheres.

    “O homem precisa começar a pensar se consegue colocar junto com a masculinidade dele o cuidado. E o cuidado só vai começar a ser estabelecido se ele escutar as mulheres”, afirmou.

    Durante a própria conversa ela enfrentou momentos de tentativa de interrupção de sua fala. Disse, com firmeza, que iria completar o raciocínio, o que foi acatado por Cazarré.

    Para Iaconelli, os homens têm encarado como ofensa o fato de precisarem ouvir as mulheres. Acham que tudo é uma acusação.

    “O que está faltando é que os homens nos escutem sem ficar muito ofendidos, magoados”, disse. “Os homens podem reafirmar a masculinidade ouvindo as críticas. Estamos morrendo por falta de os homens ouvirem nossas críticas”

    Ela afirmou ainda que o discurso machista parte do princípio de que uma mulher deve se submeter a um homem. Isso acontece, por exemplo, em tentativas de impedir que elas trabalhem ou até mesmo usem roupas decotadas.

    “Qualquer tipo de ingerência sobre a mulher faz parte da mesma linha de raciocínio do machismo”.

    'Repensem a masculinidade', diz Vera Iaconelli em debate com Juliana Cazarré

  • Juliano Cazarré usa dados falsos para defender discurso sobre homens

    Juliano Cazarré usa dados falsos para defender discurso sobre homens

    Durante debate na GloboNews, o ator apresentou estatísticas falsas sobre mortes de homens e feminicídio ao defender seu curso sobre masculinidade. As falas foram corrigidas ao vivo e geraram críticas nas redes sociais

    O ator Juliano Cazarré apresentou dados falsos sobre assassinatos de homens durante um debate sobre masculinidade exibido pela GloboNews na terça-feira, 12. O programa também contou com a participação da psicanalista Vera Iaconelli, colunista da Folha de S.Paulo, e do consultor em equidade de gênero Ismael dos Anjos.

    A conversa teve como ponto de partida o curso “O Farol e a Forja”, projeto criado por Cazarré e voltado ao público masculino. O ator classificou a iniciativa como um dos principais eventos para homens no país e aproveitou a participação no canal para defender a proposta.

    Durante o debate, Cazarré negou ter ligação com o movimento red pill e afirmou que os homens também são vítimas da violência no Brasil.

    “O Brasil é um país violento contra homens, contra negros, contra brancos, contra crianças, contra idosos. É um dos países que mais matam no mundo. Mata muito homem, inclusive mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres”, disse o ator, sem apresentar fonte.

    Em outro momento, ele afirmou que a letalidade feminina contra parceiros seria superior aos índices de feminicídio.

    “Mais mulheres mataram homens do que homens mataram mulheres. Tem 2.500 homens assassinados por mulheres no período em que nós tivemos 1.500 mulheres assassinadas por homens”, declarou Cazarré.

    A afirmação foi contestada durante o debate. Vera Iaconelli disse desconhecer a contagem apresentada pelo ator. Ismael dos Anjos também interveio para explicar que o número próximo de 1.500 mortes mencionado por Cazarré se refere apenas aos casos classificados juridicamente como feminicídio, e não ao total de mulheres assassinadas no país.

    “Feminicídio é um crime específico, que é quando uma mulher morre por ser mulher. Porque ela não aceitou uma separação, porque esse marido quer controle sobre o corpo dela”, explicou Ismael.

    O especialista também corrigiu o ator quando Cazarré questionou se crimes motivados por ciúmes poderiam ser enquadrados na mesma categoria. Dos Anjos afirmou que termos como “crime passional” não devem ser usados para suavizar ou romantizar assassinatos.

    Vera Iaconelli reforçou a crítica.

    “Crime passional não é uma coisa que a gente usa mais, porque se é paixão, não deveria ser crime”, afirmou a psicanalista.

    Segundo reportagem da revista Veja publicada na quarta-feira, 13, os números citados por Cazarré são rejeitados por especialistas. A publicação apontou que a estatística teria surgido em um vídeo no TikTok que aplicou, de forma distorcida, um dado global de 2013 sobre vítimas masculinas mortas por parceiras ao total de homens assassinados no Brasil em 2024.

