Categoria: MUNDO

  • Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

    Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

    Donald Trump foi flagrando fazendo careta, como se tivesse ânsia, durante um jantar de Estado na China ao beber um champanhe oferecido por Xi Jinping, em visita oficial

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem uma regra que nunca costuma quebrar – não beber álcool. Mas, um vídeo do norte-americano durante um jantar de Estado na China está levantando dúvidas: Será que Trump quebrou a sua própria regra?

     
    Nas redes sociais, um vídeo de Donald Trump fazendo careta durante um brinde com uma taça de champanhe viralizou. Em determinado momento, parece que o norte-americano fica enjoado. 

    O vídeo mostra Trump recebendo uma taça de champanhe e, posteriormente, fazendo um brinde com quem estava presente no jantar de Estado oferecido pelo presidente chinês, Xi Jinping, que se realizou no Grande Salão do Povo. Em seguida, o norte-americano dá um pequeno gole.

    As imagens, amplamente compartilhadas nas redes sociais, levantaram algumas questões aos internautas. Desde logo, pelo fato de Donald Trump já ter dito publicamente que não bebe álcool, como pela careta.

    No entanto, vale destacar, não é certo que o presidente dos Estados Unidos tenha, de fato, bebido champanhe, uma vez que tal não foi confirmado. 

    Veja o vídeo do momento acima!

    Os internautas começaram a especular se o líquido seria ou não champanhe. Aliás, o ex-conselheiro de Donald Trump escreveu que “não é álcool”. “Falo pelo presidente”, disse. 

    O perfil MAGA Voice também compartilhou o vídeo na rede social X e referiu que Trump “não bebe”, mas fez um “brinde como sinal de respeito pelo presidente Xi”.

    Afinal, porque é que Trump não bebe álcool?

    Donald Trump já afirmou nunca ter bebido álcool. Segundo o próprio, esta decisão está ligada a um assunto familiar, uma vez que o seu irmão mais velho, Fred Trump Jr., lutou contra o vício do álcool, tendo morrido aos 43 anos. 

    O presidente norte-americano já falou várias vezes acerca da morte do irmão e de como esse episódio fez com que decidisse evitar o álcool e cigarros.

    “Nunca bebi”, disse Trump em uma entrevista à Fox News em novembro do ano passado, acrescentando que a morte do irmão mais velho “foi um período muito difícil”.

    Na ótica de Donald Trump, “se não começar [a beber], nunca terá um problema”. “Se começa, poderá ter e é um problema difícil de parar”, destacou.

    Sabe-se ainda que o presidente dos EUA também teria pedido aos filhos para seguirem o seu exemplo. “Tenho sido muito rigoroso com os meus filhos em relação ao álcool”, afirmou. 

    Visita de Trump à China

    Há mais de dez anos que um presidente norte-americano não ia à China. Donald Trump quebrou o ciclo e esteve no país para uma visita oficial de três dias. 

    Entre vários temas discutidos, Trump e Xi Jinping falaram sobre a guerra no Irã e defenderam a abertura do Estreito de Ormuz. 

    A visita oficial, que contou com uma delegação de grandes empresários, terminou esta sexta-feira (15), tendo insistido que as relações entre as duas maiores potências mundiais “são boas e estão a melhorar”, ainda que existam divergências profundas.

     

    Viralizou: Trump faz careta ao beber champanhe oferecido por Xi Jinping

  • Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

    Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

    Ex-agente do serviço secreto russo afirmou ter cruzado a fronteira com o Cazaquistão escondido dentro da carcaça de uma vaca para escapar de uma suposta operação do Kremlin após ser acusado de traição pelo governo de Vladimir Putin

    Um ex-agente do serviço secreto russo afirmou ter escapado de uma suposta operação ordenada pelo governo de Vladimir Putin usando um método improvável: escondido dentro da carcaça de uma vaca morta.

