Categoria: ESPORTES

  • Palmeiras tem Arias de volta em busca da primeira vitória na Libertadores

    Palmeiras tem Arias de volta em busca da primeira vitória na Libertadores

    Desacostumado a tropeços na Libertadores, o Palmeiras estreou com um empate na Colômbia e busca, em casa, sua primeira vitória no torneio continental. O adversário desta quinta-feira é o Sporting Cristal, do Peru, em duelo marcado para as 19h, no Allianz Parque.

    O plano da equipe paulista, que soma um ponto, é assumir a liderança do Grupo F, atualmente ocupada pelo Sporting Cristal, que venceu o Cerro Porteño na estreia, em Lima.

    Será o quinto confronto entre Palmeiras e Sporting Cristal na história da Libertadores. O time alviverde leva vantagem no retrospecto, com três vitórias e uma derrota. As equipes também se enfrentaram na fase de grupos da edição anterior.

    O Palmeiras defende uma longa invencibilidade em casa na competição, que já dura quase cinco anos, desde a derrota por 4 a 3 para o Defensa y Justicia, na fase de grupos da Libertadores de 2021. Desde então, a equipe comandada por Abel Ferreira soma 26 jogos sem perder no torneio continental, com 17 vitórias e 9 empates.

    Abel tem mantido uma base estável, com poucas mudanças nas escalações recentes. Ele contará com o retorno de Arias, que estava suspenso no jogo contra o Corinthians. Outra possível novidade é a entrada do jovem Arthur na lateral esquerda, posição em que vinha sendo improvisado o lateral-direito Khellven.

    Vitor Roque deve ser relacionado e pode aparecer como novidade, mas a tendência é que comece no banco de reservas. O “Tigrinho” se recuperou de dores no tornozelo, que o deixaram fora dos últimos quatro jogos. Já Paulinho segue em processo de recondicionamento físico.

     

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    FICHA TÉCNICA

    PALMEIRAS X SPORTING CRISTAL

    PALMEIRAS – Carlos Miguel; Giay, Murilo, Gustavo Gómez e Arthur; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan, Maurício e Arias; Flaco López. Técnico: Abel Ferreira.

    SPORTING CRISTAL – Enriquez; Sosa, Araújo, Lutiger e Cristiano; Cazonatti, Tamara, Juan González e Castro; Ávila e Ibérico. Técnico: Zé Ricardo.

    ÁRBITRO – Piero Maza (Chile).

    HORÁRIO – 19h (de Brasília).

    LOCAL – Allianz Parque, em São Paulo (SP).

    Derrota de virada no Maracanã complica situação do Fluminense no grupo e amplia pressão sobre elenco e diretoria. Time segue sem vencer na Libertadores e vê rival abrir vantagem na liderança, enquanto torcida reage com vaias e protestos

    Folhapress | 06:40 – 16/04/2026

    Palmeiras tem Arias de volta em busca da primeira vitória na Libertadores

  • Atlético-MG recebe Juventud-URU para somar os primeiros pontos na Sul-Americana

    Atlético-MG recebe Juventud-URU para somar os primeiros pontos na Sul-Americana

    O Atlético-MG entra em campo nesta quinta-feira, às 19h, na Arena MRV, pressionado por um cenário incomum em sua trajetória continental. Pela segunda rodada da Copa Sul-Americana, o time mineiro recebe o Juventud, do Uruguai, com a obrigação de vencer para não se complicar na briga por uma vaga na próxima fase.

    Lanterna do Grupo B, ainda sem pontuar após a derrota na estreia para o Puerto Cabello, o Galo tenta reagir rapidamente para não se distanciar dos concorrentes .

    Depois do revés na Venezuela e de mais uma derrota no Campeonato Brasileiro, para o Santos, o ambiente na Cidade do Galo é de alerta. Apesar do histórico favorável contra equipes uruguaias, o desempenho recente contra esses adversários caiu, com apenas uma vitória nos últimos cinco confrontos.

    Para o técnico Eduardo Domínguez, o momento exige foco total e força máxima em campo. “Começam algumas urgências. Na próxima partida, no nosso estádio, temos que ganhar, porque, senão, vamos começar a ficar longe dessa competição. Toda a nossa atenção a essa partida. E jogaremos com os melhores. Se tivermos que repetir a mesma equipe, vamos repetir”, afirmou.

    A principal dúvida para o confronto é Hulk. O atacante pode ser preservado por desgaste físico, mas a tendência é que o treinador utilize o que tem de melhor para tentar conquistar os primeiros pontos e recuperar a confiança do grupo.

    O Juventud também vive momento instável na temporada, com baixo aproveitamento e campanha irregular no Campeonato Uruguaio . Ainda assim, o empate na estreia da Sul-Americana manteve a equipe à frente do Atlético na tabela.

