Categoria: ESPORTES

  • Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

    Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Longe de conseguir repetir o peso histórico do confronto entre Bobby Riggs e Billie Jean King, em 1973, no embate conhecido como “Batalha dos Sexos”, Nick Kyrgios e Aryna Sabalenka fizeram neste domingo (28) um novo duelo entre dois grandes tenistas dos circuitos masculino e feminino.

    Realizado em Dubai, nos Emirados Árabes, local que atraiu celebridades e personalidades de outros esportes, como os brasileiros Ronaldo e Kaká, o jogo terminou com vitória do australiano por 2 sets a 0, com um duplo 6/3.

    “Sendo sincero, foi um jogo difícil. Ela é multicampeã, uma grande competidora. Não sabia como seria, mas ela veio aqui quebrou meu serviço algumas vezes. Ela pôs pressão. Foi um grande espetáculo com uma grande jogadora como a Aryna”, afirmou Kyrgios.

    Já a belarussa espera por uma revanche. “Eu me senti muito bem, foi legal vê-lo sofrendo em quadra, foi por muito pouco. Sinto que, na próxima vez, vou saber taticamente onde estão suas forças e suas fraquezas. Assim, acho que tenho chances. Adoro revanche.”

    Apesar da promoção feita pelos organizadores, o duelo teve pouco em comum com a vitória da lendária Billie Jean King sobre Bobby Riggs em 1973.

    “Não é a mesma coisa”, declarou King em entrevista à BBC.

    “Em 1973, eu tinha que vencer em nome da mudança social. Existiam muitos motivos para vencer aquele duelo”, acrescentou o ex-número 1 do mundo.

    O circuito feminino, que então dava seus primeiros passos, buscava afirmar sua legitimidade em meio a um cenário com premiações para as jogadoras muito inferiores em relação ao tênis masculino.

    “Foi um jogo muito politizado. Não é o caso de agora”, reiterou a americana, que bateu Riggs por 3 sets a 0 (6-4, 6-3 e 6-3) em Houston, diante de um público de 30 mil pessoas, além dos milhões de telespectadores que o duelo atraiu pela TV.

    Antes do duelo deste domingo, Sabalenka afirmou que seu objetivo era “se divertir e colocar esse cara em uma posição incômoda”.

    “Imagino que, para nós dois, o objetivo é fazer este esporte crescer”, avaliou Kyrgios. “A primeira coisa que quero é que as pessoas vejam tênis”, acrescentou o australiano.

    Astros e estrelas com história no tênis mundial, no entanto, questionaram a realização do duelo. “O que o tênis feminino pode tirar essa partida?”, indagou a australiana Rennae Stubbs, ex-especialista em duplas.

    “A única razão pela qual esse jogo está acontecendo é porque a Evolve [agência que cuida dos interesses de Kyrgios e Sabalenka] decidiu ganhar um pouco de dinheiro”, disse a ex-número 1 de duplas em seu podcast.

    Para haver um equilíbrio, o duelo foi disputado em melhor de três sets e as regras foram ajustadas. Ambos os jogadores tiveram um único serviço, e o lado da quadra de Sabalenka teve uma superfície 9% menor que a metade de Kyrgios.

    “Se jogássemos em uma quadra inteira, com as regras normais, seria muito difícil competir contra homens”, declarou Sabalenka antes da partida.

    “Mas, nestas condições, sinto que talvez tenha mais opções para lutar”, acrescentou.

    Kyrgios vence Sabalenka em duelo sem peso histórico da ‘Batalha dos Sexos’

  • Com recorde de atletas, corrida de São Silvestre terá centésima edição

    Com recorde de atletas, corrida de São Silvestre terá centésima edição

    Em uma viagem a Paris, o jornalista Cásper Líbero ficou maravilhado com uma corrida realizada à noite. Decidido a promover algo semelhante no Brasil, ele idealizou uma prova que deveria ocorrer sempre no último dia do ano. E foi assim que, em uma noite do dia 31 de dezembro de 1925, foi realizada a primeira Corrida de São Silvestre da história. Ela recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

    “A São Silvestre foi uma ideia do jornalista, empresário e advogado Cásper Líbero. Ele estava passeando por Paris em 1924 e assistiu uma prova em que os corredores empunhavam tochas, fazendo um efeito super lindo à noite, com aquela vibração toda. Ele gostou, se entusiasmou e trouxe a ideia para o Brasil, para São Paulo. E já em 1925 ele criou a primeira edição da corrida de São Silvestre. Na época, inclusive, São Silvestre era escrito com Y. Foi aí que nasceu a nossa prova, que hoje está completando a sua centésima edição”, diz Eric Castelheiro, diretor-executivo da Corrida Internacional de São Silvestre, em entrevista à reportagem do programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil.