    Segundo reportagem do jornal britânico Telegraph, Dmitry Senin, de 47 anos, era um alto funcionário do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB) quando passou a ser acusado de traição pelo Kremlin após investigar um policial suspeito de corrupção em 2017.

    O ex-espião afirmou que passou anos tentando limpar o próprio nome, mas decidiu fugir definitivamente após a invasão da Ucrânia pela Rússia, em 2022.

    De acordo com Senin, a fuga foi planejada com ajuda de contrabandistas e contatos próximos. O plano envolveu atravessar clandestinamente a fronteira entre Rússia e Cazaquistão escondido dentro do corpo de uma vaca morta.

    Antes da operação, ele disse ter vestido uma roupa de borracha, colocado uma máscara de gás e se enrolado em papel-alumínio para evitar ser detectado por câmeras térmicas.

    Os contrabandistas teriam então se disfarçado de fazendeiros e transportado a carcaça em um trator até a região de fronteira.

    “Eu só precisava que me jogassem para o outro lado da fronteira”, afirmou o ex-agente.

    Segundo ele, a carcaça foi deixada em um local usado como “cemitério” de animais após a travessia.

    Senin contou que permaneceu dentro da vaca por cerca de uma hora para evitar ser encontrado pelos guardas russos.

    “Sou um soldado. O medo é uma emoção que você precisa controlar. Avaliei o risco e sabia que ninguém iria atirar na vaca”, disse.

    O ex-espião revelou ainda que o plano levou cerca de dois meses para ser organizado e que escolheu o período mais frio do inverno justamente para evitar que os restos do animal estivessem infestados por larvas.

    Depois de sair da carcaça, Senin teria caminhado até um ponto de encontro combinado previamente, onde recebeu ajuda de um ex-oficial da KGB para deixar a região e fugir para Montenegro.

    “Não tive ajuda de serviços secretos estrangeiros, não existia uma rota pronta e minha mochila tinha apenas itens pessoais básicos”, afirmou.

    Ex-espião russo diz que fugiu de agentes de Putin dentro de vaca morta

  • Trump anuncia acordo bilionário com China para petróleo, soja e Boeing

    Trump anuncia acordo bilionário com China para petróleo, soja e Boeing

    Presidente dos Estados Unidos afirmou que Xi Jinping aceitou ampliar compras chinesas de petróleo, soja e aviões da Boeing após reunião em Pequim. Trump também disse que líder chinês se mostrou disposto a ajudar na crise envolvendo o Estreito de Ormuz

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China concordou em ampliar a compra de petróleo, soja e aviões da Boeing fabricados nos EUA após reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, realizada em Pequim, na quinta-feira.

    Em entrevista à emissora norte-americana Fox News, Trump disse que um dos principais avanços nas negociações foi o compromisso chinês com a compra de petróleo americano.

    “Uma das coisas em que acho que vamos chegar a um acordo é que eles concordaram em comprar petróleo dos Estados Unidos”, declarou.

    Segundo o republicano, a expectativa é que as exportações sejam direcionadas principalmente para Estados como Texas, Louisiana e Alasca.

    “Eles vão para o Texas. Vamos começar a enviar navios chineses para o Texas, Louisiana e Alasca. Isso é muito importante”, afirmou Trump, sem detalhar os termos do possível acordo.

    O presidente norte-americano também disse que a China deverá ampliar significativamente as compras de soja dos EUA, produto considerado estratégico para agricultores do Meio-Oeste americano.

    “Eles vão investir muito em soja”, afirmou Trump, acrescentando que as compras chinesas deverão ser “maiores do que antes”.

    Outro ponto destacado pelo republicano foi um possível acordo envolvendo a Boeing. Segundo Trump, Xi Jinping teria concordado com a compra de 200 aviões comerciais da empresa americana.

    “Xi concordou em comprar 200 aviões. Isso é enorme. São 200 aviões grandes. Isso vai gerar muitos empregos”, declarou.