    O técnico Sergio Blanco deve manter a base do time, que tem como principal referência o experiente zagueiro Martín Cáceres, jogador com passagem por grandes clubes europeus. Ele será peça-chave para tentar conter o ataque mineiro e explorar contra-ataques.

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    FICHA TÉCNICA

    ATLÉTICO-MG X JUVENTUD (URU)

    ATLÉTICO-MG – Everson; Natanael, Lyanco, Ruan e Renan Lodi; Pérez, Alan Franco e Victor Hugo; Dudu, Reinier e Cuello. Técnico: Eduardo Dominguez.

    JUVENTUD (URU) – Sosa; Mujica, Pernicone, Morosini (Cáceres) e Más; Roldán, Cecchini, Pérez e Pereiro; Mimbacas e Alejo Cruz. Técnico: Sergio Blanco.

    ÁRBITRO – Carlos Ortega (COL).

    HORÁRIO – 19h.

    LOCAL – Arena MRV, em Belo Horizonte (MG).

    Derrota de virada no Maracanã complica situação do Fluminense no grupo e amplia pressão sobre elenco e diretoria. Time segue sem vencer na Libertadores e vê rival abrir vantagem na liderança, enquanto torcida reage com vaias e protestos

    Folhapress | 06:40 – 16/04/2026

    Atlético-MG recebe Juventud-URU para somar os primeiros pontos na Sul-Americana

  • Fluminense leva virada do Rivadavia e vê pressão aumentar na Libertadores

    Fluminense leva virada do Rivadavia e vê pressão aumentar na Libertadores

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Independente Rivadavia venceu o Fluminense no Maracanã, de virada, por 2 a 1, pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores, e já deixa tumultuada a vida dos cariocas na competição.

    Se Guilherme Arana abriu o placar no primeiro tempo, o time argentino reagiu com Sartori e Arce. O segundo gol veio em uma falha defensiva grotesca do Fluminense.

    O resultado já começa a complicar o cenário ainda mais para o Fluminense no Grupo C. O time empatou na estreia e agora está em terceiro, com um ponto. O Rivadavia, estreante na competição, já abriu gordura, chegando a seis.

    Para efeitos de classificação ao mata-mata, menos mal para o time brasileiro que o La Guaira empatou com o Bolívar e ainda tem dois pontos.

    Foi a primeira derrota do Fluminense no Maracanã pela Libertadores desde 2021, quando perdeu para o Junior Barranquilla. A marca de cinco anos caiu.

    Além disso, o clima fica mais estranho entre torcida e diretoria, já que o contexto recente do adiamento do jogo contra o Flamengo se junta às duas derrotas dos últimos dias.

    Na próxima rodada pela Libertadores, o Fluminense jogará contra o Bolívar, na altitude. Mas o jogo será só em 30 de abril. Antes, pelo Brasileirão, o time encara o Santos, domingo, na Vila Belmiro.

    O COMEÇO ILUDIU

    A sensação nos minutos finais é que seria um atropelo do Fluminense. Jogo dinâmico, consciente, com movimentação intensa e troca de passes com fluência.

    Muito disso passou pelos pés de Savarino, que voltou a ser titular do time -ainda que Ganso tenha atuado na posição do machucado Lucho Acosta.

    Zubeldía também trouxe mais novidades em relação à derrota para o Flamengo. Ignacio entrou na zaga, Castillo foi o centroavante e Arana ganhou espaço na lateral-esquerda.

    O bom começo do Fluminense resultou no 1 a 0 logo aos nove minutos do primeiro tempo, em uma jogada que reuniu a visão de Savarino e a aparição de Arana para o chute certeiro na área.

    O EMPATE VISITANTE

    Mas, aos poucos, o Fluminense baixou o ritmo e passou a cometer erros que comprometeram a dinâmica ofensiva. Ganso sumiu da articulação, Canobbio não tomou as melhores decisões nas arrancadas pela direita. E Casillo ficou escondido entre os zagueiros -para não dizer que foi o tempo todo, o camisa 19 teve uma bola de bate-pronto na área, mas mandou por cima.

    Em contrapartida, o Rivadavia melhorou e passou longe de ser um time covarde, esperando o time da casa decidir o que faria do jogo. Até o gol de empate, não houve uma chance tão clara dos visitantes. Mas assim que a bola pingou na área, depois de ser mal afastada por Freytes, Villa foi esperto ao escorar para Sartori, que empatou aos 36 minutos do primeiro tempo.

    A arquibancada do Maracanã sentiu o gol e aumentou o nível de impaciência. A fluidez do início do jogo já tinha desaparecido.