    Disputada inicialmente na virada do ano, a primeira edição contou com 60 inscritos, mas apenas 48 deles participaram da largada, que ocorreu no Parque Trianon, na Avenida Paulista, às 23h40. Eles percorreram 8,8 mil metros pelas ruas de São Paulo e a corrida acabou sendo vencida por Alfredo Gomes, que completou o percurso em 23m19s. 

    “O Alfredo Gomes era um atleta negro. Em 1924, um ano antes da primeira edição da São Silvestre, ele já fazia sucesso porque estava representando o Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris. Ele foi o primeiro negro a representar o país”, explica Castelheiro.

    Desde então, a São Silvestre se tornou a corrida mais tradicional e conhecida do país e só deixou de ser realizada em 2020, devido à pandemia da covid-19. No ano passado, a prova completou 100 anos de sua história, mas é somente neste ano de 2025 que ela chega à sua centésima edição, alcançando um recorde de participantes com mais de 50 mil corredores inscritos.

    Heróis

    Em suas primeiras edições, apenas atletas brasileiros participavam da prova. Mas, a partir de 1927 foi permitida a inscrição de estrangeiros que moravam no Brasil, o que vez com que o italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, vencesse as edições de 1927 e 1929. Blasi foi o único estrangeiro a ganhar a prova na chamada fase nacional da corrida, que durou até 1944.

    A partir de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, a corrida passou a contar com a participação de atletas estrangeiros, mas inicialmente só para atletas da América do Sul. Foi só dois anos depois que ela passou a ser de fato mundial, dando início a um período de 34 anos sem vitórias de atletas brasileiros, o que só foi superado em 1980, com a vitória do pernambucano José João da Silva. As mulheres só começaram a competir em 1975, prova que foi vencida pela alemã Christa Valensieck.

    Lágrimas e gritos

    Em entrevista ao programa Caminhos da Reportagem, da EBC, o empresário e ex-atleta José João da Silva recordou daquele dia em que quebrou o tabu. “O povo começava a chorar, a gritar. O Osmar (de Oliveira, meu médico) começou a gritar e a chorar. Era [a quebra] de um tabu. O primeiro brasileiro a vencer”, conta. “Eu fui o abençoado, vamos dizer assim. Cheguei e consegui esse marco. Essa vitória foi um grande marco”, recorda.

    Ele, que começou a trabalhar muito cedo, ainda criança, nas roças de Pernambuco, não fazia ideia do que aquela vitória na São Silvestre significaria para a sua vida. “Parou o país. Foi como uma Copa do Mundo. O povo queria invadir e foi contido pela polícia. Eu não sabia o tamanho [dessa vitória]. Depois a gente fica meio [assim], dá até vontade de chorar. É muito impactante. A tua vida muda totalmente”, recorda.

    Um brasileiro como José João da Silva e que vence essa prova acaba se tornando uma espécie de herói para a população, destaca o diretor da corrida. “Esses atletas [brasileiros], que estão em um evento tão representativo e que tem tanto alcance e história, acabam virando ídolos”, assegura.

    “Um atleta de uma corrida de rua está correndo o tempo todo em todo lugar. Então, ele acaba sendo aquele super-herói humano. Ele parece um super-herói, mas ele também é humano igual a você. Então acho que isso acaba trazendo muita identificação”, garante.

    Recorde

    Isso foi o que aconteceu com Marilson Gomes dos Santos, o brasileiro que mais venceu a São Silvestre desde que ela se tornou internacional. Foram três vitórias, conquistadas em 2003, 2005 e 2010.

    “Os brasileiros torcem muito para [os atletas] brasileiros, independente de qual modalidade for. Na São Silvestre a gente pode sentir isso. Quando você ganha, vemos mais pessoas querendo correr também, querendo participar de prova de rua. Eu vi muitos depoimentos e até hoje escuto pessoas falando que começaram a correr porque me viram correr a São Silvestre, porque me viram ganhar a São Silvestre em 2003”, assegura.

    Maria Zeferina Baldaia também sentiu uma grande mudança em sua vida após participar e ganhar a corrida em 2001. Ela, que trabalhou por 20 anos como boia-fria [termo popular usado para ser referir a um trabalhador rural], recorda como começou a correr até se tornar referência no esporte. “Eu trabalhava como boia-fria e, na hora do almoço, desde criança, eu corria. Já saia correndo pelo carreador que são as estradas largas que dividem a cana dos dois lados”, conta.

    “Corri durante 15 anos descalça, porque eu não tinha tênis. Meus pais não tinham condições de comprar um e, mesmo assim, eu continuei correndo, apesar dos cacos de vidro e do sol quente. Eu tinha o objetivo de ajudar a minha família, então corri durante 15 anos descalça”, recorda.