    O G1 já havia desmentido o mesmo levantamento no ano passado. O portal explicou que a conta mistura contextos diferentes de violência, incluindo homicídios ligados à criminalidade urbana, área em que os homens aparecem historicamente tanto como principais vítimas quanto como principais autores.

    Enquanto isso, os dados oficiais sobre feminicídio apontam para um cenário grave. Em 2025, o Brasil registrou 1.470 feminicídios, maior número desde que o crime foi tipificado na legislação brasileira, em 2015. O total representa uma média de quase quatro mulheres mortas por dia por razões relacionadas ao gênero.

    Durante o programa, Cazarré defendeu o curso idealizado por ele e disse que seu objetivo é formar homens voltados ao serviço e à responsabilidade.

    “O meu curso é só um pouco de bom senso, sabe? É só também a gente começar a falar: ‘a gente também não é a pior coisa do mundo’. Nem todo homem é um opressor”, afirmou.

    O ator também disse falar para homens que, segundo ele, se sentem excluídos do debate público sobre masculinidade.

    “Eu estou falando para essa galera que foi esquecida. Eu estou falando para os homens e meninos que estão há 20 anos ouvindo que todos eles são tóxicos só pelo fato de serem homens”, declarou.

    Na sequência, Cazarré afirmou que muitos homens se sentem tratados como potenciais criminosos.

    “A gente vive numa cultura do estupro, que todo homem é um assassino em potencial. Esses caras não são assassinos em potencial, são homens bons. Só que eles estão sem lugar no debate”, disse.

    Vera Iaconelli contestou o raciocínio e defendeu que homens passem a escutar mais as críticas feitas por mulheres sobre violência de gênero.

    “Nem todo homem, mas sempre um homem. Quando as mulheres falam ‘olha, parem de nos matar’, elas não estão falando ‘parem de serem homens’. Estão falando: ‘sejam outro tipo de homem, repensem a masculinidade’”, afirmou.

    A psicanalista disse ainda que a crise da masculinidade deveria provocar nos homens uma reflexão mais profunda sobre comportamentos historicamente associados ao poder, ao controle e à violência.

    “As mulheres estão morrendo, estão sendo estupradas, as meninas estão engravidando com 10 anos de idade, do padrasto, do pai, do irmão, tem alguma coisa muito errada. Isso era para trazer uma ressaca moral e um mal-estar que trouxesse um insight para os homens. O que os homens estão fazendo? Olha, a gente está sentindo mal com esse negócio, vamos nos juntar, vamos nos sentir bem de novo? Não! Tem que passar mal o suficiente para mudar uma certa perspectiva e não correr para o abraço, conjuntar com os outros homens e falar a gente é forte, a gente faz, a gente acontece. Esse ‘a gente é forte, a gente faz, a gente acontece’ é um discurso dos anos 1950 que trouxe a gente aqui. Vocês querem oferecer a causa como solução. Isso não é a solução. Isso é a causa do problema. A broderagem entre os homens, fortalecimento que acaba estourando nas mulheres”, disse.

    Ismael dos Anjos também criticou a ideia de grupos de autoajuda masculina desconectados das desigualdades de gênero.

    “Essa noção de autoajuda masculina, principalmente para um grupo que já detém poderes, soa muito mal para quem está morrendo, para quem sente que está agora conquistando alguns espaços”, afirmou.

    Em outro momento do debate, Vera afirmou que homens precisam incluir o cuidado na construção da masculinidade.

    “O homem precisa começar a pensar se consegue colocar, junto com a masculinidade dele, o cuidado. E o cuidado só vai começar a ser estabelecido se ele escutar as mulheres”, disse.

    A psicanalista também afirmou que muitos homens recebem críticas como ataques pessoais, o que dificulta o diálogo.

    “O que está faltando é que os homens nos escutem sem ficar muito ofendidos, magoados”, declarou. “Os homens podem reafirmar a masculinidade ouvindo as críticas. Estamos morrendo por falta de os homens ouvirem nossas críticas.”