    BERNAL DE VOLTA

    Zubeldía queria recuperar o controle do meio-campo. Por isso, a primeira substituição, logo no intervalo, foi a entrada de Facundo Bernal no lugar de Hércules -Martinelli passou a jogar mais adiantado. O uruguaio não jogava desde o fim de fevereiro, quando sofreu uma lesão no joelho.

    Bernal até apareceu bem na área, dando um cabeceio com perigo. Mas a ironia é que a jogada foi a origem da virada adversária.

    FALHAS E VIRADA

    O goleiro do Rivadavia viu bem a arrancada de Villa no mano a mano com Samuel Xavier. A bola longa pegou a defesa fluminense desguarnecida, mas uma série de erros resultou na virada dos visitantes.

    Primeiro, Fabio afastou muito mal de cabeça. Canobbio tentou corrigir, mas recuou errado dentro da área. Samuel Xavier não conseguiu travar. Ainda que Fabio tenha feito uma defesa num primeiro momento, estava até cometendo pênalti em seguida. Seria marcado. Mas no milésimo de segundo seguinte, Arce acertou o chute do 2 a 1. Tudo ainda aos seis minutos do segundo tempo.

    Aí o clima azedou de vez, com a torcida vaiando Samuel Xavier, Ganso e Canobbio em alguns momentos.

    Samuel Xavier e Ganso foram substituídos posteriormente, em uma mistura de vaias e aplausos. Àquela altura, o Fluminense tinha mais posse de bola, mas não conseguia criar espaços.

    O Rivadavia cumpria bem o papel de visitante pelo contexto: marcação firme, linhas recuadas e à espera de mais um contra-ataque letal. O clube carioca não conseguia nem cruzamentos na área para usar o principal fundamento de Castillo.

    Zubeldía, então, fez uma troca que Fernando Diniz faria. Sacou o zagueiro Ignacio para colocar John Kennedy. O volante Bernal virou zagueiro, na tentativa do time de ter mais presença de área.

    Na reta final do jogo, Zubeldía ainda apostou no garoto Wesley Natã no lugar de Canobbio. Mas as chances reais de empatar -muito menos virar- não apareceram de forma contundente. No chute mais perigoso, dado por Savarino, o goleiro defendeu.

    Fica a frustração tricolor pela derrota e o cenário sem vitórias após dois jogos na Libertadores 2026. Parte da torcida gritou “time sem vergonha” e ainda xingou o presidente Matheus Montenegro.

    FLUMINENSE
    Fábio, Samuel Xavier (Guga), Ignacio (John Kennedy), Freytes e Guilherme Arana; Martinelli, Hércules (Facundo Bernal) e Ganso (Serna); Savarino, Canobbio (Wesley Natã) e Castillo. Técnico: Luís Zubeldía.

    INDEPENDIENTE RIVADAVIA
    Bolcato, Bonifacio (Elordi), Leonard Costa, Studer e Luciano Gómez (Osella); Bottari, José Florentín e Matías Fernández (Ríos); Sartori (Villalba), Villa e Arce (Bucca). Técnico: Alfredo Berti

    Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
    Árbitro: Jhon Ospina (COL)
    Assistentes: Miguel Roldán e Mary Blanco (COL)
    Cartões amarelos: Wesley Natã (FLU); Matías Fernández, Bonifacio, Sartori (RIV)
    Gols: Guilherme Arana, 10’/1ºT (1-0); Sartori, 36’/1ºT (1-1); Arce, 5’/2ºT (1-2)

    Corinthians vence com autoridade, mantém 100% na Libertadores e volta a triunfar em casa. Diniz valoriza entrega do time, destaca evolução tática e celebra conexão com a torcida na Neo Química Arena.

    Estadao Conteudo | 04:15 – 16/04/2026

    Fluminense leva virada do Rivadavia e vê pressão aumentar na Libertadores

  • Diniz elogia postura do Corinthians em sequência invicta: ‘É um time que tem muita fome’

    Diniz elogia postura do Corinthians em sequência invicta: ‘É um time que tem muita fome’

    Fernando Diniz celebrou o desempenho do Corinthians na vitória por 2 a 0 sobre o Independiente Santa Fé, nesta quarta-feira, na Neo Química Arena, pela segunda rodada do Grupo E da Libertadores. O técnico destacou a garra da equipe para manter os 100% de aproveitamento na competição continental.

    “É um time que tem muita fome, muita sede de crescer, de aprender coisas novas. Acho que isso tem sido o ponto mais positivo, essa vontade de absorver aquilo que eu tenho para passar. E eu tenho muita vontade de me comunicar, de criar relações com os jogadores de maneira rápida, para que as coisas consigam fluir de uma maneira positiva”, disse.