    Inspiração

    Um dia ela estava assistindo a uma corrida da São Silvestre na casa de uma vizinha e surgiu a inspiração para participar do evento. “Eu vi a Rosa Mota ganhar, uma portuguesa, que ganhou a São Silvestre seis vezes. Eu corri para casa e falei para a minha mãe: ‘mãe, uma mulher pequeninha ganhou a corrida lá em São Paulo, a Corrida de São Silvestre. Será que um dia eu também posso ir lá correr?”.

    Quinze anos depois de assistir a última vitória de Rosa Mota pela TV, Maria Zeferina conseguiu realizar o seu sonho e se tornou inspiração para muitas outras mulheres.

    “Eu me espelhei na Rosa Mota. Depois da minha vitória na São Silvestre eu escuto de muitas pessoas que me procuram – muitas mães, mulheres e meninas – que querem ser igual a Maria Zeferina. Eu costumo dizer que, assim como a Rosa Mota foi meu ídolo e minha inspiração, eu hoje sirvo de inspiração, motivação e espelho para outras pessoas. Isso não tem preço”, assegura.

    Esse reconhecimento também ocorreu em sua cidade. O centro olímpico de Sertãozinho, no interior paulista, acabou sendo batizado com o nome da corredora, uma forma de eternizar sua trajetória e inspirar as futuras gerações. “Poder estar fazendo hoje o que eu ainda faço, que é correr, e poder treinar lá no centro olímpico e ver as crianças, jovens e adultos fazendo o que eu ainda faço, isso não tem preço”, explica a atleta.

    “Zeferina é uma marca muito forte porque é uma mulher brasileira e uma pessoa extremamente acessível. Isso muda muito a figura do atleta. No caso dela, sendo vencedora, mas, ao mesmo tempo, a pessoa que acolhe e que é muito gentil na conversa, a torna uma pessoa muito acessível. E ela tem também a história de que não nasceu atleta: ela cortou cana, teve uma vida muito dura e virou atleta. Então, ela também é a imagem do possível”, salienta Martha Maria Dallari, atleta e personal trainer. “O atleta de corrida de rua é muito próximo. Ele divide o chão pelo qual eu passei. Eu fiz a prova que a Zeferina fez. Eu fiz a prova que o Marilson fez. Estas são coisas muito fortes, da gente estar muito perto, compartilhando disso [com eles]” enfatiza.

    Maiores vencedores

    A maior vencedora da São Silvestre é a portuguesa Rosa Mota, com seis vitórias consecutivas alcançadas no início dos anos 1980. Em seguida, está o queniano Paul Tergat: cinco vitórias. Entre os brasileiros, o título fica com Marílson Gomes dos Santos: três vitórias.

    Desde 1945, quando a competição se tornou internacional, os brasileiros conquistaram 16 vezes essa prova, sendo 11 conquistas entre os homens e cinco entre as mulheres. No masculino, a última vitória brasileira foi conquistada em 2010, com Marilson Gomes dos Santos. No feminino, a última vitória foi com Lucélia Peres, em 2006.

    “Tive a oportunidade de correr muitas provas, em outros países. Mas correr dentro de casa, no último dia do ano, com as pessoas comemorando e muita gente acompanhando pela TV e torcendo, pessoalmente é uma energia contagiante”, opina Marilson, em entrevista à reportagem do programa da TV Brasil. “É uma prova que, sem dúvida nenhuma, qualquer atleta que se preze quer ganhar. E qualquer atleta tem que se preparar muito para chegar bem, tem realmente que visar como se fosse a prova da vida, porque foi a prova da minha vida”, acrescenta. 

    Prova democrática

    Atualmente, a São Silvestre é aberta para todos os públicos, com largadas especiais para mulheres e homens corredores de elite e também para cadeirantes, demais atletas PCDs e atletas amadores. Além disso, ela conta com uma edição especial, realizada em um outro dia e no Centro Olímpico do Ibirapuera, chamada de São Silvestrinha, onde competem crianças e adolescentes. 

    “A gente tem uma organização de largada em ondas. Por exemplo, a prova começa às 7h25 com PCDs e os cadeirantes muito rápidos e que inclusive estão acostumados a disputar campeonatos mundiais e paralímpicos. Às 7h40 larga a elite feminina, [composta] por atletas de ponta de vários países. Às 8h05 larga a elite masculina em dois pelotões, A e B, por nível técnico, com os mais rápidos à frente. Depois, vêm os outros pelotões [e o público, em geral]”, detalha o diretor da corrida.

    Isso, diz ele, faz com que a prova seja bastante democrática, contando com a participação de pessoas de diversas partes do país e do mundo.

    Quebrando marcas

    “A gente sempre fala que a São Silvestre é uma das mais democráticas competições esportivas e até do entretenimento porque nem todo mundo vem para competir. Tem gente que vem para fazer realizações pessoais, quebrar sua própria marca e por seu próprio objetivo. Cada um vem com seu plano e todo mundo é bem recebido”, enfatiza Castelheiro. Isso é, inclusive, o que torna a São Silvestre mais especial, destaca Martha Maria Dallari. “O forte da São Silvestre são essas histórias, são essas pessoas que resolvem correr, desafiar, encontrar amigos e celebrar o ano novo”.