    Trump afirmou ainda que a Boeing esperava inicialmente vender 150 aeronaves, mas o número teria sido ampliado durante as conversas. Analistas do setor, porém, estimavam uma negociação envolvendo até 500 aviões.

    O presidente da Boeing, Kelly Ortberg, integrou a delegação empresarial que acompanhou Trump na viagem à China.

    Os dois líderes devem voltar a se reunir nesta sexta-feira antes da saída de Trump de Pequim rumo aos Estados Unidos. O presidente americano também participa de um almoço com Xi Jinping em Zhongnanhai, complexo governamental localizado ao lado da Cidade Proibida e considerado um dos centros do poder político chinês.

    A entrada de líderes estrangeiros no local é rara e costuma ser interpretada como um gesto de aproximação diplomática por parte do governo chinês.

    Esta é a segunda visita oficial de Trump à China desde sua primeira passagem pelo país, em 2017, durante seu primeiro mandato presidencial. Também é a primeira viagem do republicano ao território chinês desde o retorno à Casa Branca, em janeiro de 2025.

    Durante a entrevista à Fox News, Trump também afirmou que Xi Jinping demonstrou disposição para ajudar na reabertura do Estreito de Ormuz, que permanece sob ameaça militar iraniana há seis semanas.

    “O presidente Xi gostaria de ver um acordo. Ele disse: ‘Se eu puder ajudar de alguma forma, terei prazer em ajudar’”, relatou Trump.

    A China é atualmente a principal compradora do petróleo iraniano e mantém parceria estratégica com o Irã, que passou a ameaçar o Estreito de Ormuz após o início da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e forças iranianas em fevereiro deste ano.
     
     

    Trump anuncia acordo bilionário com China para petróleo, soja e Boeing

  • EUA dizem que 41 pessoas são monitoradas para hantavírus no país

    EUA dizem que 41 pessoas são monitoradas para hantavírus no país

    Grupo inclui cidadãos repatriados, outros passageiros do cruzeiro e contatos indiretos. Monitorados devem evitar contato social por seis semanas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os Estados Unidos monitoram 41 pessoas por possível exposição ao hantavírus após o surto registrado a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (14) pelo CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças) do país.

    Inicialmente os EUA monitoravam 18 passageiros repatriados. Na segunda-feira (11), autoridades do país disseram que 17 cidadãos americanos e um britânico com dupla nacionalidade haviam sido levados das Ilhas Canárias, na Espanha, para os EUA, após a identificação do surto.

    O aumento do número de pessoas monitoradas se deve à necessidade de rastrear contatos indiretos ligados ao surto. Segundo o CDC, estados como Geórgia, Texas, Arizona, Califórnia, Virgínia e Nova Jersey acompanham pessoas que desembarcaram anteriormente do navio na costa africana ou que podem ter sido expostas ao vírus durante deslocamentos.

    “Os departamentos de saúde estaduais têm monitorado a situação diariamente, incluindo a verificação de sintomas e temperatura”, disse Brendan Jackson, especialista do CDC em patógenos de alto risco. A quarentena recomendada é de seis semanas.

    Do grupo de repatriados, 16 pessoas foram encaminhadas ao Centro Médico da Universidade de Nebraska, que possui estrutura especializada para doenças infecciosas de alto risco.

    Outras duas foram levadas para a Universidade Emory, em Atlanta. Segundo as autoridades, trata-se de um casal, e um dos passageiros apresentava sintomas. De acordo com o hospital universitário, o paciente sintomático está em uma unidade de biocontenção, enquanto o outro, assintomático, permanece sob observação.

    No domingo (10), após o desembarque dos passageiros do navio, agências de notícias divulgaram que os americanos repatriados não seriam necessariamente colocados em quarentena, conforme havia dito uma importante autoridade de saúde.