    Desde o primeiro tempo, o time alvinegro dominou a partida. No entanto, foram poucas as chances criadas para abrir o placar. Depois do intervalo, a equipe fez da bola parada sua principal arma para garantir o resultado. Aos 6 minutos da etapa final, Raniele marcou o primeiro, após aproveitar desvio de Gustavo Henrique. Já na reta final do jogo, aos 35 minutos, o zagueiro se aventurou no ataque e marcou um belo gol para definir a vitória.

    Sobre a importância da bola parada no jogo, Diniz afirmou que vem aproveitando o trabalho deixado por treinadores anteriores.

    “Eu tenho trabalhado tudo o que se possa imaginar, mesmo com pouco tempo. Muito vídeo. A gente deu prioridade, num primeiro momento, à parte defensiva e, aos poucos, vem colocando um pouco de ideia de aproximação, que acho que hoje deu para ver mais do que nos outros jogos. E a bola parada ontem foi o dia em que a gente mexeu um pouquinho mais, embora eles já tivessem um repertório muito bom. Então, estou aproveitando os bons trabalhos que deixaram aqui, tanto do Ramón Díaz quanto do Dorival.”

    Sobre a atmosfera na Neo Química Arena, o treinador, nascido e criado na Zona Leste de São Paulo, afirmou viver um momento especial na carreira.

    “A torcida é diferente, o estádio, a energia no estádio é diferente. A gente tem que se apropriar disso cada vez mais. Criar essa simbiose com a torcida, que ela seja cada vez mais profunda e que a gente represente cada vez mais o torcedor corintiano. Ter garra, lutar, não desistir são coisas que eu prego na minha vida o tempo todo, para os jogadores, para os meus filhos, minha casa, meus amigos. Então, essa afinidade eu sempre tive com essa casa aqui. Para mim, é um motivo de muita alegria estar aqui no Corinthians. Muita alegria mesmo. Estou muito feliz, me sinto muito parte de tudo isso.”

    Além de garantir a segunda vitória e a liderança do grupo na Libertadores, com seis pontos, o Corinthians encerrou um jejum de quatro jogos sem vencer em Itaquera. Outro destaque é o bom início de Fernando Diniz no comando da equipe, com duas vitórias e um empate em três partidas.

    Três anos depois da última vitória, o cenário está montado, e Margaret River pode, mais uma vez, entrar para a história de Gabriel Medina; logo na estreia, Medina enfrentará o mexicano Alan Cleland

    Folhapress | 22:48 – 15/04/2026

    Diniz elogia postura do Corinthians em sequência invicta: ‘É um time que tem muita fome’

  • Medina tenta por fim a jejum de títulos onde venceu pela última vez

    Medina tenta por fim a jejum de títulos onde venceu pela última vez

    (UOL/FOLHAPRESS) – A janela para a segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe, em Margaret River, abre nesta quarta-feira à noite (horário de Brasília), e o palco traz uma lembrança especial para Gabriel Medina. Foi justamente na etapa australiana que o tricampeão mundial conquistou sua última vitória no CT, há três anos.

    Desde então, o brasileiro bateu na trave algumas vezes, lidou com lesão e viu o Tour mudar – mas agora retorna ao local onde foi dominante pela última vez, em busca de um novo capítulo.

    CAMINHO ATÉ O TÍTULO

    Na campanha do título em Margaret River, Medina enfrentou seis adversários – e cinco deles seguem na elite mundial e estarão novamente na etapa nesta semana.

    Na primeira bateria, ainda no formato antigo com três atletas, bateu o indonésio Rio Waida e o francês Maxime Huscenot, único que nesta quarta-feira (15) está fora do CT. Huscenot voltou a cruzar o caminho de Medina no Round de 32, onde foi novamente superado.

    A partir das oitavas, só nomes de peso: passou pelo italiano Leonardo Fioravanti, depois por Filipe Toledo nas quartas, João Chianca na semifinal e, na grande decisão, derrotou o norte-americano Griffin Colapinto, atual vice-campeão mundial.

    PERFORMANCE DOMINANTE

    Foi justamente na decisão que Medina atingiu seu auge na etapa. Com notas 9,50 e 8,00, somou 17,50 de 20 possíveis e venceu com autoridade, contra 12,27 de Colapinto.

    Uma atuação que reforçou uma de suas principais marcas: crescer em momentos decisivos.

    VITÓRIA MUDOU O RUMO DA TEMPORADA

    O título também teve impacto direto no seu momento. Até então, Medina acumulava quatro nonos lugares e, mesmo com a vitória, chegou apenas à sétima posição do ranking geral.