    Acrescenta que outro aspecto importante é que a corrida de rua faz com que as pessoas voltem a se conectar e se apropriar do espaço público.

     “Quando você corre a São Silvestre, você corre por alguns dos lugares mais bonitos da cidade ou por lugares que são marcos na cidade. Essa é uma forma de se conectar com a história e com os pontos históricos da cidade”, salienta.

     

    Com recorde de atletas, corrida de São Silvestre terá centésima edição

  • Filipe Luís chega a acordo com Flamengo e renova até 2027

    Filipe Luís chega a acordo com Flamengo e renova até 2027

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Após uma novela que durou meses e ganhou contornos dramáticos nos últimos dias, o técnico Filipe Luís chegou a um acordo com o Flamengo e renovou seu contrato até dezembro de 2027. O clube oficializou a renovação nesta segunda-feira (29).

    O QUE ACONTECEU

    A negociação viveu momentos de impasse e incertezas. A pedida inicial feita pelo staff do treinador foi acima do que o Rubro-Negro estava disposto a pagar, e o cenário pesou para o lado do pessimismo nos últimos momentos de 2025.

    O UOL apurou, porém, que a principal pendência para o entrave -que era a questão salarial dos auxiliares- foi resolvida com o aceite dos termos oferecidos pelo clube, ou seja, com os valores já inclusos no pacote sugerido ao técnico, que é na casa dos cerca de 4 milhões de euros (R$ 26,1 milhões) anuais livres de impostos. O valor mensal é de pouco mais de R$ 2 milhões.

    A pendência foi resolvida após uma decisão pessoal de Filipe Luís em uma negociação direta entre o técnico e o diretor de futebol, José Boto. Sem intermediações.

    O desfecho positivo só foi possível porque havia, de ambas as partes, o desejo genuíno de continuidade do projeto, além da disposição conjunta para convergir interesses e construir um acordo equilibrado e sustentável, que atendesse aos anseios do técnico, mas também às políticas de governança do clube estabelecidas pelo BAP (Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo). José Boto, diretor executivo de futebol do Flamengo

    Filipe Luís teve um grande reajuste salarial e agora só fica abaixo de Abel Ferreira, do Palmeiras, nos vencimentos entre os técnicos. Campeão brasileiro e da Libertadores, recentemente, ele agora terá a tranquilidade para continuar o planejamento e montagem do elenco para a próxima temporada.

    VEJA, NA ÍNTEGRA, O COMUNICADO DO FLAMENGO

    O Clube de Regatas do Flamengo informa que chegou a um acordo para a renovação do contrato do técnico Filipe Luís até dezembro de 2027.

    “O desfecho positivo só foi possível porque havia, de ambas as partes, o desejo genuíno de continuidade do projeto, além da disposição conjunta para convergir interesses e construir um acordo equilibrado e sustentável, que atendesse aos anseios do técnico, mas também às políticas de governança do clube estabelecidas pelo BAP (Luiz Eduardo Baptista, presidente do Flamengo)”, comentou José Boto, diretor executivo de futebol do clube.

    A renovação simboliza a continuidade de uma história de longa data entre Filipe Luís e o Flamengo. Rubro-negro desde a infância, o treinador construiu uma relação afetiva profunda com o clube, que se fortaleceu dentro de campo, quando defendeu o Manto como jogador, e segue agora à beira do gramado, liderando a equipe durante um dos períodos mais vitoriosos de sua história.

    Com a renovação de Filipe Luís, o Flamengo reafirma sua convicção na continuidade do trabalho desenvolvido e trabalhará firmemente para que os próximos anos sejam marcados por ainda mais sucesso, crescimento profissional e conquistas.

    Para permanecer no poder, dirigente precisa articular mudança no estatuto do clube; mesmo com investimento recorde, de quase R$ 700 milhões, equipe amargou vices em 2025

    Folhapress | 09:15 – 29/12/2025

    Filipe Luís chega a acordo com Flamengo e renova até 2027

  • Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

    Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O 2025 sem títulos do Palmeiras, justamente no ano de maior investimento no futebol, fez ecoarem vozes de oposição à atual diretoria, abafadas nas temporadas anteriores com o sucesso esportivo da equipe.

    Dispersos e sem grande capacidade de articulação nos últimos anos, os grupos de oposição à presidente Leila Pereira viram na falta de retorno aos cerca de R$ 700 milhões investidos a chance de se unir para contestar o projeto da dirigente de buscar um terceiro mandato no clube.