    A discussão ocorreu em meio a tentativas das autoridades de diferenciar quarentena obrigatória de monitoramento ativo. Segundo o governo americano, nem todos os indivíduos acompanhados estão isolados em unidades hospitalares, mas muitos receberam orientação para restringir contatos sociais e observar sintomas durante o período de incubação.

    O surto no navio de cruzeiro está ligado à cepa Andes do hantavírus, a única com possibilidade de transmissão entre pessoas.

    Diferentemente de outras cepas, geralmente transmitidas por contato com urina, fezes ou saliva de roedores infectados, a Andes pode se espalhar em situações de contato próximo e prolongado entre humanos, segundo autoridades sanitárias.

    A OMS (Organização Mundial da Saúde) confirmou na quarta-feira (13) oito casos da cepa Andes entre os passageiros do MV Hondius. Três pessoas que estiveram a bordo morreram.

    A organização segue afirmando que é baixo o risco de uma pandemia global.

    EUA dizem que 41 pessoas são monitoradas para hantavírus no país

  • Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

    Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

    Insatisfeitos pressionam Starmer (foto) a renunciar em disputa estratégica dentro do Partido Trabalhista. Secretário de Saúde deixa cargo, amplia crise, mas não lança desafio formal à liderança de premiê

    BERLIM, ALEMANHA (CBS NEWS) – A saída de Wes Streeting do gabinete de Keir Starmer, nesta quinta-feira (14), aumenta a pressão dentro do Partido Trabalhista para que o primeiro-ministro apresente sua renúncia nos próximos dias. O secretário de Saúde se preparava, segundo a imprensa britânica, para lançar um desafio formal à liderança do premiê, mas não chegou a esse ponto. Talvez por não ser o único integrante da legenda a cobiçar o cargo nem mesmo o favorito.

    Além de Streeting, que pertence à ala mais direitista dos Labours, almejam abertamente o posto ou têm seu nome lançado por aliados Angela Rayner, ex-vice de Starmer, Andy Burnham, prefeito da Grande Manchester, e Ed Miliband, o atual secretário de Energia.

    Em sua carta de renúncia, endereçada a Starmer, Streeting pediu a saída do primeiro-ministro e sugeriu a realização de um pleito aberto pela liderança. Qualquer um que tenha apoio de ao menos 20% dos parlamentares da sigla eleitos (81), teria condição de concorrer. Starmer entra na lista automaticamente se não renunciar, daí a enorme pressão por um gesto de sacrifício.

    Streeting já teria apoio declarado de 80 parlamentares para entrar na disputa. Era um dos membros mais combativos do gabinete e tem no currículo um dos poucos sucessos visíveis da atual gestão, a diminuição das filas no NHS, o sistema público de saúde britânico -debilitado nas últimas décadas por sucessivos governos conservadores.

    O parlamentar é visto como um centrista, na linha do ex-premiê Tony Blair, o que não é exatamente uma vantagem no caso dos trabalhistas. Em sua carta a Starmer, Streeting afirmou que já está claro que o premiê “não liderará o partido nas próximas eleições gerais” e que seus integrantes querem que o próximo debate “seja uma batalha de ideias, não de personalidades ou de faccionalismo mesquinho”.

    Ainda que seja protagonista do pior momento político de Starmer, Streeting, segundo pesquisa interna conduzida pela própria legenda, não teria força suficiente em um embate direto contra o premiê, diferentemente de outros postulantes ao posto.

    Andy Burnham, primeiro prefeito eleito da região metropolitana de Manchester, em 2017, bateria Starmer com larga vantagem, segundo o levantamento. Reeleito duas vezes, é chamado de “rei do Norte” por suas disputas frequentes com o governo central. Para concorrer ao comando trabalhista, no entanto, teria que voltar a ser parlamentar. Isso só aconteceria se algum aliado em Westminster renunciasse, e o partido deixasse Burnham disputar o cargo vago em uma eleição suplementar.