    Com o título em Margaret River, ganhou fôlego na temporada, mas não o suficiente para chegar ao WSL Finals. Mesmo com um terceiro e um segundo lugar nas etapas finais, em J-Bay e Teahupoo, respectivamente, terminou o ano em sexto.

    Naquele ano, Filipe Toledo liderou a temporada regular e confirmou o bicampeonato mundial em Trestles.

    LESÃO, PÓDIO E O JEJUM

    De lá para cá, Medina disputou 15 etapas do CT – cinco em 2023, nove em 2024 e uma em 2026.

    Os melhores resultados vieram com um vice-campeonato em Teahupo’o, em 2023, além de cinco terceiros lugares, incluindo o mais recente, em Bells Beach.

    O período também foi marcado por uma pausa importante: Medina ficou fora de toda a temporada de 2025 por causa de uma lesão no ombro, que exigiu cirurgia.

    REENCONTRO COM MARGARET

    Agora, o brasileiro retorna a Margaret River em alta após o pódio em Bells.

    E o destino já preparou um reencontro logo na estreia: Medina enfrentará o mexicano Alan Cleland, o mesmo adversário da etapa anterior.

    Três anos depois da última vitória, o cenário está montado, e Margaret River pode, mais uma vez, entrar para a história de Gabriel Medina.

    Medina tenta por fim a jejum de títulos onde venceu pela última vez

  • NBA: Tiago Splitter, do Portland, é 1º técnico brasileiro nos playoffs

    NBA: Tiago Splitter, do Portland, é 1º técnico brasileiro nos playoffs

    A simples presença do técnico brasileiro Tiago Splitter, de 41 anos, no comando do Portland Trail Blazers, da NBA, a liga de basquete dos Estados Unidos, já era um fato histórico. Afinal, ele é o primeiro profissional do país a ocupar um cargo deste cacife. Na madrugada desta quarta-feira (15), o treinador catarinense adicionou mais um feito à carreira: conduziu o time Trail Blazers à vitória contra o Phoenix Suns por 114 a 110, na casa do adversário, garantindo vaga nos playoffs, o mata-mata do principal campeonato de clubes de basquete do mundo.

    O duelo valia a sétima posição da Conferência Oeste e um encontro com o San Antonio Spurs na próxima fase – a equipe do Spurs terminou na vice-liderança da Conferência Oeste.  A série melhor de sete jogos começa no próximo domingo (19), às 22h (horário de Brasília) de Brasília, na casa do Spurs, no Texas.

    “Não quero falar de mim mesmo, apenas do grupo. É a culminação de um ano difícil, mas eles são muito resilientes. Mostramos isso hoje no último quarto, acreditando em nós mesmos. Estou feliz por eles. Estar nos playoffs é um grande feito para esse grupo”, comemorou Splitter após a classificação.

     


     

    Na partida decisiva, o Blazers chegou a estar 11 pontos atrás no placar no último quarto, mas reagiu na hora mais importante e assegurou a vitória que colocou o time de volta nos playoffs após cinco anos. O ala israelense Deni Avidja foi o grande destaque da equipe, com 41 pontos.

    Em outubro de 2025, Splitter estreou como técnico na NBA em um contexto delicado. O técnico do Portland Trail Blazers à época, Chauncey Billups, foi preso após investigação do FBI por envolvimento com um esquema de fraude de jogos de pôquer com participação da máfia. A equipe havia acabado de fazer a primeira partida na temporada 2025-2026. Um dia após assumir o comando do time, o brasileiro estreou com vitória sobre o Golden State Warriors, por 139 a 119.

    Tiago Splitter tinha experiência como assistente técnico de outros dois times da NBA, o Brooklyn Nets e o Houston Rockets e, por uma temporada, comandou o Paris Basketball, da França, conquistando os títulos da Liga Francesa e da Copa da França. No Blazers, Splitter herdou um elenco recheado de jovens que nunca havia chegado aos playoffs, o ápice da competitividade da NBA.

    O duelo contra o Phoenix Suns foi válido pelo play-in, mini-torneio que define as duas últimas vagas de cada conferência nos playoffs, no caso a sétima e oitava vagas. Por ter terminado com a sétima melhor campanha da Conferência Oeste na temporada regular, o Suns teve a vantagem de realizar o jogo único em casa, diante do Blazers, que fechou a fase inicial em oitavo. O triunfo da equipe de Splitter a confirmou na sétima vaga, enquanto o Suns terá outra chance de conquistar um lugar nos playoffs, desta vez na oitava posição. Na sexta-feira (17), o time recebe o vencedor do duelo entre Los Angeles Clippers (nono colocado) e Golden State Warriors (décimo), que acontece hoje. A mesma configuração vale para a Conferência Leste.