    O desejo de Leila depende de uma mudança estatutária, alvo de críticas mesmo entre alguns apoiadores. Atualmente, é possível apenas uma reeleição no time alviverde. O segundo mandato da atual presidente vai até o fim de 2027.

    A ambição da dirigente, que a manteria na cadeira até 2030, ganhou o rótulo de “golpe” pela oposição.

    “Nosso estatuto prevê a possibilidade de alteração. Não existe golpe quando o Conselho decide e os associados ratificam isso”, defendeu a dirigente.

    Ela citou o poderoso clube espanhol Real Madrid, de forma irônica, para rebater as críticas de quem defende a alternância na presidência. “Essa questão de alternância de poder não acontece no Real Madrid. O presidente está lá há 20 anos. O Real Madrid é um clube pequeno, sabe? E nem um pouco vitorioso…”

    Não foi vitorioso o 2025 do Palmeiras, com duras derrotas para o Corinthians, tradicional arquirrival, e para o Flamengo, principal oponente nas disputas dos últimos anos.

    Desde que Leila assumiu a presidência, em dezembro de 2021, este foi o primeiro ano sem a adição de troféus à galeria alviverde. A última chance desperdiçada foi na final da Copa Libertadores, em novembro, 1 a 0 para o Flamengo.

    O fracasso na tentativa de buscar o tetra na competição continental se somou ao vice no Campeonato Brasileiro -também com Flamengo campeão- e a duas pancadas do Corinthians: na decisão do Campeonato Paulista e nas oitavas de final da Copa do Brasil, cujo título ficaria com o alvinegro. Na Copa do Mundo de Clubes, uma campanha irregular foi interrompida nas quartas de final, pelo Chelsea.

    Na ocasião da perda do troféu estadual para o rival preto e branco, torcedores criticaram o comportamento de Leila na entrega da taça de vice-campeão aos atletas. “Pelo sorriso, ganharam o Mundial que estava faltando”, ironizaram, nas redes sociais.

    As frustrações levaram Leila a fazer um longo desabafo, de pouco mais de dez minutos, aos conselheiros do clube presentes na reunião para aprovação do orçamento para 2026, realizada neste mês.

    A presidente admitiu que ficou com um “gosto amargo” após a derrota para o Flamengo na Libertadores e não poupou críticas ao próprio elenco. A maior bronca foi com o fato de o time comandado por Abel Ferreira, que teve seu vínculo estendido recentemente até 2027, não ter acertado um chute na direção do gol durante a decisão.

    “Como que eu posso querer ganhar a Libertadores se meus jogadores não deram um chute a gol? Vocês conhecem alguma forma de ganhar um jogo sem gol? Eu não conheço. Agora, não posso falar isso fora, senão vou chatear meus atletas? Não. Tem que falar, sim. A responsabilidade é deles, não é minha. Eu fiz o que eu pude”, afirmou Leila.

    “Investi o que eu pude, mas eles não tiveram a capacidade de dar um chute a gol”, acrescentou a dirigente, que destacou ainda tropeços nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro -contra Mirassol (derrota), Vitória e Fluminense (empates em casa)- que custaram o título nacional.

    “Como que pode, dentro da minha casa, no Allianz Parque, eu não vencer o Vitória? Foi por causa do meu elenco? Óbvio que não. Meu sub-20 tinha que ganhar do Vitória. Como que eu não ganho na minha casa do Fluminense? Não foi incapacidade nossa? Claro que foi”, reclamou.

    O último título conquistado pelo Palmeiras foi o Paulista de 2024. Depois, naquele ano, em temporada em que investiu R$ 193 milhões em reforços, também amargou fracassos em competições nacionais e internacionais.

    O desabafo de Leila se tornou arma para seus opositores dentro do Palmeiras. Para evitar que seus rivais consigam se unir a ponto de prejudicar suas ambições, ela buscou apoio de velhos conhecidos da política palmeirense.

    Dois ex-presidentes do clube têm atuado pela viabilizar a mudança no estatuto, Mustafá Contursi (1993 a 2005) e Arnaldo Tirone (2011 a 2013). Ambos ainda são bastante influentes entre conselheiros do Palmeiras.

    A alteração no estatuto requer maioria em votação do Conselho Deliberativo e maioria também em votação com todos os associados do clube. Na eleição presidencial mais recente, no ano passado, Leila venceu com facilidade seu único opositor, Savério Orlandi, no filtro do Conselho (168 a 85) e na Assembleia Geral (2.295 a 858).

    Agora, a oposição tenta se unir para frear a nova investida da empresária.

    Após ano sem título, Leila encara oposição em luta por 3º mandato no Palmeiras

  • Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

    Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os jogadores Jose Alvarado, do New Orleans Pelicans, e Mark Williams, do Phoenix Suns, trocaram socos na noite deste sábado (27), durante o terceiro quarto do jogo pela NBA, no Smoothie King Center, em New Orleans.