    Talvez a aliada mais próxima de Starmer na construção da vitória histórica sobre os conservadores em 2024, Angela Rayner, também uma figura popular na ala mais à esquerda dos trabalhistas, foi secretária de Habitação até o ano passado.

    Acusada de sonegar impostos na compra de uma propriedade, acabou renunciando. Sintomaticamente, divulgou nesta quinta, horas antes da carta de Streeting, que seu processo tributário havia sido concluído, sem que ficasse provado dolo de sua parte.

    Ed Miliband, por sua vez, já foi líder dos trabalhistas na década passada, com fracasso diante dos conservadores na eleição de 2015. Seu desempenho como secretário de Energia é elogiado, ainda que o setor seja um dos flancos frequentemente explorados por rivais políticos de Starmer e setores negacionistas da crise do clima na imprensa britânica.

    Miliband nega qualquer intenção de concorrer, expressando apoio público à permanência de Starmer. Observadores ponderam, no entanto, que o secretário pode acabar sendo apresentado como solução de consenso para evitar que a crise no partido se estenda.

    Na semana passada, trabalhistas e conservadores sofreram uma derrota histórica nas chamadas eleições locais. O Reform UK, do populista de ultradireita Nigel Farage, conquistou mais de 1.440 assentos em conselhos e distritos, mesmo saindo quase do zero; os Verdes mais do que duplicaram sua representação, com 589 assentos.

    A erosão dos partidos tradicionais, que interrompeu 14 anos de poder conservador em 2024, atinge agora fortemente os trabalhistas. A próxima eleição geral está prevista para 2029.

    Reino Unido tem ao menos quatro candidatos para o lugar de primeiro-ministro

  • Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

    Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

    “O México não existia antes da chegada dos espanhóis. Tenham um pouco mais de respeito por vocês mesmos, era uma civilização diferente”, disse a conservadora Isabel Díaz Ayuso

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A presidente regional de Madri, a conservadora Isabel Díaz Ayuso, afirmou hoje que o México não existia antes da chegada dos espanhóis.

    Declaração de Ayuso foi feita durante uma sessão de controle na Assembleia de Madri. Ela estava respondendo perguntas sobre uma viagem recente ao México. “O México não existia antes da chegada dos espanhóis. Tenham um pouco mais de respeito por vocês mesmos, era uma civilização diferente”, disse.

    A fala ocorreu em meio à defesa da viagem, questionada pela oposição, e ganhou repercussão fora da Espanha. No mesmo debate, Ayuso acusou setores da esquerda espanhola e mexicana de fazer “revisionismo histórico”.

    Presidente regional de Madri antecipou volta do México. Ayuso planejava ficar no país até o dia 12 de maio. No entanto, no dia 8 de maio, ela anunciou o cancelamento antecipado de sua viagem, citando um “clima de boicote por parte do governo mexicano”. Agora, ela atribuiu diretamente a organização desse boicote a Pedro Sánchez, primeiro-ministro espanhol.

    Ela atribuiu o cancelamento de vários dias de sua viagem a preocupações com a segurança. Sem provas, Ayuso afirmou que o governo liderado por Pedro Sánchez promoveu um “boicote” à sua visita oficial ao México. Segundo ela, a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, recebeu “uma ordem da Espanha: “Sabotem a viagem dela”.

    “Em um narcoestado, a vida corre muito risco. Algo acontece com você lá, a caminho do aeroporto, na ida ou na volta, e ninguém assume a responsabilidade. Em nome da liberdade, em nome da coerência, arrisco minha vida, mas não a vida de toda a minha equipe”, disse Isabel Díaz Ayuso.

    Claudia Sheinbaum, presidente do México, ironizou o discurso e a passagem da espanhola pelo país. “Ela odeia tanto o México e o governo mexicano, mas mesmo assim passou 10 dias de férias aqui. Ele deveria voltar e passar mais tempo aqui de férias. Somos um país extraordinário. Acho que ele aprenderia muito com a riqueza cultural do México”, afirmou, segundo o site Infobae.