    Durante a conversa, ela também afirmou que o discurso machista parte da ideia de que mulheres devem se submeter aos homens e citou como exemplo tentativas de controlar o trabalho, a roupa e as decisões femininas.

    “Qualquer tipo de ingerência sobre a mulher faz parte da mesma linha de raciocínio do machismo”, afirmou.

    A participação de Cazarré repercutiu nas redes sociais após a transmissão. Parte dos usuários criticou o ator pela divulgação de números falsos e pela forma como o debate sobre violência contra mulheres foi conduzido.

    Juliano Cazarré usa dados falsos para defender discurso sobre homens

  • Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

    Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

    Ela afirma que presente anunciado pela influenciadora durante o reality ainda não chegou em casa. Ex-BBB lembra que promessa foi feita em abril, após participante elogiar produtos da marca da empresária

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Mais de um mês depois de deixar o BBB 26, Chaiany Andrade ainda aguarda um presente que deu o que falar durante o reality da Globo: o “estoque vitalício” de cosméticos prometido por Virginia Fonseca.

    A empresária havia garantido publicamente que enviaria produtos de sua marca à ex-sister, mas, até agora, nada chegou em Sol Nascente/Pôr do Sol, que fica a cerca de 30 quilômetros de Brasília.

    A revelação foi feita pela própria Chaiany durante participação no podcast PodDelas, ao lado de Samira Sagr. Em conversa com as apresentadoras Viih Tube e Tatá Estaniecki, ela contou com bom humor que ainda não recebeu os itens prometidos.

    “Não recebi nada”, disse, arrancando reações das apresentadoras e da colega. Apesar disso, Chaiany evitou críticas e saiu em defesa de Virginia. “Eu confio nela, ela é ocupada. É mãe solteira, tem três filhos”, comentou a ex-BBB. “Se ela não conseguir mandar os produtos, eu vou continuar comprando. Se pobre eu comprava, imagina agora com dinheiro o que eu faço”.

    A promessa aconteceu no início de abril, durante uma live em que Virginia promovia sua marca de beleza. Na ocasião, a influenciadora afirmou que Chaiany poderia pedir qualquer produto sempre que precisasse e que o envio seria permanente. O comentário viralizou entre os fãs do programa, especialmente após a ex-BBB elogiar as maquiagens e cremes que costumava usar dentro da casa.

    Chaiany diz que não recebeu 'estoque vitalício' prometido por Virginia

  • Justiça Federal manda soltar MC Ryan SP e Poze do Rodo da prisão

    Justiça Federal manda soltar MC Ryan SP e Poze do Rodo da prisão

    Cantores e outro investigado também estão proibidos de deixar o país sem autorização da Justiça. O trio deverá entregar os seus passaportes, caso possuam o documento

    (UOL/CBS NEWS) – A Justiça Federal concedeu habeas corpus e mandou soltar o MC Ryan SP, preso na Operação Narco Fluxo, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado a casas de apostas ilegais, rifas clandestinas e tráfico internacional de drogas. A informação foi confirmada pelo UOL.

    Justiça, porém, determinou a aplicação de medidas cautelares aos MCs, que estavam presos preventivamente. A reportagem apurou que a decisão do tribunal federal também beneficiou outro preso na operação, Diogo Santos de Almeida.

    Apesar da soltura, os cantores e Diogo terão que cumprir medidas cautelares impostas pela Justiça. Entre elas, informar à Justiça o endereço onde podem ser encontrados e comunicar qualquer mudança. Eles também deverão comparecer a todos os atos do processo, não poderão deixar a cidade onde moram por mais de cinco dias sem autorização judicial e terão de se apresentar mensalmente em juízo para comprovar suas atividades.

    Cantores e Diogo também estão proibidos de deixar o país sem autorização da Justiça. O trio deverá entregar os seus passaportes, caso possuam o documento.

    Tribunal federal considerou que ainda não havia denúncia formal apresentada pelo MPF (Ministério Público Federal) contra os investigados. A Justiça entendeu que houve excesso de prazo na prisão preventiva e que faltavam elementos concretos para justificar a manutenção da prisão.