    Alvarado, de 1,83m, foi quem primeiro puxou a camisa de Williams, que mede 2,16m. Armador dos Pelicans, Alvarado se irritou com a marcação do pivô do Suns, Williams.

    Eles trocaram socos e tapas e foram contidos por jogadores de ambas as equipes. A confusão durou alguns segundos, e a partida foi paralisada.

    Os dois foram expulsos. Após o ocorrido, Jose Alvarado correu para o vestiário. Não houve mais registros de briga entre os dois.

    O Phoenix Suns venceu a partida contra os Pelicans por 123 a 114.

    Dembélé tinha a concorrência de Mbappé, Yamal, Raphinha e Vitinha; cerimônia aconteceu neste domingo em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos

    Folhapress | 05:00 – 29/12/2025

    Jogadores trocam socos em jogo da NBA entre Pelicans e Suns

  • Flamengo fica no quase, e Dembélé é eleito melhor do mundo no Globe Soccer Awards

    Flamengo fica no quase, e Dembélé é eleito melhor do mundo no Globe Soccer Awards

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Dembélé foi eleito o melhor jogador do mundo no Globo Soccer Awards, premiação organizada pela Associação Europeia de Clubes (ECA) em conjunto com a Associação Europeia de Agentes de Jogadores (EFAA). O Flamengo ficou no quase em uma das categorias.

    Dembélé tinha a concorrência de Mbappé, Yamal, Raphinha e Vitinha. A cerimônia foi realizada neste domingo (28), em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

    O francês alcançou o “hat-trick” das premiações. Além do Globe Soccer Awards, Dembélé foi eleito melhor do mundo no prêmio Bola de Ouro, organizado pela revista France Football, e no The Best, da Fifa.

    O júri do Globe Soccer Awards conta com uma série de personalidades ligadas ao futebol. Estão entre elas jogadores, ex-jogadores, dirigentes e até árbitros.

    A premiação coroa uma temporada quase que perfeita de Dembélé no PSG. Pelo clube, o atacante conquistou a Champions, o Campeonato Francês, a Copa da França, a Supercopa da França e recentemente o Intercontinental. O clube só não venceu o Super Mundial de Clubes, onde foi vice.

    O Flamengo ficou no quase. O clube brasileiro concorria na premiação de melhor entre os times masculinos, mas foi superado pelo PSG. Jorge Mendes, agente do técnico Filipe Luís, foi eleito o melhor empresário do mundo.

    Cristiano Ronaldo também foi premiado. O astro português venceu o prêmio de melhor jogador atuando no Oriente Médio.

    Melhores do mundo Globe Soccer Awards

    2025: Dembélé
    2024: Vini Jr
    2023: Haaland
    2022: Benzema
    2021: Mbappé
    2020: Lewandowski
    2019: Cristiano Ronaldo
    2018: Cristiano Ronaldo
    2017: Cristiano Ronaldo
    2016: Cristiano Ronaldo
    2015: Messi
    2014: Cristiano Ronaldo
    2013: Ribery
    2012: Falcao Garcia
    2011: Cristiano Ronaldo

    Vencedores de 2025

    Melhor jogador: Dembélé
    Melhor jogadora: Aitana Bonmatí
    Melhor técnico: Luis Enrique
    Melhor time (masculino): PSG
    Melhor time (feminino): Barcelona
    Melhor atacante: Lamine Yamal
    Melhor meio-campista: Vitinha
    Melhor jogador do Oriente Médio: Cristiano Ronaldo
    Jogador em ascensão: Doué
    Melhor agente: Jorge Mendes
    Melhor diretor esportivo: Luís Campos

    “Melhor momento do ano: quando eu ganhei em Buenos Aires. Estava muito doente, não consegui treinar nenhum dia da semana. Na segunda-feira, eu tinha aquecido dez minutinhos, meu jogo foi adiado por causa da chuva, no dia seguinte, eu estreei e estava me sentindo bem. Enfrentei quatro argentinos em casa [ao longo do torneio] e, enfim, foi o primeiro [título de ATP]”, disse João Fonseca, ao Esporte Espetacular.

    Folhapress | 13:30 – 28/12/2025

    Flamengo fica no quase, e Dembélé é eleito melhor do mundo no Globe Soccer Awards

  • Fonseca superou doença por primeiro título e elege melhor momento do ano

    Fonseca superou doença por primeiro título e elege melhor momento do ano

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca empilhou recordes ao longo de 2025, mas elegeu a conquista do ATP 250 de Buenos Aires (ARG) como seu melhor momento deste ano.

    “Melhor momento do ano: quando eu ganhei em Buenos Aires. Estava muito doente, não consegui treinar nenhum dia da semana. Na segunda-feira, eu tinha aquecido dez minutinhos, meu jogo foi adiado por causa da chuva, no dia seguinte, eu estreei e estava me sentindo bem. Enfrentei quatro argentinos em casa [ao longo do torneio] e, enfim, foi o primeiro [título de ATP]”, disse João Fonseca, ao Esporte Espetacular.