    Presidente mexicana disse que a visita acabou estimulando um debate sobre a história do país. “Isso nos permitiu falar sobre Hernán Cortés, sobre a conquista ou invasão dos povos, sobre a grandeza cultural do México, sobre a dignidade do povo mexicano.”

    Presidente de Madri diz que México 'não existia' antes dos espanhóis

  • Rússia anuncia 'parceria plena' com Talibã e incentiva cooperação com Afeganistão

    Rússia anuncia 'parceria plena' com Talibã e incentiva cooperação com Afeganistão

    Acordo inclui temas relacionados à segurança, comércio, cultura e ajuda humanitária. Rússia foi o primeiro país a reconhecer formalmente o regime após retirada caótica das tropas lideradas pelos EUA

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A Rússia está aprofundando sua aproximação com o regime do Talibã, que controla o Afeganistão, e ainda incentiva outros países a ampliar a cooperação com Cabul. A declaração foi feita nesta quinta-feira (14) por Sergei Shoigu, alto funcionário da área de segurança do governo russo. Segundo ele, Moscou está construindo uma “parceria plena” com os líderes afegãos.

    Shoigu afirmou que a cooperação com Cabul é importante para a segurança e o desenvolvimento regional. Segundo ele, a Rússia mantém um “diálogo pragmático” com o Talibã em temas relacionados a segurança, comércio, cultura e ajuda humanitária.

    As falas ocorreram durante reunião da Organização para Cooperação de Xangai (SCO, na sigla em inglês), bloco formado por dez países, entre eles China, Índia, Irã, Paquistão e antigas repúblicas soviéticas. Ainda segundo Shoigu, a SCO deveria reativar os contatos com o Afeganistão.

    A aproximação entre Moscou e o Talibã se intensificou após a Rússia se tornar, no ano passado, o primeiro país a reconhecer formalmente o regime afegão, que retomou o poder em agosto de 2021 durante a retirada caótica das tropas lideradas pelos Estados Unidos depois de duas décadas de guerra.

    O Talibã foi declarado ilegal pela Rússia como organização terrorista em 2003, mas a proibição foi suspensa em abril de 2025. A Rússia vê a necessidade de trabalhar com Cabul enquanto enfrenta uma grande ameaça à segurança representada por grupos extremistas islamistas baseados em países que vão do Afeganistão ao Oriente Médio.

    O cenário de instabilidade regional voltou a ficar evidente nesta quinta, no Paquistão, onde cinco soldados e sete supostos extremistas morreram em confrontos na província do Baluchistão, no sudoeste do país.

    Segundo autoridades locais, um artefato explosivo foi detonado próximo a um comboio do Corpo de Fronteiras, força paramilitar paquistanesa. Após a explosão, houve troca de tiros entre militares e combatentes armados.

    Em comunicado, o Exército disse ter localizado e atacado um “grupo de terroristas” durante a operação, matando sete integrantes do grupo.

    O ataque foi reivindicado pelo Exército de Libertação do Baluchistão (BLA), principal movimento separatista da província. Classificado pelos EUA de organização terrorista, o grupo afirmou ter atacado instalações militares, policiais e prédios da administração civil com armas de fogo e atentados suicidas.

    Nos últimos anos, o BLA intensificou ataques contra trabalhadores de outras regiões do Paquistão e contra empresas estrangeiras ligadas ao setor de energia, em uma província marcada por insurgência separatista e violência armada recorrente.

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  • Trump diz que Xi ofereceu ajuda para reabrir Hormuz e negou apoio militar ao Irã

    Trump diz que Xi ofereceu ajuda para reabrir Hormuz e negou apoio militar ao Irã

    Falas do americano, não confirmadas por Pequim, vão além do comunicado oficial da Casa Branca sobre o encontro. Mandatários se reuniram por mais de duas horas em reuniões bilaterais na capital chinesa; visita segue nesta sexta (15)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (14) que o presidente Xi Jinping ofereceu ajuda da China para abrir o estreito de Hormuz e prometeu não enviar equipamentos militares para auxiliar o Irã em sua guerra contra os EUA e Israel.