    Fernando Henrique Cardoso, advogado do MC Poze do Rodo, comemorou a decisão. ”Nosso pedido de extensão foi aceito. Esperamos em breve poder retirar nosso cliente, Marlon Brendon, deste aprisionamento desnecessário e ilegal.”

    Anteontem, Henrique Viana, conhecido como “Rato Love Funk”, também foi solto após decisão da Justiça. A defesa de “Rato”, conduzida pelo criminalista Aury Lopes Jr., afirmou em nota que a “prisão se mostrava totalmente arbitrária e desnecessária”, e que “reafirma sua inocência”.

    Ryan estava preso na Penitenciária 2 de Mirandópolis, no interior de São Paulo. Ele foi transferido para a unidade em 30 de abril.

    Líder e beneficiário do esquema

    MC Ryan é apontado pela PF como líder e beneficiário econômico do esquema. Segundo a apuração, Ryan usava empresas de produção musical e entretenimento para misturar receitas legítimas com recursos provenientes de apostas ilegais e rifas digitais.
     
    Para blindar seu patrimônio, o MC transferiu a participação em empresas para familiares e operadores financeiros. Para lavar dinheiro obtido de forma ilegal, ele comprava imóveis, veículos de luxo, joias e outros ativos de alto valor, segundo a PF.

    PF diz ter apreendido R$ 20 milhões em veículos

    Operação bloqueou quantia bilionária e apreendeu veículos de luxo. A Justiça autorizou o bloqueio de cerca de R$ 1,6 bilhão. Além disso, aproximadamente R$ 20 milhões foram apreendidos “só em veículos”, afirmou o delegado Marcelo Maceiras. Ao todo, foram cumpridos 90 mandados judiciais, entre buscas e prisões, em oito estados e no Distrito Federal.

    “PF segue o caminho do dinheiro”, diz delegado. Maceiras deu a declaração ao explicar que o trabalho começou ainda em 2023, com a apreensão de um veleiro com drogas.

    Dinheiro do tráfico leva a facções, diz polícia. O delegado disse que, ao rastrear recursos do tráfico de drogas, a investigação chega inevitavelmente a organizações criminosas. Ele evitou citar grupos específicos, mas afirmou que “parte do dinheiro” tem origem no tráfico.

    Justiça Federal manda soltar MC Ryan SP e Poze do Rodo da prisão

  • Rafa Kalimann diz que induziu parto para Nattan ver nascimento da filha

    Rafa Kalimann diz que induziu parto para Nattan ver nascimento da filha

    Apresentadora afirma que decisão foi tomada ao completar 41 semanas de gestação e por orientação médica. Em documentário, influenciadora conta que gostaria de esperar parto natural, mas abriu mão do plano

    (CBS NEWS) – Rafa Kalimann revelou no documentário “Tempo Para Amar”, disponível no Globoplay, sobre a gravidez de Zuza, filha de seu relacionamento com Nattan, que decidiu induzir o parto para garantir a presença do cantor no nascimento da criança.

    A apresentadora contou que a decisão foi tomada quando a gestação se aproximava de 41 semanas, período em que médicos passaram a considerar a indução como uma possibilidade por questões de segurança para mãe e bebê.
    Segundo ela, a medida também permitiria conciliar a agenda de Nattan para que ele acompanhasse o parto. “Quando veio a possibilidade de fazer uma indução de parto, porque eu conseguiria adaptar a agenda do Nattan, eu fiquei pensando”

    Ela ainda explicou que não estava feliz com a ideia dem induzir o parto, apesar da praticidade.”Eu queria viver a experiência de sentir ela vindo no tempo dela, começar a sentir as contrações em casa, viver esse momento em casa, ir ao hospital, mas estamos chegando no limite físico para ela”, afirmou no video que detalha a ida ao hospital.

    Zuza nasceu no dia 6 de janeiro no Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. A novidade foi anunciada nas redes sociais do casal, que também revelou o nome completo da bebê: Zuza Helena Kalimann de Cesário.