    Com o título em Buenos Aires, Fonseca se tornou o brasileiro mais jovem a vencer um torneio da ATP. Ele conseguiu o feito com 18 anos, um a menos que Thiago Wild, que conquistou o ATP de Santiago aos 19, em 2020.

    O carioca terminou o ano com dois títulos, já que também levou o ATP 500 da Basileia. O resultado colocou o jovem tenista no top-30 do ranking mundial da ATP.

    A arrancada de Fonseca chamou a atenção, mas o brasileiro vê uma “pressão boa”. O tenista saltou mais de 700 posições em um intervalo de aproximadamente 2 anos. Este foi o primeiro ano de João Fonseca no tênis profissional.

    “É uma honra ter todo esse suporte dos brasileiros, ao mesmo tempo vem um pouco de expectativa, tem comparações, o que é normal, mas é uma pressão boa. É só gratidão, e isso cada vez me traz mais força para seguir trabalhando e realmente fazer história para o Brasil”, finaliza João Fonseca

    O brasileiro está de férias, mas já tem data para voltar às quadras. Ele foi confirmado no ATP 250 de Adelaide, no piso duro da Austrália. A competição acontece entre os dias 12 e 17 de janeiro, e serve como preparação para o Australian Open, o primeiro Grand Slam da temporada.

    Além disso, ele terá um “calendário obrigatório” para cumprir, já que está no top-30 do ranking mundial. Ele precisará participar de oito dos nove Masters 1000 do ano e deve estar em pelo menos cinco ATP 500.

    João Fonseca também tem um amistoso contra Carlos Alcaraz, atual número 1 do mundo, marcado para 12 de dezembro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo.

    Fonseca superou doença por primeiro título e elege melhor momento do ano

  • Renato Gaúcho prevê seleção forte na Copa e descarta retorno imediato: ‘Estou de férias’

    Renato Gaúcho prevê seleção forte na Copa e descarta retorno imediato: ‘Estou de férias’

    Renato Gaúcho indicou que ainda não deve retomar a carreira de treinador no início de 2026. O técnico afirmou que seguirá em período de descanso e evitou comentar sobre possíveis convites.

    \”Vou ficar mais um tempo (fora). Estou de férias\”, disse Renato, no Maracanã, onde participou do Jogo das Estrelas. Sem clube desde a saída do Fluminense, em setembro de 2025, o treinador não detalhou por quanto tempo pretende permanecer afastado.

    Além do futuro profissional, Renato comentou o momento da seleção brasileira e demonstrou confiança na equipe comandada por Carlo Ancelotti para a próxima Copa do Mundo. Para o treinador, o Brasil reúne fatores que o colocam entre os principais candidatos ao título do Mundial.

    \”Estou bastante otimista. Vem uma safra nova muito boa. O Ancelotti teve tempo para trabalhar, conhece bem os jogadores, até porque a maioria atua na Europa. Isso facilitou bastante\”, avaliou.

    Renato destacou ainda que o desempenho no Mundial dependerá da condição física e técnica dos principais nomes, mas vê o grupo com potencial para brigar pelo hexacampeonato. \”O Brasil tem uma seleção forte, jovem, boa. Tenho certeza de que vai chegar como uma das favoritas\”, comentou.

    Renato Gaúcho prevê seleção forte na Copa e descarta retorno imediato: ‘Estou de férias’

  • Galvão Bueno se pronuncia após passar o Natal internado e projeta retorno em fevereiro

    Galvão Bueno se pronuncia após passar o Natal internado e projeta retorno em fevereiro

    Galvão Bueno se pronunciou neste sábado após passar o Natal internado na Santa Casa de Londrina, no Paraná. O narrador esportivo, de 75 anos, explicou que precisou ser hospitalizado na véspera da data festiva após apresentar sintomas semelhantes aos de um quadro recente de pneumonia.

    Em nota, a família e a assessoria informaram que Galvão deu entrada no hospital para avaliação médica, passou por exames e permaneceu em observação. Três dias depois, recebeu alta e seguirá o processo de recuperação em casa.

     

    \”Já estou em casa e vou explicar exatamente o que aconteceu\”, disse Galvão, em vídeo publicado nas redes sociais. Segundo ele, os sintomas remetiam à pneumonia viral que o levou a ficar internado por uma semana no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no fim de novembro.

     

    O narrador explicou que, após a primeira internação, não respeitou o período adequado de repouso por conta da intensa rotina de trabalho, que incluiu transmissões, gravações, viagens e compromissos profissionais ligados à Copa do Mundo de 2026. \”A pneumonia exige repouso, antibióticos e fisioterapia. Mas o trabalho não deixou\”, afirmou.