    “Ele gostaria de ver o estreito de Hormuz aberto e disse: ‘Se eu puder ajudar de alguma forma, gostaria de ajudar’”, acrescentou. “Ele disse que não vai fornecer equipamentos militares… ele disse isso enfaticamente”, declarou Trump ao programa “Hannity” da Fox News, após o encontro entre os dois líderes em Pequim.

    As falas de Trump -não confirmadas por Pequim- vão além do comunicado oficial da Casa Branca, que afirmou que o americano e Xi concordaram que o estreito de Hormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, deve permanecer aberto e que o Irã não deve ter posse de armas nucleares.

    Ainda durante o encontro desta quinta, o chinês fez questão de reiterar que a relação entre os países deve ser baseada em ganhos mútuos e que, se a questão Taiwan for lidada por Washington de forma inadequada, haverá conflitos.

    Os mandatários se encontraram em Pequim para reunião bilateral e outros compromissos oficiais da visita de Estado do americano à capital chinesa.

    Em seguida, visitaram o Templo do Céu, um cartão-postal da cidade, que tem simbolismo especial em visitas de Estado por ser conhecido como o local onde imperadores pediam a bênção dos deuses para boas colheitas. Os líderes também jantaram juntos em um banquete de Estado, momento em que Trump convidou Xi para visitar Washington em setembro.

    O dia começou uma recepção amigável, marcada por risos e pequenos cochichos entre os líderes. Em pronunciamento na abertura da reunião bilateral, Trump afirmou que os países terão um futuro fantástico juntos.

    “Nós construímos uma relação fantástica. Nós nos demos bem. Quando houve dificuldades, nós as resolvemos. Eu ligava para você, e você ligava para mim, e sempre que tínhamos um problema -as pessoas não sabem disso-, nós o resolvíamos muito rapidamente”, disse o americano.

    Uma das principais falas de Xi veio depois, durante a reunião de portas fechadas, que durou cerca de duas horas e 15 minutos. Segundo a imprensa estatal Xinhua, o líder teria repetido a Trump que a questão Taiwan é a mais importante nas relações entre as nações.

    O chinês teria dito que “se mal administrada, os dois países entrarão em conflito, levando toda a relação China-EUA a uma situação muito perigosa”. “A independência de Taiwan e a paz no estreito de Taiwan são incompatíveis. Manter a paz e a estabilidade no estreito de Taiwan é o maior denominador comum entre a China e os EUA”, afirmou, segundo a Xinhua.

    A fórmula é a mesma que sua diplomacia usou nos dias que antecederam a visita. O chanceler chinês, Wang Yi, por exemplo, afirmou ao secretário de Estado, Marco Rubio, que o ponto é o mais sensível das trocas bilaterais.

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  • Onze pessoas resgatadas com vida após queda de avião no mar: "Milagre"

    Onze pessoas resgatadas com vida após queda de avião no mar: "Milagre"

    Onze pessoas foram resgatadas com vida depois de um pequeno avião cair no mar, perto do litoral da Florida, nos Estados Unidos. Os sobreviventes passaram cerca de cinco horas à deriva em um bote salva-vidas até serem localizados pelas equipas de emergência

    Onze pessoas foram resgatadas com vida após um pequeno avião cair nas Bahamas, junto à costa da Florida, nos Estados Unidos. Apesar do susto, todos os tripulantes encontram-se bem.

    Em comunicado, divulgado na quarta-feira (13), a Guarda Costeira dos Estados Unidos revelou que foi responsável por coordenar o “resgate de 11 passageiros da Bahamas adultos de uma aeronave que caiu a aproximadamente 130 quilômetros da costa de Melbourne, na Florida”.