     

     

    Curiosamente, o próximo adversário reserva um reencontro especial para Tiago Splitter. O San Antonio Spurs foi a equipe que o ex-pivô brasileiro defendeu por mais tempo na NBA. Em 2014, inclusive, ele se tornou o primeiro jogador do país a conquistar o título da liga dos Estados Unidos, na final contra o Miami Heat. Poucos anos depois, ele deixou as quadras e investiu na carreira de técnico. 


    NBA: Tiago Splitter, do Portland, é 1º técnico brasileiro nos playoffs

  • Em jogo de sete gols, Bayern vira sobre o Real e avança na Champions

    Em jogo de sete gols, Bayern vira sobre o Real e avança na Champions

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Em um jogo de sete gols, o Bayern de Munique eliminou o Real Madrid nesta quarta-feira (15) e avançou à semifinal da Champions League. Em Munique, o time alemão buscou uma virada nos minutos finais e selou sua classificação com um 4 a 3 depois de ter vencido o jogo de ida por 2 a 1.

    Foram cinco gols apenas no primeiro tempo. A contagem foi aberta com 36 segundos de partida, quando Manuel Neuer falhou. Reconhecido pela habilidade com os pés, o experiente goleiro, 40, errou um passe fora da grande área e serviu Arda Güler, que aproveitou o gol vazio para finalizar da intermediária.

    A resposta dos donos da casa veio pouco depois, aos 6 minutos, também após uma falha de goleiro. Mal posicionado em uma cobrança de escanteio e atrapalhado por seus companheiros, Lunin viu Aleksandar Pavlović aparecer livre para empatar de cabeça, recolocando o Bayern em vantagem no agregado, 3 a 2.

    Após o início frenético, o time alemão retomou o controle da partida, quase sempre postado no campo de ataque, sob pressão. Para a equipe espanhola, a melhor aposta eram os contra-ataques, já que tinha dificuldades para manter a posse de bola e sair jogando. E foi assim que o Real descolou uma falta na entrada da área.

    Em novo duelo particular com Güler, Neuer voltou a falhar. Desta vez, o goleiro demorou para reagir após a cobrança de falta e viu o jovem turco, 21, marcar seu segundo gol na partida, aos 29. O camisa 1 ainda tocou na bola, mas já dentro da rede.

    O lance, porém, não mudou o panorama do jogo. O Bayern permaneceu pressionando, empurrando o Real para seu campo de defesa, com poucos espaços para os visitantes contra-atacarem. Até os defensores do time alemão se lançavam ao ataque. Foi assim que o zagueiro Upamecano deu uma bela assistência para o artilheiro Harry Kane deixar tudo igual novamente em Munique, aos 38 -e devolver a vantagem alemã no agregado.

    O Real não tinha outra saída a não ser seguir tentando encaixar seus contra-ataques. Aos 40 minutos, Vinicius Junior avançou em velocidade e acertou o travessão. Depois do lance, chamou seus companheiros para o ataque. Dois minutos depois, agora como garçom, serviu Mbappé, que invadiu a área sozinho e fez o terceiro.

    Nesta temporada, o Bayern de Munique havia sofrido três gols em apenas uma partida, quando foi derrotado pelo Arsenal na primeira fase da Champions. Em 45 minutos, o Real Madrid furou a sólida defesa alemã.

    A etapa final foi mais truncada, com as duas equipes mais cansadas. Apesar de continuarem atacando, a prorrogação parecia um cenário mais provável. Mas tudo mudou aos a partir dos 41 minutos. Primeiro, o time espanhol ficou com um a menos quando Camavinga foi expulso após receber um segundo amarelo.

    Aos 44, Luis Díaz fez o terceiro do Bayern, empatou o jogo e deixou a classificação nas mãos do time alemão. Mas ainda houve tempo para a virada, no minuto final, com Olise, fechando o 4 a 3.

    Na próxima fase, a equipe alemã terá pela frente o Paris Saint-Germain. A equipe francesa avançou à semifinal na terça-feira (14), após eliminar o Liverpool, com duas vitórias por 2 a 0.

    Na outra chave, o Arsenal também selou sua classificação nesta quarta-feira (15). Depois de vencer o Sporting por 1 a 0 no jogo de ida, o time inglês segurou um empate sem gols em Londres e agora vai encarar o Atlético de Madrid na sequência da competição.

    Os confrontos de ida pelas semifinais da Champions serão disputados nos dias 28 e 29 de abril. Os jogos de volta estão previstos para os dias 5 e 6 de maio. A decisão será no dia 30.