     

    Após viajar para Londrina a fim de passar o Natal, Galvão voltou a se sentir mal e decidiu procurar atendimento médico. Liberado no sábado, ele afirmou que seguirá as orientações médicas, com uso de antibióticos até a próxima semana, além de um período de descanso e sessões de fisioterapia.

     

    \”Agora, sim, vou fazer esse repouso. Serão 15 dias de fisioterapia e, em fevereiro, estamos juntos\”, disse o narrador, que agradeceu as mensagens de apoio e afirmou estar confiante na recuperação.

     

    Veja a nota na íntegra:

     

    \”Meus amigos das redes sociais, meus milhões de amigos das redes sociais. E desta vez com muito mais gente, quero falar com muito mais pessoas, porque quero agradecer a todas as mensagens, a todas as orações, a toda torcida, a todo pensamento positivo.

     

    Eu já estou em casa, já tive alta aqui na Santa Casa de Londrina e vou explicar exatamente o que aconteceu. A coisa de um mês, eu tive uma pneumonia viral. Me internei no Sírio-Libanês, em São Paulo, passei lá uma semana, saí de lá absolutamente perfeito.Mas a pneumonia exige que você tenha um certo repouso e depois que tome os antibióticos, depois que cuide de tudo, né? E que faça a fisioterapia. Mas o trabalho não deixou. Essa minha maneira maluca de trabalhar… Então foram duas semanas de programas ao vivo, de transmissão de jogos de futebol, de gravações, de viagens, de reuniões, de preparar já a Copa do Mundo no SBT no próximo ano, de me despedir da Bandeirantes, de fazer as transmissões da decisão da Copa do Brasil na Amazon Prime.

     

    Então, eu me senti bem ali, achei que estava tudo uma maravilha. Voltei para casa para o Natal e me senti mais ou menos como tinha me sentido antes. Então, fui para o hospital, fiz todos os exames, fiquei lá, hoje tive alta. Vou ainda tomar antibióticos até quarta-feira e agora, sim, estou de férias!

     

    Então agora vou fazer esse repouso, 15 dias de fisioterapia e em fevereiro estamos juntos! Vamos \’simbora\’, o ano é forte, vem aí Copa do Mundo… é, tem Copa do Mundo, tem muita coisa para fazer!

     

    Obrigado, obrigado, obrigado a todos. Obrigado a Deus. Um beijo!\”

    Galvão Bueno se pronuncia após passar o Natal internado e projeta retorno em fevereiro

  • Copa já tem 10 jogos ‘afetados’ após medidas de Trump contra estrangeiros

    Copa já tem 10 jogos ‘afetados’ após medidas de Trump contra estrangeiros

    RENAN LISKAI
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As novas medidas restritivas tomadas por Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, quanto à entrada de cidadãos de outros países nos Estados Unidos elevou o número de jogos da Copa do Mundo que podem ter torcedores apenas de um lado.

    Pessoas vindas de Senegal e Costa do Marfim foram colocadas na lista de restrições parciais ao longo dos últimos dias. Isso significa que o governo dos Estados Unidos endureceu ainda mais a entrada de viajantes oriundos desses países, mas não proibiu totalmente.

    As duas seleções africanas farão dois jogos cada dentro dos Estados Unidos durante a fase de grupos. Os senegaleses enfrentarão Noruega e França, enquanto os marfinenses terão pela frente Equador e Curaçao.

    Há ainda outros dois países que estão na Copa e que vivem restrição: Irã e Haiti. Ambos aparecem no rol de nações com restrição total de acesso aos Estados Unidos.
    Irã e Haiti farão todos os seus três jogos na fase de grupos em solo americano. Os haitianos, inclusive, enfrentarão a seleção brasileira na segunda rodada do Grupo C.

    Os dez jogos afetados até aqui podem aumentar caso as medidas sejam mantidas, as seleções avancem ou haja acréscimos na lista. Eles podem diminuir, no entanto, em caso de novas mudanças nas decisões do governo.

    O governo dos EUA garante que a entrada de atletas para grandes eventos esportivos será permitida. Isso, é claro, inclui a Copa do Mundo do ano que vem.

    Jogos afetados pelas medidas
    13/6 – Haiti x Escócia – Boston
    14/6 – Costa do Marfim x Equador – Filadélfia
    15/6 – Irã x Nova Zelândia – Los Angeles
    16/6 – Senegal x França – Nova Jersey
    19/6 – Haiti x Brasil – Filadélfia
    21/6 – Irã x Bélgica – Los Angeles
    22/6 – Senegal x Noruega – Nova Jersey
    24/6 – Haiti x Marrocos – Atlanta
    25/6 – Costa do Marfim x Curaçao – Filadélfia
    27/6 – Irã x Egito – Seattle

    Copa já tem 10 jogos ‘afetados’ após medidas de Trump contra estrangeiros