    O alerta foi dado através de um sinal de localização de emergência transmitido por um avião bimotor turbo-hélice.

    A operação de resgate envolveu uma equipe do helicóptero HH-60W Jolly Green da 920.ª Ala de Resgate Aéreo da Força Aérea dos EUA, que conseguiu içar as 11 vítimas que estavam a bordo de um bote salva-vidas.

    Após o resgate, as pessoas foram “transportadas em condição estável para o Aeroporto Internacional de Melbourne Orlando, onde aguardavam por assistência médica de emergência”.

    Ao que tudo indica, a “aeronave sofreu uma falha no motor”, mas as autoridades das Bahamas vão investigar a causa do acidente. O avião partiu de Marsh Harbor, nas Bahamas, com destino a Freeport, também nas Bahamas.

    “O excelente apoio da Base Espacial de Patrick e a perfeita coordenação entre todas as agências envolvidas contribuíram diretamente para o sucesso do resgate dos 11 sobreviventes da aeronave que caiu”, disse o Suboficial Chefe Omar Colon, oficial de serviço do Distrito Sudeste da Guarda Costeira. “A sua rápida resposta, profissionalismo e compromisso inabalável em salvar vidas foram fundamentais para trazer todos de volta a casa em segurança.”

    A ABC News revelou que os tripulantes estiveram cinco horas à deriva num bote salva-vidas, “sem meios para pedir ajuda e sem saber se alguém iria resgatá-los”.

    “Só de olhar para eles, dava para entender o sofrimento físico, mental e emocional”, disse o capitão da Força Aérea, Rory Whipple, especialista em resgate em combate e que pulou para a água e nadou até aos sobreviventes. “É preciso imaginar o trauma emocional que sofreram ali, sem saber se alguém os resgataria.”

    Já a major da Reserva da Força Aérea, Elizabeth Piowaty, elogiou os esforços do piloto da aeronave, que conseguiu amarar e colocar os dez passageiros no bote salva-vidas.

    “Nunca vi ninguém sobreviver a uma aterragem forçada no oceano”, disse Piowaty. “Pelo que vi, o facto de todas estas pessoas terem sobrevivido é um verdadeiro milagre.”

    Onze pessoas resgatadas com vida após queda de avião no mar: "Milagre"

  • Putin vai visitar a China 'muito em breve', diz porta-voz do Kremlin

    Putin vai visitar a China 'muito em breve', diz porta-voz do Kremlin

    Putin e o presidente chinês, Xi Jinping, já se encontraram mais de 40 vezes ao longo dos anos. O encontro mais recente ocorreu em Pequim, em setembro do ano passado, segundo a agência de notícias Reuters

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O presidente da Rússia, Vladimir Putin, vai visitar a China “muito em breve”, informou um porta-voz do Kremlin nesta quinta-feira (14).

    Preparativos para a viagem já estão concluídos, disse o porta-voz Dmitry Peskov. Ele não divulgou, porém, a data na qual esse encontro vai acontecer.

    Putin e o presidente chinês, Xi Jinping, já se encontraram mais de 40 vezes ao longo dos anos. O encontro mais recente ocorreu em Pequim, em setembro do ano passado, segundo a agência de notícias Reuters.

    Rússia e China mantêm uma parceria estratégica descrita pelos dois países como “sem limites”. O acordo foi assinado em fevereiro de 2022, menos de três semanas antes de a Rússia iniciar a guerra na Ucrânia, informou a Reuters.

    Anúncio sobre encontro de Putin com Xi acontece enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está na China. nesta quinta-feira (14), o americano e o chinês trocaram elogios ao fazer brindes em um banquete. Mais cedo, eles tiveram uma reunião a portas fechadas.

    Putin vai visitar a China 'muito em breve', diz porta-voz do Kremlin