    Em jogo de sete gols, Bayern vira sobre o Real e avança na Champions

  • Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

    Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A menos de dois meses para a abertura da Copa do Mundo de 2026, ainda em um cenário de incertezas na reta final da preparação, a confiança dos brasileiros na seleção nacional atinge o nível mais baixo da série histórica. Pesquisa Datafolha mostra que 29% da população aposta no título da equipe comandada por Carlo Ancelotti no torneio que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

    No mesmo levantamento, a França (17%) surge como a principal alternativa ao Brasil, seguida por Argentina e Alemanha (4%). Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra são citados por pelo menos 1% dos entrevistados. Outros 3% indicaram países diferentes.

    A soma dos rivais listados (34%) supera o percentual atribuído à própria seleção brasileira, reforçando a perda de centralidade do país como grande favorito para os torcedores brasileiros.

    O índice registrado pelo Brasil renova o recorde negativo registrado no levantamento anterior, realizado em julho de 2025, e se consolida como o menor percentual desde o início da série, há cerca de três décadas. Há nove meses, pouco depois da chegada de Ancelotti, 33% dos entrevistados apostavam no Brasil como campeão.

    Na pesquisa mais recente, o Datafolha ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 137 municípios, entre os dias 7 e 9 de abril de 2026. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    No recorte por gênero, entre homens, o índice de confiança no título é de 26%, enquanto entre mulheres chega a 32%. Como a margem erro no recorte por gênero é de três pontos percentuais, há um empate no limite da margem de erro.

    Ainda no recorte entre o público masculino, chama atenção o fato de a França aparecer numericamente à frente do Brasil, com 27% das citações, também em um cenário de empate técnico.

    Também é possível observar uma diferença entre os que desejam a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os que preferem eleger Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os eleitores do petista são mais otimistas, com 36% indicando o Brasil como favorito ao título. A margem de erro entre os eleitores de Lula é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Entre os eleitores de Bolsonaro, 26% apostam que o Brasil conquistará o hexa na América do Norte. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Desde a contratação de Ancelotti, a seleção brasileira resolveu seus problemas mais urgentes, com a estabilização no comando e a classificação para a Copa, mas não se livrou das cicatrizes mais profundas, como a perda de identidade em campo, o desgaste institucional da CBF e a quebra da aura de favorito.

    Embora tenha encerrado, no fim de abril, os dois últimos amistosos antes da convocação para o Mundial, marcada para 18 de maio, com “uma ideia muito clara” do elenco que pretende levar à América do Norte, Carlo Ancelotti ainda não conseguiu apresentar ao torcedor uma seleção com sua identidade consolidada.

    Ainda segundo o Datafolha, 46% dos brasileiros acreditam que o Brasil não vai passar das quartas de final na Copa do Mundo, fase em que foi eliminada nas duas últimas edições do torneio, em 2018 e 2022.

    A avaliação é reforçada pelo desempenho diante de um adversário de maior nível técnico. Contra a França, mesmo com um jogador a mais em boa parte do jogo, o Brasil foi derrotado por 2 a 1, em uma partida que expôs dificuldades de controle e consistência em momentos decisivos.

    Na sequência, a equipe reagiu com vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, mas encerrou a última Data Fifa ainda sob um ambiente de desconfiança, sem dissipar as dúvidas sobre sua competitividade ou fechar o elenco. A atuação, porém, pelo menos ampliou o leque de opções de Ancelotti, com o surgimento de alternativas como o volante Danilo Santos e os atacantes Luiz Henrique e Endrick.

    O italiano lida com desafios impostos à seleção por um ciclo turbulento, marcado por sucessivas trocas de técnico desde a saída de Tite em 2022. Antes da contratação do europeu, Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior comandaram a equipe nacional. Ancelotti iniciou seu trabalho em maio de 2025, ou seja, não completou sequer um ano no cargo.

    Também é recente o tempo de atividade do atual presidente da CBF, Samir Xaud, que assumiu o cargo dias após o italiano aceitar o convite do então presidente da entidade, Ednaldo Rodrigues, afastado da cadeira por decisão da Justiça, que considerou nulo o acordo que validou a primeira eleição vencida por Ednaldo.

    Ele foi o quinto presidente da entidade a ser afastado ou preso nos últimos sete mandatos, consolidando uma longa crise institucional na entidade máxima do futebol brasileiro, que respinga sobre a imagem que os brasileiros têm da seleção nacional.

    Aferida pelo Datafolha desde 1994, a opinião dos brasileiros sobre o vencedor do Mundial teve até 2014 seus maiores índices, sempre acima de 56% dos entrevistados, com a maior confiança registrada em 2006, sob os efeitos da conquista do título mundial em 2002.

    A partir da Copa realizada no Brasil, há 12 anos, em edição marcada pela derrota brasileira por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal, a relação entre a torcida e a equipe verde e amarela estremeceu.