     

    Rafa Kalimann diz que induziu parto para Nattan ver nascimento da filha

  • Marcos Oliveira, o Beiçola, passa por cirurgia no Rio

    Marcos Oliveira, o Beiçola, passa por cirurgia no Rio

    Amiga diz que estado de saúde do ator é bom após um procedimento de hérnia nesta quarta-feira (13). Ele se recupera dentro do esperado pelos médicos e poderá ter alta do hospital nos próximos dias

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator Marcos Oliveira, 70, foi submetido a uma cirurgia de emergência de hérnia na manhã desta quarta-feira (13). A informação foi divulgada por sua amiga Rose Scalco, que usou as redes sociais para atualizar o estado de saúde do artistaor e afirmar que o procedimento transcorreu sem complicações.

    Conhecido nacionalmente por interpretar Beiçola na série “A Grande Família”, da Globo, Marcos está em recuperação e, segundo a publicação, apresenta evolução considerada positiva pela equipe médica. A expectativa é que ele receba alta hospitalar nos próximos dias, caso o quadro siga estável.

    Ao compartilhar a notícia, Rose agradeceu o apoio recebido e afirmou que a recuperação ocorre dentro do previsto. Segundo ela, a previsão é que o ator deixe o hospital já na sexta-feira (15), após o período inicial de observação. “Obrigada a todos pelo carinho com ele! E vamos em frente!”.

    A notícia da cirurgia mobilizou fãs e admiradores do artista nas redes sociais. Nos comentários, internautas enviaram mensagens de carinho e desejaram uma recuperação rápida ao ator, que marcou a televisão brasileira com o personagem cômico vivido por mais de uma década. ” Que ele tenha uma ótima recuperação”, desejou um internauta. “Se cuida”, cobrou o segundo e o terceiro completou. “Maravilha”.

    Recentemente, Beiçola se envolveu em um confusão com Retiro do Artistas. Ele disse que estava incomodado com a gritaria durante as refeições e a falta de sexo no local. Diante da repercussão negativa, e ediu desculpas. Segundo ele, no dia da entrevista, ele não estava bem de saúde.

    Marcos Oliveira, o Beiçola, passa por cirurgia no Rio

  • Após 'Três Graças', Gabriela Loran negocia primeira protagonista na Globo

    Após 'Três Graças', Gabriela Loran negocia primeira protagonista na Globo

    Atriz deu vida para Viviane, um dos destaques da novela das nove, que termina nesta sexta (15). Ela deve estrelar filme produzido para o Globoplay e também pode fechar contrato de longo prazo

    (CBS NEWS) Um dos destaques de “Três Graças”, Gabriela Loran pode emplacar sua primeira protagonista na dramaturgia da Globo. Após o sucesso da farmacêutica Vivane na novela das nove, que termina nesta sexta-feira (15), a atriz negocia estrelar um filme feito para o Globoplay.

    As conversas estão em andamento, e existe otimismo de ambas as partes para que se chegue a um acordo em breve. A atriz e a emissora também estão em tratativas sobre a possibilidade de um contrato de longo prazo.

    O desempenho de Loran na novela agradou à empresa durante a exibição da novela assinada por Aguinaldo Silva, Virgilio Silva e Zé Dassilva. Além disso, considera-se que ela tem um bom apelo nas redes sociais.

    No começo do mês, em conversa com o F5, a atriz já havia dado pistas de que continuaria na Globo após “Três Graças”. “Vai ser uma personagem bastante diferente do que eu fiz”, afirmou, sem dar mais detalhes sobre o novo trabalho. “Quem viu Viviane boazinha, vai se surpreender comigo.”

    Além do filme, Loran volta na nova temporada de “Arcanjo Renegado”, que começa a ser gravada neste mês. Ela interpreta um papel que vai ganhar mais espaço na nova leva de episódios devido à popularidade que a atriz conquistou.

    Loran tem 32 anos e já fez diversos trabalhos na própria Globo, mas nenhum como protagonista. Ela teve papéis em produções como “Malhação: Vidas Brasileiras” (2018), “Cara e Coragem” (2022) e “Renascer” (2024).

    Após 'Três Graças', Gabriela Loran negocia primeira protagonista na Globo