    No Mundial seguinte, o Brasil embarcou para a Rússia com um inédito índice de confiança abaixo de 50%, com 48%. Antes da última edição, no Qatar em 2022, Tite conseguiu melhorar a marca, levando seu elenco com 54% de favoritismo.

    Eliminado nas quartas de final das duas últimas edições, a seleção brasileira chegará à América do Norte agora sob um cenário de forte pessimismo.

    Apenas 29% dizem acreditar que Brasil vai ganhar a Copa

  • Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, será julgado nesta quarta-feira (15) pelo Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).

    A sessão é cercada de expectativa e vai confirmar o nível de rigidez que o tribunal vai adotar em relação ao histórico de expulsões do português no Brasileirão.

    Abel foi suspenso em primeira instância por um total de oito partidas, distribuídas em dois processos. O primeiro, pelo cartão vermelho contra o São Paulo (levou seis jogos). O segundo, pela expulsão diante do Fluminense (mais dois jogos).

    Entre suspensões automáticas e a negativa de efeito suspensivo que gerou a ausência do técnico no clássico contra o Corinthians, domingo, Abel já cumpriu três das oito partidas.

    As duas denúncias contra Abel foram com base no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), que prevê pena de um a seis jogos a quem agir de forma contrária à ética desportiva.

    Um termo bastante repetido no voto da relatora do caso na segunda comissão disciplinar foi “reiterado”. Para a auditora Ana Ralil, a repetição da conduta imprópria de Abel à beira do campo foi decisiva para optar pela pena máxima prevista no artigo.

    “A atuação da Justiça Desportiva impõe a contenção de excessos e a repressão de manifestações que ultrapassem os limites do respeito e da ética desportiva, especialmente quando reiteradas e praticadas por profissionais que exercem função de liderança”, mencionou ela.

    A sessão desta quarta-feira (15) envolvendo Abel é o primeiro exemplo de um STJD que acelerou o ritmo dos processos envolvendo a Série A. O intervalo entre primeira e segunda instância foi menor do que uma semana.

    O Palmeiras faz pressão pública sobre o STJD, questionando não só a proporção da pena inicial, mas o indeferimento do efeito suspensivo completo para Abel. O “não” foi dado pela auditora Mariana Barreiras.

    “Decisões arbitrárias comprometem a credibilidade das competições. É fundamental que todos os agentes envolvidos atuem com equilíbrio, sem eleger um único profissional como bode expiatório – não é razoável que apenas um seja penalizado por um problema coletivo. Desse modo, o clube espera que, na segunda instância, o caso em questão seja analisado com coerência”, disse o Palmeiras em nota.

    Abel volta ao STJD em caso que medirá rigidez com expulsões do técnico

  • Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique

    Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique

    O tenista brasileiro João Fonseca, número 35 do mundo, cravou nova vitória sobre o francês Arthur Rinderknech (26º) uma semana após superar o adversário na segunda rodada do Masters 1000 de Mônaco. Nesta quarta-feira (15), o carioca de 19 anos avançou com facilidade às quartas de final após despachar o francês em sets diretos (6/3 e 6/2) e assegurou presença nas quartas. Pela primeira vez na carreira, o carioca emplaca duas classificações consecutivas às quartas de final – na semana passada ele tam

    O próximo embate será nesta quinta (16) contra o número 6 do mundo, o norte-americano Bel Shelton, atual vice-campeão do torneio. Nesta temporada Fonseca já duelou com o italiano Jannik Sinner (Indian Wells), então número 2 do mundo; com o Carlos Alcaraz no Masters 1000 de Miami – quando o espanhol liderava o ranking – e com o alemão Alexander Zverev (3º) no Masters de Mônaco. Embora não tenha vencido nenhum dos três, Fonseca tem muito a ganhar em confrontos contra os top 10 do circuito, principalmente o amadurecimento físico e mental.

     

    Em janeiro do ano passado, o brasileiro surpreendeu o mundo ao derrotar o número 9 do mundo, o russo Andrey Rublev no seu primeiro Grand Slam da carreira, o Aberto da Austrália. Na ocasião Fonseca ocupava a 112ª posição no ranking. Mesmo assim, levou a melhor por 3 sets a 0, com parciais de 7-6(1), 6-3 e 7-6(5).  

    O ATP de Munique é um dos torneios preparatórios para Roland Garrros (França), o segundo Grand Slam do ano. Fonseca busca chegar ao 32º lugar antes de corte do ranking do torneio parisiense, programado para maio. O corte costuma ocorrer seis semanas antes da competição.


    Fonseca vence mais uma e terá número 6 pela frente no ATP de Munique